sexta-feira, 18 de outubro de 2019

«Katalunian zein Euskal Herrian autonomismoari bidea itxi. INDEPENDENTZIA!»

Comunicado de Euskal Herriak Askatasuna.

Marchas pela Liberdade inundam Barcelona em dia de greve geral

As cinco colunas, a que se juntou uma sexta, organizada a partir de Castelldefels pelos Comités de Defesa da República (CDR), chegaram à capital catalã por volta do meio-dia, tendo como propósito «reclamar a libertação dos presos políticos, defender o direito à autodeterminação e manifestar o repúdio pela repressão», segundo refere o portal elnacional.cat.

Em dia de greve geral, convocada pela Intersindical-Comissão Sindical Catalã (CSC) e pela Intersindical Alternativa da Catalunha (IAC), as centenas de milhares de pessoas que engrossam as «marchas pela liberdade» irão dirigir-se para os Jardinets de Gràcia, de onde parte, às 17h, uma manifestação unitária. (Abril)

Ver tb.: «[Videos y Fotos ] Catalunya entera confluye en Barcelona en una nueva jornada de movilización» (lahaine.org)

«É ingenuidade julgar que o fascismo só aparece se for parecido aos anos 1920»

[Entrevista de Brasil de Fato] Manuel Loff é um historiador português, professor da Universidade do Porto e investigador no Instituto de História Contemporânea da Universidade Nova de Lisboa. Há mais de 20 anos, dedica-se a estudar as ditaduras da Era do Fascismo e os processos de construção social da memória da opressão ou das experiências da sua superação. / Ver: Brasil de Fato

Inadaptats – «Catalunya»

Tema do álbum Treballem per els que lluiten (Concert 25 anys) (2016), gravado ao vivo em Abril de 2015 em Vilafranca del Penedès (Catalunha).

quinta-feira, 17 de outubro de 2019

A luta vai continuar nas Artes Gráficas de Gipuzkoa

Depois de quatro dias de greve em Junho e Julho e mais quatro em Setembro e Outubro, os sindicatos LAB, ELA e UGT lançaram outro pré-aviso de aviso de greve no sector das Artes Gráficas em Gipuzkoa, de 4 a 8 de Novembro.

As estruturas sindicais afirmam que a luta vai continuar até que o patronato guipuscoano negoceie e assine um acordo sectorial «digno» no herrialde, que reflicta a «boa situação que o sector atravessa», contemplando aumentos salariais e melhorias das condições de trabalho.

Numa nota, o LAB afirma que está disposto a negociar, mas, quando a ADEGI fecha todas as portas, lutar é a única alternativa. Por seu lado, o ELA acusa o patronato de não querer negociar para «acabar com o trabalho colectivo, embaratecer as condições laborais dos operários e perpetuar a precariedade nas empresas». / Ver: lab.eus, ela.eus e aseh

Madrid mobilizou-se em solidariedade com o povo catalão

Na tarde de quarta-feira, centenas de pessoas participaram numa concentração em solidariedade com o povo catalão e contra a sentença do Supremo Tribunal espanhol. Mais informação e fotos em redroja.net / Ver tb.: lahaine.org e insurgente.org
Ver tb.: «Ojalá la clase trabajadora catalana les pase por encima» (BorrokaGaraiaDa)

Evo Morales quer continuar as «grandes obras» na Bolívia

À beira da realização das eleições legislativas no país andino-amazónico, no próximo domingo, o Movimento para o Socialismo (MAS) realizou, esta quarta-feira, dois grandes comícios, em Cochabamba e El Alto.

«Estamos aqui com um projecto político de libertação, com um programa de governo do povo, para a libertação e para nos desenvolvermos», sublinhou, tendo-se mostrado convencido de que os vende-pátrias, os neoliberais e os que privatizaram os recursos naturais do país serão derrotados nesta contenda eleitoral, informa a Prensa Latina. (Abril)

Reaparição de Moïse não demove manifestantes no Haiti

Nas ruas, as forças policiais têm respondido com grande repressão às manifestações massivas da população, que acusa Moïse de corrupção e de ser responsável pela grave crise social e económica que se vive no país. De acordo com a agência Sputnik, pelo menos 150 pessoas foram mortas e cerca de 650 ficaram feridas na sequência dos disparos efectuados pela Polícia nos protestos.

Os organizadores pedem uma mudança estrutural no Haiti, que possibilite aos quase 12 milhões de habitantes o acesso a serviços básicos como a saúde, educação e emprego. Propõem ainda a realização de Conferência Nacional e do julgamento dos corruptos e responsáveis por malversação de fundos do tesouro público, culpados de um desfalque de cerca 4000 milhões de dólares. (Abril)

quarta-feira, 16 de outubro de 2019

Sete conferências «pró-amnistia» em Nafarroa ao longo de Outubro e Novembro

Sob o lema «Porque lutar é legítimo, amnistia», o Movimento pró-Amnistia e contra a Repressão de Nafarroa promove a realização de sete conferências no herrialde ao longo dos meses de Outubro e Novembro. A primeira é já dia 18 em Lizarra; a 23 de Novembro, haverá um Amnistia Eguna e um acto principal em Etxarri Aranatz.

