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quinta-feira, 4 de junho de 2020

Brigadas do MST levam solidariedade para fora do Brasil

Em tempos de pandemia, o MST montou uma campanha nacional para «combater as desigualdades do sistema capitalista» e «reduzir o impacto da crise económica que se acentua» no Brasil. Só em Abril, doou 500 toneladas de alimentos. Desde o início da crise sanitária, partiram mais de 1200 toneladas dos acampamentos e assentamentos com destino às camadas mais desfavorecidas.

Fora do Brasil, o MST tem brigadas internacionalistas a trabalhar noutros países latino-americanos – Haiti e Venezuela –, onde também ajudam a impedir o desabastecimento das populações no contexto do actual surto epidémico, mas cuja acção internacionalista e solidária teve início muito antes da Covid-19. Fora da América, a Brigada Internacionalista Samora Machel trabalha na Zâmbia, em África. (Abril)

segunda-feira, 23 de dezembro de 2019

Capacetes azuis acusados de abuso sexual no Haiti

Mulheres, e até crianças de 11 anos, foram abusadas sexualmente por membros da missão de paz da ONU no Haiti entre 2004 e 2017, segundo os testemunhos de residentes, recolhidos numa investigação.

O estudo – intitulado «Eles punham-te umas moedas na mão para te fazer um bebé» – foi dirigido por Sabina Lee, da Universidade de Birmingham (Reino Unido), e Susan Bartels, da Universidade de Queen (Canadá), e voltou a trazer à tona a questão da violência sexual dos capacetes azuis que exerceram funções no âmbito da polémica Missão das Nações Unidas para a Estabilização no Haiti (MINUSTAH, na sigla em francês). (Abril)

quarta-feira, 18 de dezembro de 2019

Comercio con niñas que se venden como esclavas domésticas, sexuales en Haití alcanza las 286.000

A la transacción económica de adquirir niñas los habitantes de la zona la denominan «alantran». El negocio consiste en que los padres de la joven reciben una compensación en dinero, una especie de dote al revés, en el que habitualmente la joven no toma parte.

Los padres intercambian a sus hijas o adolescentes con hombres a precios variables, beneficiándose de la sexualidad de sus hijos para poder hacer frente a su pobreza. Es prácticamente la venta en subasta de personas impúberes que carecen de madurez y consentimiento sexual.
[…]
Según el presidente del Comité Nacional de Lucha contra la Trata de Personas, André Ibréus, el «alantran» está considerado como trata de personas y debe ser castigado. «Esta práctica da lugar a una nueva forma de intercambio de seres humanos que resucita, en su materialización, las prácticas coloniales del siglo XVIII». (Movimiento Político de Resistencia)

quinta-feira, 12 de dezembro de 2019

Después de 13 años de ocupación militar la ONU ha destrozado a Haití

En 2004 desembarcaron unos 10.000 soldados de la Minustah (Misión de la ONU para la Estabilidad en Haití), en medio de un Golpe de Estado contra el entonces presidente Jean Bertrand Aristide, de la misma factura que el boliviano.

Las fuerzas invasoras abandonaron el país 13 años después, en 2017, constituyendo la misión militar más larga desplegada por la ONU.

Sin embargo, su presencia ha sido un desastre total. La introducción del cólera, cuya culpabilidad reconocieron solo seis años después, y los escándalos de violaciones, uso excesivo de la fuerza, hijos abandonados y aumento de los índices de violencia, muestran la verdadera labor de la ONU en Haití. (Movimiento Político de Resistencia)

terça-feira, 3 de dezembro de 2019

«Haití: las causas objetivas de la rebelión popular»

[De J.J. Díaz] Desde la caída de Aristide en 2004 hasta el 2017 la soberanía haitiana fue violada sistemáticamente por la Misión de estabilización de Naciones Unidas para Haití (Minustah). Abusos a la población, represión a las protestas, mujeres violadas y brotes de cólera fue la estela de sufrimiento que dejaron los cascos azules. Sin embargo, las víctimas nunca fueron reparadas y los culpables raramente sentenciados.
La decepción del gobierno reformista de Aristide, la humillación de la intervención militar, el pago de una infame deuda, el nefasto terremoto del 2010, la devaluación constante de la moneda, el caso de corrupción del fondo de Petrocaribe y la creciente pauperización de las masas han cumulado un profundo malestar en la sociedad, formando un coctel explosivo. La persona que no partan de esta acumulación de hechos jamás entenderá el carácter espontáneo de la insurrección popular y su salto cualitativo. (Resumen Latinoamericano)

quinta-feira, 17 de outubro de 2019

Reaparição de Moïse não demove manifestantes no Haiti

Nas ruas, as forças policiais têm respondido com grande repressão às manifestações massivas da população, que acusa Moïse de corrupção e de ser responsável pela grave crise social e económica que se vive no país. De acordo com a agência Sputnik, pelo menos 150 pessoas foram mortas e cerca de 650 ficaram feridas na sequência dos disparos efectuados pela Polícia nos protestos.

Os organizadores pedem uma mudança estrutural no Haiti, que possibilite aos quase 12 milhões de habitantes o acesso a serviços básicos como a saúde, educação e emprego. Propõem ainda a realização de Conferência Nacional e do julgamento dos corruptos e responsáveis por malversação de fundos do tesouro público, culpados de um desfalque de cerca 4000 milhões de dólares. (Abril)

quinta-feira, 20 de junho de 2019

«Haiti: a epopeia de uma grande insurreição popular»

[De Carlos Aznárez] É assim que as coisas realmente estão ocorrendo no Haiti ou, como o disse o líder popular Camille Chalmers: «A situação é de absoluta ingovernabilidade» e o único que não quer reconhecer é o próprio Jovenel Moïse.

