quarta-feira, 13 de setembro de 2017

LAB defende direitos dos trabalhadores na abertura do ano académico da UPB

Tem lugar amanhã, 14, no Centro Carlos Santamaría, em Donostia, a abertura do ano académico da Universidade do País Basco (UPB), que conta com a participação da reitora, Nekane Balluerka, e de representantes do Governo de Lakua, incluindo o Lehendakari. Aproveitando a ocasião solene, o LAB organiza uma concentração, às 11h00, em defesa do direitos dos trabalhadores e do Ensino Público.

Numa pequena nota, o sindicato afirma que quer aproveitar a ocasião para dar a conhecer a sua leitura sobre a situação na universidade e de quem nela trabalha. E acrescenta: «Não podemos esquecer os danos provocados pela crise» e «os cortes que, valendo-se dela, promoveram: diminuição de salários, precariedade galopante, discriminação, cortes no investimento na docência, na investigação e infra-estruturas».

Assim, o LAB organiza uma concentração frente ao Centro Carlos Santamaría, procurando que os responsáveis da UPB e do Governo conheçam as suas principais reivindicações, que são: «estabilidade imediata», «salário e condições de trabalho dignas para todos os trabalhadores» e «aumento do investimento público».

«La Spirale»: o papel da comunicação social no golpe de Estado no Chile

O filme que mostra a estratégia comunicativa da burguesia e da direita chilena no derrube de Allende, em 1973. Narração em francês. Legendas em castelhano.

«La Spirale» (1976)Realização: Armand Mattelart, Valérie Mayoux, Jacqueline Meppiel / guião: Chris Marker / narração (em francês): Med Hondo François Périer / cinematografia: Étienne Becker / edição: Chris Marker / direcção artística: Jean-Michel Folon / duração: 2h18m40. Legendas em castelhano.

[Excerto do texto de Martín Espinoza:] En 1962, el sociólogo belga Armand Mattelart consiguió un diploma de especialización en demografía en la Sorbonne, en Francia, y partió a Chile. Allí comenzó su carrera universitaria en la Escuela de Sociología de la Universidad Católica de Chile. Posteriormente, en 1967 comenzó a trabajar para las Naciones Unidas como experto en desarrollo social y se dedicó al estudio de los medios de comunicación de masas, poniendo en pie un grupo de investigación junto a Michèle Mattelart y Mabel Piccini en el Centro de estudios de la realidad nacional (CEREN), recién creado en la Universidad Católica de Chile. Con el triunfo electoral de la Unidad Popular (UP) y la asunción de Salvador Allende como presidente, se dedicó al desarrollo de políticas de comunicación en ese país. (LER: lahaine.org)

«Ampla mobilização contra a reforma laboral em França»

No contexto da greve geral convocada pela CGT, quase meio milhão de pessoas participaram, esta terça-feira, em mobilizações por toda a França. Macron quer «flexibilizar o mercado de trabalho», respondendo aos anseios do patronato: criar emprego mais barato e descartável.
[...]
«Não podíamos deixar de estar aqui; viemos em massa porque não estamos dispostos a permitir que dêem cabo dos nossos direitos. O Código do Trabalho existe precisamente para proteger os nossos direitos e agora o governo quer destruí-lo», disse Jean-Marc à Prensa Latina, um manifestante que distribuía folhetos entre a multidão.
[...]
Emmanuel Macron, que passou o dia de ontem nas colónias francesas das Caraíbas atingidas pelo furacão Irma, já deu a entender que não vai voltar atrás: «Estou determinado e não vou ceder. Nem aos calões, nem aos cínicos, nem aos extremistas», disse recentemente numa viagem a Atenas. (Abril)

«Cuba, os furacáns e o socialismo»

[De Maurício Castro] Nos dous casos, a humanizada e organizada Cuba, com a sua defesa civil ativada no seio da própria populaçom, nom tivo vítimas mortais, embora si importantes danos materiais. Além disso, enviou pessoal sanitário às ilhas vizinhas, para colaborar solidariamente com aqueles povos irmaos.

Atençom, nom estamos a dizer que Cuba consiga sempre a total autoproteçom da sua populaçom. Afirmamos, isso si, que a maior das Antilhas conseguiu suprimir a obrigatoriedade estrutural de que qualquer catástrofe ataque sempre e por definiçom aqueles setores mais desfavorecidos da sociedade, causando um grande número de vítimas, porque a proteçom de toda a populaçom e especialmente da mais dependente é o principal objetivo institucional. (Diário Liberdade)

terça-feira, 12 de setembro de 2017

O município de Bilbo deu aviso de despejo ao Gazte Lokala de Deustu

Uma centena de pessoas participou, hoje, na conferência convocada para denunciar a «agressão» da Câmara Municipal de Bilbo ao Deustuko Gazte Lokala, espaço juvenil autogerido que, com 26 anos de existência, recebeu um aviso de despejo, a executar no prazo de 15 dias.

Na conferência de imprensa, os jovens afirmaram que o município bilbaíno os notificou por via judicial, abandonando assim de forma unilateral o acordo que mantinha com Gazte Lokala desde 2008 e o diálogo até aqui existente com os jovens.

Sublinhando que o Gazte Lokala deu vida, nos últimos 26 anos, a espaços abandonados no bairro de Deustu, lembraram, de forma resumida, as muitas actividades que ali tiveram lugar. Actividades e iniciativas que não encaixam na lógica do presidente da Câmara, Sr. Aburto, que entregou a cidade ao capital, acusaram.

Em protesto contra a decisão do município bilbaíno e em defesa do Gazte Lokala, os jovens decidiram realizar uma concentração esta quinta-feira, 14, às 19h00, na Done Petri e uma manifestação, no dia 15, às 19h30, com início também na Done Petri.

