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domingo, 18 de junho de 2017

Programa «La Memoria»: «1937-1938: Memoria de aquellos niños»

Uno de los episodios más dramáticos y emotivos de la confrontación bélica antifascista en el Estado español (1936-1939) fue la evacuación de niños de todo el estado a diversos países extranjeros para alejarlos de los bombardeos de la aviación nazi-fascista.
[...]
En este mes de Junio se cumple el 80 aniversario de aque mes de 1937 en el que más de 1.500 niños vascos fueron evacuados a la URSS desde el puerto de Santurtzi, a los que se añadieron otros desde Santander y Asturias. Para la mayoría se trataría de un viaje sin retorno del que por el ciclo vital ya solo unos pocos sobreviven. De ellos, de esa memoria, hemos hablado con Dolores Cabra, miembro de AGE (Agrupación Guerra y Exilio) que este año organiza diferentes actos tanto en el estado español como en los territorios de la extinta URSS para que aquel exilio dramático no quede en el olvido. / Ouvir: Info7 Irratia

sábado, 10 de junho de 2017

Jovem altsasuarra Adur Ramírez na solitária por agradecer solidariedade

Há uma semana, vários organismos juvenis organizaram uma marcha até à cadeia de Soto del Real (Madrid), para apoiar os três jovens de Altsasu (Nafarroa) ali presos e que vão ser julgados por «terrorismo» no tribunal de excepção espanhol, na sequência de uma zaragata com agentes da Guarda Civil, em Outubro do ano passado. Adur Ramírez gritou «eskerrik asko» [muito obrigado] da janela da sua cela, e foi castigado com 11 dias na solitária.

Soube-se isto na quinta-feira, dia 7. Entretanto, o Entzun Altsasu, grupo de apoio aos oito jovens da localidade navarra incriminados neste processo - facto para o qual contribuiu o empolamento dos chamados órgãos de comunicação social e o seu olvidamento das palhaçadas que se dão no Vale de Sakana -, revelou que, ontem, os três jovens encarcerados continuam a ser castigados, tendo sido separados: Jokin Unamuno ficou em Soto, Oihan Arnanz foi enviado para a cadeia de Aranjuez e Adur Ramírez foi transferido para a de Navalcarnero.

No dia 8, Edurne Goikoetxea e Koldo Arnanz, pais de dois dos oito jovens de Altsasu incriminados - Ainara Urkijo e Oihan Arnanz -, foram entrevistados no programa «Kalegorrian», da Info7 irratia. Oihan Arnanz está preso há quase sete meses, como Jokin e Adur, enquanto Ainara faz parte dos incriminados que aguardam o julgamento em liberdade.

Tanto Edurne Goikoetxea como Koldo Arnanz afirmaram sentir-se desamparados e indefesos face a uma situação de injustiça que pode ter consequências ainda mais graves, depois de o caso ter ficado nas mãos da Audiência Nacional espanhola. / Ver: lahaine.org e info7

segunda-feira, 29 de maio de 2017

VII curso de formação da Askapena, em Gernika

Como é habitual, a organização internacionalista basca promove um curso de formação. Decorre no espaço Astra, em Gernika (Bizkaia), nos dias 3 e 4 de Junho.

No primeiro dia, a situação no Médio Oriente e na América Latina será analisada no período da manhã; à tarde, haverá uma mesa-redonda centrada na União Europeia.

No segundo dia, o internacionalismo e a situação sociopolítica de Euskal Herria estarão em análise; e, à tarde, serão discutidos os desafios que o feminismo enfrenta no País Basco.

É possível almoçar e dormir em Gernika; basta enviar um e-mail para o endereço: herrijantzia@askapena.org. / Ver: askapena.org e askapena.org

«Askapena celebra 30 anos de internacionalismo com um acto político em Berriozar» (Info7)
No final de Abril, membros da Askapena e históricos militantes internacionalistas bascos deixaram antever algumas das datas-chave para este ano, ligadas ao seu 30.º aniversário. Deram conta do lema escolhido para celebrar estas três décadas de internacionalismo basco – «Borrokak uztartzen, herriok burujabe!» – e anunciaram que preparam um acto político para 7 de Outubro em Berriozar (Nafarroa). Jesús Valencia e Izaskun Goienetxea falam sobre tudo isto à Info7 irratia.

quarta-feira, 29 de março de 2017

Programa «La Memoria»: memória do México armado

A imagem dos milhares de insurrectos sublevados juntamente com Villa e Zapata no período 1910-1919 ainda hoje alimenta o imaginário popular fora das fronteiras mexicanas. Aquela onda insurrrecional, guerrilheira, trazia consigo e deixava atrás de si o grito das suas reivindicações: «Terra e Liberdade». Hoje, aquele grito ainda ressoa em vários pontos dos territórios mexicanos.

