segunda-feira, 22 de outubro de 2018

Comunicado de La Insurgencia en respuesta a la decisión de la A.N.

[De La Insurgencia] Más allá de esto, somos muy conscientes de que la batalla no está ganada, pues aunque no entremos en la cárcel seguimos condenados por nuestras ideas, por expresarlas mediante el rap. No aceptaremos ni un solo día de prisión, ni un solo euro de multa, por hacer música reivindicativa, revolucionaria y solidaria.

Ante este pequeño paso atrás de la Audiencia Nacional, que creemos que se trata de un intento de hacer que el caso caiga en el olvido y de adormecer a los solidarios que se habían organizado, no cabe otra que seguir hacia adelante con más fuerzas que nunca. Estamos reafirmados por esta pequeña victoria, y más convencidos que nunca de que la solidaridad en las calles da sus frutos. (lahaine.org)

«Caravana migrante» atravessa o México sonhando com uma vida melhor

Em declarações proferidas este domingo à HispanTV, José Egido, especialista em temas internacionais, frisou que a crise migratória que as Honduras enfrentam revela o «completo fracasso das políticas económicas e sociais» vigentes no país, na sequência do golpe de Estado contra o governo legítimo do presidente hondurenho Manuel Zelaya, em 2009, executado com o apoio do então presidente norte-americano Barack Obama e da sua Secretária de Estado, Hillary Clinton.

O especialista destacou ainda a hipocrisia mediática e de certas instituições, que construíram uma narrativa de «catástrofe humanitária» associada à migração de cidadãos venezuelanos para países vizinhos, alimentando o pretexto para uma intervenção militar, mas não estabelece as mesmas premissas ao lidar com a questão nas Honduras, de onde a população, empobrecida, foge das condições impostas pelas políticas neoliberais.
[…]
Se, por um lado, emigrar é um direito, o texto chama a atenção para fenómenos que estão associados a esse «direito», na medida em que, subjacente a ele, está a «asfixia económica» de países e a pauperização das condições de vida por parte de potências hegemónicas.

Realça, ainda, os interesses dessas potências em beneficiar de mão-de-obra estrangeira e barata, com a qual é fácil não manter qualquer tipo de compromisso formal – algo entranhado «no neoliberalismo que vigora nos Estados Unidos e seus satélites», afirma-se.

Nesta perspectiva, sob o «direito» a emigrar encaram-se os interesses económicos que procuram «legitimar a escravidão, mobilizando mão-de-obra que, antes de chegar ao destino, é vendida a quem mais oferece. (Abril)

«Superar a dispersão para resistir ao fascismo»

[Carta aberta do PCB às entidades sindicais classistas e movimentos populares de luta] A grave crise que assola a economia nacional desde 2014, o esgotamento do período de conciliação de classes e a falência da chamada Nova República são alguns dos elementos mais importantes que determinaram o fim do pacto social vigente no Brasil desde a década de 1980. Nesse contexto, direitos elementares que a classe trabalhadora conquistou ao longo de todo o século passado têm sido frontalmente atacados pela grande burguesia.
[…]
Para defender o que ainda resta de liberdades democráticas, direitos sociais e trabalhistas, precisamos urgentemente superar a dispersão do movimento sindical classista e dos movimentos populares de luta. A conjuntura nos impõe, mais do que nunca, muita unidade para resistir à ofensiva da burguesia. (resistir.info)

Kortatu – «Don Vito y la revuelta en el frenopático»

Tema do álbum Kortatu (1985).

domingo, 21 de outubro de 2018

«Amnistia para todos y todas las presas políticas»

