[De Filipe Diniz] A hipocrisia e a duplicidade do discurso político oficial nos EUA têm uma longuíssima tradição. Contaminam todos os seus serventuários e vassalos e sobretudo são hoje parte integrante daquilo que os grandes media globais veiculam.
[…]
É assim que destruir a Jugoslávia ou a Líbia e assassinar os seus dirigentes é «ingerência humanitária», mas defender a pátria de armas na mão – como Cuba é obrigada a fazer há mais de seis décadas – é «ditadura». (avante.pt)
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domingo, 23 de agosto de 2020
«Troca-tintas»
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sexta-feira, 7 de agosto de 2020
«Da Líbia ao Mali, as mesmas guerras»
[De Carlos Lopes Pereira] É de notar que a destruição da Líbia pelos EUA e NATO provocou também a instabilidade no Sahel, onde alastrou a vários países a guerra de rapina pelos recursos naturais dos povos da região.A crise maliana está rodeada de incertezas. Mas é certo que, tal como o povo da Líbia, o povo do Mali alcançará, com a sua luta, o fim da guerra, a paz e o direito a construir soberanamente o desenvolvimento. (avante.pt)
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domingo, 12 de julho de 2020
«A verdadeira vitória dos povos do Sahel»
[De Carlos Lopes Pereira] No caso líbio, outra consequência da agressão imperialista foi a desestabilização do Mali e de toda a faixa do Sahel.[…]
é certo que a verdadeira vitória dos povos sahelianos e saarianos será o fim das guerras e a retirada das tropas estrangeiras, o estabelecimento duradouro da paz e a criação de condições para o desenvolvimento dos seus países, com o reforço da soberania e o fim das dependências neo-coloniais. (avante.pt)
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sábado, 1 de fevereiro de 2020
«Internacionalização da guerra na Líbia»
[De Carlos Lopes Pereira] Desde 2011, com a agressão da NATO, capitaneada pelos Estados Unidos, que se multiplicaram ingerências estrangeiras na Líbia, com consequências nefastas em África, no Mediterrâneo Oriental e na Europa.Nas últimas semanas, a crise na Líbia agravou-se, com quase certos novos impactos noutras regiões. (avante.pt)
domingo, 6 de outubro de 2019
«Elite UK military unit secretly trained by leftist regime-change advocate Gilbert Achcar and other academics»
[De Ben Norton] Among these UK military collaborators is the scholar Gilbert Achcar, a frequent contributor to Jacobin Magazine and Democracy Now who teaches international relations at the University of London’s School of Oriental and African Studies.[...]
Borrowing rhetoric familiar to neoconservatives, Achcar was careful to point out that, «when I say ‘regime,’ I am actually referring to the Russia-Iran-Assad axis.» While attacking what he described as «campist ‘anti-imperialism’ (which by the way is exclusively anti-American, and often even pro-Russian),» Achcar has even defended US military intervention in Syria.
«There are in fact cases,» Achcar claimed in a 2018 interview with a Trotskyite publication, «where the United States supports, as in Syria today, a progressive force in its fight against a reactionary enemy.» That same year, Achcar joined a who’s who of regime-change activists in signing an open letter published in the New York Review of Books that demanded that the «The World Must Act Now on Syria.» (thegrayzone.com)
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segunda-feira, 19 de agosto de 2019
Guarda Costeira resgatou mais de 300 migrantes e levou-os de volta para a Líbia
Num relatório divulgado no final de Dezembro de 2018, a ONU denunciou as «violações massivas de direitos humanos» dos migrantes e refugiados quando atravessam a Líbia em busca de uma vida melhor.Com base em entrevistas e em visitas efectuadas a centros de detenção na Líbia, os funcionários registaram os «horrores inimagináveis» por que passam os migrantes e refugiados «desde que entram em território líbio, durante o tempo que ali permanecem e – quando conseguem sobreviver – nas tentativas de atravessar o Mar Mediterrâneo».
