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domingo, 17 de março de 2019

«Afinal não»

[De Anabela Fino] Outras fontes haviam já divulgado imagens que mostravam isso mesmo, mas foram ignoradas. Não tinham uma chancela tão idónea como o NYT... ou assim se pretendeu fazer crer. Idóneas eram as imagens difundidas pelo governo da Colômbia, acusando a Venezuela de queimar «bens essensiais», e que afinal, como revela agora o jornal nova iorquino, sofreram um corte de vários minutos.
[…]
Mas a demonização do presidente venezuelano está (e continua a ser) feita. A reposição da verdade não teve a mesma dimensão da propagação da mentira. E houve mesmo quem a aproveitasse para justificar a cegueira de papagear o que dita a desinformação do império (avante.pt)

quarta-feira, 6 de março de 2019

«Para salvar la vida hace falta poder político y capacidad de autodefensa»

[Entrevista de Iñaki Gil de San Vicente à Agencia Bolivariana de Prensa] Resultado de la conversación exclusiva con Iñaki Gil de San Vicente, la Agencia Bolivariana de Prensa presenta esta vídeo conferencia estructurada en tres segmentos, en la cual se expone en el primero de éstos los elementos que caracterizan la nueva avanzada del imperialismo; en el segundo segmento el entrevistado plantea dos estrategias fundamentales
para la lucha y la defensa de los pueblos organizados ante la nueva avanzada del imperialismo y en el tercero y último segmento se trata la importancia geoestratégica que tienen Colombia y Venezuela dentro del contexto mundial. La video conferencia va acompañada de material visual y gráfico.

Vídeo Conferencia con Iñaki Gil de San Vicente (imágenes y gráficos)Ver: Agencia Bolivariana de Prensa via lahaine.org

domingo, 3 de março de 2019

«Cúcuta, um campo de concentração neoliberal»

[De Eder Peña / Misión Verdad] A operação contra a Venezuela do passado fim-de-semana teve por base a cidade colombiana de Cúcuta. Cidade paupérrima longamente abandonada pela oligarquia, tornou-se uma base operacional da guerra económica: contrabando de bens e de divisas, mecanismos criminosos de sabotagem e ruptura cambial.
E o departamento em que se situa tem uma das mais elevadas taxas de assassínios de líderes sociais. (odiario.info)

sábado, 2 de março de 2019

Venezuela alerta para «incursões de mercenários» no seu território

Em entrevista à TeleSur, Freddy Bernal, do PSUV, denunciou que os EUA preparam um «novo tipo de guerra» contra o seu país, com recurso a «paramilitares, mercenários e alguns traidores».

O dirigente do PSUV afirmou ainda que estão em curso os preparativos para atacar alvos civis e militares em território venezuelano, com o propósito de gerar o caos e a desestabilização, um tipo de agressão que inclui o assassinato selectivo de dirigentes políticos e funcionários castrenses.

Por seu lado, o diplomata venezuelano Samuel Moncada acusou os EUA de estar a armar opositores venezuelanos fugitivos com o intuito de formar um chamado «exército de libertação» para invadir o país e sublinhou que tais «esforços fazem parte dos planos dos EUA para levar a cabo uma operação clandestina contra a Venezuela». (Abril)

sexta-feira, 1 de março de 2019

«Abjecta hipocrisia»

[De Filipe Diniz] [Rangel] Disse-se apreensivo face à ideologia de Bolsonaro mas esteve politicamente ao seu lado na fronteira venezuelana. Ao lado de outro personagem de extrema-direita que a UE reconheceu presidente da Venezuela.
Sabe que, se saísse vitorioso o golpe que apadrinha, a «democracia e prosperidade» que aí diz defender seriam de qualidade semelhante às da Ucrânia. Mas para esta gente os fins justificam tudo, incluindo a mais abjecta hipocrisia. (avante.pt)

segunda-feira, 25 de fevereiro de 2019

«En el Día D los camiones no pudieron entrar»

[De Marco Teruggi] Existe otro saldo, que es la cantidad de noticias falsas, construcciones de rumores, de datos sin comprobar, sin fuentes creíbles. Forma parte de la avalancha, el aturdimiento, la justificación de nuevas posibles acciones. El caso de los camiones quemados fue la más clara el 23. La dificultad reside muchas veces en confirmar fuentes, números, veracidad de los hechos, algo que suele quedar barrido en las lógicas de guerra que tienen a la operación comunicacional como columna vertebral. (lahaine.org)

domingo, 24 de fevereiro de 2019

«Venezuela Bolivariana se anotó otra victoria estratégica este 23F»

