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quarta-feira, 20 de março de 2019

Mais de 350 mil mobilizam-se contra Macron em jornada de greve geral

A defesa do sistema de protecção social e de pensões também esteve na ordem do dia e mais ainda depois de, recentemente, a ministra da Saúde e da Solidariedade, Agnès Buzyn, ter afirmado que «um dia será preciso trabalhar mais, porque, de outro modo, o nosso sistema de pensões não aguentará».

As declarações, bem recebidas pelo patronato, mereceram forte contestação da parte das organizações sindicais, que insistem na valorização das pensões e dos salários, na aplicação do imposto sobre as grandes fortunas, na defesa do emprego, do sector industrial e da administração pública, com vista à «melhoria das condições de vida e de trabalho». (Abril)

quinta-feira, 14 de março de 2019

Distribuidores da Uber Eats e Glovo são «trabalhadores por conta de outrem»

Após uma semana de contactos realizados com estafetas da Uber Eats, da Glovo e de outras empresas, o Sindicato da Hotelaria do Norte (CGTP-IN) emitiu ontem um comunicado no qual afirma ter chegado à conclusão de que «estes trabalhadores estão todos contratados ilegalmente a recibo verde», uma vez que se trata de «trabalhadores por conta de outrem».

Nos contactos estabelecidos, o sindicato tomou também conhecimento de que «as condições de vida e de trabalho existentes há cerca de um ano» se agravaram, «em particular para trabalhadores estrangeiros, na sua maioria brasileiros, que nem casa têm para viver». «Por vezes, dormem em instalações das empresas parceiras da Uber Eats, sem as mínimas condições humanas e de habitabilidade», denuncia. (Abril)

quinta-feira, 28 de fevereiro de 2019

Trabalhadoras dos Supermercados DIA% em greve contra exploração, precariedade e despedimentos

Perante a ameaça de despedimento colectivo anunciado pelos supermercados DIA% e TWINS, os sindicatos ELA e LAB deram início a novas jornadas de luta, que incluem greves nos dias 27 e 28 de Fevereiro e 5 de Março. A partir de 11 de Março, a greve é por tempo indeterminado.

Os sindicatos revelam que, na semana passada, ficaram a par da intenção da empresa GRUPO DIA e TWINS de proceder ao despedimento colectivo de 2100 trabalhadores em todo o Estado espanhol.

ELA e LAB rejeitam frontalmente esta «sangria laboral», que destruirá milhares de postos de trabalho, centenas dos quais em Euskal Herria. Acrescentam que foi «a empresa que, com a sua política, conduziu a esta situação».

«Pelo seu interesse mercantil e internacional, brinca com os direitos dos trabalhadores. Quando não ganha, são novamente os trabalhadores a sofrer as consequências. Mas até aqui!», afirmam.

Assim, declaram que não vão «admitir nenhum despedimento». / Ver: Ecuador Etxea

sábado, 23 de fevereiro de 2019

Trabalhadores da Navarpluma, em greve por tempo indeterminado, voltaram a mobilizar-se

Em greve por tempo indeterminado desde o dia 1 de Fevereiro, os trabalhadores da Navarpluma realizaram concentrações em Iruñea, esta sexta-feira, frente à sede do Governo de Nafarroa, da Sodena – Sociedade de Desenvolvimento de Navarra e da Confederação Navarra de Empresários (CEN). O sindicato ELA denuncia que, apesar de se encontrar numa óptima situação económica e receber dinheiro público, a empresa insiste em explorar os trabalhadores.

A empresa, com 38 trabalhadores e localizada no parque industrial de Aratzuri-Orkoien (Nafarroa), é uma filial da Martiko e, segundo revela o sindicato ELA numa nota, encontra-se numa situação económica «muito boa». Em 31 de Março de 2018, a Navarpluma tinha um lucro de 1,3 milhões de euros (últimos dados acessíveis), sendo que a percentagem dos gastos com os trabalhadores representava apenas 3,5% da sua despesa total.

