Mostrar mensagens com a etiqueta exploração. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta exploração. Mostrar todas as mensagens

terça-feira, 23 de junho de 2020

Comunistas indianos exigem medidas urgentes para defender o povo da miséria

O PCI(M) estima que 150 milhões de pessoas tenham perdido o seu posto de trabalho durante a fase de quarentena, juntando-se ao já elevado número de desempregados no país asiático. «Uma parte importante do nosso povo perdeu todos os meios de subsistência», destaca o PCI(M) numa nota a propósito da jornada de mobilização.

Os comunistas acusam o governo nacionalista hindu liderado pelo Partido Janata Bharatiya (BJP) de ter metido a população mais desfavorecida numa armadilha ao decretar a quarentena sem anunciar medidas que compensassem as perdas dos trabalhadores.

Milhões foram obrigados a abandonar as grandes cidades e tiveram de percorrer centenas de quilómetros na tentativa de chegar às suas aldeias. Dezenas morreram pelo caminho, sem transportes e qualquer apoio das autoridades. (Abril)

segunda-feira, 22 de junho de 2020

Orçamento suplementar para 2020 não promove crescimento económico e emprego nem reforça SNS

[De Eugénio Rosa] Diz o governo que este Orçamento suplementar é um orçamento de fortalecimento do SNS e de recuperação da economia, e que não é um orçamento de austeridade. A realidade desmente essa afirmação. A redução de receitas é à conta da quebra do IRC. Para os trabalhadores a austeridade fiscal continua apesar de uma quebra brutal nos rendimentos do trabalho. O acréscimo no investimento público é insignificante, e uma parcela dele será cativado (João Leão é especialista nisso). A despesa prevista para um SNS extremamente enfraquecido não permite a recuperação do enorme número de cirurgias, consultas, exames que se deixaram de se fazer porque os meios (profissionais e equipamentos) de que dispunha o SNS já eram insuficientes, tendo sido mobilizados para enfrentar a crise de saúde pública causada pela Covid-19, e parte deles ainda se encontram mobilizados para esse fim. (odiario.info)

domingo, 21 de junho de 2020

Una marcha denuncia el aumento de la precariedad y la pobreza en Ezkerraldea

Convocada por organizaciones sindicales y sociales de la comarca, la marcha ha estado encabezada por una pancarta con el lema «Ezkerraldea Martxan. No es COVID, es capitalismo» y ha contado con «cerca de medio millar» de participantes, según los organizadores.

Varios cientos de personas han participado en la vigésimo séptima edición de la Marcha por Ezkerraldea para denunciar el aumento de la precariedad y la pobreza en la comarca, que ha partido de Sestao y ha concluido en Santurtzi (Bizkaia).

Las organizaciones convocantes han reclamado «medidas urgentes, inmediatas y concretas que den respuesta a las elevadas tasas de paro, precariedad y pobreza que padece la comarca, en el actual contexto de la pandemia del COVID-19».

Han destacado que la Ezkerraldea cuenta con 20.626 personas desempleadas y otras 7.874 que están afectadas por un Expediente de Regulación Temporal de Empleo (ERTE), y han denunciado «el derroche» de recursos económicos públicos que suponen los gastos militares. / Ver: eitb.eus

sábado, 20 de junho de 2020

«Escravaturas»

[De Correia da Fonseca] E é possível, quase inevitável, que ao falar-se das escravaturas do passado, as que são lembradas por estátuas de pretéritos escravizadores ou escravizados, pelo menos em certos meios sejam recordadas as escravizações do presente, que não são poucas nem sempre de ligeiro peso, ainda que tenham passado de moda as grilhetas nos pés.

