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segunda-feira, 18 de fevereiro de 2019

«Cinco "intervenciones humanitarias" de EEUU que terminaron en desgracia»

[De Misión Verdad] Desde los primeros meses del año pasado, esta tribuna realizaba un paneo sobre las graves consecuencias que han traído consigo las intervenciones militares con fines supuestamente humanitarios. Ahora que la oposición venezolana, articulada bajo la tutela absoluta de Washington, dibuja un nuevo «Día D» (el 23 de febrero) para ingresar la «ayuda humanitaria», conviene refrescar la memoria y buscar en ejemplos históricos recientes las tragedias sociales que ha dejado a su paso este método de cambio de régimen. Pero sobre todo, y de ahí la vigencia e interés de republicar esta investigación, se hace necesario insistir en los personajes y agendas que han promovido, desde hace algún tiempo, que sobre Venezuela se cierne una amenaza creíble de intervención militar. Sin más preámbulo, recordemos. (misionverdad.com)

domingo, 27 de janeiro de 2019

«Haiti: a Revolução que mudou o mundo»

[De Messias Martins] Em janeiro comemoram-se os 228 anos da Revolução Haitiana, única revolução de escravizados que não só conseguiu pôr um fim à escravidão como também proclamou a independência, formando o primeiro estado negro fora da África.

Em toda a América escravagista rumores de uma revolução de escravos fazia os brancos ficarem com o famigerado «cu na mão», e o medo de uma haitinização se espalhava. Em 1845, para citar apenas um dos diversos exemplos no continente, era preso em Recife o ex-escravizado Agostinho Pereira do Nascimento, chamado pelos seus mais de 300 seguidores de Divino Mestre, com a acusação de ensinar negros e negras a ler e escrever. Em sua posse estava o ABC do Haiti, livro que contava em verso de A a Z a vitória dos revolucionários haitianos. Não há mais registros dele após ser detido pelas autoridades da época (PCB)

quarta-feira, 5 de dezembro de 2018

«Congo: eleições e mais ingerências»

[De Carlos Lopes Pereira] Os EUA e a UE veem a África com os olhos do colonialismo. As declarações da Comissária Federica Mogherini são um grosseiro exemplo de menosprezo e de tentativa de ingerência nas próximas eleições no Congo.
Enquanto não derrotarem o colonialismo na sua forma actual, não haverá futuro para os povos africanos. (Diário Liberdade)

segunda-feira, 15 de outubro de 2018

Thomas Sankara: «...e naquele dia mataram a felicidade» (doc.)

Um documentário de Silvestro Montanaro, produzido pela Rai 3 (emissora pública italiana) em 2013. [Passam hoje 31 anos sobre o assassinato de Sankara, «o homem íntegro», herdeiro «das revoluções do mundo».]Um pequeno homem de pele negra desafiou os poderosos do mundo. Ele disse que a política fazia sentido somente se trabalhava para a felicidade dos povos. Ele afirmou, com o seu próprio exemplo pessoal, que a política era serviço, não poder ou enriquecimento pessoal.

Thomas Sankara (Yako, 21 de Dezembro de 1949-Ouagadougou, 15 de Outubro de 1987) foi um militar, revolucionário marxista, pan-africanista e líder político do Burkina Faso.

quarta-feira, 15 de agosto de 2018

Faleceu em Paris o marxista egípcio Samir Amin, aos 86 anos de idade

[De Diário Liberdade] Mundialmente reconhecido como um dos grandes teóricos marxistas do nosso tempo, Samir Amin morreu este domingo em Paris.

Nascido em 1931 no Egito, de pai egípcio e mae francesa, Samir Amin era doutor em Economia e tinha formaçom em Ciência Política, dedicando toda a sua vida adulta ao estudo do capitalismo. Tendo trabalhado no Cairo no Instituto de Administraçom Económica nos anos 50, morou em diferentes países até se converter em diretor do Fórum do Terceiro Mundo em Dacar, no ano 1980.