Excerto do texto lido na conferência de imprensa
«Cualquier proyecto o idea que ponga en duda el sistema capitalista trae consigo la represión. Tenemos presente los espacios desalojados este año por el Ayuntamiento de Bilbao; el ateneo Izar Beltz y el gaztetxe de Etxarri. También tenemos presente Kukutza I, II y III, Patakon de Uribarri, Erribera 13, La Maison, La Poison, el viejo gaztetxe del Casco Viejo y tantos otros espacios autogestionados fuera y dentro de Bilbo. El señor Aburto, siguiendo los pasos del mejor alcalde del mundo, ha dejado a Bilbo en manos del capital. Ya lo dijeron claro: defienden un modelo de sociedad, y no es el de Kukutza, la especulación inmobiliaria, la invasión de franquicias y multinacionales, la masificación del turismo, la creciente tendencia al individualismo, el abandono de los barrios periféricos y la desmesurada presencia policial perfilan una ciudad hecha a mediad del capital.» / Ver: Ecuador Etxea e topatu.eus

Concentração em Gasteiz contra a Lei da Mordaça

Seis membros da plataforma Kaleratzeak Stop Araba foram multados em 602 euros, no âmbito da aplicação da Lei da Segurança dos Cidadãos, conhecida como Lei da Mordaça. O Departamento de Segurança do Governo de Gasteiz acusa-os de «obstrução à autoridade» durante um despejo no bairro de Zabalgana, na capital alavesa, a 15 de Setembro do ano passado.

Em protesto contra os despejos e para anunciar que não acatam a Lei da Mordaça e não vão pagar a multa imposta, os seis activistas realizam uma concentração esta quinta-feira, 14, às 11h00, na Praça da Virgem Branca, em Gasteiz.

As multas estão relacionadas com o despejo ocorrido a 15 de Setembro do ano passado no bairro de Zabalgana. Então, uma centena de pessoas concentrou-se para impedir que uma inquilina, mãe de três filhos, fosse despejada de um andar da sociedade pública Alokabide, gerida pelo Governo de Lakua e à qual devia 9000 euros.

A plataforma contra os despejos defendeu que a execução ia ter lugar sem que a família em causa tivesse uma «alternativa» e lembra que a concentração à entrada do prédio foi «devidamente comunicada, para denunciar uma violação grave» dos direitos humanos. / Mais info: Diario de Noticias

«Forças apoiadas pelos EUA em rota de colisão com EAS em Deir ez-Zor»

As chamadas Forças Democráticas Sírias (FDS) têm estado a avançar rapidamente sobre Deir ez-Zor, a leste do rio Eufrates. Mas este avanço não está a ser visto com bons olhos pelo Exército Árabe Sírio. O risco de um confronto directo é real.

Um representante das FDS disse que não iriam a atacar o EAS e seus aliados, mas o risco de um confronto directo aumenta, na medida em que, com a ofensiva militar lançada no sábado, a coligação internacional liderada pelos EUA está a guardar para si a região mais rica em petróleo da província de Deir ez-Zor e a impedir o avanço das forças governamentais em direcção à fronteira leste com o Iraque.
[...]
Michael Maloof, um antigo funcionário do Pentágono, disse à RT que os EUA estão a usar os curdos para se «entrincheirarem de forma permanente na província síria rica em petróleo e que faz fronteira com o Iraque», considerando que a ofensiva norte-americana é «calculada» e «se destina a manter a presença dos EUA em Deir ez-Zor». (Abril)

«Milhares de palestinianos na despedida de Raed al-Salhi»

O jovem faleceu na semana passada, depois de, há um mês, ter sido atingido por disparos das forças israelitas no campo de al-Duheisha. O Exército não escondeu que o perseguia por ser militante da FPLP e há quem fale num «assassinato extrajudicial».

Al-Salhi foi atingido no peito várias vezes, a curta distância, no decorrer de uma operação levada a cabo pelas forças militares israelitas na madrugada de 9 de Agosto. O jovem palestiniano ficou a esvair-se em sangue durante um hora e meia antes que uma ambulância o levasse para um centro hospitalar em Jerusalém, onde entrou em coma.

As autoridades israelitas são acusadas de não terem dado informações à família de al-Salhi enquanto este permaneceu em estado crítico. Segundo a Ma'an, é habitual as famílias palestinianas serem «mantidas no escuro» sempre que algum dos seus membros é ferido ou morto pelas forças israelitas.

Também bastante comuns são os «atrasos», por parte de Israel, na entrega às famílias dos corpos de palestinianos mortos, bem como as restrições severas impostas à realização dos funerais, sob o pretexto de que as cerimónias fúnebres de palestinianos mortos por forças israelitas levam ao «incitamento» à violência. (Abril)

segunda-feira, 11 de setembro de 2017

Comunicado do MpA na manifestação do dia grande das regatas em Donostia

[A manifestação a favor da amnistia em Donostia, convocada pelo Movimento pró-Amnistia e contra a Repressão, teve lugar ontem] En las regatas del año pasado, tras varios años, sacamos de nuevo la reivindicación de la amnistía a las calles de Donostia. Así, remarcamos la actualidad de esta reivindicación histórica de los trabajadores vascos, pues la amnistía, en su sentido político, es imprescindible para la liberación del proletariado vasco.

La amnistía tiene un sentido político muy fuerte. La amnistía, además de la libertad incondicional de las presas y huidas políticas, es también la superación de las razones que les llevaron a luchar. No se puede hablar de «paz» mientras cientos de militantes revolucionarios vascos siguen en prisión o huidos. No se puede hablar de «convivencia» mientras la juventud combativa vasca sigue entrando a la cárcel por una manifestación o un montaje policial, por lo que los estados denominan «terrorismo», secuestrando a jóvenes de Orereta o Altsasu, y llevándoles a la cárcel.

Y, sobre todo, no puede haber paz, convivencia ni reconciliación entre el proletariado vasco y las burguesía vasca, española o francesa, pues tenemos intereses de clase antagónicos, y por lo tanto irreconciliables. La burguesía utiliza estos términos de manera interesada como si estos intereses se pudieran conciliar, buscando en el nombre de la paz una pacificación. Mientras el proletariado vasco siga oprimido, no conoceremos la paz, pues esa paz que nos venden no es sino la paz del enemigo, y porque la paz del enemigo supone la opresión de las trabajadoras vascas.

