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quarta-feira, 20 de março de 2019

«Libia de la opulencia a la mayor pobreza»

[De Hedelberto López Blanch] Libia se ha transformado completamente, pero no para bien, sino para mal pues sus ciudadanos, que antes de la invasión y destrucción por países occidentales de esa nación árabe, solían disponer de un alto estándar de viva, hoy se encuentran en medio de guerras entre facciones, padeciendo pobreza y desatención económico-social.

El que fue el país más desarrollado y próspero del continente africano, con más de 2 000 000 de inmigrantes integrados en su aparato de producción y gran riqueza petrolera, es hoy el centro mundial de la esclavitud, la tortura, la violación y del terrorismo, todo debido a la política occidental y en especial la de Estados Unidos en aras de intentar controlar unilateralmente al mundo. (aporrea.org)

domingo, 17 de março de 2019

«Las Marchas del Retorno llaman la atención hacia la realidad de los crímenes sionistas»

[Entrevista de Carlos Aznárez ao responsável da FPLP em Gaza, Jamil Mizjer] Jamil Mizjer es uno de los importantes líderes revolucionarios de la Palestina ocupada y como tal viene luchando contra el invasor desde hace años en muy difíciles condiciones. Actualmente, Mizjer se desempeña como jefe de la rama del Frente Popular para la Liberación de Palestina en la Franja de Gaza. En una entrevista con el Director de Resumen Latinoamericano, Jamil Mizjer hace un homenaje a todas y todos los luchadores palestinos que desde hace un año vienen protagonizando en Gaza las denominadas Marchas del Retorno. Además, expresa su opinión sobre la necesidad de seguir uniendo en la acción a las diferentes fuerzas de la Resistencia. (Resumen Latinoamericano)

segunda-feira, 11 de março de 2019

Situação desastrosa em Rukban evidencia «hipocrisia humanitária» de Washington

Tendo por base a situação no campo de Rukban, a SANA sublinha que os EUA continuam a adoptar «a hipocrisia e métodos enganadores» na política internacional, sobretudo em «questões humanitárias».

O jornalista Gh. A. Hassoun afirma, numa peça hoje publicada, que os EUA, que atribuem a si mesmos o papel de «polícia do mundo» e de vigilante dos estados que violam os direitos humanos, deviam «estar no topo dessa lista», dado o seu «historial negro» no que respeita à «violação dos direitos dos povos», levando a tragédia a «milhares de pessoas no mundo».

A acusação é feita a propósito da situação dos refugiados e deslocados sírios «encurralados» há cerca de cinco anos no campo de Rukban, na região de al-Tanf, junto à fronteira entre a Síria e a Jordânia, que o jornalista caracteriza como uma «catástrofe humanitária pela qual os Estados Unidos são os únicos responsáveis». (Abril)

domingo, 10 de março de 2019

«Mulheres palestinianas prosseguem luta pela liberdade»

Habitantes nos territórios ocupados de Jerusalém Oriental, da Cisjordânia e de Gaza, nos campos de refugiados e na diáspora, ou sendo cidadãs de Israel, as mulheres palestinianas «prosseguem o combate pela liberdade e independência do seu povo, pelo retorno dos refugiados, pela criação de um Estado palestiniano», destaca o MPPM. Em simultâneo, mantêm a luta «pela igualdade de género e pelos seus direitos económicos, sociais e políticos», acrescenta. (Abril)

sexta-feira, 8 de março de 2019

Satélites russos descobrem cemitério com 300 túmulos perto do campo de Rukban

«Um cemitério recente com 300 túmulos novos foi descoberto no lado sul da vedação do campo» de refugiados sírios de Rukban, revelou esta terça-feira, em comunicado, o Ministério russo da Defesa, citado pela PressTV.

De acordo com o Ministério, as imagens de satélite sugerem que a maior parte das estruturas no campo – localizado junto à fronteira com a Jordânia e numa zona controlada pelos EUA, próxima da sua base militar de al-Tanf – são precárias e inadequadas para o tempo de Inverno.

