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segunda-feira, 7 de setembro de 2020

Mais de 20 presos palestinianos feridos em inspecções violentas na cadeia de Ofer

Os guardas entraram nas celas e atacaram os presos palestinianos no centro de detenção de Ofer, perto da cidade de Ramallah (Cisjordânia ocupada), revelou este domingo a Sociedade dos Presos Palestinianos (SPP), acrescentando que confiscaram todos os equipamentos eléctricos aos presos e destruíram os seus pertences pessoais como uma medida punitiva.

A acção dos guardas prisionais em Ofer ocorreu poucos dias depois de Daoud Talaat Khatib ter falecido de ataque cardíaco naquele cárcere. Previa-se que Khatib fosse libertado a 4 de Dezembro deste ano, pelo que a sua morte, a poucos meses da libertação, gerou grande revolta entre os prisioneiros palestinianos.

Roubo de terras
Por outro lado, as autoridades israelitas declararam este sábado que se apropriaram das ruínas bizantinas de Deir Samaan, localizadas a noroeste da localidade palestiniana de Kufr al-Dik, na província de Salfit. De acordo com o Palestinian Information Center, a área visada, com 57 metros quadrados, está registada com a designação de sítio arqueológico de Khirbet Deir Samaan e tem vindo a ser cercado por unidades habitacionais de colonatos. (Abril)

Deputados de vários países condenam a perseguição política no Equador

Advertindo que num clima de criminalização pública diminuem as possibilidades de um julgamento justo para os indiciados, saudaram a «atitude, força, inteireza e lealdade» de Pabón, Hernández e González, que enfrentam um processo em que «se declararam inocentes» e que, segundo a defesa, os juízes não conseguiram provar o «crime».

O comunicado foi divulgado poucas horas antes da audiência de revisão das medidas coacção impostas a Paola Pabón, que um juiz entende ser necessário rever, com base num relatório que acusa Pabón de um suposto pedido de asilo político à Embaixada do México, algo que foi negado tanto pela governadora de Pichincha como pela missão diplomática. (Abril)

domingo, 6 de setembro de 2020

«Igor, asesinado en la cárcel»

[De Andoni Baserrigorri] Igor ha muerto en Donostia, en la cárcel de Martutene. En su caso se ha cumplido lo de «Euskal Presoak, Euskal Herrira». No le ha salvado la vida.

Hoy es un día en que debemos enfatizar que sólo la amnistía es la salida para la situación de los y las presas. Una amnistía que contemple la solución del llamado «problema vasco» y que evite que haya en el futuro más presos en cárceles de exterminio por razones políticas.

Una amnistía que contemple el derecho inalienable a la autodeterminación. No el derecho a decidir que se inventó Ibarretxe. El derecho a la autodeterminación que contempla la legislación internacional y que contempla si así lo decide el pueblo a construir una nación.
[...]
De nada ha servido que las respectivas insurgencias hayan, por decirlo eufemísticamente, cambiado la estrategia, exhibiendo sonrisas por doquier y entregado las armas. No le sirve al Estado.

Solo le sirve que por un lado renuncies a tus objetivos políticos como hizo ETA (PM) y de esa manera poder proclamar su victoria hasta los últimos objetivos. Y que los sectores rancios puedan saborear las mieles de la venganza. (revistalacomuna.com)

[Nas imagens, manifestação ontem realizada em Bilbo pelo Movimento pró-Amnistia, sob o lema «Igor Estatuak eraila. Amnistia osoa (Igor assassinado pelo Estado. Amnistia total)]

sábado, 5 de setembro de 2020

O preso basco Igor González encontrado morto na sua cela em Martutene (cas.)

Hallan muerto al preso Igor González Sola. Estaba en la prisión de Martutene; apareció muerto en el calabozo.

Igor González Sola, un preso de Bilbao, fue encontrado muerto esta tarde en la prisión de Martutene. Como ha sabido BERRIA, las personas a su alrededor han informado de la muerte alrededor de las 19.30 horas. Tenía 47 años.