[De Carlos Aznárez] Lo dicho: este 23F la Revolución Bolivariana se anotó otro tanto, el de la paz con justicia social frente a la guerra imperialista. Pero no se puede ser triunfalista con el enemigo al que se enfrenta hoy. Insistirán, son feroces, despiadados. Ya lo han demostrado, y usan lo que tienen a mano para hostigar a los pueblos. Por eso no hay que bajar la guardia. Guaidó ya le pidió a sus cómplices prácticamente que pongan en marcha el recurso de la intervención armada. (lahaine.org)

Ver tb.: «Dato a dato: el golpe reality show, capítulo 23 de febrero» (misionverdad.com)

«Réquiem por las FARC-EP»

[De Isauro Yosa] Jesús Santrich ha mantenido una posición limpia, honesta frente a lo que hoy son unos acuerdos fallidos, tuvo el carácter para denunciar el incumplimiento deliberado y prevenir al ELN, fue el único capaz de observar con verdadero criterio objetivo los «errores» del proceso de paz y por eso está preso.
[…]
Irónicamente, después de 50 años, no fue la oligarquía colombiana ni fueron los gringos los que acabaron con las FARC-EP, sino gente de «adentro». Pero las mareas cambian y no se echa por tierra la dignidad de un pueblo y su legado tan impunemente. (rebelion.org)

sexta-feira, 22 de fevereiro de 2019

Comunistas cubanos e colombianos alertam para «intervenção imperialista» na Venezuela

O PCC sublinha, além disso, que o ataque não teria apenas como alvo Revolução Bolivariana, uma vez que «a acção é encarada como uma investida final contra a esquerda e as forças progressistas em todo o mundo. Hoje é a Venezuela, amanhã serão a Nicarágua, a Bolívia ou Cuba».
[...]
No caso de Washington optar por essa via contra o governo da Venezuela, «as consequências seriam, neste momento, incalculáveis», afirma o semanário colombiano Voz, sublinhando que não se podem ignorar duas coisas: a capacidade de resposta das milícias e do Exército bolivariano; as represálias que sentirão na própria pele aqueles que colocarem o seu território à disposição para que se consume uma invasão. (Abril)

terça-feira, 19 de fevereiro de 2019

Rússia envia 300 toneladas de medicamentos para a Venezuela

Sobre a intenção anunciada pelos Estados Unidos de fazerem entrar «ajuda humanitária» na Venezuela, qualificou-o como «um show e uma armadilha para tolos», tendo ainda lamentado que haja venezuelanos que apoiam uma eventual intervenção militar no seu país.

[Por seu lado, Diosdado Cabello] criticou, para além disso, a «hipocrisia» e o «cinismo» da extrema-direita venezuelana ao alinhar com o jogo da «falsa ajuda humanitária» de Washington, quando o importante é que os EUA levantem o bloqueio à Venezuela, de modo que os medicamentos e os alimentos comprados no exterior possam chegar ao país, ao povo venezuelano. (Abril)

quarta-feira, 6 de fevereiro de 2019

O Boltxe entrevista Alberto Pinzón, intelectual e marxista colombiano

Entrevista de Andoni Baserrigorri, para o portal boltxe.info, a Alberto Pinzón, marxista colombiano e observador nas conversações entre as FARC-EP e o Estado, no período de Pastrana.

«Hay que crear las condiciones para desestructurar al bloque de poder… combinando todas las posibilidades de lucha que existan»Ver: lahaine.or

sábado, 2 de fevereiro de 2019

Los soldados de Estados Unidos vendieron los vídeos de 54 niñas a las que violaron en Colombia

El portavoz del Comando de Investigaciones Criminales del ejército estadounidense, Chris Grey, señaló recientemente el desarrollo de una investigación en respuesta a las acusaciones de un informe, encargado por el gobierno colombiano y la guerrilla de las FARC, que afirma que militares de Estados Unidos violaron a al menos 54 niñas colombianas entre 2003 y 2007 y que «vendieron las cintas como material pornográfico». (movimiento político de resistencia)

sexta-feira, 25 de janeiro de 2019

Mais um dirigente social assassinado em Tumaco, na Colômbia

Maritza Ramírez morreu esta quinta-feira, na sequência de um ataque sofrido dez dias antes em Tumaco, onde presidia a uma Junta de Acção Comunal. A região continua a ser dos «condenados da terra».