México armado: 1943-1981 é uma obra da aguda investigadora social Laura Castellanos, que nela aborda essa fase de lutas sociais, económicas e políticas, quatro décadas durante as quais «mais de trinta siglas e nomes de grupos subversivos alçados em armas» mantiveram as esperanças dos seus predecessores, Villa e Zapata, traídos e mortos, e geraram outras novas; é o testemunho de uma luta revolucionária pela justiça social e democrática dos que deram a sua vida e liberdade pelo povo, uma luta que prossegue hoje com uma crueza de que são evidência factos e nomes de lugares como Ayotzinapa ou Oaxaca, ou quando aparece outro México abertamente armado com toda a sorte de facções e o renascimento da guerrilha, desde o Exército Zapatista de Libertação Nacional (EZLN) até ao Exército Popular Revolucionário (EPR).

De tudo se fala no programa e, como sempre, há muita música... a propósito. / Ouvir: Info7 irratia

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2017

«O Governo pagava à UGT e à CCOO para assegurar a "paz social" e travar o ELA e o LAB»

Numa entrevista ao programa «Kalegorrian», Mitxel Lakuntza, coordenador do sindicato ELA em Nafarroa, comentou a informação recentemente publicada pelo Diario de Noticias, de acordo com a qual dirigentes da UGT e das CCOO recebiam retribuições, na íntegra ou parcialmente, dos acordos bilaterais que assinavam com o Governo de Nafarroa, no tempo em que a UPN governava.

Para Lakuntza, é óbvio que «o Governo navarro pagava à UGT e às CCOO para garantir a paz social e para pôr um travão ao sindicalismo mais combativo do ELA e do LAB». / Ouvir: Info7 irratia

Ver tb.: «Exigimos al Gobierno de Navarra que termine con el modelo de concertación social de UPN» (LAB)

sexta-feira, 20 de janeiro de 2017

Programa «La Memoria»: Meatzaldea, memória do sangue mineiro

A zona mineira biscainha é um dos pontos de referência na memória da classe trabalhadora desse herrialde e de toda Euskal Herria; e, com isso, da construção e do desenvolvimento do movimento operário basco, com os seus marcos de organização - uma das primeiras «Casas do Povo» é de La Arboleda - e os seus marcos de mobilização, desde as greves de braços caídos ou de carácter «economicista» até às greves claramente políticas e insurreccionais, como foi a de 1934.

Após o golpe militar de Julho de 1936, partiram desta zona centenas de voluntários para combater o fascismo, integrados em diversos batalhões, sendo o «Facundo Perezagua» porventura o mais famoso. Depois da derrota militar, centenas de pessoas da zona mineira sofreram a repressão e muitas outras partiram para o exílio. Se a isto juntarmos as centenas de milicianos e gudaris caídos em combate, percebemos a memória de sangue de Meatzaldea, que é irmã da sua memória de luta.

Sobre esta memória nos fala Iñaki Lizundia, biscainho de Urtuella que a conhece bem e a investiga. Enquanto esteve preso nos cárceres do Estado francês, por ser militante da organização Euskadi Ta Askatasuna (ETA), Lizundia aproveitou para escrever uma obra sobre a memória de Meatzaldea, que será publicada em breve com a chancela da Associação de Vítimas do Golpe e do Regime Franquista, Ahaztuak 1936-1977. / Ouvir: Info7 irratia

quinta-feira, 12 de janeiro de 2017

Programa «La Memoria»: Palestina, o grito que não cessa

O primeiro programa do novo ano traz-nos ecos antigos de um conflito prolongado, de um grito que não cessa: o grito da Palestina e da sua gente.

