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domingo, 14 de abril de 2019

Contra a política de Macron, reformados exigiram valorização das pensões

Em Paris, ouviram-se palavras de ordem em defesa da «revalorização das pensões». Juan Velo, reformado de 71 anos que assumiu a sua condição de Colete Amarelo, disse ao Ouest-France que o governo «não apenas nos rouba, mas ainda por cima goza connosco».

Em Marselha, onde, de acordo com os organizadores, se manifestaram 3000 pessoas, sublinhou-se que as pensões são «um direito conquistado pelo trabalho». Já em Bordéus, Graziella Danguy, um dos 900 manifestantes registados pela Prefeitura, denunciou o «empobrecimento generalizado dos reformados», sublinhando que têm de recorrer cada vez mais aos filhos ou pedir ajuda a outras pessoas para conseguirem chegar ao fim do mês. (Abril)

quarta-feira, 20 de março de 2019

Mais de 350 mil mobilizam-se contra Macron em jornada de greve geral

A defesa do sistema de protecção social e de pensões também esteve na ordem do dia e mais ainda depois de, recentemente, a ministra da Saúde e da Solidariedade, Agnès Buzyn, ter afirmado que «um dia será preciso trabalhar mais, porque, de outro modo, o nosso sistema de pensões não aguentará».

As declarações, bem recebidas pelo patronato, mereceram forte contestação da parte das organizações sindicais, que insistem na valorização das pensões e dos salários, na aplicação do imposto sobre as grandes fortunas, na defesa do emprego, do sector industrial e da administração pública, com vista à «melhoria das condições de vida e de trabalho». (Abril)

segunda-feira, 11 de março de 2019

«Ataque à Previdência: a farsa que antecede a tragédia» [Brasil]

[De Henrique Júdice Magalhães] Daqui a 40 anos, quando os trabalhadores que começarem agora a descontar para esses fundos se aposentarem, a tendência demográfica, se mantida, quebrará esses fundos, se forem geridos satisfatoriamente: uma gestão inepta ou fraudulenta os quebra antes. Num caso ou noutro, quem tiver descontado para eles fica sem aposentadoria, e o Estado terá que reassumir a Previdência. Mas, até lá, os filhos dos gestores estarão riquíssimos. (PCB)

terça-feira, 5 de março de 2019

«O valor do trabalho em Portugal»

[De Eugénio Rosa] Neste estudo com o título «A subutilização do trabalho em Portugal, os baixos salários e as baixíssimas pensões, e a reduzida cobertura do subsídio de desemprego» analiso, utilizando dados divulgados pelo INE e pela Segurança Social, os ganhos e o que ainda ficou por fazer pelo actual governo com o apoio dos partidos da esquerda, na legislatura que este ano termina.

São também objecto de análise alguns aspectos sócio-económicos cujo número é reduzido mas que são importantes para todos os portugueses, como seja a evolução verificada naquilo que o INE designa por «subutilização do trabalho», a cobertura do subsídio de desemprego, os salários líquidos dos trabalhadores por conta de outrem, a percentagem de portugueses a viverem ainda no limiar da pobreza, e as pensões. (jornaltornado.pt)

segunda-feira, 4 de março de 2019

«Nenhum governo vai calar a voz das mulheres brasileiras»

A Jornada Nacional de Lutas das Mulheres começa no dia 8 e prolonga-se até 14, dia em que se assinala um ano do assassinato de Marielle Franco. A dirigente do MST Kelli Mafort fala sobre as mobilizações.

Kelli Mafort sublinhou que a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 06/2019, avançada pelo governo de Jair Bolsonaro, constitui «uma afronta aos direitos sociais», na medida que põe fim «ao tripé da segurança social (previdência, saúde e assistência social) previsto na Constituição Federal de 88», sendo que as mulheres e as trabalhadoras rurais são as principais atingidas.

