Mostrar mensagens com a etiqueta história. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta história. Mostrar todas as mensagens

quinta-feira, 3 de setembro de 2020

Associação Iúri Gagárin assinala os 75 anos do fim da guerra

Com uma iniciativa simbólica em Lisboa, a Associação pretende lembrar «o contributo dos soldados soviéticos, determinante para a vitória na Europa e no Oriente».

Também no âmbito das comemorações do 75.º aniversário da vitória da URSS e aliados sobre o nazifascismo, a Associação Iúri Gagárin apresenta a exposição «Cartazes de guerra e vitória», em colaboração com a agência federal russa Rossotrudnitchestvo.

A Associação divulga ainda o concerto «Uma Vitória de todos» e a exposição de desenhos «O Mundo foi salvo pelo soldado soviético», ambos online. (Abril)

quinta-feira, 20 de agosto de 2020

A Síria não esquece Khaled al-Asaad, o «guardião de Palmira»

Arqueólogo, antropólogo, investigador, tradutor, Khaled al-Asaad nasceu em Palmira em 1932 e foi decapitado publicamente pelo Daesh a 18 de Agosto de 2015, com 83 anos, depois de se ter recusado a abandonar a sua cidade natal, ter conseguido salvar o conteúdo do Museu de Palmira e se ter negado a revelar aos terroristas, sob tortura, onde se encontravam os «tesouros e antiguidades».

O conhecido arqueólogo, a quem foram dados os epítetos de «Guardião de Palmira» e «Sentinela de Palmira», teve um papel decisivo nas escavações e nos trabalhos de restauro da cidade antiga localizada no deserto sírio, trabalhando em coordenação com equipas sírias e missões arqueológicas estrangeiras de diversas proveniências. (Abril)

quarta-feira, 12 de agosto de 2020

«Su Majestad el Jefe del Estado»

[De Josemari Lorenzo Espinosa] En los siglos contemporáneos, ya con la burguesía en el poder, aunque sea difícil de entender, se repiten los errores. A pesar de algunas guillotinas y chirriantes anacronías, los nuevos ricos, no solo soportan sino que utilizan y adoptan el carisma monárquico. Para dar lustre a sus orígenes plebeyos. Copiando las estúpidas formas de lujo y boato de las casas reales. De modo que la alianza Altar y Trono, de la época medieval, se transformará en Dinero y Trono, del nuevo capitalismo.

Políticamente, a menudo, se mantiene la figura de un Jefe del Estado. Sea rey o no. Adornando la cúpula del reino. Como una apuesta supersticiosa, para dar a entender al pueblo, que el Estado sigue siendo bendecido por la gracia providencial de los monarcas y sus graciosas formas. Que no ha habido ruptura. Que el poder de los bancos y los imperios, se sostiene con el favor de las dinastías y las oraciones de la Iglesia. Naturalmente esto no oculta el irrelevante papel político de esta figura. (BorrokaGaraiaDa)

«Fascismo: passado e presente»

[De Jorge Cadima] Tal como no Século XX, o actual ascenso da extrema-direita é expressão da profunda crise do sistema capitalista, que procura afirmar o seu poder e garantir a sua sobrevivência. O combate ao perigo do fascismo, com velhas e novas características, exige a compreensão da sua essência. Exige que não se ignorem as lições da História, ao mesmo tempo que se identificam características novas que o fascismo assume nos nossos dias.
[…]
Não se trava o fascismo ignorando a natureza de classe do poder capitalista, que é a mesma do fascismo. Trava-se o avanço da extrema-direita organizando a luta dos trabalhadores e povos pelos seus interesses, expondo a real natureza dessas forças e do sistema que as gera, as alimenta e – em casos extremos – as coloca no poder para afirmar da forma mais brutal o seu poder de classe. (O Militante)

domingo, 9 de agosto de 2020

«A Ideologia Alemã» [Escuela de Cuadros]

Na edição n.º 105 do programa de formação marxista «Escuela de Cuadros», estuda-se o texto A Ideologia Alemã, de Marx e Engels (1845-46). O intelectual cubano Rubén Zardoya dá uma ajuda. Texto acessível em marxists.org.

La ideología alemana (Marx y Engels)Os conteúdos da «Escuela de Cuadros» estão acessíveis no YouTube (youtube.com/escuelacuadros), no Curso de Formação Marxista (formacionescuelacuadros.blogspot.com) e em @escuela_cuadros.