Repetimos una vez más que no dejaremos solo a ningún represaliado político que mantenga actitudes de resistencia y lucha, pues su lucha es nuestro ejemplo. Sin embargo, es imprescindible mantener viva la llama de la lucha en las calles, y para ello hacemos un llamamiento a la organización y a la lucha a los trabajadores y trabajadoras vascas. No podemos acabar sin hacerle llegar un abrazo revolucionario al preso de la Txantrea Patxi Ruiz, y a todas los presas o huidas que siguen luchando. Maite zaituztegu! / Ver: amnistiAskatasuna (euskaraz hemen)

Berri-Otxoak reabre ponto de informação sobre prestações sociais

A Berri-Otxoak, plataforma contra exclusão social e pelos direitos sociais, tem a funcionar há 20 anos um ponto de informação sobre prestações sociais. Depois da pausa de Verão, o local reabriu esta segunda-feira, mas numa nova morada, em Barakaldo (Bizkaia).

Após a interrupção estival, o «Ponto Alternativo de Informação sobre as Prestações Sociais» reabriu hoje as portas em Barakaldo, mas com uma alteração importante em relação aos tempos recentes: mudança de poiso. A nova morada é San Antonio kalea, 8, no espaço EzkerHika (traseiras dos Correios Centro, a 200 metros da Câmara Municipal de Barakaldo).

Este espaço de assessoria e denúncia funciona todas as segundas-feiras das 11h00 às 13h00. Também é possível pedir informação pelo e-mail: berrietxea@nodo50.org.

A Berri-Otxoak, que em Agosto completou um quarto de século de existência, atendeu mais de 10 mil famílias nos últimos 20 anos. No ano 2016/17, 903 dirigiram-se ao ponto de informação para pedir ajuda. / Ver: Berri-Otxoak e Herrikolore

«11S: Salvador Allende, entre la memoria y el olvido»

[De Marcos Roitman Rosenmann] Los hechos significativos marcan el devenir de la historia chilena en el siglo XX. El triunfo de la Unidad Popular el 4 de septiembre de 1970 y el golpe de Estado el 11 de septiembre de 1973. Fue el primer gobierno socialista salido de las urnas. En ambos acontecimientos la figura relevante fue Salvador Allende: médico nacido en 1908, fundador del Partido Socialista, declarado marxista, ministro de sanidad a los 30 años durante el gobierno del Frente Popular encabezado por Pedro Aguirre Cerda, en 1938.

Diputado, senador, presidente del Senado; impulsor de numerosas leyes sanitarias, de seguridad social, protección de los trabajadores y viviendas sociales; declarado defensor de la revolución cubana antimperialista; infatigable luchador social y, por último, presidente de Chile entre 1970 y 1973. (lahaine.org)

Ler tb.: «Jara: O direito de viver em paz» (Abril)

Cerca de um milhão nas ruas na «Diada do "Sim"»

No Dia Nacional da Catalunha (Diada), perto de um milhão de pessoas vieram para as ruas, numa clara demonstração de que as «as ruas blindam o referendo» e a favor da independência.
Ver: «Centenars de milers de manifestants col•lapsen el centre de Barcelona» (vilaweb.cat)
Galeria fotográfica: «A Diada do "Sim"»

domingo, 10 de setembro de 2017

Oteiza homenageou os fuzilados pelo fascismo

Numa cerimónia que decorreu este sábado, 9, foi inaugurado um monumento aos fuzilados pelos fascistas no Parque Idoya, em Oteiza, localidade da região navarra de Lizarraldea onde, em Setembro de 1936, foram mortos mais de três dezenas de prisioneiros trazidos da prisão de Lizarra.

Nos primeiros dias de Setembro de 1936, dezenas de prisioneiros foram levados da cadeia de Lizarra, a capital de Lizarraldea, até Oteiza, onde, de acordo com testemunhos e documentação existente, foram fuzilados pelos franquistas e enterrados em valas comuns.

A cerimónia de ontem, organizada pelo município de Oteiza, contou com a presença de representantes da Federação Navarra de Municípios e Concelhos, da conselheira de Relações Institucionais do Governo de Nafarroa, Ana Ollo, e do presidente da Câmara, Tirso Salvatierra (EH Bildu). [Na imagem: um aurresku de homenagem frente ao monumento inaugurado.] / Ver: Estella Directo e Diario de Noticias

«A Luta na mochila»: homenagem à internacionalista Begoña García, «Alba»

«La Lluita a la motxilla // La lucha en la mochila // Borroka Motxilan» é um documentário sobre mulheres que lutaram na guerra de El Salvador, no qual se aborda a vida e o assassinato da médica basca Begoña García Arandigoien, Alba.

La Lluita a la motxilla // La lucha en la mochila // Borroka Motxilan

Begoña García Arandigoien, Alba, foi assassinada pelo Exército salvadorenho a 10 de Setembro de 1990. A jovem médica basca, de 24 anos, partira para a América Central movida pelo compromisso internacionalista. Esteve, primeiro, na Nicarágua sandinista, e, em Manágua, conheceu guerrilheiros do Exército Revolucionário do Povo (ERP) salvadorenho, que faziam parte da então pujante Frente Farabundo Martí para la Liberación Nacional (FMLN). Alba integrou-se numa coluna de guerrilheiros como médica.

Natural de Gares (Nafarroa), em 2012 a jovem internacionalista basca foi designada «filha predilecta» da terra e deu o nome a uma praça. Em 2010, a editora Txalaparta publicou a obra ¡Cómo no quererte, Alba!, da autoria do ex-preso político basco Iñaki Gonzalo, Kitxu. (Ver: aseh)

«Paramilitarismo el "Brazo Armado del Neoliberalismo". El Caso Medellín»

[De Dick & Miriam Emanuelsson] Medellín está totalmente paramilitarizado aunque ya no escuchamos o leemos de las masacres o asesinatos selectivos como era casi la orden del día de hace 10-20 años. La ciudad es un ejemplo ilustrativo lo que será de los territorios abandonados por la guerrilla en donde el «Brazo armado del Neoliberalismo», el paramilitarismo, entran como protectores de las inversiones de las transnacionales o del gran capital colombiano. (Resumen Latinoamericano)

«FARC, um novo partido para uma nova Colômbia» (PCB)

[De Edmilson Costa] Com a presença de mais de 1200 delegados das mais diversas regiões do País, incluindo os guerrilheiros das montanhas, os milicianos e os militantes das cidades, além de delegações de organizações políticas e movimentos revolucionários de mais de 20 países, foi criado, durante o histórico primeiro Congresso das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia-Exército do Povo, em Bogotá, o novo partido político das FARC-EP, chamado de Força Alternativa Revolucionária do Comum – FARC.