Nos anos 60, fijo parte do Partido Comunista Francês, distanciando-se para apoiar a corrente maoista aquando da disputa sino-soviética. Conta com importantes estudos sobre a Lei do valor, o eurocentrismo, as relaçons centro-periferia, assi como sobre categorias discutidas no seio do marxismo contemporáneo, como «crise estrutural», «capitalismo senil» ou «intercámbio desigual». Também defendeu a tese da entrada, nos anos 60, numha nova fase do capitalismo, que chamou «de monopólio generalizado», muito além do incipiente descrito por Lenine em 1916.

Nos últimos anos, estudou o fenómeno do desenvolvimento chinês, a crise do capitalismo como civilizaçom e o acirramento dos confrontos imperialistas, sem deixar de analisar a dependência como fenómeno característico das relaçons entre centro e periferia do capitalismo mundial, nomeadamente as periferias africana, asiática e latino-americana.

Foi também crítico do islamismo, enquanto força colaboracionista do imperialismo norte-americano na regiom do Médio Oriente, definindo-o como «arma da globalizaçom», conseqüência da crise mundial do capitalismo.

Samir Amin participou em duas ocasions na Semana Galega de Filosofia, nas ediçons de 1989 e 2011. (Diário Liberdade)

Ver tb.: «O imperialismo americano, a Europa e o Médio Oriente», de Samir Amin (resistir.info)

terça-feira, 7 de agosto de 2018

«Forças especiais dos EUA em África»

[De Carlos Lopes Pereira] A participação directa de forças especiais estado-unidenses em acções de combate contra grupos «terroristas» em África é muito maior do que reconhece o Pentágono, de acordo com revelações de meios de imprensa norte-americanos.

Estas informações confirmam o aumento da intervenção militar dos EUA no continente africano, nos últimos anos. (avante.pt)

quarta-feira, 13 de junho de 2018

«Zimbabwe prepara eleições em Julho»

[De Carlos Lopes Pereira] Pouco mais de meio ano após os militares terem afastado Robert Mugabe, haverá eleições gerais no Zimbabwe: presidência da República, deputados ao parlamento e conselheiros municipais. A «comunidade internacional» e a antiga potência colonial – a Grã-Bretanha – hostilizaram durante anos o regime, promoveram «sanções», intervieram no país através do BM e do FMI, com a receita que é conhecida. É previsível que o novo poder obtenha claro apoio eleitoral. Ver-se-á que políticas seguirá, e em que ambiente social as porá em prática. (odiario.info)

domingo, 4 de março de 2018

«O Ocidente reforça ingerência no Sahel»

[De Carlos Lopes Pereira] A neocolonização da África subsariana é acompanhada de uma crescente presença militar dos novos colonizadores. A justificação já vai estando um pouco gasta: a «luta contra o terrorismo».
E essa justificação não pode esconder que o «terrorismo», em vez de recuar, progrediu. A acção dos grupos jihadistas aumentou e os seus ataques tornaram-se cada vez mais mortíferos. (odiario.info)

terça-feira, 27 de fevereiro de 2018

«Ácido sulfúrico não pára a História»

[De M. Costa] Numa altura em que recrudesce a ofensiva neocolonizadora em África, conduzida tanto por velhas potências coloniais como pelos EUA – a grande potência imperialista que nasceu de uma colónia – é útil recordar alguns factos históricos e alguns dos bárbaros crimes anteriormente cometidos pelas potências colonizadoras.

E quem foram e são os aliados dos povos africanos na sua luta de libertação. (odiario.info)

domingo, 11 de fevereiro de 2018

«Marrocos quer excluir o Saara Ocidental da União Africana»

A diplomacia marroquina, que está a reforçar a sua representação em Adis Abeba, sede da União Africana (UA), vai apresentar uma moção destinada a excluir a República Árabe Saarauí Democrática (RASD) da organização, indica a revista Jeune Afrique.

De acordo com a informação veiculada na quinta-feira no portal da Jeune Afrique, nos corredores da UA, os diplomatas marroquinos na capital etíope não têm feito um mistério da sua firme intenção de apresentar a moção contra a RASD.
[...]
Em simultâneo, Rabat destacou para Adis Abeba a sua mais importante representação diplomática em África. Num imóvel de sete andares ainda em construção perto do aeroporto de Bole, serão instalados a Embaixada de Marrocos na Etiópia, sob o comando da embaixadora Nezha Alaoui M'Hamdi, e os escritórios do representante permanente junto da UA, Mohamed Arrouchi.