Na Venezuela, o «Escuela de Cuadros» transmite-se semanalmente na ViVe Televisión (segundas-feiras, 20h00, e quartas-feiras, 17h30) e na Alba TV.

domingo, 2 de agosto de 2020

«Frank País García: Cuando el mar se ahoga en la arena»

[De Ernesto Limia Díaz] No escuchó a quienes le sugerían incorporarse a la Sierra Maestra.
Aunque resultaba imposible burlar por mucho tiempo el cerco policial en una ciudad en la que apenas vivían unas cien mil personas, prefirió contribuir en lo que consideró su más valioso aporte: organizar el movimiento revolucionario en todo el país en línea con la concepción de lucha de masas propugnada desde el primer momento por Fidel. (cubadebate.cu)

domingo, 26 de julho de 2020

«La juventud que se irguió en el Moncada»

[De Susana Rodríguez Ortega] «Una revolución no se hace en un día, pero se comienza en un segundo», pensaba Abel. Llegó a ser el brazo derecho de Fidel y el segundo jefe en todo el proceso conspirativo. Su muerte constituyó un duro golpe para el movimiento revolucionario.

Los protagonistas del asalto a los cuarteles Moncada y Carlos Manuel de Céspedes no fueron expertos militares, sino muchachos pobremente armados que se enfrentaron a un poder superior en hombres y efectivos, pero disfuncional y carcomido por dentro.

Aunque la acción armada fracasó, marcó un precedente imprescindible de lucha y despertó la conciencia de un pueblo sediento de justicia y libertad. (guerrillero.cu)

sábado, 25 de julho de 2020

Cuba não esquece a visita de Iúri Gagárin à Ilha há 59 anos

Iúri Gagárin tinha sido convidado a participar nas comemorações do oitavo aniversário do assalto aos quartéis Moncada, em Santiago, e Carlos Manuel de Céspedes, em Bayamo, que marcou o início da insurreição armada comandada por Fidel Castro contra a tirania de Fulgencio Batista.

Ao colocar-lhe a distinção, na Praça da Revolução, Fidel Castro sublinhou o facto de que, quase em uníssono, a URSS conquistava o espaço a favor da ciência, do progresso, da humanidade e da paz, e os Estados Unidos forjavam uma invasão mercenária contra Cuba. (Abril)

segunda-feira, 20 de julho de 2020

Viva Fanon!

No dia 20 de julho de 1925, 95 anos atrás, nascia Frantz Omar Fanon. Psiquiatra e filósofo marxista radical da Martinica, fortemente envolvido na luta pela independência da Argélia. Muito influente no Brasil, é um dos fundadores do pensamento terceiro-mundista.

A Boitempo prepara a publicação dos ESCRITOS POLÍTICOS, de Fanon. O excerto reúne textos inéditos em português e apresenta os principais trabalhos do pensador marxista sobre identidade, raça, ativismo e colonialismo. Mais info: @editoraboitempo

domingo, 19 de julho de 2020

«George Dimitrov: líder histórico da luta contra o nazifascismo»

[De Pedro Oliveira] Ao desmascarar o fascismo – ameaça que continua presente hoje em vários países e inclusive no Brasil –, Dimitrov apresentou uma tática de luta política inigualável: a síntese que fez em pleno tribunal da tática dos comunistas representa ainda hoje um lema mobilizador para os revolucionários de todo o mundo: trabalho de massas, luta de massas, resistência de massas, frente única, nenhuma aventura!

Na edição de agosto/setembro de 1949, da Revista Problemas do Partido Comunista do Brasil, PCB na época, Dominique Desanti publicou uma tradução do Depoimento de Dimitrov e parte do diálogo travado por Dimitrov com seus algozes nazifascistas, que aqui reproduzimos: / Ver: vermelho.org

sábado, 18 de julho de 2020

Morreu Lucio Urtubia, pedreiro basco e histórico militante anarquista (cas.)

Ha fallecido Lucio Urtubia, albañil vasco e histórico militante anarquista, que a mediados de los 80 fue uno de los hombres más buscados del planeta. Aquí les dejamos una entrevista que le realizamos en 2017.

