Mostrar mensagens com a etiqueta entrevista. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta entrevista. Mostrar todas as mensagens

quinta-feira, 21 de março de 2019

«A los vascoparlantes se nos vulneran nuestros derechos lingüísticos, pero casi nunca queda documentado»

[Entrevista de Ter García a Lander Arbelaitz] Lander Arbelaitz, periodista de Argia, publicó en mayo de 2018 un vídeo en el que se veía cómo dos agentes de la Ertzaintza identificaba —y posteriormente multaban— a una persona porque requirirles que se dirigieran a ella en euskera.

Meses después fueacusado por estos dos ertzaintzas de un delito de injurias y calumnias por la difusión de este vídeo. / Ver: elsaltodiario.com

terça-feira, 19 de março de 2019

Pablo Hasél sobre a luta contra o fascismo no Estado espanhol actualmente [vídeo]

Entrevistado pelo «Agit Prop», Pablo Hasél fala sobre a luta contra o fascismo no Estado espanhol hoje em dia.Ver: lahaine.org

domingo, 17 de março de 2019

«Las Marchas del Retorno llaman la atención hacia la realidad de los crímenes sionistas»

[Entrevista de Carlos Aznárez ao responsável da FPLP em Gaza, Jamil Mizjer] Jamil Mizjer es uno de los importantes líderes revolucionarios de la Palestina ocupada y como tal viene luchando contra el invasor desde hace años en muy difíciles condiciones. Actualmente, Mizjer se desempeña como jefe de la rama del Frente Popular para la Liberación de Palestina en la Franja de Gaza. En una entrevista con el Director de Resumen Latinoamericano, Jamil Mizjer hace un homenaje a todas y todos los luchadores palestinos que desde hace un año vienen protagonizando en Gaza las denominadas Marchas del Retorno. Además, expresa su opinión sobre la necesidad de seguir uniendo en la acción a las diferentes fuerzas de la Resistencia. (Resumen Latinoamericano)

quinta-feira, 7 de março de 2019

«E, todavia, Lakeith ri-se»

[De António Santos] Antes de Lakeith Smith, com 15 anos, ser condenado a 65 anos de prisão por um crime que não cometeu, um jovem de 24 anos foi julgado por causar um morto ao fugir da polícia. A pena foi de 18 meses. Era branco.
[…]
«Isto é o Sul, sabes?», suspira Brontina e, repete, lentamente, após uma pausa, como se invocasse uma velha lei, «Isto é o Sul… Ainda a minha mãe não era nascida e já a minha avó andava em manifestações contra o racismo. Eu gostava de acreditar que o racismo é um assunto do passado, que toda a gente agora é tratada da mesma forma, mas não é verdade. O racismo está por todo o lado. Está em tudo.» (Abril)

quarta-feira, 6 de março de 2019

«Para salvar la vida hace falta poder político y capacidad de autodefensa»

[Entrevista de Iñaki Gil de San Vicente à Agencia Bolivariana de Prensa] Resultado de la conversación exclusiva con Iñaki Gil de San Vicente, la Agencia Bolivariana de Prensa presenta esta vídeo conferencia estructurada en tres segmentos, en la cual se expone en el primero de éstos los elementos que caracterizan la nueva avanzada del imperialismo; en el segundo segmento el entrevistado plantea dos estrategias fundamentales
para la lucha y la defensa de los pueblos organizados ante la nueva avanzada del imperialismo y en el tercero y último segmento se trata la importancia geoestratégica que tienen Colombia y Venezuela dentro del contexto mundial. La video conferencia va acompañada de material visual y gráfico.

Vídeo Conferencia con Iñaki Gil de San Vicente (imágenes y gráficos)Ver: Agencia Bolivariana de Prensa via lahaine.org

«Mahaigaineratu nahi dugu nazio auzia ebazteko beste modu bat»

[Entrevista do Berria a Ane Ibarzabal (1994) eta Unai Martinez (1996), da Gazte Koordinadora Sozialista] Kapitalismoak nazio eredu moderno ezberdindu bat sortu du, eta hori burgesiaren gidaritza politikoaren menpe dago erabat. Kapitalismoak sortzen duen komunitate ereduaren elementu gehienak botere burgesaren dinamikari azpiratuta daude: errepide sareak, unibertsitateak, elementu kultural eta linguistikoak, ehun produktiboa… Guk langile klasearen nazioaren eraikuntza defendatzen dugu, non komunitate horren elementuak kontzienteki eta etikoki kontrolatu beharko liratekeen.
[…]
Horren aurrean, euskal kultura sozialista defendatzea beharrezkoa da. Euskal Herria, beraz, kontzeptu politikoa da guretzat, eta nazio eraikuntza, prozesu sozialistaren parte. (Berria via BorrokaGaraiaDa)

segunda-feira, 4 de março de 2019

«Nenhum governo vai calar a voz das mulheres brasileiras»

A Jornada Nacional de Lutas das Mulheres começa no dia 8 e prolonga-se até 14, dia em que se assinala um ano do assassinato de Marielle Franco. A dirigente do MST Kelli Mafort fala sobre as mobilizações.

