Na edição n.º 105 do programa de formação marxista «Escuela de Cuadros», estuda-se o texto A Ideologia Alemã, de Marx e Engels (1845-46). O intelectual cubano Rubén Zardoya dá uma ajuda.
Texto acessível em marxists.org.
La ideología alemana (Marx y Engels)Os conteúdos da «Escuela de Cuadros» estão acessíveis no YouTube (youtube.com/escuelacuadros), no Curso de Formação Marxista (formacionescuelacuadros.blogspot.com) e em @escuela_cuadros.
Na Venezuela, o «Escuela de Cuadros» transmite-se semanalmente na ViVe Televisión (segundas-feiras, 20h00, e quartas-feiras, 17h30) e na Alba TV.
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domingo, 9 de agosto de 2020
domingo, 19 de julho de 2020
«George Dimitrov: líder histórico da luta contra o nazifascismo»
[De Pedro Oliveira] Ao desmascarar o fascismo – ameaça que continua presente hoje em vários países e inclusive no Brasil –, Dimitrov apresentou uma tática de luta política inigualável: a síntese que fez em pleno tribunal da tática dos comunistas representa ainda hoje um lema mobilizador para os revolucionários de todo o mundo: trabalho de massas, luta de massas, resistência de massas, frente única, nenhuma aventura!Na edição de agosto/setembro de 1949, da Revista Problemas do Partido Comunista do Brasil, PCB na época, Dominique Desanti publicou uma tradução do Depoimento de Dimitrov e parte do diálogo travado por Dimitrov com seus algozes nazifascistas, que aqui reproduzimos: / Ver: vermelho.org
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domingo, 21 de junho de 2020
Willkommen Lenin! Statue of Vladimir Lenin was unveiled in Germany's Gelsenkirchen
Great news from Germany as the much-awaited statue of Vladimir Lenin was unveiled today, Saturday, during an event held in the city of Gelsenkirchen. The initiative for the installation of the 2-meter (6.5-foot) statue, which was originally made in the Soviet Union in the 1930s, belongs to the Marxist-Leninist Party of Germany (MLPD), which had to overcome multiple obstacles before the installation of the statue, as the local council attempted to block the process.In a previous article, published on March 7, we were writing that the local council of the West Gelsenkirchen district had «resorted to blatant anti-communism and slanders against Lenin» characterizing the great revolutionary an «inappropriate figure to be commemorated in the city». However, the persistence of German communists and especially of the MLPD led to the overcoming of restrictions and the subsequent court’s decision to allow the erection of the statue. / Ver: in defense of communism
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sábado, 2 de maio de 2020
Síria, Iémen e Irão condenam «submissão» da Alemanha a Washington e Telavive
O Hezbollah integra o conjunto de forças aliadas que, na Síria, combateram o terrorismo alimentado ao longo da guerra de agressão imperialista pelos EUA, as potências ocidentais, as petro-ditaduras do Golfo, a Turquia e Israel.Logo na quinta-feira, o ministro israelita dos Negócios Estrangeiros, Israel Katz, louvou efusivamente a decisão alemã, que classificou como «muito importante», insistindo na necessidade de os outros países da UE fazerem o mesmo.
O movimento de resistência libanês goza de grande prestígio – e popularidade – no mundo árabe e fora dele, entre outros aspectos, pelo papel decisivo que teve na luta contra o terrorismo na Síria e no Médio Oriente, e por ter expulsado o todo poderoso Exército israelita do Sul do Líbano, em 2006. (Abril)
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domingo, 26 de abril de 2020
Gernika, 83 anos
Passam hoje 83 anos sobre o bombardeamento de Gernika (Bizkaia), levado a cabo pela Legião Condor alemã e a Aviação Legionária italiana, ao serviço dos fascistas espanhóis, no contexto da Guerra de 36 ou Guerra Civil espanhola.O ataque aéreo sobre a população civil, denominado «Operação Rügen», provocou um número indeterminado de vítimas mortais na vila biscainha, que foi arrasada pelas bombas e o fogo.
As estimativas mais baixas apontam para as três centenas de mortos. Outros estudos revelam um número de vítimas mortais acima de mil – o que foi realizado pela Universidade do Nevada, apontado pela Wikipédia em euskara, refere mesmo «mais de 2000» vítimas.
