En homenaje a Fidel, realizamos esta ilustración digital. Nos sirvieron de inspiración sus palabras pronunciadas en el Congreso de la FELAP el 12 de Noviembre de 1999: «Martí dijo una vez que los sueños de hoy serán las realidades de mañana. Hay que empezar siempre soñando, hay que empezar creando utopías, y les habla un individuo que empezó siendo utópico, y por su propia cuenta, es lo más curioso. Cuando comencé siendo utópico, meditando sobre los problemas de la sociedad aquella que yo conocía, creo que no sabía siquiera nada de los utópicos; pero la verdad es que comencé siendo un soñador, un utópico, y hoy creo que soy un realista, un soñador y un utópico. Parte todo de una fe, la fe en el hombre, y si existe la fe en el hombre, entonces se tiene la convicción de que no existen sueños ni utopías que no puedan realizarse.» / Mais detalhes sobre este trabalho aqui / Mais trabalhos do Comando Creativo, da Venezuela, aqui
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quarta-feira, 30 de novembro de 2016
quinta-feira, 24 de dezembro de 2015
Lotaria da AN espanhola: este ano saiu-te?
La lotería de la Audiencia Nacional: ¿Este año te ha tocao?Os meninos de San Intxaurrondo distribuem os prémios gordos. Toda una fiesta, digame! / Ver: muybastos.com
Uma tira de Tasio (Gara), com uns anitos (poucos). [O Tasio sempre teve muita qualidade.]
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quarta-feira, 24 de dezembro de 2014
Os presos e os refugiados bascos para o País Basco!
Euskal preso eta iheslariak Euskal Herrira!
[Tiras de Tasio]
Osasuna, amnistia eta askatasuna!
Saúde, amnistia e liberdade!
[Tiras de Tasio]
Osasuna, amnistia eta askatasuna!
Saúde, amnistia e liberdade!
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terça-feira, 4 de novembro de 2014
Mikel Korta foi libertado
O natural de Ordizia (Goierri, Gipuzkoa) saiu hoje de manhã da cadeia de Mansilla de las Mulas (León). À entrada do cárcere, era esperado por familiares e amigos, que o saudaram calorosamente. Korta foi julgado no âmbito do processo 18/98, na parte referente ao Xaki. Em 2007, foi condenado a 11 anos de cadeia, que em 2009 passaram para sete anos e meio, por decisão do Supremo espanhol. Cumpriu a pena na íntegra.O ordiziarra foi detido pela primeira vez em Janeiro de 2000, numa operação decretada pelo juiz-estrela Baltasar Garzón - que agora passa a vida instalado em Portugal; a 14, 15 e 16, está de volta, para participar num simpósio internacional sobre «vigilância», no âmbito de um festival de cinema.
Korta passou seis meses na prisão e saiu em liberdade condicional, ficando a aguardar o julgamento, que começou em 2005. Foi o tal do «tudo é ETA»: militar em organizações políticas como KAS, Xaki ou Ekin, fazer parte da Fundação Joxemi Zumalabe ou da Orain, editora do diário Egin, significava «integrar» ou «colaborar com» «organização terrorista». Em 2007, foram condenadas 47 pessoas de uma só vez. O homem deixou marca e não foi só como «avalador da tortura». / Ver: Berria e Goierri Hitza
«ONGI ETORRI, MIKEL!»
Para se referir à visão que Korta tem do internacionalismo, a organização basca cita um excerto da entrevista que o ordiziarra deu, em 2012, ao Desinformémonos, acessível em lahaine.org. / Ver: askapena.org
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terça-feira, 29 de abril de 2014
domingo, 13 de abril de 2014
A Ertzaintza prendeu em Bergara um jovem acusado de roubar a bandeira espanhola do tribunal
A Polícia regionalista espanhola entrou no Gaztetxe de Bergara (Gipuzkoa), obrigou quem estava lá dentro a sair e levou um jovem detido. Porque tinha havido festa na localidade o dia todo, no momento da invasão policial estava muita gente a divertir-se no gaztetxe. Testemunhas disseram ao Topatu que, no exterior, os polícias se fartaram de tirar fotos aos jovens, que foram encostados a uma parede. Para além disso, viveram-se momentos de grande tensão quando os polícias carregaram de forma violenta sobre quem protestava contra a situação; vários jovens ficaram feridos.
