quinta-feira, 18 de julho de 2019

«Doce apuntes sobre marxismo (V de XII ). II Internacional»

[De Iñaki Gil de San Vicente] En febrero de 1881, Marx le respondía a Domela Nieuwenhuy, un presbiterano holandés que se hizo ateo y anarquista, que «Un gobierno socialista no puede ponerse a la cabeza de un país si no existen las condiciones necesarias para que pueda tomar inmediatamente las medidas acertadas y asustar a la burguesía lo bastante para conquistar las primeras condiciones de una victoria consecuente». Pues bien, la II Internacional, creada en 8 años después, terminará siendo lo contrario de este consejo de Marx porque se dedicará a tranquilizar a la burguesía.

La II Internacional ha ayudado a salvar el capitalismo en varios momentos críticos. Sólo en Europa: aniquilando desde dentro la revolución alemana de 1918-23; indecisión ante el ascenso del fascismo, nazismo, franquismo, etc.; combatiendo decididamente a la URSS desde 1917 a 1991; abortando los procesos revolucionarios en Europa occidental entre 1944 y 1948 con la creación de la OTAN; negociación con la burguesía europea para el «Estado del bienestar» como integrador del proletariado; impulsando el monetarismo en Alemania en 1975 y el socioliberalismo después; abortando la revolución portuguesa de 1974; claudicando ante la monarquía franquista… (lahaine.org)

Apelo à mobilização contra a cimeira do G7 em Biarritz (cas.)

[De G7 Ez] Entre el 24 y el 26 de agosto, los 7 países más ricos del mundo (EEUU, Japón, Alemania, Francia, Reino Unido, Italia, Canadá) se reunirán en Biarritz, bajo la presidencia de Francia.

Estas siete potencias, cada vez más autoritarias, cada vez más bélicas, se reunirán con el objetivo de perpetuar el sistema al servicio de los más poderosos y de las multinacionales. Dan fuego al planeta, incrementando las desigualdades y la pobreza que ellos mismos generan y destrozando la vida y el clima, mientras desprecian los derechos humanos más fundamentales. Con gran cinismo, se presentan como abanderados de la lucha contra las desigualdades. Frente a su falso discurso de buenas palabras, pondremos de relieve la situación de emergencia social y ecológica en la que nos encontramos. (insurgente.org)

Lições da Revolução Sandinista reavivadas na Cidade da Guatemala

Por seu lado, a embaixadora da Nicarágua na Guatemala, Lillian Méndez, afirmou que no dia 19 de Julho de 1979 teve início uma «etapa bonita», pois «o povo oprimido, o povo empobrecido, o povo explorado acordou de um longo pesadelo e começou a viver esta bela revolução, que trouxe consigo reforma agrária, alfabetização, saúde, educação gratuita, entre outras conquistas sociais».

Solórzano explicou que as forças guerrilheiras guatemaltecas e salvadorenhas estiveram sempre próximas das nicaraguenses – daí «termos sentido como nosso o triunfo de 19 de Julho, que nos deu força e nos deixou como lição indiscutível a necessidade da unidade para alcançar os objectivos da luta», disse. (Abril)

Anje Duhalde – «Amnistiaren Dema»

Tema incluído no álbum Zuzenean (1993). O cantor é de Arrangoitze (Lapurdi).

quarta-feira, 17 de julho de 2019

Trabalhadores dos espaços desportivos da Bizkaia em greve

As negociações em torno de um acordo provincial para o sector dos espaços e campos desportivos já duram há quase um ano e meio, sem êxito. Assim, os trabalhadores decidiram voltar a fazer greve. As próximas paralisações estão agendadas para amanhã e sexta-feira.

A associação patronal biscainha (Cebek) e os sindicatos ELA, LAB, CCOO e UGT estiveram reunidos esta segunda-feira, mas sem chegarem a um consenso. Os trabalhadores dos espaços e campos desportivos da Bizkaia consideram que o acordo provincial actual é «obsoleto» e exigem melhores condições de trabalho, estabilidade no emprego e aumentos salariais.