Ainda segundo o relatório do Indepaz, Tumaco (e o departamento de Nariño em geral) é uma das regiões mais violentas do país andino, o que em parte se deve à presença de grupos armados e à elevada prevalência do narcotráfico.

Aqueles que lutam pela implementação dos Acordos de Havana, nomeadamente no que respeita à questão central do conflito colombiano – a terra e os seus recursos – e ao programa acordado sobre a substituição de cultivos de uso ilícito, são frequentemente um alvo. (Abril)

quarta-feira, 9 de janeiro de 2019

Na primeira semana do ano 7 líderes sociais foram assassinados na Colômbia

Apesar de todos alertas e recomendações, por parte de organismos nacionais e internacionais, a primeira semana de 2019 ficou marcada pelo assassinato de mais sete dirigentes sociais e defensores dos direitos humanos na Colômbia.

Numa nota emitida a este propósito intitulada «Os inomináveis: agentes do terror de Estado», o Exército de Libertação Nacional (ELN) sublinha que, ao contrário do que se esperava com a desmobilização das FARC-EP, o conflito interno se agudizou na Colômbia, sendo a disputa pelo acesso à terra e a defesa dos bens comuns os principais factores que contribuem para o aumento do genocídio, das deslocações [forçadas], das ameaças e das execuções extrajudiciais». (Abril)

quinta-feira, 20 de dezembro de 2018

Paramilitares oferecem recompensas pelo assassinato de líderes indígenas colombianos

A Organização Nacional Indígena da Colômbia (ONIC) denunciou esta quarta-feira o aparecimento de panfletos no Cauca, firmados por um grupo paramilitar, com ameaças a líderes das comunidades indígenas.

«Quando ocorrem estes assassinatos, e aparecem os panfletos, ficamos com dúvidas sobre o que estão a fazer as forças públicas de segurança», disse. Neste sentido, acrescentou, o movimento indígena considera que as forças de segurança do Estado «não são uma garantia». É que, «nas últimas décadas, andam-nos a matar à frente dos militares», denunciou Quilcue. (Abril)

quinta-feira, 13 de dezembro de 2018

A Venezuela denuncia um novo plano golpista orquestrado pelos EUA

Nicolás Maduro informou que os EUA e a Colômbia têm em curso um plano intervencionista contra a Venezuela, que envolve «treino de mercenários» e tentativas de suborno a elementos das Forças Armadas.

Acusando o seu homólogo colombiano, Iván Duque, de ser cúmplice do «plano de John Bolton de levar a violência» para o seu país, Nicolás Maduro disse que na base aérea norte-americana de Tolemaida, no departamento de Tolima, também são treinados grupos paramilitares com o propósito de atacar a Venezuela.

Maduro referiu-se ainda à viagem recente de John Bolton ao Brasil para «atribuir missões» ao futuro vice-presidente deste país, Hamilton Mourão, no sentido de iniciar «provocações militares» no Sul da Venezuela, concretamente na fronteira entre ambos os países sul-americanos. (Abril)

sexta-feira, 30 de novembro de 2018

Assassinado dirigente camponês colombiano na região do Catatumbo

Dirigente da Junta de Acção Comunal da Vereda El Líbano, na região do Catatumbo, Navas estava inscrito no Programa Nacional Integral de Substituição de Cultivos Ilícitos (PNIS), defendia os acordos de paz e apoiava a criação de zonas de reserva camponesa, informou a Ascamcat na sua conta de Twitter.

Jhony Abril, membro desta associação, disse à imprensa que, este ano, pelo menos 15 dirigentes agrícolas na região do Catatumbo foram assassinados, acrescentando que outros dois escaparam ilesos a atentados e que dez receberam ameaças de morte. (Abril)

domingo, 18 de novembro de 2018

«Julio Borges en Bilbao: ¡Fuera Fascistas de Euskal Herria! Alde Hemendik!»

[De várias organizações venezuelanas] El próximo 21 de noviembre el prófugo de la justicia venezolana Julio Borges estará en Euskal Herria invitado por la derecha vasca.Julio Borges es uno de los instrumentos políticos que la Colombia paramilitar y narcotraficante de Álvaro Uribe e Iván Duque (marionetas del Imperialismo) está utilizando para intentar derrocar al gobierno legítimo de la República Bolivariana de Venezuela.