Kelli Mafort sublinhou que a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 06/2019, avançada pelo governo de Jair Bolsonaro, constitui «uma afronta aos direitos sociais», na medida que põe fim «ao tripé da segurança social (previdência, saúde e assistência social) previsto na Constituição Federal de 88», sendo que as mulheres e as trabalhadoras rurais são as principais atingidas.

Ao definir os contornos da proposta, Mafort destacou a tendência privatizadora e que os bancos serão os únicos beneficiados com tais mudanças, que «tendem a levar contingentes no campo a níveis de miséria absoluta». (Abril)

quarta-feira, 27 de fevereiro de 2019

«PEC da Previdência: só os bancos ganham» [Brasil]

A elaboração da proposta foi supervisionada pelo ministro da Economia, Paulo Guedes, defensor da política neoliberal e favorável à atuação dos bancos e empresas privadas com a menor regulamentação estatal possível.

«É uma reforma estrutural, porque introduz a possibilidade da criação de um sistema de capitalização individual. Ela introduz isso nos dispositivos constitucionais e joga para uma regulamentação via projeto de lei. Isso é bastante grave, uma vez que a Constituição de 1988 tem um capítulo inteiro, que é o capítulo terceiro, que trata da construção da política de proteção social. Ou seja, é o capítulo da Seguridade Social: um tripé com Previdência, Saúde e Assistência Social», ressalta Patrícia Pelatieri. (PCB)

quinta-feira, 14 de fevereiro de 2019

Entrevista a Lorenzo Espinosa, autor do livro «ETA, la historia no se rinde» (cas.)

[De El Bloque del Leste] Josemari Lorenzo Espinosa, historiador y autor del libro ETA. La historia no se rinde. Una entrevista en la que se trata el arco histórico del nacionalismo vasco en Euskal Herria (actualmente las comunidades autónomas de País Vasco y Navarra), el PNV, ETA, su disolución y el fin de la lucha armada.

1.¿Qué era ETA (Euskadi Ta Askatasuna) y dónde se origina esta organización armada?
Era una organización o grupo político que utilizaba la lucha armada, para conseguir o ayudar a conseguir sus objetivos. Nace en Bilbao, en 1958. Primero como un grupo de estudio, dedicado a recuperar la lengua vasca, conocer su Historia y sus leyes antiguas. Luego evoluciona mas radicalmente. A comienzo de los 60, se une a un grupo de disidentes de las juventudes del PNV (EGI) y se empieza a sopesar la utilización de armas.

Siguiendo el modelo del IRA, la revolución cubana o el FLN argelino. Que por entonces, estaban de moda. En la primera Asamblea de 1962, afirman que utilizaran todos los recursos a su alcance para conseguir la independencia de Euskadi. / LER: boltxe.eus

quarta-feira, 6 de fevereiro de 2019

O Boltxe entrevista Alberto Pinzón, intelectual e marxista colombiano

Entrevista de Andoni Baserrigorri, para o portal boltxe.info, a Alberto Pinzón, marxista colombiano e observador nas conversações entre as FARC-EP e o Estado, no período de Pastrana.

«Hay que crear las condiciones para desestructurar al bloque de poder… combinando todas las posibilidades de lucha que existan»Ver: lahaine.or

sexta-feira, 1 de fevereiro de 2019

«Si consideramos que la solidaridad internacionalista es innegociable, hay que ejercerla»

Nines Maestro habla de su citación para declarar como investigada por financiación del terrorismo ante la Audiencia Nacional. Pero también de la centralidad de la lucha del pueblo palestino, del desconcierto de la izquierda, y de los caminos que podría tomar la revolución.

El hecho de que la Unión Europea en un momento determinado hiciera un listado, ¿quiere decir que Leila Khaled es una terrorista y quienes nos vinculamos con ella estamos contaminados por el delito de terrorismo? Yo creo que ese es uno de los retrocesos más grandes que se han dado en la seguridad jurídica de la legislación de los países. La falta de concreción de ese delito de terrorismo que efectivamente es un arma arrojadiza en función de quién tiene el poder.

El poder considera terrorista a quien le intenta resistir, pero claro, eso es una legitimidad que en derecho es muy discutible, sobre todo en cuanto a la extensión del terrorismo a quien se solidariza con una causa justa enviando dinero para proyectos humanitarios y para situaciones límite que se están viviendo, como es una guerra. (El Salto via lahaine.org)

quinta-feira, 31 de janeiro de 2019

«"Estou preparado para a porrada", diz Wagner Moura sobre o filme "Marighella"»

Essa é a primeira vez que Wagner Moura, mais conhecido por seu papel como Capitão Nascimento no filme Tropa de Elite, trabalha como diretor. De cara, ele assumiu como desafio reconstruir parte da trajetória de Marighella: poeta, militante comunista desde a juventude, deputado federal e fundador do maior grupo armado de oposição à ditadura, a Ação Libertadora Nacional (ALN).