«La Guàrdia Civil registra ‘El Vallenc’»

Quatre agents de la Guàrdia Civil armats han entrat aquest matí a el setmanari El Vallenc. Aquest és un registre sense precedents. El registre arriba hores després que s’hagi registrat l’empresa Indugraf. (elvallenc.cat)

«La Guàrdia Civil cita a declarar el director d'El Vallenc' després d'irrompre a la redacció» (elnacional.cat)
La Guàrdia Civil ha citat a declarar a les 20 hores, a la comandància de la Guàrdia Civil de Tarragona, el director del setmanari El Vallenc, Francesc Fàbregas, després que aquest matí efectius del cos armat han irromput a la redacció del setmanari a la recerca de suposats papers del referèndum de l'1 d'Octubre.
Després de cinc hores d'escorcoll, els efectius policials s'han endut un ordinador i material divers.

sábado, 9 de setembro de 2017

Habitantes de Etxauri e Tutera processados por apoiar os presos

Uma habitante de Etxauri (Nafarroa) soube que está a ser alvo de um processo por ter participado no ongi etorri [sessão de boas-vindas] ao preso Montxo Barea, em Julho, e dois habitantes de Tutera foram imputados por participarem no habitual brinde aos presos políticos bascos nas festas da localidade, no Sul de Nafarroa.

Por outro lado, os nove moradores de Barañain que ontem se dirigiram ao Comando da Guarda Civil, acusados de ter participado num acto a favor dos presos políticos nas festas locais, que decorreram entre o final de Junho e o início de Julho, recusaram-se a depor.

Ao fim da tarde, 110 pessoas participaram numa concentração na Praça do Município, para reivindicar que «a solidariedade não é um crime» e manifestar apoio aos nove conterrâneos perseguidos pela justiça. Na ocasião, anunciaram que, na próxima sexta-feira, 15, vão realizar na localidade navarra uma manifestação a este propósito.

Declarações em Barañain [ahotsa]Ver: ahotsa.info e ahotsa.info

«La UPV/EHU cada vez más activa en la industria militar vasca y el militarismo»

[De Estitxu Martínez de Guevara, do Colectivo Gasteizkoak / Título completo: «La UPV/EHU cada vez más activa en la industria militar vasca y el militarismo (y el cuajo del lehendakari)»] Hace unos quince meses publicábamos el libro Estas guerras son muy nuestras. Industria militar vasca que tenía entre sus objetivos dar cuenta de las distintas implicaciones, colaboraciones y complicidades que mantienen con la industria militar vasca algunas instituciones educativas, de manera singular la UPV/EHU. En ese texto, aunque desvelábamos algunas de esas formas de colaboración que mantenía la UPV/EHU con la industria militar, comentábamos ingenuamente que en comparación con otras universidades del Estado español, «en Euskal Herria, que sepamos, la implicación no es tan directa o, al menos, tan pública y publicitada». En la actualidad, a la vista de los datos que vamos a presentar acerca de algunos acontecimientos ocurridos desde entonces, no podemos seguir manteniendo aquella afirmación, sino su contraria, porque la implicación de la UPV/EHU con la industria militar y el militarismo OTAN no hace sino crecer. Vayamos a los datos. (BorrokaGaraiaDa)

«Corea del Norte en el gran juego nuclear»

[De Manlio Dinucci] En esa situación, en que un círculo restringido de Estados monopoliza las armas nucleares y en que quien posee ese tipo de armamento amenaza al que no lo posee, es cada vez más probable que otros Estados traten de obtener armamento nuclear y que lo logren. Además de los 9 países que ya disponen de armas atómicas, hay alrededor de 35 más capaces de construirlas.

Pero los periódicos y la televisión no hablan de eso, mientras que se dedican a sembrar la alarma sobre Corea del Norte, país al que se denuncia como única fuente de una amenaza nuclear. Y tampoco se habla de una lección que Pyongyang dice haber aprendido cuando recuerda que Gaddafi renunció totalmente a cualquier forma de programa nuclear y autorizó inspecciones de la CIA en territorio libio. Pero eso no salvó a Libia cuando EEUU y la OTAN decidieron destruirla.

En Pyongyang estiman que si Libia hubiese tenido armas nucleares, nadie se habría atrevido a atacarla. Y otros pueden hacer ese mismo razonamiento y llegar a la conclusión de que, en la actual situación mundial, más vale tener armas nucleares que no tenerlas.

Mientras que esa lógica peligrosa hace crecer las probabilidades de proliferación nuclear, el Tratado sobre la Prohibición de las Armas Nucleares que la gran mayoría de los países miembros de la ONU adoptó en julio pasado está siendo ignorado por las potencias nucleares, por los miembros de la OTAN y por los principales socios de ese bloque militar (Arabia Saudita, Ucrania, Japón y Australia). (lahaine.org)

Inadaptats - «Catalunya (Treballem per les que lluiten)»

[Visca la terra! Endavant! Independència i Socialisme!]

sexta-feira, 8 de setembro de 2017

Com o novo ano lectivo, aquece a luta no ensino não universitário da CAB

Dando sequência às grandes mobilizações e greves realizadas no ano lectivo passado, para denunciar os cortes no sector e a ausência de respostas por parte do Governo de Gasteiz, os sindicatos ELA, LAB e Steilas anunciaram diversas mobilizações e paralisações até Dezembro.

Com o início do novo ano lectivo, a luta volta a aquecer no ensino não universitário da Comunidade Autónoma Basca (CAB). Para dia 12 de Dezembro foi agendada uma greve; antes, a 28 de Outubro, haverá manifestações em Gasteiz, Donostia e Bilbo; para Novembro foram marcadas «semanas de luta», com paralisações sempre às quintas-feiras. Mas a luta começa já em este mês, com concentrações frente às delegações territoriais do Departamento de Educação [calendário de acções programadas aqui].