 Lucio Urtubia es quizá el referente vivo más importante del anarquismo mundial. Nacido en Nafarroa [EH; 1931], de una familia campesina, ha sido protagonista de la historia rebelde de casi todo el siglo XX. Multifacético a pesar de tener un solo oficio, ha sido descrito por José Mari Esparza, editor de sus memorias como «heredero de la pólvora rebelde, se encontró disparado en un desierto, y tuvo que iniciar su revolución en solitario, haciéndose un inadaptado al franquismo, un desertor del ejército, un 'robador' al Estado, un contrabandista vasco, un emigrante».

Urtubia ha sido en esencia un albañil. Uno muy particular, un obrero de la construcción que ejecutó una hazaña que lo visibilizó en el planeta entero como un héroe al estilo 'Robin Hood': puso de rodillas al First National City Bank, falsificando cientos de 'travellers checks' (cheques de viajero) que, entre enero 1980 y diciembre de 1982, inundaron Europa y varios países de América Latina. / Ver: RT

quarta-feira, 15 de julho de 2020

«Fidel Castro, ¿qué se encontró al triunfo de la Revolución?», acessível em pdf

A realidade com que Fidel se deparou no triunfo da Revolução, em 1959, é muito distante do «salão de jogos, festas e luxos» que alguns queriam vender como postal de Havana e da Ilha.

«Do malecón habanero, a cidade mostrava a sua melhor cara, enfeitada com uma fita luminosa. Mais atrás escondia-se a penúria e a miséria mais dolorosa. A tragédia do mundo rural expressava-se em textos de escritores e em estúdios de investigadores das mais variadas tendências ideológicas. Eram as crianças raquíticas, devoradas pelos parasitas, os adultos consumidos pela tuberculose».

«Quando vieram a Havana, em 1959, desdentados e macilentos, em muitos casos, habitantes de uma ilha comprida e estreita não tinham visto o mar nem sabiam o que era a electricidade. Pesava sobre eles o analfabetismo, a desprotecção sanitária, a sujeição à interminável cadeia de arrendatários, subarrendatários, à ausência de caminhos para vender o resultado das suas pobres colheitas. Não conheciam o cinema e, muito menos, a televisão», lê-se na obra. (Abril)

«Para que nos deixem ver as estrelas»

[De Bruno Carvalho] Enquanto ele limpava religiosamente a arma com uma escova de dentes, eu pensava para mim que é a perspectiva revolucionária que devolve a cada comunista o entusiasmo de cumprir cada tarefa independentemente da sua natureza e da distância histórica da ruptura com o capitalismo.
[…]
Mas não disparavam apenas. Como um formigueiro, cada um tinha uma tarefa. Todas as manhãs, um guerrilheiro imitava um pássaro e ia de 'cambuche' em 'cambuche' despertando-nos ainda noite escura. (manifesto74)

terça-feira, 14 de julho de 2020

«Ucrania y los nazis – El Corpus Nacional entra en batalla»

[De Rostislav Ishchenko] No sé por qué razón (tal vez una enfermedad genética o una infección transmitida por el aire), pero ninguna fuerza política en Ucrania quiere aprender de ejemplos históricos, tratando de inventar su propia «bicicleta ucraniana» cada vez y caminando regularmente sobre el mismo rastrillo ucraniano de los nazis.
[…]
Los nazis han tomado el poder en Ucrania a través de sus esfuerzos, y no van a renunciar a él. (EH Donbass)

quarta-feira, 1 de julho de 2020

Inaugurado em Rzhev o Memorial ao Soldado Soviético

Foi inaugurado a 30 de Junho, com uma cerimónia em que participaram os presidentes da Rússia, Vladimir Putin, e da Bielo-rússia, Alexandr Lukachenko, e vários veteranos da Grande Guerra Patriótica, o Memorial ao Soldado Soviético em Rzhev.

O monumento foi construído a partir de um movimento de angariação de fundos, no qual se integrou o concerto solidário, realizado pela Associação Chance+ e a Associação Iúri Gagárin em Oeiras.