Ao definir os contornos da proposta, Mafort destacou a tendência privatizadora e que os bancos serão os únicos beneficiados com tais mudanças, que «tendem a levar contingentes no campo a níveis de miséria absoluta». (Abril)

quarta-feira, 27 de fevereiro de 2019

«PEC da Previdência: só os bancos ganham» [Brasil]

A elaboração da proposta foi supervisionada pelo ministro da Economia, Paulo Guedes, defensor da política neoliberal e favorável à atuação dos bancos e empresas privadas com a menor regulamentação estatal possível.

«É uma reforma estrutural, porque introduz a possibilidade da criação de um sistema de capitalização individual. Ela introduz isso nos dispositivos constitucionais e joga para uma regulamentação via projeto de lei. Isso é bastante grave, uma vez que a Constituição de 1988 tem um capítulo inteiro, que é o capítulo terceiro, que trata da construção da política de proteção social. Ou seja, é o capítulo da Seguridade Social: um tripé com Previdência, Saúde e Assistência Social», ressalta Patrícia Pelatieri. (PCB)

quinta-feira, 21 de fevereiro de 2019

Trabalhadores brasileiros lançaram assembleia nacional contra reforma da Previdência

Numa nota emitida esta terça-feira, a Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB) afirma a actual proposta não difere muito da que foi apresentada pelo golpista Temer – que não chegou a ser votada no Congresso Nacional. No entanto, avisa, é muito mais ousada no avanço em direcção à privatização do sistema e, nesse sentido, «é muito pior do que a anterior».

A CTB denuncia, além disso, a total cumplicidade «dos media burgueses (TV Globo, Record, SBT, Bandeirantes, etc.)» com que contam o governo e o "mercado" […] para vender o peixe podre da dupla Bolsonaro/Guedes».

A julgar pelos comentadores «da Globo, o Brasil vive um dilema entre a reforma da Previdência (apresentada como remédio para o desemprego, o baixo crescimento e outros males da economia) ou o apocalipse», afirma. (Abril)

sábado, 19 de janeiro de 2019

Milhares de pensionistas exigem «pensões públicas dignas» nas ruas de Bilbo

Milhares de pessoas vieram este sábado para as ruas da capital biscainha para exigir «pensões públicas dignas», numa altura em que a luta levada a cabo pelo movimento de pensionistas – com múltiplas acções de protesto em defesa das suas reivindicações – cumpre um ano. Sublinharam que, «um ano depois» do início dos protestos, continuam «em luta».
Ver: eitb.eus

domingo, 16 de dezembro de 2018

Milhares manifestaram-se em Bilbo por um sistema público de pensões

Mais de 25 mil pessoas – de acordo com a Udaltzaingoa [Polícia Municipal] – percorreram este sábado as ruas de Bilbo em defesa de um sistema público de pensões e para reivindicar que a pensão mínima seja de 1080 euros por mês – valor que a Carta Social de Euskal Herria definiu como limite de pobreza no País Basco.

«Pentsionistak aurrera» [Avante, pensionistas], «Fuera ladrones de las instituciones» [Ladrões fora das instituições] ou «Esta batalla la vamos a ganar» [Vamos ganhar esta batalha] foram algumas das palavras de ordem ouvidas ao longo da Kale Nagusia [Gran Vía] bilbaína.

Para ontem havia manifestações de pensionistas convocadas em muitas cidades do Estado espanhol. Em Euskal Herria, houve manifestações em Gasteiz, Donostia, Iruñea e na capital biscainha, apoiadas por organismos sociais, sindicatos, estudantes, grupos feministas e partidos políticos.

A que teve lugar em Bilbo foi a mais participada, tendo contado com a presença de plataformas de pensionistas provenientes de diversos pontos da Bizkaia, como Barakaldo, Sestao, Durango ou Galdakao. No final da mobilização, junto à Câmara Municipal, foi lido um comunicado do Movimento de Pensionistas da Bizkaia. / Ler comunicado e ver fotos: ecuadoretxea.org

quarta-feira, 10 de outubro de 2018

Manifestações por toda a França contra políticas sociais de Macron

Cerca de 300 mil pessoas mobilizaram-se esta terça-feira contra a política do executivo de Emmanuel Macron, que faz «explodir as desigualdades» e conduz à «ruptura dos direitos colectivos».