Principais reivindicações
Para Steilas, LAB e ELA, há medidas que se afiguram fundamentais para «encontrar uma saída para a actual situação». Entre outras: aumentar o investimento na Educação; contratar pelo menos mais 2000 pessoas; diminuir o nível de precariedade dos actuais 40% para 6%, tornando estáveis mais de 6000 postos de trabalho; reduzir o número de alunos por sala em 10%; permitir a recuperação do poder de compra dos trabalhadores no sector da Educação; realizar as substituições desde o primeiro dia; possibilitar que os trabalhadores do sector recebam na íntegra as retribuições por baixa desde o primeiro dia.

Os sindicatos acusam o Governo de Gasteiz de não ter dado resposta a estas reivindicações, nem ter mostrado vontade de negociar. Defendem, para além disso, que é imprescindível alterar pela raiz a política educativa, incluindo os cortes que o Governo tem imposto nos últimos anos, e reverter a situação gerada no ensino público e nas haurreskolas [creches]. / Ver: ELA e argia

Manifestação a favor da amnistia, domingo, em Donostia

O Movimento pró-Amnistia e contra a Repressão (MpA) agendou para a capital guipuscoana, no dia 10 de Setembro, segundo domingo das Estropadak [regatas], uma mobilização em defesa da amnistia, sob o lema «Presoak kalera, amnistia osoa» [Os presos para a rua, amnistia geral].

Tal como anunciado pelo MpA no passado dia 16 de Agosto, a manifestação parte às 13h00 do Boulevard donostiarra.

Entretanto, o MpA fez saber que, no dia da manifestação, um autocarro parte de Bilbo com destino a Donostia. A partida é às 10h30 na Praça Circular. Os interessados em marcar lugar devem escrever para amnistiaaskatasuna@gmail.com.

Ver tb.: «MpA apresentou manifestações a favor da amnistia em Donostia e Bilbo» (aseh)

«Ventos de guerra e luta pela paz»

[De Jorge Cadima] A guerra sempre foi intrínseca ao imperialismo. Hoje, como noutras fases de crise aguda, o ‘partido da guerra global’ ganha força. Mas a guerra não é inevitável. Está nas mãos dos povos afastar a catástrofe para onde o grande capital os conduz, erguendo-se para derrotar os senhores da guerra e da miséria.
É por isso que é tão importante a solidariedade com todos quantos resistem aos ditames do imperialismo – na Venezuela e na Síria, em África e no Extremo Oriente, e também nos países do centro imperialista. (avante.pt via odiario.info)

«Governos europeus investem no tráfico de refugiados»

[De José Goulão] Em recente cimeira sobre os refugiados realizada no Eliseu, com presença de França, Alemanha, Espanha, Itália, Chade, Níger e o governo Al-Sarraj, o presidente francês não conteve o entusiasmo e desnudou a estratégia de Roma. «O que foi feito entre a Líbia e Itália», descaiu-se Macron, «é um exemplo perfeito do caminho que devemos tomar».
[...]
Governos europeus, faróis dos direitos humanos, financiam terrorismos com o dinheiro dos contribuintes e varrem o problema dos refugiados para debaixo do tapete, tratando-os como lixo. É a demonstração mais rasteira de xenofobia, de cruel discriminação, de agressão aos mais elementares direitos humanos. (Abril)

quinta-feira, 7 de setembro de 2017

Nova detenção por «enaltecimento do terrorismo» nas redes sociais

Esta manhã, passava já das 10 e meia quando um jovem de Iruñea, colaborador do La Haine e Ahotsa.info, foi preso por quatro agentes à paisana da Guarda Civil na Alde Zaharra [Parte Velha] da capital navarra. Os agentes disseram-lhe que estava detido sob a acusação de «enaltecimento do terrorismo» nas redes sociais.

O jovem detido foi levado para o quartel da Guarda Civil em Iruñea [Pamplona], na Avenida da Galiza. Depois de aparecer a sua advogada, recusou-se a depor e foi posto em liberdade, com acusações, por voltas das 14h30.

No relatório policial, em que se faz um acompanhamento exaustivo das suas contas nas redes sociais e se incluem várias imagens dos seus murais de Facebook e Twitter, o jovem é acusado de um «crime continuado de enaltecimento do terrorismo entre os anos 2012-2017».

Entre as imagens, há a partilha de notícias de órgãos de comunicação como o La Haine, Naiz, Borroka Garaia Da, pelas quais é acusado do crime referido. Também são «provas» do crime ter partilhado cartazes de manifestações que, inclusive, estavam autorizadas pela delegação do governo, como a de Outubro do ano passado, em Iruñea, contra a presença das Forças de Segurança do Estado em Euskal Herria.

Esta detenção vem juntar-se às muitas ocorridas pelo mesmo motivo - expressar uma opinião nas redes sociais -, iniciadas com as famosas «operações aranha» há já mais de três anos. / Ver: lahaine.org

«Marcos» da Revolução de Outubro: «Demissão do czar» [K17]

La dimisión que acabó con la dinastía de los Romanov con más de 300 años y con la historia de la monarquía rusa sucedió el 2 de marzo.

En pocos días el zar perdió todo el apoyo que tenía, sobre todo porque no estuvo a la altura de los hechos y, porque en la práctica, durante los días de Febrero, casi todos los sectores de la opinión pública, también sus más fieles defensores, fueron convenciéndose de que la única salida era la abdicación. Y la pérdida de apoyo no fue solo hacia su persona, sino también hacia la dinastía y la idea de la monarquía. Si es verdad que los trabajadores de Petrogrado, sobre todo los que estuvieron en la huelga y manifestación del 23 al 27 de Febrero, profirieron gritos y peticiones antizaristas, hay que tener en cuenta que eran favorables a los partidos socialistas, es decir, sectores que estaban fuera del Estado ruso de entonces, sectores que en principio el zar no escuchaba y que no estaban en la base de su poder.

