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terça-feira, 15 de janeiro de 2019

Intentona na Nicarágua provocou danos no valor de 1100 milhões de dólares

Também em declarações à Prensa Latina, Fernando González afirmou que a tentativa de golpe levada a cabo entre Abril e Julho do ano passado no país centro-americano se enquadra na estratégia de ataques contra o governo bolivariano na Venezuela, do golpe parlamentar contra a ex-presidente brasileira Dilma Rousseff e do encarceramento injusto de Lula da Silva.

Sobre o Fórum, este herói cubano, que passou mais de 17 anos nos cárceres dos EUA e foi libertado em 2014, valorizou a informação recebida da parte de membros do governo nicaraguense, de deputados, académicos e comunicadores acerca do que se passou no país em 2018 – uma violência aparentemente anárquica, mas que foi bem orquestrada e que apresenta semelhanças com as «guarimbas» na Venezuela em 2017. (Abril)

domingo, 6 de janeiro de 2019

«La Carta Democrática de la OEA contra el Sandinismo»

[De Atilio Borón] En resumen, la decisión de la Secretaría General de la OEA viola los fundamentos de la propia Carta Democrática de esa institución y es el ignominioso reflejo de un mandato emanado desde la Casa Blanca que anhela con impaciencia volver a apoderarse de Nicaragua.
[…]
Y ante esta crítica coyuntura no hay lugar para titubeos o medias tintas: o se está con el gobierno sandinista, con todos sus yerros y limitaciones; o se está al servicio del imperio y abriendo las puertas a la instalación de un tenebroso protectorado yankee en la tierra de Sandino, como antes lo hicieran instalando la dictadura de Anastasio Somoza y asesinando a Augusto César Sandino. (lahaine.org)

quinta-feira, 3 de janeiro de 2019

Nicarágua denuncia acção «ilegal» de Luis Almagro

Numa carta enviada aos seus homólogos da América Latina e das Caraíbas, o ministro dos Negócios Estrangeiros da Nicarágua denunciou como «ilegal» a aplicação ao seu país da Carta Democrática da OEA.

Venezuela e Bolívia repudiam acções de Almagro
Em comunicado, o Ministério dos Negócios Estrangeiros da República Bolivariana da Venezuela já manifestou o seu apoio ao governo nicaraguense e denunciou a intenção de Luis Almagro de iniciar a «aplicação tendenciosa» da Carta Democrática Interamericana ao país centro-americano.

Para a diplomacia venezuelana, evidencia-se novamente «o servilismo do titular da OEA aos interesses da política externa norte-americana, bem como a obsessiva instrumentalização do organismo regional contra legítimos governos populares», lê-se na nota, citada pela Prensa Latina. (Abril)

sábado, 20 de outubro de 2018

Registadas 269 mortes durante a onda de violência golpista na Nicarágua

A Comissão da Verdade, Justiça e Paz foi nomeada pela Assembleia Nacional da Nicarágua a 6 de Maio último, tendo como propósito esclarecer os factos ocorridos durante a onda de violência golpista, iniciada a 18 de Abril. Na quarta-feira, apresentou ao parlamento um relatório com dados preliminares, no qual se precisa as circunstâncias em que as mortes se deram e quais os danos causados entre Abril e Julho.

O documento indica que 269 pessoas faleceram durante a violência registada no período referido, em acções que tiveram como objectivo derrubar o governo de Daniel Ortega. Dessas, pelo menos 150 perderam a vida nos cortes de estrada impostos no país e 27 por fogo cruzado, refere a TeleSur.
[…]
«Os casos de tortura e assassinato (13) foram [perpetrados] com raiva e ódio», informou também a Comissão, esclarecendo que nenhum dos visados participava em protestos: eram «funcionários do Estado, de todos os níveis, ou pessoas ligadas politicamente à Frente Sandinista de Libertação Nacional [FSLN]». (Abril)

sexta-feira, 31 de agosto de 2018

Embaixador boliviano em Cuba alerta para contra-ofensiva norte-americana

Numa entrevista à Red Patria Nueva, o diplomata boliviano e ex-ministro da Presidência disse que, hoje, os «governos fantoches» são civis e não militares, como nos anos 70, quando na região foi implementado o chamado Plano Côndor, com a execução de vários golpes de Estado.
[...]
Para Quintana, «um claro exemplo desta situação é a presidência de Michel Temer, no Brasil, que, pese embora ser o presidente mais "impopular" da região, governa com a ajuda de um conglomerado de órgãos de comunicação financiados pela administração norte-americana».