González Sola abandonó el Colectivo de Presos Políticos Vascos y fue trasladado a la cárcel de Martutene el año pasado. Fue hecho prisionero en 2005 para cumplir una condena de 20 años. Ha cumplido tres cuartas partes de su condena este año. / Ver: lahaine.org (também em euskara)

15 pessoas detidas em Santurtzi em protestos contra presença de fascistas espanhóis

Na quinta-feira passada, a Ertzaintza cumpriu o papel do costume: protegeu os fascistas espanhóis do boks e carregou sobre as centenas de pessoas que protestavam contra a sua presença na localidade biscainha de Santurtzi. Quinze pessoas foram detidas, tendo sido libertadas ontem, sob caução.

Sob o lema «Ez dira pasako» [Não passarão], centenas de pessoas juntaram-se no parque onde os do poqs queriam realizar um acto político no dia 3 à tarde. «Alde hemendik» [Vão-se embora] e «Euskal Herria antifaxista» [Euskal Herria antifascista] foram algumas das palavras de ordem gritadas. Ao longo da tarde, alguns manifestantes viraram contentores e atravessaram-nos nas ruas.

A Ertzaintza também apareceu, protegendo os membros do partido fascista espanhol, cercando a praça e carregando de forma violenta sobre os antifascistas. Os ertzainas prenderam 15 pessoas, acusadas de «provocar desordem pública». O jornal Berria noticiou entretanto que que foram postos em liberdade ontem de manhã, sob caução. / Ver: gedar.eus

Palestinian families devastated after the Israeli cabinet’s decision to retain bodies of killed relatives

Last Wednesday, the ‘Israeli’ cabinet approved the proposal made by its minister of war, Benny Gantz, deciding not to release any of the retained bodies of killed Palestinians, like Fadi Samarah.

For Abu Sneinah, «In addition to negotiating a swap deal with Hamas, this decision could be related to the coming ‘Israeli’ elections, where both Gantz and Netanyahu want to satisfy the ‘Israeli’ right-wing public». But Eyad Samarah thinks that «the occupation wants to repress the Palestinian people by making as many people as possible suffer. This is about repression and vengeance». (qudsnen.co)

sexta-feira, 4 de setembro de 2020

La Audiencia Nacional juzgará a dos expresos políticos

[De Hego Uribeko Amnistiaren Aldeko eta Errepresioaren Aurkako Mugimendua] Una vez más el objetivo del Estado Español es por medio de la Audiencia Nacional [española] golpear al Pueblo Trabajador Vasco, cebándose en dos expresos políticos de Basauri, Txerra Martínez y Oscar Abad, Moro, como imputados con una petición fiscal de 30 años.

No podemos quedarnos solo con la denuncia pública, tenemos que responder ante esta salvaje represión. Por eso, pedimos la participación en la concentración que llevaremos a cabo el día 8 de septiembre, martes, a las 19:30 en la plaza de Benta [Basauri, Bizkaia].

Solo la Amnistía Total puede dar una solución al conflicto político y para eso solo hay un camino, seguir luchando. / Ver: amnistiAskatasuna 1 e 2

quinta-feira, 3 de setembro de 2020

A presa basca Saioa Sanchez teve um bebé; não deixaram o pai ver mãe e filha

[A presa política basca Saioa Sanchez teve um bebé e, depois de dar à luz, o pai não pôde estar com a companheira e a criança; o Movimento pró-Amnistia e contra a Repressão refere-se ao caso como um de inúmeros exemplos de violência estrutural do estado do capital e expressa solidariedade à presa biscainha e aos seus familiares.]

Saioa Sanchez preso politikoak haurra izan du. Aitari ez diote ama-alabak ikusten utzi
Amnistiaren Aurkako eta Errepresioaren Kontrako Mugimenduak esana dauka biolentzia legal bakarra kapitalaren estatuarena dela. Estatu horren erraietan sartzen bagara, biolentzia estruktural horren adibideak kontaezinak dira.

Oraingo honetan, Saioa Sanchez euskal preso politikoaren kasua dugu non erditu eta gero aita, umea eta Saioak berak elkartzerik ez dute izan.

