segunda-feira, 21 de janeiro de 2019

Pelo menos 7 pessoas detidas por acções a favor do Gaztetxe Maravillas

Esta tarde, a Polícia espanhola prendeu pelo menos sete pessoas em Iruñea, segundo divulgaram responsáveis do Maravillas Gaztetxea. São acusadas de desordem pública e atentado à segurança viária, segundo refere o portal El Salto.

Duas das detenções estão relacionadas com uma acção levada a cabo, na quarta-feira passada, na Ponte Aranzadi, e as outras cinco com uma acção realizada no dia seguinte na Encosta do Labrit, em Iruñea, refere o Argia.

Os detidos foram levados para esquadra da Polícia espanhola na capital navarra, onde permaneceram até serem libertados, ao início da noite. / Ver: ahotsa.info e argia.eus

John Pilger: «Os verdadeiros jornalistas actuam como agentes do povo, não do poder»

[Entrevista de Eresh Omar Jamal] É jornalista há muitas décadas. Na sua opinião, como mudou o jornalismo no decurso desse tempo?
Quando comecei como jornalista, especialmente como correspondente estrangeiro, a imprensa no Reino Unido era conservadora e era propriedade de forças poderosas do establishment, tal como agora. Mas a diferença em relação a hoje é que havia espaços para o jornalismo independente que discordava da sabedoria recebida em termos de autoridade. Esse espaço está agora praticamente fechado e os jornalistas independentes foram para a Internet, ou para uma clandestinidade metafórica.

Quais são alguns dos maiores desafios e problemas que existem atualmente nesta profissão, e quais crê serem as melhores soluções para eles?
O maior desafio é resgatar o jornalismo de seu papel deferencial como estenógrafo do grande poder. Os Estados Unidos têm constitucionalmente a imprensa mais livre na Terra, mas na prática tem uns media obsequiosos perante as fórmulas e enganos do poder. É por isso que os EUA receberam efectivamente a aprovação dos media para invadir o Iraque, a Líbia, a Síria e dezenas de outros países. (odiario.info)

«Podemos: el 'boberío' pone punto final a un experimento fallido»

[De Juan Manuel Olarieta] Podemos fue uno de esos montajes «ad hoc» que nació para reconducir un movimiento espontáneo, como el 15-M, sacarlo de la calle y llevarlo al terreno de siempre: pacifico, electoral y legalista. En los tiempos de euforia Errejón lo definió como «una máquina de ganar votos».
[…]
Para que el fascismo suba como la espuma se tiene que crear ese microclima de desesperación que se cuece entre engaños y desengaños. (insurgente.org)

Defesa anti-aérea síria destruiu mais de 30 mísseis em novo ataque israelita

O Ministério russo da Defesa afirma que os sistemas da defesa anti-aérea da Síria abateram pelo menos 30 mísseis de cruzeiro e bombas guiadas ao repelirem o ataque lançado esta madrugada por Israel.

Tendo por base fontes militares, a Al-Masdar News e a Prensa Latina referem que o ataque israelita foi lançado a partir do espaço aéreo libanês (Jabal al-Sheikh ou Monte Hermon, na fronteira sírio-libanesa) e do Norte de Israel, tendo atingido, em território sírio, áreas a sul de Damasco, as localidades de al-Jamraya e al-Kisweh e o Norte da província de Sweida, onde foi atacada uma base aérea. (Abril)

domingo, 20 de janeiro de 2019

A Polícia Foral despeja novamente o Gaztetxe Maravillas, reocupado ontem à noite

Por volta das 7h30 desta manhã, um dispositivo da Polícia Foral cortou os acessos à Praça Nabarreria, em Iruñea, e entrou novamente no Gaztetxe Maravillas, que tinha sido reocupado ontem ao fim da tarde, no final de uma manifestação em protesto contra um despejo anterior. Responsáveis do Gaztetxe fizeram um apelo às pessoas para que se juntassem na praça referida e a Polícia carregou várias vezes na Mercaderes.

O Governo navarro responde desta forma à reocupação do imóvel, 12 dias depois do despejo anterior e de ter mantido militarizada durante vários dias a zona da Alde Zaharra [Parte Antiga]. A situação torna-se ainda mais tensa, sendo que o Governo de Nafarroa despejou o edifício três vezes em cinco meses.