Por otro lado, también es cierto que el zar o el «Gobierno», al menos el Gobierno hasta entonces, eran impopulares para una masa importante, sobre todo para los soldados; quizá estos sectores no fueran capaces de comenzar por sus propios medios las acciones, pero si caía el Gobierno, recibirían el hecho con buenos ojos. Pero en enero de 1917, la mayoría de las personas de la estructura estatal, por no decir todas, no pensaban en la abdicación del zar (y en un Estado no-democrático, son ellos los que realmente deciden la popularidad o el destino de un mandatario, más que las masas). Pues bien, antes de abdicar, el zar también perdió el apoyo de ese último sector. / Ler mais: k17.eus (euskaraz hemen)

«Recomeçaram os desaparecimentos na Argentina»

[De Carlos Aznárez] Foi em 1 de agosto passado que Santiago Maldonado desapareceu quando participava solidário com o povo Mapuche numa manifestação de reivindicação das suas terras ocupadas pela Benetton.
Um grande movimento de solidariedade para com povo Mapuche, de indignação e de preservação da memória vem crescendo contra o terrorismo de Estado na Argentina. (odiario.info)

Inadaptats - «Catalunya»

quarta-feira, 6 de setembro de 2017

«Asco de UPV»

[De Borroka Garaia] La universidad del país vasco no tiene suficiente con llenar de control social y policías la maquinaria de parados y trabajadoras precarias que se han convertido sus campus para reírse de la juventud vasca mientras hacen negocio a costa de ella. Ahora también permiten de profesores a militares del ejército español.
[...]
Cinco militares españoles que fueron a hacer la guerra imperialista patrocinados por el gobierno español y defensa con el permiso de la UPV tienen la cara dura de estar dando estos días clases sobre «seguridad» en los cursos de verano de la universidad, llegando a afirmar que «la fuerza militar es necesaria para defender nuestros intereses internacionales» o que «ante el peligro que sufre la UE de desintegración son necesarios retos estructurales». Solo les ha faltado añadir que vayáis sacando la vaselina de marca troika y que hay que ser gilipollas para permitir en la universidad supuestamente de los vascos y vascas a un ejército de ocupación e institución militar que simboliza todos los valores contrarios a la filosofía de lo que una universidad de verdad supondría, y que los que aquí estamos sentados dando clase tenemos como misión militar como reza la constitución diseñada por el franquismo que el pueblo vasco nunca sea libre para autodeterminarse. Claro que hay cosas que se sobreentienden. (BorrokaGaraiaDa)

«Oleadas»

[De Borroka Garaia] la tercera oleada patriótica vasca de conseguirse lo más probable es que esté íntimamente relacionada con el corte final del cordón umbilical hacia el PNV de partes del progresismo vasco, y el consiguiente destierro definitivo de la «la vía maltzaga», la reconfiguración del movimiento revolucionario abertzale que sepa leer la crisis capitalista y que en vez de ofrecer, teja directamente una alternativa popular y socialista, y de un nuevo y renovado movimiento popular vasco que recoja las tradiciones más rebeldes y radicales junto a las enseñanzas que está dejando la lucha de clases y de los pueblos en todos los rincones del planeta. Eso y alguna casualidad, que siempre ocurren si se está mirando en la dirección adecuada. (BorrokaGaraiaDa)

«Paramilitarismo colombiano: el ejército invasor de Donald Trump»

La reciente agresión de Los Rastrojos en el estado Táchira, fronterizo con Colombia, se suma a una serie de acciones contra Venezuela que plantean un conflicto a partir de grupos irregulares en este país vecino después de que el vicepresidente de Estados Unidos, Mike Pence, lo visitara unos días atrás y el jefe de la CIA, Mike Pompeo, hablara de un trabajo en conjunto en pos de una «transición pacífica» en Venezuela. (Misión Verdad)

«O pensamento de Lénine» [vídeo]

Na edição n.º 204 do programa «Escuela de Cuadros», Néstor Kohan apresenta o pensamento revolucionário de Lénine a partir do seu livro Lenin, la pregunta del viento.
«El pensamiento de Lenin» [com Néstor Kohan]
O programa «Escuela de Cuadros» é transmitido todas as semanas na Alba TV (segundas-feiras, às 20h30) e na ViVe Televisión (sábados e domingos, 22h00). Os programas podem ser vistos também em www.youtube.com/escuelacuadros e @ escuela_cuadros.

terça-feira, 5 de setembro de 2017

A precariedade continua a dominar o mercado de trabalho no País Basco Sul

No final de Agosto, 169 161 pessoas estavam registadas nos serviços públicos de emprego distribuídos por Hego Euskal Herria, 56,7% das quais são mulheres e 43,3% homens. Por trás destes dados, encontra-se uma precariedade crescente, sublinha o sindicato LAB, sendo que 94,4% dos contratos assinados em Agosto foram temporários.

Além disso, no que respeita à protecção no desemprego, menos de um terço das pessoas oficialmente consideradas desempregadas recebem qualquer tipo de prestação. A este respeito, o LAB afirma que quanto maior é a vulnerabilidade dos desempregados e mais se prolonga a sua situação de exclusão, tanto maior é a falta de protecção no desemprego.

Depois de seis meses consecutivos de redução, o número de desempregados voltou a subir, concretamente 1,3% relativamente ao mês anterior. Nos territórios de Gipuzkoa e Araba, o aumento foi especialmente negativo - de 2,9% e 2,5%, respectivamente. Apenas em Nafarroa desceu meio ponto percentual, indica o LAB numa nota.

Por comparação com o mesmo período do ano passado, há menos 12 852 desempregados registados. Já no que respeita às inscrições na Segurança Social, em Agosto 11 959 pessoas deixaram de estar inscritas no conjunto dos quatro territórios. / Ver: LAB

«30 urte borrokak uztartzen, Herriok burujabe!» (eus/cas)

[De Askapena] Hace ya 30 años que la organización internacionalista de Euskal Herria, Askapena, fue fundada. Así, son muchas las dinámicas, campañas, muestras de solidaridad y cómo no, procesos de liberación que hemos apoyado durante todos estos años. Siempre desde el movimiento popular, nuestro mayor objetivo ha sido y es impregnar las calles de Euskal Herria de internacionalismo. En la construcción de una Euskal Herria socialista, feminista e internacionalista, no solo trabajamos la solidaridad hacia los diferentes procesos de liberación de otros pueblos del mundo, sino que también hemos querido hacer una aportación al proceso de liberación nacional y social de nuestro pueblo, basándonos así en la solidaridad de ida y vuelta.