Com as negociações a arrastarem-se há 17 meses, os trabalhadores decidiram voltar a parar: amanhã, entre 17h30 e as 21h30; sexta-feira, das 8h30 às 12h30. Para dia 23 está agendada uma paralisação de 24 horas (com uma manifestação em Bilbo). Sindicatos e Cebek devem voltar a reunir-se no dia 24 de Setembro. / Ver: gedar.eus e agências

Continuam as mobilizações no Equador contra as políticas neoliberais do governo

Os protestos agora em curso seguem-se a outros que, desde o início do ano, têm tido lugar no Equador e que reflectem a insatisfação de largas camadas da população com a política de austeridade implementada pelo executivo, que implica o despedimento de milhares de funcionários públicos, cortes orçamentais em sectores como a Educação e a Saúde, a privatização das principais empresas públicas e a subida dos preços dos combustíveis e das tarifas de serviços básicos.

A rejeição de políticas agrícolas que «beneficiam os terratenentes e as transnacionais», a defesa dos recursos naturais, a denúncia do «avanço do extractivismo mineiro e petrolífero», o repúdio pela «entrega das Ilhas Galápagos aos interesses do imperialismo norte-americano» e o protesto contra a retirada do asilo concedido desde 2012 ao informático australiano Julian Assange na Embaixada de Quito em Londres também fazem parte do elenco de preocupações e condenações dos promotores das mobilizações. (Abril)

Cuba e a guerra cultural: o Diário Liberdade entrevista Enrique Ubieta

[Reposição] No dia 18 de dezembro [de 2017], o Diário Liberdade tivo ocasiom de entrevistar em Havana o diretor da revista Cuba Socialista.

Cuba e a guerra cultural: o Diário Liberdade entrevista Enrique UbietaEntrevista realizada por Maurício Castro para o Diário Liberdade, na capital cubana, a Enrique Ubieta, filósofo e atual diretor de Cuba Socialista, revista teórica e política do Comité Central do Partido Comunista de Cuba (PCC), fundada por Fidel Castro em setembro de 1961.

Os temas tratados som: 'a guerra cultural', com que o imperialismo tenta derrotar a Revoluçom Cubana mediante a promoçom da «cultura do ter» contra a «cultural do ser»; o debate interno em torno do chamado «centrismo» ou compatibilidade entre «o melhor do socialismo» e «o melhor do capitalismo»; e o direito de autodeterminaçom e a sua legitimidade na Europa atual.

A entrevista foi realizada em castelhano, mas o vídeo conta com legendas na nossa língua. Também é possível lê-la em inglês na nossa nova secçom de textos nessa língua. (aseh)

Causa Galiza apela à participação nas mobilizações de dia 24

Causa Galiza chama a sociedade em geral e à militância independentista em particular a engrossar com a sua presença os atos convocados por Ceivar e a Mocidade pola Independência na véspera do Dia da Pátria. Concretamente, a Cadeia Humana pola Liberdade dos Presos e Presas Independentistas que neste ano enxerga a sua XII ediçom e a manifestaçom independentista convocada sob a legenda A mocidade independentista erguendo Galiza.
Ambas convocatórias, que som prelúdio do dia nacional, iniciarám-se respetivamente às 18:30 na Praça da Galiza de Compostela e às 20:00 desde a Alameda desta cidade. / Ver: causagaliza.org

terça-feira, 16 de julho de 2019

«Memoria histórica y manipulación política»

[De Eduardo Renobales] No voy a ser yo el que minusvalore el sacrificio de miles de jeltzales en la defensa de la República, la libertad y la democracia, personal y de sangre y entrega. Tenemos recuerdo vivo de ello. Eran el partido mayoritario y el que más recursos tenía. Y eso debía notarse.