Haiti, pequeno e admirado coração da África no Caribe, onde uma grande maioria, precisamente aqueles que agiram fortemente para herdar o legado revolucionário do libertador Jean Jacques Dessalines, não estão dispostos a aceitar migalhas ou atalhos que terminem em novas frustrações. (PCB)

sábado, 23 de fevereiro de 2019

«Crise no Haiti: culpa de muitos e benefício de poucos»

[De Anelí Ruiz García] Enquanto isso, o Haiti vive uma de suas piores crises econômicas, com um déficit orçamentário que supera os 86 milhões de dólares no primeiro trimestre fiscal, uma inflação de mais de 15% e a perda de mais de 68% do valor da moeda nacional frente ao dólar nos últimos três anos.

Na ordem social, a pobreza extrema atinge um quarto da população e mais de 80% vive com menos de dois dólares por dia. Este cenário resultou nas diversas manifestações que, nos últimos quatro meses, sacodem o governo de Moise e ameaçam desestabilizar ainda mais a empobrecida nação. (Prensa Latina via PCB)

Ver tb.: «Operacionais americanos presos no Haiti estão de regresso a casa» (Abril)

«Milhares de pessoas protestaram contra a corrupção no Haiti» (Abril)

segunda-feira, 18 de fevereiro de 2019

«Cinco "intervenciones humanitarias" de EEUU que terminaron en desgracia»

[De Misión Verdad] Desde los primeros meses del año pasado, esta tribuna realizaba un paneo sobre las graves consecuencias que han traído consigo las intervenciones militares con fines supuestamente humanitarios. Ahora que la oposición venezolana, articulada bajo la tutela absoluta de Washington, dibuja un nuevo «Día D» (el 23 de febrero) para ingresar la «ayuda humanitaria», conviene refrescar la memoria y buscar en ejemplos históricos recientes las tragedias sociales que ha dejado a su paso este método de cambio de régimen. Pero sobre todo, y de ahí la vigencia e interés de republicar esta investigación, se hace necesario insistir en los personajes y agendas que han promovido, desde hace algún tiempo, que sobre Venezuela se cierne una amenaza creíble de intervención militar. Sin más preámbulo, recordemos. (misionverdad.com)

domingo, 17 de fevereiro de 2019

«Crónica desde un Haití al rojo vivo»

[De Lautaro Rivara] Pero las festividades no fueron más que un interludio breve. Pronto se reanudarían las batallas contra la carestía de la vida, la corrupción endémica, la crisis social y económica y la ausencia de un modelo de nación para la primera República independiente surgida a la historia de este lado del Río Bravo.
[…]
Así es que a casi nadie conviene hoy señalar que si se trata de urgencias humanitarias, éxodos migratorios, inseguridad alimentaria, represión estatal y ausencia de democracia, el foco de las preocupaciones debería recaer sobre el devastado Haití y las miradas admonitorias sobre su clase política y sus puntales internacionales. (BorrokaGaraiaDa)

segunda-feira, 19 de novembro de 2018

Milhares de pessoas protestaram contra a corrupção no Haiti

«Esses fundos deviam ser utilizados para desenvolver projectos sociais e de melhoria das condições de vida do povo haitiano. Estamos a falar de quase 3000 milhões de dólares que foram gastos por diversos governos entre 2008 e 2016», explica Pierre Negaud Dupenor, jornalista e professor da Universidade Estatal do Haiti.

«Conhecendo a realidade haitiana, a miséria e a pobreza que existem neste país caribenho, os jovens perguntam onde está esse dinheiro, o que fizeram com ele», disse Dupenor à Sputnik, acrescentando que «a população continua a ter escasso acesso a serviços básicos». (Abril)

quarta-feira, 5 de setembro de 2018

«O Haiti no marxismo latino-americano» [entrevista]

Entrevista de Néstor Kohan a Yves Dorestal - professor haitiano, grande erudito do marxismo mundial - em Havana, Cuba.Entrevista sobre «Haití y el marxismo latinoamericano» a Yves Dorestal (professor haitiano, grande erudito do marxismo mundial, doutor em Filosofia pela Universidade de Frankfurt [Alemanha], cuja tese foi orientada por Alfred Schmidt). Dorestal é biógrafo de Jacques Roumain (1907-1944), fundador do comunismo haitiano.

A entrevista da Brancaleone Films foi realizada por Néstor Kohan na Casa de las Américas [Cuba, 2018], numa Escola de pós-graduação do CLACSO e do Instituto de Filosofia de Havana.

Colaboraram Carla Valdés León e Claudia Ruiz Lorenzo, do Colectivo Micromundo (Cuba). / Ver: lahaine.org

sábado, 4 de novembro de 2017

«A ignorada revolta haitiana»

[De António Santos] Entretanto, por todo o Haiti, o povo desafia nas ruas a proibição de manifestações contra o regime cleptocrata de Jovenel Moïse. O movimento que começou, em Setembro, quando foi apresentado o Orçamento do Estado, como um protesto contra o aumento dos impostos e taxas sobre o trabalho, transformou-se em mobilização nacional contra a doutrina neoliberal, clamor pela soberania e exigência de demissão do governo de Moïse.

No poder há um ano, Jovenel Moïse, partido Tèt Kale, é apenas o último nome na longa lista de serventuários do imperialismo dos EUA que, desde o golpe de Estado com o selo CIA contra o governo democraticamente eleito de Jean-Bertrand Aristide, em 2011, se sucedem num caótico turbilhão de violência, miséria e privatizações. (avante.pt)