Representantes do Maravillas Gaztetxea informaram que a Polícia não encontrou ninguém dentro do imóvel e que poderá haver uma pessoa detida na sequência das cargas ocorridas no exterior, bem como vários feridos. / Mais info: lahaine.org // Comunicado do Maravillas Gaztetxea: @maravillasGTX

«Nuevo año, mismas estrategias»

[De Nahiasanzo] Tras unos días de menor actividad militar -como ocurre cada año con la tregua navideña, la más respetada de la serie de treguas que anualmente pactan Ucrania, la RPD y la RPL-, el representante de la OSCE, en el Grupo de Contacto, Martin Sajdik, comentaba esta semana que el número de infracciones al alto el fuego volvía a ascender.
[…]
En el frente diplomático, la situación no ha cambiado en exceso desde el año pasado, cuando Kiev ya había endurecido su postura y su intransigencia a la hora de negociar, o de negarse a negociar, temas políticos con las Repúblicas Populares. (slavyangrad.es)

Pelo menos 30 palestinianos feridos por soldados israelitas em Gaza

Milhares de palestinianos aderiram à 43.ª sexta-feira consecutiva de manifestações da Grande Marcha do Retorno, junto à vedação com que Israel isola a Faixa de Gaza. De acordo com Ministério palestiniano da Saúde em Gaza, pelo menos 30 manifestantes foram feridos a tiro pelo Exército israelita.

Só a leste da Cidade de Gaza 14 civis foram atingidos com fogo real, disse Ashraf al-Qidra, porta-voz do Ministério, acrescentando que as forças israelitas atingiram directamente três ambulâncias, duas das quais pertencem ao Crescente Vermelho palestiniano.

Al-Qidra disse ainda que também ficaram feridos dois jornalistas e três paramédicos, que foram atingidos por bombas de gás lacrimogéneo. (Abril)

Orchestra Baobab – «Cabral»

Tema do álbum Made in Dakar (2007).

Amílcar Cabral: Bafatá, 12/09/1924 - Conakry, 20/01/1973.
A 46 anos do assassinato, pelo fascismo português, do lutador anti-imperialista, anti-colonialista, patriota internacionalista e grande guerrilheiro, ver texto de Albano Nunes, «Amílcar Cabral» (Avante!, 2017).

sábado, 19 de janeiro de 2019

Milhares de pensionistas exigem «pensões públicas dignas» nas ruas de Bilbo

Milhares de pessoas vieram este sábado para as ruas da capital biscainha para exigir «pensões públicas dignas», numa altura em que a luta levada a cabo pelo movimento de pensionistas – com múltiplas acções de protesto em defesa das suas reivindicações – cumpre um ano. Sublinharam que, «um ano depois» do início dos protestos, continuam «em luta».
Ver: eitb.eus

Anestesia – «Agur»

Tema da banda de Zarautz (Gipuzkoa) incluído no álbum Gorrotaren Ahotsa (1993).

«A mobilização dos Coletes Amarelos não enfraquece»

[De Rémy Herrera] Perante a «multidão de ódio», como o presidente Mácron qualifica os coletes amarelos, este, abrigado pelos muros espessos do Palácio do Eliseu, avisou: pensa «ir mais longe e com mais vigor», ser «ainda mais radical» ou seja retomar as «reformas» isto é adoptar novas medidas de destruição dos serviços públicos (aceleração do desmantelamento do sector da energia, entre outros), de recuo na protecção social (a começar pelo endurecimento das condições de obtenção de subsídios de desemprego e das pensões de reforma), da discussão do estatuto de funcionários, etc.