O edifício irá albergar ainda representantes de vários ministérios marroquinos (Justiça, Agricultura, Economia e Ambiente), bem como uma célula dos serviços secretos (DGED). (Abril)

segunda-feira, 5 de fevereiro de 2018

«A ofensiva militar do imperialismo em África»

[De Carlos Lopes Pereira] Os EUA e aliados, sobretudo a França, têm colocado mais tropas e armamento no continente africano, reforçado as suas bases militares, obtido facilidades securitárias, criado novos mecanismos de ingerência, tudo isso causando ou agravando conflitos e guerras.

Esta ofensiva belicista em África, que por um lado conta com a conivência de sectores das classes dominantes nacionais e, por outro lado, enfrenta a oposição e resistência dos povos, cria condições para o aprofundamento da exploração dos trabalhadores e a pilhagem dos recursos naturais, num violento processo de neocolonização que bloqueia o desenvolvimento soberano dos países africanos.

São claros os objectivos do imperialismo: o domínio de recursos naturais, a conquista de novos mercados, o controlo de posições estratégicas e a concorrência com potências emergentes, em especial a China. (o militante)

sábado, 20 de janeiro de 2018

«Amílcar Cabral»

[De Albano Nunes // No 45.º aniversário do assassinato do combatente revolucionário e anticolonialista] Lembrar Amílcar Cabral, honrando a memória de um exemplar combatente da poderosa vaga revolucionária que varreu o colonialismo, é chamar a atenção para a saga dos povos africanos e dar mais força à sua luta para sacudir o jugo neocolonial, resistir à ofensiva recolonizadora do imperalismo e afirmar o direito à escolha do seu próprio caminho de desenvolvimento.
[...]
É por isso que é importante lembrar Amílcar Cabral, o patriota, o internacionalista amigo dos comunistas portugueses e do povo português, o guerrilheiro superiormente dotado. O seu vil assassinato nem impediu que poucos meses depois em Madina do Boé fosse proclamada a independência da Guiné-Bissau nem matou os seus ideais. Eles estão bem vivos nos dias de hoje e a África reerguer-se-á. (avante.pt)

Os Tubarões - «Pepe Lopi»

O primeiro álbum da banda cabo-verdiana, de 1976.

quinta-feira, 18 de janeiro de 2018

«30 años del asesinato de Thomas Sankara: África-saqueo-revolución-inmigración»

[De Red Roja] En el día de ayer, 16 de Enero de 2018, desde Red Roja organizamos el acto 30 años del asesinato de Thomas Sankara. En el Teatro del Barrio, en Lavapiés, numerosas personas se encontraron en abrazo internacionalista para recordar al líder revolucionario de Burkina Faso; sin embargo, tal y como destacó la compañera Ángeles Maestro en la presentación del evento, el ejemplo de Sankara rendía homenaje a todos los pueblos de África y recordaba la historia del saqueo imperialista y de los procesos de respuesta y revolución en sus distintos pueblos; pero también, debía servir de referente y denuncia de las condiciones de los migrantes procedentes del continente africano en Europa y en concreto al Estado Español. (redroja.net)

quinta-feira, 4 de janeiro de 2018

«Níger: manifestações, "democracia" e bases»

[De Carlos Lopes Pereira] Ponto principal da sua visita, Macron deslocou-se à base militar francesa, no aeroporto de Niamey. Autêntico «pólo aéreo» da operação Barkhane, a base alberga 500 militares, caças Mirage 2000, aviões de transporte e drones. Por ela transita a maior parte dos 4000 soldados franceses que intervêm em cinco países sahelianos (Mali, Níger, Chade, Burkina Faso e Mauritânia). De acordo com a Jeune Afrique, Macron participou de um jantar natalício com 700 convivas, a maioria soldados franceses, mas incluindo nigerinos e 40 «especialistas» alemães que partilham o espaço.