Entre os «horrores referidos», contam-se casos de execução extrajudicial, torturas, detenções arbitrárias, violações em grupo, escravidão e trabalho forçado, denunciam ambos os organismos das Nações Unidas, sublinhando que «o clima de anarquia» que se vive actualmente no país africano é «terreno fértil para as actividades ilícitas, como o tráfico de pessoas e o contrabando». (Abril)
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quinta-feira, 1 de agosto de 2019
«Os aproveitadores da guerra»
[De Dmitry Orlov] Tudo o que os militares dos EUA têm sido capazes de produzir durante longo tempo até agora é miséria, cujo termo técnico é «desastre humanitário». Olhe-se para as consequências do envolvimento militar dos EUA na Sérvia/Kosovo, Afeganistão, Iraque, Líbia, Síria e Iêmen e o que se vê? Só se vê miséria – tanto para os habitantes locais quanto para os cidadãos americanos que perderam membros da sua família, tiveram suas pernas amputadas ou agora sofrem de PTSD ou lesão cerebral. (PCB)
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quarta-feira, 20 de março de 2019
«Libia de la opulencia a la mayor pobreza»
[De Hedelberto López Blanch] Libia se ha transformado completamente, pero no para bien, sino para mal pues sus ciudadanos, que antes de la invasión y destrucción por países occidentales de esa nación árabe, solían disponer de un alto estándar de viva, hoy se encuentran en medio de guerras entre facciones, padeciendo pobreza y desatención económico-social.
El que fue el país más desarrollado y próspero del continente africano, con más de 2 000 000 de inmigrantes integrados en su aparato de producción y gran riqueza petrolera, es hoy el centro mundial de la esclavitud, la tortura, la violación y del terrorismo, todo debido a la política occidental y en especial la de Estados Unidos en aras de intentar controlar unilateralmente al mundo. (aporrea.org)
El que fue el país más desarrollado y próspero del continente africano, con más de 2 000 000 de inmigrantes integrados en su aparato de producción y gran riqueza petrolera, es hoy el centro mundial de la esclavitud, la tortura, la violación y del terrorismo, todo debido a la política occidental y en especial la de Estados Unidos en aras de intentar controlar unilateralmente al mundo. (aporrea.org)
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terça-feira, 26 de fevereiro de 2019
«El infierno libio»
[De Higinio Polo] La mayoría de la población se encuentra en la miseria, y la economía del país está en ruinas y depende por completo de la venta de petróleo. La situación sigue siendo desesperada: en medio de una maraña de siglas y de grupos armados, la extorsión, los secuestros, los asesinatos, el tráfico de drogas, los asedios a ciudades, los inmigrantes atrapados en las redes de negreros, y los mercados de esclavos, definen un país que, antes del ataque de la OTAN, tenía el PIB per cápita más alto de África, y ahora es un infierno. (lahaine.org)
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segunda-feira, 18 de fevereiro de 2019
«Cinco "intervenciones humanitarias" de EEUU que terminaron en desgracia»
[De Misión Verdad] Desde los primeros meses del año pasado, esta tribuna realizaba un paneo sobre las graves consecuencias que han traído consigo las intervenciones militares con fines supuestamente humanitarios. Ahora que la oposición venezolana, articulada bajo la tutela absoluta de Washington, dibuja un nuevo «Día D» (el 23 de febrero) para ingresar la «ayuda humanitaria», conviene refrescar la memoria y buscar en ejemplos históricos recientes las tragedias sociales que ha dejado a su paso este método de cambio de régimen. Pero sobre todo, y de ahí la vigencia e interés de republicar esta investigación, se hace necesario insistir en los personajes y agendas que han promovido, desde hace algún tiempo, que sobre Venezuela se cierne una amenaza creíble de intervención militar. Sin más preámbulo, recordemos. (misionverdad.com)
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segunda-feira, 11 de fevereiro de 2019
«"Ayuda humanitaria" como herramienta para destruir países»
[De Eder Peña] Nota editorial: en un contexto donde el discurso de la «ayuda humanitaria» se avisa como una operación a llevar a cabo en Venezuela por parte de Estados Unidos, republicamos la presente investigación de finales de 2017, con el fin de mantener fresca en la memoria la crónica de lo que sucedió en países de los Balcanes, el cuerno de África y el Levante, luego de que se aplicaran operativos «humanitarios» con un carácter visiblemente destructor. Que sirva la historia de otros pueblos como espejo ante lo ocurrido y lo que podría ocurrir en caso de que Washington decidiera invadir territorio venezolano por la fuerza militar, pues los desastres que han derivado de tales «ayudas» traen mayores consecuencias negativas que las previstas. (misionverdad.com)