Da «memória» da Palestina, das múltiplas formas de luta do seu povo, ao longo de décadas, contra a dominação e a opressão sionistas, de diferentes instrumentos de resistência, como as greves de fome, a luta armada, as várias intifadas e o movimento BDS, de tudo isto e muito mais se fala neste programa, que conta com a colaboração preciosa da activista María Landi. / Ouvir: Info7 irratia

quarta-feira, 4 de janeiro de 2017

Programa «La Memoria»: Colômbia - memória da luta agrária

[Edição de 12 de Dezembro] É frequente encarar o conflito colombiano centrando o olhar no confronto entre as guerrilhas armadas e o Governo, obviando que o problema histórico da «terra» está na origem desse conflito.

Reivindicações antigas que se perdem na memória mas não pouco actuais, como «a terra é de quem a trabalha», compõem uma complexa problemática agrária e que fazem com que o problema da posse da terra na Colômbia – vórtice inicial de um conflito que já durou mais de meio século – se encontre longe da solução.

Nesta edição do «La Memoria», fala-se da memória da luta agrária, e também da sua actualidade, com Luis Carlos Ariza e Javier Pena, membros da Asociación Nacional De Zonas De Reserva Campesina (ANZORC). / Ouvir: Info7 irratia

sexta-feira, 2 de dezembro de 2016

Programa «La Memoria»: Durruti, anarquista e homem do povo na memória

O programa de hoje começa com uma lembrança emocionada e forte ao Comandante Fidel, recentemente falecido em Havana. Carlos Puebla canta-nos como «y en eso llegó Fidel».

No «La Memoria» de hoje, destaca-se a figura de Buenaventura Durruti, filho de uma modesta família da classe trabalhadora leonesa. Se hoje se sabe que em 1936 as coisas não eram como foram pintadas pela história reescrita pelos vencedores, a verdade é que, naquele ano, a maioria da população no Estado espanhol o respeitava.

Durruti foi uma das figuras anarquistas determinantes para o processo de sociabilização e colectivização das propriedades e infra-estruturas, a colocação das empresas de transportes e dos comboios ao serviço do povo, a abolição do uso do dinheiro e da propriedade privada e instauração, ainda que por poucos meses, do comunismo libertário.

Buenaventura Durruti, anarquista leonês e uma das figuras destacadas da FAI-CNT, estabelecido em Barcelona, perdeu a vida a 20 de Novembro de 1936, na frente madrilena. Quase toda a população de Barcelona esteve no seu enterro. Apesar disso e dos 80 anos passados sobre a sua morte, continua a ser uma figura em grande medida proscrita.

Na edição de hoje, o «La Memoria» aborda alguns aspectos da sua vida pessoal e de militante, bem como dos tempos agitados em que viveu. Para tal, teve ajuda do historiador, professor e investigador leonês Wenceslao Alvarez. / Ouvir: Info7 irratia

terça-feira, 15 de novembro de 2016

«Julgava que tinha visto tudo na AN, mas faltava-me ver esta barbaridade jurídica»

[Amaia Izko] Esta manhã, Amaia Izko, advogada de defesa dos 12 jovens acusados de «terrorismo» por causa de uma «disputa» num bar de Altsasu em meados de Outubro, falou no programa Kalegorrian. Izko precisou que, dos seis jovens que receberam ordem de prisão por parte da juíza Carmen Lamela, do tribunal de excepção espanhol, quatro foram enviados para Soto del Real e dois para Alcalá-Meco.

Disse ainda que, amanhã, mais dois jovens identificados pela Guarda Civil serão presentes à juíza e que estes também podem receber ordem de prisão. Amaia Izko mostrou-se chocada com tudo isto e disse que a defesa vai recorrer da decisão judicial. / Ouvir: Info7 irratia

MpA: «Ante la operación de la Guardia Civil»
[Guardia Zibilaren operazioaren aurrean] Ha pasado un mes desde que dos guardias civiles bajo los efectos del alcohol entraron en el bar Koxka a provocar y a amenazar a los clientes. La actitud de los guardias civiles originó una reyerta, y lo que desde entonces hemos presenciado ha sido la constante criminalización mediática del pueblo de Altsasu y su ocupación militar, sin olvidarnos de las detenciones practicadas por la Policía Foral, así como las citaciones e imputaciones llevadas a cabo por el juzgado de Iruñea, que ahora pasa el testigo a la Audiencia Nacional española. Tampoco nos olvidamos de la construcción propagandística de los cimientos para posibilitar un ataque contra Ospa Mugimendua. / Ver: amnistiAskatasuna 1 e 2