De acordo com as testemunhas, quando os ertzainas se estavam a ir embora, disseram que o jovem que levavam detido não era o que tinha roubado a bandeira. E confessaram que o prendiam porque tinha semelhanças físicas com um dos três encapuzados que aparecem no vídeo das câmaras de segurança a tirar a bandeira do tribunal. Mesmo assim, o jovem foi detido e levado para a esquadra; foi libertado pouco depois, acusado de roubar a bandeira.
Os membros do Gaztetxe convocaram uma assembleia extraordinária para este domingo às 16h00 e pediram às pessoas que comparecessem às 19h00 na Herriko plaza, para ali darem mais informação sobre o que se passou. / Ver: topatu.info [A tira é de Zaldieroa (Berria, 2/10/2013) (Olha! O solo ético! / Onde? / AQUI!!)]
De acordo com as testemunhas, quando os ertzainas se estavam a ir embora, disseram que o jovem que levavam detido não era o que tinha roubado a bandeira. E confessaram que o prendiam porque tinha semelhanças físicas com um dos três encapuzados que aparecem no vídeo das câmaras de segurança a tirar a bandeira do tribunal. Mesmo assim, o jovem foi detido e levado para a esquadra; foi libertado pouco depois, acusado de roubar a bandeira.
Os membros do Gaztetxe convocaram uma assembleia extraordinária para este domingo às 16h00 e pediram às pessoas que comparecessem às 19h00 na Herriko plaza, para ali darem mais informação sobre o que se passou. / Ver: topatu.info [A tira é de Zaldieroa (Berria, 2/10/2013) (Olha! O solo ético! / Onde? / AQUI!!)]
terça-feira, 31 de dezembro de 2013
Urte berri on!
Besarkada bat gure lagun eta irakurle guztioi.
Um abraço aos nossos amigos e leitores.
Eutsi gogor gure ametsak lortu arte.
Resistam com força até alcançarmos os nossos sonhos.
Animo eta aurrera!
Euskal preso eta iheslariak etxera!Presoak kalera, amnistia osoa!
Um abraço aos nossos amigos e leitores.
Eutsi gogor gure ametsak lortu arte.
Resistam com força até alcançarmos os nossos sonhos.
Animo eta aurrera!
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terça-feira, 24 de dezembro de 2013
Euskal preso eta iheslariak Euskal Herrira!
Os presos e os refugiados bascos para o País Basco!
Osasuna eta askatasuna!
Saúde e liberdade! [Tiras de Tasio]
NEGU GORRIAK EM HERRERA DE LA MANCHA
Canções: «Esan ozenki» e «Amodiozko kanta» Há 23 anos, em solidariedade com os presos políticos, milhares e milhares de bascos rumaram à prisão espanhola de Herrera de la Mancha. Nesse dia (29/12/1990), o histórico grupo Negu Gorriak deu um concerto inesquecível. Hator, hator neska mutil etxera!
Hator, hator todos aqueles e todas aquelas que se encontram sequestrados nos cárceres, no exílio ou na clandestinidade. Hator, hator! Vem, vem!
Este ano, em vez da tradicional canção natalícia «Hator, hator», sugerimos, do mesmo concerto, as canções «Esan ozenki» [Diz alto] e «Amodiozko kanta» [Canção de amor].
Osasuna eta askatasuna!
Saúde e liberdade! [Tiras de Tasio]
NEGU GORRIAK EM HERRERA DE LA MANCHA
Canções: «Esan ozenki» e «Amodiozko kanta» Há 23 anos, em solidariedade com os presos políticos, milhares e milhares de bascos rumaram à prisão espanhola de Herrera de la Mancha. Nesse dia (29/12/1990), o histórico grupo Negu Gorriak deu um concerto inesquecível. Hator, hator neska mutil etxera!
Hator, hator todos aqueles e todas aquelas que se encontram sequestrados nos cárceres, no exílio ou na clandestinidade. Hator, hator! Vem, vem!
Este ano, em vez da tradicional canção natalícia «Hator, hator», sugerimos, do mesmo concerto, as canções «Esan ozenki» [Diz alto] e «Amodiozko kanta» [Canção de amor].