[De Herritar Batasuna] Hoy, 20 de octubre, una delegación de Herritar Batasuna ha ido a la cárcel de Lanamesa. Lanamesa es un pueblo da Gascuña, entre las ciudades de Paue (Pau) y Aturbe (Tarba/Tarbes). Se sitúa en Occitania, para decirlo de otra manera. Su nombre francés es Lannemezan, y allí, junto con trece presos políticos vascos, el estado imperialista llamado Francia mantiene cautivo al militante revolucionario más viejo que tienen los estados capitalistas de Europa en prisión: Georges Ibrahim Abdallah, ciudadano del Líbano y militante comunista revolucionario y antiimperialista. Ha pasado 34 años en la cárcel, y pronto, dentro de exactamente cuatro días, cumplirá 35 años preso. Es la persona que más tiempo lleva en prisión por razones políticas en Europa.
[...]
En este sentido, Herritar Batasuna apoya totalmente la manifestación que el Movimiento pro Amnistía ha convocado para el 24 de noviembre, a las seis de la tarde en Bilbo. Hacemos un llamamiento a todos y todas las abertzales y socialistas revolucionarias para acudir a esa manifestación, a luchar por la libertad de nuestros presos. / Ler: lahaine.org

Cerca de 40 mil em Donostia pelos «direitos dos presos bascos»

Cerca de 40 mil pessoas, de acordo com o insurgente.org e o ahotsa.info, participaram este sábado em Donostia numa manifestação promovida pela plataforma Orain Presoak [Agora os presos], próxima da esquerda abertzale oficial, em defesa dos «direitos dos presos bascos» (ahotsa.info) e pela «aproximação ao País Basco dos presos da ETA» (insurgente.org).

De acordo com ambas as fontes, os organizadores congratularam-se com o apoio plural à mobilização, em que se contaram sindicatos como UGT, LAB e ELA, e forças partidárias como EH Bildu, PNV, Podemos, EH Bai e CUP (dos Países Catalães).

Na mobilização da capital guipuscoana, exigiu-se o fim da dispersão (ou seja, que os presos cumpram as penas o mais perto de casa), a libertação dos presos com doenças graves e o fim das medidas de excepção que são aplicadas. Para os promotores desta manifestação é importante resolver «a questão dos presos», no caminho da «normalização». / Ver: insurgente.org e @AhotsaInfo

Centenas disseram «não» à repressão e exigiram a «amnistia total», em Madrid

Apesar da chuva, centenas de pessoas participaram, este sábado, em Madrid, na manifestação convocada pelo Movimento Anti-repressivo de Madrid, que decorreu sob o lema «Pelos direitos e liberdades democráticas: amnistia total».

A amnistia para os presos políticos no Estado espanhol foi a reivindicação principal da mobilização, que também denunciou o cerceamento das liberdades e a repressão no Estado espanhol.

Na sua conta de Twitter, o Movimento Anti-repressivo de Madrid agradeceu às centenas de pessoas que participaram na marcha, em que se exigiu, entre outras coisas, a dissolução da Audiência Nacional espanhola. Também ficou expressa a firme intenção de responder com «unidade, organização e luta» à repressão.

62 martyred, dozens injured in US-led coalition airstrikes on Deir Ezzor countryside

At least 62 civilians were martyred in three new massacres committed by the US-led international coalition in the villages of al-Suseh and al-Bubadran in al-Bukamal region in Deir Ezzor southern countryside.

Civil sources told SANA that aircrafts of the US-led coalition, over the past 24 hours, launched airstrikes on al-Alyat area in Al-Suseh village, al-Bukamal countryside, claiming the lives of 15 civilians, mostly children and women.

The source added that 37 civilians were also martyred as dozens were injured in the airstrikes of the coalition raids on the mosque of Othman bin Affan. (SANA)

sábado, 20 de outubro de 2018

Médicos detectam que Kepa del Hoyo sofreu um enfarte 5 dias antes de morrer (cas.)

[De Ramón Sola / «Médicos detectan que Kepa del Hoyo sufrió un infarto cinco días antes de morir»] El fallecimiento del preso Kepa del Hoyo el 31 de julio de 2017 en Badajoz fue despachado como «muerte natural» debida a una rotura de corazón. Pero el análisis del informe anatomopatológico y de las intervenciones médicas en los días previos llevan a la conclusión de que sufrió un infarto cinco días antes. Se diagnosticó erróneamente como ataque de ansiedad. La familia ha presentado una reclamación a Instituciones Penitenciarias. / Ver: naiz.eus

«O fascismo e os "homens bons"»

