
De acordo com a agência Efe, que cita fontes policiais, Bergoi Madernaz e Aiala Zaldibar foram presos hoje de manhã em Baiona pela Polícia judiciária francesa, em circunstâncias não precisadas e em colaboração com a Polícia espanhola.
A mesma agência refere que o zumaiarra Beñat Lizeaga e a bergarrara Aitziber Plazaola foram presos em Donibane Garazi (capital de Nafarroa Beherea) pelas 15h35.
Sobre Aiala Zaldibar pendia um mandado europeu emitido pela Audiência Nacional espanhola, que tinha sido aceite pelo Tribunal de Pau no passado dia 1 de Fevereiro. A jovem recorreu da sentença para o Tribunal de Cassação e encontra-se à espera de que este se pronuncie.
Madernaz, Zaldibar, Lizeaga e Plazaola são quatro dos oito jovens independentistas que escaparam à operação policial de Outubro, e mantiveram-se encerrados durante uma semana em Izpura, para denunciar a situação em que se encontram, correndo o risco de ser entregues ao Estado espanhol.
As detenções ocorrem um dia depois de terem concluído o protesto e depois de dez cargos eleitos de Ipar Euskal Herria terem anunciado publicamente que acolhem estes oito jovens em suas casas.
Fonte: Gara / Notícia mais completa: Gara
Ver também: «Segi : Déjà quatre arrestations», de Giuliano CAVATERRA (Lejpb)
Entretanto, o Movimento pró-Amnistia já divulgou a convocatória de mobilizações para hoje: às 18h30 em Baiona (em frente ao Consulado) e às 19h00 na rotunda de Lartzabale (Nafarroa Beherea).
Na foto (kazeta.info), jovens e eleitos de Ipar Euskal Herria juntos no palco, por ocasião do kantaldi que decorreu no sábado em Kanbo (Lapurdi) contra o mandado de detenção europeu e no qual participaram Maddi Oihenart, Eñaut Elorrieta (dos Ken7), Erramun Martikorena, Etxamendi eta Larralde, Pantxoa eta Peio, Jean Michel Bedaxagar, Michel Etxekopar, Peio Serbielle, Eneko Labegerie e Kattalin Indaburu.






































Afirmaram que, depois da declaração do Palácio Euskalduna do passado dia 7 de Fevereiro, não aceitarão um «não» como resposta e que «quarentenas repentinas ou considerações antijurídicas influenciadas por interesses políticos são inaceitáveis».