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segunda-feira, 2 de dezembro de 2013
Novo protesto contra Garzón em Buenos Aires
Cada vez que participa num acto público na Argentina, o antigo juiz da Audiência Nacional espanhola enfrenta acções de protesto contra a sua presença no país sul-americano. O mais recente ocorreu este sábado, quando ia participar na conferência «Genocídios, negacionismo e impunidade». Vários activistas dos Euskal Herriaren Lagunak colocaram-se à entrada da entidade organizadora do evento e o antigo juiz do tribunal especial acabou por entrar no recinto pelas traseiras com a ajuda da Polícia.De acordo com a crónica dos EHL-Argentina divulgada pela Askapena, Garzón foi convidado pelo Conselho Nacional Arménio a falar sobre «genocídios, negacionismo e impunidade». Então, vários militantes dos Euskal Herriaren Lagunak deslocaram-se até à Associação Cultural Arménia, no bairro de Palermo (Buenos Aires), para protestarem contra a sua presença na Argentina.
Exibindo ikurriñas, bandeirolas a favor do repatriamento dos presos políticos bascos e faixas em que acusavam Garzón de ser um «terrorista de Estado», os activistas receberam o ex-juiz do tribunal de excepção espanhol gritando «Garzón fascista, tu és o terrorista» e «Garzón repressor, fora da Argentina».
Através das palavras de ordem ou de folhetos informativos, que distribuíram no local, recordaram a quem chegava a ligação do juiz à Audiência Nacional espanhola, onde deu ordem de prisão a tantos militantes bascos, depois de torturados nas masmorras da Polícia. As pessoas mostravam-se espantadas e perguntavam como é possível que esta informação seja escondida e que a comunicação social transforme o juiz numa «celebridade».
[Tasio, Gara]
Com tudo isto, o antigo juiz-estrela chegou com meia hora de atraso à conferência - depois de entrar por uma porta das traseiras e num carro-patrulha.
«Não é digno de pisar solo argentino»
Cá fora, um dos manifestantes dirigiu-se aos presentes para afirmar que «sempre estiveram solidários com os Arménios e com o holocausto que sofreram» e que estavam ali para repudiar «a personagem sinistra que é Garzón, por toda a dor que causou». Referiu-se ao seu vasto currículo, dizendo que deu o aval a torturas e mandou encerrar diários e rádios.
Afirmou que este «amigo da oposição venezuelana e que foi assessor do genocida Uribe Vélez na Colômbia» «não é digno de pisar solo argentino, onde sofremos o terrorismo de Estado», acrescentando que Garzón «foi artífice desse terrorismo em Espanha», onde «evitou investigar os militares espanhóis» que colaboraram com os militares argentinos «nas suas malfeitorias».
Protesto contra Garzón [Resumen Latinoamericano] A notícia baseia-se na do naiz.info e na extensa crónica dos EHL-Argentina que se pode ler em askapena.org
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quinta-feira, 14 de novembro de 2013
Zaldieroa e a «marca españa»
ateak ireki - abrir portas / ateak itxi - fechar portas [Zaldieroa, Berria]
Pitu [Ateak Ireki]: «Antes queimavam livros e agora encerram páginas de Internet»
Menos de 24 horas volvidas sobre a ordem de encerramento da página Ateak Ireki, por parte da Audiência Nacional espanhola, entrevista a um dos seus responsáveis, Miguel Angel Llamas, Pitu. Considerando que «a Audiência Nacional voltou a agir como a Inquisição espanhola», Pitu afirmou que «agora não se queimam livros, agora fecham-se páginas de Internet». (Info7 Irratia)
Pitu [Ateak Ireki]: «Antes queimavam livros e agora encerram páginas de Internet»
Menos de 24 horas volvidas sobre a ordem de encerramento da página Ateak Ireki, por parte da Audiência Nacional espanhola, entrevista a um dos seus responsáveis, Miguel Angel Llamas, Pitu. Considerando que «a Audiência Nacional voltou a agir como a Inquisição espanhola», Pitu afirmou que «agora não se queimam livros, agora fecham-se páginas de Internet». (Info7 Irratia)
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terça-feira, 22 de outubro de 2013
Prossegue no tribunal especial o julgamento relativo ao processo 35/02 ou das «herriko tabernas»
[Tasio, Gara]
Informação, via naiz.info e Gara: Primeira sessão (17/10) / Segunda sessão (18/10) / Terceira sessão (21/10) / Quarta sessão (22/10).
Mais informação: libre.epaiketarikez.org (eus / cas)
No sábado há uma manifestação nacional em Bilbo, às 17h30, a partir do Sagrado Coração, contra os processos políticos, com o lema «Libre. Epaiketa politikorik ez» [Livre. Não aos julgamentos políticos].
