Mostrar mensagens com a etiqueta desemprego. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta desemprego. Mostrar todas as mensagens

quarta-feira, 20 de fevereiro de 2019

«Erradicar a precariedade, aumentar os salários e a protecção no desemprego»

[De CGTP-IN] Além de constituir a primeira causa de desemprego, motivando mais de 40% das inscrições nos centros de emprego ao longo do ano, a precariedade é um dos instrumentos que o patronato usa para aumentar a exploração dos trabalhares nomeadamente para pagar salários mais baixos. Os trabalhadores com vínculos precários recebem, em média, salários 20% a 40% inferiores aos trabalhadores com contratos sem termo
[…]
Num momento em que o Governo do PS quer agravar a legislação laboral, fragilizando ainda mais o combate à precariedade, é urgente responder com intervenção e acção afirmando o princípio que nos move nesta luta: a um posto de trabalho permanente tem de corresponder um vínculo de trabalho efectivo! (Diário Liberdade)

quinta-feira, 14 de fevereiro de 2019

Milhares contra a fome e os tarifazos: «nos bairros não se aguenta mais»

Segundo as organizações promotoras, 200 mil pessoas participaram em Buenos Aires e um milhão em toda a Argentina na jornada de luta contra a «fome e os tarifazos», exigindo «pão, casa e trabalho».

«A fome voltou aos bairros. É a pior crise desde 2001», disse Daniel Menéndez, da organização Bairros de Pé, na maior de todas as manifestações que esta quarta-feira tiveram lugar por toda a Argentina. Em Buenos Aires, onde muitos milhares de manifestantes se concentraram em frente ao Ministério do Desenvolvimento Social, exigiu-se uma resposta imediata do governo para a gravidade do «problema alimentar». Dina Sánchez, da Frente Darío Santillán, sublinhou que «nos bairros a situação não se aguenta mais». (Abril)

terça-feira, 5 de fevereiro de 2019

Seis em cada 10 desempregados no País Basco Sul são mulheres

De acordo com os dados oficiais, em Janeiro havia 154 329 pessoas em situação de desemprego em Hego Euskal Herria. Dos contratos assinados nesse mês, 91,4% foram temporários, denuncia o sindicato ELA, sublinhando que desemprego e precariedade estão directamente ligados.

No País Basco Sul, em Janeiro havia mais 1813 desempregados (oficialmente registados) que no mês anterior, refere o ELA numa nota, em que acrescenta que as mulheres – 48% da população activa – representam 57,3% da população desempregada registada (88 502).

Apesar de o desemprego ter diminuído por comparação com igual período do ano anterior (menos 10 654 pessoas), o ELA sublinha que, no País Basco Sul, a taxa de desemprego continua muito acima da média europeia: 11,5%, 4,9 pontos superior à média da UE-28 (6,6%), sendo que apenas o Estado espanhol e a Grécia têm taxas mais elevadas.

«A situação de quem está desempregado é de precariedade total», afirma o sindicato, explicando que «59,5% das pessoas inscritas como desempregadas não receberam qualquer tipo de prestação por desemprego no mês anterior (90 771 pessoas)». Quando os desempregados são de origem estrangeira, a situação ainda é pior, sendo que 76,7% não recebem qualquer prestação de desemprego. / Ver: ela.eus

quinta-feira, 17 de janeiro de 2019

Pobreza extrema aumenta na América Latina

Cerca de 62 milhões de latino-americanos (10,2% da população) viviam em pobreza extrema em 2017, revelou esta terça-feira a Comissão Económica para a América Latina e as Caraíbas, em Santiago do Chile.

Em conferência de imprensa, Alicia Bárcena disse que, em 2017, 184 milhões de pessoas viviam em situação de pobreza (30,2% da população da região), acrescentando que a expectativa da CEPAL é de que, em 2018, esse número seja reduzido em dois milhões. No entanto, o organismo regional da ONU estima que, nesse ano, o número de indivíduos a viver em pobreza extrema tenha aumentado um milhão, passando para 63 milhões. (Abril)

quarta-feira, 9 de janeiro de 2019

Milhões aderem a greve geral «histórica» na Índia

A greve geral agendada para ontem e hoje em toda a Índia é o 18.º protesto de dimensão nacional contra as políticas económicas do governo liderado pelo primeiro-ministro, Narendra Modi.

Convocado por dez estruturas sindicais, o protesto contou, no primeiro dia, com a participação de 200 milhões de trabalhadores de vários sectores, segundo revelou em comunicado o Centro de Sindicatos Indianos (CITU, na sigla em inglês). (Abril)

segunda-feira, 12 de novembro de 2018

«Ezkerraldean bizi eta lan»: contra o desemprego, a precariedade e a pobreza na Margem Esquerda

Diversas organizações sociais e sindicatos, preocupadas com a «desindustrialização feroz em prol do sector dos serviços» na comarca biscainha de Ezkerraldea, agendaram para amanhã, 13, às 1h00, nas ruínas da fábrica Babcock & Wilcox, em Sestao, uma concentração e conferência de imprensa.