Con el objetivo de dar continuidad al largo camino ya recorrido, y aprovechando la celebración de nuestro 30 aniversario, desde Askapena queremos presentaros la jornada del próximo día 7 de octubre llevaremos a cabo aquí mismo, en Berriozar. (askapena.org)

«A Autoeuropa e o fervor anti-sindical»

[De Alfredo Maia] Foi uma greve tão histórica que pelo menos dois jornais1 guindaram a «figura da semana», não o líder sindical ou a organização sindical que conduziu a importante jornada de luta, mas, de forma exaltante, nada menos que a pessoa – o antigo coordenador da Comissão de Trabalhadores – que mais se destacou no ataque ostensivo e ofensivo aos sindicatos e aos próprios trabalhadores que massivamente votaram e cumpriram a greve.

Com o fervor anti-sindical dos editocratas e para gáudio dos patrões, que vêem reflorescer o divisionismo entre os trabalhadores, os media, que abandonaram há quase três décadas a «rotina» informativa sobre trabalho e sindicalismo, mostraram sem pudor o lado obscuro da captura do campo jornalístico pelos interesses do capital. (Abril)

«The Syrian Arab Army breaks ISIS siege on Deir Ezzor city»

The Syrian Arab Army on Tuesday broke the over three-year siege imposed by ISIS on the city of Deir Ezzor after the advancing forces have arrived at Regiment 137. / Ver: Sana
Primeiros momentos após quebra do cerco [Sana]

«El ejército sirio derrota al Estado Islámico en Deir Ezzor» (larepublica.es)
Las fuerzas del Gobierno sirio y sus aliados pusieron fin al asedio que mantenían los terroristas del Estado Islámico (Daesh) sobre la ciudad de Deir Ezzor desde hace tres años.

«El Ejército sirio y sus aliados rompieron el cerco del Daesh que duró más de tres años, como resultado del avance de una unidad a través de un pequeño corredor en el suroeste para reunirse con las fuerzas que se encuentran en el territorio de la Brigada Mecanizada 137 (del Ejército sirio) en el oeste de la ciudad», dijo a Sputnik una fuente cercana al movimiento libanés Hezbolá.
«Nationwide map of Syria (September 5, 2017), Deir Ezzor siege lifted» (Al-Masdar News)
The month of September has started off well for the Syrian Arab Army (SAA) and other forces aligned to it in the war against the Islamic State terrorist group. Today, the Syrian Army officially lifted the siege on pro-government forces and civilians inside the strategic city of Deir Ezzor after three years of them being isolated far behind ISIS lines.

segunda-feira, 4 de setembro de 2017

Solidariedade em Madrid com os «4 de Orereta»

No dia 11 de Setembro, passam seis meses sobre a detenção de quatro jovens de Orereta (Gipuzkoa), depois de terem participado numa manifestação contra a repressão, na capital navarra, Iruñea. São todos acusados do crime de «terrorismo» e três continuam em prisão preventiva. No dia 10, a Coordinadora Estatal de Lucha Social promove uma concentração, em Madrid, para exigir a sua liberdade.

Ao longo destes seis meses, a exigência de liberdade para os jovens e a denúncia do processo em que estão envolvidos têm-se feito ouvir em vários pontos do País Basco e do Estado espanhol - de Granada a Barcelona. No domingo, 10, o protesto é em Madrid, na Plaza de Callao, às 19h00.

Numa nota, os promotores afirmam que «não vão parar até que Endika, Petri e Rubén estejam em liberdade» e lembram que, nestes «seis duros meses», os jovens «não claudicaram».

«Aqueles que o Estado capitalista reprime pela sua luta política são os que dão força à causa mais justa de todas, o fim deste sistema que explora a maioria [...] e os condena à miséria», sublinham. / Ver: lahaine.org

«La sombra de ‘Falange y tradición’ vuelve a Euskal Herria»

[La Haine] Desde hace aproximadamente un mes, han sido varias las acciones y atentados fascistas llevados a cabo en distintos puntos de Euskal Herria, con un ‘modus operandi’ que recuerda al del grupo ‘Falange y tradición’, que fue desarticulado en octubre de 2009 tras una cadena de ataques y amenazas a personas, locales y monumentos durante los años 2008 y 2009. (lahaine.org)

Ver tb.: «Aparecen pintadas fascistas en la escultura de Otsoportillo (Urbasa)» (Diario de Noticias)

«Espiral agressiva»

[De Luís Carapinha] No pano de fundo da crise do capitalismo, a escalada de tensões na cena internacional não pode deixar de ser levada a sério. A temperatura continua perigosamente a subir, com os EUA apostados em cavalgar crescentes contradições e impasses internos, vertendo mais gasolina na fogueira da desestabilização e desordem mundial em prol de uma hegemonia que se vai esgotando. Não é por acaso que o peso dos generais do Pentágono se reforçou consideravelmente na Casa Branca, que há uns meses remeteu ao Congresso uma proposta de orçamento que contempla um brutal aumento das despesas militares. (avante.pt)

«Exército Árabe Sírio está às portas de Deir ez-Zor»

Imagens divulgadas esta segunda-feira pelo Ministério sírio da Defesa mostram unidades do EAS, apoiadas por helicópteros russos, a atacar posições do Daesh, a cerca de cinco quilómetros de Deir ez-Zor. Informações mais recentes da Al-Masdar News dão conta de que as forças governamentais estarão a cerca de três quilómetros da cidade.
[...]
Os fortes combates a pouca distância da cidade sitiada levaram a que alguns dos seus habitantes viessem para as ruas, ontem à noite, celebrar a quebra eminente do cerco e dar vivas a Bashar al-Assad.