Ver: Notícia na RT (em castelhano) / Notícia na agência BelTA (em castelhano)

Vídeo oficial da inauguração (em russo)Mais info: associacaogagarin.pt

terça-feira, 30 de junho de 2020

«Cómo nos ha engañado el capitalismo»

[De Urko Apaolaza Avila / trad. de «Nola engainatu gaituen kapitalismoak» por A. Bas] Este mundo redondo se nos ha puesto patas arriba y buscamos respuestas en todas partes, no podemos tomar la medida de la emergencia sanitaria, del insostenible estado ecológico y del colapso de la economía global. ¿Cómo hemos llegado hasta aquí? Mirando atrás, nos hemos dado cuenta de que la quema del sistema actual tiene su origen en un profundo engaño historiográfico: el capitalismo es incompatible con la democracia. Se basa en la desigualdad y la violencia, en la esclavitud, en definitiva.

En la forma de una serpiente, la esclavitud es un fenómeno cambiante que ha cambiado la piel a lo largo del tiempo, que ha adoptado muchas formas y colores, y no siempre con ese nombre. Olvida las imágenes clásicas; antes estaba ahí y ahora también está aquí. Es multinacional. Apenas se menciona en los libros de historia de Euskal Herria, pero estudios recientes han demostrado que hemos avanzado con la expropiación de cuerpos a través de los mares, gracias a los cuales hemos recogido los antiguos escudos y las industrias actuales. ¿Está usted dispuesto a conocer esta incómoda historia capitalista vasca? (lahaine.org)

sexta-feira, 26 de junho de 2020

«Na Grande Guerra Pátria, a música – guerreira da paz»

[De Manuel Pires da Rocha] Em 22 de Junho de 1941 a Alemanha nazi invadiu a União Soviética, sem aviso e em força, dando início à Operação Barbarrossa. Logo a 26 de Junho, as tropas soviéticas que partiram da Estação Bielorusskaya para a frente de batalha, despediram-se de Moscovo ao som de Svyashennaya Voiná (Guerra Sagrada), de Vasily Lebedev-Kumatch (texto) e Aleksandr Aleksandrov (música). A canção foi ali estreada pelo grupo musical militar que viria a dar origem ao mundialmente famoso Ensemble Aleksandrov. Enquadradas na música de combate, as palavras «ergue-te, País imenso / ergue-te para a batalha mortal» eram, simultaneamente, mobilizadoras e esclarecidas: «que a fúria nobre / ferva como uma onda! / Esta é a guerra do povo, / esta é a guerra sagrada». (avante.pt)

quarta-feira, 24 de junho de 2020

«Udaminean negua. 1936ko gerra Ordizian» [documentário]

Documentário sobre a Guerra de 36 ou Guerra Civil e a repressão na localidade basca de Ordizia (Gipuzkoa). Com grande número de testemunhos, resgata a memória popular. (Eskerrik asko, Draza.)

«Udaminean negua. 1936ko gerra Ordizian»Com legendas em castelhano.

terça-feira, 16 de junho de 2020

«Prensa Latina nasceu em Cuba porque em Cuba nasceu a Revolução da América Latina»

Quando passam 61 anos sobre o primeiro despacho com a sigla PL, lembra-se os entraves do imperialismo ao trabalho da agência cubana, que nasceu ao «serviço da verdade» e não dos monopólios dos opressores.

«Acusam-nos de ser uma agência de agitadores», disse então Masetti. «E logicamente que para eles o somos. Porque não escondemos a pressão sobre os operários bananeiros da Costa Rica, nem os ataques da United Fruit, nem as concessões petrolíferas ao imperialismo. Para eles somos agitadores porque dizemos a verdade que faz perder o sono». (Abril)

segunda-feira, 15 de junho de 2020

«Da destruição de símbolos»

[De Irene Sá] Estátuas e monumentos fazem-se e erguem-se como homenagens. E homenagens são promessas de fidelidade, etimologicamente, compromissos de vassalagem e, numa interpretação de significado actual, reconhecimento sobre ascendência de valores e qualidades. E é por isso que a escolha das figuras ou dos acontecimentos a que colectivamente prestamos homenagem se inscreve na batalha das ideias.

Em tempos de convulsões políticas os símbolos do status quo são sempre objecto de atenção. Da luta pela mudança política faz parte a luta pela mudança do paradigma ideológico e desta a luta pela mudança imagética (entendendo-se por imagética a manifestação visual da ideologia, tal como definiu o Nicos Hadjinicolaou na sua História da Arte e Movimentos Sociais) e, naturalmente, pela simbologia associada. Aquilo que vemos a acontecer nos Estados Unidos com estátuas de esclavagistas e figuras associadas à opressão de negros e ao racismo é disto exemplo. (manifesto74)