Ver tb: «El Mundo se apunta a la campaña de acoso contra Ahotsa.info» (ahotsa.info)

quinta-feira, 10 de novembro de 2016

Programa «La Memoria»: Memória de Biko

Bantú Stephen Biko, fundador del llamado «Movimiento de Conciencia Negra» y uno de los más importantes activistas sudafricanos antiapartheid, habia fundado en 1969 la Organización de Estudiantes Sudafricanos y en 1972 habia participado en la fundación de la «Convención de Pueblos Negros», que reunía a más de 70 asociaciones. Una de ellas era el movimiento estudiantil que estuvo en el centro de uno de los episodios más sangrientos del apartheid: la protesta en Soweto de niños y adolescentes negros que exigían lecciones en sus propias lenguas, y no en el idoma oficial de los blancos, el afrikaans. La represión de esas movilizaciones costaron la vida de más de 100 menores.

En 1973 Biko por su actividad antiapartheid fue sometido al régimen de «prohibición» utilizado por el Gobierno para silenciar a los opositores. Se le impidió salir de la ciudad de King Williams Town y hablar o escribir sobre sus ideas políticas. Biko desafió la prohibición más de una vez, asistiendo a reuniones. Regresando de una de ellas fue detenido por la policia afrikaner en Port Elizabeth y llevado a una comisaria de donde sólo saldría muerto a consecuencia del daño cerebral sufrido por las torturas.

De Biko, de la memoria de aquellos hechos hablaremos con Danielle Zelaia, sudafricana y euskaldun vinculada a esa memoria de una forma especial por ser hija de una periodista sudafricana implicada tambien en la lucha anti-apartheid. / Ouvir: Info7 irratia

domingo, 30 de outubro de 2016

Programa «La Memoria»: «Memória de “La Nueve”»

Há mitos fundacionais em muitos estados que são mitos por isso, porque o são. É o que se passa com o mito fundacional da etapa moderna a República francesa e da sua capital, Paris, libertada, segundo De Gaulle, «por si mesma». O mito desfaz-se contra «La Nueve», a 9.ª Companhia da 2.ª Divisão Blindada da «Divisão Leclerc», quase inteiramente formada pelos 150 republicanos espanhóis de diversas bandas ideológicas: socialistas, anarquistas, militantes do POUM, comunistas, etc.

Foi «La Nueve» que às 21h22 de 24 de Agosto de 1944 irrompeu no centro de Paris, pela Porte d'Italie, e que efectuou os primeiros disparos contra as tropas alemãs. Depois, os civis que saíam à rua cantando «A Marselhesa» viam com surpresa que aqueles soldados libertadores não eram franceses mas parte dos derrotados republicanos que, em 1939, tinham atravessado os Pirinéus e que foram mal recebidos, como se sabe, por uma parte das autoridades francesas. / Ouvir: Info7 irratia

sábado, 22 de outubro de 2016

Trabalhadores da TMA: «Fomos despedidos e ainda nos querem mandar para a prisão»

[«Te echan del trabajo y además te piden 5 años de prisión»] Ontem, o programa «Kalegorrian», da Info7 irratia falou com Alexis e Jabi, dois trabalhadores despedidos da empresa TMA (Talleres Mecanicos Arakistain), de Etxebarria (Bizkaia), e que serão julgados no final de Novembro. O administrador da empresa pede mais de cinco anos de cadeia para cada um.

Estes dois antigos operários da TMA foram despedidos, juntamente com os seus colegas, em 2013. Enfrentam agora um processo, instaurado pelo administrador da empresa e apoiado pelo Ministério Público, na sequência dos protestos que os trabalhadores levaram a cabo em defesa dos seus postos de trabalho. / Ouvir: Info7 irratia / Mais info: alexistadavidlibre.wordpress.com

quarta-feira, 19 de outubro de 2016

Programa «La Memoria»: «Memória daquele camião»

[«Memoria de aquel camión»] La Rioja é um território onde, após o golpe de Estado de Julho de 1936, não houve frente de guerra, não houve trincheiras, pelo que o confronto bélico nesses parâmetros não existiu. No entanto, pelo menos dois mil riojanos perderam a vida na frente de guerra instalada pelos golpistas triunfantes em cada aldeia, em cada vila - uma repressão impediosa e semelhante à que ocorreu na vizinha Nafarroa.

