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quinta-feira, 31 de janeiro de 2019

Cabello denuncia acção «irresponsável» da UE ao promover ingerência na Venezuela

Cabello considerou esta atitude como «irresponsável» e, sobre a exigência da União Europeia de convocação de eleições presidenciais, disse que o único processo eleitoral pendente no país é o relativo à Assembleia Nacional (Parlamento), porque se trata do «único poder do Estado sem reconhecimento do órgão plenipotenciário [ANC]».

Também ontem, ao intervir no debate que precedeu a votação de hoje, o deputado do PCP João Pimenta Lopes denunciou que a UE «pretende legitimar o golpe na Venezuela orquestrado pelos Estados Unidos e a "auto-proclamação" de um fantoche de Trump para assaltar o poder e controlar as riquezas do país», considerando que se trata de «uma afronta à ordem constitucional do país e ao direito internacional». (Abril)

segunda-feira, 10 de dezembro de 2018

O «chavismo» arrasa nas eleições municipais venezuelanas

Ontem ao final da noite, a presidente do CNE, Tibisay Lucena, revelou que, das 335 listas a nível nacional, 156 já estavam atribuídas, sendo que 142 tinham sido conquistadas pelo Partido Socialista Unido da Venezuela (PSUV). Outras forças políticas obtiveram 14 listas.

Lucena disse que também já eram conhecidos os resultados em 467 das 702 circunscrições nominais, sendo que 449 correspondem a candidatos do PSUV e 18 a candidatos de outros partidos políticos e coligações, segundo informa a VTV. (Abril)

terça-feira, 13 de novembro de 2018

«Legislativas volatilizam EUA»

[De António Santos] As eleições nos EUA provocaram algumas mudanças mas, polarizando a disputa entre dois partidos gémeos, garantiram também que tudo fica mais ou menos na mesma.

O Partido Democrata não é alternativa ao Partido Republicano, do mesmo modo que Hillary Clinton não era alternativa a Trump. Todavia, as fracturas sociais agravam-se, e ganham expressão na opinião pública sentimentos de rejeição do sistema vigente. (Diário Liberdade)

sábado, 27 de outubro de 2018

Chico Buarque – «Apesar de você»

Leitura: «É hora da virada! Haddad 13 contra o fascismo» (PCB)

segunda-feira, 22 de outubro de 2018

«Superar a dispersão para resistir ao fascismo»

[Carta aberta do PCB às entidades sindicais classistas e movimentos populares de luta] A grave crise que assola a economia nacional desde 2014, o esgotamento do período de conciliação de classes e a falência da chamada Nova República são alguns dos elementos mais importantes que determinaram o fim do pacto social vigente no Brasil desde a década de 1980. Nesse contexto, direitos elementares que a classe trabalhadora conquistou ao longo de todo o século passado têm sido frontalmente atacados pela grande burguesia.
[…]
Para defender o que ainda resta de liberdades democráticas, direitos sociais e trabalhistas, precisamos urgentemente superar a dispersão do movimento sindical classista e dos movimentos populares de luta. A conjuntura nos impõe, mais do que nunca, muita unidade para resistir à ofensiva da burguesia. (resistir.info)

segunda-feira, 15 de outubro de 2018

«Brasil: existe ameaça fascista?»

[De Anita Leocadia Prestes] A experiência histórica mundial revela que as classes dominantes têm sempre preocupação com a possibilidade de uma insurgência popular e tratam de adoptar medidas preventivas para salvar o regime capitalista, mesmo quando não existe a ameaça iminente da revolução.
O fascismo é uma arma à qual os sectores mais reacionários do capital financeiro recorrem para assegurar os seus interesses. O panorama europeu actual é revelador nesse sentido. (odiario.info)

quarta-feira, 19 de setembro de 2018

«A armadilha do voto útil e o desafio da esquerda»

[De Mauro Luis Iasi] Para alguns, termos como esses são estranhos ao «jogo eleitoral». Como se dissessem que agora não é hora de discutir programas e propostas políticas. É triste, mas compreensível. Para algumas pessoas trata-se de um «jogo» no qual mentir faz parte, como por exemplo prometer que não jogará o peso do ajuste sobre os ombros dos trabalhadores e depois fazer exatamente isso para garantir sua «governabilidade».