Pero para nada fueron los primeros o únicos. Hoy parece que toda la Memoria Histórica gira en su entorno. Se han asentado verdades inciertas que tomamos en cuenta por falta de criterio crítico por nuestra parte. Aseveraciones que me permito refutar:

ANV no es una excisión del PNV / El mendigoxale no era un movimiento jeltzale, había jeltzales mendigoixales al igual que los había ekintzales / El Comandante Saseta no era militante del PNV / Los Batallones que sufrieron más bajas en el frente no fueron jelkides / El Pacto de Santoña no fue un pacto. Eso sólo se da entre iguales / El Partido no fue el que sacó la Religión de la Política, ni el que protagonizó la asunción de comportamientos democráticos en el ideario abertzale / El Partido no fue el primero que defendió el derecho de Autodeterminación del Pueblo Vasco / Por sólo citar algunos. Hay más. (BorrokaGaraiaDa)

Áudio explicativo da greve do sector metalomecânico na Bizkaia (EH)

OUVIR AQUI (quatro minutos)
Ver tb.: «Beste bost greba egunera deitu dute Bizkaiko metalgintzan» (gedar.eus)

«Investigación apunta a las tramas ocultas en la guerra contra Venezuela»

[De Marco Teruggi] «Si bien el centro estratégico de la guerra está en EEUU, hay que precisar que no son los actuales gobernantes quienes diseñaron el plan, y por lo tanto en términos concretos no son los decisores. Los diseñadores, los que están detrás fueron la administración de Hillary Clinton en el departamento de Estado y el plan está vinculado a los proyectos de lo que sería la ‘iniciativa global Clinton'», afirma el investigador, director del portal de investigación LaTabla.

El plan contra Venezuela venía diseñándose desde hacía varios años «en lo que fue la lógica de la hoja de ruta de Libia de 2011, desarrollada por actores de la administración de Hillary Clinton» (lahaine.org)

Curdos sírios colocam petróleo saqueado nas mãos de empresário israelita

O jornal libanês Al-Akhbar, que dá conta da «liberdade de movimentos» dos jornalistas israelitas nas zonas controladas pelas milícias curdas e das visitas frequentes de representantes de Israel a essas zonas da Síria, revelou uma carta em que as FDS concedem ao empresário israelita Mordechai Moti Kahana o direito exclusivo de venda do petróleo saqueado à Síria pela milícia curda.

De acordo com a Prensa Latina, representantes das FDS, contactados pelo diário libanês, confirmaram estas notícias. Ao mesmo tempo, a grande maioria do povo sírio sofre de escassez de derivados de petróleo, o que em grande medida é resultado das sanções coercitivas impostas pelos EUA e seus aliados. (Abril)

segunda-feira, 15 de julho de 2019

«Los y las trabajadoras del metal de Bizkaia, ejemplo de dignidad y lucha»

[De LAB, ELA, ESK, CNT, CGT, USO, CCOO e UGT] En primer lugar, queremos recordar a todos y a todas que esta unidad de lucha se basa en unos contenidos básicos que ayuden a superar la precariedad que se vive en el sector. Por ello, hablamos continuamente de salarios, jornada, derecho a la subrogación, igualdad entre mujeres y hombres, regulación de la eventualidad y utilización de ETTs y medidas para garantizar la salud laboral.

De cara a conseguir los objetivos mencionados, queremos comunicar que hemos acordado retomar las huelgas en el Metal de Bizkaia. Las huelgas serán los días 30 de septiembre y 1, 2, 3 y 4 de octubre.

El 18 de julio, también vamos a realizar diferentes movilizaciones y concentraciones delante de empresas referenciales en las distintas comarcas de Bizkaia, de cara a socializar el conflicto. (lab.eus)

«Fallece en Andalucía un internacionalista solidario con las y los presos vascos»

[De Jesús Valencia e Cármen Arnaut] Acaba de morir Manuel Zimarro. Sevillano y rojo, fue solidario sin remilgos con la causa de Euskal Herria; sólo un internacionalista consciente y comprometido podía actuar de aquella manera. Tuvo muchos amigos entre nosotros. Los presos y sus familiares lo recordaban con frecuencia dejando entrever el reconocimiento que les merecía.