[…] Percorra-se com olhos de ver e cabeça de entender esta nossa sociedade civilizada e democrática e não demorará que encontremos formas específicas e peculiares de escravatura, a mais óbvia das quais é a remuneração do trabalho prestado com pagamentos muito aquém não apenas do esforço desenvolvido mas também da riqueza por ele produzida. (avante.pt)

quinta-feira, 18 de junho de 2020

«CARES para o capital, não para o trabalho»

[De António Santos] O objectivo de Kudlow é chantagear os trabalhadores em lay-off a regressar às fábricas sem a necessária protecção e segurança, mesmo nos 15 Estados onde os números de infectados e de mortos está a aumentar exponencialmente.

É o caso, a título de exemplo, da indústria do empacotamento de carne, em que os EUA somam 24 000 operários infectados e 87 mortos. Só no Kansas, os 3000 operários infectados representam 30 por cento do total do Estado. A resposta dos trabalhadores desta indústria tem sido a greve: organizada quando possível, espontânea quando necessária.

Na semana passada, metade de todos os operários da indústria do empacotamento de carne faltaram ao trabalho alegando estar doentes, uma táctica comum para fintar as leis que impedem a greve. Na indústria automóvel, estas estatísticas alcançam os 25 por cento. (avante.pt)

quarta-feira, 17 de junho de 2020

«Marx, pensador do racismo sistémico»

[De Bruno Guigue] Para alguns opinadores ignorantes, o marxismo nada teria a dizer sobre anti-racismo. Acontece que Marx viu perfeitamente a relação entre discriminação racial e opressão de classe, e que escreveu páginas luminosas sobre a questão. Que Marx compreendeu que o racismo sistémico inerente ao esclavagismo mercantil era a certidão de nascimento do capitalismo moderno. (odiario.info)

segunda-feira, 15 de junho de 2020

«Da destruição de símbolos»

[De Irene Sá] Estátuas e monumentos fazem-se e erguem-se como homenagens. E homenagens são promessas de fidelidade, etimologicamente, compromissos de vassalagem e, numa interpretação de significado actual, reconhecimento sobre ascendência de valores e qualidades. E é por isso que a escolha das figuras ou dos acontecimentos a que colectivamente prestamos homenagem se inscreve na batalha das ideias.

Em tempos de convulsões políticas os símbolos do status quo são sempre objecto de atenção. Da luta pela mudança política faz parte a luta pela mudança do paradigma ideológico e desta a luta pela mudança imagética (entendendo-se por imagética a manifestação visual da ideologia, tal como definiu o Nicos Hadjinicolaou na sua História da Arte e Movimentos Sociais) e, naturalmente, pela simbologia associada. Aquilo que vemos a acontecer nos Estados Unidos com estátuas de esclavagistas e figuras associadas à opressão de negros e ao racismo é disto exemplo. (manifesto74)

terça-feira, 9 de junho de 2020

Protestos no Equador contra as medidas neoliberais do governo

A FUT acusa o governo de Moreno de usar a desculpa da crise da Covid-19 para levar a efeito acordos firmados com o Fundo Monetário Internacional (FMI) e, assim, cumprir o seu programa neoliberal de favorecimento à banca e aos grupos privados.

Ao longo do trajecto, os manifestantes foram gritando palavras de ordem e mostrando faixas e cartazes a exigir melhores salários, o fim da corrupção, o fim dos despedimentos e mais apoios para as camadas mais desfavorecidas. «Sem medo, sem claudicar, protestar até ganhar», «Primeiro a vida, primeiro o trabalho», «Não ao paquetazo» foram algumas das frases ouvidas e lidas. (Abril)

quinta-feira, 4 de junho de 2020

«Ez direlako diruditena» [Porque no son lo que parece]

[De Ane Ibarzabal] Horrela gazteria sumisoago bat hezten joan da, nabari infantilizatzen. Horrela, gazteriak barne hartzen duen adin tartea gutxinaka handituz doa, trantsizio fase horretara kondenatzen da, subjektu debaluatu gisa betikotzen da baliabide ekonomikoak eta materialak ukatzen baitzaizkio urte luzeagoz, eta, horrela, burgesiak proletalgoarekiko dituen botere-kuotak handituz doaz.