Esta sexta-feira, dia 18, o Sugarra Gaztexea, em Lizarra, acolhe às 20h00 uma conferência sobre a «Prisão: frente de luta»; no dia 26 de Outubro, a questão «O monopólio da violência. Repressão» será debatida na Iortia Kutur Etxea, em Altsasu, às 20h30.

No dia 2 de Novembro, têm lugar duas conferências, ambas no Norte de Nafarroa: em Bera, na Ezpidobaita Elkartea, às 20h30 debate-se a questão «Presos políticos doentes e militância política»; em Leitza, o Atekabeltz Gaztetxea recebe ao meio-dia a conferência «Tortura contra Euskal Herria».

Dia 8 de Novembro, em Larraun, o Printze Gune Autogestionatua debate, às 19h30, «O monopólio da violência. Repressão» e, no dia 16, o Errotxapeako Gaztetxea, na capital navarra, discute, às 20h30, «Os deportados e refugiados políticos bascos».

Para dia 23 de Novembro, está agendado um Amnistia Eguna em Etxarri Aranatz, ao longo do qual terão lugal múltiplas actividades, incluíndo a pintura de um mural, uma mesa-redonda sobre «A impunidade dos opressores de Estado», um almoço popular, uma manifestação e, a partir da meia-noite, concertos no gaztetxe local.

[Zazpi hitzaldi Nafarroan urrian eta azaroan zehar -Amnistia Eguna izango da ekitaldi nagusia, azaroaren 23an Etxarrin-]

«Una sentencia que condena (aún más) al Régimen del 78»

[De Red Roja] La Constitución del 78 instituyó una paradoja fatal: pretendió hacer un estado unitario para una única nación española y que fuera considerada como una democracia cabal. Habló de autonomías y de nacionalidades sugiriendo unas posibilidades de desarrollo que se han visto rotundamente desmentidas. La sentencia dice que el objetivo de la independencia es una quimera pero lo imposible es pretender mantener los derechos democráticos negando la plurinacionalidad del Estado. Han elegido la vía represiva, la asimilación por la fuerza y la constante amenaza penal para restringir expresiones políticas en lugar de abrir el debate político a la realidad social. (redroja.net)

Milhares participam nas Marchas pela Liberdade na Catalunha

A terceira jornada de protestos contra a sentença do Supremo espanhol contra dirigentes independentistas catalães fica marcada pelo início das Marchas pela Liberdade.

Cada uma das cinco colunas vai percorrer a pé cerca de 100 quilómetros até chegar, na próxima sexta-feira, a Barcelona. Para esse dia, foi agendada uma greve geral no território catalão, bem como uma manifestação na capital autonómica.

Na noite e madrugada de terça-feira, houve grandes manifestações e protestos por todo o território – só em Barcelona, a Guardia Urbana contabilizou 40 mil manifestantes. De acordo com o portal lahaine.org, as cargas policiais dos Mossos d'Esquadra e da Polícia espanhola para conter os protestos foram indiscriminadas e intensas. (Abril)

Ver tb: «El Govern de la Generalitat encabeza la represión post-sentencia en Catalunya» (BorrokaGaraiaDa)

Tropas turcas ocupam mais terras no Norte da Síria

Forças turcas ocuparam localidades nas províncias setentrionais e maltrataram a população. Por seu lado, o Exército sírio assumiu o controlo de Manbij e entrou em Raqqa, que chegou a ser a «capital do Daesh».

A entrada na cidade de Raqqa segue-se ao controlo total da cidade de Manbij (província de Alepo), por parte do EAS. Num comunicado emitido esta terça-feira, o Ministério russo da Defesa confirmou esse facto, bem como o de unidades da Polícia Militar russa estarem a patrulhar as áreas em redor de Manbij, junto à linha de contacto entre as tropas do EAS e as Forças Armadas turcas. (Abril)

terça-feira, 15 de outubro de 2019

Trabalhador de 46 anos morre num acidente laboral em Antsoain

Dois acidentes de trabalho ocorreram nas localidades navarras de Antsoain e Melida. No primeiro caso, um trabalhador de 46 anos caiu de uma altura de sete metros e foi levado, em estado grave, para o hospital, onde faleceu hoje. No segundo caso, um operário de 26 anos ficou ferido. De acordo com o LAB, pelo menos 38 trabalhadores morreram este ano em acidentes laborais em Euskal Herria, 13 dos quais em Nafarroa. /Ver: lab.eus

Ver tb: «Langile bat eraila Antsoainen, urteko hogeita hamabosgarrena gutxienez» (gedar.eus)

«Autodeterminación y rebelión»

[De Borroka Garaia] En estos momentos desgraciadamente Euskal Herria no está en condiciones ni ha estado recientemente de dar la única ayuda que pueda significar algo realmente en el proceso de autodeterminación catalán, es decir, crear una crisis desestabilizadora.
[…]
Pero nada es firme. [...] La lucha por el estado socialista vasco no está perdida, aunque sí desorganizada, enfilarla creará las condiciones para que Euskal Herria vuelva a ser lo que significó, pero esta vez con las lecciones aprendidas para culminar la matxinada. (BorrokaGaraiaDa)

Funcionário da Funai demitido após combate à mineração ilegal em terras indígenas

A demissão ocorre numa altura em que o governo de Jair Bolsonaro se prepara para apresentar um projecto de lei que liberaliza actividades exploratórias em terras indígenas, incluindo mineração, e legalizando garimpos.

