Mostrar mensagens com a etiqueta Honduras. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Honduras. Mostrar todas as mensagens

terça-feira, 4 de fevereiro de 2020

Quase 43% dos hondurenhos vivem em situação de pobreza

Entretanto, as entidades referidas actualizaram a metodologia utilizada e, de acordo com as conclusões do processo concluído em Janeiro, determinaram que o limiar da pobreza se situa num rendimento mensal de 2697 lempiras (pouco mais de 99 euros) para os habitantes das cidades e de 1424 lempiras (cerca de 52,5 euros) para os residentes nas regiões rurais, indica a TeleSur.

Assim, os dados recentemente actualizados referem que cerca de 43% da população hondurenha vive abaixo do limiar da pobreza e tem dificuldades em aceder a bens e serviços essenciais como alimentos, educação, saúde, roupa ou transportes. Da população em situação de pobreza, 38,4% vive nas cidades e 60,1% no campo. (Abril)

quinta-feira, 10 de outubro de 2019

«El experimento de Honduras, la distopía autoritaria neoliberal» (vídeo)

Esta tertulia de TV es, a su vez, un fragmento del programa semanal de Cubainformación Radio: «Cuba y Venezuela: el derecho a la cooperación y a la defensa».[Com José Manzaneda, Ivana Belén Ruiz e Luismi Uharte.] / Ver: cubainformacion.tv

sábado, 6 de julho de 2019

«Honduras la "democracia" de la pobreza»

[De Hedelberto López Blanch] Datos oficiales del Instituto Nacional de Estadística de Honduras publicados por el diario La Prensa, informa que casi seis millones (71%) de los 8,5 millones de habitantes del país son pobres. De esa cifra, 4,2 millones están en situación de extrema pobreza que tratan de sobrevivir con solo un dólar al día.

Se estima que después del golpe de 2009, otras 500 000 personas pasaron a integrar esa categoría, sobre todo en las zonas urbanas con un 77,8% de pobreza e indigencia.

La desigualdad también ha ido creciendo en espiral debido a las políticas neoliberales impulsadas por los últimos regímenes lo que han ayudado a que 15 familias controlen el 80% de las riquezas, mientras que el 80 % de la población recibe menos del 10%. (Resumen Latinoamericano)

terça-feira, 25 de junho de 2019

Polícia reprime protestos de estudantes hondurenhos em defesa da Educação pública

Juan Orlando Hernández, aliado de Washington e apoiado pelos militares, foi alvo de forte contestação popular há menos de dois anos, quando foi reeleito presidente por entre acusações de fraude.

Com a aplicação de políticas de austeridade (que lhe valeram a designação de «presidente do FMI»), as privatizações e a submissão aos interesses norte-americanos – bem visíveis no que respeita à questão dos emigrantes, que procuram escapar à miséria, à violência e à falta de perspectivas no seu país –, JOH aprofundou a grande crise em que as Honduras mergulharam na sequência do golpe de Estado perpetrado contra o governo legítimo do presidente Manuel Zelaya, em 2009, executado com o apoio do então presidente norte-americano Barack Obama e da sua Secretária de Estado, Hillary Clinton. (Abril)

sábado, 1 de junho de 2019

Fortes protestos de médicos e professores hondurenhos contra privatizações

Depois da intensa jornada de protestos de quinta-feira, a Embaixada dos Estados Unidos nas Honduras emitiu um comunicado em que, declarando-se «amiga e aliada do governo e do povo das Honduras», apelou «a todos os hondurenhos a abster-se de acções de violência» e sublinhou «a necessidade de que resolvam as suas divergências de forma pacífica, com respeito pela ordem pública». Verdadeira pedagogia da Paz no país do amigo JOH, onde Clinton, Obama e a direita hondurenha conduziram o golpe de Estado que levou à destituição do presidente legítimo, Manuel Zelaya. Na Nicarágua e na Venezuela, outra «pedagogia» canta. (Abril)

terça-feira, 7 de maio de 2019

Contingente de soldados israelitas é esperado nas Honduras

Um contingente de mil soldados israelitas deverá chegar ao país centro-americano, no âmbito de um acordo militar multilateral celebrado entre os dois países e os EUA, revela o jornal El Heraldo.

A concretizar-se tal medida, os EUA parecem encontrar no aliado israelita uma «ajuda» para a questão da imigração, sendo que o contingente hondurenho é um dos maiores no «problema migratório», o de gente que se arrisca a fazer uma viagem de cerca de 4000 quilómetros para encontrar o trabalho e as condições de vida que não têm nos países de onde partiram. No caso das Honduras, procurando também escapar à forte repressão do governo de Juan Orlando Hernández e à violência dos esquadrões da morte. (Abril)

segunda-feira, 3 de dezembro de 2018

A Justiça continua em dívida com Berta e todo o povo hondurenho

Um tribunal determinou a culpabilidade de 7 dos 8 réus julgados como autores materiais do assassinato de Berta Cáceres. Para a família e o Copinh, os verdadeiros responsáveis continuam impunes.

O comunicado sublinha que «a impunidade de que gozam até hoje os autores intelectuais deste crime faz parte da rede de corrupção e violência alimentado pelo modelo extractivista, que saqueia as nossas terras».