[De Mauro Luis Iasi] Na Alemanha de Weimar também haviam pessoas boas que só queriam um país grande e forte. Estavam descontentes com a crise, a inflação e o desemprego. Tinham críticas aos governos democráticos, muitas delas bastante pertinentes. Queriam defender a família, queriam uma raça pura, bonita e forte. Por isso votaram em massa pelos nazistas e os elegeram em 1932.
[…]
Podemos ver esse processo mesmo nos clássicos casos do nazi-fascismo europeu, quando a retórica nacionalista e a crítica ao grande capital se transformou na aliança prática do capital financeiro e monopolista com o nazismo e o fascismo. É ridículo mas necessário lembrar que o fascismo e o nazismo foram projetos da extrema direita. Se seguirem o «raciocínio» que se tem feito esses dias, é capaz dos reacionários do futuro afirmarem que o Bolsonaro era de centro, pois eu partido se autodenomina «social e liberal».

A extrema direita é um instrumento do grande capital que lança mão da barbárie para salvar sua civilização diante do risco da democracia. Seu método, como já discutíamos em outra oportunidade, é a estigmatização do inimigo, a manipulação dos valores da Nação, da família, da moral, do perigo comunista, deslocando a responsabilidade pela crise e seus efeitos para os ombros de seus adversários. Por isso, não nos espanta que a mentira seja a principal arma política daqueles que defendem os interesses de uma minoria e precisam do apoio das massas para suas aventuras. Não foi o Facebook nem o WhatsApp que criou o fenômeno. Ainda que esses dispositivos sejam veículos eficientes da mentira e das falsificações, a «propaganda» é reconhecidamente um instrumento do fascismo, pois a verdade os destrói como a luz aos vampiros. (PCB)

Registadas 269 mortes durante a onda de violência golpista na Nicarágua

A Comissão da Verdade, Justiça e Paz foi nomeada pela Assembleia Nacional da Nicarágua a 6 de Maio último, tendo como propósito esclarecer os factos ocorridos durante a onda de violência golpista, iniciada a 18 de Abril. Na quarta-feira, apresentou ao parlamento um relatório com dados preliminares, no qual se precisa as circunstâncias em que as mortes se deram e quais os danos causados entre Abril e Julho.

O documento indica que 269 pessoas faleceram durante a violência registada no período referido, em acções que tiveram como objectivo derrubar o governo de Daniel Ortega. Dessas, pelo menos 150 perderam a vida nos cortes de estrada impostos no país e 27 por fogo cruzado, refere a TeleSur.
[…]
«Os casos de tortura e assassinato (13) foram [perpetrados] com raiva e ódio», informou também a Comissão, esclarecendo que nenhum dos visados participava em protestos: eram «funcionários do Estado, de todos os níveis, ou pessoas ligadas politicamente à Frente Sandinista de Libertação Nacional [FSLN]». (Abril)

Greek communists prepare for nationwide rallies against US-NATO military bases

Demonstrations and various kinds of mobilizations organized by the Communist Party of Greece (KKE) and its youth wing KNE against the presence of US-NATO bases in Greece have been scheduled to take place in many cities across the country on 22nd and 23rd of October.

Major demonstrations will take place in Athens, Thessaloniki and Patras, as well as in other parts of Greece where the government, in collaboration with the US, is planning to install new Military Bases for the needs of NATO. (In defense of communism)

sexta-feira, 19 de outubro de 2018

«3.000 muertes obreras vascas desde el año 2000»

[De Juanjo Basterra] En estos casi diez meses de 2018 han muerto mas de 50 personas en Hego Euskal Herria en accidente de trabajo. Desde el año 2000 son ya 1.600 personas que han perdido la vida.

Otra 23 han fallecido por culpa del amianto. El mineral cancerígeno se ha llevado la vida de, al menos, 1.429 trabajadores desde el año 2000 que en su vida laboral inhalaron microfibras de amianto ante la falta de prevención, aunque se conocían sus efectos malignos desde finales del siglo XIX. Es decir, sólo por estas circunstancias han fallecido, al menos, 3.000 trabajadores. (periodistacanalla.net via BorrokaGaraiaDa)

Justiça decreta reintegração imediata de 133 trabalhadores da Télam

Com a decisão judicial relativa a estes 133 trabalhadores, ontem conhecida, já são mais de 260 funcionários da agência noticiosa argentina, despedidos pelo responsável do Sistema Federal de Meios de Comunicação Públicos, Hernán Lombardi, a obterem decisões favoráveis em tribunal e que confirmam a ilegalidade da medida tomada pelo governo.