Desde que Marcelo Augusto Xavier, delegado da Polícia Federal, foi nomeado para a presidência da Funai, em 19 de Julho último, o organismo tem enfrentado «uma crise», sendo que, dos 15 coordenadores do órgão, 12 foram trocados, revela o portal brasileiro. (Abril)

«Ecuador: ¿Se revirtió el paquetazo?»

[De Bruno Sgarzini] A todas luces, el gobierno de Lenín Moreno ha salvado su posición con un acuerdo que no revierte lo fundamental: el paquetazo del FMI.

Respaldado por la clase política de Guayaquil, centro empresarial del país, Moreno avanza en blindar el status quo vigente al cerrar el paso hacia sus opositores. (Misión Verdad)

segunda-feira, 14 de outubro de 2019

Catalunha: «Protestos e repressão no aeroporto de El Prat [vídeos e fotos]»

Milhares de pessoas encheram El Prat e Espanha responde com repressão. / VER: lahaine.org
«Independentistas catalães condenados a penas de prisão» (Abril)

«El Tribunal Supremo condena a entre 9 y 13 años de prisión a los líderes independentistas» (lahaine.org)

«Pacto de censura y silencio internacional ante la represión en el norte de Irlanda»

[De Borroka Garaia] Lo que llama la atención de estos datos, a parte de lo abultada de la represión política en un territorio que es tomado por la UE y EEUU como zona pacificada y ejemplar, lo cual al mismo tiempo trae el silenciamiento internacional de los casos de represión tanto como la situación de los presos políticos, es que las declaraciones del jefe policial no parece que fueran fruto de un momento puntual de demencia al tratar a niños como moneda de cambio y presión política, sino que cada vez es más visible la represión contra los propios niños y menores de edad en el norte de Irlanda. (BorrokaGaraiaDa)

Exército sírio começou a posicionar-se em províncias fronteiriças com a Turquia

De acordo com várias fontes, este avanço das tropas de Damasco para uma região até agora sob controlo das milícias curdas das chamadas Forças Democráticas Sírias (FDS), em conjunto com os alidos norte-americanos, resulta de um acordo alcançado ontem, com mediação da Rússia, entre o governo sírio e as milícias curdas.

Entretanto, já esta tarde, Aritz Saidi Olaortua, especialista em questões do Médio Oriente e habitual comentador da TeleSur e da HispanTV, deu conta de embates entre o Exército Árabe Sírio e as tropas turcas, apoiadas pelos seus chamados «rebeldes moderados» (da Al-Qaeda), tanto na auto-estrada M4 como na cidade de Manbij (província de Alepo). Referiu ainda, na sua conta de Twitter, que tropas dos EUA estão a bloquear a entrada das forças de Damasco em Kobane/Ain al-Arab. (Abril)

Resistência popular ao neoliberalismo deu alguns frutos e equatorianos celebram

Depois de 11 dias de intensa mobilização, fortemente reprimida, e do anúncio de um acordo, este domingo, entre movimento indígena e governo, a festa soltou-se nas ruas. Mas não faltam razões para cautela.

Triunfalismo sem fundamento?
Na sua conta de Twitter, o sociólogo argentino Atilio Boron, cujas análises políticas se centram muito na América Latina, mostrou-se bastante céptico com a «desmobilização indígena e popular a troco de novas promessas de Moreno, referentes tão-só ao primeiro ponto da complexa agenda imposta pelo FMI».
 
Disse ainda opor-se ao «triunfalismo reinante», lembrando que há questões no «pacotazo» que vão muito para lá da questão da «gasolina» (ataques vários aos direitos dos trabalhadores) e que a Frente Unitária dos Trabalhadores (FUT), que teve papel central na mobilização dos trabalhadores, ficou de fora do diálogo. (Abril)

domingo, 13 de outubro de 2019

Centenas participaram num impressionante «Alarde Antifascista» em Bilbo

Numa mobilização que decorreu este sábado à tarde, Euskal Herria mostrou que conta com centenas de antifascistas. Gudaris e milicianos foram homenageados. A luta contra o fascismo de ontem e de hoje esteve bem presente.

«Alarde popular antifascista» em Bilbo (SareAntifaxista)Ver: COMUNICADO em lahaine.org

Terras ocupadas e destruição no quinto dia da agressão turca à Síria

Iniciada na passada quarta-feira, a operação a que os turcos chamaram «Fonte de Paz» entrou hoje no seu quinto dia, em que, segundo a agência SANA, se verificou a ocupação da cidade de Suluk, no Nordeste da província de Raqqa, da barragem de Mabrouka e de várias aldeias, como Dweira, Harobi e Raj'an, na região de Ras al-Ain, no Norte da província de Hasaka.