No âmbito da «contra-ofensiva», o embaixador da Bolívia em Cuba alertou para o «brutal estrangulamento económico» a que a Venezuela é sujeita e para a desestabilização social e política na Nicarágua, sendo que «ambos os países são governados por dirigentes progressistas». (Abril)

quarta-feira, 8 de agosto de 2018

Conferência sobre a Nicarágua em Donostia

Por iniciativa da Sandinistak, plataforma basca de apoio à Nicarágua, e da Herria Elkartea, realiza-se amanhã, na Alde Zaharra donostiarra, uma conferência sobre a situação no país centro-americano, alvo da ingerência estrangeira e do imperialismo.

A conferência, intitulada «¿Qué está pasando en Nicaragua?», estará a cargo da nicaraguense Tamara Cuéllar Meza.

Realiza-se amanhã, dia 9, pelas 18h30, na Cripta da San Jeronimo kalea, na Parte Velha da capital guipuscoana. / Mais info: @sandinistak

segunda-feira, 30 de julho de 2018

«Nicaragua: frente a la "contra de colores" y sus disfraces, nuestro lugar es el antiimperialismo consecuente»

[De Red Roja] Red Roja ratifica su firme apoyo al gobierno nicaragüense frente a la violencia criminal de esta nueva «contra» que, con inigualable desvergüenza, se nos presenta como «progresista» por parte de los medios.

Lo hacemos, además, en un contexto en el que determinada izquierda occidental, una vez más, ha decidido alinearse con los cantos de sirena de la maniobra imperial. Como ejemplo, desde Nicaragua llegan ahora voces de indignación ante el posicionamiento que se ha hecho en el conocido programa Fort Apache contra el gobierno y a favor de los «rebeldes».
[…]
Con todo, lo más peligroso es que, como Red Roja viene afirmando desde que estableció su criterio antiimperialista , estos claudicantes parten de «granos de verdad»... para acabar defendiendo la peor de las mentiras, la actitud más reaccionaria posible en el plano de la confrontación mundial en curso. Nuestra organización no se cansará de repetir que el imperialismo de los países centrales es el principal límite para la libertad de los pueblos e incluso para un desarrollo más profundo de sus procesos sociales, por lo que ninguna crítica o «exigencia» puede entrar en contradicción con nuestra labor principal. Lo que nos toca, nuestra responsabilidad es debilitar a la retaguardia imperialista, aquí, en el corazón de la bestia. (redroja.net)

segunda-feira, 23 de julho de 2018

Solidariedade com a Revolução Sandinista foi vincada no Chile

Presente na iniciativa solidária em Santiago, a embaixadora nicaraguense no Chile caracterizou a tentativa de golpe de Estado no seu país como um «golpe brando de última geração».

Num acto pleno de emoção, em Santiago do Chile, familiares de combatentes internacionalistas, partidos políticos e grupos de amizade fizeram questão de deixar clara a solidariedade com a Revolução Sandinista, a propósito do seu 39.º aniversário, que uma maré humana celebrou, no passado dia 19, na capital da Nicarágua, Manágua.
[…]
No final de uma semana marcada pelo 39.º aniversário do triunfo da Revolução Sandinista e pelas grandes mobilizações que o assinalaram, milhares de nicaraguenses mobilizaram-se, este sábado, em Manágua, para exigir «justiça e reparação para as vítimas do terrorismo golpista».