Aipatutako fenomeno hori izan da tarteko Z belaunaldian kulturalki interbenitzea posibilitatu duen maniobretako bat, millennial belaunaldia, niniak, atzean utzi eta gazteria eredu berri bat ekoitzi duena. Horregatik, tentuz ibili beharra dugu, burgesiaren politikek ez dutelako proletalgoa salbatuko, ez dagoelako horien partetik azpijokoa ez den beste ezer. (gedar.eus)

[CAS: Así, se ha ido educando a una juventud más sumisa, una juventud que se ha infantilizado notablemente. Así, el intervalo de edad que abarca la juventud va aumentando poco a poco, condenándonos a esta fase de transición, perpetuándose la juventud como sujeto devaluado, negándonos los recursos económicos y materiales durante más años, y aumentando así las cuotas de poder de la burguesía con respecto al proletariado.

Este fenómeno ha sido una de las maniobras que han permitido intervenir culturalmente en la generación Z, ya que ha dejado atrás a la generación millennial, a los ninis y ha creado así un nuevo modelo de juventud. Las políticas de la burguesía, aún dadas en forma de ayuda, no salvarán al proletariado, porque no hay nada que no sea juego sucio por su parte.]

terça-feira, 2 de junho de 2020

«Datozen lan erreformak» [Las reformas laborales que vienen]

[De Adam Radomski] Zinismo hutsa da PSOEk lan-erreforma indargabetzeaz hitz egitea, gainerako erreforma guztietatik independentea balitz bezala, are gehiago aurreko erreforma berea denean. […] Beraz, Ongizate Estatua likidatzea ez da «kolore» kontua; kapitalismoaren egiturazko beharrei erantzuten die, desagerpen hori alderdi batek ala besteak kudeatu. PSOE proletalgoari eraso egiteko bide sozialdemokrata da, baina azken finean, ez dio eraso izateari uzten. (gedar.eus)

[CAS.: Que el PSOE hable de derogar la reforma laboral, como si fuera algo independiente del conjunto de reformas, es puro cinismo, más cuando la anterior es suya. […] Por tanto, liquidar el Estado de Bienestar no es cuestión de «colores» sino que responde a necesidades estructurales del capitalismo, independientemente de quién gestione su desaparición. El PSOE es la vía socialdemócrata de ataque al proletariado, pero ataque, al fin y al cabo.]

segunda-feira, 1 de junho de 2020

«Estados de alarma y desviacionismo "progresista": una pinza para la lucha de clases»

[De Ernesto Martín / «(Tres hitos en la utilización antirrupturista de la amenaza ultra)»] Hay que ser meridianamente claros en expresar nuestra convicción de que la recesión brutal que se perfila –de la que se venía avisando y que el coronavirus dichoso no ha hecho sino acelerar y agravar– apenas deja margen para concesiones al campo popular si no se adopta una política realmente contraria al capital y a los dictados de la UE. Cada vez hay menos espacio político para las situaciones intermedias que se alientan desde posiciones reformistas.
[…]
No es la primera vez en nuestro país que ocurre que nos sustituyen la lucha contra el sistema en su conjunto por reclamos venidos desde dentro del régimen del 78 para mezclarnos en sus disputas internas. Merece la pena que nos detengamos un poco en ello. (redroja.net)

sábado, 30 de maio de 2020

«O desemprego real é muito superior ao desemprego oficial e ao desemprego registado»

[De Eugénio Rosa] Entre 15/3/2020 e 20/5/2020, o total acumulado de pedidos de emprego aumentou em 814,8%, ou seja, nove vezes mais. E isto apenas em 2 meses. É um indicador da destruição maciça de emprego que se está a verificar, lançando milhares e milhares de trabalhadores no desemprego, deixando-os sem trabalho, que é a sua única fonte de rendimentos para viver (eles e suas famílias). E nesse número não estão incluídos 1 325 635 trabalhadores inscritos para lay-off, mais de meio milhão dos quais o governo não prevê apoiar. António Costa já afirmou que «vamos ter dois anos muito duros». Se, como já se verifica agora, o peso das dificuldades é para cair em cima dos que já pouco ou nada têm, espera-se que a lição da «austeridade» tenha ficado aprendida, e que a resposta dos trabalhadores e do povo esteja à altura. (odiario.info)

sexta-feira, 29 de maio de 2020

«¿Y ahora, qué? El covid-19 como asalto a la razón»