Num comunicado de apelo à participação nas mobilizações, emitido dia 8, a CGT sublinha que as políticas anunciadas recentemente pelo governo de Macron em áreas como Segurança Social, Saúde, Educação, reformas, formação e protecção social no desemprego se inserem na «lógica de individualismo que se tenta impor», atacando a «solidariedade e a justiça social», e «debilitando os mais frágeis, os mais precários, os mais pobres».

Face a uma política de «austeridade implacável», guiada pela «diminuição obsessiva da despesa pública» e que favorece a banca e os dividendos, a CGT apela à defesa dos serviços públicos e à implementação de uma «política de distribuição da riqueza» que permita aumentar os salários, as pensões e as despesas sociais. (Abril)

domingo, 2 de setembro de 2018

«"Hет" to reform: Thousands rallied against pension reform in Moscow»

Thousands of people of every age demonstrated on Sunday 2 September in Moscow and other major cities in Russia against the proposed governmental reform which rises in retirement age limits.

Several thousand workers gathered in central Moscow in a large rally organized by the Communist Party of the Russian Federation, while similar protests were reported in Novosibirsk, Simferopol, Vladivostok and other urban centers.

«The reform that the government offers deprives our women of a normal pension. This reform doesn't give our youth the chance to get a good job,» the CPRF chairman Gennady Zyuganov said at the Moscow rally.

The governmental bill proposes the raising of the men's pension age from 60 to 65 and from women to 60 (after an intervention by President Putin himself).

However, there is mounting opposition to such a measure as long as younger people fear that keeping older people in the workforce longer will shrink job opportunities for them. At the same time, given the average life expectancy in the country, older people complain they may not live long enough to collect significant benefits. (In defense of communism)

sábado, 11 de agosto de 2018

«Triplica o número de idosos falidos nos EUA»

[De António Santos] Pensões em queda, preço dos seguros de saúde a aumentar, magras poupanças e reformas privadas sujeitas aos humores dos mercados. Segundo o Consumer Bankruptcy Project, a conjugação destes factores está a gerar uma «tempestade perfeita» nas camadas mais envelhecidas da classe trabalhadora estado-unidense. Desde 1991, triplicou o número de pessoas com mais de 65 anos que se declaram falidas e incapazes de fazer face a dívidas crescentes.
[...]
Para sobreviver, cada vez mais idosos estado-unidenses têm de trabalhar até ao último dia de vida. Segundo o Gabinete de Estatísticas do Trabalho da Casa Branca, os trabalhadores com mais de 75 anos representam uma fatia cada vez maior da população activa e correspondem já a 85 por cento do crescimento total da força de trabalho. (avante.pt)

domingo, 10 de junho de 2018

«Jogos»

[De Anabela Fino] O objectivo do PEPP, segundo estudos da Comissão Europeia, é atingir 240 milhões de cidadãos europeus (metade da população da UE), o que segundo as estimativas faria o mercado interno dos fundos de pensões triplicar de valor, até 2030, dos actuais 700 mil milhões de euros para 2,1 biliões de euros. E quem irá gerir isso? A BlackRock, pois claro, que já hoje tem no activo, dos seis biliões de dólares que gere, um bilião de fundos privados de reformas dos trabalhadores americanos.
[…]
Os recorrentes discursos sobre a necessidade de reformar a Segurança Social, e em particular as pensões, não são obviamente alheios ao apetitoso negócio. (avante.pt)

domingo, 27 de maio de 2018

Dezenas de milhares saíram à rua no País Basco por pensões dignas e públicas

Plataformas de pensionistas de toda a Bizkaia e de outros territórios de Euskal Herria mobilizaram, esta sábado, dezenas de milhares de pessoas na capital biscainha em torno de reivindicações que não abandonam: um sistema público de pensões e pensões dignas.

A maior manifestação deste 26 de Maio foi em Bilbo, mas também houve mobilizações em Donostia, Eibar, Gasteiz e Iruñea, que terão reunido, no total, mais de 200 mil pessoas.