«Assassinos, delinquentes» foi uma das palavras de ordem que a multidão gritou para repudiar a intentona golpista da direita, com a cumplicidade de membros da Igreja Católica, e o apoio declarado do imperialismo norte-americano. (Abril)

sábado, 21 de julho de 2018

Kortatu – «Nicaragua sandinista»

Tema do álbum Kortatu (1985). A banda é de Irun (Gipuzkoa, EH).

quinta-feira, 19 de julho de 2018

«39 aniversario de la Revolución Popular Sandinista»

[De Sandinistak / «Por la Paz! Ni un paso atrás!»] Más allá de los posibles errores del actual Gobierno y del partido que los sustenta, el FSLN, huelga decir que la situación está orquestada al mejor estilo del Manual Sharp para golpes blandos que ya ha sido utilizado en otros lugares, léase Venezuela. Una estrategia que va en contra de todos los gobiernos progresistas de América Latina y en lugares de conflicto en otros hemisferios. Una situación en la que los grupos de Inteligencia y Contrainteligencia de los EE.UU, sus ONG´s y Fundaciones satélites, van conformando una red que busca crear, junto con la derecha criolla, la desestabilización, e incluso la destrucción total de países para pescar en río revuelto. Una historia bien conocida.
[...]
Nicaragua es una parte, y no será la última, de este tablero de ajedrez siniestro que promueve el Imperialismo para ejercer su poder y destrozar las conquistas sociales de todos los pueblos que luchan por su independencia, su autodeterminación y su liberación nacional y social. (sandinistak.org)

segunda-feira, 16 de julho de 2018

Solidariedade basca com a Nicarágua: assina o manifesto!

Nikaraguak gure elkartasuna eta konpromezua behar du biolentzia eta estatu kolpeari aurre egiteko. [A Nicarágua precisa da nossa solidariedade e do nosso compromisso para fazer frente à violência e ao golpe.] Euskal Herria no puede darle ahora la espalda a Nicaragua.

NIKARAGUAREKIKO ELKARTASUN AGIRIA EUSKAL HERRITIK

MANIFIESTO VASCO DE SOLIDARIDAD CON NICARAGUA

Mais info: sandinistak.org / Ez dira pasako! No pasarán!

sábado, 30 de junho de 2018

Manifesto de solidariedade com a Nicarágua em EH

Desde el mes de abril Nicaragua lleva sufriendo una ofensiva de desestabilización, promovida desde oficinas de agencias de inteligencia extranjeras, que está llevando al país al enfrentamiento violento y al derramamiento de sangre. Ante esa situación, desde Euskal Herria no podíamos permanecer en silencio ni un segundo más.
[...]
Denunciamos además el montaje mediático que trata de lavar la cara del golpismo y criminalizar al Frente Sandinista, que convierte a los medios en altavoces de aquellos elementos desestabilizadores. Ya conocimos en Venezuela esa coordinación política y mediática para tratar de derrocar un gobierno, y Nicaragua es un calco de esa misma estrategia. Difunden noticias e informaciones falsas y esconden los crímenes de los golpistas y la persecución contra militantes sandinistas, varios de los cuales han sido ya salvajemente asesinados. / Ler manifesto na íntegra, em castelhano e euskara: askapena.eus ou sandinistak.org 1 e 2

quarta-feira, 27 de junho de 2018

A trama do golpe: os milhões da NED e «estudantes» a pedir apoio em Washington

No artigo intitulado «Máquina intervencionista da admnistração norte-americana vangloria-se de "preparar o terreno para a insurreição" na Nicarágua», publicado recentemente pelo jornalista norte-americano Max Blumenthal em The Gray Zone Project, as teorias conspirativas do golpe com apoio gringo – para o qual o governo sandinista tem chamado a atenção – ganham densidade.

«Se alguma imprensa mainstream tem procurado retratar o violento movimento de protesto na Nicarágua como uma corrente progressista de base, os líderes estudantis do país deixaram entender outra coisa», afirma-se no texto, que lembra como, no início deste mês, os líderes estudantis nicaraguenses, com papel destacado no movimento de oposição a Daniel Ortega, se deslocaram a Washington, sendo acolhidos pela Freedom House, ONG de direita que financiou a sua viagem, e procurando o apoio no seio da administração dos EUA e da fina flor da extrema-direita intervencionista – vide Ted Cruz ou Mark Rubio –, com quem se reuniram e posaram para a fotografia.