Amnistiaren Aldeko eta Errepresioaren Aurkako Mugimenduak euskal preso politikoari eta bere senideei elkartasuna adierazi nahi die. / Ver: amnistiAskatasuna

Familiares de desaparecidos no Uruguai exigem fim da impunidade

A associação Mães e Familiares de Uruguaios Presos Desaparecidos acusa as Forças Armadas de ocultar informação sobre atrocidades cometidas na ditadura (1973-85), ao apresentar novos documentos.

Ignacio Errandonea destacou que as Forças Armadas queriam combater estes documentos e que a «Justiça deve investigar tudo, a fundo». «Entendemos que o mais grave de tudo o que foi revelado nestes processos é o ocultamento, por parte das Forças Armadas, de todos os crimes que cometeram, o continuar a esconder os nossos familiares, porque, hoje em dia, os nossos familiares continuam a ser sequestrados pelos militares», frisou Errandonea, citado por La Diaria. (Abril)

quarta-feira, 2 de setembro de 2020

Martín Villa, exministro franquista, recibe el apoyo de Aznar, Zapatero, Felipe González, ex líderes de CC.OO y UGT

El que fuera ministro de Interior con UCD en el primer gobierno posterior a la muerte de Francisco Franco, Rodolfo Martín Villa, declarará ante la jueza argentina María Servini en el marco de la querella argentina que investiga los crímenes de lesa humanidad durante el franquismo. La justicia argentina ha podido llegar a donde la española, evidentemente, no quiso.

El ministro franquista Martín Villa, ante el comienzo del juicio por sus presuntos crímenes, ha recibido el apoyo de los expresidentes Felipe González, José María Aznar, José Luis Rodríguez Zapatero y Mariano Rajoy, de los ex secretarios generales de UGT y CCOO Nicolás Redondo, Cándido Méndez, Antonio Gutiérrez y José María Fidalgo, de dos «padres de la Constitución» -Miguel Herrero y Rodríguez de Miñón y Miquel Roca-, del exministro y presidente de la Fundación España Constitucional Eduardo Serra, del exministro y presidente de la Fundación Transición Española Rafael Arias-Salgado, del senador Jaime Ignacio del Burgo, del exministro Marcelino Oreja, del exministro en Chile Enrique Krauss y del exministro portugués Jaime Gama.

También destaca el apoyo explícito del exministro y hoy vicepresidente de la Comisión Europea como Alto Representante para Asuntos Exteriores y Política de Seguridad Josep Borrell. Lo mejor de cada casa. El régimen sale en su defensa, faltaría más. / Ver: insurgente.org

terça-feira, 1 de setembro de 2020

Angel Etxaniz, abertzale assassinado em Ondarroa há 40 anos

No dia 30 de Agosto fez 40 anos que «desconhecidos» a soldo da organização paramilitar de extrema-direita Batallón Vasco Español (BVE) mataram o militante do HB Angel Etxaniz Olabarria, no Club 34, em Ondarroa (Bizkaia). O estabelecimento, de que Etxaniz era proprietário, já fora alvo de um atentado reivindicado por outra organização paramilitar de extrema-direita, a Triple A, que qualificava Etxaniz como «rojo y separatista».

Angel era muito conhecido pela sua militância abertzale de esquerda, pela sua oposição ao franquismo (foi detido várias vezes nos anos 60 e 70, e torturado) e também pela sua paixão pelo desporto (o campo de Zaldupe era como uma segunda casa para ele).

Como tantas outras mortes de abertzales de esquerda, esta também ficou por esclarecer. A Justiça espanhola não investigou aquilo que se passou, apesar de a família ter apresentado múltiplos elementos e continuar a exigir verdade e justiça. / Ver: aseh (com links para Turrune)

domingo, 30 de agosto de 2020

Ospak errepresioarekin bukatzeko «antolakuntza eta borroka» aldarrikatu ditu

[O movimento Ospa! reivindicou «organização e luta» para acabar com a repressão] «Ofentsiba kapitalista berri baten testuinguruan errepresioaren kontrako mugimendua indartzeko garaia da. Errepresioaren aurrean elkartasuna adierazi, elkar babestuz, errepresio indarrak desobedituz, ziurikatuz, autodefentsa eraikiz, saretuz». 1.300 bat pertsona egon dira manifestazioan.

