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sexta-feira, 1 de março de 2019

«Cuba Internacionalista»

[De Jorge Cadima] A Revolução Cubana teve um profundo impacto mundial. A solidariedade internacionalista foi, desde a primeira hora, uma marca característica da Revolução, e uma das suas mais belas expressões. São bem conhecidas as brigadas médicas em muitos cantos do planeta.
Mas essa solidariedade expressou-se também nos campos de batalha e teve um papel fulcral na derrota dos planos imperialistas para impedir a independência de Angola e da Namíbia, e para derrotar o odioso regime racista do apartheid na África do Sul. (o militante)

domingo, 17 de fevereiro de 2019

«Carta de Ho Chi Minh a Lyndon B. Johnson»

[De Ho Chi Minh] Vietnam se encuentra a miles de kilómetros de Estados Unidos. Los vietnamitas nunca han hecho ningún daño a EE.UU., pero EE.UU. ha intervenido de forma continuada en Vietnam
[…]
Los vietnamitas aman profundamente la independencia, la libertad y la paz. Pero se han levantado como un solo hombre ante la agresión de Estados Unidos, sin temor a los sacrificios ni a las penalidades. Están decididos a seguir resistiendo hasta conseguir la verdadera independencia, la libertad y la paz.
[…]
Los vietnamitas no se rendirán nunca ante la agresión, y no aceptarán conversaciones bajo la amenaza de las bombas. Nuestra causa es absolutamente justa. Sólo cabe esperar que el gobierno de Estados Unidos actúe de forma racional. (kaosenlared.org)

terça-feira, 5 de fevereiro de 2019

Ha muerto la última esclava sexual de los colonialistas japoneses

Las clases sociales, la lucha entre ellas y la historia que resulta de su evolución muestran un aspecto muy diferente de «la mujer» que tiene poco que ver con la caricatura del «feminismo» burgués y que silencia fenómenos como la esclavitud sexual de las mujeres coreanas bajo la dominación colonial japonesa.
[...]
Kim Bok-dong fue una de aquellas mujeres esclavizadas en los burdeles militares, no por «el hombre» sino por el colonialista japonés. Su servidumbre no empezó al nacer mujer sino al nacer el colonialismo en su país y, naturalmente, murió con él en 1945 gracias a una guerra que ganaron la URSS y los antifascistas de todo el mundo. (movimiento político de resistencia)

domingo, 27 de janeiro de 2019

«Haiti: a Revolução que mudou o mundo»

[De Messias Martins] Em janeiro comemoram-se os 228 anos da Revolução Haitiana, única revolução de escravizados que não só conseguiu pôr um fim à escravidão como também proclamou a independência, formando o primeiro estado negro fora da África.

Em toda a América escravagista rumores de uma revolução de escravos fazia os brancos ficarem com o famigerado «cu na mão», e o medo de uma haitinização se espalhava. Em 1845, para citar apenas um dos diversos exemplos no continente, era preso em Recife o ex-escravizado Agostinho Pereira do Nascimento, chamado pelos seus mais de 300 seguidores de Divino Mestre, com a acusação de ensinar negros e negras a ler e escrever. Em sua posse estava o ABC do Haiti, livro que contava em verso de A a Z a vitória dos revolucionários haitianos. Não há mais registros dele após ser detido pelas autoridades da época (PCB)

domingo, 20 de janeiro de 2019

Orchestra Baobab – «Cabral»

Tema do álbum Made in Dakar (2007).

Amílcar Cabral: Bafatá, 12/09/1924 - Conakry, 20/01/1973.
A 46 anos do assassinato, pelo fascismo português, do lutador anti-imperialista, anti-colonialista, patriota internacionalista e grande guerrilheiro, ver texto de Albano Nunes, «Amílcar Cabral» (Avante!, 2017).

sábado, 15 de dezembro de 2018

Néstor Kohan: «Marx: Dialéctica, história e colonialismos» [vídeo]

[Comunicação enviada ao congresso «Pensant l’emancipació avui», em Barcelona] ¿Cuál es la concepción de la dialéctica en Marx a la luz de los últimos textos y materiales, hasta ahora inéditos en castellano, publicados recién en el año 2018?