A operação militar turca, em que se integram grupos terroristas que participaram em várias batalhas decisivas na guerra de agressão à Síria (como Alepo, Ghouta Oriental e Daraa), segundo refere um correspondente da RT, provocou grande destruição ao longo destes cinco dias no Norte e Nordeste do país árabe, nomeadamente em bairros residenciais e infra-estruturas de diverso tipo. (Abril) 

[DESENVOLVIMENTO: Army units move north to confront Turkish aggression on Syrian territory (SANA)] 
 
Ver tb.: «Quiénes son los kurdos por los que Turquía ha lanzado una ofensiva en el norte de Siria», de Alberto Rodríguez García (RT)

«Quito se convirtió en un campo de batalla constante»

[De Marco Teruggi] La crisis abierta en Ecuador es entonces doble: de un presidente que traicionó su promesa de gobierno y enfrenta niveles muy bajos de legitimidad, y de un proyecto de reconquista neoliberal con el último paso consistente en subordinarse al FMI. Eso está impugnado en las carreteras del país y las calles de Quito que se han vuelto un campo de batalla en un país donde en el pasado reciente tres presidentes han sido destituidos por la movilización indígena y popular. (Página 12 via lahaine.org)

Após denúncias de tortura, Justiça proibiu advogados de entrar nas prisões do Pará

As denúncias contra a actuação da Força de Intervenção Penitenciária (FTIP) no Pará são muitas. De acordo com os advogados da OAB, foram reunidos mais de 100 vídeos com relatos torturas. A FTIP intervém no estado desde o massacre ocorrido no Centro de Recuperação de Altamira, no Sudeste do Pará, no qual morreram 58 pessoas, no final de Julho. Então, houve presos que passaram uma semana usando apenas cuecas, sendo privados de higiene e comida, e sendo submetidos a espancamentos, refere a fonte. (Abril)

sábado, 12 de outubro de 2019

Centenas exigiram em Iruñea a saída de Euskal Herria das forças de ocupação espanholas

Em resposta à convocatória do Movimento pró-Amnistia e contra a Repressão, várias centenas de pessoas manifestaram-se ao início desta tarde nas ruas do centro de Iruñea (Pamplona), capital histórica de Euskal Herria, para exigir a saída de território basco das diversas forças repressivas de ocupação.

Marchando sob o lema «Indar okupatzaileak kanpora» (Fora com as forças de ocupação), a reivindicação «Alde hemendik, utzi bakean!» (Vão-se embora, deixem-nos em paz!) fez-se ouvir com força nas ruas da Alde Zaharra iruindarra, no contexto de uma jornada de protesto que também visou denunciar o dia de exaltação espanholista que é o 12 de Outubro.

Ao longo da mobilização, os manifestantes gritaram palavras de ordem a favor da libertação dos presos políticos e o popular «Que se vayan» [de una puta vez]. Mesmo antes do fim da manifestação, foi lida uma carta do preso basco Jon Kepa Preciado e cantou-se o «Eusko Gudariak» (hino basco). / VER: lahaine.org (com vídeos)

Lenín Moreno ofreció diálogo y a los pocos minutos su policía arremetió brutalmente

Ecuador sigue desbordado de protestas en su noveno día de levantamiento popular contra el gobierno de Lenin Moreno y el paquetazo del FMI.

Ayer por la tarde una multitud fue cercando la Asamblea Nacional exigiendo que Moreno diera marcha atrás con el paquetazo y expresando que lo desconocían como su presidente. En ese interín, los manifestantes enfrentaron numerosas cargas policiales que lanzaron gases a mansalva y balas de goma al cuerpo de los hombres y mujeres que están movilizados. / Ver: Resumen Latinoamericano

«Acordai!»

[De Jorge Cadima] A vergonhosa resolução aprovada pela maioria do Parlamento Europeu sobre a II Guerra Mundial (19.9.19) não é apenas grave pela tentativa de reescrever e falsificar a História. É grave por aquilo que representa para a actualidade e o futuro. Pelo anticomunismo se ataca a democracia e se abre a porta ao fascismo.

«O crescente branqueamento do nazi-fascismo vai de braço dado com a perseguição e proibição dos comunistas, as primeiras e maiores vítimas dessa forma extrema de violência terrorista do capitalismo que é o fascismo. A resolução do PE (no seu considerando F e pontos 17 e 18) não só ‘legitima’ a proibição e perseguição dos comunistas e dos seus símbolos que há muitos anos ocorre em numerosos países da UE, como sugere alargá-la a toda a UE, juntamente com a endoutrinação escolar dos jovens. Só quem não quer é que não vê o que se está a passar.» (odiario.info)

«A disputa intraburguesa nos EUA»

[De Richard Becker] Para o movimento popular, o impeachment oferece um caminho para lugar nenhum

O aprofundamento do conflito sobre o impeachment do presidente Donald Trump é uma luta entre facções da classe dominante capitalista e seu aparato governamental. A luta é fundamentalmente sobre qual lado exercerá controle sobre o Estado e o governo com todo o poder e riqueza que confere. (Diário Liberdade)

sexta-feira, 11 de outubro de 2019

«Del enemigo el consejo»