E o primeiro ministro Édouard Philippe, de fazer a promessa redobrada: participar numa manifestação não declarada terá não só uma pena de contravenção (passível de mera multa), mas será a partir de agora considerado delito (podendo dar azo a condenações a prisão) O ano de 2019 promete desde já ser em França especialmente «delituoso». (odiario.info)

«Cultura e ilusão»

[De Manuel Augusto Araújo] É nesse território que a cultura actual floresce, numa terra de ninguém, e a arte, essa utilidade do inútil, perde o sentido de ser a utilidade da vida, da criação, do amor, do desejo que transforma a vida. Há que resistir, resistir sempre e sem vacilações para que a cultura e a arte se recentrem na vida e encontrem aquilo que podem e querem fazer com os seus materiais e instrumentos, sem se entregarem nas mãos do mercado, recusando-se a responder às suas exigências de gerar lucro normalizando-se pelas imposições do consumo imediato e padronizado onde se afoga o espírito crítico e, em paralelo, não se deixem colonizar pela política banalizando-se nas vulgaridades em que se afunda a invenção e a descoberta, que é o que distingue a arte. (Abril)

sexta-feira, 18 de janeiro de 2019

«El movimiento popular de Iruñea arropa al Gaztetxe Maravillas y llama a la manifestación de mañana»

[De Iruñeko Herri Mugimendua // (eus./cas.)] Queremos destacar que, durante estos 3 días, sí hubo cargas con material antidisturbios de forma indiscriminada, llegando incluso a los balcones de las vecinas, generando un clima insostenible de violencia e intimidación. Es decir, una militarización del barrio. Como prueba de todo ello hay testimonios, vídeos y fotografías.

Por todo ello, hacemos un llamamiento a toda la sociedad a que se sume a la movilización de mañana, sábado 19 de enero a las 17:00h desde la Plaza del Ayuntamiento de Iruñea, en apoyo y defensa del Gaztetxe Maravillas, un espacio de todo el Movimiento Popular. (lahaine.org)

Estados Unidos treinam pilotos dos EAU envolvidos na agressão ao Iémen

Um documento oficial do United States Air Force Central Command, datado de Dezembro de 2017 e obtido pela Yahoo News esta quarta-feira, revela que a Força Aérea dos EUA escoltou seis aviões de F-16 dos EUA e deu treino a 150 pilotos, de modo a prepará-los para operações de combate no Iémen.

O documento, libertado ao abrigo da Lei da Liberdade de Informação [Freedom of Information Act], explica ainda o apoio que a Força Aérea norte-americana deu aos militares dos EAU na base aérea de al-Dhafra, perto Abu Dhabi.

De acordo com o documento, três pilotos norte-americanos ajudaram a formar, durante 323 horas de treino, quatro instrutores e 29 copilotos dos EAU, que «foram imediatamente destacados para operações de combate no Iémen». (Abril)

«O BE defende um golpe militar na Venezuela?»

[De Bruno Carvalho] A revolução bolivariana pese as suas contradições e erros próprios de um processo que apenas tem duas décadas de existência protagonizou avanços sociais, económicos, políticos e culturais. É uma revolução democrática assediada por todos os lados e também por esquerda que se diz democrática mas que usa a bússola do imperialismo para se definir. A derrota do chavismo na Venezuela seria um rude golpe e uma vitória do capitalismo.

Há cem anos, também havia na Alemanha quem se dissesse de esquerda mas se alinhasse com o imperialismo. Foi essa esquerda, dita democrática, que quando chegou ao poder assassinou violentamente Rosa Luxemburgo e Karl Liebknecht. Hoje são os mesmos que não têm problemas em apoiar invasões na Líbia e golpes na Venezuela. (manifesto74)

«Rosa Luxemburgo, uma vida dedicada à luta da classe trabalhadora»

O corpo de Rosa foi jogado num rio, mas o exemplo de sua vida se espalhou pelo mundo afora, pois Rosa como tantos outros homens e mulheres que defendem uma outra sociedade, sem explorados e sem exploradores, seguem junto à sua classe enfrentado o Capital.

Cem anos se passaram do assassinato de Rosa, mas seu exemplo de vida segue mais vivo do que nunca. A nossa Rosa vermelha com seu exemplo de dedicação, coerência e firmeza sintetizou porque o socialismo é uma necessidade para humanidade: para que tenhamos um mundo onde sejamos socialmente iguais, humanamente diferentes e totalmente livres. (metalcampinas.org.br)

quinta-feira, 17 de janeiro de 2019

LAB reivindica el derecho a volver a casa con vida desde el trabajo

Ayer falleció un trabajador de 25 años vecino de Larraga en Marcilla, en la empresa Exkal, mientras estaba trabajando como electricista. Con la muerte ayer del vecino de Larraga son ya 3 los trabajadores de Euskal Herria muertos en lo poco que llevamos de año.
Ver nota de imprensa do LAB e mais info: ahotsa.info

«Vox y la Oposición iraní»

[De Aritz Saidi Olaortua] Me he tomado la libertad y molestia de explicar lo de VOX/MEK. Se habla mucho del financiamiento iraní de los reaccionarios de VOX y no tanto de su ilegalidad/anti-constitucionalidad. La inquebrantable (para algunas cosas, claro). Tampoco cuentan que dicha oposición iraní es mantenida por saudíes, sionistas y yanquis.