No dia 10 de Agosto de 1936, em Casalarreina, um piquete de requetés meteu num camião 11 habitantes, presos e torturados dias antes. Foram todos assassinados nessa mesma noite. Outros 11 seriam assassinados mais tarde em diversos locais. Pagavam com a vida o facto de «terem participado na Revolução de Outubro de 1934, de se terem destacado pela sua actividade em partidos de esquerda ou em sindicatos agrários, e por terem ocupado cargos institucionais». Disto se fala, neste programa com Tomás Llanos, neto de um deles e autor da obra Se los llevaron en el camión. / Ouvir: Info7 irratia

segunda-feira, 10 de outubro de 2016

Lei da Mordaça para quem reivindicava «abertura 0» aos domingos e feriados em Nafarroa

Com base na lei orgânica 5/2015 (Lei da Mordaça), o Governo de Nafarroa aplicou uma multa de 300 euros a um indivíduo vestido de vermelho e branco com um historial reivindicativo já conhecido: a não abertura do comércio aos domingos e feriados.

Governo de Nafarroa investigado pela aplicação da Lei da Mordaça
Depois de várias acções - no El Corte Inglés, na Morea e outras estruturas comerciais - em que reivindicou a «abertura 0» aos domingos e feriados, no dia 14 de Março o «indivíduo de vermelho e branco» subiu uma escada encostada à fachada do Parlamento navarro, reclamando ao Governo que deixasse de autorizar a abertura do comércio nos dias referidos. Seguiu-se o processo e a multa.

Em face do sucedido, o sindicato LAB pede ao Governo de Nafarroa que deixe de aplicar a Lei da Mordaça e reitera a reivindicação feita pelo «indivíduo de vermelho e branco». O sindicato afirma que continuará a lutar para que os trabalhadores do comércio não sejam obrigados a trabalhar aos domingos e feriados no território navarro. / Ver: ahotsa.info

ENTREVISTA A IGOR ARROYO, PORTA-VOZ DO LAB EM NAFARROA
Na semana passada, o sindicato LAB criticou «o estancamento» da «mudança» em Nafarroa, sobretudo no âmbito laboral, embora reconhecendo a existência de avanços importantes na democratização da vida política, social e sindical do herrialde.

Entrevistado hoje no programa «Kalegorrian», Igor Arroyo, porta-voz do LAB em Nafarroa, defendeu um sindicalismo «autónomo» e com uma linha própria no que respeita a questão laborais e económicas, e considerou «insuficiente» a reforma fiscal aprovada pelo Governo da presidente Uxue Barkos, na medida em que é «baixa a pressão fiscal sobre os rendimentos elevados». / Ouvir: info7 irratia

terça-feira, 19 de julho de 2016

Programa «La memoria»: «1936/2016. Uma impunidade de 80 anos»

A 18 de Julho, o «La Memoria» despede-se para umas merecidas férias de Verão e fá-lo com uma emissão que destaca o 80.º aniversário do golpe militar que tentou reverter, pelas armas, a vontade popular expressa a 14 de Abril de 1931 e concretizada no governo legítimo da II República. [A imagem é de Igor Meltxor.]

O fracasso relativo do levantamento militar abriria caminho ao confronto entre as forças golpistas e as republicanas, que se iria prolongar até Abril de 1939. Seguir-se-ia uma ditadura fascista, que duraria quarenta anos e que em não poucos traços de natureza ideológica e política se prolongou até aos nossos dias. De forma evidente, isto reflecte-se na impunidade que ainda ampara os crimes cometidos pelos golpistas e seus sequazes durante os quarenta anos de ditadura fascista.

Disto nos fala Jose María Pedreño, membro do Foro Estatal de Federaciones de la Memoria, que será acompanhado pelo escritor mexicano Paco Ignacio Taibo II, que esteve na Semana Negra de Gijón (Astúrias) para apresentar o seu último livro, Que sean fuego las estrellas, sobre os «anos de chumbo» do anarquismo barcelonês - 1917-1923 -, prólogo distante mas familiar, por ser parte da mesma luta de classes, que cerca de uma década e meia depois se espalharia de forma cruel por toda a geografia do Estado espanhol. / Ouvir: Info7 irratia

quinta-feira, 14 de julho de 2016

Programa «La Memoria»: «1936, memória daquele Julho»

Cumpre-se neste mês de Julho o 80.º aniversário do de 1936: no dia 18, tomava corpo a conspiração que sectores oligárquicos, militares, eclesiásticos, monárquicos, fascistas – a «Espanha negra» em suma – tinham posto em marcha a 14 de Abril de 1931, data da vitória republicana nas urnas.