[De Borroka Garaia] De la misma manera que un estado es el monopolio de la violencia por una clase concreta en un territorio determinado, las leyes y el sistema judicial son una de las expresiones por las que se vehiculiza ese monopolio que solo sirve para precisamente salvaguardar los intereses de esa clase que domina cierto territorio.
[…]
Si metieron y aun siguen en la cárcel los jóvenes de Altsasu mediante un montaje no fue por lo que supuestamente pasaría en aquel bar sino porque querían mandar el mensaje del miedo frente a las dinámicas contra las fuerzas de ocupación y policiales para que cesen, que tenía que parar el movimiento juvenil de Nafarroa que de un tiempo a esta parte se estaba revigorizando frente a todo pronóstico, y que había que mantener el estatus quo de normalización y asimilación ya alcanzado. (BorrokaGaraiaDa)

Ver: «Espetxean preso jarraitu beharko dute Altsasuko gazteek» (gedar.eus)

Prisioneiros palestinianos correm risco de vida devido a negligência médica

Um relatório publicado esta quarta-feira acusa as autoridades israelitas de terem impedido os presos de aceder a cuidados médicos, potenciando o agravamento das suas doenças e colocando alguns à beira da morte.

Segundo o documento, publicado esta quarta-feira, alguns presos estão em condições físicas tão frágeis que necessitam do apoio de outros presos para tomar duche, mudar de roupa, comer, beber e realizar outras rotinas diárias.

A Comissão referiu no informe os nomes de três prisioneiros palestinianos cujo estado de saúde se agravou bastante devido a «negligência médica deliberada» por parte dos serviços prisionais israelitas. (Abril)

Milhares de soldados dos EUA em grandes exercícios militares na Europa

O Comando Europeu dos Estados Unidos (EUCOM) declarou esta segunda-feira que Washington irá enviar 20 mil soldados para a Europa na próxima Primavera, para participarem nos maiores exercícios militares dos últimos 25 anos em território europeu, informa o diário Stars and Stripes.

De acordo com o periódico centrado em questões das Forças Armadas norte-americanas, as manobras, lideradas pelos EUA, irão envolver, no total, 37 mil tropas, incluindo 20 mil provenientes dos Estados Unidos. (Abril)

Su Ta Gar – «Jo Ta Ke»

Ao vivo em Durango (Bizkaia), em Dezembro de 2008. A banda é de Eibar (Gipuzkoa).

quinta-feira, 10 de outubro de 2019

«El revisionismo y el reformismo en la actualidad. Doce apuntes sobre marxismo (VII de XII)»

[De Iñaki Gil de San Vicente] Hacemos la entrega VII de la serie de XII escrita para el colectivo internacionalista Pakito Arriaran. Como dijimos, estudiará el reformismo en todas sus expresiones: política, sociología, economía, relaciones internacionales, sindicalismo, etc., pero con una característica que explicaremos: analizar el reformismo actual. La VIII entrega desarrollará el período que va de la revolución bolchevique de 1917 al final de la II GM, 1945.
[…]
El revisionismo y el reformismo tranquilizan al capital también en estas tres grandes áreas que hemos expuestos de manera muy general. A resultas de ello, la humanidad explotada tiene muchas dificultades para desarrollar su estrategia revolucionaria, es muy crédula para con las mentiras del poder, cree que el capitalismo es el menos malo de los sistemas posibles, y por tanto asume ese refrán ultraconservador e individualista de que es mejor lo malo conocido que lo bueno por conocer, en un momento en el que se agrava hasta lo insospechado la crisis sistémica que golpea con especial dureza a las y los oprimidos desde 2007. (lahaine.org)

Protestos populares no Equador não abrandam, apesar da intensa repressão

Esta quarta-feira, sétimo dia consecutivo de mobilizações no país andino, milhares de manifestantes – indígenas, agricultores, estudantes, trabalhadores de diversos sectores – aderiram à greve geral e protestaram nas ruas de várias cidades equatorianas contra o Decreto 883 imposto por Lenín Moreno, que inclui o fim dos subsídios estatais à gasolina especial e ao gasóleo (provocando a subida dos preços dos transportes públicos e de bens de primeira necessidade), e o ataque aos direitos dos trabalhadores (sobretudo do sector público).

Em Quito, capital do país, os manifestantes dirigiram-se bem cedo para as imediações do Palácio de Carondelet (sede do governo, provisoriamente transferido para Guayaquil) e bem cedo começaram a enfrentar a repressão das forças policiais e militares, tendo sido agredidos a cacetete, a pontapé e com chuvas de gás lacrimogéneo por indivíduos fardados que, de motorizada, a cavalo ou em viaturas blindadas, montaram verdadeiras operações de caça ao manifestante. (Abril)

Agressão turca à Síria provoca grande destruição

Iniciada esta quarta-feira, a ofensiva aérea e terrestre da Turquia no Norte da Síria provocou dezena e meia de mortos civis e grande destruição ao nível das infra-estruturas.