No Níger, os Estados Unidos utilizam também esta base militar de Niamey, estão a instalar outra (em Agadez) e a Alemanha quer construir uma. Tudo em defesa da «democracia»… (avante.pt)

sexta-feira, 22 de dezembro de 2017

«Drones assassinos na guerra do Sahel»

[De Carlos Lopes Pereira] Norte-americanos e franceses já operam na faixa saheliana com drones, baseados no Níger, em missões de «vigilância e recolha de informações».
[…]
Com a justificação do «combate ao terrorismo», o imperialismo estado-unidense e aliados alargam assim a intervenção militar em África – do Sahel à Somália, da Nigéria aos Grandes Lagos –, com o propósito de controlar e explorar os recursos do continente. (avante.pt)

quinta-feira, 21 de dezembro de 2017

Thomas Sankara: «...e naquele dia mataram a felicidade» (doc.)

Um documentário de Silvestro Montanaro, produzido pela Rai 3 (emissora pública italiana) em 2013.Há 26 anos, um pequeno homem de pele negra desafiou os poderosos do mundo. Ele disse que a política fazia sentido somente se trabalhava para a felicidade dos povos. Ele afirmou, com o seu próprio exemplo pessoal, que a política era serviço, não poder ou enriquecimento pessoal.

Thomas Sankara (Yako, 21 de Dezembro de 1949-Ouagadougou, 15 de Outubro de 1987) foi um militar, revolucionário marxista, pan-africanista e líder político de Burkina Faso.

Orchestra Baobab - «Cabral»

Do álbum Made in Dakar.

sábado, 25 de novembro de 2017

Fidel Castro: internacionalista e anti-imperialista

No dia em que passa um ano sobre a morte do líder da Revolução Cubana, Fidel Castro Ruz, deixamos dois textos que ilustram como o Comandante fez do anti-imperialismo e da solidariedade internacionalista elementos centrais da política externa de Cuba.

«Fidel Castro, ícono de liberación contra el racismo en África» (telesurtv.net)
En 1961 el gobierno cubano envió un barco con apoyo a las fuerzas militares de Argelia, a su regreso a La Habana trajo consigo a cientos de heridos y niños huérfanos para ser atendidos, iniciaba entonces, la cooperación internacionalista de Fidel Castro en África.

En el año 63 vuelve a ser invadida la nación africana por fuerzas marroquíes y la respuesta de los cubanos fue inmediata. Apoyar en la defensa de ese territorio ante el intervencionismo era más que un deber, pues Argelia era considerado aliada de Cuba en África.

Luego la participación de Cuba en misiones internacionalistas para la liberación del régimen racista y colonialista se hizo presente en países como Ghana, Congo (Brazzaville), Zaire, Guinea Ecuatorial, Zimbabue, Etiopía, Somalia, Eritrea, Yemen, Tanzania, Angola, Namibia y Guinea Bissau.

«Fidel Castro, internacionalista solidario» (investigaction.net)
[De Salim Lamrani] El padre de la Revolución Cubana ha tendido una mano generosa a los pueblos necesitados y ha ubicado la solidaridad y la integración en el centro de la política exterior de Cuba.

Basándose en la máxima de José Martí «Patria es humanidad», Fidel Castro ha hecho de la solidaridad internacionalista un pilar esencial de la política exterior de Cuba.

domingo, 15 de outubro de 2017

«O imperialismo existe»

[De Bruno Carvalho / texto de 5/10/2014] Os discursos de Thomas Sankara eram verdadeiras lições de dignidade. À antiga colónia Alto Volta, o jovem capitão decidiu propor que se chamasse Burkina Faso, terra de homens íntegros. As transformações operadas naquele país foram tão profundas que o imperialismo não teve outra opção. Numa sessão da Organização da Unidade Africana, posteriormente União Africana, deixou em cima da mesa a proposta de suspender o pagamento da dívida e apelou a que todos o seguissem. Se ele fosse o único presidente a fazê-lo, a probabilidade de não estar vivo na seguinte sessão seria elevada.

Thomas Sankara surgiu-me há dias na minha nuvem mental quando recordei um discurso que fez nos anos 80 em Ouagadougou. «Há gente que me pergunta o que é o imperialismo», contava à assistência, «olha simplesmente para o prato que comes. O milho e o arroz importado, isso é o imperialismo. Não há que ir mais longe. Aquele que te alimenta impõe a sua vontade sobre ti». (manifesto74)


Discurso de Thomas Sankara