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segunda-feira, 31 de agosto de 2020

Nasrallah: Normalization, free service from UAE to embattled Netanyahu, Trump

Nasrallah called the Saudi-led war on Yemen an essentially «US-led» war. He said Washington was only using Saudi Arabia and the UAE as «instruments» in the war, which has killed tens of thousands of Yemenis and pushed Yemen close to the brink of famine.

Meanwhile, in another speech on Saturday, Hezbollah’s secretary-general said Arab and Western embassies in Lebanon were spending «millions» of dollars on a media war targeting the Lebanese resistance movement. (presstv.com)

sexta-feira, 21 de agosto de 2020

«Três exemplos»

[De Ângelo Alves] Líbano. Bielorrússia. Venezuela. Estes três exemplos demonstram que mesmo no contexto da pandemia o imperialismo não desiste de uma agenda de confrontação, conspiração e ingerência que tem como objectivo central manter o seu domínio hegemónico e submeter todos os países e povos que lhe façam frente. (avante.pt)

domingo, 16 de agosto de 2020

«Líbano»

[De Pedro Guerreiro] De forma cínica, os principais responsáveis (internos e externos) pela grave situação económica e social no Líbano, procuram utilizar o drama vivido pelo povo libanês e instrumentalizar legítimas reivindicações e anseios populares – nomeadamente quanto à melhoria das condições de vida, ao combate à corrupção sistémica e ao fim do anacrónico sistema confessional libanês –, julgando estarem criadas as condições para levarem ainda mais longe a sua agenda contrária aos direitos e interesses do povo libanês. Se os EUA efectivamente desejassem apoiar o Líbano, bastaria que levantassem as sanções financeiras que impuseram contra este país, por este se recusar a romper os seus laços com a Síria. (avante.pt)

sexta-feira, 14 de agosto de 2020

How the US helped push Lebanon to the brink of collapse, and now threatens more sanctions

While the media blames the crisis in Lebanon solely on corruption, the US government unleashed a «maximum pressure» campaign to push regime change and crush Lebanese resistance with sanctions and aggressive hybrid warfare.

The crisis in Lebanon cannot be understood outside of the wider context of the overarching, obsessive US strategy aimed at crushing what is known as the «Resistance Axis,» in which Hezbollah serves as a key actor. (thegrayzone.com)

terça-feira, 11 de agosto de 2020

Governo libanês demite-se mas milhares continuam nas ruas

Ontem à noite, milhares voltaram para as ruas, após o anúncio de demissão do governo, insistindo numa mudança de raiz num sistema político que consideram ineficaz, corrupto e dominado por dinastias e interesses sectários.
[…]
As provocações e os intentos de desestabilização por parte daqueles que acenam com milhões em ajudas para rescontruir Beirute e, de forma neocolonialista, «exigem» reformas no país não passaram por certo despercebidos à resistência – e os seus apoiantes não caíram em tentações.
[…]
A explosão recente, lembra a PressTV, trouxe à tona os muitos males do país, e o caminho para uma «recuperação total» será duro, para lá das «ajudas externas». As divisões são grandes e reais. (Abril)

sábado, 2 de maio de 2020

Síria, Iémen e Irão condenam «submissão» da Alemanha a Washington e Telavive

O Hezbollah integra o conjunto de forças aliadas que, na Síria, combateram o terrorismo alimentado ao longo da guerra de agressão imperialista pelos EUA, as potências ocidentais, as petro-ditaduras do Golfo, a Turquia e Israel.

Logo na quinta-feira, o ministro israelita dos Negócios Estrangeiros, Israel Katz, louvou efusivamente a decisão alemã, que classificou como «muito importante», insistindo na necessidade de os outros países da UE fazerem o mesmo.