Numa declaração emitida pelo Ministério dos Negócios Estrangeiros, o governo sírio condenou energicamente o «comportamento agressivo do regime de Erdogan», que «mostra claramente as suas ambições expansionistas no território da República Árabe da Síria».

Responsabilizou ainda pela actual situação algumas «organizações curdas», «devido à sua dependência do projecto norte-americano», e pediu-lhes que «deixem de ser instrumentos ao serviço da política hostil dos Estados Unidos na agressão contra a Síria». (Abril)

«El experimento de Honduras, la distopía autoritaria neoliberal» (vídeo)

Esta tertulia de TV es, a su vez, un fragmento del programa semanal de Cubainformación Radio: «Cuba y Venezuela: el derecho a la cooperación y a la defensa».[Com José Manzaneda, Ivana Belén Ruiz e Luismi Uharte.] / Ver: cubainformacion.tv

quarta-feira, 9 de outubro de 2019

«La traición a Jarrai (KAS)»

[De Borroka Garaia] Y esa traición queda certificada con el viejo sello socialdemócrata de llamar para-policial o español a todo lo que no se puede contrarrestar desde el sectarismo inútil. La mentira o la sopa boba como único recurso para luego hacerse los suecos. Eso no lo cambian ni mil memes.

Este robo se ha producido por una única razón. Es una consecuencia directa del abandono de la forma de movimiento donde la estrategia institucionalista ocupa el centro. Al fin y al cabo, el mayor logro de la represión no es la represión en sí misma, sino que tras largos años de sufrirla, ésta sea considerada como imbatible, certera y exitosa. Tanto como para integrarla y reproducirla en tu propio accionar. (BorrokaGaraiaDa)

«Lenin contra Lenin»

[De Carlos Aznárez] En términos de la práctica política, significa también que la lucha de clases pasa a ocupar un lugar preponderante y por más que se la quiera ocultar, estalla con toda su fuerza y conmueve los cimientos de los «palacios de invierno». Eso es precisamente lo que hoy está ocurriendo en Ecuador. Se acabaron los paños fríos, las excusas y las mentiras con que el gobierno de Lenin Moreno intentó «hacer tiempo», mientras preparaba el paquete de medidas que le impuso el Fondo Monetario Internacional. (Resumen Latnoamericano)

«Assim é o Che»

[Texto publicado a 9 de Outubro de 2017] Passam hoje 50 anos sobre o assassinato de Che Guevara, na selva da Bolívia. Poucos dias depois de divulgada a execução, a 18 de Outubro teve lugar em Havana, na Praça da Revolução, uma velada solene, na qual Fidel Castro evocou e louvou a figura multifacetada do seu companheiro de luta, guerrilheiro, escritor, médico, estadista, diplomata, internacionalista. «Sejam como o Che», pediu Fidel à multidão. (Abril)

Meia centena de personalidades acusadas de sedição por alertarem Modi

Agentes da cultura indiana escreveram, em Julho, uma carta a Narendra Modi a alertar para o discurso de ódio crescente no país e exigindo o fim imediato dos linchamentos de muçulmanos e dalits [oprimidos, trabalhadores braçais, «impuros»]. De acordo com a acusação, os signatários «mancharam a imagem do país e minaram o desempenho impressionante do primeiro-ministro», além de terem «apoiado tendências secessionistas», refere o indiatoday.in.

Os comunistas indianos, que recordam o seu posicionamento contra a figura jurídica da sedição (usada com abundância nos tempos da Índia submetida à coroa britânica), sublinham que «escrever uma carta ao primeiro-ministro a expressar opiniões […] não pode ser definido como um crime ou designado como anti-nacional».

«Isto é o equivalente a castigar todos aqueles que têm uma opinião divergente sobre as políticas do actual governo», lê-se na nota, que sublinha que o caso constitui «a negação completa dos direitos democráticos e reflecte o autoritarismo crescente no país». (Abril)

terça-feira, 8 de outubro de 2019

«Movimiento feminista postmoderno: el modelo de militancia y la política del espectáculo»

[De Nahia Santander / eus: Mugimendu feminista postmodernoa: militantzia eredua eta ikuskizunaren politika] Al mismo tiempo, busca ser compatible con el resto de los aspectos de la forma de vida capitalista: el trabajo asalariado, las distintas instancias de socialización burguesas… Por eso, lejos de ser una militancia integral, que aspira a abarcar todos los ámbitos de nuestra vida y a subvertir el régimen social imperante, se convierte en una institución más que regula nuestra reproducción social: que nos socializa para que interioricemos una serie de preocupaciones, para que neguemos la voluntad colectiva… / Ver: lahaine.org

Mantêm-se os protestos no Equador e Moreno muda-se para Guayaquil

Em várias cidades do Equador – e com particular incidência na capital, Quito – vivem-se momentos de grande tensão, com os manifestantes a exigirem nas ruas o fim do chamado «paquetazo» neoliberal imposto pelo governo de Lenín Moreno, um conjunto de reformas tributárias e laborais que estão de acordo com as habituais «medidas austeritárias» receitadas pelo Fundo Monetário Internacional (FMI).