Son variados los nombres inventados para la misma órbita y ramal opositor iraní. Los muyahedin del pueblo, amigos de Irán, MEK o el CNRI. También algún cuñado/a los llama marxistas islamistas. Ellos mismos se hicieron pasar así para captar simpatías, aunque fuese una cuña del Sha. (revistalacomuna.com)

Pobreza extrema aumenta na América Latina

Cerca de 62 milhões de latino-americanos (10,2% da população) viviam em pobreza extrema em 2017, revelou esta terça-feira a Comissão Económica para a América Latina e as Caraíbas, em Santiago do Chile.

Em conferência de imprensa, Alicia Bárcena disse que, em 2017, 184 milhões de pessoas viviam em situação de pobreza (30,2% da população da região), acrescentando que a expectativa da CEPAL é de que, em 2018, esse número seja reduzido em dois milhões. No entanto, o organismo regional da ONU estima que, nesse ano, o número de indivíduos a viver em pobreza extrema tenha aumentado um milhão, passando para 63 milhões. (Abril)

Su Ta Gar – «Suak pizturik dirau»

Tema da banda de Eibar (Gipuzkoa), incluído no álbum More Volumen Tour 93 (1993).

quarta-feira, 16 de janeiro de 2019

«Ponerse del lado de quien no está dispuesto a perder»

[De Borroka Garaia] Los gaztetxes son principalmente de jóvenes, pero lo que significan y hacen, no solo. Una clase trabajadora que deja a sus jóvenes en manos de la policía y de gobiernos autoritarios será para toda la vida una clase trabajadora perdedora y cobarde. Jamás será capaz por sí misma de conseguir absolutamente nada que no sea atar mas fuerte sus cadenas si no sabe defender lo que tiene más preciado. Por eso mismo, este sábado, la sociedad adulta de Euskal Herria debe dar un paso al frente, unirse a la manifestación y ponerse detrás de una juventud obrera que no está dispuesta a perder y va a ganar esta batalla contra la injusticia. (BorrokaGaraiaDa)

«Kale borroka» izendapena

«Kale borroka» izendapena ez zen erabiltzen hasi kaleko edozein mobilizazio adierazteko. «Kale borroka» izendapenaren erabilera testuinguru zehatz batean abiatu zen, fenomeno zehatz bati izena emateko.

«Eta egun hauetan agerikoa denez izendapen mailako arrakasta ikusgarria izan zen. Besterik dira izendapen hori bera kriminalizatzeko saioak eta baita orain edukiz husteko joerak ere, baina fenomeno gisa zer den (eta zer ez) argi izan beharko litzateke.» / VER: @arranomendi

Pela libertação de Ahmad Sa'adat e demais presos políticos palestinianos

A «International Week of Action to Free Ahmad Sa'adat», que se insere numa campanha internacional mais ampla pela libertação do secretário-geral da Frente Popular para a Libertação da Palestina (FPLP), é organizada, tal como em anos anteriores, pela Samidoun – Rede de Solidariedade com os Prisioneiros Palestinianos.