«Marx: Dialéctica, historia y colonialismos»¿Qué diferencia la filosofía universal de la historia, occidentalista, etno y eurocéntrica, determinista y teleológica, de la concepción materialista multilineal de la historia investigada y desarrollada por Marx? ¿Cómo leer EL CAPITAL de Marx desde esta concepción multilineal de la historia, focalizada en los pueblos rebeldes en lucha contra el sistema capitalista a escala mundial? ¿Por qué el anticolonialismo militante de Marx debe formar parte insustituible de los denominados (en la Academia) «estudios poscoloniales» y su epistemología «decolonial»? / Ver: amauta.lahaine.org

quarta-feira, 5 de dezembro de 2018

«Congo: eleições e mais ingerências»

[De Carlos Lopes Pereira] Os EUA e a UE veem a África com os olhos do colonialismo. As declarações da Comissária Federica Mogherini são um grosseiro exemplo de menosprezo e de tentativa de ingerência nas próximas eleições no Congo.
Enquanto não derrotarem o colonialismo na sua forma actual, não haverá futuro para os povos africanos. (Diário Liberdade)

sábado, 24 de novembro de 2018

«Crítica ao pensamento descolonial (III): Fanon, inimigo do essencialismo que defende a teoria descolonial»

[De Cristian Sima Guerra] Como vemos, o Fanon realmente existente é radicalmente diferente ao Fanon que defendem os descoloniais, pois nom só se opunha à defesa da negritude e do essencialismo identitário, como também nom recusa o «pensamento ocidental» (e muito menos a ciência!). Ainda mais, acha que afirmar que existe um pensamento africano ou um pensamento ocidental (isto é defendido polos descoloniais, e inclusive falam de «pensamento islámico») nom é mais que umha outra falsificaçom racista e colonialista, através da qual os colonialistas europeus racializam o pensamento. Por esta razom, Fanon reivindica a si próprio como inegavelmente universalista, pois julga que todos os seres humanos som partícipes e donos de todas as expressons culturais desenvolvidas pola sua gente: o conjunto da humanidade (Diário Liberdade)

sábado, 10 de novembro de 2018

«A perturbadora nostalgia da guerra»

[De José Goulão] O armistício que pôs fim a uma das maiores e mais cruéis chacinas mundiais está a ser celebrado na Europa, com epicentro em Paris, através de grandiosas paradas militares simbolizando, no fundo, a prontidão para voltar a fazer o mesmo.
[…]
A República de hoje foi incapaz de assinalar o armistício com um acto cívico de reflexão sobre a decisão de condenar milhares de portugueses a uma morte certa para irem matar concidadãos alemães sem saberem ao certo por quê. Desta maneira foram martirizados milhões de jovens de vários continentes, para ajuste de contas entre imperadores capitalistas com desavenças de dominação e de acesso, como sempre, aos lucros. (Abril)

terça-feira, 6 de novembro de 2018

«Crítica ao pensamento descolonial (II): O pensamento descolonial e a falsificaçom do marxismo»

[De Cristian Sima Guerra / traduçom do Diário Liberdade] Como vemos, é abertamente falso que Marx pensasse só em homes brancos e europeus na hora de pensar na emancipaçom. Além disso, foi crítico com o etnocentrismo alemám dos jovens hegelianos e, apesar das falsificaçons das suas reflexons sobre a Índia, foi um defensor da sua independência política e um autor profundamente anticolonial, como refletem as suas reflexons sobre a Índia, China ou Irlanda.

Outro tipo de etnocentrismo que os teóricos descoloniais assinalam ao marxismo consiste em que este considerava, segundo eles e elas, que todas as sociedades passavam polas mesmas etapas polas que tinha passado Europa Ocidental, embora a diferentes ritmos. Mas isto é matizável por várias razons. (Diário Liberdade)

«La España colonialista inventó los primeros campos de concentración en Cuba»

Cuando a finales del siglo XIX la lucha por la independencia arreció en Cuba, la administración colonial española respondió creando los primeros campos de concentración para recluir a la población civil y separarla del movimiento guerrillero (mambises).
[…]
Pero los campos de concentración terminaron en 1898. Lo malo es que Estados Unidos lo aprendió todo de ellos y de la salvaje represión española contra Cuba. Lo mismo hizo Francia, e incluso Churchill estuvo en Cuba tomando nota parea aplicarlo a las colonias británicas. (Movimiento Político de Resistencia)

domingo, 4 de novembro de 2018

«Una espléndida sorpresa: "Un día más con vida"»

[De Ángeles Maestro] Han estrenado una película extraordinaria: «Un día más con vida». Se basa en el libro del mismo título escrito por el comunista polaco y reportero Ryszard Kapuscinski.

