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terça-feira, 12 de março de 2019

Trabalhadores do DIA em greve por tempo indeterminado contra despedimentos

Os trabalhadores dos supermercados DIA na Bizkaia e em Gipuzkoa iniciaram esta segunda-feira, dia 11, uma greve por tempo tempo indeterminado em defesa dos postos de trabalho e para denunciar o despedimento colectivo anunciado pela empresa, que envolve cerca de 2000 trabalhadores no Estado espanhol, 81 dos quais no País Basco Sul.

De acordo com o sindicato LAB e o diário Berria, a empresa poderá despedir 61 trabalhadores de lojas na Bizkaia, dez de lojas em Gipuzkoa e outros dez de lojas em Nafarroa. Em protesto contra o despedimento colectivo anunciado, os trabalhadores em greve realizaram ontem uma manifestação em Bilbo, entre o centro de formação do DIA em Sarriko e a loja da empresa na Poza Lizentziatuaren kalea.

No início da greve por tempo indeterminado, convocada pelos sindicatos ELA e LAB, os trabalhadores pediram aos clientes que «se solidarizem com eles» e «não façam compras nestes dias» na cadeia do DIA.

O LAB afirma que esta semana terá grande importância para o futuro dos trabalhadores. No dia 20 deste mês está prevista a realização de uma junta de accionistas, que deverá ser também a data limite para a negociação e para o próprio futuro da empresa.

Apesar da dureza do conflito, que se arrasta, o LAB destaca a firmeza e responsabilidade das trabalhadoras, que, depois do plenário realizado na manhã de ontem, orrg
anizaram piquetes de greve. / Ver: lab.eus e ecuadoretxea.org

quinta-feira, 28 de fevereiro de 2019

Trabalhadoras dos Supermercados DIA% em greve contra exploração, precariedade e despedimentos

Perante a ameaça de despedimento colectivo anunciado pelos supermercados DIA% e TWINS, os sindicatos ELA e LAB deram início a novas jornadas de luta, que incluem greves nos dias 27 e 28 de Fevereiro e 5 de Março. A partir de 11 de Março, a greve é por tempo indeterminado.

Os sindicatos revelam que, na semana passada, ficaram a par da intenção da empresa GRUPO DIA e TWINS de proceder ao despedimento colectivo de 2100 trabalhadores em todo o Estado espanhol.

ELA e LAB rejeitam frontalmente esta «sangria laboral», que destruirá milhares de postos de trabalho, centenas dos quais em Euskal Herria. Acrescentam que foi «a empresa que, com a sua política, conduziu a esta situação».

«Pelo seu interesse mercantil e internacional, brinca com os direitos dos trabalhadores. Quando não ganha, são novamente os trabalhadores a sofrer as consequências. Mas até aqui!», afirmam.

Assim, declaram que não vão «admitir nenhum despedimento». / Ver: Ecuador Etxea

terça-feira, 22 de janeiro de 2019

«Acuerdo en Huerta de Peralta: un gran paso frente a la precariedad»

[De LAB Sindikatua] Cuando se cumplen 28 días de huelga indefinida, la asamblea de trabajadores en huelga de Huerta de Peralta ha avalado hoy el acuerdo alcanzado entre el sindicato LAB y la dirección de la empresa que pone fin al conflicto y abre una nueva etapa. Este acuerdo supone la desconvocatoria de la huelga indefinida, así como las demás acciones de presión respecto a la empresa; se mantiene, eso sí, la movilización del día 26 de enero en Iruñea, puesto que se entiende que la lucha contra la precariedad, tanto en el campo como en la ciudad, continúa.

El acuerdo de Huerta de Peralta recoge las principales reivindicaciones de la plantilla: retirada de las sanciones y readmisión de los trabajadores despedidos; pago de la deuda generada por incumplimiento del convenio; y apertura de la negociación para un pacto de empresa. / Ler nota do LAB aqui

segunda-feira, 14 de janeiro de 2019

«La situación de La Naval y la complicidad del PNV y PSOE»

[De Sugarra] El 12 de enero* ha tenido lugar la resolución del ERE que afecta a la plantilla del astillero de La Naval de Sestao y que podrá suponer el despido de la totalidad de la misma. (*El periodo de consultas del ERE de extinción de La Naval de Sestao se ha prolongado hasta el 16 de enero.)