Por último, resta o argumento de que tudo isso está certo, mas que agora trata-se de derrotar a barbárie. É verdade. Vamos, então, enfrentá-la, como temos enfrentado, nas ruas e nas lutas, muitas vezes à custa de nossas vidas e, neste momento, com candidaturas diferentes. Propomos, em primeiro lugar, que para enfrentar «Voldemort» não se deve aliar-se aos «comensais da morte». (resistir.info)

segunda-feira, 16 de julho de 2018

«Sobre o resultado das eleições presidenciais no México: recomposição da hegemonia burguesa»

[De Partido Comunista do México] As eleições no México têm sido acompanhadas por algumas apreciações que atribuem ao seu resultado uma mudança no panorama político daquele país. Daí a grande oportunidade que tem apresentarmos a avaliação dos comunistas mexicanos. Não têm ilusões sobre o novo governo. Mas avaliam positivamente os muitos milhões que votaram nele, cuja vontade de mudança real não pode ser nem desmobilizada nem desencorajada. (odiario.info)

quinta-feira, 28 de junho de 2018

«México, mais próximo da mudança»

[De Ava Gómez e Camila Vollenweider] São já no próximo domingo as eleições gerais no México. As sondagens apontam para uma possível alteração significativa do mapa político. Todavia, haverá aqui que destacar duas reservas: uma, formulada pelo PCM – e bem conhecida entre nós – de que alternância e alternativa são coisas bem diferentes, e que haverá que ter cuidado com o significado da palavra «mudança»; outra, que este texto justamente sublinha, que se trata de eleições num país com um largo historial de fraudes eleitorais. (Diário Liberdade)

quarta-feira, 13 de junho de 2018

«Zimbabwe prepara eleições em Julho»

[De Carlos Lopes Pereira] Pouco mais de meio ano após os militares terem afastado Robert Mugabe, haverá eleições gerais no Zimbabwe: presidência da República, deputados ao parlamento e conselheiros municipais. A «comunidade internacional» e a antiga potência colonial – a Grã-Bretanha – hostilizaram durante anos o regime, promoveram «sanções», intervieram no país através do BM e do FMI, com a receita que é conhecida. É previsível que o novo poder obtenha claro apoio eleitoral. Ver-se-á que políticas seguirá, e em que ambiente social as porá em prática. (odiario.info)

terça-feira, 29 de maio de 2018

Mais de cem políticos assassinados no México no período eleitoral

A campanha para as eleições que terão lugar a 1 de Julho no México começou a 30 de Março, mas o período eleitoral já se prolonga há oito meses. No mais recente relatório sobre «violência política», apresentado esta segunda-feira, a consultora de análise de riscos Etellekt revela que, entre 8 de Setembro do ano passado e 26 de Maio último, se registaram 357 agressões contra políticos e candidatos às eleições (incluindo neste registo atentados contra familiares).

Destas, 313 tiveram como alvo directo políticos e candidatos, 102 dos quais foram assassinados. Isto representa um aumento de 385% em relação ao número de assassinatos registados no período eleitoral de 2015 (21 assassinatos no total). (Abril)

segunda-feira, 21 de maio de 2018

Com 68% dos votos, Revolução Bolivariana conquista vitória eleitoral número 22

A Venezuela realizou neste domingo uma nova eleição, em que o povo se pronunciou e o candidato da Frente Ampla da Pátria, Nicolás Maduro, venceu a votação com 5.823.728 votos para estar no comando do país durante o periodo 2019-2025.