Narra con una maestría difícil de igualar, mediante una inteligente combinación de animación y documental, los meses anteriores a la declaración de independencia de Angola en 1975.

Sin ninguna pretensión de equidistancia, la película expone mediante la figura del reportero y su relación con el MPLA en la primera línea de fuego, las incontestables razones de un pueblo que lucha por su soberanía y contra el imperialismo de EE.UU. y sus esbirros en la zona: UNITA y Sudáfrica.

La intervención de Cuba que se inicia por esas fechas1, determinante para la victoria del MPLA y para la correlación de fuerzas en todo el continente africano, aparece claramente definida con una intervención pública de Fidel Castro emblemática: «Cuba no busca en Angola, ni petróleo, ni diamantes. Cuba está llevando a cabo allí una tarea ineludible de solidaridad internacionalista».

Belleza, rigor histórico y calidad técnica, una fusión poco frecuente al servicio de la lucha anti-imperialista.

Una película absolutamente recomendable. (redroja.net)

terça-feira, 30 de outubro de 2018

«Crítica ao pensamento descolonial (I)»

[De Cristian Sima Guerra / traduçom do Diário Liberdade] Estes aspetos [da dominaçom colonial], vistos a priori, som críticas legítimas ao colonialismo. No entanto, no pensamento descolonial -e também nos estudos pós-coloniais- apresentam alguns problemas que merecem ser criticados. Pois os descoloniais, ao recusarem o eurocentrismo epistémico, também recusam aquelas propostas que, apesar de terem surgido parcial ou totalmente na Europa, tenhem validade universal.
[…]
a univeralizaçom ou mundializaçom do capitalismo consiste na penetraçom total e absoluta da lógica mercantil e da exploraçom a escala planetária, por muitas diferenças sociais, espirituais, culturais e políticas que puderem existir entre os diversos povos do mundo, às quais, de resto, o capitalismo costuma se adaptar com facilidade. De modo que, se a lógica da economia capitalista é já internacional, também som as categorias marxistas que analisam, descrevem e mostram a sua lógica de funcionamento (adaptadas sempre à «análise concreta da situaçom concreta»). (Diário Liberdade)

segunda-feira, 15 de outubro de 2018

Thomas Sankara: «...e naquele dia mataram a felicidade» (doc.)

Um documentário de Silvestro Montanaro, produzido pela Rai 3 (emissora pública italiana) em 2013. [Passam hoje 31 anos sobre o assassinato de Sankara, «o homem íntegro», herdeiro «das revoluções do mundo».]Um pequeno homem de pele negra desafiou os poderosos do mundo. Ele disse que a política fazia sentido somente se trabalhava para a felicidade dos povos. Ele afirmou, com o seu próprio exemplo pessoal, que a política era serviço, não poder ou enriquecimento pessoal.

Thomas Sankara (Yako, 21 de Dezembro de 1949-Ouagadougou, 15 de Outubro de 1987) foi um militar, revolucionário marxista, pan-africanista e líder político do Burkina Faso.

domingo, 14 de outubro de 2018

«Concluindo o debate com o descolonial César Caramês»

[De Maurício Castro] Por mais que citemos Malcolm X, os Black Panthers, Mandela e Angela Davis, nom alteraremos a história. Nengumha minoria oprimida dirigiu nem venceu, enquanto tal, umha revoluçom social. Nos nomes citados por César isto é evidente, se bem haveria que explicar a forte componente marxista de vários deles. Já no caso de Mandela, o CNA conseguiu tombar um regime institucionalmente racista, mas nom houvo revoluçom social na África do Sul. Até hoje continua a ser um país capitalista com graves problemas de desigualdade derivados dessa condiçom e dos privilégios económicos que continuam a favorecer a minoria branca, por constituir parte essencial da sua grande burguesia, junto a umha minoritária e crescente burguesia negra que também ascendeu para essa condiçom.

