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quinta-feira, 7 de fevereiro de 2019
Julia Boutros canta em louvor do Hezbollah
Concerto de 2013. Viva a resistência anti-imperialista e anti-sionista!
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segunda-feira, 14 de janeiro de 2019
«Hezbollah tras ocho años de intervención en la Guerra de Siria»
Por muchas razones, Hezbollah es una de las organizaciones punteras en la lucha contra el imperialismo y el sionismo, lo que la convierte en un venero de enseñanzas, sobre todo para aquellos que adoran al becerro de oro kurdo. El contrapunto entre unos (libaneses) y otros (kurdos) es abrumador.Hezbollah supo desde el primero minuto lo que se jugaba en la Guerra de Siria y no vaciló. En 2012 ya tenía a sus milicianos en primer línea del frente. Tampoco ha cambiado de trinchera y cuantitativamente su aportación ha sido mucho más importante y más significativa que la de los kurdos, por más que las cadenas de intoxicación lo oculten. (Movimiento Político de Resistencia)
domingo, 16 de dezembro de 2018
«Sofremos guerra de limpeza étnica há décadas. A luta armada é um direito do nosso povo»
No âmbito do giro que fez, nos últimos dias, por diversas cidades do País Basco, FAYEZ BADAWI, representante para a Europa da Frente Popular para a Libertação da Palestina (FPLP), deu ontem uma conferência em Iruñea [Pamplona].Entre outros aspectos, abordou a situação do povo palestiniano, a guerra de agressão à Síria, o papel dos curdos nessa agressão, a «traição» do PKK, e a situação no Médio Oriente, de uma forma geral (Líbano, Iémen, Irão, etc.).
Os tópicos principais da conferência de ontem à tarde no Civivox de Iturrama, na capital navarra, podem ser seguidos nas contas de Twitter de @Drazmihailovitx e @SiriarenAldeEH.
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terça-feira, 4 de dezembro de 2018
Israel lança operação contra «túneis do Hezbollah»
O movimento de resistência libanês, que ajudou o Líbano a pôr fim às agressões israelitas de 2000 e 2006, é visto como a força militar de facto do país.Ao longo da guerra de agressão a Síria, assumiu um papel fundamental como aliado do Exército Árabe Sírio no combate aos grupos terroristas, como o Daesh e a Frente al-Nusra, promovidos pelas ditaduras do Golfo, Israel, a Turquia e as potências ocidentais.
Numa mensagem divulgada por vídeo, o secretário-geral do Hezbollah, Sayyed Hassan Nasrallah, avisa Israel – como o tem feito em várias ocasiões – que se arrependerá se lançar uma nova guerra contra o Líbano. «Se se atreverem a atacar, vão lamentar-se», adverte. (Abril)
sábado, 24 de novembro de 2018
Uma canção de Fairuz
Fez 81 anos no dia 21 de Novembro, esta libanesa adorada no seu país e fora dele. Pudemos vê-lo bem na Síria: nos autocarros, quando passavam clips de Fairuz, estes eram cantados em uníssono. Em Tadmur (Palmira), um vendedor de CD [piratas] chamava, bem ao estilo árabe, «nossa doce mãe» à argelina Warda e catalogava Fairuz como a «rainha» e a «pedra preciosa».
sexta-feira, 24 de agosto de 2018
Hezbollah condena novo massacre de crianças no Iémen
O movimento de resistência libanês condenou um novo massacre cometido pela «agressão saudita-norte-americana» em território iemenita, desta vez no distrito de Duraihimi, a sul de Hudaydah.Informações preliminares, divulgadas pela pela agência Saba, davam conta de que 26 pessoas – 22 crianças e quatro mulheres – perderam a vida, no distrito de Duraihimi, quando o autocarro em que seguiam foi atacado, esta quinta-feira, por aviões da coligação liderada pelos sauditas.
Posteriormente, o canal em língua árabe al-Masirah informou que, como consequência do ataque, pelo menos 31 civis faleceram, referindo, com base em informações divulgadas pelo Ministério da Saúde, que todas as vítimas são deslocados internos.
