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terça-feira, 16 de abril de 2019

«Faxismoaren aurrean, har ditzagun kaleak / Ante el fascismo, tomemos las calles»

[De MpA] Inperialismoa, arrazismoa, nazional-katolizismoa, matxismoa, homofobia, langileen esplotazioa eta supremazismoa defendatzen dutenek, faxistek, ez daukate lekurik gure artean eta ez dute izango.

Euskal Herriko zati honen espainolizazioa gauzatu nahi dute, gure herria «zibilizatzera» eta «ebanjelizatzera» datoz, gure hizkuntza eta kultura zapaltzera, frankismoa goraipatzera eta gure hildakoen memoria iraintzera. Baina oraindik bizirik dagoen herria garela frogatzen ari gara, faxismoa kaleetan geldiarazten dela frogatzen ari garen modu berean.
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Quienes defienden el imperialismo, el racismo, el nacional catolicismo, el machismo, la homofobia, la explotación de lxs trabajadorxs y el supremacismo, los fascistas, no tienen cabida entre nosotrxs ni la tendrán.

Quieren llevar a cabo la españolización de este trozo de Euskal Herria, vienen a «civilizar» y a «evangelizar» nuestro pueblo, a pisotear nuestro idioma y nuestra cultura, a enaltecer el franquismo y a insultar la memoria de nuestros muertos. Pero estamos demostrando que somos un pueblo que todavía sigue vivo, como estamos demostrando que al fascismo se le para en la calle. (lahaine.org)

domingo, 14 de abril de 2019

«De hijos bastardos a hijos pródigos»

[De Darío Herchhoren] Como en una gran cloaca, todos los arroyos confluyen en uno mayor, que es el PP. Todo el facherío albergó a la vieja derecha española, con la bendición de cardenales y obispos en el PP. Falangistas, requetés, carlistas, arrimaron a esa magna obra, y es así como el PP amamanta a sus hijos: y es así como la prensa adicta como el ABC, La Razón, El Mundo, Intereconomía y demás portavoces de la derecha política fraguaron la especie de que, gracias al PP, no había en España partidos fascistas (no se animaban a llamar así a sus amigos, sino que hablaban de «extrema derecha»). (MovimientoPolíticoResistencia)

sábado, 13 de abril de 2019

Ikasle Abertzaleak antolakundeak, VII. Kongresuko amaierako ekitaldia burutu du

[De Ikasle Abertzaleak] Prozesu sozialista indartu eta zabaltzeko bidea da, ez garelako soilik hobekuntza zehatzak lortzera etorri. Ez dezala inork pentsa soilik hezigunetako arau konkretuak aldatzera gatozenik, ez dezala inork pentsa aldaketa txiki eta partzialak lortzera mugatuko garenik. Klase zapalduek euren askapenaren alde hamarkadetan egindako borrokaren oinordekoak gara eta justizia historikoaren eginbeharra azken muturrera eramatera gatoz.

Izan ere, jakitun gara proletargoak bere kateak hausteko egin duen borroka adierazpen bakoitzaren oinordekotza gure belaunaldiaren gain dagoela. Oinordekotza hau ordea ezin dugu euren doktrinaren jarraipen itsu bezala ulertu. Borroka esperientzia bakoitzetik ateratako irakaspen historikoen sintesi modura ulertu behar dugu oinordekotza. Horregatik, Parisko komunaren oinordekoak gara, 1917ko iraultzaren oinordekoak gara, espartakisten iraultza saiakeraren oinordekoak gara, italiar komunisten oinordekoak gara, emakume sozialisten internazionalaren oinordekoak gara, Burkina Fasoko sozialisten oinordekoak gara, Hego Ameriketako iraultza saiakera guztien oinordeko gara, Donostiako komunaren oinordekoak gara, 36ko Gerra galdu zutenen oinordekoak gara, Euskal Nazio Askapen Mugimenduaren 50 urtetako historiaren oinordekoak gara, eta guri dagokigu proletargoaren betebehar historikoa jarraituz, prozesu sozialista azken muturrera eramatea. / LER: BorrokaGaraiaDa

quinta-feira, 11 de abril de 2019

«Abril Vermelho»: camponeses brasileiros exigem reforma agrária e justiça social

Sob o lema «Direitos camponeses já, com reforma agrária e justiça social», sindicatos, federações de trabalhadores rurais e movimentos populares brasileiros vão levar a cabo o «Abril Vermelho» – a primeira Jornada Nacional de Lutas pela Reforma Agrária durante o governo de extrema-direita de Jair Bolsonaro.