Sublinhando a importância das sentenças sucessivas a favor dos trabalhadores, que, independentemente do tempo que levem a ser implementadas, garantem o «objectivo da reintegração e do pagamento dos salários em falta» desde o final de Junho, o delegado sindical frisou que, em última instância o Poder Judicial não resolve o conflito.

O tribunal «pode anular despedimentos» e claro que «a acumulação de sentenças obriga o Estado a retomar o diálogo», mas, «no que respeita ao modelo de agência e à concepção de meios públicos», a questão é «política», disse. (Abril)

«Armas biológicas»

[De Jorge Cadima] Acumulam-se indícios e informações que apontam no sentido do desenvolvimento de armas biológicas pelos EUA. Pior ainda: não as desenvolve no seu próprio território, mas nos de países vassalos como a Geórgia. Extensos surtos de doenças aparentemente com essa origem geográfica, e o próprio facto de se verificarem elevadas taxas de mortalidade entre o pessoal desses laboratórios suscitam legítimas suspeitas. E o principal indício é saber-se que os EUA não têm qualquer espécie de escrúpulos. (odiario.info)

Kuraia – «Ezin gelditu»

Tema do álbum Kuraia (2001).

quinta-feira, 18 de outubro de 2018

Boro LH, Iñaki Gil e movimento Ospa nas jornadas contra a repressão em Burgos

A cidade castelhana acolhe, entre 20 de Outubro e 15 de Dezembro, as jornadas anti-repressivas «Por la libertad. Burgos Contra la Represión y la Censura».

No próximo sábado, 20, Euskal Herria vai estar representada em força, uma vez que Boro LH, Iñaki Gil de San Vicente e o movimento Ospa, de Altsasu, vão participar na conferência «Repressão de Estado. Uma história de impunidade».

A iniciativa decorre no Espacio Tangente e tem início às 19h30. / Mais informação em burgosxlalibertad.net

«Errejón/Carrillo, pedir perdão n.º 2»

[De Ángeles Maestro] Em Espanha, a trajectória de Podemos é cada vez mais semelhante à do Syriza grego.
A diferença é que um revelou a sua verdadeira face no exercício do poder e o outro apenas vem trabalhando para que a classe dominante o aceite. Iñigo Errejón, um destacado dirigente de Podemos, veio pedir desculpa por radicalismos passados.
Afinal, não criticam o regime saído da «Transição» de 77/78. Apenas querem «actualizá-lo». (odiario.info)

«La última carta de Issam Zahreddine»

[De Laura Lavinia] Muchos se han ido y hoy tan solo viven en el recuerdo de quienes les conocían, pero a veces, hay quienes se marchan dejando una importante huella en la historia. Isaam Zahreddine ‘el druso’, se marchó convirtiéndose en parte de la historia de Siria.

Zahreddine fue general de la 104 Brigada de la Guardia Republicana, una de las divisiones de élite del Ejército Sirio del que fue oficial Bashar al-Assad durante sus años de servicio militar. A lo largo de cinco años demostró su arrojo y valentía en numerosos frentes de la guerra en Siria, pero fue su liderazgo durante la resistencia de Deir Ezzor – que estaba cercado primero por los rebeldes y luego por el Estado Islámico – lo que realmente le hizo destacar. La batalla de Deir Ezzor se convirtió en una de las más importantes de la guerra. (14milimetros.com)

Bolsonaro quer entregar riquezas naturais ao capital estrangeiro

Numa carta aberta, 136 geógrafos do estado do Pará, alertam os brasileiros para os riscos que o país corre caso Jair Bolsonaro, o candidato fascista à presidência da República, seja eleito no próximo dia 28.