O movimento de resistência libanês goza de grande prestígio – e popularidade – no mundo árabe e fora dele, entre outros aspectos, pelo papel decisivo que teve na luta contra o terrorismo na Síria e no Médio Oriente, e por ter expulsado o todo poderoso Exército israelita do Sul do Líbano, em 2006. (Abril)

sexta-feira, 3 de abril de 2020

Líbano apresenta queixa na ONU pela violação israelita do seu espaço aéreo

As forças militares israelitas violam reiteradamente o espaço aéreo, marítimo e territorial do Líbano, realizando acções de reconhecimento e espionagem, numa clara infracção da resolução 1701 do Conselho de Segurança da ONU, que pôs fim à guerra entre Israel e o Líbano em 2006. Telavive também usa frequentemente o espaço aéreo libanês para perpetrar ataques contra a Síria, em especial contra alegadas posições iranianas em território sírio. (Abril)

quinta-feira, 30 de janeiro de 2020

O eixo da resistência disse «não» ao «acordo da rendição a Israel»

De Cuba, da Venezuela, da Síria, do Irão, do Líbano surgiram declarações claras de condenação e repúdio ao «plano de paz» para o Médio Oriente que Donald Trump apresentou na terça-feira, ao lado de Netanyahu.

O Hezbollah acusa a administração dos EUA de, «depois de décadas a apoiar o inimigo, a ocupação, a agressão e os massacres contra os países árabes, hoje estar a tentar eliminar os direitos históricos e legítimos do povo palestiniano», refere a HispanTV.

O anúncio de Donald Trump deixa claro que «a única opção para libertar os territórios ocupados é resistir», defende o movimento de resistência libanês, que denunciou a normalização das relações entre Telavive e alguns estados árabes, nomeadamente a Arábia Saudita, os Emirados Árabes Unidos e o Bahrein. (Abril)

sábado, 4 de janeiro de 2020

«Qassem Soleimani» [Saidi Olaortua]

Fue clave en la articulación tras el llamado de Sistani para la creación y entrenamiento de las PMU iraquíes, fuerzas que hoy los medios tachan de pro-iraníes o proxies chiíes cuando la realidad es que creó y armó a todas las comunidades existentes en la zona para defenderse del DAESH. Chiíes, sunies, yazidiez, kurdos, asirios...

Donde hoy todas esas comunidades etnicas o religiosas rinden tributo y honor al martirizado General que los salvó de la barbarie wahabí. Ademas de ello, es bien sabido su rol en el golpe a Israel por Hezbollah, de la liberacion y resistencia de 3 millones de personas en Alepo, de la liberacion de Deir Azzor, de la victoria frente EEUU y sus cipayos kurdos de las SDF en Albu Kamal, de la victoria en Mosul o Falullah o como articularon la resistencia de los yazidies de la mano de Haidar Shesho que fue luego arrestado por los peshmerga de Barzani.

Qassam Soleimani era un heroe dentro de Iran y fuera del mismo, incluso respetado por sus enemigos. / Ver: @aRiTz_SO

terça-feira, 12 de novembro de 2019

Nasrallah denuncia plano de desestabilização dos EUA no Líbano

O secretário-geral do Hezbollah afirmou que Washington está a explorar os protestos de massas no país árabe em prol da sua agenda e a impedir a recuperação económica do Líbano.

«Os americanos estão a tirar vantagem das manifestações para os seus próprios interesses», afirmou esta segunda-feira Sayyed Hassan Nasrallah, secretário-geral do movimento de resistência libanês Hezbollah, acrescentando que os EUA ignoram as realidades sociais do Líbano, incluindo a pobreza e o desemprego, para se centrarem apenas na continuidade dos protestos, indica a PressTV. (Abril)

segunda-feira, 26 de agosto de 2019

Nasrallah afirma que Netanyahu «conduz israelitas para o abismo»

«Netanyahu engana-se a si mesmo ao pensar que este incidente não terá consequências. Esta agressão não pode ficar sem resposta, pois isso fomentaria agressões semelhantes, como ocorreu no Iraque, onde as bases da Hashd al-Shaabi» foram atacadas cinco vezes, disse, citado pela Al-Manar e sublinhando que não lhe compete a ele dizer como o Iraque deve responder.