Também foram recebidos por altos funcionários do Departamento de Estado e por Mark Green, presidente da Agência dos Estados Unidos para o Desenvolvimento Internacional (USAID, na sigla em inglês), caracterizada por Blumenthal como a organização do soft power da admnistração norte-americana. (Abril)

sexta-feira, 22 de junho de 2018

«Nicaragua: hilos del complot»

[De Fernando Arias Fernández] En el 2016 o quizá antes, desde Miami volvieron a escucharse amenazas de guerra contra Nicaragua, cuando las calles de las ciudades de esa nación eran ejemplo regional de seguridad, paz y prosperidad, donde un pueblo muy laborioso y pacífico mostraba orgulloso los avances socioeconómicos de los últimos años de gobierno sandinista, que había logrado la concordia nacional después de los peores experimentos bélicos de EE. UU. en Centroamérica.
[...]
Nicaragua ha vuelto al epicentro de la maquinaria guerrerista de EE. UU. de la mano de los congresistas anticubanos, otros mafiosos y veteranos halcones. Washington trata de reeditar su estrategia a costa de más muertos y destrucción en las calles de Nicaragua. (CubaDebate)

domingo, 17 de junho de 2018

«Nicaragua: un caso de Guerra No Convencional dirigida por el imperialismo»

En este panorama político el golpe blando se ejecuta a través de una unión concatenada de poderes políticos fácticos y capitales transnacionales, laboratorios de guerra, organizaciones como la USAID y la NED, que funcionan como el brazo financiero de la CIA. Y su contraparte interna, como son los partidos de derecha, las oligarquías locales y ONG financiadas desde afuera por la USAID y la NED, grupos dirigidos tácticamente por los laboratorios de guerra y la CIA, en complicidad con los partidos de derecha, en algunos casos la jerarquía católica y las oligarquías nacionales.

El golpe suave en sí, es un catálogo de acciones políticas para generar una nueva organización del poder dentro de una lógica y un tipo de democracia a la justa medida del imperio, una democracia de las élites donde el pueblo y su autodeterminación tienen un peso nulo. Una serie de tácticas sin ética-política, de carácter manipulatorio con instrumentos económicos de desestabilización, culturales de carácter mediático, para-políticos (al margen de la política formal), paramilitares (fuera de los cauces legales del monopolio de la fuerza y la constitución). / Ver: movimiento político de resistencia

quarta-feira, 6 de junho de 2018

Onda de violência na Nicarágua, apesar dos apelos do governo ao diálogo

A cidade de Masaya, localizada cerca de 25 quilómetros a sul de Manágua, conhece a violência dos «grupos de delinquentes» ao serviço dos partidos da direita – como o governo nicaraguense os qualifica – há mais de 40 dias.

De acordo com o vice-ministro da Saúde, Enrique Bateta, essa violência atingiu níveis inauditos quando indivíduos encapuzados, armados com morteiros e armas brancas, invadiram o Hospital Humberto Alvarado, ameaçando e intimidando os pacientes e os trabalhadores, com a desculpa de que andavam à procura de polícias de intervenção.

«Numa clara violação dos direitos do povo e com uma atitude agressiva, inspeccionaram as salas e pediram a identificação a pacientes e familiares, o que gerou terror, angústia e alterações na condição clínica dos internados», disse Bateta à Prensa Latina, acrescentando que tanto médicos como enfermeiros receberam ameaças de que «lhes iam queimar as casas» e foram informados de que «andavam a ser vigiados». (Abril)

segunda-feira, 7 de maio de 2018

Parlamento da Nicarágua nomeia comissão da verdade

O presidente da Assembleia Nacional, Gustavo Porras, explicou que a comissão terá um período de três meses, a partir da data da sua constituição, para investigar os acontecimentos relacionados com a onda de violência que abala o país centro-americano desde meados do mês passado e apresentar um relatório com as suas conclusões.
[…]
No dia 22 de Abril, a medida foi revogada, com o intuito de facilitar o diálogo e ajudar a reestabelecer a paz no país. No entanto, os actos de vandalismo continuam a sentir-se, levando o governo e alguns observadores a defender a ideia de que a reforma da Segurança Social serviu apenas de desculpa para pôr em marcha um «plano de desestabilização», espalhando «o caos e instabilidade» na Nicarágua, com determinados propósitos políticos. (Abril)