Deste modo, a Revolução Bolivariana obteve sua vigésima segunda vitória eleitoral nos últimos 19 anos. Os resultados foram divulgados às 22h19 pela presidenta do Conselho Nacional Eleitoral, Tibisay Lucena, na sede do CNE em Caracas. / Ver: AVN

Ver tb: «Eleições na Venezuela decorrem com normalidade e em paz» (Abril)

sábado, 19 de maio de 2018

«Esa costumbre caribe de no rendirse»

[De Marco Teruggi] Esos tiempos tienen exigencias. Piden que se retome el control sobre una economía que parece haberse desbocado, en particular en los precios, que se ejerza autoridad, se frene un escenario donde muchos han hecho de las necesidades pequeños, medianos, y millonarios negocios, que la dirigencia recupere el idioma de las calles, la forma Chávez de hacer política, profundice la lucha contra la corrupción que ha venido avanzando, que las promesas de campaña no sean promesas de campaña, sean hechos. Es una demanda a la dirección, al gobierno, al Partido Socialista Unido de Venezuela, a las instituciones, a la revolución como espacio de construcción, expectativa, de identidad.
[...]
El próximo paso es el 20 de mayo, garantizar la continuidad en el poder político. Es imprescindible, por el cuadro nacional y continental, ese que nunca pierde de vista el imperialismo. No existen tres bloques, existen dos. Es dentro del proceso, del chavismo como corriente histórica, que se pueden construir soluciones a las urgencias del cotidiano dentro de la perspectiva estratégica. Sería tarde darse cuenta después, con las clases dominantes descargando la revancha sin frenos ni mediaciones hasta dentro de nuestras casas.

Estamos ante nosotros mismos. Como historia, rabia, caribe, latinoamericanos, con nuestras pasiones y pobrezas, en una época que nos desafía como generaciones reunidas alrededor de Venezuela. Hay en este destino un destino común, que marca lo que podremos, o no, en los próximos años. Nos miran quienes nos antecedieron, quienes vendrán y buscarán lo que hayamos logrado. (lahaine.org)

terça-feira, 24 de abril de 2018

«A un mes de las presidenciales: los votos en tiempos de guerra»

[De Marco Teruggi] Venezuela es una necesidad continental. Lo que acá pasa impacta sobre el horizonte americano, su retroceso, empate o avance. Los EEUU lo tienen claro.
Votar a Maduro es una lealtad necesaria con nuestra propia historia, nuestras posibilidades por venir. (lahaine.org)

domingo, 7 de janeiro de 2018

«Comunistas vencem as eleições gerais no Nepal»

[Em artigo no periódico Sem Permissão, de 29/12/2017, com tradução livre pelo Olhar Comunista, Vijay Prashad analisa as razões da vitória e as perspectivas do novo governo comunista nepalês.] Os comunistas venceram as eleições parlamentares e provinciais no Nepal. No Parlamento, a aliança comunista terá uma maioria de quase dois terços. O governo eleito terá cinco anos de mandato e, com essa maioria parlamentar, poderá reformar a Constituição de 2015 e aplicar seu programa político.

Os resultados parlamentares e provinciais mostram que os comunistas ganharam em todo o país, tanto no campo como nas cidades. Em suas primeiras declarações, o provável primeiro ministro KP Oli se mostrou cauteloso: «Vimos no passado que a vitória tende a tornar os partidos arrogantes. Existe o temor de que o Estado seja opressivo. Os ganhadores tendem a ser indiferentes às suas responsabilidades. Mas isso não vai acontecer com um governo comunista», disse Oli. (Diário Liberdade)

terça-feira, 19 de dezembro de 2017

«O futuro imediato na Colômbia»

[De Bruno Carvalho] O ano que se segue é determinante para o futuro imediato do povo colombiano. Se por um lado, o novo partido FARC insistem na ideia de que só a luta de massas pode defender a paz e o cumprimento do que foi acordado, os alarmes estão acesos ante as eleições presidenciais, que curiosamente se realizam no dia em que oficialmente as FARC foram fundadas. A possibilidade de que ganhem candidatos opostos ao processo de paz não é menor. (Abril)

terça-feira, 12 de dezembro de 2017

«A fraude eleitoral nas Honduras é clara, acusa a oposição»

[Enquanto alguns meios propagam a intoxicação do costume sobre a Venezuela...] Para o candidato da oposição, que afirma que ganhou as eleições de 26 de Novembro e que lhe estão a roubar essa vitória, «a única solução para a actual crise política que o país vive passa por dar ao povo o presidente que escolheu».
[...]
Na sua edição de ontem, o periódico hondurenho El Libertador dava conta da «grande violência do Exército sobre a população que protesta nas ruas em permanência contra a fraude eleitoral» e referia a existência de «pelo menos 20 mortos durante a crise eleitoral», de acordo com os dados divulgados pelo Comité de Familiares de Detidos e Desaparecidos nas Honduras (Cofadeh) e outras organizações de defesa dos direitos civis.