As manifestações e outras actividades deste «Abril Vermelho», em defesa de «políticas públicas para o campo», terão lugar, sobretudo, na semana de 17 de Abril, o Dia Internacional da Luta Camponesa. A data – lembra o Brasil de Fato – foi escolhida pelas organizações que compõem a Via Campesina como forma de homenagear a memória dos 19 trabalhadores assassinados em Eldorado dos Carajás, no estado do Pará, por agentes da Polícia Militar, em 1996. (Abril)

«Porque canta a prisão de Filadélfia»

[De António Santos] A mãe, Debbie Africa, militante da organização revolucionária MOVE, tinha acabado de ser condenada a cem anos de prisão mas tinha um último desejo: passar uma semana com o filho recém-nascido. Parir nem foi o mais difícil: deu à luz sozinha, sem um grito, no duche da prisão. Depois, cortou o cordão umbilical com os dentes e empurrou a placenta pelo ralo. «Quando eu chorava, as outras reclusas cantavam para que as guardas não se apercebessem. A prisão inteira cantava, tão alto quanto possível. Ninguém a denunciou», explicou-me. O mais difícil, garante Debbie, foi entregar o bebé de apenas uma semana às boquiabertas guardas prisionais. (avante.pt)

terça-feira, 19 de março de 2019

Pablo Hasél sobre a luta contra o fascismo no Estado espanhol actualmente [vídeo]

Entrevistado pelo «Agit Prop», Pablo Hasél fala sobre a luta contra o fascismo no Estado espanhol hoje em dia.Ver: lahaine.org

segunda-feira, 18 de março de 2019

«Operação Radar: o assassinato de militantes do PCB pela ditadura»

[De Bruna Caetano / Brasil de Fato] «Você sabe que esses comunistas têm que morrer, e sei que você é um patriota. Precisamos de você.» É assim que, em 1973, Cláudio Guerra é convidado pelo Coronel Perdigão (Freddie Perdigão Vieira) e pelo Comandante Vieira, a compor a Operação Radar, que executou 19 militantes do Partido Comunista Brasileiro (PCB). Ex-delegado e atual pastor da Assembleia de Deus, ele confessa os crimes cometidos durante a ditadura civil-militar no Brasil em uma entrevista de 70 minutos documentada pela diretora Beth Formaggini (confira abaixo entrevista com a diretora). O resultado é o filme Pastor Cláudio, que estreou nessa semana, e relata como eram feitas as execuções de militantes do PCB, e como os corpos torturados pelo Estado eram incinerados. (PCB)

sexta-feira, 15 de março de 2019

Araba eta Bizkaiko Gazte Topaketa Sozialistak, apirilaren 5etik 7ra Laudion

«Gizarteak sortzen duen despolitizazioaren aurrean guri bizitza politikoa sustatzea dagokigulako antolatu ditugu topaketa hauek. Gure bizimodua bizimodu politikoa da eta gure bizitzaren momentu guztiak norabide horretan lerrokatu behar ditugu». Horrela mintzatu da GKS, aurkeztu berri duten twitter kontuan publiko egin duen komunikatuan. Zentzu horretan antolatu ditu, «bizimodu kolektibo eta politiko sozialista elikatzeko helburuz», Laudion, apirilaren 5etik 7ra ospatuko diren Araba eta Bizkaiko Topaketak.

