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quinta-feira, 14 de março de 2019

«NATOk Euskal Herria ere suntsitzen du | La OTAN también destruye Euskal Herria»

[De Lur Gil e Ainhoa Alberdi, militantes da Askapena] Gainera, Euskal Herrian 100 enpresa baino gehiago dira haien produkzioaren zati bat edo gehiena industria militarrera bideratzen dutenak. Gamesa/Aernnova, Sener, ITP edota SAPA dira horietako batzuk. Eta noski, instituzio publikoen (nagusiki Eusko Jaurlaritza, baina ez bakarrik) diru-laguntzak eta sariak ere jasotzen dituzte, eta Euskal Herrian dauden banku gehienek (BBVA, Caixabank, Rural Kutxa, Kutxabank…) armagintzan inbertitzen dituzte euskal herritarron aurrezkiak.
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Además, son más de 100 las empresas vascas que destinan parte o la mayoría de su producción a la industria militar: Gamesa/Aernnova, Sener, ITP o SAPA son sólo algunas de ellas. Y por supuesto, reciben subvenciones y premios por parte de instituciones públicas como Gobierno Vasco. A esto hay que añadirle que la mayoría de bancos en Euskal Herria (BBVA, Caixabank, Caja Rural, Kutxabank…) invierten nuestros ahorros en la industria armamentística. (BorrokaGaraiaDa)

quarta-feira, 13 de fevereiro de 2019

Convenção Internacional contra a NATO, em Florença

Em Florença (Itália), dia 7 de Abril de 2019. No Cinema Teatro Odeon (Piazza Strozzi).

Com a participação de Michel Chossudovsky, do Centre for Research on Globalization (Global Research, Canadá); Gino Strada, fundador de Emergency; Alex Zanotelli, missionário comboniano; Franco Cardini, historiador; General Fabio Mini; Tommaso Di Francesco, co-director de Il Manifesto; Giulietto Chiesa, director da Pandora TV; Manlio Dinucci, jornalista. / MAIS INFO: nowarnonato

terça-feira, 12 de fevereiro de 2019

O Exército espanhol bombardeia de novo as Bardenas com fogo real

A Bardenas Libres denuncia estas novas manobras, que decorrem de 13 a 18 de Fevereiro, e pergunta quantas manobras mais terá de aguentar este ano. «O que sabemos é o que significa o aumento da verba económica que recebem os municípios, que se traduz numa maior dependência económica dos exercícios militares deste campo de treino militar», denuncia.

«Também fica clara a atitude do Ministério [espanhol] da Defesa de continuar a usar estas terras, protegidas do ponto de vista ambiental como Parque Natural e Reserva Natural da Biosfera, para os interesses da NATO, e também para cobrir as necessidades da indústria do armamento», acrescenta.

Incentivam, para além disso, os que mantêm a luta contra o campo de treino militar e contra as guerras a prosseguir essa luta «ainda com mais força, se possível», e a juntar energias com iniciativas como as que foram propostas por alguns grupos municipais, com vista a dedicar o dinheiro recebido à ajuda aos refugiados, «que se vêem obrigados a deixar as suas terras devido às guerras imperialistas que a NATO treina aqui». / Mais info: ahotsa.info

sábado, 29 de dezembro de 2018

«Los satélites están cambiando de sol. Intensificación de las contradicciones interimperialistas»

[De Ángeles Maestro] En el escenario internacional han irrumpido recientemente hechos aparentemente sorprendentes. Cuando en el pasado mes de noviembre se celebraba en París el centenario del armisticio de la primera guerra mundial, Trump, en un intento de enfrentar a Francia y Alemania y de recordar el papel hegemónico de EE.UU en Europa dijo que «cuando los americanos desembarcaron en Normandía en 1944, los franceses estaban aprendiendo a hablar alemán». Más que un intento tan poco seductor de conseguir que los países europeos incrementaran su aportación económica y militar a la OTAN, debe interpretarse como un exabrupto más en la escalada de enfrentamientos entre EE.UU. y la UE que, de momento, han culminado con la decisión de esta última de crear un ejército europeo independiente.