O filme, que vai do drama à ação, conta justamente sobre o período mais conturbado e radical da vida do baiano como guerrilheiro. «A minha escolha por esse recorte também atende a vontade de que o filme seja popular, que muita gente veja, sobretudo as pessoas pelas quais Marighella lutava, o que é uma questão quando você pensa que o cinema é um divertimento elitizado no Brasil», explica, em entrevista exclusiva ao Brasil de Fato. (brasildefato.com.br)

domingo, 27 de janeiro de 2019

A dirigente comunista Nines Maestro acusada de financiamento do «terrorismo» (cas.)

Red Roja promovió a mediados de 2014 y finales de 2015 la recogida de ayuda económica solidaria para enviar al pueblo palestino. Ángeles era la titular de la cuenta bancaria – María y Beatriz eran adjuntas – en la que se recibió la ayuda.

En las dos ocasiones se estaban produciendo ataques desde el estado de Israel que tuvieron como consecuencia centenares de muertes, miles de personas heridas y la destrucción masiva de viviendas y edificios palestinos.

Las compañeras están citadas a declarar el próximo 5 de febrero. / Mais info: insurgente.org  

[Entrevista] «Pretenden atacar a la solidaridad con el pueblo palestino, no lo van a conseguir»
 Entrevista de Boro LH a Ángeles Maestro, dirigente da Red Roja. / Ver: lahaine.org

sexta-feira, 25 de janeiro de 2019

«A Cova da Moura é uma prisão de grades invisíveis»

[Entrevista com Flávio Almada, conhecido como 'LBC', para A Voz do Operário] A criminalização do bairro tem também um propósito imobiliário e um propósito político para criar clivagens sociais e abrir caminho a políticas securitárias, xenófobas, anti-imigração, restrição de direitos. Até para alimentar uma indústria de vigilância. Nada disto é acidental. Faz parte de uma lógica estrutural que teve como consequência a morte de vários jovens nos bairros da Amadora. (manifesto74)

quarta-feira, 23 de janeiro de 2019

Maurício Castro: «Considero impresindible volver a Marx y estudiar su obra»

[Entrevista de Andoni Baserrigorri] Debo admitir que siento una especial admiración por la figura de Lenin y diría que sí, que es tal vez el único que alcanza un grado comparable al de Marx como talento teórico, con una obra monumental en extensión y variedad, que no deja de sorprender cuando tenemos en cuenta que, en simultáneo, fue capaz de organizar y dirigir la toma del poder por un pequeño partido, que consiguió ganar los corazones de millones de habitantes del antiguo imperio zarista. También me parece admirable su capacidad crítica de la realidad, lejos de todo dogmatismo y con gran fertilidad teórica, lo que también lo acerca al genio alemán que, sin duda, era su principal referente teórico. / Ver: boltxe.eus

terça-feira, 22 de janeiro de 2019

«A Cova da Moura é uma prisão de grades invisíveis»

Entrevista com Flávio Almada, conhecido como 'LBC', para A Voz do Operário. Foi algemado, espancado e detido com outros jovens. «Não sabem como odeio a vossa raça. Quero exterminar-vos a todos desta terra», disse-lhes um dos agentes da Polícia. É o que consta da acusação do Ministério Público contra 18 polícias que já foram afastados daquela divisão e que estão no banco dos réus acusados dos crimes de tortura, sequestro, injúria e ofensa à integridade física qualificada, agravados pelo ódio e discriminação racial. (manifesto74)

segunda-feira, 21 de janeiro de 2019

John Pilger: «Os verdadeiros jornalistas actuam como agentes do povo, não do poder»

[Entrevista de Eresh Omar Jamal] É jornalista há muitas décadas. Na sua opinião, como mudou o jornalismo no decurso desse tempo?
Quando comecei como jornalista, especialmente como correspondente estrangeiro, a imprensa no Reino Unido era conservadora e era propriedade de forças poderosas do establishment, tal como agora. Mas a diferença em relação a hoje é que havia espaços para o jornalismo independente que discordava da sabedoria recebida em termos de autoridade. Esse espaço está agora praticamente fechado e os jornalistas independentes foram para a Internet, ou para uma clandestinidade metafórica.