[De Iñaki Gil de San Vicente] 1.PRESENTACION // 2.MARX, GRAMSCI Y W. REICH // 3.G. LUKACS Y LA SINRAZON // 4.PATOLOGIA DE LA OBEDIENCIA // 5.TERROR DURO Y TERROR BLANDO // 6.VEINTE PROPUESTAS A DEBATE // PATXI RUIZ-i eskainia

A comienzos de febrero me pidieron mi opinión sobre los cambios acaecidos en Euskal Herria en la última década. Dije que sí, naturalmente, pero avisé que tardaría un tiempo porque la situación se estaba complejizando rápidamente y era necesario ver si las diversas crisis ya existentes entonces daban un salto cualitativo a otra crisis superior: Aumentaba la agresividad yanqui y la resistencia de los pueblos contra ella. El capitalismo mundial se acercaba a la recesión que podía anunciar una depresión. Los datos de la crisis socioecológica empeoraban día a día. Los Estados español y francés tenían cada vez más dificultades pese a arreglos puntuales. En Euskal Herria, por el lado de la realidad, aumentaban los grupos que se reivindican de la izquierda abertzale, y la lucha de clases avanzaba con múltiples ejemplos que no podemos resumir aquí; y por el lado de la «normalización social», se intensificaba el acercamiento entre el reformismo abertzale y la socialdemocracia estatal. (BorrokaGaraiaDa)

Índia: o maior confinamento do mundo deixa um rasto de grande pobreza

Dirigentes do PCI (M) estão entre as vozes que acusam Narendra Modi de má preparação e gestão do confinamento na Índia. Estima-se que, só em Abril, 122 milhões de pessoas tenham ficado sem trabalho.

Em Abril – e este mês também – repetiram-se as caravanas de trabalhadores migrantes, a fugir da fome e do desemprego, a caminho das suas terras, e que sobreviveram, em alguns casos, com a ajuda dos militantes do PCI (M), que, nos vários estados, organizaram cozinhas comunitárias e centros de distribuição de comida junto às estradas.

No entanto, como tem sublinhado alguma imprensa, a maioria destes trabalhadores não arranja meios de subsistência no campo e, apesar da precariedade e da exploração a que são sujeitos nos centros urbanos, vão acabar por regressar às cidades. (Abril)

quarta-feira, 27 de maio de 2020

«Esta epidemia llegó cuando ya estaban sufriendo los efectos de otra epidemia: el neoliberalismo»

[Entrevista de Ornelio Borroto a ABEL PRIETO, político, escritor e presidente da Casa das Américas] «Yo no creo que a nadie se le debería ocurrir hoy defender la privatización del sistema de salud de un país, que a nadie se le ocurra que un hospital sea una especie de empresa, que los pacientes sean vistos como clientes, que la industria farmacéutica esté en función del lucro, todos esos dogmas neoliberales se han resquebrajado, con este golpe tan duro que ha sufrido nuestro planeta y sobre todo las personas más vulnerables, porque a millones de personas en el mundo esta epidemia les llegó cuando ya estaban sufriendo los efectos otra epidemia: el neoliberalismo.

«¿Cómo va a ser la cuarentena para los sin techo? ¿Cómo va a ser la cuarentena para esos que viven bajo los puentes? ¿Cómo se lavan las manos? ¿Cómo mantienen una distancia prudencial cuando están hacinados en unas casas de cartón o de lata? Los pobres de la Tierra, como decía Martí, en esos pobres se ha ensañado esta terrible enfermedad.» (lahaine.org)

terça-feira, 26 de maio de 2020

Milhares protestam no Equador contra «medidas económicas» à pala da Covid-19

Quito, Guayaquil, Cuenca foram algumas das cidades onde a população se mobilizou para exigir políticas sociais de apoio às camadas com menos recursos, para denunciar a corrupção e protestar contra as medidas económicas anunciadas, no passado dia 19, pelo presidente da República, Lenín Moreno.