Face a um cenário marcado pela intensificação dos ataques aos territórios indígenas – sobretudo após o golpe de 2009, apoiado pelos EUA –, com a multiplicação das concessões às empresas privadas para a exploração, o Copinh afirma que as vítimas da violência, juntamente com organizações e comunidades, se comprometem a continuar a enfrentar estes mandantes, «tal como o fez Berta Cáceres, até que a dignidade, a verdade e a justiça prevaleçam». (Abril)

terça-feira, 6 de novembro de 2018

No «processo Berta Cárceres» haverá «culpados, mas não justiça»

Os presumíveis autores materiais do assassinato da líder indígena hondurenha estão no banco dos réus, 2 anos e meio após o crime. Para a família de Berta, os verdadeiros responsáveis ficarão impunes.

Para Zúñiga, o risco não é apenas de que as eventuais penas possam ser facilmente revertidas noutras instâncias, mas o de que a actuação judicial possa comprometer a futura acusação dos verdadeiros autores intelectuais do assassinato.

A decisão recente de retirar do processo os representantes legais das vítimas – os familiares de Cáceres e do defensor do meio ambiente mexicano Gustavo Castro, ferido a tiro no mesmo atentado – fez aumentar ainda mais as suspeitas de que «as autoridades não querem investigar o caso a fundo», até às últimas consequências. (Abril)

segunda-feira, 29 de outubro de 2018

Caravana de emigrantes enfrenta cada vez mais repressão, mas segue rumo aos EUA

Novos contigentes de emigrantes seguiram-se à «caravana» original. Insistem em rumar para a fronteira sul dos EUA, mesmo com as ameaças de Trump e as restrições dos governos da Guatemala e do México.

Como consequência das novas medidas, que incluem o encerramento parcial das pontes internacionais entre o México e a Guatemala, e o reforço das acções de controlo para impedir a passagem para o primeiro país de «irregulares», os emigrantes deram contam à TeleSur do aumento de situações de repressão.

A mesma fonte informa que um hondurenho de 26 anos foi morto, este sábado, pela Policia Federal mexicana, ao ser atingido na cabeça por uma bala de borracha, quando tentava passar a fronteira através do rio Suchiate, entre Ayutla (Guatemala) e Ciudad Hidalgo (México). (Abril)

segunda-feira, 22 de outubro de 2018

«Caravana migrante» atravessa o México sonhando com uma vida melhor

Em declarações proferidas este domingo à HispanTV, José Egido, especialista em temas internacionais, frisou que a crise migratória que as Honduras enfrentam revela o «completo fracasso das políticas económicas e sociais» vigentes no país, na sequência do golpe de Estado contra o governo legítimo do presidente hondurenho Manuel Zelaya, em 2009, executado com o apoio do então presidente norte-americano Barack Obama e da sua Secretária de Estado, Hillary Clinton.

O especialista destacou ainda a hipocrisia mediática e de certas instituições, que construíram uma narrativa de «catástrofe humanitária» associada à migração de cidadãos venezuelanos para países vizinhos, alimentando o pretexto para uma intervenção militar, mas não estabelece as mesmas premissas ao lidar com a questão nas Honduras, de onde a população, empobrecida, foge das condições impostas pelas políticas neoliberais.
[…]
Se, por um lado, emigrar é um direito, o texto chama a atenção para fenómenos que estão associados a esse «direito», na medida em que, subjacente a ele, está a «asfixia económica» de países e a pauperização das condições de vida por parte de potências hegemónicas.

Realça, ainda, os interesses dessas potências em beneficiar de mão-de-obra estrangeira e barata, com a qual é fácil não manter qualquer tipo de compromisso formal – algo entranhado «no neoliberalismo que vigora nos Estados Unidos e seus satélites», afirma-se.

Nesta perspectiva, sob o «direito» a emigrar encaram-se os interesses económicos que procuram «legitimar a escravidão, mobilizando mão-de-obra que, antes de chegar ao destino, é vendida a quem mais oferece. (Abril)

terça-feira, 12 de dezembro de 2017

«A fraude eleitoral nas Honduras é clara, acusa a oposição»

[Enquanto alguns meios propagam a intoxicação do costume sobre a Venezuela...] Para o candidato da oposição, que afirma que ganhou as eleições de 26 de Novembro e que lhe estão a roubar essa vitória, «a única solução para a actual crise política que o país vive passa por dar ao povo o presidente que escolheu».
[...]
Na sua edição de ontem, o periódico hondurenho El Libertador dava conta da «grande violência do Exército sobre a população que protesta nas ruas em permanência contra a fraude eleitoral» e referia a existência de «pelo menos 20 mortos durante a crise eleitoral», de acordo com os dados divulgados pelo Comité de Familiares de Detidos e Desaparecidos nas Honduras (Cofadeh) e outras organizações de defesa dos direitos civis.

As mesmas fontes indicam que, desde 27 de Novembro, foram presas mais de cem pessoas, sobretudo pela Polícia Militar e o Exército, e registaram mais de 500 violações graves dos direitos humanos. (Abril)