Com a greve, os trabalhadores querem ver celebrado um acordo de empresa que dignifique as suas condições de trabalho. Desde que teve início, no dia 1 deste mês, «a empresa tem estado a violar o direito à greve, através de coacções, impedindo a entrada nas instalações do Comité de Greve e substituindo trabalhadores em greve», denuncia o ELA, acrescentando que as situações foram comunicadas à Inspecção do Trabalho.Os trabalhadores da Navarpluma exigem também que o Governo de Nafarroa se envolva na resolução do conflito – algo que o ELA considera indispensável, até porque, sublinha, a empresa está a beneficiar de um acordo de colaboração entre a Sodena – Sociedade de Desenvolvimento de Navarra e a Confederação Navarra de Empresários, que é financiado com ajudas públicas do Governo navarro. / Ver: ahotsa.info, ela.eus e aseh

quarta-feira, 20 de fevereiro de 2019

Gazte Koordinadora Sozialistaren aurkezpen prentsaurrekoa

Apresentação, numa conferência de imprensa realizada esta semana em Gasteiz, da Gazte Koordinadora Sozialista.

Ver tb.: «Gazte problematikari klase perspektibatik erantzuteko: Gazte Koordinadora Sozialista» (eus./cas.) (BorrokaGaraiaDa)

«Erradicar a precariedade, aumentar os salários e a protecção no desemprego»

[De CGTP-IN] Além de constituir a primeira causa de desemprego, motivando mais de 40% das inscrições nos centros de emprego ao longo do ano, a precariedade é um dos instrumentos que o patronato usa para aumentar a exploração dos trabalhares nomeadamente para pagar salários mais baixos. Os trabalhadores com vínculos precários recebem, em média, salários 20% a 40% inferiores aos trabalhadores com contratos sem termo
[…]
Num momento em que o Governo do PS quer agravar a legislação laboral, fragilizando ainda mais o combate à precariedade, é urgente responder com intervenção e acção afirmando o princípio que nos move nesta luta: a um posto de trabalho permanente tem de corresponder um vínculo de trabalho efectivo! (Diário Liberdade)

segunda-feira, 18 de fevereiro de 2019

Ha nacido Gazte Koordinadora Sozialista

[para dar una respuesta desde el punto de vista de clase a la cuestión de la problemática juvenil] La presentación se ha realizado en el frontón Auzolana de Gasteiz. En esta presentación estaban presentes jóvenes venidos de diferentes puntos de Euskal Herria para dar su apoyo al nacimiento de Gazte Koordinadora Sozialista (Coordinadora Juvenil Socialista).

La presentación ha empezado con la reivindicación de una línea política. Han afirmado que, precisamente, es la elección de defender el socialismo lo que une a los jóvenes que conforman la coordinadora. Han explicado que su objetivo es la superación de la dominación burguesa y sus diversas formas de opresión. / Ver. boltxe.eus [com texto da apresentação]

Gora Euskal Herria Askatuta!
Gora Iraultza Sozialista!

segunda-feira, 11 de fevereiro de 2019

«Herri Unibertsitate Nazionala»

[De Herri Unibertsitatea] Argi dugulako, gaur egungo unibertsitatearen bidez barneratzen dugun edukia ez dagoela gure, hots, esplotatuak eta zapalduak garenon, beharretara eraikia.

Ez behintzat unibertsitatea kapitalismoa biziberritzeko funtzioa betetzen duen insitituzioa den heinean. Horregatik eta horretara dator beraz Herri Unibertsitatearen proiektua: Esplotazioan eta zapalkuntzan oinarritutako bizimodura kondenatuak gaudenon askapenerako jakintzaren espazio eta proiektua izatera. Langileon askapenerako tresna izatera, alegia. (BorrokaGaraiaDa)

Milhares defenderam em Compostela a saúde pública e de qualidade

Este domingo, milhares de pessoas manifestaram-se e encheram a Praça da Quintana, na capital galega, respondendo à convocatória de protesto da SOS Sanidade Pública contra a política de privatizações, precarização e cortes no sector promovida pela Xunta da Galiza.