Em Cuenca, o prefeito da província de Azuay, Yaku Pérez, defendeu que não é o povo que deve pagar a crise, mas, sim, «quem a gerou e dela sai beneficiado». «Para derrotar o capitalismo, para derrotar o extractivismo, para derrotar a corrupção, temos de ter dignidade», afirmou, lamentando que o governo equatoriano «se tenha ajoelhado perante as exigências do Fundo Monetário Internacional» e exortando-o a não usar a pandemia para tomar decisões. (Abril)

segunda-feira, 25 de maio de 2020

«Mezcla explosiva de miseria, represión y fascismo»

[De Borroka Garaia] Ya decía aquel que cuando la burguesía liberal concede reformas con una mano, siempre las retira con la otra, las reduce a la nada o las utiliza para subyugar a los obreros, para dividirlos en grupos, para eternizar la esclavitud asalariada de los trabajadores.

En ausencia de ruptura, con todo lo que nos tienen montado, que en el caso vasco además consiste en desgajarse de una santa vez de las estructuras españolas y francesas, aceptando las reglas de juego que están absolutamente trucadas, no evitará que esta próxima década que nos viene sea una mezcla explosiva de miseria, represión y fascismo. Sea de la mano del PSOE o del PP con cualquier tipo de colaborador. Sea con vías colaboracionistas con la burguesía o experimentos tipo euskadiko ezkerra. (BorrokaGaraiaDa)

domingo, 24 de maio de 2020

«Estado, capital y trabajadores en tiempos de coronavirus»

[De Daniel Campione] Para las grandes empresas, esta situación excepcional puede ser un camino más para el disciplinamiento de los trabajadores. La expansión del «teletrabajo» muy favorecida por la pandemia, es otra conquista que persiguen los empresarios, en dirección al aislamiento de los trabajadores, la consolidación de rasgos de individualismo y una mayor dificultad para la organización sindical y las diversas formas de acción colectiva.

La crisis sanitaria nos afecta a «todos», estamos en una «guerra» que «todos» libramos, pero las consecuencias las pagan sobre todo los trabajadores y los pobres. (lahaine.org)

sábado, 23 de maio de 2020

«A crise na perspectiva da classe trabalhadora»

[De Secretaria de Relações Internacionais do PCB] Na contracorrente, o desafio da classe trabalhadora será o de lutar por um programa político e social com ações universais de atendimento às necessidades básicas nas áreas da saúde, educação, moradia, saneamento, transportes, etc.

É preciso que esse programa tenha um viés claramente anticapitalista e anti-imperialista, que combata as soluções paliativas e de curta duração que certamente serão apresentadas por segmentos da social-democracia e do próprio liberalismo. (PCB)

sexta-feira, 22 de maio de 2020

Apresentado no Brasil «maior pedido de destituição» contra Bolsonaro

Sete partidos, 400 organizações, juristas, intelectuais e artistas formularam esta quinta-feira o «maior pedido colectivo» para afastar Jair Bolsonaro, que é acusado de «crimes de responsabilidade».

Sobre o actual presidente pesam acusações de «crime de responsabilidade» – que fundamentam o pedido de destituição –, como atentar contra a saúde pública e pôr em risco a vida do povo brasileiro, bem como ter uma conduta imprudente na luta contra a Covid-19, epidemia que até ao momento provocou mais de 20 mil mortes no país sul-americano, e insistir no incumprimento de directrizes da Organização Mundial da Saúde.

A Jair Bolsonaro é também apontada a responsabilidade por promover actos e proferir discursos contra a democracia, o Congresso e o Supremo Tribunal Federal, por provocar acções de violência física e verbal contra os jornalistas, entre outras acusações. (Abril)