Desde hace varios meses, los trabajadores de esta factoría han llevado a cabo numerosas movilizaciones contra este plan que va a suponer la liquidación de la empresa y la pérdida de unos 180 empleos directos y que pone en peligro cerca de otros 4.000 más, que son los puestos de trabajo indirectos (inducidos), la mayoría de ellos en pequeños talleres de Ezkerraldea.

Esta es una comarca que ya se ha visto gravemente afectada como consecuencia de la crisis (1973-1990) y la reconversión (desmantelamiento) industrial que tuvo lugar durante la década de los ochenta del siglo pasado, como consecuencia de dicha crisis así como por las exigencias de la CEE (organismo en el que el Estado español ingresó en 1986) y que se realizó fundamentalmente por parte de gobiernos del PSOE, durante la presidencia de Felipe González (1982-1996). (BorrokaGaraiaDa)

segunda-feira, 7 de janeiro de 2019

Apoio popular em Iruñea aos trabalhadores da Huerta de Peralta em greve

Realizou-se hoje em Iruñea uma grande manifestação de apoio aos trabalhadores da Huerta de Peralta que iniciaram, dia 26 de Dezembro, uma greve por tempo indeterminado. A mobilização, que juntou cerca de 2000 pessoas, reivindicou uma solução para este conflito e condições laborais «dignas» para o sector agrícola navarro.

De acordo com Imanol Karrera, porta-voz do LAB, a luta na Huerta de Peralta é «exemplar», «pois são trabalhadores migrantes que vieram à procura de uma vida melhor e encontraram miséria e exploração nos campos navarros».

Karrera denunciou que a empresa, com cerca de 140 trabalhadores, rejeitou «de forma irresponsável» o «acordo» proposto pelo sindicato LAB (que representa dois terços dos trabalhadores), prologando o conflito, apesar de dizer que atravessa uma situação «difícil».

Lembrou ainda que os tribunais já declararam como «injustificados» dois dos despedimentos realizados pela Huerta de Peralta e que «um juiz disse que a empresa deve 440 000 euros aos trabalhadores».

«Gran apoyo popular en Iruñea a la huelga en Huerta de Peralta»Ver: ahotsa.info

terça-feira, 1 de janeiro de 2019

Administração da Huertas de Peralta aceitou reunir-se com trabalhadores em greve

A administração da Huertas de Peraltas aceitou reunir-se amanhã, dia 2, com os representantes dos trabalhadores em greve, revelou ontem o sindicato LAB. A Federação Sindical Mundial solidarizou-se com os trabalhadores em luta e condenou a «repressão policial e patronal».

O LAB afirma que amanhã será apresentada à empresa uma proposta e que, se não houver acordo, os trabalhadores da Huertas de Peralta (Azkoien, Nafarroa) darão sequência à greve por tempo indeterminado que iniciaram no dia 26 de Dezembro, para exigir a reintegração de quatro trabalhadores despedidos.

Nesse dia, o LAB referiu que um piquete esteve na estrada de acesso à entrada principal da fábrica, para informar os trabalhadores sobre a greve e falar com os camionistas que entravam, e que, apesar de ter passado quem queria, a Polícia Foral carregou quatro vezes sobre os grevistas de forma violenta, provocando ferimentos nalguns deles.

O LAB denunciou de forma veemente a actuação policial. Também a Federação Sindical Mundial, numa nota ontem divulgada, manifestou profundo repúdio pela «repressão policial e patronal», e expressou a solidariedade da Federação para com os trabalhadores em luta.

Ver tb.: «Cargas policiais não evitam grande adesão à greve na Huertas de Peralta» (aseh)

quarta-feira, 26 de dezembro de 2018

Cargas policiais não evitam grande adesão à greve na Huertas de Peralta

Os trabalhadores da Huertas de Peralta (Azkoien, Nafarroa) iniciaram hoje uma greve por tempo indeterminado, para exigir a reintegração de quatro trabalhadores despedidos. O sindicato LAB denuncia a atitude da Polícia Foral, que, na parte da manhã, carregou quatro vezes contra o piquete de greve à entrada da porta principal da empresa.

De acordo com uma nota de imprensa do LAB, a adesão foi massiva entre os trabalhadores do campo e ligeiramente inferior na fábrica de tratamento e embalagem. O sindicato acrescenta que, de manhã, um piquete esteve na estrada de acesso à entrada principal da fábrica, para informar os trabalhadores sobre a greve e falar com os camionistas que entravam.