¿Son sólo salidas de tono de Trump o hay, desde hace tiempo, cambios importantes en las relaciones interimperialistas? (lahaine.org)

sexta-feira, 14 de dezembro de 2018

«União Europeia prepara-se para a guerra»

[De José Goulão] A militarização da União garante ao sistema económico neoliberal aquilo de que mais necessita actualmente: a política exercida em moldes autocráticos. Para isso, nada mais aconselhável e seguro do que militarizar a política.

O preço a pagar por tudo isto é a transformação da União Europeia numa aliança militar integrada, por definição, no sistema agressivo da NATO. Dissolvem-se os efeitos do Brexit e, ao contrário das aparências, subordina-se operacionalmente a Europa – já pronta para a guerra – aos Estados Unidos. (Abril)

sexta-feira, 7 de dezembro de 2018

Armamento alemão continua a alimentar a Arábia Saudita

Apesar de políticos alemães se vangloriarem dos controlos rigorosos do país no que toca à exportação de armamento, a guerra no Iémen é demasiado lucrativa e a Arábia Saudita é um parceiro valioso.

Uma das restrições de que os políticos alemães se gabam é a de que não pode haver exportações de armamento para países directamente envolvidos neste «inferno». No entanto, destaca a DW, a lei alemã garante às empresas que fabricam e exportam armamento a possibilidade de continuarem a vender para esses países, desde que «provem» que o armamento fica nos países para os quais foi exportado. Na prática, trata-se de um buraco na lei, através do qual as armas continuam a cair no Iémen.

Para além disso, há a questão dos componentes. A DW lembra que, quando o Reino Unido abastece a Força Aérea saudita com caças Eurofighters, cerca de um terço dos componentes – de pequena e grande dimensão – é fabricado na Alemanha. (Abril)

segunda-feira, 3 de dezembro de 2018

«NATO, inoiz baino hurbilago» / «NATO, nunca tão perto»

[De Askapena] Dokumentu honen helburua NATOk eta mendebaldeko inperialismoak gaur egun duten rolari buruzko analisi bat egitea da. Horretarako, egitura politiko-militarraren historia errepasatu eta Euskal Herriarekin dituen loturak aztertuko ditugu. Izan ere, maiz, mugimendu antiinperialistatik NATOri buruz hitz egiten dugunean, ez dugu gure gertuko errealitatean dituen eraginen berri ematen, eraso egiten dien herrialdeetako egoerak salatu besterik ez dugu egiten. Baina, kontziente izan behar gara NATOk Euskal Herrian ere eragiten dituela on-dorioak eta kalteak. (BorrokaGaraiaDa)

Relatório: «NATO, nunca tão perto» (eus. / cas. / fra.)

sábado, 10 de novembro de 2018

«A perturbadora nostalgia da guerra»

[De José Goulão] O armistício que pôs fim a uma das maiores e mais cruéis chacinas mundiais está a ser celebrado na Europa, com epicentro em Paris, através de grandiosas paradas militares simbolizando, no fundo, a prontidão para voltar a fazer o mesmo.
[…]
A República de hoje foi incapaz de assinalar o armistício com um acto cívico de reflexão sobre a decisão de condenar milhares de portugueses a uma morte certa para irem matar concidadãos alemães sem saberem ao certo por quê. Desta maneira foram martirizados milhões de jovens de vários continentes, para ajuste de contas entre imperadores capitalistas com desavenças de dominação e de acesso, como sempre, aos lucros. (Abril)

sexta-feira, 19 de outubro de 2018

«Armas biológicas»