«Acreditamos plenamente que é preciso resistir contra qualquer investida antidemocrática de candidatos que se insurgem contra direitos historicamente conquistados ao longo do período de redemocratização brasileira após 21 anos de regime autoritário e cerceamento de direitos políticos», sublinham.

No que à Amazónia diz respeito, o grupo de investigadores e professores paraenses destaca que o candidato de extrema-direita apresenta uma «postura política» de entrega dos recursos naturais da maior floresta tropical do mundo «à iniciativa privada de países estrangeiros, incidindo aí a eliminação de áreas de protecção ambiental, de reservas extractivistas e de ONG [organizações não governamentais] que, historicamente, lutam em defesa das populações tradicionais do país».

Para estes geógrafos, que manifestam «total repúdio» perante aquilo que se desenha «no cenário nacional em relação a uma possível eleição de Jair Bolsonaro», este representa «uma postura antidemocrática e conservadora e [é] apoiado pelos que historicamente desmatam, matam e expropriam a agricultura familiar, o camponês, o ribeirinho, os índios, os pescadores e os quilombolas desde o período da invasão portuguesa no século XVI». (Abril)

quarta-feira, 17 de outubro de 2018

«Ante la detención de Karlos Apeztegia»

[De MpA] No podemos dejar de mencionar la actitud del Estado francés, ya que según dicen la detención se basa en la información entregada por la juez fascista Laurence Le Vert, responsable directa de la muerte de la presa política Oihane Errazkin, entre otras muchas cosas. A pesar de que públicamente el Estado francés siempre ha negado el conflicto que mantiene con Euskal Herria, la realidad es que siempre ha seguido el camino marcado por el Estado español, incluyendo su actitud permisiva ante la guerra sucia. Los documentos entregados por Francia a España serán una importante herramienta para seguir persiguiendo a militantes vascxs.

Respecto a la Guardia Civil, no ha traído a Euskal Herria más que tortura, muerte, miedo y, en general, violencia. Esta institución militar es, sin ninguna duda, uno de los grupos terroristas más importantes de entre los que actúan en nuestro pueblo. Vinieron a hacer la guerra y la guerra es lo que siguen haciendo. Si queremos conocer la verdadera paz tendrán que derruir todos los cuarteles que tienen en Euskal Herria. / Ver: amnistiAskatasuna 1 e 2

Ver tb.: «Karlos Apeztegia espetxeratzeko agindu du epaileak» (Berria)
Karlos Apeztegia, ontem detido pela Guarda Civil em Hernani (Gipuzkoa), recebeu ordem de prisão.

«Réplica a Reconstrucción Comunista sobre Siria y Rojava»

[De Pablo Gartzia // *Incluye entrevistas para profundizar en el contexto a Pablo Sapag, José Antonio Egido y Asier Blas.] El otro día me pasaron un artículo publicado en la web «Universidad Obrera» titulado «¿Quiénes son realmente aquellos que apoyan a Al Assad en Siria?» que al parecer está escrito por la Secretaria Política del Partido Marxista‐Leninista (Reconstrucción Comunista). La idea de contestar a su texto no está tanto en convencer a la joven militancia de Reconstrucción Comunista, en adelante RC, de su error en el análisis de la situación siria y del imperialismo sino de intentar poner sobre la mesa un análisis totalmente distinto y que sirva a los que todavía no tienen una opinión bien formada sobre estos asuntos, poseer otra herramienta que les sirva para hacerse con una opinión propia.

El texto de RC se divide en cuatro puntos: «Naturaleza del régimen sirio de Al Assad», «La cuestión Kurda», «El imperialismo ruso» y «Naturaleza de la guerra en Siria». Vamos a comenzar por el mismo orden que usan ellos: (revistalacomuna.com)

Bolívia assinala defesa da soberania no Dia da Dignidade Nacional

Neste dia, o povo boliviano lembra a luta de resistência e a vitória alcançada pelos trabalhadores face à política neoliberal do então presidente Gonzalo Sánchez de Lozada (1993-1997 e 2002-2003), que o povo acusava de se submeter aos ditames das grandes corporações internacionais e de não defender os interesses nacionais, nomeadamente por antepor as exportações à garantia de abastecimento do mercado interno.