Quais são alguns dos maiores desafios e problemas que existem atualmente nesta profissão, e quais crê serem as melhores soluções para eles?
O maior desafio é resgatar o jornalismo de seu papel deferencial como estenógrafo do grande poder. Os Estados Unidos têm constitucionalmente a imprensa mais livre na Terra, mas na prática tem uns media obsequiosos perante as fórmulas e enganos do poder. É por isso que os EUA receberam efectivamente a aprovação dos media para invadir o Iraque, a Líbia, a Síria e dezenas de outros países. (odiario.info)

sábado, 12 de janeiro de 2019

«Jorge Beinstein y la teoría marxista de la crisis»

[De Néstor Kohan] Los libros y la obra de Jorge (como sus videos y artículos) dejan traslucir fastidio y desprecio ante la decadencia civilizatoria de la sociedad capitalista. Un malestar profundo ante la impunidad de la cultura mercantil, mediocre, lumpen y mafiosa que se ha instalado como «normal».

Quizás ese enojo tan profundo ante la injusticia, ese fastidio no disimulado y la herida abierta de ese malestar lo llevaron a la muerte, más allá de los motivos médicos puntuales que desconocemos. No lo sé. No lo pude conversar con él. Por eso siento este gusto tan amargo y ácido en la boca.

A pesar de eso, me quedo, elijo quedarme, esta vez sin ironía, con el recuerdo de un revolucionario experimentado, en un cuerpo viejo, pero que poseía un espíritu joven y rebelde, siempre dispuesto, a pesar de sus limitaciones físicas, a integrarse, hasta el final, a la rebeldía organizada, apostando hasta el último aliento a la revolución latinoamericana, brindando sus saberes e investigaciones a la insurgencia revolucionaria, en su propio país y a escala internacional. / Ver: reroja.net ou cipec.nuevaradio.org
«Recuperamos entrevista com o revolucionário marxista Jorge Beinstein (1943-2019): "A chegada do socialismo é umha necessidade, nom umha inevitabilidade"»
[Entrevista de Maurício Castro em 2012, publicada no Diário Liberdade e na revista Abrente] / VER: Diário Liberdade

terça-feira, 8 de janeiro de 2019

«Se conformará un Movimiento socialista revolucionario vasco de liberación nacional»

[Jon Iurrebaso entrevistado por Andoni Baserrigorri] En todo caso, en nuestras manos está la responsabilidad de situarse en la coyuntura actual y venidera y comenzar a conformar una posición revolucionaria dentro de los parámetros del nacionalismo revolucionario de la V y VI asambleas de ETA hasta las aportaciones de Argala.

Eso quiere decir contextualizar dicho pensamiento y dotarlo de la estructura adecuada. ¿Cómo se hace? Pienso que, de alguna manera, deberá recoger lo que ya tenemos (pues lo suyo habrá avanzado a pesar del escaso tiempo recorrido) y reunir similares que nunca serán iguales. Creo que no hay que olvidar que los instrumentos para luchar, en este caso las estructuras revolucionarias están sujetas a la dialéctica de la lucha en movimiento. Por lo tanto, en mi opinión, sin miedos, lo que hay que tener claro es que hay construir la estructura más adecuada para cada momento y dotarla de la táctica y estrategia revolucionaria que acordemos teniendo en cuenta los principios o bases ideológicas que venimos de mencionar. No se puede perder ni media hora en la tarea de ponerse en marcha. / VER: boltxe.eus

sábado, 5 de janeiro de 2019

«En recuerdo de Odessa: Entrevista a Alexey Albu»

[De Denis Tatarchenko] Durante el Euromaidan [«Borotba»] tomaron parte activa en las movilizaciones anti-maidan en el sur-este ukraniano en la primavera del 2014, especialmente en ciudades como Odessa y Jarkov. Tras el aplastamiento del movimiento anti Junta entre marzo y mayo del 2014 intentan organizar la resistencia armada bajo el nombre del «Ejército Rojo ukraniano», que fue desarticulado por la del SBU (Servicios de Seguridad de Ukrania) en sus inicios. En la actualidad, parte de su militancia se encuentra en el exilio en la Federación Rusa y las repúblicas populares del Donbass y está centrada en la restructuración del colectivo en condiciones de clandestinidad en el territorio ukraniano bajo control de Kiev. Durante la fase más activa de la guerra sus miembros combatieron en las filas de la Brigada «Prizrak» de Alexey Mozgovoy.

La entrevista que presentamos está tomada a Alexey Albu, uno de sus dirigentes y diputado regional en Odessa por «Borotba», activo participante del movimiento anti-maidan en su cuidad en el marco del movimiento de «Kulikovo Pole» (tomando el nombre de la plaza donde se realizaban las concentraciones anti fascistas ). Esta entrevista se realizó en el 2016, pero Alexey considera que de las que le han tomado en relación con aquellos hechos dramáticos, esta es la que mejor descripción tiene de los hechos concretos sucedidos el 2 de mayo en la «Casa de los Sindicatos» en la plaza de «Kulikovo Pole». (revistalacomuna.com)