Cuando parece que lo políticamente correcto es despojar a nuestros presos de su condición de gudaris, Zimarro se la reconoció siempre; cuando una absurda higiene democrática pide alejarse de los familiares de los presos, él se enorgullecía de ser su amigo; cuando se nos trata como chusma apestosa, el solía viajar a nuestra tierra para dejarse contaminar de la dignidad que encontraba en nuestro pueblo. Eran las arraigadas convicciones de un militante internacionalista y revolucionario. (resumenlatinoamericano.org)

«O grande assalto das privatizações na Grã-Bretanha»

[De Kenneth Surin] O «thatcherismo», expressão do fundamentalismo neoliberal, privatizou tudo o que pôde. Thatcher apregoava a «democratização do capital», fazendo crer que qualquer um poderia tornar-se accionista neste processo.
Na síntese feita neste artigo ilustram-se parte dos resultados reais: empresas do sector público dos transportes, da água e da energia são hoje propriedade de grandes empresas privadas, na sua esmagadora maioria estrangeiras. (odiario.info)

Colaboradores de Guaidó presos ao tentar vender armas roubadas das Forças Armadas

O ministro venezuelano da Comunicação, Jorge Rodríguez, anunciou este sábado que Erick Sánchez e Jason Parisi, membros da segurança do deputado da oposição Juan Guaidó, foram presos juntamente com Eduardo Javier García, primo de Sánchez, quando tentavam vender armas roubadas do parque da Guarda Nacional Bolivariana no Palácio Federal Legislativo, em Caracas, e que haviam sido utilizadas na tentativa de golpe de Estado a 30 de Abril último.

Recorde-se que, no passado dia 30 de Abril, Juan Guaidó, o autoproclamado «presidente interino» da Venezuela, apareceu ao lado de Leopoldo López – uma figura-chave da extrema-direita venezuelana, que se encontrava a cumprir pena em regime de prisão domiciliária (e está agora na Embaixada de Espanha em Caracas) –, acompanhado por um grupo de militares, a anunciar por vídeo que estava em curso um golpe contra o presidente eleito do país caribenho. No entanto, o golpe não passou de uma tentativa frustrada, dada a falta de apoio militar e a pronta resposta das autoridades venezuelanas e do povo chavista nas ruas. (Abril)

domingo, 14 de julho de 2019

Os jovens presos de Altsasu não foram esquecidos nas festas de San Fermin

Por iniciativa dos Altsasu Gurasoak, realizou-se ontem, ao meio-dia, na Praça das Recoletas, em Iruñea, uma mobilização para reivindicar a libertação dos jovens de Altsasu. (ahotsa.info)
Ver tb.: «Sanfermines ha acogido una multitudinaria manifestación para pedir la libertad de los presos de Altsasu» (insurgente.org)

Entrevista com Edmilson Costa, secretário-geral do PCB

Em entrevista ao Jornal O Poder Popular, o camarada Edmilson Costa, secretário-geral do PCB (Partido Comunista Brasileiro), aborda vários temas ligados à conjuntura atual, entendendo que este é momento de reorganização do movimento operário, sindical e de juventude, para que possamos seguir firmes no combate ao Governo Bolsonaro e aos ataques do capital aos direitos da classe trabalhadora, cruelmente atingida, neste dia 10/07, com a aprovação da Reforma da Previdência na Câmara dos Deputados. (Jornal O Poder Popular via PCB)

«Terrorismo de Estado e impunidad en Colombia»

[De Luis Jairo Ramírez] Es claro que el paramilitarismo en Colombia, lejos de ser una espontánea reacción de las élites nacionales contra la insurgencia armada, como se afirmó en su momento, fue en realidad y sigue siendo una estrategia implementada por el Estado para mantener el sistema semi-feudal de acumulación de tierras y la defensa de sus intereses. (Semanario Voz via Movimiento Político de Resistencia)

600 mil «criadas» trabalham em Espanha com um salário mensal médio de 350 euros

De acordo com os dados do Inquérito da População Activa, 637 mil pessoas, 96% das quais mulheres, trabalham como domésticas em Espanha. Destas, pelo menos 70% são mulheres migrantes, informa o lavozdelsur.es.