«Na verdade, o campo de Rukban perdeu há muito o seu estatuto, transformando-se numa reserva com reféns», denuncia o Ministério russo da Defesa, acrescentando que «as forças norte-americanas impedem os refugiados de sair do campo, enquanto os militantes os mantêm à força lá dentro e exigem grandes quantias de dinheiro, em dólares, para os deixar sair». (Abril)

sábado, 2 de março de 2019

Apesar da repressão israelita, milhares de palestinianos manifestam-se em Gaza

Pela 49.ª semana consecutiva, milhares de palestinianos juntaram-se, esta sexta-feira, em zonas próxima da vedação com que Israel isola a Faixa de Gaza, para participar na Grande Marcha do Retorno. De acordo com a agência Ma'an, as forças israelitas dispostas ao longo da vedação dispararam contra os participantes na mobilização desta sexta-feira, provocando pelo menos 17 feridos.

Referindo-se aos dados divulgados pelo Ministério palestiniano da Saúde em Gaza, a Ma'an informa que nove manifestantes ficaram feridos ao serem atingidos com fogo real, enquanto outros sofreram efeitos de asfixia por inalação das bombas de gás lacrimogéneo também disparadas pelas forças israelitas. Para além disso, o Ministério referiu que um jornalista e dois paramédicos foram directamente atingidos por bombas de gás lacrimogéneo. (Abril)

sexta-feira, 1 de março de 2019

Washington continua a impedir saída de refugiados do campo de Rukban

Rússia e Síria acusaram as forças norte-americanas que ocupam a área de al-Tanf, junto à fronteira com a Jordânia, de impedirem a saída livre dos refugiados sírios no campo de Rukban.

Num comunicado emitido esta quinta-feira pelo Ministério dos Negócios Estrangeiros, a Síria renovou o apelo aos refugiados e deslocados que residem actualmente no campo de Rukban para que regressem às suas aldeias e cidades.

«O Estado sírio proporcionará todas as facilidades necessárias para transportar os cidadãos desde o campo [de Rukban] até aos seus locais de residência», lê-se no texto, divulgado pela agência SANA, que denuncia as dificuldades que estão a ser colocadas a este processo pelos Estados Unidos e os seus mercenários. (Abril)

terça-feira, 12 de fevereiro de 2019

O Exército espanhol bombardeia de novo as Bardenas com fogo real

A Bardenas Libres denuncia estas novas manobras, que decorrem de 13 a 18 de Fevereiro, e pergunta quantas manobras mais terá de aguentar este ano. «O que sabemos é o que significa o aumento da verba económica que recebem os municípios, que se traduz numa maior dependência económica dos exercícios militares deste campo de treino militar», denuncia.

«Também fica clara a atitude do Ministério [espanhol] da Defesa de continuar a usar estas terras, protegidas do ponto de vista ambiental como Parque Natural e Reserva Natural da Biosfera, para os interesses da NATO, e também para cobrir as necessidades da indústria do armamento», acrescenta.

Incentivam, para além disso, os que mantêm a luta contra o campo de treino militar e contra as guerras a prosseguir essa luta «ainda com mais força, se possível», e a juntar energias com iniciativas como as que foram propostas por alguns grupos municipais, com vista a dedicar o dinheiro recebido à ajuda aos refugiados, «que se vêem obrigados a deixar as suas terras devido às guerras imperialistas que a NATO treina aqui». / Mais info: ahotsa.info

terça-feira, 5 de fevereiro de 2019

Mais de 100 mil alunos estudam em 268 escolas recuperadas em Deir ez-Zor

Os avanços registados nesta província do Nordeste da Síria resultam, em grande medida, dos esforços feitos pelo governo de Damasco, que tem apostado na reabilitação das infra-estruturas parcialmente destruídas pelos terroristas e na reconstrução das que foram por eles arrasadas.

Neste momento, há 100 500 alunos a estudar em 268 escolas na província, que foram equipadas com o material necessário e dotadas com o pessoal docente e não-docente exigido ao processo educativo, segundo refere a agência SANA.