Aos protestos, de carácter nacional, Sánchez de Lozada respondeu com o Exército, que matou 67 pessoas e deixou centenas feridas. Na sequência do «massacre», o presidente acabou por abandonar o cargo e escapar, a 17 de Outubro, para os EUA, país onde continua a residir e que rejeita o pedido de extradição formulado pelo Estado Plurinacional da Bolívia, que o quer julgar «pelos seus crimes».

O actual presidente boliviano, Evo Morales, lembrou em diversas ocasiões a importância do sacrifício dos seus compatriotas, há 15 anos, para a recuperação dos recursos naturais, sublinhando que representou a dignificação do país e o fim do modelo neoliberal de saque e roubo. (Abril)

«Novo Banco, velhas histórias»

[De Miguel Tiago] O que sabemos sobre o Novo Banco é, contudo, revelador dos crimes cometidos, ora por uns, ora por outros: do que supostamente seria uma operação lucrativa, passámos a um prejuízo (para já!) de pouco menos de 9 mil milhões de euros e um prejuízo potencial acima desse valor; que a nacionalização não foi equacionada por opção ideológica apesar de os estudos apontarem um custo para o estado inferior ao da resolução. Sabemos que PSD e CDS desenharam um plano e que PS o cumpriu sem resistência. (manifesto74)

terça-feira, 16 de outubro de 2018

Jovens de Altsasu há mais de 700 dias na prisão

No dia 15, passaram dois anos sobre o «incidente», que mantém seete jovens na prisão – de Iruñea e Gasteiz. Dois anos depois da montagem, os habitantes de Altsasu continuam a exigir «justiça».

Três dos jovens de Altsasu – Oihan Arnanz, Adur Ramirez de Alda e Jokin Unanumo – já estão há mais de 700 dias na cadeia. No caso de Iñaki Abad, Julen Goikoetxea, Aratz Urrizola e Jonan Cob são 131 dias. Estes quatro foram presos no passado dia 5 de Junho, quatro dias depois de ser conhecida a sentença da Audiência Nacional espanhola, que decretou penas entre os dois e os 13 anos para os jovens.

O tribunal presidido por Concepción Espejel, casada com um alto comando da Guarda Civil, entendeu existirem agravantes de abuso de superioridade e ódio. Era a segunda vez que entravam na cadeia. A primeira foi a 15 de Novembro de 2016, tendo sido libertados a 21 de Dezembro do mesmo ano. / Mais info: Diario de Noticias

Manifestação nacional a favor da amnistia em Bilbo

A mobilização em defesa da amnistia, convocada pelo Movimento pró-Amnistia e contra a Repressão, realizar-se-á em Bilbo no próximo dia 24 de Novembro, sob o lema «Gudariak direlako amnistia osoa» [Porque são gudaris, amnistia total]. Parte às 18h00 do Sagrado Coração.

«65 años de "La historia me absolverá", la obra jurico-política más importante del siglo XX cubano»

[De insurgente.org] El citado alegato, que hoy cumple 65 años, reivindicó el derecho a la rebelión que les asistía ante la ilegalidad del gobierno golpista, y fue, en esencia, el programa del Partido Revolucionario Cubano, creado en 1892 por Martí y otros compañeros. Tras el triunfo de la Revolución, se puso en marcha con fuerza y valor. Al entrar en vigor la Ley de Reforma Urbana, el 14 de octubre de 1960, no es que el programa del Moncada quedó cumplido, sino que se sobrepasó con creces en solo veintidós meses.

Aquel 16 de octubre de 1953, Fidel expresó en el último párrafo de su alegato: «En cuanto a mí, sé que la cárcel será dura como no lo ha sido nunca para nadie, preñada de amenazas, de ruin y cobarde ensañamiento, pero no la temo, como no temo la furia del tirano miserable que arrancó la vida a setenta hermanos míos. Condenadme, no importa, la historia me absolverá». (insurgente.org)

Oliba Gorriak – «Iragana, oraina eta geroa»

Tema do álbum Ogi gogorrari hagin zorrotza! (2005). A banda é Markina-Xemein (Lea-Artibai, Bizkaia). [Letra / tradução]