Este siniestro personaje está muy lejos de ser «un opositor al gobierno de Nicolás Maduro» como tratan de presentarlo y mucho más lejos está aún de ser un «perseguido político». Es simplemente un mercenario político tarifado por la derecha internacional más reaccionaria, por ese fascismo moderno del que forman parte los Leopoldo López, Macri, Duque, Bolsonaro, Albert Rivera o Pablo Casado, entre otros.

Borges fue además el ideólogo y principal activador de la famosa conspiración conocida como «la salida» (2014) y las «guarimbas» (2017), que no fueron sino un plan del fascismo de buscar el enfrentamiento entre los venezolanos, intentando convertir a la clase popular y trabajadora en carne de cañón para sus macabros planes. No es casualidad que todas las víctimas de la «guarimba» fueran personas (chavistas u opositores) provenientes de sectores populares.
[...]
Es por ello que las organizaciones abajo firmantes, que hemos mantenido y mantenemos relaciones de solidaridad y amistad con Euskal Herria, aplaudimos y apoyamos la convocatoria realizada desde la plataforma «Venezuela Aurrera» a concentrarse el próximo 21 de noviembre a las 7 de la tarde frente a los locales de la Fundación «Sabino Arana» en la ciudad de Bilbao para manifestar el rechazo más rotundo a la visita del fascista Julio Borges a Euskal Herria. / LER texto na íntegra: lahaine.org

sexta-feira, 16 de novembro de 2018

«Julio Borges en Bilbao: la visita indeseada»

[De Carlos Aznárez] En los próximos días las calles de Bilbao, en el País Vasco, van a ser transitadas impunemente por un asesino venezolano, que para más datos además de estar prófugo de la Justicia, parece contar con una visa especial del Imperio para desplazarse con total libertad desde Colombia, donde se había refugiado huyendo de su país.

Se trata ni más ni menos que de Julio Borges, ex diputado de la oposición y ex presidente de la Asamblea Nacional venezolana. Pero sobre todo, un ultra derechista y activo desestabilizador contra el legítimo gobierno bolivariano. No solo eso, sino que en sus antecedentes recientes pesa el hecho de ser el máximo responsable intelectual —así lo determinó el Tribunal Supremo de Justicia de Venezuela— del reciente intento de magnicidio contra el Presidente Nicolás Maduro. La decisión judicial, seguida de un pedido de captura afirma que a Borges se lo acusa de «Instigación pública continuada; traición a la patria; y homicidio intencional calificado en grado de frustración” en contra del mandatario. En otras palabras: el hombre que ordenó atentar con drones cargados de explosivos y que pretendían impactar y asesinar contra Maduro, todo su Gabinete y el alto mando militar. (insurgente.org)

sexta-feira, 26 de outubro de 2018

«Lecciones farianas»

[De Iñaki Gil de San Vicente] Las últimas frases de este parágrafo citado explican el presente en Colombia, el que Santrich este prisionero con la intención de que muera en vida en las cárceles yanquis; el que centenas de personas hayan sido asesinadas y otras muchas más hayan tenido que esconderse; el que el Estado haya incumplido con frialdad y premeditación todos los acuerdos refrendados bajo garantías oficiales e internacionales que ahora callan o que endurecen aún más sus ataques a una ex guerrilla desarmada, indefensa, dividida y en proceso de vaciamiento; el que la burguesía esté recuperando con la ayuda del envalentonado narcoparamilitarismo las tierras antaño liberadas con sangre popular y hoy otra vez en manos del capital; el que EEUU ocupe militarmente Colombia y prepare la invasión de Venezuela desde esa colonia…

Sin embargo, los dos volúmenes que hemos resumido tan rápidamente también aportan otra lección que es el contrario dialéctico de la rosa socialdemócrata del nuevo emblema de las Fuerza Alternativa Revolucionaria del Común: en el corazón del pueblo trabajador se reorganiza la revolución. La razón es fácil de explicar: la disolución oficial de las FARC-EP en su misma identidad histórica no ha supuesto la total disolución práctica de su militancia, de su proyecto, pese a la demolición de sus valores referenciales realizada desde dentro. (lahaine.org)