As mesmas fontes indicam que, desde 27 de Novembro, foram presas mais de cem pessoas, sobretudo pela Polícia Militar e o Exército, e registaram mais de 500 violações graves dos direitos humanos. (Abril)

terça-feira, 17 de outubro de 2017

«Manipulações por interposta pessoa»

[De Alfredo Maia] A devoção «legalista» do «periódico global» depende, no entanto, da latitude e dos interesses em presença. Por exemplo, o pretenso referendo organizado em Julho pela oposição na Venezuela, manifestamente ilegal, mereceu amplíssimo apoio de El País e de outros meios de informação espanhóis e os grandes media em geral, tal como as manifestações violentas que causaram mais de 140 mortos eram sempre legítimas.

Legal e embevecidamente acarinhada pela imprensa de Madrid foi também, claro, a manifestação dos unionistas espanhóis realizadas no dia 8 – a «maioria silenciosa», como a crismaram, com uma ressonância ideológica que nos é muito familiar e que convoca a atenção para o franquismo e o fascismo que ressurgem despudoradamente à luz do dia, embora tolerado pelos media «constitucionalistas». (Abril)

segunda-feira, 16 de outubro de 2017

«Vitória expressiva para o chavismo nas eleições regionais»

Ao divulgar os resultados preliminares das eleições dos 23 governadores dos estados da Venezuela, a presidente do Poder Eleitoral, Tibisay Lucena, destacou «o ambiente de paz, tranquilidade e civismo» que presidiu à realização do acto eleitoral, informam a Prensa Latina e a AVN.

Afirmou que a participação foi de 61,14%, ou seja, mais de 10 milhões dos eleitores inscritos votaram, o que, sublinhou Lucena, é um número elevado para umas eleições regionais.

De acordo com os resultados anunciados pelo Poder Eleitoral, o GPP obteve 54% dos votos e a governação em 17 dos 23 estados (75%). Destaca-se a conquista, pelos chavistas, dos estados do Amazonas e, sobretudo, de Miranda e Lara, que, governados por Henrique Capriles e Henri Falcón, respectivamente, eram tidos como bastiões da oposição de direita.

Diosdado Cabello, do Partido Socialista Unido da Venezuela (PSUV), principal força política do GPP, afirmou na Venezolana de Televisión que «o povo fez pagar à direita a factura da violência» – Lara e Miranda são precisamente dois dos estados que mais sofreram as consequências da agenda violenta implementada pela chamada Mesa da Unidade Democrática (MUD) entre Abril e Julho deste ano. (Abril)

segunda-feira, 31 de julho de 2017

«Processo constituinte avança com mais de 8 milhões de votos»

Mais de oito milhões de pessoas votaram, este domingo, nas eleições para a Assembleia Nacional Constituinte (ANC), representando uma taxa de participação de 41,53%. Nicolás Maduro sublinhou a grande «legitimidade popular» lograda pelo órgão constituinte.
[...]
Maduro congratulou-se com o facto de o chavismo ter alcançado a maior votação dos últimos 18 anos e enalteceu a «lição de coragem e valentia» dada pelo «bravo povo». «O que vimos hoje é admirável», frisou.

O chefe de Estado revelou ainda que uma delegação do governo, liderada por Delcy Rodríguez, ex-ministra dos Negócios Estrangeiros, manteve reuniões ao longo de várias semanas com dirigentes da oposição, para que esta participasse no processo constituinte. Maduro chegou inclusive a propor-lhes o adiamento das eleições por um período de duas semanas para que se pudessem inscrever e fazer campanha, mas os dirigentes da oposição acabaram por recusar – atitude que o presidente da República classificou como cobarde. (Abril)