Contra o negócio da saúde e as políticas implementas no sector pelo Governo de direita de Feixoo, os manifestantes vincaram a exigência de um sistema público de saúde galego e a defesa da saúde pública e de qualidade. / Mais info: sermosgaliza.gal

quinta-feira, 7 de fevereiro de 2019

«Un analisis crítico de los presupuestos 2019 de Hego Euskal Herria en el apartado de vivienda»

[De Elkartzen] a pesar de que miles de personas necesitadas de vivienda no pueden acceder a ella si no se da la intervención del sector público, en materia presupuestaria, se renuncia a garantizar el acceso a una vivienda y se apuesta por la privatización del alquiler social, primando lo privado frente a lo público. La vivienda es de hecho un derecho negado de facto por unos presupuestos antisociales y no participativos.
[...]
Hay que utilizar la vivienda vacía, empleando todos los medios que sean necesarios para conseguirlo, y que dicha viviendas pasen a un Parque Público de Vivienda en Alquiler social, gestionado por la administración pública y contando con la participación de la sociedad. Hay que establecer un límite a los precios que se cobran por los alquileres tanto a los protegidos como a los del mercado libre. Para Elkartzen, el precio de los alquileres en ningún caso debería superar el 15% de los ingresos de la persona o personas inquilinas. (elkartzen.org)

terça-feira, 5 de fevereiro de 2019

Seis em cada 10 desempregados no País Basco Sul são mulheres

De acordo com os dados oficiais, em Janeiro havia 154 329 pessoas em situação de desemprego em Hego Euskal Herria. Dos contratos assinados nesse mês, 91,4% foram temporários, denuncia o sindicato ELA, sublinhando que desemprego e precariedade estão directamente ligados.

No País Basco Sul, em Janeiro havia mais 1813 desempregados (oficialmente registados) que no mês anterior, refere o ELA numa nota, em que acrescenta que as mulheres – 48% da população activa – representam 57,3% da população desempregada registada (88 502).

Apesar de o desemprego ter diminuído por comparação com igual período do ano anterior (menos 10 654 pessoas), o ELA sublinha que, no País Basco Sul, a taxa de desemprego continua muito acima da média europeia: 11,5%, 4,9 pontos superior à média da UE-28 (6,6%), sendo que apenas o Estado espanhol e a Grécia têm taxas mais elevadas.

«A situação de quem está desempregado é de precariedade total», afirma o sindicato, explicando que «59,5% das pessoas inscritas como desempregadas não receberam qualquer tipo de prestação por desemprego no mês anterior (90 771 pessoas)». Quando os desempregados são de origem estrangeira, a situação ainda é pior, sendo que 76,7% não recebem qualquer prestação de desemprego. / Ver: ela.eus

sexta-feira, 25 de janeiro de 2019

Trabalhadores da Biblioteca Ubik há mais de um mês em greve contra a precariedade

Os 13 trabalhadores da Biblioteca Ubik, integrada na Tabakalera de Donostia, denunciam a precariedade laboral e a falta de avanços nas negociações com a empresa. Estão há 35 dias em greve e, no próximo domingo, promovem a realização de um colóquio, em conjunto com o sindicato ELA.

Em Novembro e Dezembro, estes 13 trabalhadores da Biblioteca Ubik da Tabakalera – jovens com estudos superiores e experiência na sua área, subcontratados pela empresa Sedena – realizaram greves parciais para denunciar a situação de precariedade em que se encontram, o baixo salário que auferem, a falta de pagamento extra aos domingos e feriados, a dificuldade em tirar férias e os horários, que lhes afectam a conciliação familiar.

Depois, face à ausência de avanços, decidiram iniciar uma greve por indeterminado, que se prolonga há 35 dias. Neste tempo, não houve qualquer proposta da Tabakalera, nem da ETT, afirma o ELA, que denuncia a falta de envolvimento das instituições.