Informação, via naiz.info e Gara: Primeira sessão (17/10) / Segunda sessão (18/10) / Terceira sessão (21/10) / Quarta sessão (22/10).
Mais informação: libre.epaiketarikez.org (eus / cas)
No sábado há uma manifestação nacional em Bilbo, às 17h30, a partir do Sagrado Coração, contra os processos políticos, com o lema «Libre. Epaiketa politikorik ez» [Livre. Não aos julgamentos políticos].
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domingo, 22 de setembro de 2013
TGV: campanha de apoio aos «tartalaris» antes do julgamento de Novembro
Como é do conhecimento público, a Audiência Nacional espanhola marcou para 18 de Novembro a audiência oral das quatro pessoas acusadas de atirar tartes de merengue a Yolanda Barcina em protesto contra o TGV. Antes do julgamento, a associação Mugitu! lança uma campanha solidária com os arguidos.O Mugitu! anunciou esta terça-feira, numa conferência de imprensa que decorreu na capital navarra, uma campanha solidária de apoio aos quatro activistas que, no dia 18 de Novembro, serão julgados na AN espanhola. O Ministério Público pede cinco anos de cadeia e uma multa para cada um dos «tartalaris». A acusação particular que representa Yolanda Barcina pede, para além de multas, seis anos de prisão para três deles e nove anos para outro, porque, de acordo com a presidente do Executivo foral, sendo o dito vereador de uma localidade navarra de 114 habitantes, se «valeu da sua condição de autoridade» para a conseguir «entartar».
A AN espanhola marcou a data do julgamento apesar de ainda não estar resolvida a questão do recurso apresentado pela defesa junto do Supremo Tribunal. Para além disso, o advogado dos activistas do Mugitu! pediu a anulação do julgamento, argumentando que o tribunal competente é o de Toulouse, local onde a acção de protesto se realizou, e que se trata de uma «causa julgada». Para a defesa, a Polícia francesa começou a investigar o caso e decidiu arquivá-lo e, como tal, não se pode proceder à reabertura da instrução do processo no Estado espanhol.
A campanha de apoio que o Mugitu! lançou visa recolher fundos para fazer frente às despesas com as multas e a defesa, e irá envolver diversas iniciativas: uma concentração numa reunião análoga à de Toulouse que se realizará em Iruñea no dia de 7 de Novembro; uma jornada descentralizada de acções e concentrações solidárias no dia 12; uma manifestação nacional de apoio na capital navarra; e uma concentração junto à Audiência Nacional no dia do julgamento.
Projecto devastador, ruinoso e elitista
Na conferência de imprensa, em que surgiram acompanhados por elementos do movimento popular e agentes sociais, sindicais e políticos, os activistas insistiram na ideia de que o TGV é um «projecto ecologicamente devastador e economicamente ruinoso», «elistista», que contribui para a «centralização do território nas grandes urbes, em detrimento das pequenas terras e cidades de média dimensão»; recordaram que grandes obras como o TGV «representam uma enorme sangria para os recursos públicos e são uma das razões para os grandes cortes sociais» da actualidade.
Para o Mugitu!, nos últimos 25 anos «a classe dirigente escondeu os custos sociais, económicos e ecológicos do projecto, tendo perfeita noção deles», «insultou, quando não criminalizou, a oposição ao TGV onde esta surgia» e «em muitos casos enriqueceu de forma fraudulenta, como o evidenciam os papéis de Bárcenas». «Yolanda Barcina representa na perfeição esta atitude de prepotência e mentira permanente», afirmaram. / Ver: Gara e boltxe.info
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sábado, 10 de agosto de 2013
Um tribunal de Bilbo suspende a nomeação de Jone Artola como txupinera das festas
Na sequência do recurso interposto por ordem do delegado do Governo espanhol na Comunidade Autónoma Basca, um tribunal de Bilbo decidiu suspender provisoriamente a nomeação de Jone Artola como txupinera da Aste Nagusia [Semana Grande das festas] e deu um prazo de três dias à Câmara Municipal bilbaína para justificar a nomeação antes de tomar uma decisão definitiva.Na argumentação subjacente ao recurso, Urquijo refere-se ao facto de Artola ter sido «candidata pelo ilegalizado Euskal Herritarrok às eleições municipais de Bilbau (1999) e às eleições gerais (2000), e pelo também ilegalizado ANV nas eleições gerais de 2007», e também ao facto de Artola ser «porta-voz habitual da Etxerat» – é irmã do preso Joseba Artola – e uma das fundadoras da comparsa Txori Barrote, «que tem processos abertos na Audiência Nacional» espanhola.