O director da Educação em Deir ez-Zor frisou que «as coisas estão a correr bem» no seu sector, tendo acrescentado que o número de estudantes aumenta continuamente, «tendo em conta que os habitantes estão a regressar às suas cidades e aldeias, que foram libertadas do terrorismo». De acordo com dados oficiais, mais de meio milhão de deslocados internos regressaram às suas casas na província, onde vivem actualmente 1 150 000 pessoas. (Abril)

quarta-feira, 30 de janeiro de 2019

«Los refugiados políticos vascos en Venezuela, en el punto de mira»

Que los buitres revolotean en estos días alrededor de Venezuela es algo que salta a la vista, el capital y el imperialismo buscan carroña de la que alimentarse, y en lo que concierne a la comunidad de refugiados políticos vascos en Venezuela no parece ser distinto.

En cualquier caso, el medio Voz Pópuli, uno de los favoritos de las Fuerzas de Seguridad a la hora de filtrar informaciones criminalizadoras, señala a la comunidad de refugiados y sentencia: «El final del 'chavismo' también significaría para ellos el final a años de protección.» (lahaine.org)

segunda-feira, 28 de janeiro de 2019

Oier Gómez: manifestação em Gasteiz no próximo sábado

É convocada pelo Movimento pró-Amnistia, com o lema «Liberdade para os presos doentes! Amnistia geral!», e parte às 18h30 da Praça Bilbo.

«Oier Gomez Mielgo Gasteizko militantearen heriotza dela eta, Amnistiaren Aldeko eta Errepresioaren Aurkako Mugimenduak manifestazioa deitzen du Gasteizen datorren larunbatean, otsailak 2, 18:30ean Bilbo plazatik abiatuta. Leloa «Preso gaixoak askatu! Amnistia osoa!» izango da.

Frantziako Estatuak Oierren zigorra eten zuen, baina Espainiakoak bere aurkako estradizio eskaerak mantendu zituen. Horren ondorioz, Oierrek Euskal Herrian eman du azken arnasa, baina ezin izan da Gasteiz bere jaioterrira itzuli. Euskal Herriari manifestazio honetan parte hartzeko deia luzatzen diogu. Hauxe da Oierren heriotzaren aurrean egin genuen irakurketa: sakatu irakurtzeko.» (amnistiAskatasuna)

sábado, 26 de janeiro de 2019

«Agur eta ohore, Oier!» [Faleceu esta madrugada Oier Gómez]

[De MpA] Oier ha pasado toda su vida ligado a la lucha, y es ejemplo de solidaridad y generosidad. En 2016 participó en la huelga de hambre rotativa iniciada por varixs presxs políticxs en demanda de la libertad de lxs presxs enfermxs, negándose a comer durante una semana. En esa protesta denunció, precisamente, que los Estados Español y Francés asesinaban a los presos políticos por medio de la desasistencia médica.«Siempre he tenido muy claro que debía formar parte de esa revolución», es lo que declaró en la entrevista concedida al Movimiento Pro Amnistía hace escasos dos meses.
[...]
El chantaje que llevan a cabo con lxs presxs enfermxs es otra forma más del terrorismo de estado, una tortura crónica que persigue quebrar la voluntad de estxs militantes. Los métodos que nuestros enemigos utilizan para fracturar psicológicamente y físicamente a lxs presxs políticxs son variados, pero el más cruel de todos es el que utilizan con lxs presxs enfermxs, que son el eslabón más débil de la cadena, con la intención de atacar a la lucha por la independencia y el socialismo logrando el arrepentimiento de lxs militantes más generosxs.

