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terça-feira, 25 de setembro de 2018

«Suecia, el mito reformista que se cae a pedazos»

[De Borroka Garaia] Las concesiones que el capital había dado a la clase trabajadora sueca tras la guerra mundial por temor a una revolución y la proximidad a la URSS, en décadas y en ausencia de confrontación con la burguesía y con unas políticas de derechas practicadas por gobiernos de cualquier supuesto signo, junto a unos sindicatos realmente amarillos hicieron el resto devolviéndolas a sus verdaderos amos.
[...]
En Suecia de un tiempo a esta parte se están acumulando pequeñas luchas invisibles, especialmente de una juventud y clase obrera desposeída en ese país dependiente de las exportaciones, con una economía de burbuja inmobiliaria y con la deuda privada más elevada del mundo. Un cocktail que algún día explotará y también caerá el «mito nórdico» reformista porque no hay salida dentro del capitalismo. (BorrokaGaraiaDa)

segunda-feira, 27 de agosto de 2018

Neonazis manifestam-se em Estocolmo a 15 dias das eleições

De acordo com a TV sueca SVT, a mobilização ficou bastante aquém do limite máximo de 3000 participantes solicitado às autoridades suecas pelo partido de extrema-direita. No entanto, o Movimento de Resistência Nórdico (MRN), fundado em 1997, tem ganho força nos últimos anos, afirmando-se claramente contra a presença dos imigrantes na Suécia, contra os homossexuais e a favor da instauração de um governo «nacional-socialista», para pôr fim à «traição ao povo» no Parlamento.

Também é considerado o mais activo e violento dos grupos de extrema-direita na Suécia. As suas manifestações costumam gerar contramanifestações, como aconteceu em Setembro do ano passado em Gotemburgo ou anteontem numa praça do centro de Estocolmo. (Abril)