O delegado espanhol considerou que a sua nomeação pela Comissão de Festas, na sequência da proposta apresentada pelas comparsas, podia violar a Ley de Reconocimiento y Reparación a las Víctimas del Terrorismo e, como tal, solicitou ao Ministério Público que interpusesse um recurso.
Esta decisão judicial ocorre depois de um tribunal de Gasteiz ter decidido anular a nomeação de Pablo Gorostiaga como pregoeiro das festas de Laudio, decidida pelo povo e ratificada pelo Município. Gorostiaga foi autarca da localidade alavesa e está na prisão, desde 2007, a cumprir a pena a que foi condenado no âmbito do «processo 18/98». / Ver: naiz.info
[Tasio, no Gara]
Ver: «Jone Artolaren izendapena atzera bota du Bilboko epaitegi batek» (Berria)
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segunda-feira, 15 de julho de 2013
Há quinze anos, a censura espanhola silenciou o «Egin»
[Tasio] A 30 de Janeiro de 2009 nasceu o Gara.
Ver: Egin: «Uma cronologia básica» (egin10.info)
«Hamabost urte 'Egin' irakurri eta entzun ezinik» (Berria)
Ver também:
«La muerte administrada del patrimonio de Egin en Hernani», de Fermin MUNARRIZ (Gara)
«De los "intereses del Estado" a la ruina material», de Fermin MUNARRIZ (Gara)
Ver: Egin: «Uma cronologia básica» (egin10.info)
«Hamabost urte 'Egin' irakurri eta entzun ezinik» (Berria)
Ver também:
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segunda-feira, 1 de julho de 2013
No dia 3, o Supremo espanhol vai rever a sentença de cinco jovens navarros
Na próxima quarta-feira, 3 de Julho, o Supremo Tribunal espanhol vai rever a sentença da Audiência Nacional que condenou cinco jovens de Nafarroa a seis anos de prisão; para lhes expressar apoio, foram convocadas diversas mobilizações para esse dia.
Ao meio-dia, há uma concentração na Gaztelu plaza, em Iruñea; à tarde, haverá mobilizações em Undio (terra de Maider Caminos, no município de Zizur), em Iturrama (bairro pamplonês de Aritz Azkona) e em Barañain (terra de Xabier Sagardoy, Luis Goñi e Mikel Jimenez).
Em Undio, a mobilização é às 20h00; em Iturrama é às 18h00; em Barañain, às 19h00. / Fonte: eleakmugimendua.info
Reportagem: «Da solidariedade ao compromisso» (Ateak Ireki)
O Olhar de Tasio
[Gara]
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segunda-feira, 22 de abril de 2013
A Associação Basca de Jornalistas condena a forma como Lander Arbelaitz foi tratado pela Ertzaintza
A Asociación Vasca de Periodistas-Euskal Kazetarien Elkartea (AVP-EKE) expressou a sua solidariedade a Lander Arbelaitz, redactor-chefe do argia.com, que foi agredido pela Ertzaintza na sexta-feira de manhã no Aske Gunea.
A associação manifestou a sua «indignação e preocupação» pela forma como o jornalista foi tratado pela Ertzaintza e lembrou ao Departamento de Segurança de Lakua e «à sociedade em geral» que «uma decisão como esta apenas encontra justificação quando se procura evitar que os jornalistas impeçam a realização do trabalho dos polícias ou ponham em risco as suas vidas», e que «essas circunstâncias raramente se dão numa concentração pacífica».