Para terminar, debemos volver a hacer una autocrítica en el tema de lxs presxs enfermxs, ya que como pueblo es un claro fracaso la incapacidad que estamos mostrando para conseguir que estas personas vuelvan a casa vivas y libres. Solo mediante la lucha será posible conseguir victorias en esta materia, como se conseguían antaño. Reavivemos la lucha, porque eso es lo mínimo que debemos a estxs militantes. Agur eta ohore, Oier! / LER comunicado na íntegra: amnistiAskatasuna 1 e 2

quarta-feira, 23 de janeiro de 2019

Concentración por la libertad de los presos enfermos, el próximo sábado frente a la cárcel de Basauri

[De MpA] Históricamente, los Estados Español y Francés han utilizado la salud de lxs presxs políticxs para condicionar la lucha de liberación de Euskal Herria, y aún hoy siguen en ello, ya que las condiciones propuestas para liberar a estxs presxs no se basan en razones médicas, sino en razones políticas: «Arrepiéntete y facilitaremos tu salida. Arrepiéntete o muere».
[…]
No podemos dejar todas las esperanzas de libertad para estxs presxs en esa legalidad que nos aplican nuestros enemigos y que utilizan para mantenerlxs encarceladxs. La lucha popular será la única garantía para traer a estxs militantes vivxs a casa, y la consecución de la amnistía lo será para que el resto de presxs, refugiadxs y deportadxs sean libres.

En ese camino. Llevaremos a cabo una concentración frente a la cárcel de Basauri el próximo sábado día 26 a las 12:00, porque además de ser el pueblo del preso político Txus Martín, allí está encarcelado Aitzol Gogorza, ambos gravemente enfermos. / Ver texto da mobilização: amnistiAskatasuna 1 e 2

domingo, 20 de janeiro de 2019

Pelo menos 30 palestinianos feridos por soldados israelitas em Gaza

Milhares de palestinianos aderiram à 43.ª sexta-feira consecutiva de manifestações da Grande Marcha do Retorno, junto à vedação com que Israel isola a Faixa de Gaza. De acordo com Ministério palestiniano da Saúde em Gaza, pelo menos 30 manifestantes foram feridos a tiro pelo Exército israelita.

Só a leste da Cidade de Gaza 14 civis foram atingidos com fogo real, disse Ashraf al-Qidra, porta-voz do Ministério, acrescentando que as forças israelitas atingiram directamente três ambulâncias, duas das quais pertencem ao Crescente Vermelho palestiniano.

Al-Qidra disse ainda que também ficaram feridos dois jornalistas e três paramédicos, que foram atingidos por bombas de gás lacrimogéneo. (Abril)

terça-feira, 15 de janeiro de 2019

«Extradição de Battisti viola pacto internacional»

No pedido de refúgio à Bolívia, Battisti também cita a Convenção sobre o Protocolo de Refugiados, de 1951, a Declaração Universal dos Direitos Humanos, de 1948, a Constituição Política do Estado Plurinacional da Bolívia e outros tratados e convênios internacionais dos quais o país é signatário. / VER: PCB e Brasil de Fato (com a reprodução do documento do pedido de reconhecimento da condição de refugiado)

«Detención y extradición de Cesare Battisti cuestiona los principios de la solidaridad internacionalista»
[De Carlos Aznárez] Es ahora el momento que se escuchen nuestras voces. Por eso creemos que este domingo se ha perdido otra batalla y nos duele por el escenario donde se decidió, el de un gobierno que apoyamos, defendemos y respetamos, pero eso no significa que nos hagamos los distraídos o miremos a un costado. Battisti no debería haber sido extraditado, toda persona detenida tiene derecho a la defensa y mucho más aún cuando se trata de alguien que había solicitado refugio. No sólo no se lo escuchó sino que se lo calificó de «terrorista» y otros epítetos que están fuera del lenguaje entre revolucionarios. (pakitoarriaran.org)

domingo, 13 de janeiro de 2019

«Manifestaram-se em Bilbo a favor da amnistia (texto e fotos)» [eus. e cas.]