[De Jorge Cadima] Acumulam-se indícios e informações que apontam no sentido do desenvolvimento de armas biológicas pelos EUA. Pior ainda: não as desenvolve no seu próprio território, mas nos de países vassalos como a Geórgia. Extensos surtos de doenças aparentemente com essa origem geográfica, e o próprio facto de se verificarem elevadas taxas de mortalidade entre o pessoal desses laboratórios suscitam legítimas suspeitas. E o principal indício é saber-se que os EUA não têm qualquer espécie de escrúpulos. (odiario.info)

domingo, 23 de setembro de 2018

Alemanha aprova venda de armamento à Arábia Saudita e aos EAU

Quebrando o compromisso de não vender armas às partes envolvidas na guerra de agressão ao Iémen, a Alemanha aprovou a entrega de material bélico à Arábia Saudita e aos Emirados Árabes Unidos (EAU).
[…]
Desde Março de 2015 que a Arábia Saudita lidera uma ofensiva militar contra o mais pobre dos países árabes, declarando serem seus objectivos esmagar a resistência do movimento popular Ansarullah e recolocar no poder o antigo presidente Abd Rabbuh Mansur Hadi, aliado de Riade.

De acordo com as Nações Unidas, a campanha militar provocou milhares de mortos e feridos entre a população civil, foi responsável pela destruição de uma parte substancial das infra-estruturas do país árabe e está na origem de uma situação humanitária que as Nações Unidas classificaram como «catastrófica». Mais de 22 milhões de iemenitas necessitam de ajuda alimentar, sendo que 8,4 milhões são «severamente afectados pela fome». (Abril)

sexta-feira, 21 de setembro de 2018

«Quando a NATO conjuga a guerra com os negócios»

[De José Goulão] Que a NATO é uma aliança guerreira global não é novidade para ninguém; nem mesmo – e sobretudo – para aqueles que continuam a jurar que não passa de uma inocente organização defensiva. Mas a NATO dá fortes sinais de estar a transformar-se também numa motivadora frente de grandes negócios onde os interesses público e privado esbatem lucrativamente as suas fronteiras. Um exemplo? Chama-se Cooperative Cyber Defence Centre of Excellence (CCDCOE), com a tradução oficial portuguesa de Centro de Excelência para a Ciberdefesa Cooperativa e funciona a partir de Tallin, capital da Estónia. (Abril)

sábado, 15 de setembro de 2018

Espanha «honra acordo» e vende mais 400 bombas à Arábia Saudita

Depois de travar o negócio há dez dias, o governo espanhol anunciou que as bombas seguem para os sauditas. Representantes da ONU no Iémen voltaram a alertar para a situação humanitária no país.

Questionado sobre as garantias que possuía quanto à utilização das bombas pelos sauditas, no sentido de não provocar vítimas entre a população civil, Borrell disse que as bombas guiadas a laser têm «uma extraordinária precisão».

A reviravolta ocorre dez dias depois de a ministra da Defesa, Margarita Robles, ter confirmado que tinha dado início ao cancelamento do contrato celebrado entre ambos os países, relativo à venda de 400 bombas guiadas a laser, acrescentando que Madrid pagaria a Riade 9,2 milhões de euros pelas armas não entregues, informa a RT.

A decisão de cancelar o negócio estaria ligada, de acordo com a RT e a PressTV, às múltiplas críticas internacionais contra o massacre da população civil – mais recentemente em Hudaydah e na província da Sa'ada, onde foi atacado um autocarro cheio de crianças – levado a cabo pela coligação liderada pelos sauditas no Iémen. (Abril)

quinta-feira, 13 de setembro de 2018

«Setembro vermelho na Venezuela?»

[De Carlos E. Lippo] É oportuno assinalar que na ausência de aliados regionais de peso, pois só os países da ALBA-TCP nos apoiam neste difícil momento, ao menos até agora, contamos com o apoio da Rússia e da China, evidenciado em fatos tangíveis, tais como: a celebração de exercícios aéreos conjuntos com a aviação da Federação da Rússia em data não divulgada ainda no mês de setembro; e a chegada de um navio hospital da armada da República Popular da China, acordado há algum tempo e que está confirmada para este mesmo mês.