Com as ruas de Quito num estado de caos – os manifestantes têm recorrido a pedras, garrafas, paus e pneus queimados –, as autoridades divulgaram, esta segunda-feira, que tinham efectuado 477 detenções, mas não publicaram dados sobre o número de feridos e falecidos nos protestos, nem dados concretos sobre a brutalidade policial – que tem sido possível constatar em vídeos publicados nas redes sociais. (Abril)

EUA largam «amigos» curdos e reabrem caminho à agressão turca no Norte da Síria

A agência estatal síria SANA lembra que a preparação da agressão militar turca ao Nordeste do país é feita em conluio com os EUA – que deixam de lado as promessas feitas às milícias das FDS, que instrumentalizaram na «guerra terrorista contra a Síria e o seu povo».

A agência síria afirma igualmente que Ancara e Washington são «patrocinadores do terrorismo» e «inimigos do povo sírio desde o início» da guerra de agressão, lembrando, a este propósito, que a Turquia é «um dos principais patrocinadores de organizações terroristas na Síria, tendo aberto as suas fronteiras à passagem de dezenas de milhares de mercenários de diversos pontos do mundo e permitido a sua entrada em território sírio para cometer massacres». (Abril)

«OIT, o antes e o depois – A esperança reside nas nossas lutas»

[De George Mavrikos, secretário-geral da Federação Sindical Mundial] Desde 1960, o bloqueio contra Cuba continua. O que fizeram as organizações internacionais?
Em Soma, na Turquia, em 13 de maio de 2014, 301 trabalhadores foram mortos. O que fizeram as organizações internacionais?
Na fábrica de Rana Plaza, no Bangladesh, em 24 de abril de 2013, 1132 meninas e mulheres foram assassinadas. O que fez a OIT?

Na Colômbia, nos últimos três anos, 600 militantes sindicais foram assassinados. Quem foi punido por esses crimes?
No Chile, o governo mina, com métodos antidemocráticos, o funcionamento independente do CAT. O que fez o gabinete responsável da OIT?
O que fizeram as organizações internacionais para proteger os trabalhadores da Palestina, da Síria, do Iraque e do Iémen dos imperialistas? Só palavras. É este o quadro. (resistir.info)

segunda-feira, 7 de outubro de 2019

Miguel Castells: «Hay que reivindicar la amnistía»

[Entrevista de Sin Permiso] Miguel Castells (Busturia, Bizkaia, 1931) es un histórico abogado de procesados políticos. Ejerció, entre otros juicios, en los consejos de guerra de diciembre de 1970 en Burgos contra activistas de ETA y en el de septiembre de 1975 contra militantes del Frente Revolucionario Antifascista y Patriota (FRAP). Senador por Guipúzcoa durante la primera legislatura del régimen constitucional de la monarquía reinstaurada (1979-1982), por la coalición Herri Batasuna (HB), es autor de numerosas obras sobre represión político-judicial

[En la Audiencia Nacional española (AN)] se utilizan como «pruebas periciales» informes de la Guardia Civil y de la policía española. La AN es el tribunal en que abundan más los jueces con ideología más derechista. Además, tiene un efecto llamada: los jueces más radicales de la derecha piden ir ahí, para actuar como jueces en lucha. Un juez no puede juzgar como juez en lucha, porque pierde la ponderación, el equilibrio, la serenidad y la ecuanimidad imprescindibles en la función judicial. / VER: BorrokaGaraiaDa

«El FMI gobierna hoy en el Ecuador»

[De Edgar Isch L] las medidas tienen el carácter de las recetas neoliberales: debilitar el Estado y fortalecer las grandes empresas; obligar a los pobres a pagar la crisis que causaron los poderosos y los benefició; hambrear a un pueblo entero para garantizar el pago de la deuda externa.

Ello se enmascara en discursos de transparentar las finanzas, de «poner la casa en orden» y, por supuesto, de sacrificarnos «todos» para lograr días mejores. Los gobiernos neoliberales en el momento de tomar medidas de este tipo dicen que hay que apretarse los cinturones por un tiempo, pero que a la vuelta está el paraíso. Este, pretende que no hay que apretarse los cinturones, que el incremento del precio de gasolinas y del transporte de alimentos y personas, no afectará a la población. (CubaDebate)

Manuel Loff: «O fascismo não morreu»

Entrevista de AbrilAbril ao historiador Manuel Loff sobre um tema que domina: o fascismo. Passa em revista temas da actualidade, nomeadamente o que respeita àquilo que, nos movimentos fascistas actuais, representa a continuidade com movimentos dos anos 1920 e 1930 e o que se formula de forma diferente, bem como a imigração ou a questão do «Museu Salazar».