Apesar de ter passado quem queria, a Polícia Foral carregou pelo menos quatro vezes sobre os grevistas de forma violenta, provocando ferimentos nalguns deles, revela o sindicato. Acrescenta que continua disposto a dialogar, tendo em vista a reintegração dos trabalhadores despedidos, pese embora a atitude repressiva da Polícia e da empresa. Para amanhã, estão convocadas uma manifestação e uma concentração em Iruñea.

Greve e cargas na Huerta de Peralta [ahotsa.info]Ver: @LABnafarroa

sexta-feira, 19 de outubro de 2018

Justiça decreta reintegração imediata de 133 trabalhadores da Télam

Com a decisão judicial relativa a estes 133 trabalhadores, ontem conhecida, já são mais de 260 funcionários da agência noticiosa argentina, despedidos pelo responsável do Sistema Federal de Meios de Comunicação Públicos, Hernán Lombardi, a obterem decisões favoráveis em tribunal e que confirmam a ilegalidade da medida tomada pelo governo.

Sublinhando a importância das sentenças sucessivas a favor dos trabalhadores, que, independentemente do tempo que levem a ser implementadas, garantem o «objectivo da reintegração e do pagamento dos salários em falta» desde o final de Junho, o delegado sindical frisou que, em última instância o Poder Judicial não resolve o conflito.

O tribunal «pode anular despedimentos» e claro que «a acumulação de sentenças obriga o Estado a retomar o diálogo», mas, «no que respeita ao modelo de agência e à concepção de meios públicos», a questão é «política», disse. (Abril)

sexta-feira, 28 de setembro de 2018

O LAB exige a reintegração dos 25 trabalhadores despedidos na FIASA

O sindicato LAB denuncia o despedimento de 25 trabalhadores com vínculos precários na FIASA, empresa localizada em Langraitz Oka (Araba). O argumento usado foi a diminuição do volume de trabalho devido à problemática dos motores diesel.

O LAB sublinha que estes 25 trabalhadores - alguns dos quais a trabalhar na FIASA contratados por empresas de trabalho temporário (ETT) durante mais de dois anos seguidos - deviam estar integrados nos quadros da FIASA, uma vez que desempenhavam funções permanentes e a um posto de trabalho permanente deve corresponder um vínculo fixo.

Os trabalhadores foram despedidos na véspera através de uma mensagem telefónica da ETT, sem receberem qualquer explicação para os despedimentos da parte da ETT ou da FIASA, denuncia o sindicato.

«Mais uma vez, o patronato utiliza como desculpa a conjuntura para destruir emprego, precarizar as condições de trabalho e fazer alastrar a incerteza e o medo entre os trabalhadores», lê-se na nota do LAB.

Neste sentido, o LAB exige a imediata reintegração dos trabalhadores despedidos na FIASA, e com vínculos permanentes, mais ainda quando empresas abastecidas pela FIASA estão a trabalhar a todo o gás. / Ver: LAB

sábado, 22 de setembro de 2018

LAB promove concentrações contra despedimento na Aludium de Zornotza

Um trabalhador foi despedido na multinacional do alumínio Atlas-Aludium, em Zornotza (Bizkaia). Colegas e delegados sindicais deram ontem início a um conjunto de mobilizações para exigir a reintegração do trabalhador.

Numa curta nota, divulgada via Twitter pela secção do sindicato LAB na comarca biscainha de Durangaldea, não são concretizadas as circunstâncias em que ocorreu o despedimento.

O LAB explica que a mobilização de ontem, dia 21, frente aos escritórios da empresa em Zornotza (Bizkaia) foi a primeira de várias que os delegados sindicais vão levar a cabo ao longo desta semana para denunciar o despedimento do colega e exigir a sua reintegração no posto de trabalho.

Na mobiliação desta sexta-feira, os trabalhadores mostravam uma faixa em que se lia «Não aos despedimentos. Atlas-Aludium culpados». As concentrações terão lugar diariamente entre as 9h00 da manhã e o meio-dia,

Recentemente, representantes da Atlas-Aludium afirmaram que prevêem duplicar a sua capacidade de fundição nas instalações que a empresa possui em Zornotza (Bizkaia, EH) e Alicante (Comunidade Valenciana, Países Catalães). / Via @LABDurangaldea

quinta-feira, 19 de julho de 2018

«Sobrepopulação», disse Macri sobre os trabalhadores despedidos na Télam

Se, no interior da residência oficial, Macri fez a defesa da administração da Télam, de Lombardi e da política de «modernização do Estado», no lado de fora, enfrentando a chuva gelada, os trabalhadores despedidos continuaram a manifestar-se em defesa da reintegração, fazendo rufar os tambores e gritando palavras de ordem como «Aí falta a Télam» (em alusão à falta de jornalistas da agência dentro Quinta dos Olivos) e mostrando cartazes em que se lia «Se silenciam a Télam, silenciam todos» ou «Não aos despedimentos», revela a Prensa Latina.