Num comunicado, os organismos sociais e sindicais afirmam que Ezkerraldea assiste há décadas ao desmantelamento industrial do território, um tema que ganhou actualidade com a possibilidade de encerramento dos estaleiros de La Naval.

Os promotores da iniciativa «Viver e trabalhar em Ezkerraldea» dizem que não é por acaso que a concentração foi convocada para as instalações da multinacional Babcock & Wilcox, hoje em ruínas, e onde as autoridades pretendem instalar um centro da empresa do retalho Amazon.

Trata-se, em seu entender, de uma imagem clara do futuro que alguns desejam para a Margem Esquerda, falando de «recuperação económica», quando o que se vive e vê nas terras e nos bairros da comarca é «cada vez mais desemprego, precariedade, pobreza e exclusão social».

«O desaparecimento da indústria» tem levado «à destruição de postos de trabalho “com condições minimamente dignas”» e à sua substituição por emprego sem qualidade, precário, onde imperam as jornadas a tempo parcial e os baixos salários, nos sectores do comércio, da comunicação e do ócio, sublinham.

Convocam a iniciativa os sindicatos ELA, LAB, ESK, STEILAS, CGT e CNT, e os organismos sociais Berri-Otxoak, Centro Asesor de la Mujer, Argitan, Oficina de Derechos Sociales de Portugalete e Punto de Información sobre RGI de Santurtzi. / Ver: cgt-lkn.org

quarta-feira, 10 de outubro de 2018

Manifestações por toda a França contra políticas sociais de Macron

Cerca de 300 mil pessoas mobilizaram-se esta terça-feira contra a política do executivo de Emmanuel Macron, que faz «explodir as desigualdades» e conduz à «ruptura dos direitos colectivos».

Num comunicado de apelo à participação nas mobilizações, emitido dia 8, a CGT sublinha que as políticas anunciadas recentemente pelo governo de Macron em áreas como Segurança Social, Saúde, Educação, reformas, formação e protecção social no desemprego se inserem na «lógica de individualismo que se tenta impor», atacando a «solidariedade e a justiça social», e «debilitando os mais frágeis, os mais precários, os mais pobres».

Face a uma política de «austeridade implacável», guiada pela «diminuição obsessiva da despesa pública» e que favorece a banca e os dividendos, a CGT apela à defesa dos serviços públicos e à implementação de uma «política de distribuição da riqueza» que permita aumentar os salários, as pensões e as despesas sociais. (Abril)

sábado, 8 de setembro de 2018

«Sim, Fernanda Câncio, defenderemos sempre o direito à habitação – para todos»

[De Lúcia Gomes] E é por ter consciência do meu privilégio, que antes de mais é um direito, que defendo intransigentemente que todos devem ter acesso a uma habitação digna, tal como prevê a Constituição: contra bancos, municípios, privados que fazem de um artigo constitucional uma conta bancária com dezenas de zeros enquanto o mercado dita a subida indecente das rendas negando as condições mais básicas a milhares de pessoas.
[…]
E o que pergunto é isto: como é que alguém compara o direito à habitação com o ir a um restaurante e sair sem pagar? Foi a isto que se reduziu o humanismo e o racional? Como é possível não entender que estas pessoas têm tanto direito como eu, como a Fernanda Câncio, a viver sem ratos, a viver com electricidade, a não ser despejadas porque a selvática lei das rendas e a especulação imobiliária mataram o direito à habitação? (manifesto74)

terça-feira, 4 de setembro de 2018

Desemprego aumenta no País Basco Sul e atinge 156 270 pessoas

De acordo com os dados publicados pelo Serviço Público de Emprego, no final de Agosto havia 156 270 desempregados registados em Hego Euskal Herria, 90 655 dos quais são mulheres (58%). Em relação ao mês anterior, há mais 2644 pessoas desempregadas.

Nas notas hoje divulgadas pelos sindicatos LAB e ELA, sublinha-se que, actualmente, quem acede a um emprego fá-lo em cada vez piores condições laborais: 91,8% dos contratos realizados em 2018 foram temporários e 51,2% dos contratos temporários celebrados até Julho foram inferiores a um mês.

Em Agosto os contratos temporários chegaram a 93%. Quase sete em cada dez contratos a tempo parcial recaem sobre as mulheres.

A taxa de desemprego é quase o dobro da registada na União Europeia. Em Hego Euskal Herria é de 12,8%, seis pontos mais que a média da UE-28 (6,8%). Só o Estado espanhol e a Grécia têm uma taxa de desemprego mais elevada.

Para além da questão do aumento do desemprego (registado) e do aumento do emprego precário e mal pago, os números da Segurança Social revelam a perda de 13 661 postos de trabalho no conjunto dos quatro territórios (Araba, Bizkaia, Gipuzkoa e Nafarroa).

Das pessoas inscritas nos centros de emprego, 57,4% não receberam qualquer tipo de prestação por desemprego no mês anterior (88 144) e apenas 28,2% receberam o subsídio de desemprego. / Ver: LAB e ELA

sexta-feira, 3 de agosto de 2018

Aumenta o desemprego e agrava-se a situação dos desempregados no País Basco Sul

Numa nota, o sindicato ELA considera os dados oficiais sobre o desemprego relativos ao mês de Julho «muito negativos», na medida em que evidenciam o «aumento das pessoas que em Hego Euskal Herria querem trabalhar e não podem».