A aspiraçom dos povos africanos, asiáticos, latino-americanos… que se erguêrom contra o colonialismo e contra o capitalismo nunca foi realizar umha «revoluçom racial», mas umha revoluçom social em que a maioria trabalhadora derrotasse o colonialismo e/ou a dependência, impondo, mediante as luitas de classes, a igualdade real para além das raças. (galizalivre.com)

sábado, 13 de outubro de 2018

«12 de octubre, mucho que celebrar para la burguesía vasca»

[De Borroka Garaia] Han pasado siglos desde el "descubrimiento de América" y los pactos forales de la clase dominante vasca. Hoy la clase dominante española celebra la criminalidad. En América ya lograron su primera independencia y se sigue luchando frente al imperialismo y el capitalismo. En Euskal Herria no se alcanzará la independencia hasta que la clase trabajadora vasca deje atrás tanto al imperialismo español o francés como al autonomismo foralista que guarda los intereses de la clase dominante vasca. Por eso y por mucho más, seguirá la resistencia hasta acabar con los dos.

Ese reto no puede ser otro que vencer al bloque del capital en casa mediante la unificación de la clase trabajadora solo respondiendo a sus intereses. Siendo esto un paso clave para la independencia y para soltar riendas y dependencias hacia el imperialismo: La derrota de aquellos que llevan pactando siglos en nuestra tierra por interés burgués de clase. (BorrokaGaraiaDa)

terça-feira, 9 de outubro de 2018

Manifestação contra as forças de ocupação, dia 12 de Outubro em Iruñea

[Às 13h00 na Errekoletako plaza de Recoletas // Texto de MpA] El 12 de octubre, en España celebran el comienzo de la colonización y el genocidio que llevaron a cabo hace más de 500 años en el continente americano. El 12 de octubre de 1492 llegaron a aquellas tierras y durante cientos de años oprimieron e hicieron desaparecer sus culturas, sus idiomas y sus formas de vida.
[…]
El 12 de octubre es una fecha maldita para lxs vascxs. Ese día no tenemos nada que celebrar. Es más, tenemos miles de razones para denunciar el acoso al que nos someten.

Por ello, hacemos un llamamiento a manifestarse el 12 de octubre en Iruñea bajo el lema «Alde hemendik! Indar okupatzaileak kanpora!» Para alcanzar una paz duradera basada en la libertad será necesario que todxs lxs compañerxs que se implicaron en la lucha vuelvan a casa y que quienes vinieron a hacer la guerra se vayan. Utzi Euskal Herria bakean! Alde hemendik orain eta betiko! / Ver: amnistiAskatasuna 1 e 2

segunda-feira, 17 de setembro de 2018

«El comunista argelino Audin fue asesinado con un cuchillo para aparentar que lo mataron los árabes»

El ejército tenía, pues, plenos poderes e hizo uso de ellos de la manera esperada para tratar de impedir los inevitable: la descolonización y la independencia de Argelia. Envió 250.000 soldados más y el recurso a la tortura se hizo habitual.

Queda el crimen del que fue víctima Maurice Audin, los nombres de sus instigadores y ejecutores. Ciertamente, ya no están en este mundo, dicen algunos franceses, pero ¿debemos seguir considerándolos héroes, como el general Massu?

Maurice Audin había sido asesinado con «plena y completa cobertura del poder político», confesó el general Aussaresses antes de morir, en 2013. Basándose en este testimonio y en el de uno de sus suboficiales, se sabe que el general Massu ordenó a sus hombres ejecutar a Audin. Fue llevado a las cercanías de Argel, donde fue apuñalado y enterrado.

Una grabación en France Info de la confesión del general Aussaresses en su lecho de muerte confirma su participación en el asesinato, que se llevó a cabo «con un cuchillo, para hacer creer a la gente que los árabes son los responsables». / Ver: Movimiento Político de Resistencia

segunda-feira, 3 de setembro de 2018

«Ho Chi Minh, simiente de vida»

[De Bertha Mojena Milián] De Ho Chi Minh y de la larga historia de lucha del pueblo vietnamita habrá que hablar siempre en presente, o mejor, en futuro, como estandartes de lucha que siguen marcando la vida de millones en el mundo, siguen siendo luz y fortaleza (Granma)

domingo, 2 de setembro de 2018

«John McCain: de falso herói a criminoso de guerras em série»

[De Nazanín Armanian] Os elogios fúnebres ao falecido senador norte-americano John McCain (incluindo um surpreendente elogio do governo vietnamita) prosseguem na morte o que já fora feito em vida: a mitificação de um «herói» que nada teve de heróico, e a glorificação de belicista insaciável, pessoalmente associado a todos os crimes e agressões imperialistas do seu tempo. (odiario.info)