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domingo, 3 de fevereiro de 2019
«Gobierno paralelo: un viejo formato para destruir al chavismo»
[De Rebeca M. Westphal] La destrucción de la estructura institucional venezolana supondría un escenario penetrado por grupos parapolíticos, paraeconómicos y paramilitares (contratistas o grupos armados fascinerosos), o bajo la égida del Pentágono (al estilo colombiano), a lo largo y ancho del territorio para la facilidad del saqueo y el latrocinio con huellas occidentales, como ha sucedido en los ejemplos reseñados en esta nota. (misionverdad.com)
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sexta-feira, 21 de dezembro de 2018
Migrantes e refugiados passam por «horrores inimagináveis» ao atravessar a Líbia
Entre os «horrores referidos», contam-se casos de execução extrajudicial, torturas, detenções arbitrárias, violações em grupo, escravidão e trabalho forçado, denunciam ambos os organismos das Nações Unidas, sublinhando que «o clima de anarquia» que se vive actualmente no país africano é «terreno fértil para as actividades ilícitas, como o tráfico de pessoas e o contrabando».«Aqueles que conseguem chegar à costa e, no final, tentam empreender a perigosa travessia do Mediterrâneo são interceptados de forma crescente pela Guarda Costeira da Líbia (GCL), que os leva de volta para a Líbia, onde muitos são novamente submetidos ao esquema de abusos de que acabaram de escapar», alerta o relatório. (Abril)
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segunda-feira, 19 de novembro de 2018
«Os destruidores da Líbia agora são "pela Líbia"»
[De Manlio Dinucci] A Itália participou activamente, há sete anos, na destruição da Líbia pelos EUA/NATO. O Estado líbio foi destruído e pilhado, e a sua destruição deu origem a uma vaga de refugiados que, em boa parte, procura atingir as costas da Itália. É provavelmente essa a razão «humanitária» que leva os que participaram nesse crime monstruoso a promover agora uma «conferência» sobre a questão. (Diário Liberdade)
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quarta-feira, 26 de setembro de 2018
«Noruegueses admitem nada conhecer acerca da Líbia, mas participaram nas acções visando a "mudança de regime"»
[Tyler Durden] Na Noruega, um relatório oficial constatou que o país participou na agressão contra a Líbia desconhecendo completamente o que estaria em causa e as consequências que teria. Os responsáveis desculpam-se, como se os recentes exemplos, da Jugoslávia ao Iraque, não fossem suficientemente conclusivos sobre a falsidade das razões invocadas, em particular pelos EUA, para cada ofensiva imperialista. (odiario.info)
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domingo, 13 de maio de 2018
«Os heróis e as notícias»
[De Jorge Seabra] Voam mísseis para dar mais democracia à Síria, porque o gás passou a ser a alma mater da propaganda, a chave da guerra, o medo aproveitado pelo «Ocidente» para justificar as piores agressões a países soberanos. Mas, nos nossos media, não há perguntas, não há interrogações, não há leis internacionais. Tudo pode ser violado em silêncio. Há um lápis azul de censura que paira no monolitismo da «narrativa». Ouvir um noticiário da rádio ou da TV é ouvir todos. Nenhum abalo na confiança na versão «oficial», fechando os olhos às suas debilidades, como se o passado fosse limpo. (Abril)
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quarta-feira, 22 de novembro de 2017
«Migrantes são vendidos na Líbia, país que a NATO destruiu»
Na última semana, têm vindo a público notícias sobre o escândalo da venda de escravos «em pleno século XXI», com referências à crise migratória e humanitária, ao «flagelo» existente na Líbia, mas sem alusões ao que o motiva, nomeadamente a destruição do país norte-africano pela NATO.[…]
Em 2010, a Líbia era o país com maior Índice de Desenvolvimento Humano no continente africano, de acordo com dados das Nações Unidas. Hoje, com os seus imensos recursos aquíferos, petrolíferos e de gás a saque, a população das cidades líbias, sofre escassez de água, cortes de luz e falta de instalações médicas.
Para além disso, as principais ligações rodoviárias estão cortadas, em virtude das operações militares e da proliferação de milícias. Os sequestros, o tráfico de armas e de pessoas são frequentes.
Foi neste país do Norte de África que se redescobriu «o flagelo» da escravatura. E, com horror, a existência de «redes de tráfico» que maltratam os «migrantes», afligidos por «cenários de guerra». (Abril)
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