Mugimendutik adierazi dutenez, «Ospa! Egunik nahi ez baduzue, armak entregatu eta disolbitu zaitezte. Bitartean errepresioa salatu eta horren aurrean elkar babesteko mekanismoak sortzeko hautuan berresten gara». / Ver: guaixe.eus [com vídeo]

Ez euriak ezta mehatxuek ere, ez dute Ospa Eguna 2020aren ospakizuna eragotziVer: ahotsa.info

sexta-feira, 28 de agosto de 2020

Granada rescinde contrato a Unai Etxebarria por denunciar situación de jóvenes de Altsasu

[De Spanish Revolution] Unai Etxebarria ha dejado de pertenecer al Granada Club de Fútbol. El portero vasco de 22 años, que llegó procedente de la cantera del Athletic de Bilbao, fue noticia al durante la celebración de la clasificación europea en la última jornada al lucir una camiseta de apoyo a los ocho jóvenes del «caso Altsasu».

En ella se podía leer «Altsasukoak aske», que significa «los de Altsasu libres» en euskera, y «Stop montajes policiales», en referencia a la trifulca que las ocho personas que fueron finalmente condenadas mantuvieron con dos guardias civiles fuera de servicio y sus parejas en un bar de Altsasu (Nafarroa, EH) en 2016.

El club abrió un expediente disciplinario al joven portero por ello. Es cuanto menos llamativo el caso de Etxebarria si lo comparamos con otra situación que mezclaba ideología con fútbol, en este caso extrema derecha: el caso de[l ucraniano] Roman Zozulya. / Ver: lahaine.org

Israelitas arrasam aldeia palestiniana no deserto do Negev pela 177.ª vez

Desde Julho de 2010, é a 177.ª vez que a aldeia beduína é demolida. Este ano, al-Araqib já tinha sido arrasada cinco vezes pelas forças israelitas, a última das quais em 5 de Março.

Os cerca de 220 palestinianos de al-Araqib têm sido duramente multados pelo Estado sionista, que lhes imputa os custos dos processos de demolição – e também já foram parar à cadeia na luta pelo reconhecimento da posse das suas terras. Apesar disso, mostram-se determinados em permanecer na aldeia e insistem em reconstruí-la repetidamente. (Abril)

Turkish lawyer Ebru Timtik dies after 238 days of death fasting

After Ibrahim Gökçek, Helin Bölek and Mustafa Koçak, who died a few months ago, lawyer Ebru Timtik dies after 238 days of death fasting. The barbarity of Erdogan's bourgeois regime has no limits.

EbruTimtik, a lawyer from Turkey who had been sentenced to 13 years in prison for «terrorism-related» offenses following a deepy flawed trial, died in hospital after 238 days of death fasting. All she was asking for was a fair trial. / Ver: idcommunism.com

quinta-feira, 27 de agosto de 2020

Mil dirigentes sociais assassinados na Colômbia desde o acordo de paz

No passado dia 21, o Instituto de Estudos para o Desenvolvimento e a Paz (Indepaz), a Marcha Patriótica e a Cimeira Agrária, Étnica e Popular publicaram uma infografia e uma lista detalhada sobre os mil dirigentes sociais e defensores dos direitos humanos que foram assassinados no país sul-americano desde que foi assinado o acordo de paz entre o governo colombiano e as Forças Revolucionárias Armadas da Colômbia – Exército do Povo (FARC-EP), em 24 de Novembro de 2016.

O mesmo organismo documentou, em 2020, até ao dia 25 de Agosto, 46 massacres na Colômbia, que provocaram a morte de 185 pessoas. (Abril)

segunda-feira, 24 de agosto de 2020

O «Massacre do Filtro» foi há 26 anos

1994. Balas e bastonadas para quem pedia asilo para os refugiados bascos em Montevideu. Fernando Morroni e Roberto Facal foram assassinados. Mais de uma centena de pessoas ficaram feridas. «Liberar, liberar a los vascos por luchar!». Hoje há nova manifestação em Montevideu (18h00, Obelisco), para lembrar o «massacre» e exigir o fim da impunidade.