Passam a ferro, cuidam de crianças e de idosos, são cozinheiras, fazem limpeza e acompanham pessoas com grau elevado de dependência. Por vezes, fazem de tudo um pouco. De acordo com o jornal andaluz, 35% delas (aproximadamente 220 mil) fazem-no sem estar inscritas na Segurança Social e, dessa forma, sem direitos assegurados e descontar para futuras pensões. Muitas destas trabalhadoras são imigrantes e, como não têm autorização de residência, a situação é aproveitada por muitos empregadores para as explorar. (Abril)

sábado, 13 de julho de 2019

Eragin denuncia jornadas laborales de hasta 15 horas diarias en el BBK Live

La organización juvenil asegura que, durante estas dos semanas le han llegado «bastantes testimonios», describiendo una situación laboral que se repite este año y los anteriores, y que supone salarios bajos, algunos de 3,5 euros por hora, falta de contrato y «jornadas maratonianas» de hasta doce horas trabajando sin descanso, «incitando a los trabajadores a mentir si hay una inspección», aseguran.

Eragin [associação de pessoas em situação de precariedade] ha decidido hacer públicos algunos de los mensajes después de que la empresa Last Tour, encargada de organizar desde hace años el festival BBK Live, les presionara para que no difundieran información, arguyendo entre otras cosas que se trata de «mensajes nocivos e improcedentes contra el festival y la organización del mismo». / Ver: El Salto via lahaine.org

O pós-modernismo sem máscara: chaves de uma ideologia para a dominação [vídeo]

Após a queda da União Soviética, o desenvolvimento da fase capitalista neoliberal sustentou-se, no terreno das ideias, na imposição de uma nova concepção do mundo que seria conhecida como pós-modernidade. Tomando as suas ideias fundamentais da filosofia pós-estruturalista francesa, mas também do pensamento irracionalista anterior, as diversas correntes do pós-modernismo têm em comum a negação da possibilidade de alcançar um conhecimento objectivo da realidade, da qual se aproxima através de «pequenos relatos» cuja verdade é sempre relativa e depende sempre do «ponto de vista de cada grupo social».

Actualmente, as concepções pós-modernas são absolutamente hegemónicas tanto na Academia como entre os movimentos sociais, inclusive entre activistas ou militantes que ignoram a origem das mesmas. Mas é possível articular algum projecto transformador inspirando a acção colectiva nestas ideias? O historiador e professor da Universidade de Oviedo Francisco Erice responde a esta e outras questões, numa entrevista concedida ao canarias-semanal.org.

«El postmodernismo sin careta, claves de una ideología de la dominación»Ver: redroja.net

«Refugees Welcome: Miles de sirios siguen retornando a casa»

[De Carmen Parejo] Según datos oficiales cinco millones de personas habrían huido de Siria desde 2011. La mayoría se concentraron en Turquía, Líbano, Jordania, Irak e Egipto, por este orden. Según datos de Naciones Unidas cerca de 1 millón de refugiados se concentraron en Líbano. Tanto desde el gobierno legítimo sirio como desde los países de acogida se está trabajando por el derecho al retorno de los desplazados. (revistalacomuna.com)

Banda Bassotti – «Sam Song»

Tema do álbum da banda romana, Así es mi vida (2003).

sexta-feira, 12 de julho de 2019

Trabalhadores da DHL de Agurain manifestaram-se em Gasteiz

Os trabalhadores do centro logístico da DHL em Agurain (Araba) iniciaram, a 23 de Maio, uma greve por tempo indeterminado, em defesa do acordo colectivo de trabalho e para denunciar a tentativa de «esvaziamento» do seu conteúdo por parte da administração. Ontem, manifestaram-se na capital alavesa, para dar maior visibilidade às suas reivindicações.

O sindicato ELA revela, que o centro de Agurain conta com 110 trabalhadores, dos quais cerca de 80 estão abrangidos pelo acordo colectivo, que caducou a 31 de Dezembro de 2017.