Defenderam que, «numa sociedade democrática, os jornalistas devem poder movimentar-se em liberdade para garantir o direito à informação dos cidadãos». / Fonte: naiz.info / Ver: BilboBranka
Nahikari Otaegi vai entregar-se esta semana
Numa entrevista à Euskal Irratiak, a jovem Nahikari Otaegi anunciou que se vai entregar esta semana. Otaegi é um dos oito donostiarras condenados pelo Supremo Tribunal espanhol a seis anos de prisão pela sua militância política na Segi. Vive em Donibane Lohizune (Lapurdi) e tem dois filhos. O mais novo, que tem sete meses, vai com ela para a prisão. / Ver: naiz.info
Zaldieroa: «kaskoz kasko»
Ontem, na sequência de uma concentração solidária em Vallecas (Madrid) com os jovens bascos detidos em Donostia, a Polícia espanhola carregou de forma brutal e procedeu à detenção de duas pessoas; foram libertadas hoje. / Ver: SareAntifaxista / Notícia mais desenvolvida: tercerainformacion.es / Comunicado da Red Roja: insurgente.org
A associação manifestou a sua «indignação e preocupação» pela forma como o jornalista foi tratado pela Ertzaintza e lembrou ao Departamento de Segurança de Lakua e «à sociedade em geral» que «uma decisão como esta apenas encontra justificação quando se procura evitar que os jornalistas impeçam a realização do trabalho dos polícias ou ponham em risco as suas vidas», e que «essas circunstâncias raramente se dão numa concentração pacífica».
Defenderam que, «numa sociedade democrática, os jornalistas devem poder movimentar-se em liberdade para garantir o direito à informação dos cidadãos». / Fonte: naiz.info / Ver: BilboBranka
Nahikari Otaegi vai entregar-se esta semana
Numa entrevista à Euskal Irratiak, a jovem Nahikari Otaegi anunciou que se vai entregar esta semana. Otaegi é um dos oito donostiarras condenados pelo Supremo Tribunal espanhol a seis anos de prisão pela sua militância política na Segi. Vive em Donibane Lohizune (Lapurdi) e tem dois filhos. O mais novo, que tem sete meses, vai com ela para a prisão. / Ver: naiz.info
Zaldieroa: «kaskoz kasko»
Berria: «Diz-se que no séc. XXI um jovem podia atravessar todo o Boulevard de Donostia saltitando de capacete em capacete sem pôr os pés no chão».
Solidariedade com os jovens donostiarras no bairro madrileno de Vallecas reprimida pela Polícia espanhola
Ontem, na sequência de uma concentração solidária em Vallecas (Madrid) com os jovens bascos detidos em Donostia, a Polícia espanhola carregou de forma brutal e procedeu à detenção de duas pessoas; foram libertadas hoje. / Ver: SareAntifaxista / Notícia mais desenvolvida: tercerainformacion.es / Comunicado da Red Roja: insurgente.org
Também ontem, cerca de setenta pessoas foram até à prisão de Basauri (Bizkaia) para mostrar a sua solidariedade a Oier Lorente e Mikel Arretxe, dois dos seis jovens detidos na sexta-feira em Donostia. Os outros quatro - Egoi Alberdi, Aitor Olaizola, Ekaitz Ezkerra e Adur Fernández - foram transferidos para a prisão de Zaballa. (Gara)
Por outro lado, anteontem os batzokis de Barakaldo e Donostia - a sede de Antiguo - apareceram com pintadas contra o PNV; o mesmo se tinha passado uns dias antes nos de Gorliz (Bizkaia) e Altsasu (Nafarroa). (SareAntifaxista)
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quarta-feira, 27 de março de 2013
O preso Xabier López Peña foi hospitalizado com problemas cardiovasculares e a família foi informada oito dias depois
«A associação Etxerat quer denunciar com veemência o silêncio do hospital, da prisão de Fleury e das autoridades em geral perante os familiares e advogados de López Peña. É que em momento algum foram informados da sua situação. Entre o dia 11 de Março, quando foi internado, e o dia 19 de Março os seus familiares, amigos e advogados não souberam nada dele; nem sequer sabiam que estava num hospital.
Se algo ficaram a saber no dia 19, isso fica-se a dever ao alerta dado pelos outros presos políticos bascos, preocupados porque López Peña não regressava à prisão.» / Ver: etxerat.info (eus / cas / fra)
Concentração em defesa dos direitos dos presos frente à sede do PP
Como todas as segundas-feiras, anteontem houve concentração frente à sede do PP em Iruñea, na qual participaram 45 pessoas, para reivindicar o direito dos presos a viver em Euskal Herria. Nas faixas que exibiram podia-se ler: «Euskal Preso eta Iheslariak Herrira» e «La dispersión mata». / Fonte: ateakireki.comO plenário das Juntas Gerais da Bizkaia aprovou a proposta apresentada pelo EH Bildu em que se solicita a derrogação da doutrina 197/2006 e a libertação dos presos aos quais foi aplicada. A proposta contou com os votos favoráveis da coligação abertzale e do PNV; PSE e PP votaram contra.