O «Massacre do Filtro», que teve lugar em Montevideu (Uruguai) a 24 de Agosto de 1994, refere-se à violenta repressão do Governo uruguaio sobre as milhares de pessoas que se tinham concentrado junto ao Hospital Filtro para apoiar o pedido de asilo político de três cidadãos bascos que estavam presos, acusados de fazer parte da ETA. Os bascos encontravam-se em greve de fome – razão pela qual estavam internados no hospital referido – e seriam extraditados nesse mesmo dia.

A operação de repressão, que provocou a morte de Fernando Morroni e Roberto Facal, e mais de uma centena de feridos, foi conduzida pelo inspector nacional José Dávila e pelo inspector-geral Pablo Gerjiulo, que recebiam ordens directas de Ángel María Gianola, ministro do Interior do Governo de Luis Alberto Lacalle.

O povo basco jamais esqueceu o que aconteceu em Montevideu em 1994 e todos os anos lembra os dois que caíram mortos em defesa dos direitos dos refugiados, como costuma acontecer nas festas grandes [Aste Nagusia] de Bilbo. Com Norma Morroni, mãe de Fernando, mantém-se uma relação de grande carinho.

«Guernica 94 - Represión del Filtro» [documentário]«Liberar, liberar a los vascos por luchar!»

domingo, 23 de agosto de 2020

«Els presos del procés no han aprofitat la força i el ressò que tenen per a mobilitzar la gent»

[Entrevista de Vilaweb a Pablo Hasél / tradução de A. Bas. para castelhano] La setmana passada l’Audiència espanyola va donar cinc dies a Pablo Hasél per a pagar una multa de 20.000 euros. Formava part de la condemna de nou mesos de presó per enaltiment del terrorisme i injúries a la corona, concretament, a Juan Carlos I, avui dia fugit als Emirats Àrabs Units. El termini s’ha complert i Hasél no ha pagat, com ja va avisar. Aquest incompliment sumarà més temps a la condemna global –en té una del 2014 de dos anys, també per haver escrit cançons– i és previst que l’ordre de presó arribi en qualsevol moment. Parlem amb ell durant aquesta espera en tensió. / Ler em catalão ou castelhano: lahaine.org

Syria calls on UN to end Hasakah water supply cut by Turkish forces

During a telephone conversation with Guterres on Friday, Syria's permanent representative to the UN, Bashar al-Jaafari, warned about the catastrophic living conditions in the city of Hasakah and other neighborhoods, emphasizing that the water supply cut constitutes a war crime and a crime against humanity.
[…]
The Syrian diplomat then expressed serious concerns over the «unbearable» situation in Hasakah amid scorching weather conditions and the coronavirus pandemic, hoping that the world body would intervene and stop the ongoing tragedy in Hasakah. (presstv.com) / Mais info: sana.sy

sexta-feira, 21 de agosto de 2020

Estafetas da Swiggy protestam na Índia contra a enorme exploração

Os estafetas da Swiggy, uma das maiores plataformas de entrega de comida ao domicílio, denunciam cortes brutais nos rendimentos. A greve desta semana teve maior impacto em Chennai, Hyderabad e Déli.

Os trabalhadores da plataforma indiana têm estado a fazer greve e a realizar protestos em várias cidades do país subcontinental, acusando a Swiggy de ter aumentado aquilo que cobra aos clientes e reduzido drasticamente aquilo que paga a cada estafeta por entrega realizada: de 35 rupias (0,39 euros) para 15 rupias (0,17 euros).

Outros incentivos e bónus pagos aos estafetas, que, segundo o portal newsclick.in, variam de cidade para cidade, também foram reduzidos de forma substancial. Quando os estafetas deduzem as despesas com combustível e a manutenção dos veículos, fica muito pouco de rendimento. (Abril)