A acção era clara: um golpe militar que anulasse definitivamente as ideias e as pessoas que punham em causa, com base nos princípios da democracia política, social e económica, a ordem estabelecida durante séculos no Estado espanhol. O golpe não triunfou de imediato porque os sectores populares lhe fizeram frente de forma decidida, mas daria início a um período de confronto militar que se prolongou até 1939, quando as forças golpistas triunfaram.

Para falar disto, esta edição do «La Memoria» conta com Victor Hurtado, investigador e autor de «La sublevación», um atlas pedagógico que, de forma cartográfica, nos leva até àqueles primeiros dias do golpe, e Koldo Lopez, também investigador e autor de «La guerra civil en Barakaldo», que nos perspectiva o golpe e a guerra subsequente a partir da localidade biscainha – acontecimentos que, como tantas outras pessoas, seriam vividos e sofridos por Margari Lopez, mulher desta localidade que faleceu recentemente. / OUVIR: Info7 irratia

segunda-feira, 4 de julho de 2016

«O Governo de Gasteiz tem de dar explicações sobre o uso da tortura por parte da Ertzaintza»

Esta manhã, no programa «Kalegorrian», a Info7 entrevistou Julen Arzuaga, deputado do EH Bildu no Parlamento de Gasteiz. Entre outros temas, abordou-se o projecto de lei de vítimas das forças policiais, ao qual o EH Bildu apresentou 83 emendas.

Arzuaga também deu a sua opinião sobre as conclusões preliminares do estudo sobre a tortura que dirige o médico forense Paco Etxeberria, a pedido do governo de Lakua. A este título, Julen Arzuaga considera que «o governo de Gasteiz tem de dar explicações sobre o uso da tortura por parte da Ertzaintza». / Ouvir: Info7 irratia

Programa «La Memoria»: «Memoria de Oaxaca»

Cada cierto tiempo la realidad mejicana nos sorprende con la noticia de una nueva masacre de personas del pueblo, de militantes sociales o vinculados a las multiples y diferentes luchas populares.

La pasada semana la sangre de hombres y mujeres mejicanos, esta vez vinculados a las luchas magisteriales contra la reforma educativa que pretende privatizar la educación en el país, volvia a manchar las calles esta vez en Oaxaca. Pero ese crimen realizado por las fuerzas represoras del Estado venia a sumarse a otros de meses anteriores, de años anteriores, de décadas anteriores, y no sólo de maestros, sino tambien de estudiantes, de obreros, de campesinos... y fue en Ayotzinapa, fue en Tlatelolco, fue en Aguas Blancas.

De ello, del ayer y del hoy de la lucha y la represion en Oaxaca y por extensión en Mejico hemos hablado con José Alvaro Carrillo, miembro del Frente Popular Revolucionario (FPR) de Oaxaca y de su Comisión de Prensa. A una semana de ese nuevo crimen el Estado mejicano. / Ouvir: Info7 irratia

sexta-feira, 1 de julho de 2016

Lei da Mordaça: um ano de uma lei feita à medida do PP

Passa hoje um ano desde que o PP aprovou a polémica Lei da Mordaça. Uma lei feita à sua medida, para reprimir o protesto social em tempos de profunda crise económica e política.
Esta manhã, no programa «Kalegorrian», a Info7 Irratia quis fazer um balanço destes 12 meses, conversando com dois jornalistas que, no desempenho das suas funções, sentiram a «mordaça» que representa esta lei. Sergio Labayen, do ahotsa.info, e Axier Lopez, do Argia, pediram às pessoas que exerçam a liberdade de expressão e se mobilizem contra esta norma. / Ver e ouvir: ahotsa.info e Info7 irratia
Mais info: SareAntifaxista e «Protestos contra as “leis da mordaça” a um ano da sua entrada em vigor» (naiz)