Neste período, a biblioteca permaneceu encerrada, mas nem por isso os 13 funcionários deixaram de receber o apoio da sociedade, tendo recolhido 2000 assinaturas para exigir soluções à empresa Sedena e ao Conselho de Administração da Tabakalera.

Para o próximo domingo, 27, os trabalhadores, em conjunto com o sindicato ELA, agendaram a realização de um colóquio, que terá lugar na cafetaria da Tabakalera, às 11h30, em que trabalhadores da Biblioteca de Irun (Gipuzkoa) e do Azkuna Zentroa (Bilbo) darão a conhecer as suas experiências.

Ver tb.: «Trabalhadores da Biblioteca Ubik, em Donostia, prosseguem luta contra a precariedade» (aseh)

terça-feira, 22 de janeiro de 2019

«Acuerdo en Huerta de Peralta: un gran paso frente a la precariedad»

[De LAB Sindikatua] Cuando se cumplen 28 días de huelga indefinida, la asamblea de trabajadores en huelga de Huerta de Peralta ha avalado hoy el acuerdo alcanzado entre el sindicato LAB y la dirección de la empresa que pone fin al conflicto y abre una nueva etapa. Este acuerdo supone la desconvocatoria de la huelga indefinida, así como las demás acciones de presión respecto a la empresa; se mantiene, eso sí, la movilización del día 26 de enero en Iruñea, puesto que se entiende que la lucha contra la precariedad, tanto en el campo como en la ciudad, continúa.

El acuerdo de Huerta de Peralta recoge las principales reivindicaciones de la plantilla: retirada de las sanciones y readmisión de los trabajadores despedidos; pago de la deuda generada por incumplimiento del convenio; y apertura de la negociación para un pacto de empresa. / Ler nota do LAB aqui

quinta-feira, 17 de janeiro de 2019

LAB reivindica el derecho a volver a casa con vida desde el trabajo

Ayer falleció un trabajador de 25 años vecino de Larraga en Marcilla, en la empresa Exkal, mientras estaba trabajando como electricista. Con la muerte ayer del vecino de Larraga son ya 3 los trabajadores de Euskal Herria muertos en lo poco que llevamos de año.
Ver nota de imprensa do LAB e mais info: ahotsa.info

Pobreza extrema aumenta na América Latina

Cerca de 62 milhões de latino-americanos (10,2% da população) viviam em pobreza extrema em 2017, revelou esta terça-feira a Comissão Económica para a América Latina e as Caraíbas, em Santiago do Chile.

Em conferência de imprensa, Alicia Bárcena disse que, em 2017, 184 milhões de pessoas viviam em situação de pobreza (30,2% da população da região), acrescentando que a expectativa da CEPAL é de que, em 2018, esse número seja reduzido em dois milhões. No entanto, o organismo regional da ONU estima que, nesse ano, o número de indivíduos a viver em pobreza extrema tenha aumentado um milhão, passando para 63 milhões. (Abril)

terça-feira, 15 de janeiro de 2019

Manifestação em Iruñea dia 26 contra a precariedade e a exploração

O LAB convocou uma manifestação para o próximo dia 26, na capital navarra, em solidariedade com os trabalhadores da empresa Huerta de Peralta, que iniciaram uma greve por tempo indeterminado, a 26 de Dezembro, para exigir a reintegração de trabalhadores despedidos e a celebração de um acordo de empresa. Denunciando a precariedade e a exploração, a mobilização parte às 17h00 da Gaztelu enparantza.

Contra a precariedade, organização e lutaVer análise do LAB em lahaine.org

segunda-feira, 14 de janeiro de 2019

«La situación de La Naval y la complicidad del PNV y PSOE»

[De Sugarra] El 12 de enero* ha tenido lugar la resolución del ERE que afecta a la plantilla del astillero de La Naval de Sestao y que podrá suponer el despido de la totalidad de la misma. (*El periodo de consultas del ERE de extinción de La Naval de Sestao se ha prolongado hasta el 16 de enero.)