Relativamente ao mês de Junho, há mais 1087 desempregados no País Basco Sul. Ou seja, o número total de desempregados registados é de 153 626.

Para o ELA, esta situação é «inaceitável»: «só o Estado espanhol e a Grécia têm uma taxa mais elevada na UE-28», afirma. Para além disso, a situação de quem está desempregado é «cada vez pior»: em cada dez pessoas, mais de seis não receberam qualquer tipo de prestação por desemprego no mês anterior, salienta o sindicato basco.

Outra situação marcante no actual contexto laboral é o aumento da precariedade: «quem acede a um emprego fá-lo em condições cada vez piores», denuncia o ELA, precisando que, durante o primeiro semestre deste ano, 91,4% dos contratos realizados foram temporários. / Ver: ELA / Ver tb.: LAB

terça-feira, 31 de julho de 2018

«#thisislisbon»

[De Lúcia Gomes] Isto é Lisboa. Predadora, vendida ao capital estrangeiro, submissa ao dinheiro, com cartazes a valorizar esta nova cidade que cospe os seus habitantes e se transforma em condomínio de luxo.
[…]
Tardam as soluções embora estejam à vista: -fim dos vistos gold; -revisão do regime dos estrangeiros não residentes (que compram cá para não pagarem impostos...); -revogação da Lei Cristas; -Duração mínima de, pelo menos, 5 anos para os contratos de arrendamento para habitação própria e permanente; -impossibilidade de alteração de licença de habitação própria e permanente para alojamento local; -quotas de alojamento local e de arrendamento para famílias com baixos rendimentos; -expropriação da banca e das financeiras do património imobiliário para atribuição a famílias com carência de habitação; -limite ao aumento de rendas.

Mas nada será possível sem a organização e luta necessárias. Contra a política da Câmara Municipal de Lisboa e de todos os municípios que violam o direito à habitação. Contra a política do Governo que permite que haja tanta gente sem casa ou em condições sub-humanas. Basta. E nós somos mais. (manifesto74)

sábado, 23 de junho de 2018

«El Gobierno de Syriza sigue privatizando para cumplir con los acreedores»

El Fondo de Privatizaciones Griego (HRADF) prevé alcanzar este 2018 el objetivo de ingresos acordado entre el Gobierno y las instituciones acreedoras fijado en 2017, que se traduce en dos mil millones de euros (2.3 millones dólares). De concretarse esta meta será la primera vez, desde su creación en 2011, que el fondo logra su objetivo fiscal anual. Eso sí a costa de echar a sufrir al pueblo.
[...]
Los objetivos se logran a cambio de las ventas, recortes y privatizaciones establecidas por el HRADF, que a principios de año inició la venta del cinco por ciento del capital de la compañía de telecomunicaciones OTE, por 284 millones de euros (329 millones de dólares), así como el 67 por ciento del capital de la Autoridad Portuaria de Salónica (THPA), por 231.9 millones de euros (267.6 millones de dólares). (insurgente.org)

Ver tb.: «Germany makes €3 billion from Greece's financial crisis» (RT)

quarta-feira, 23 de maio de 2018

«O Brasil capitalista afunda no desemprego, na miséria e na violência»

[Ney Nunes] A mídia burguesa tenta de todas as formas «tapar o sol com a peneira», mas a dura realidade vai se impondo aos olhos de todos, pelo menos daqueles que não perderam a capacidade de, minimamente, entender o que se passa a sua volta.

As informações divulgadas pelo IBGE na semana passada sobre os 27 milhões de desempregados e subempregados, assim como dados sobre o crescimento da inadimplência, do aumento do número de imóveis (residenciais e comerciais) desocupados, apenas confirmam a gravidade da situação em que vive a maioria do povo trabalhador. (Diário Liberdade)

terça-feira, 13 de fevereiro de 2018

«A reestruturação violenta do mercado de trabalho em Portugal»

[De Eugénio Rosa] Embora possa ter passada despercebida a sua dimensão, o certo é que no nosso país, com a crise e com a «troika», se registou uma reestruturação violenta e rápida do mercado de trabalho, que determinou a expulsão maciça de trabalhadores com o ensino básico, em escala muito superior ao emprego destruído. Associado a isso aumentou a proletarização e a precariedade, e os baixos salários tornaram-se cada vez mais dominantes. (odiario.info)

quinta-feira, 26 de outubro de 2017

Aumenta desemprego em EH e «inactividade» entre as mulheres

Numa nota, o sindicato LAB destaca o aumento da taxa de desemprego no País Basco Sul, que se situa nos 11,3 no terceiro trimestre do ano. Salienta também o grande aumento do número de mulheres – 17 600 – que, num ano, passaram a engordar as listas das mal chamadas «inactivas», forçadas a trabalhar no âmbito doméstico, sem auferir remuneração, sem direitos laborais e possibilidade de aceder a prestações. Alerta ainda para o aumento do risco de pobreza em Euskal Herria. / Ler nota: LAB