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sexta-feira, 1 de março de 2019

«Cuba Internacionalista»

[De Jorge Cadima] A Revolução Cubana teve um profundo impacto mundial. A solidariedade internacionalista foi, desde a primeira hora, uma marca característica da Revolução, e uma das suas mais belas expressões. São bem conhecidas as brigadas médicas em muitos cantos do planeta.
Mas essa solidariedade expressou-se também nos campos de batalha e teve um papel fulcral na derrota dos planos imperialistas para impedir a independência de Angola e da Namíbia, e para derrotar o odioso regime racista do apartheid na África do Sul. (o militante)

sábado, 12 de janeiro de 2019

Israel abre a «Estrada do Apartheid» em Jerusalém

A Estrada 4370, que tem sido chamada «Estrada do Apartheid», é dividida ao meio por um muro alto, com cerca de oito metros de altura; o lado ocidental da rodovia serve os palestinianos, que não podem entrar em Jerusalém, e o lado oriental serve os colonos israelitas, informa a agência Ma'an, reportando-se à informação divulgada pelo jornal israelita Haaretz na sua edição de ontem.

A mesma fonte revela que a Margem Ocidental ocupada tem muitas estradas segregadas, mas esta é a primeira dividida por um muro em toda a sua extensão. (Abril)

sexta-feira, 4 de janeiro de 2019

«Cuba foi decisiva no fim do apartheid na África do Sul e na independência da Namíbia»

Solly Mapaila, membro do Partido Comunista da África do Sul Solly Mapaila, membro do Partido Comunista da África do Sul, conversou com a jornalista da Cubainformación TV Ane Lópes, quando da realização, em Novembro, de um encontro de forças comunistas, progressistas e ecologistas, em Bilbo. / Ver: cubainformacion.tv

sábado, 21 de julho de 2018

«O povo palestiniano continuará a ser soberano nesta terra»

Na sequência de um longo debate, o Knesset (Parlamento israelita) aprovou, esta quinta-feira, mais uma lei das várias que têm vindo a consolidar o apartheid e a conferir estatuto oficial à supremacia judaica sobre a população árabe no Estado de Israel e, também, nos territórios ocupados e cercados da Palestina.

Visando «garantir o carácter de Israel como Estado nacional dos judeus, para definir na Lei Fundamental os valores de Israel como Estado democrático judaico, no espírito dos princípios da Declaração de Independência», a lei declara que «Israel é a pátria histórica do povo judeu» e que só este tem o «direito exclusivo à autodeterminação», revela a PressTV.
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Fawzi Barhoum, porta-voz do Hamas, também chamou a atenção para o carácter «racista» da nova lei, que constitui «um ataque perigoso à nação palestiniana e ao seu direito histórico à sua terra».

Considerando que o «silêncio, a nível regional e internacional, sobre os crimes da ocupação israelita» deu mais força ao «regime de Telavive para aprovar uma lei "extremista" a seguir à outra», Barhoum salientou, no entanto, que «todas estas leis e resoluções não têm fundamento e acabarão por não alterar nada no terreno». «O povo palestiniano continuará a ser soberano nesta terra», frisou. (Abril)

quarta-feira, 18 de julho de 2018

«A 100 años del nacimiento de Nelson Mandela. ¿Por qué el capitalismo también reivindica su figura?»

[De Borroka Garaia] ¿Cómo fue posible que ante la muerte de Nelson Mandela, tanto el imperialismo, las fuerzas capitalistas, la socialdemocracia como la izquierda internacional lo despidieran con honores?. ¿Por qué a 100 años de su nacimiento vuelve a ocurrir ese reconocimiento? La respuesta a estas pregunta encierra las claves políticas del proceso vivido en Sudáfrica desde el apartheid hasta el día de hoy.
[…]
Desde hace mucho tiempo hay protestas en Sudáfrica y el papel de la ANC es suprimirlas e intentar calmar a la clase trabajadora. Si no es posible de una forma, con violencia.

Parece que esa violencia política contra los pobres se ha convertido en aceptable para gran parte de de esa minoritaria clase media negra en Sudáfrica junto a la blanca. El silencio mediático es prueba de ello.

El valle de las sombras
En sudáfrica quedó una revolución pendiente y por ello el capitalismo internacional respiró tranquilo.

«No hay camino fácil para la libertad en ningún lugar y muchos de nosotros tendremos que pasar por el valle de las sombras una y otra vez antes de llegar a la cima de la montaña de nuestros sueños.» Nelson Mandela (BorrokaGaraiaDa)