Desde hace varios meses, los trabajadores de esta factoría han llevado a cabo numerosas movilizaciones contra este plan que va a suponer la liquidación de la empresa y la pérdida de unos 180 empleos directos y que pone en peligro cerca de otros 4.000 más, que son los puestos de trabajo indirectos (inducidos), la mayoría de ellos en pequeños talleres de Ezkerraldea.

Esta es una comarca que ya se ha visto gravemente afectada como consecuencia de la crisis (1973-1990) y la reconversión (desmantelamiento) industrial que tuvo lugar durante la década de los ochenta del siglo pasado, como consecuencia de dicha crisis así como por las exigencias de la CEE (organismo en el que el Estado español ingresó en 1986) y que se realizó fundamentalmente por parte de gobiernos del PSOE, durante la presidencia de Felipe González (1982-1996). (BorrokaGaraiaDa)

sexta-feira, 11 de janeiro de 2019

«Das contradições do capitalismo à crise na comunicação social»

[De Fernando Correia] A crise do capitalismo reflecte-se na comunicação social, também no nosso país, por várias contradições de fundo, nomeadamente o aprofundamento da contradição entre, por um lado, o poder social dos media, acentuado pelo desenvolvimento das novas tecnologias, e, por outro, o seu uso privado quer com fins mercantilistas quer com objectivos de exercício do poder ou de influência no poder.

O problema é estrutural, mas a emergência das novas tecnologias, ao mesmo tempo que o mascara tem vindo a aprofundá-lo e a dar-lhe novos contornos, desde logo a degradação do factor humano, do estatuto laboral e da qualidade informativa. Sendo que o mal não está nas tecnologias, mas no seu enquadramento social. (avante.pt)

segunda-feira, 7 de janeiro de 2019

Apoio popular em Iruñea aos trabalhadores da Huerta de Peralta em greve

Realizou-se hoje em Iruñea uma grande manifestação de apoio aos trabalhadores da Huerta de Peralta que iniciaram, dia 26 de Dezembro, uma greve por tempo indeterminado. A mobilização, que juntou cerca de 2000 pessoas, reivindicou uma solução para este conflito e condições laborais «dignas» para o sector agrícola navarro.

De acordo com Imanol Karrera, porta-voz do LAB, a luta na Huerta de Peralta é «exemplar», «pois são trabalhadores migrantes que vieram à procura de uma vida melhor e encontraram miséria e exploração nos campos navarros».

Karrera denunciou que a empresa, com cerca de 140 trabalhadores, rejeitou «de forma irresponsável» o «acordo» proposto pelo sindicato LAB (que representa dois terços dos trabalhadores), prologando o conflito, apesar de dizer que atravessa uma situação «difícil».

Lembrou ainda que os tribunais já declararam como «injustificados» dois dos despedimentos realizados pela Huerta de Peralta e que «um juiz disse que a empresa deve 440 000 euros aos trabalhadores».

«Gran apoyo popular en Iruñea a la huelga en Huerta de Peralta»Ver: ahotsa.info

sábado, 5 de janeiro de 2019

Trabalhadores da Huerta de Peralta prosseguem a greve e manifestam-se em Iruñea

Esta sexta-feira, a administração da empresa rejeitou totalmente a proposta apresentada pelos trabalhadores com o propósito de solucionar o conflito que os levou a iniciar, a 26 de Dezembro, uma greve por tempo indeterminado. Assim, os trabalhadores vão prosseguir com a greve e as mobilizações. A próxima é na segunda-feira, em Iruñea.

No últimos dias, revela o sindicato LAB, houve cargas policiais (com vários feridos, ameaças e provocações por parte de responsáveis da empresa), mas também manifestações de solidariedade internacional (na quinta-feira) e um dia solidário (na sexta-feira), em que trabalhadores provenientes de diversos pontos de Euskal Herria vieram até Azkoien para «tornar sua a luta exemplar» destes trabalhadores. / Mais info: LAB