[De MpA] Errepresaliatuak zapalkuntzaren aurrean burututako borrokaren ondorio dira, inolaz ere ez borrokaren zergatia. Etsaiek nahastuta nahi gaituzte. Xantaia baten bidez ondorioak konpontzeko eskaintza pozoitu eta iruzurtia egiten digute, gatazkaren arrazoiak bere horretan mantentzearen truke.
Centrarse en resolver las consecuencias del conflicto desligándolas de las causas que las originan es la mejor forma de perpetuar el actual estado de las cosas y, por lo tanto, la opresión que sufrimos como pueblo y como clase. Es la mejor forma de engañarnos ofreciéndonos como victoria la paz de los sumisos.
Por hacer frente a eso y a mucho más están sufriendo la represión los y las militantes políticas que están en la cárcel, en el exilio o en la deportación. Y es por eso que la defensa de la amnistía es también la defensa del derecho a rebelarse contra todo tipo de opresión. La reivindicación de la amnistía es un llamamiento a la lucha. Es la apología del derecho a no dejarse pisotear ni humillar, y es por tanto un planteamiento actual y de futuro. / Ver: amnistiAskatasuna

sábado, 12 de janeiro de 2019

Su Ta Gar – «Gau iluna amaitu da»

Ao vivo em Durango (Bizkaia), em 2009. [Acabou a noite escura (há-de acabar)]

domingo, 23 de dezembro de 2018

Forças israelitas matam 4 palestinianos na Faixa de Gaza

As tropas do exército de ocupação dispararam balas reais e balas de aço revestidas de borracha, bem como granadas de gás lacrimogéneo, contra os manifestantes que participaram na 39.ª sexta-feira consecutiva das mobilizações da Grande Marcha do Retorno, junto à vedação com que Israel cerca o território palestiniano, revelam a Ma'an e o Movimento pelos Direitos do Povo Palestino e a Paz no Médio Oriente (MPPM).

As mesmas fontes referem a existência de 47 manifestantes palestinianos feridos, incluindo quatro paramédicos e dois jornalistas. O MPPM precisa que, num dos acampamentos de protesto, uma ambulância foi atingida directamente por uma granada de gás lacrimogéneo, sufocando os paramédicos que se encontravam no seu interior. (Abril)

sexta-feira, 21 de dezembro de 2018

Migrantes e refugiados passam por «horrores inimagináveis» ao atravessar a Líbia

Entre os «horrores referidos», contam-se casos de execução extrajudicial, torturas, detenções arbitrárias, violações em grupo, escravidão e trabalho forçado, denunciam ambos os organismos das Nações Unidas, sublinhando que «o clima de anarquia» que se vive actualmente no país africano é «terreno fértil para as actividades ilícitas, como o tráfico de pessoas e o contrabando».

«Aqueles que conseguem chegar à costa e, no final, tentam empreender a perigosa travessia do Mediterrâneo são interceptados de forma crescente pela Guarda Costeira da Líbia (GCL), que os leva de volta para a Líbia, onde muitos são novamente submetidos ao esquema de abusos de que acabaram de escapar», alerta o relatório. (Abril)

domingo, 9 de dezembro de 2018

«Se manifiestan en Durango a favor de la amnistía»

[Tradução para castelhano do comunicado lido na manifestação] Durante los últimos meses hemos explicado por qué defendemos la amnistía, y el lema que hemos utilizado lo resumen de manera inmejorable: ¡Porque son gudaris! Defendemos la amnistía desde la cercanía hacia quien lucha, desde el respeto que se debe a quien ha dado lo mejor de su vida.

Pero la amnistía no es la simple liberación de lxs represaliadxs políticxs, sino un término que abarca la libertad de todo un pueblo. Del mismo modo que no podemos imaginar un pueblo libre lleno de personas oprimidas, tampoco podemos entender la libertad si no es como un derecho colectivo. La amnistía no es una apuesta que solo mira al pasado, ya que la consecución de la amnistía total, recogiendo esta en su seno las libertades nacional y social, mira sobre todo al futuro, porque es la única alternativa justa que puede asegurar que no vuelva a haber represaliadxs políticxs. / Ler texto na íntegra: amnistiAskatasuna [original em euskara]