Reiteramos que somos um povo pacífico, cujos exércitos só transcenderam as fronteiras durante o século XIX para ajudar a libertar os países irmãos, entre eles alguns dos quais hoje nos assediam com mais sanha, do jugo do império espanhol; porém, se o império ianque se empenhar em vir a nós, não nos dará outra opção que propiciar-lhe sua segunda derrota militar na América e fazer da pátria latino-americana um gigantesco Vietnã. (PCB)

quinta-feira, 6 de setembro de 2018

«El KKE sobre los desarrollos en el Mediterráneo Oriental y en el Oriente Medio»

[De Gabinete de Imprensa do KKE] Se está formando una situación peligrosa.

La participación de Grecia en el ejercicio de la OTAN y de EE.UU. «Bright Star 2018» y los demás ejercicios militares deben detenerse. Hay que reforzar la lucha contra la política antipopular del gobierno de SYRIZA-ANEL, que es el abanderado de los intereses de la OTAN y de la UE en la región. (redroja.net)

domingo, 2 de setembro de 2018

Exigência de desmilitarização e ambiente de festa marcam Ospa Eguna

A reivindicação da saída das forças de repressão e de ocupação do território basco foi a tónica dominante do Ospa Eguna [Dia do Baza] deste ano em Altsasu (Nafarroa).

A jornada, que ontem se celebrou, ficou também marcada pelo bom tempo, a diversão e a tranquilidade – até porque, ao contrário de anos anteriores, os pikolos praticamente não se viram; apenas uma ou outra patrulha, ao longe. No Ospa Eguna de 2018, Altsasu não foi a «terra militarizada e ocupada» que alguns previam.

Sem provocações da Guarda Civil, o dia decorreu em ambiente de festa, com muitas actividades e um almoço popular em que participaram cerca de 400 pessoas. Já a kalejira [desfile] pelo centro da terra contou com a participação de 3000 pessoas.

No final, foi lido um comunicado em nome da organização, em que se afirmou que «não se pode acabar com a repressão se não se começar a fazer o caminho para acabar com [este] sistema». E deixaram claro: «nesta terra não aceitaremos a Guarda Civil, a Ertzaintza, a Polícia Foral, a Gendarmerie ou Polícia Nacional [espanhola] porque são inimigos do Povo Trabalhador Basco».

A jornada reivindicativa terminou com música no gaztetxe da localidade.

Jornada contra a repressão e pela desmilitarização (ahotsa.info) Ver: lahaine.org / Fotos: ekinklik.org

«John McCain: de falso herói a criminoso de guerras em série»

[De Nazanín Armanian] Os elogios fúnebres ao falecido senador norte-americano John McCain (incluindo um surpreendente elogio do governo vietnamita) prosseguem na morte o que já fora feito em vida: a mitificação de um «herói» que nada teve de heróico, e a glorificação de belicista insaciável, pessoalmente associado a todos os crimes e agressões imperialistas do seu tempo. (odiario.info)

sexta-feira, 31 de agosto de 2018

«John McCain: una vida al servicio de todas las guerras imperialistas»

[De MPR] A principios de esta semana murió senador estadounidense John McCain, que puso toda su vida al servicio de las guerras imperialistas desatadas por su país.

Después de los acontecimientos del 11 de septiembre de 2001 todos los senadores de Estados Unidos (excepto Barbara Lee) votaron a favor de dar a Bush el poder de invadir Afganistán. Sin embargo, McCain no se contentó con eso. Al día siguiente se presentó en la cadena MSNBC con una lista de países que -según dijo- ofrecían refugios seguros a grupos como Al-Qaeda.

La lista incluía a Irak y otros países. Sin embargo, en 2014 mintió afirmando que la guerra en Irak probablemente no habría ocurrido si él hubiera ganado las primarias republicanas de 2000 y luego las elecciones presidenciales. Otro de los países incluido en aquella lista era Siria.

Poco después del estallido de la primavera árabe, McCain y su fiel compañera de crímenes de guerra, la senadora Lindsey Graham, abrió los canales de comunicación con la oposición siria. (Movimiento Político de Resistencia)

segunda-feira, 27 de agosto de 2018

«Why the US ruling class mourns John McCain»

[De John Pilger] Like virtually every other Democrat and Republican, he supported the October 2001 invasion of Afghanistan, launching a war that is now approaching the end of its 17th year, the longest in American history.