Bertan, babes sare ezberdinei buruz, gazte problematika klase ikuspegitik aztertzearen beharraz, elkartasuna antolatzearen edota saretzearen beharraz, edota harreman eredu komunistaz eta kulturaren klase izaeraz jardungo dira, besteak beste.
[…]
Egitarau oparoaz gain, bertan otorduak egin eta gaua pasatzeko aukera ere egongo dela jakinarazi dute. Era berean, eskaintza kulturalari dagokionean «borroka komunitatea sendotzeko» jolasak, bertso afaria eta Ziakhus rap taldearen diskaren aurkezpena izango dira, besteak beste. Topaketotan Bonoak 15€tan jarriko dituzte salgai datozen egunetan publiko egingo dituzten saltokietan; diru hori Topaketen gastuei aurre egitera bideratuko da. / Ver: gedar.eus

quarta-feira, 13 de março de 2019

Parlamento francês aprova definitivamente a polémica lei «antidistúrbios»

Aprovada ontem no Senado francês com 210 votos a favor, 115 contra e 18 abstenções, a lei, também conhecida como «anti-vândalos», contempla a interdição administrativa e preventiva, por parte das prefeituras, do direito à manifestação; o direito da Polícia a revistar bagagens e viaturas dos manifestantes no local da manifestação; cria um ficheiro das pessoas proibidas de se manifestar; estabelece que «esconder voluntariamente o rosto, total ou parcialmente», passa a ser crime – punido com um ano de prisão e 15 mil euros de multa – e passa a impor o princípio do «vândalo-pagador», tal como o defendeu o ministro francês do Interior, Christophe Castaner.

Vários senadores afirmaram que a lei acabou por ser «endurecida» e alguns destacaram o seu carácter «arbitrário», uma vez que «os prefeitos e, desse modo, o governo podem escolher agora os seus manifestantes», refere o France 24.

A Confederação Central do Trabalho (CGT) exigiu «o abandono puro e simples» do texto. Por seu lado, o Solidaires apelou aos demais sindicatos e à sociedade para «se mobilizarem contra esta lei». (Abril)

«Fascistas, filhos da...»

[De Miguel Tiago] Essa elite, contudo, domina os meios de comunicação social, a produção de conteúdos, o próprio Estado e os seus instrumentos. Ao ver-se incapaz de manter o contentamento nas massas trabalhadoras e nas camadas mais empobrecidas da pequena-burguesia, essa elite aposta no plano B: o da violência como forma de manutenção da sua ordem.
[...]
Os primeiros a serem abatidos e perseguidos quando uma força fascista se posiciona no poder, são os comunistas. Por maioria de razão, esses são os primeiros e os últimos a fazer-lhe frente. Mas nunca sozinhos. (manifesto74)

segunda-feira, 11 de março de 2019

«Ataque à Previdência: a farsa que antecede a tragédia» [Brasil]

[De Henrique Júdice Magalhães] Daqui a 40 anos, quando os trabalhadores que começarem agora a descontar para esses fundos se aposentarem, a tendência demográfica, se mantida, quebrará esses fundos, se forem geridos satisfatoriamente: uma gestão inepta ou fraudulenta os quebra antes. Num caso ou noutro, quem tiver descontado para eles fica sem aposentadoria, e o Estado terá que reassumir a Previdência. Mas, até lá, os filhos dos gestores estarão riquíssimos. (PCB)

domingo, 10 de março de 2019

«En respuesta a Eneko Compains»

[De Burkidetxo] Tras leer con atención el artículo de Eneko Compains «Gaztetxes y lucha obrera. Sobre el naciente izquierdismo en la Euskal Herria de hoy» me dispongo a contestar con algunas de las reflexiones que se me han venido a la cabeza.
[…]
Muchas de nosotras saltamos del nido hace tiempo, y sí, fuera hacía un frío helador, pero poco a poco, la temperatura está subiendo. Estoy segura además, de que cuanto más calor tengamos, mas gente saltará sin miedo a pasar frío. No se puede aspirar a construir mayorías por la derecha y a mantener a la militancia más comprometida.
[…]
El tiempo pondrá a cada cual en su sitio. No perdamos de vista el enemigo y cuidémonos, pues cuanto más calor haga, con más dureza nos golpeará el enemigo. (BorrokaGaraiaDa)

sexta-feira, 8 de março de 2019

«No es día de reinas y explotadoras»