Dirigindo-se a Benjamin Netanyahu, o secretário-geral do Hezbollah disse: «Sabes que não brincamos quando ameaçamos.» Dirigindo-se aos israelitas, sublinhou que Netanyahu «os conduz para o abismo» e que, ao derramar o sangue dos povos do Médio Oriente em períodos eleitorais [em Israel], está a «pôr em risco a vida» dos seus compatriotas. (Abril)

sábado, 1 de junho de 2019

Síria reafirma «total solidariedade» ao «heróico povo palestiniano»

O diplomata, não identificado, destaca que as comemorações deste ano do Dia Mundial de al-Quds ficam marcadas pelo «crescendo da conspiração norte-americana-sionista», sobretudo após a proclamação de Jerusalém como capital de Israel e o reconhecimento da soberania israelita sobre os Montes Golã sírios, por parte da administração de Donald Trump.

No entanto, esclareceu o funcionário sírio, as decisões da Casa Branca não irão alterar a identidade desses territórios, o facto de que al-Quds e os Montes Golã foram e continuarão a ser terras árabes. «Os direitos dos palestinianos e dos sírios não vão desaparecer com a passagem do tempo», disse. (Abril)

quinta-feira, 7 de fevereiro de 2019

Julia Boutros canta em louvor do Hezbollah

Concerto de 2013. Viva a resistência anti-imperialista e anti-sionista!

segunda-feira, 14 de janeiro de 2019

«Hezbollah tras ocho años de intervención en la Guerra de Siria»

Por muchas razones, Hezbollah es una de las organizaciones punteras en la lucha contra el imperialismo y el sionismo, lo que la convierte en un venero de enseñanzas, sobre todo para aquellos que adoran al becerro de oro kurdo. El contrapunto entre unos (libaneses) y otros (kurdos) es abrumador.

Hezbollah supo desde el primero minuto lo que se jugaba en la Guerra de Siria y no vaciló. En 2012 ya tenía a sus milicianos en primer línea del frente. Tampoco ha cambiado de trinchera y cuantitativamente su aportación ha sido mucho más importante y más significativa que la de los kurdos, por más que las cadenas de intoxicación lo oculten. (Movimiento Político de Resistencia)

domingo, 16 de dezembro de 2018

«Sofremos guerra de limpeza étnica há décadas. A luta armada é um direito do nosso povo»

No âmbito do giro que fez, nos últimos dias, por diversas cidades do País Basco, FAYEZ BADAWI, representante para a Europa da Frente Popular para a Libertação da Palestina (FPLP), deu ontem uma conferência em Iruñea [Pamplona].

Entre outros aspectos, abordou a situação do povo palestiniano, a guerra de agressão à Síria, o papel dos curdos nessa agressão, a «traição» do PKK, e a situação no Médio Oriente, de uma forma geral (Líbano, Iémen, Irão, etc.).

Os tópicos principais da conferência de ontem à tarde no Civivox de Iturrama, na capital navarra, podem ser seguidos nas contas de Twitter de @Drazmihailovitx e @SiriarenAldeEH.

terça-feira, 4 de dezembro de 2018

Israel lança operação contra «túneis do Hezbollah»

O movimento de resistência libanês, que ajudou o Líbano a pôr fim às agressões israelitas de 2000 e 2006, é visto como a força militar de facto do país.

Ao longo da guerra de agressão a Síria, assumiu um papel fundamental como aliado do Exército Árabe Sírio no combate aos grupos terroristas, como o Daesh e a Frente al-Nusra, promovidos pelas ditaduras do Golfo, Israel, a Turquia e as potências ocidentais.