It was in the second Iraq War that McCain played his most prominent and reactionary role, cosponsoring the 1998 Iraq Liberation Act, along with Democrat Joe Lieberman, endorsing the bombing of Iraq, first under Clinton and then George W. Bush, cheerleading the 2003 invasion and then pushing for a more aggressive use of force during the protracted US occupation, culminating in Bush’s «surge» of additional troops in 2006-2007.

McCain was a full-throated supporter of whatever lie the Bush administration chose as the basis of its war propaganda: Saddam Hussein’s alleged ties to terrorism; his possession of «weapons of mass destruction»; the desire to establish «democracy» in Iraq; and finally, the need to preserve «stability,» i.e., to deal with the consequences of the US destruction of Iraq as a functioning society.

Along the way, McCain found time to advocate military action against North Korea in 2003, US intervention in Iran in 2007, and US support for Georgia in the war between Russia and that Caucasian republic in 2008 (when he dispatched his wife Cindy to Tbilisi in a show of support).
[…]
Throughout the Obama administration, McCain was a firm supporter of the Democratic president when he used military force, as in Libya, or threatened it, as in the South China Sea, and a critic when Obama pulled back, as in Syria. McCain and John Kerry introduced a Senate resolution to sanction the war in Libya, and McCain called for US air power to be used in «a heavier way.» In September 2013, McCain backed a resolution passed by the Senate Foreign Relations Committee to give US support to military operations in Syria that would «change the momentum on the battlefield» and strengthen forces opposed to the regime of Bashar al-Assad. He repeatedly called for «more boots on the ground» for the US-backed war against ISIS in Iraq and Syria. (wsws.org)

sexta-feira, 24 de agosto de 2018

«Bases militares dos EUA na América Latina e no Caribe»

[De Raúl Capote Fernández] Os Estados Unidos têm cerca de 800 bases militares em todo o mundo, incluindo mais de 76 na América Latina. Entre as mais conhecidas, destacam: 12 no Panamá, 12 em Porto Rico, 9 na Colômbia e 8 no Peru, com o maior número concentrado na América Central e no Caribe.
[...]
O objetivo do império é aumentar a presença militar na região, a fim de garantir seus interesses hegemônicos no hemisfério, consolidar um front contra a Venezuela e perpetuar seu controle sobre os imensos recursos econômicos da América Latina e do Caribe. A frase de Bolívar parece adquirir mais valor hoje do que nunca: «Os Estados Unidos parecem destinados pela Providência a encher a América da miséria, em nome da liberdade». (PCB)

terça-feira, 21 de agosto de 2018

Israel alarga direito de posse de arma a centenas de milhares de civis

Desde que tomou posse, em Maio de 2015, Gilad Erdan, deputado do Likud (extrema-direita) e ministro israelita da Segurança Pública, apoiou de forma entusiástica a diminuição de restrições à posse de arma por civis israelitas, alegando a necessidade de fazer frente aos ataques dos palestinianos.

Por iniciativa sua, em 2016 oficiais na reserva com a patente de tenente ou superior passaram a poder solicitar uma licença de porte de arma, assim como veteranos de unidades militares de elite, agricultores, guias turísticos e pessoal de primeiros socorros, revela o Haaretz.

Actualmente, para se solicitar uma licença de porte de arma, um cidadão israelita tem de ter 21 anos e de mostrar que está em boas condições de saúde. Outros requisitos eram, até agora, ter residência num colonato na Margem Ocidental ocupada, numa «zona de fronteira» ou perto do muro do apartheid.

A proposta avançada em Julho e ontem anunciada pelo ministro como uma medida diminui as restrições ao pedido de licenças, permitindo que entre 500 mil e 600 mil civis possam juntar-se aos actuais 145 mil civis israelitas autorizados a possuir uma arma e usá-la em público. (Abril)