[De Cecilia Zamudo] Las mujeres somos la parte más golpeada de la clase explotada. Somos víctimas de las guerras imperialistas, del saqueo capitalista que empobrece regiones y países enteros, de las privatizaciones y la precariedad, y además somos víctimas del machismo incesantemente promovido por los medios y toda la industria cultural del capitalismo. Porque el capitalismo se sustenta fragmentando y dividiendo a la clase explotada: por ello la industria cultural del capitalismo difunde incesantemente paradigmas de discriminación como el machismo y el racismo. (BorrokaGaraiaDa)

«As origens comunistas do 8 de Março» [vídeo]

De Maria Lygia Quartim de Moraes (TV Boitempo) A socióloga Maria Lygia Quartim de Moraes apresenta as origens comunistas e socialistas do Dia Internacional da Mulher. Recuperando as condições históricas, políticas e econômicas do surgimento do movimento de massas das mulheres, ela comenta a importância de figuras como Clara Zetkin e Aleksandra Kollontai na criação do Dia Internacional da Mulher, e como ele serviu de estopim para desencadear a Revolução Russa.

Refletindo sobre como a historiografia hegemônica buscou apagar e falsear o elo entre o feminismo e o socialismo nas origens do 8 de março, para produzir uma celebração mais domesticada e até comercializável do Dia Da Mulher, ela defende uma retomada radicalidade da data como um dia da luta. (TV Boitempo)

quinta-feira, 7 de março de 2019

«E, todavia, Lakeith ri-se»

[De António Santos] Antes de Lakeith Smith, com 15 anos, ser condenado a 65 anos de prisão por um crime que não cometeu, um jovem de 24 anos foi julgado por causar um morto ao fugir da polícia. A pena foi de 18 meses. Era branco.
[…]
«Isto é o Sul, sabes?», suspira Brontina e, repete, lentamente, após uma pausa, como se invocasse uma velha lei, «Isto é o Sul… Ainda a minha mãe não era nascida e já a minha avó andava em manifestações contra o racismo. Eu gostava de acreditar que o racismo é um assunto do passado, que toda a gente agora é tratada da mesma forma, mas não é verdade. O racismo está por todo o lado. Está em tudo.» (Abril)

quarta-feira, 6 de março de 2019

«Mahaigaineratu nahi dugu nazio auzia ebazteko beste modu bat»

[Entrevista do Berria a Ane Ibarzabal (1994) eta Unai Martinez (1996), da Gazte Koordinadora Sozialista] Kapitalismoak nazio eredu moderno ezberdindu bat sortu du, eta hori burgesiaren gidaritza politikoaren menpe dago erabat. Kapitalismoak sortzen duen komunitate ereduaren elementu gehienak botere burgesaren dinamikari azpiratuta daude: errepide sareak, unibertsitateak, elementu kultural eta linguistikoak, ehun produktiboa… Guk langile klasearen nazioaren eraikuntza defendatzen dugu, non komunitate horren elementuak kontzienteki eta etikoki kontrolatu beharko liratekeen.
[…]
Horren aurrean, euskal kultura sozialista defendatzea beharrezkoa da. Euskal Herria, beraz, kontzeptu politikoa da guretzat, eta nazio eraikuntza, prozesu sozialistaren parte. (Berria via BorrokaGaraiaDa)

terça-feira, 5 de março de 2019

«O valor do trabalho em Portugal»

[De Eugénio Rosa] Neste estudo com o título «A subutilização do trabalho em Portugal, os baixos salários e as baixíssimas pensões, e a reduzida cobertura do subsídio de desemprego» analiso, utilizando dados divulgados pelo INE e pela Segurança Social, os ganhos e o que ainda ficou por fazer pelo actual governo com o apoio dos partidos da esquerda, na legislatura que este ano termina.