«Sobre a imigração vale a pena dizer que um dos modismos que a extrema-direita portuguesa descobriu, e que podia ter saída em Portugal, é a discussão em torno do outro. No caso português é simultaneamente a imigração e os ciganos. Mas no caso da imigração existe um problema de fundo: o luso-tropicalismo mitifica a ideia de que os portugueses seriam uma excepção na história colonial à escala mundial e que teriam demonstrado uma capacidade de relacionamento pacífico com os povos coloniais.» (Abril)

Banda Bassotti – «Mockba 993»

A banda é romana. O tema é do álbum Avanzo de cantiere (1995). [Letra]

domingo, 6 de outubro de 2019

No Dia de Espanha e da Guarda Civil, manifestação em Iruñea contra as forças de ocupação

O Dia Nacional de Espanha – 12 de Outubro – é agora oficialmente designado como Festa Nacional de Espanha, ainda que continue a ser conhecido como Dia da Hispanidade ou Dia da Raça. Trata-se de um dia de afirmação do «espanholismo nacionalista», a que países latino-americanos – como a Venezuela ou a Nicarágua – responderam com a instituição do Dia da Resistência Indígena. No Estado espanhol, também há «resistência».

12 de Outubro é também o dia da padroeira da Guarda Civil, pelo que é hábito haver mobilizações em vários pontos do Estado espanhol para afirmar que, em tal data, «não há nada para celebrar», e exigir às forças ocupantes e repressivas do Regime de 78 que se vão embora da Galiza, da Catalunha e do País Basco (e não só).

No caso de Euskal Herria, o Movimento pró-Amnistia e contra a Repressão agendou para esse dia uma mobilização para Iruñea (Pamplona), às 13h00, a partir da Errekoletako plaza, que tem como lema «Alde hemendik! Indar okupatzaileak kanpora!» (Vão-se embora! Forças de ocupação rua!).

«Chega de privatizações e de ataques ao povo trabalhador!»

[De Comitê Regional do PCB no Estado do Rio de Janeiro] O Brasil vive a conjuntura mais difícil e complexa desde o final da ditadura, com uma ofensiva contra os direitos e garantias dos trabalhadores, além de uma crise econômica e social que é responsável por mais de 26 milhões de trabalhadores desempregados.
E ainda temos um presidente que conta com o apoio da burguesia para promover a retirada de direitos da classe trabalhadora – reforma da previdência e flexibilização e fragilização das relações de trabalho. (PCB)

Pompeo go home: thousands demonstrated against the visit of U.S. Secretary of State in Greece

Thousands of workers (…) participated in today's demonstrations in Athens, Thessaloniki and other Greek cities against the visit of the U.S. Secretary of State Mike Pompeo (...) with slogans like «Neither soil nor water to the murderers of people» and «Close down the bases, noparticipation in NATO's wars».

Marching towards the U.S. Embassy, the demonstrators threw red paint at the statue of war criminal Harry Truman. (…) When the rally reached the Embassy, the protsters set U.S. And NATO's flags on fire. / Ver: idcommunism.com

«Elite UK military unit secretly trained by leftist regime-change advocate Gilbert Achcar and other academics»

[De Ben Norton] Among these UK military collaborators is the scholar Gilbert Achcar, a frequent contributor to Jacobin Magazine and Democracy Now who teaches international relations at the University of London’s School of Oriental and African Studies.
[...]
Borrowing rhetoric familiar to neoconservatives, Achcar was careful to point out that, «when I say ‘regime,’ I am actually referring to the Russia-Iran-Assad axis.» While attacking what he described as «campist ‘anti-imperialism’ (which by the way is exclusively anti-American, and often even pro-Russian),» Achcar has even defended US military intervention in Syria.

«There are in fact cases,» Achcar claimed in a 2018 interview with a Trotskyite publication, «where the United States supports, as in Syria today, a progressive force in its fight against a reactionary enemy.» That same year, Achcar joined a who’s who of regime-change activists in signing an open letter published in the New York Review of Books that demanded that the «The World Must Act Now on Syria.» (thegrayzone.com)

sábado, 5 de outubro de 2019

Joxe Migel Etxeandia preso-ohiaren gorpua aurkitu dute Gorbeian

Larrialdi zerbitzuak eta lagunak 59 urteko larrabetzuarraren bila zebiltzan azken egunetan. Ostegun goizean aurkitu dute haren hilotza, Gorbeiako Itxina inguruan. Etxeandia 2003tik 2015era izan zuten espetxean eta buruko eritasun larria jasan zuen.

Etxeandia 2003an atxilotu zuten Mexikon eta Espainiako Poliziari entregatua izan ondoren hamabi urtez izan zen espetxean. Denbora horretan gaixotasun psikiko larria jasan zuen, baina Espainiako espetxe arduradunek ez zuten isolamendutik atera 2011 arte. / Ver: argia.eus / Ver tb: «Agur eta ohore, Joxemi» (amnistiAskatasuna)

Fortes protestos no Equador contra o «paquetazo» neoliberal de Moreno

Este pacote ao gosto do FMI, que o executivo equatoriano caracteriza como «para bem da economia» e com o qual pretende «poupar» 1400 milhões de dólares por ano, teve como resposta uma onda de mobilizações.

Além de transportes parados e escolas encerradas, registaram-se inúmeros bloqueios de estradas com pneus queimados em vários pontos do país, houve cargas policiais em Quito e foram destacados militares para a sede do governo, o Palácio de Carondelet. (Abril)

Ver tb.: «Ecuador. El país paralizado» (Resumen Latinoamericano)