De acordo com um relatório publicado pela Centro de Economia Política Argentina (CEPA), no primeiro semestre de 2018 o país austral registou uma média de despedimentos mensais superior 4300 trabalhadores, mais 17% que em igual período do ano passado. (Abril)

quarta-feira, 2 de maio de 2018

«Trabalhadores argentinos nas ruas contra as políticas de Macri»

No Dia do Trabalhador, realizam-se pelo menos cinco mobilizações diversas na capital da Argentina, convocadas por diferentes organizações sindicais e sociais. A maior, em que terão participado cerca de 150 mil trabalhadores, foi promovida pela Corrente Classista e Combativa (CCC), a Bairros de Pé e a Confederação dos Trabalhadores da Economia Popular (CTEP).

No acto final, que decorreu junto ao Monumento aos Trabalhadores, representantes destas organizações vincaram a importância da unidade, «para fazer frente ao que aí vem», e sublinharam que o 1.º Maio é «um dia de luta para denunciar a política de Macri, que cada vez mais desemprego e mais fome gera, por mais que nos tentem fazer crer que estamos no caminho da felicidade», indica o Resumen Latinoamericano. (Abril)

domingo, 8 de abril de 2018

«Ulacia y cía (Grupo Tubos Reunidos): prepotencia y chulería»

[De Juanjo Basterra] El Grupo Tubos Reunidos ha ganado 214 millones entre 2007 y 2014 y los accionistas se han repartido 244 millones y, por otro lado, la actividad del Grupo Tubos Reunidos arrojó un beneficio de 11,8 millones (EBITDA).

Ulacia metió miedo, no solo en la planta de Trapagaran, sino en Amurrio. Pero empezó por Ezkerraldea, aunque es la continuación de esa reconversión industrial que se prolonga desde la década de los años ochenta y noventa del pasado siglo. Sin embargo, los trabajadores han plantado cara a vendeobreros y saneaempresas a costa de su futuro, del pan de sus hijos, porque Guillermo Ulacia cobra en un año lo que un trabajador tarda en diez años conseguir. (BorrokaGaraiaDa via elperiodistacanalla.net)

sexta-feira, 9 de março de 2018

O ELA recusa-se a assinar o plano de despedimentos da Siemens Gamesa

Os delegados sindicais do ELA na Siemens Gamesa recusaram-se a assinar o plano de saídas voluntárias e pré-reformas posto em marcha pela empresa, afirmando que esta se recusou a garantir o emprego.

Numa nota, o sindicato basco afirma que enfrentou este processo de modo que as saídas ocorressem nas melhores condições e sempre de forma voluntária, mas, sobretudo, procurando garantir um futuro para os trabalhadores que continua na multinacional alemã.

O ELA afirma que, pese embora 222 trabalhadores terem aderido ao plano de saídas voluntárias, a administração da Siemens Gamesa «não cumpriu a sua palavra e foi incapaz de oferecer as garantias de emprego prometidas».

O sindicato, que sempre questionou a necessidade de efectuar ajustes e procurou que todos os trabalhadores de Nafarroa e da CAB tivessem condições semelhantes às dos seus colegas alemães e franceses, afirma ter pretendido obter, da parte da empresa, um acordo para os próximos três anos em que ficasse garantido o emprego, sem mais despedimentos.

O acordo não aconteceu, mas o ELA valoriza a luta dos trabalhadores da Siemens Gamesa, a sua «resposta veemente e massiva», que levou a empresa a retirar, em Novembro último, o plano de ajuste que contemplava o despedimento de 150 funcionários em Nafarroa e na CAB.

Foi «a organização e determinação dos trabalhadores da Gamesa que forçou a empresa a negociar um plano de saídas voluntárias e de pré-reformas», sublinha o sindicato. Em sentido oposto, os delegados do ELA criticam a empresa pela sua «deslealdade», por «não ter cumprido a sua palavra». / Ver: ela.eus