Numa mensagem divulgada por vídeo, o secretário-geral do Hezbollah, Sayyed Hassan Nasrallah, avisa Israel – como o tem feito em várias ocasiões – que se arrependerá se lançar uma nova guerra contra o Líbano. «Se se atreverem a atacar, vão lamentar-se», adverte. (Abril)

sábado, 24 de novembro de 2018

Uma canção de Fairuz

Fez 81 anos no dia 21 de Novembro, esta libanesa adorada no seu país e fora dele. Pudemos vê-lo bem na Síria: nos autocarros, quando passavam clips de Fairuz, estes eram cantados em uníssono. Em Tadmur (Palmira), um vendedor de CD [piratas] chamava, bem ao estilo árabe, «nossa doce mãe» à argelina Warda e catalogava Fairuz como a «rainha» e a «pedra preciosa».

sexta-feira, 24 de agosto de 2018

Hezbollah condena novo massacre de crianças no Iémen

O movimento de resistência libanês condenou um novo massacre cometido pela «agressão saudita-norte-americana» em território iemenita, desta vez no distrito de Duraihimi, a sul de Hudaydah.

Informações preliminares, divulgadas pela pela agência Saba, davam conta de que 26 pessoas – 22 crianças e quatro mulheres – perderam a vida, no distrito de Duraihimi, quando o autocarro em que seguiam foi atacado, esta quinta-feira, por aviões da coligação liderada pelos sauditas.

Posteriormente, o canal em língua árabe al-Masirah informou que, como consequência do ataque, pelo menos 31 civis faleceram, referindo, com base em informações divulgadas pelo Ministério da Saúde, que todas as vítimas são deslocados internos.

O ataque desta quinta-feira, em que 22 crianças foram mortas, ocorreu apenas duas semanas depois de a coligação comandada pelos sauditas ter atingido um autocarro escolar na província de Sa'ada, matando 51 pessoas, 40 das quais crianças. Mais de 80 ficaram feridas. (Abril)

sexta-feira, 17 de agosto de 2018

Nasrallah: «Resistência libanesa é hoje mais forte»

No discurso a propósito do 12.º aniversário do fim da guerra dos 33 dias no Líbano, Hassan Nasrallah sublinhou o «fracasso» das políticas levadas a cabo pelos EUA na Palestina, na Síria e no Irão.
[…]
Estas declarações foram proferidas no contexto do 12.º aniversário da retirada das tropas israelitas do Líbano, no final da guerra dos 33 dias. A este propósito, Nasrallah agradeceu o apoio que a o Irão e a Síria deram à resistência libanesa.

Sobre o actual contexto, disse que o Hezbollah não receia uma eventual guerra com Israel e que ninguém deve «usar a ameaça» ou «tentar assustar» a resistência libanesa com a guerra.

Justificou esta asserção dizendo que o Hezbollah é hoje mais forte do que alguma vez foi, possuindo melhor equipamento militar, mais capacidade e melhores quadros do que quando expulsou Israel do Líbano, em 2006. (Abril)

domingo, 22 de julho de 2018

Brigada da Askapena conhece o campo de refugiados de Chatila

Membros da organização internacionalista basca que integram a brigada enviada ao Líbano este ano encontram-se no campo de refugiados de Chatila, que, há quase 36 anos, foi palco de um dos terríveis massacres – conhecidos como os massacres de Sabra e Chatila – cometidos no Líbano por militares israelitas, comandados por Ariel Sharon, e por mercenários de milícias libanesas de extrema-direita.

No vídeo em baixo, os membros da Brigada Miftah, a brigada que a Askapena enviou ao Líbano, falam a partir de Chatila, que estão a conhecer. O seu objectivo primordial é conhecer de perto a situação dos refugiados palestinianos. Palestina askatu!

Também em euskara, é possível ler a primeira crónica que enviaram do Líbano, em askapena.eus.

Libanoko brigadaren bideokronika Shatilako errefuxiatu gunetikVer: askapena.eus