A quarta grande manifestação realizada em Bilbo por iniciativa de plataformas de reformados, pensionistas e viúvos contou com o apoio de múltiplas organizações sindicais, estudantis, feministas, entre outras. Os organizadores afirmam que vão continuar a mobilizar as pessoas enquanto for necessário, para garantir pensões dignas para todos e evitar a entrega do sistema público de pensões à banca.

Defendem que as mobilizações já estão a dar frutos mas classificam o acordo entre PP e PNV relativo às pensões como «insuficiente».

A manifestação de ontem partiu do Sagrado Coração e terminou juntou à Câmara Municipal, e é aqui que as plataformas de pensionistas pretendem continuar a mobilizar-se todas as segundas-feiras, «pelo futuro das pensões» e contra «os planos de privatização do Sistema Público de Pensões». / Ver: Ecuador Etxea

segunda-feira, 14 de maio de 2018

Centenas mobilizam-se novamente em Bilbo pelas pensões públicas dignas

Centenas de reformados, pensionistas e viúvos voltaram a concentrar-se frente à Câmara Municipal de Bilbo, bem como noutros pontos da Bizkaia, de Euskal Herria e do Estado espanhol, para rejeitar os planos de privatização do sistema público de pensões e convidar as pessoas a participar na manifestação agendada para dia 26, às 18h, na capital biscainha, entre o Sagrado Coração e o Município. / Mais info: Ecuador Etxea

domingo, 6 de maio de 2018

Milhares mobilizaram-se em Bilbo em defesa de pensões públicas dignas

Muitos milhares de reformados, pensionistas e viúvos voltaram a encher as ruas da capital biscainha, este sábado, dia 5, para exigir pensões públicas e dignas, e combater o projecto de transformação do actual sistema num «negócio de bancos».

A mobilização, convocada a nível do Estado espanhol pela Coordenadora Estatal pela Defesa do Sistema Público de Pensões, foi apoiada, no País Basco, por diversas plataformas e associações de reformados, pelo movimento feminista e por organizações estudantis.

Estas organizações criticam como «insuficiente» o acordo alcançado entre o PP e o PNV e, por isso, afirmam que vão continuar a mobilizar-se. / Ver comunicado: Ecuador Etxea

segunda-feira, 16 de abril de 2018

Milhares de pensionistas em Bilbo pedem a demissão de Rajoy

Milhares de reformados, pensionistas e viúvos mobilizam-se há mais de três meses, todas as segundas-feiras, em inúmeras cidades do Estado espanhol para protestar contra a subida de 0,25% das pensões, para reivindicar a garantia de um sistema público de pensões e exigir que estas sejam dignas.

Na capital biscainha, as mobilizações convocadas pela Plataforma de Associações de Reformados da Bizkaia, em frente à Câmara Municipal, contam com a participação de cada vez mais gente e a desta segunda-feira foi um exemplo disso.

Milhares de pensionistas abarrotaram as ruas nas imediações do Município para se fazerem ouvir, tendo avisado que, se preciso for, «chegarão a Madrid». / Ver: Ecuador Etxea

quinta-feira, 22 de fevereiro de 2018

Milhares de pensionistas nas ruas de Bilbo por «pensões públicas e dignas»

Milhares de reformados, pensionistas e viúvos manifestaram-se esta quinta-feira nas ruas da capital biscainha contra «as pensões de miséria», o aumento de 0,25% aplicado pelo governo de Rajoy, no Estado espanhol, e em defesa de um Sistema Público de Pensões.
A manifestação, convocada pela Plataforma de Associações de Reformados da Bizkaia, percorreu a Kale Nagusia [Gran Vía] até chegar à Subdelegação do Governo espanhol, na Praça Moyua, entre palavras de ordem como «pensões dignas», «mãos ao ar, isto é um assalto» e «mais pensões e menos ladrões».
A manifestação de Bilbo foi uma das muitas que hoje se realizaram no Estado espanhol, de forma simultânea, ao meio-dia, em defesa de pensões dignas. Entre as dezenas de cidades onde ocorreram mobilizações contam-se Donostia, Gasteiz, Eibar, Irun, Madrid, Sevilha, Las Palmas, Barcelona, Girona e Lleida. / Ver: Ecuador Etxea