Os trabalhadores partiram para a greve ao cabo de oito meses de negociações e de uma dezena de reuniões com vista à renegociação do acordo, cujas condições a empresa pretende agravar, explica o sindicato numa nota, em que acusa a administração de pretender impor a discriminação salarial e a precariedade, levando a que trabalhadores a exercer as mesmas funções possam auferir salários com diferenças substanciais.

As reivindicações fundamentais dos trabalhadores neste centro logístico passam pela redução do horário de trabalho, o aumento dos salários (ligado ao índice de preço ao consumidor), a eliminação da discriminação salarial e a celebração de contratos de trabalho efectivos.

O ELA acusa a administração da empresa de continuar a recorrer de modo «fraudulento» à precariedade e às empresas de trabalho temporário (ETT), situação que mereceu uma intervenção e uma multa da Inspecção do Trabalho. No passado dia 2 de Julho, a empresa comunicou aos representantes dos trabalhadores a intenção de contratar mais 17 trabalhadores através de uma ETT. / Ver: ela.eus e gedar.eus

Os presos Garikoitz Aspiazu e Ainhoa Gartzia foram transferidos nos últimos dias

A Etxerat, associação de familiares e amigos de presos políticos bascos, informou que Aspiazu foi transferido da cadeia de Arles para a de Lannemezan, no Estado francês. Gartzia, por seu lado, foi levada de Múrcia para Salamanca. Mais perto de casa, ambos continuam a cumprir pena.

O preso político Garikoitz Aspiazu (Santutxu, Bilbo) foi transferido na passada segunda-feira, dia 8, da cadeia de Arles (a 700 quilómetros de Euskal Herria) para a de Lannemezan que fica a 290 quilómetros. Por seu lado, a presa política Ainhoa Gartzia (Hernani, Gipuzkoa) foi levada, ontem, da prisão de Múrcia II (Múrcia) para a de Topas (Salamanca), estando agora a 410 quilómetros de Euskal Herria.

A Etxerat, que anunciou as transferências de ambos os presos políticos – que ficam mais próximos de casa –, voltou a pedir o fim da política de dispersão. Na semana passada, o preso Ekaitz Samaniego (Gasteiz) foi levado da cadeia de Múrcia para a de Zuera (Saragoça). / Ver: gedar.eus

«Ainda ouço essa voz que o tempo não vai levar»

[De Mauro Iasi] No coração destes tempos sombrios somos acometidos por um fenômeno arrasador: alguns artistas que nos são muito caros fazem declarações desconcertantes a favor do fascista bufão que se encontra alojado na presidência somando-se assim à lama fétida da barbárie. O caráter desconcertante de tais atos se dá, em parte, pela importância que este ou aquele artista teve na construção de nossa consciência e nossa sensibilidade, que nos leva exatamente no sentido oposto. Daí o estranhamento e a sensação de traição.

Ocorre que a identificação pela arte vem com uma boa dose de idealização que sempre acoberta e aplaina a contraditoriedade da pessoa por trás do artista. Como pode quem cantou «Sentinela» com Milton Nascimento apoiar o obscurantismo e a violência das classes dominantes? (blogdaboitempo.com.br)

O sangue de Cuba na independência de Angola e a gratidão eterna

Como parte de sua visita oficial ao nosso país, o presidente de Angola, João Manuel Gonçalves Lourenço, teve um encontro com combatentes internacionalistas cubanos, durante o qual lembraram aqueles tempos de luta pela independência deste país africano

A operação Carlota em Angola, de agosto de 1975 a maio de 1991, quando o último grupo de combatentes retornou, foi a resposta do governo cubano ao pedido de ajuda do líder histórico do Movimento pela Libertação de Angola (MPLA), Agostinho Neto, antes da agressão perpetrada pelo regime do apartheid sul-africano e seus aliados internos e externos, para impedir a independência da nação africana, derrotar o MPLA e ocupar o país. (pt.granma.cu)

A propósito da «Carlota», não perder o filme Mais um Dia de Vida (trailer aqui).