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terça-feira, 1 de janeiro de 2019

«Crítica e crítica – Acerca do "nacionalismo do PIB"»

[De Prabhat Patnaik] Portanto, ironicamente, enfatizar o crescimento do PIB, ostensivamente para promover o interesse do povo com a criação de maiores oportunidades de emprego, serve para deslegitimar todas as lutas populares e legitimar ao invés toda espécie de concessões que estão a ser oferecidas ao capital para empreender o investimento. A mais desavergonhada promoção do interesse corporativo parece ficar justificada ao passo que todas as lutas populares parecem ser ilegítimas! Mesmo oferecer concessões ao capital metropolitano adquire legitimidade como parte de um «projecto nacional», um projecto de «construção da nação»! (resistir.info)

quinta-feira, 11 de outubro de 2018

«O Marxismo, crítica da economia política ou economia política?»

[De Rémy Herrera] O marxismo é uma das armas teórico-práticas mais poderosas – senão a mais poderosa – de que as classes trabalhadoras dispõem para travar as suas lutas.

Isso explica simultaneamente a sua presença marginal nas esferas académicas e intelectuais, onde essas classes não estão (ou quase não estão) representadas e onde a influência ideológica da burguesia é asfixiante, e também o facto de o marxismo não desaparecer, apesar de sinais evidentes de declínio e das esperanças dos seus inimigos – incluindo os sociais-democratas. No entanto, a sua relação com a economia, enquanto disciplina científica, não é evidente. Primeiro, porque a economia dita «política», que apareceu na Europa ocidental entre os séculos XVI e XVIII, é um subproduto da evolução histórica do sistema capitalista. (Diário Liberdade)

sexta-feira, 28 de setembro de 2018

«La economía siria vuelve a arrancar»

[De Pablo Sapag] La evolución del tipo de cambio no solo refleja sensaciones, también realidades. Al liberarse la mayoría del territorio que ocupaban los grupos armados sublevados contra el Estado, se ha reanudado la producción petrolera estatal, el trabajo agrícola y se han reabierto las principales vías de comunicación, lo cual ha permitido reactivar el depauperado mercado interno y reducir paulatinamente la inflación.
[...]
Por lo que se ve en ese y otros sectores, está claro que algo se mueve, y rápido, en la economía siria. Una ventana de oportunidad que algunos países y empresas ya están aprovechando. Además de los BRICS, otros latinoamericanos más allá de Brasil, que si aún no lo han hecho, se aprestan a normalizar su actividad diplomática para acompañar al flujo de empresas internacionales y de turistas que ya han empezado a volver a Siria. (elmundofinanciero.com)