O ataque desta quinta-feira, em que 22 crianças foram mortas, ocorreu apenas duas semanas depois de a coligação comandada pelos sauditas ter atingido um autocarro escolar na província de Sa'ada, matando 51 pessoas, 40 das quais crianças. Mais de 80 ficaram feridas. (Abril)
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sexta-feira, 17 de agosto de 2018
Nasrallah: «Resistência libanesa é hoje mais forte»
No discurso a propósito do 12.º aniversário do fim da guerra dos 33 dias no Líbano, Hassan Nasrallah sublinhou o «fracasso» das políticas levadas a cabo pelos EUA na Palestina, na Síria e no Irão.[…]
Estas declarações foram proferidas no contexto do 12.º aniversário da retirada das tropas israelitas do Líbano, no final da guerra dos 33 dias. A este propósito, Nasrallah agradeceu o apoio que a o Irão e a Síria deram à resistência libanesa.
Sobre o actual contexto, disse que o Hezbollah não receia uma eventual guerra com Israel e que ninguém deve «usar a ameaça» ou «tentar assustar» a resistência libanesa com a guerra.
Justificou esta asserção dizendo que o Hezbollah é hoje mais forte do que alguma vez foi, possuindo melhor equipamento militar, mais capacidade e melhores quadros do que quando expulsou Israel do Líbano, em 2006. (Abril)
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domingo, 22 de julho de 2018
Brigada da Askapena conhece o campo de refugiados de Chatila
Membros da organização internacionalista basca que integram a brigada enviada ao Líbano este ano encontram-se no campo de refugiados de Chatila, que, há quase 36 anos, foi palco de um dos terríveis massacres – conhecidos como os massacres de Sabra e Chatila – cometidos no Líbano por militares israelitas, comandados por Ariel Sharon, e por mercenários de milícias libanesas de extrema-direita.No vídeo em baixo, os membros da Brigada Miftah, a brigada que a Askapena enviou ao Líbano, falam a partir de Chatila, que estão a conhecer. O seu objectivo primordial é conhecer de perto a situação dos refugiados palestinianos. Palestina askatu!
Também em euskara, é possível ler a primeira crónica que enviaram do Líbano, em askapena.eus.
Libanoko brigadaren bideokronika Shatilako errefuxiatu gunetikVer: askapena.eus
sexta-feira, 15 de junho de 2018
EUA destinam milhões de dólares aos Capacetes Brancos
Na quinta-feira, a porta-voz do Departamento de Estado norte-americano, Heather Nauert, disse que os «EUA apoiam fortemente os Capacetes Brancos» e que o presidente, Donald Trump, tinha dado ordens à Agência dos Estados Unidos para o Desenvolvimento Internacional (USAID, na sigla em inglês) para lhes destinar a eles e ao Mecanismo Internacional, Imparcial e Independente das Nações Unidas uma verba de 6,6 milhões de dólares, segundo refere a Al-Manar.Por outro lado, o ministro libanês dos Negócios Estrangeiros, Gebran Bassil, acusou o Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados (ACNUR) de ter «intimidado» refugiados sírios na cidade libanesa de Arsal, procurando impedi-los de regressarem à Síria.
Esse terá sido um dos motivos que levaram o diplomata a decidir não renovar a autorização de permanência dos funcionários do ACNUR no seu país. (Abril)
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segunda-feira, 9 de abril de 2018
«EUA aliciaram Hezbollah para renunciar à resistência»
«Na sequência da vitória de 2000 sobre o inimigo israelita, este percebeu, tal como os Estados Unidos, que o verdadeiro poder do Líbano reside na sua resistência, que conseguiu forçar o termo da ocupação israelita – que durava desde meados dos anos 80 – sem quaisquer condições», afirmou Nasrallah, citado pela Press TV.De acordo com Nasrallah, o então vice-presidente norte-americano, Dick Cheney, terá atribuído ao jornalista americano-libanês George Nader a missão de apresentar uma oferta ao Hezbollah que levasse este movimento a renunciar à resistência e a cooperar com Israel.
A oferta de milhares de milhões de dólares foi repetida pelos norte-americanos e realizada também por algumas potências ocidentais após a retirada das tropas sírias do Líbano, em 2005, numa tentativa de desarmar o Hezbollah. Gorada a tentativa de aliciamento, no ano seguinte os israelitas voltaram a invadir o Líbano – e voltaram a ser derrotados pela resistência libanesa. (Abril)
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sábado, 11 de novembro de 2017
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