São também objecto de análise alguns aspectos sócio-económicos cujo número é reduzido mas que são importantes para todos os portugueses, como seja a evolução verificada naquilo que o INE designa por «subutilização do trabalho», a cobertura do subsídio de desemprego, os salários líquidos dos trabalhadores por conta de outrem, a percentagem de portugueses a viverem ainda no limiar da pobreza, e as pensões. (jornaltornado.pt)

domingo, 3 de março de 2019

«Gasteiz 1976: Pasan los años…»

[De Boltxe kolektiboa] Los rostros jóvenes de aquellos trabajadores nos reclaman y nos exigen. Sus miradas nos cuestionan si vamos a continuar la lucha en la que ellos cayeron y hasta ahora, solo otros rostros jóvenes les han dado respuesta afirmativa. Esa es la gran esperanza de nuestro pueblo. Frente a quienes imploran reuniones con la patronal o glosan a reaccionarios recientemente fallecidos, la grandeza y el compromiso de los jóvenes reanudará la lucha y retomará el testigo que dejaron estos obreros.

Pasan los años y el fascismo español, sigue tal y como era en 1976. Ahora, en este 2019, mostrando su perfil de una manera más nítida si cabe. Hablando sin tapujos de recortarnos derechos, oprimirnos incluso por opinar en las redes sociales o extendiendo su idea de «España: Una, Grande, Libre» que jamás abandonaron. (boltxe.eus)

«Ante este nuevo 3 de Marzo» (cas./eus.)
[De M1Egin] Los asesinados ese día no fueron víctimas inocentes de la brutalidad policial. Fueron protagonistas y sujetos de la lucha de la Clase Trabajadora contra la burguesía fascista. Por ello, no queremos recordarles como «víctimas» (una palabra ya vaciada de significado por la moral burguesa).

En M1Egin queremos recordarles como caídos en la guerra de clases, asesinados mientras luchaban por sus derechos y la dignidad de nuestra clase –los muertos de esa guerra pasada que nos guían cada día en la guerra presente. (lahaine.org)

«Recuo dos direitos humanos em França. A República em marcha-atrás»

[De Rémy Herrera] A mãe de toda a violência, que deve cessar urgentemente e contra a qual o povo se vê obrigado a defender-se é a que gera a imposição de medidas neoliberais iníquas, implacáveis, anti-sociais e antidemocráticas; a que, no silêncio dos ajustamentos de preços dos mercados capitalistas, faz morrer de frio os sem-abrigo, leva ao suicídio os agricultores endividados, destrói indivíduos e as suas famílias, privando-os de empregos, cortando-lhes a eletricidade, expulsando-os das suas casas; a que obriga os reformados, por falta de meios, a deixarem de aquecer a sua habitação ou as crianças a saltar uma refeição [...]. (resistir.info)

sábado, 2 de março de 2019

«Arzalluz, uno de los suyos»

[De Borroka Garaia] La ideología de Arzalluz era la ideología del dinero y tenía una base que bebía en gran parte del fundamentalismo religioso clásico anti-marxista (también común a la derecha española), pero debido a las especificaciones vascas y al interés de clase de las fracciones burguesas que el representaba vehiculizado de otra forma. Ya que esas fracciones pese a ser extensiones de la burguesía española, rivalizaban en interés económico en el reparto del pastel. Y Arzalluz siempre tuvo presente que la función del PNV ha sido vital para la estabilización española y para que no se abra paso una alternativa de ruptura independentista y socialista, lo cual le daba margen para nivelar negociaciones en beneficio propio. Algo de lo que también era consciente el Estado español.
[…]
Las palabras se las lleva el viento, lo que queda es la realidad material y las acciones.

Las de un estadista del Estado español. Y en la realidad material se quedaron (y aún continúan) el pacto de Ajuria Enea, la dispersión, la impunidad del terrorismo de Estado y las torturas, la ilegalidad de la autodeterminación vasca o la represión de la ertzaintza. Junto a desalojos en un país donde como ayer mismo un sin techo murió calcinado en Donostia mientras la burguesía se llena los bolsillos de lo que cada vez pierde más la clase trabajadora. (BorrokaGaraiaDa)