A data de início desta «Semana Internacional» – que se prolonga até ao próximo dia 22, com iniciativas já programadas em vários pontos do globo – não é um acaso: foi a 15 de Janeiro de 2002 que a Autoridade Palestiniana, num contexto de «cooperação de segurança» com o inimigo sionista, prendeu o dirigente histórico da FPLP. (Abril)

«A Venezuela que eu vi (II)»

[De Bruno Carvalho] Jornais, rádios e televisões repetem até à exaustão que há uma ditadura e uma crise humanitária na Venezuela. E eu flutuo numa realidade paralela. Parto à procura dessa crise humanitária de que todos falam. Parece que aterrei no país errado. Apesar do bloqueio económico à pátria de Bolívar e Chávez, não vejo a pobreza que já vi noutros países para onde jorram linhas de crédito. A Argentina que assinou, no ano passado, com o FMI o maior empréstimo de que há memória afunda-se num lodo de pobreza e miséria de que ninguém escreve. A Colômbia, por sua vez, fechou o ano com 252 opositores assassinados, entre líderes de movimentos sociais e activistas de direitos humanos. (Abril)

terça-feira, 15 de janeiro de 2019

Manifestação em Iruñea dia 26 contra a precariedade e a exploração

O LAB convocou uma manifestação para o próximo dia 26, na capital navarra, em solidariedade com os trabalhadores da empresa Huerta de Peralta, que iniciaram uma greve por tempo indeterminado, a 26 de Dezembro, para exigir a reintegração de trabalhadores despedidos e a celebração de um acordo de empresa. Denunciando a precariedade e a exploração, a mobilização parte às 17h00 da Gaztelu enparantza.

Contra a precariedade, organização e lutaVer análise do LAB em lahaine.org

«No centenário do assassinato de Karl Liebknecht e Rosa Luxemburgo»

[De Jorge Cadima] Num dos seus últimos textos, «Um apelo aos trabalhadores do mundo», publicado pouco tempo antes da sua morte, em Novembro de 1918, Rosa Luxemburgo e Karl Liebknecht (em conjunto com outros destacados dirigentes Espartaquistas, Clara Zetkin e Franz Mehring) alertavam para os perigos do que estava para vir: «O imperialismo de todos os países não conhece os "acordos", apenas reconhece um direito – o lucro do capital; apenas conhece uma linguagem – a da espada; apenas conhece um método – a violência. E se agora fala em todos os países, nos vossos como no nosso, sobre a "Liga das Nações", o "desarmamento", os "direitos das pequenas nações", a "autodeterminação dos povos", está apenas a usar as estafadas frases mentirosas dos governantes, com o objectivo de embalar, até fazer adormecer, a vigilância do proletariado». (O Militante)

Intentona na Nicarágua provocou danos no valor de 1100 milhões de dólares

Também em declarações à Prensa Latina, Fernando González afirmou que a tentativa de golpe levada a cabo entre Abril e Julho do ano passado no país centro-americano se enquadra na estratégia de ataques contra o governo bolivariano na Venezuela, do golpe parlamentar contra a ex-presidente brasileira Dilma Rousseff e do encarceramento injusto de Lula da Silva.

Sobre o Fórum, este herói cubano, que passou mais de 17 anos nos cárceres dos EUA e foi libertado em 2014, valorizou a informação recebida da parte de membros do governo nicaraguense, de deputados, académicos e comunicadores acerca do que se passou no país em 2018 – uma violência aparentemente anárquica, mas que foi bem orquestrada e que apresenta semelhanças com as «guarimbas» na Venezuela em 2017. (Abril)

«Extradição de Battisti viola pacto internacional»

No pedido de refúgio à Bolívia, Battisti também cita a Convenção sobre o Protocolo de Refugiados, de 1951, a Declaração Universal dos Direitos Humanos, de 1948, a Constituição Política do Estado Plurinacional da Bolívia e outros tratados e convênios internacionais dos quais o país é signatário. / VER: PCB e Brasil de Fato (com a reprodução do documento do pedido de reconhecimento da condição de refugiado)

«Detención y extradición de Cesare Battisti cuestiona los principios de la solidaridad internacionalista»
[De Carlos Aznárez] Es ahora el momento que se escuchen nuestras voces. Por eso creemos que este domingo se ha perdido otra batalla y nos duele por el escenario donde se decidió, el de un gobierno que apoyamos, defendemos y respetamos, pero eso no significa que nos hagamos los distraídos o miremos a un costado. Battisti no debería haber sido extraditado, toda persona detenida tiene derecho a la defensa y mucho más aún cuando se trata de alguien que había solicitado refugio. No sólo no se lo escuchó sino que se lo calificó de «terrorista» y otros epítetos que están fuera del lenguaje entre revolucionarios. (pakitoarriaran.org)