O Tribunal de Bilbo absolveu os professores Xabier Aierdi e Enrique Antolín da acusação de prevaricação por darem aulas aos então deportados bascos Belén González e Ángel Lete. Numa nota, a UPB-EHU mostrou-se «satisfeita» com a sentença. [A tira é de Tasio.]
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terça-feira, 26 de fevereiro de 2013
Continuam as manobras militares nas Bardenas
[Tasio]
«Vento norte e aviões que lançam bombas no céu bardenero», de Martxelo DÍAZ (Gara)
As Bardenas (Nafarroa) foram uma das poucas zonas de Euskal Herria em que ontem não se registaram precipitações sob forma de chuva, granizo ou neve. No entanto, o vento norte soprava com força enquanto aviões de combate do Exército espanhol realizavam manobras com fogo real.
terça-feira, 5 de fevereiro de 2013
Forças policiais em Euskal Herria: não há caso igual na Europa
Zaldieroa (Berria) [Vão-se embora!]
Em Euskal Herria há 1 polícia por 165 habitantes; 6 por 1000 habitantes (três vezes mais do que os 2 recomendados pela UE). É, de longe, o território da União Europeia com maior densidade policial.
Polícia espanhola, Guarda Civil, Ertzaintza, Polícia francesa, Gendarmerie e Polícia Foral de Nafarroa compõem o puzzle das polícias em Euskal Herria. Mais concretamente, há 4800 guardas civis e cerca de 2000 agentes da Polícia espanhola no País Basco Sul; em Araba, Bizkaia e Gipuzkoa há 8000 ertzainas; em Nafarroa, a Polícia Foral tem 1100 agentes; e no País Basco Norte há cerca de 2200 gendarmes e agentes da Polícia francesa.
Sem contar com os soldados do Exército - 1200 no País Basco Sul - e os polícias municipais, há 18 100 polícias em Euskal Herria. Destes, cerca de 9000 são agentes de forças policiais espanholas e francesas. / Fonte: Berria [Só sobre a CAB, ver Gara]
1- Ontem, a conselheira da Segurança de Lakua, Estefania Beltrán de Heredia, exigiu «com firmeza» ao Governo espanhol a «retirada» das Forças de Segurança do Estado (FSE), considerando que a actual conjuntura é «propícia» para tal. (sic) (naiz.info)
2 - Hoje, em resposta às palavras da conselheira, o delegado do Governo espanhol na Comunidade Autónoma Basca, Carlos Urquijo, disse que defenderá «com firmeza» a continuidade das Forças de Segurança do Estado na CAB e que as FSE «estão no País Basco por direito próprio sem necessidade de pedir autorização a ninguém». (naiz.info)
3 - Também hoje, a esquerda abertzale respondeu às declarações do delegado do governo espanhol na CAB em defesa das forças armadas espanholas que operam em Euskal Herria: «As forças armadas trazidas para fazer a guerra não têm lugar no nosso país» (eus / cas)
Leitura:
«Opresión sin conflicto o conflicto resolutivo», de Borroka Garaia (BorrokaGaraiaDa)
La represión no simplemente se queda en lo superficial, aparente o ataque directo sino que responde a una estrategia integral de opresión de Euskal Herria independientemente de la respuesta. Y la represión más dura y efectiva es la causada por el miedo y no tiene forma física, la otra tampoco se descarta.
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sábado, 29 de dezembro de 2012
De rerum natura: umorez beteriko!
A propósito das restrições colocadas à utilização do euskara nesta quadra em certas prisões espanholas, tira de Zaldieroa, no Berria. Repleto de humor!
[Os presos vão avançando com hipóteses de expressões em euskara em que se misturam signos natalícios - "Gabonak", "ospatu", "Olentzero", "Errege Magoak" - com uma linguagem em que são visíveis marcas próprias dos "radicales", dos do "entorno de la banda" ou lá como lhes chamam os fascistas, espanholistas, seus colaboracionistas e sucedâneos. Em castelhano, as proibições. Oso ona!]
[Os presos vão avançando com hipóteses de expressões em euskara em que se misturam signos natalícios - "Gabonak", "ospatu", "Olentzero", "Errege Magoak" - com uma linguagem em que são visíveis marcas próprias dos "radicales", dos do "entorno de la banda" ou lá como lhes chamam os fascistas, espanholistas, seus colaboracionistas e sucedâneos. Em castelhano, as proibições. Oso ona!]
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