Num texto hoje divulgado pela Sana, o governador da província dá conta desse facto e destaca as tremendas provações que os habitantes de Deir ez-Zor padeceram nestes três anos, como «a falta de comida e os ataques diários dos terroristas, com morteiros», sem se esquecer daqueles que, «sendo da cidade, perderam a vida a defender a pátria». (Abril)

domingo, 3 de setembro de 2017

«Orígenes del movimiento obrero vasco (II)»

[De Jon Kerejeta] Lo que nos une a los trabajadores vascos con los trabajadores españoles y franceses no es pertenecer a una misma nación sino a una misma clase. (Argala)

Las razones de estado iniciaban el encuentro histórico entre el reformismo obrero y la oligarquía. La realidad de hoy empezó entonces. Facundo Perezagua con el apoyo del Sindicato Minero y Oscar PerezSolis no aceptaron, una vez más, las alianzas interclasistas que ya iniciaban un camino sin retorno. Se había abierto una brecha que llegaría a la ruptura definitiva. (lahaine.org)

«250 mil manifestantes reivindicaron aparición con vida de Santiago Maldonado»

[De Carlos Aznárez] a los 250 mil manifestantes que se congregaron en Plaza de Mayo hay que sumar cientos de miles en todo el país, y una buena cantidad de protestas en las principales ciudades del mundo.
Ahora no hay que bajar los brazos y seguir reclamando y saliendo a la calle hasta que Santiago Maldonado deje de ser un desaparecido. (Resumen Latinoamericano, com muitas fotos)

«O futuro da Europa e o futuro da UE – Breve olhar sobre um debate em curso»

[De João Ferreira] A União Europeia (UE) não é a Europa. E não seria nem que todos os países da Europa fizessem parte da União Europeia – e não fazem. A UE é um processo de integração de Estados na Europa. Não foi o primeiro. Muito provavelmente, não será o último.

Os processos de integração não são neutros. A UE é um processo de integração capitalista. Um instrumento do grande capital e das potências europeias que defendem os seus interesses, ao qual se associam as classes dominantes dos vários países que dela fazem parte, para defender os seus interesses. Interesses que são contrários e irreconciliáveis com os interesses dos trabalhadores e dos povos da Europa. (O Militante)

«KKE denounces the extension of the defense cooperation agreement between Greece-USA»

The Press Office of the CC of the KKE mentioned the following regarding the government’s decision to extend the defense cooperation agreement between Greece and the USA:

«The extension of the Defense Cooperation Agreement between Greece and the USA, which also concerns the Souda base, confirms that the SYRIZA-ANEL government is not only continuing the political line of the previous ND-PASOK governments in this sector as well, but is also entangling the country even deeper in the aggressive imperialist plans in the region, in a period characterized by a dangerous intensification of the antagonisms.

That is why the closure of the base at Souda and all foreign bases in Greece, together with Greece's disengagement from NATO and its plans, constitute demands that must be at the centre of the people’s struggle.» (In Defense of Communism)

sábado, 2 de setembro de 2017

Manifestação a favor da amnistia em Donostia

O Movimento pró-Amnistia e contra a Repressão (MpA) agendou para a capital guipuscoana, no dia 10 de Setembro, segundo domingo das Estropadak [regatas], uma mobilização em defesa da amnistia, sob o lema «Presoak kalera, amnistia osoa» [Os presos para a rua, amnistia geral].

Tal como anunciado pelo MpA no passado dia 16 de Agosto, a manifestação parte às 13h00 do Boulevard donostiarra.

Entretanto, na quarta-feira, 30, o MpA fez saber que, no dia da manifestação, um autocarro parte de Bilbo com destino a Donostia. A partida é às 10h30 na Praça Circular. Os interessados em marcar lugar devem escrever para amnistiaaskatasuna@gmail.com.

Ver tb.: «MpA apresentou manifestações a favor da amnistia em Donostia e Bilbo» (aseh)

«120 empresas emplean a miles de presos sin apenas derechos laborales»

Álvaro (nombre ficticio) trabajaba mientras cumplía condena en una prisión española. Su traslado a otro centro penitenciario le supuso la pérdida de su empleo y de su escaso salario, y no le generó derecho a indemnización, todo a pesar de que la empresa para la que trabajaba seguía prestando servicio en su anterior prisión. A ojos de la legislación, su caso no era un despido porque, a pesar de que trabajaba, no se trataba de una relación laboral ordinaria.

Él es uno de los 12.404 reclusos de los 60.000 que hay en España que trabajaron para la Administración o para empresas privadas en 2015 y que apenas tienen derechos laborales. (eldiario.es)

«Cerco a Raqqa é "destruição, não libertação"»

Em Junho, as chamadas Forças Democráticas Sírias (FDS), apoiadas pela coligação internacional liderada pelos Estados Unidos, lançaram uma ofensiva contra o bastião do Daesh na Síria. De acordo com os dados divulgados esta semana, a ONU estima que cerca de 25 mil civis ainda estejam encurralados em Raqqa, sendo «vítimas do fogo cruzado» da batalha em curso.

No entanto, para o jornalista Musa al-Khalafa não são os cerca de mil terroristas do Daesh ainda presentes na cidade síria os principais causadores da mortandade entre os civis, mas sim os bombardeamentos da chamada coligação internacional.

«O que está a acontecer em Raqqa é destruição e não libertação», disse Khalafa, revelando à RT que «mais de 2000 pessoas foram mortas na sequência dos ataques aéreos da coligação liderada pelos EUA e da artilharia da FDS». (Abril)

«Maduro questiona silêncio mediático sobre os 200 milhões "para a avozinha"»

O presidente da Venezuela afirmou, esta quarta-feira, que, se os 200 milhões de bolívares tivessem sido encontrados no carro de um dirigente chavista, e não no de Lilian Tintori, a comunicação social estaria a «cantar de outra forma».

O chefe de Estado da Venezuela referiu-se ao modo como os órgãos de comunicação social estrangeiros abordaram a questão dos 200 milhões de bolívares encontrados, terça-feira, num veículo particular de Lilian Tintori, dirigente da oposição e mulher de Leopoldo López, um dos líderes da extrema-direita venezuelana, condenado por incitamento à violência e actualmente a cumprir pena em regime domiciliário.

«Se algum dia isto acontecesse com algum dirigente do chavismo; se o encontrassem com um carro e umas caixas com milhões de bolívares, que diria a imprensa mundial, a BBC, a CNN, a Reuters, a EFE?», perguntou Maduro no Palácio de Miraflores, sede do governo venezuelano, em Caracas. (Abril)