O bombardeamento de Gernika teve grande repercussão internacional, tornando-se um símbolo da barbárie nazi-fascista. No entanto, tal como explica @Drazmihailovitx, está longe de ser um caso isolado: só entre Abril e Junho de 1937 foram bombardeadas 80 localidades na Bizkaia. E, desde então, muitas outras Gernikas tiveram (e têm) lugar – Síria, Palestina, Iémen...Extensa informação (em castelhano) sobre o bombardeamento de Gernika em @Drazmihailovitx
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domingo, 12 de abril de 2020
«Trabajadores agrícolas: en toda Europa "puertos cerrados", pero explotación abierta»
Desde Italia hasta Gran Bretaña, desde Francia hasta Alemania, en todos los países europeos «ricos» ha habido una carrera hacia la mano de obra barata para la inminente campaña de recolección en el campo. Y así la política de «puertos cerrados» encuentra otra excepción para atraer a masas de desempleados de Europa del este: ¡la temporada de explotación está más abierta que nunca! (izquierdadiario.es)
«Alemania: comienzan a llegar miles de trabajadores como mano de obra barata para las cosechas»
Al igual que Gran Bretaña, Alemania depende de la importación estacional de mano de obra extranjera para recoger muchos de sus cultivos, lo que permite a los productores pagar salarios más bajos e imponer a los trabajadores peores condiciones de las que tolerarían los ciudadanos. (insurgente.org)
«Alemania: comienzan a llegar miles de trabajadores como mano de obra barata para las cosechas»
Al igual que Gran Bretaña, Alemania depende de la importación estacional de mano de obra extranjera para recoger muchos de sus cultivos, lo que permite a los productores pagar salarios más bajos e imponer a los trabajadores peores condiciones de las que tolerarían los ciudadanos. (insurgente.org)
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terça-feira, 24 de março de 2020
A 21 anos do início dos bombardeamentos da Jugoslávia pela NATO
«No Kosovo, só se enganou "quem quis ser enganado"» (Abril)Vinte anos volvidos sobre os bombardeamentos da NATO na Jugoslávia, o AbrilAbril colocou algumas questões ao major-general Raul Cunha, que recentemente publicou o livro Kosovo, a Incoerência de Uma Independência Inédita, sem passar ao lado de «alegações fabricadas» e «pretextos humanitários», manipulação mediática, «demonização dos sérvios» ou o papel do TPIJ.
«Bombas sobre Belgrado» (Abril)
«Jugoslávia: o dia em que uma televisão se tornou um alvo militar» (Abril)
«A NATO bombardeou a Jugoslávia para "proteger os civis"» (Abril)
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quarta-feira, 18 de março de 2020
Nove anos depois, continua o «pranto fingido» do Ocidente sobre a Síria
A Síria condenou o teor intervencionista da declaração conjunta emitida por EUA, Reino Unido, França e Alemanha a assinalar os 9 anos da guerra no país e mostrou-se determinada a defender a sua soberania.Para Damasco, a declaração conjunta «evidencia, mais uma vez, que os estados que a subscrevem continuarão a apoiar as organizações terroristas para prolongar a guerra contra o povo sírio».
«O mais nojento é o pranto fingido e a hipocrisia do discurso colonial ocidental sobre os direitos humanos na Síria; e as mãos desses países estão manchadas com o sangue dos sírios e são a razão principal do sofrimento do povo, em virtude da guerra injusta e das sanções», denuncia o texto. (Abril)
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domingo, 8 de março de 2020
«Recuperemos el Día Internacional de la Mujer Trabajadora de las manos de la burguesía»
[De Movimiento Político de Resistencia] Con el Día Internacional de la Mujer ha ocurrido lo mismo que con otras fechas significativas del movimiento obrero: el capitalismo se ha apropiado de ellas, no sin antes vaciarlas de contenido y de cualquier objetivo socialista.En el caso del 8 de marzo se han falsificados sus orígenes, se ha eliminado su carácter de clase y de ser un día de lucha y reivindicación de las trabajadoras de todo el mundo inscrito en la lucha por el socialismo se ha convertido en un día festivo donde las consignas giran en torno a la lucha entre los sexos y no entre las clases. Pues bien, como comunistas debemos recuperar la memoria de un pasado de lucha de las mujeres trabajadoras enterrado y falsificado por la burguesía. (MPR)
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quinta-feira, 30 de janeiro de 2020
«Leninegrado: martirizada insubmissa e heróica»
[De Gustavo Carneiro] Leninegrado, berço da primeira revolução socialista vitoriosa, foi agraciada após a Segunda Guerra Mundial com o título de Cidade Heróica. Esta condecoração, concedida igualmente a Moscovo, Stalinegrado, Minsk, Kiev, Odessa, Sebastopol, Novorossisk, Kerch, Tula e à fortaleza de Brest, destacava o extraordinário valor e heroísmo massivo dos seus defensores face aos ocupantes nazi-fascistas.Da epopeia de Leninegrado disse o jornalista norte-americano Harrison Salisbury que o «clímax de tragédia e de bravura» ali atingido «supera a nossa capacidade de compreensão». Cercada durante quase 900 dias, Leninegrado nunca foi conquistada e tamanha insubmissão teve um elevado custo: dos três milhões de habitantes, um milhão morreu durante o cerco – de fome, de frio ou sob as bombas alemãs. A estes somam-se os 300 mil soldados que deram a vida para defender e libertar a cidade. (avante.pt)
sábado, 25 de janeiro de 2020
«Há 75 anos o Exército Vermelho libertou Auschwitz»
[De Gustavo Carneiro] Assinala-se na próxima segunda-feira, 27 de Janeiro, 75 anos sobre a libertação do campo de extermínio nazi de Auschwitz. Do muito que já se disse sobre o assunto, e do que seguramente se dirá nos próximos dias nos meios de comunicação social dominados pelo grande capital, não sobressai devidamente a identidade do libertador: a União Soviética e o seu Exército Vermelho.[…]
Ao pretender reescrever a História, o imperialismo não procura apenas apagar o papel decisivo da União Soviética na derrota do nazi-fascismo e o alto preço que por tal pagou – mais de 20 milhões de mortos. Numa recente resolução do Parlamento Europeu (aprovada com os votos dos deputados portugueses do CDS, PSD, PS e PAN), equipara-se mesmo o nazi-fascismo ao comunismo, ocultando-se que um e outro são opostos nos princípios e nas práticas e que o primeiro foi derrotado em 1945 graças ao contributo determinante dos comunistas. (avante.pt)
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sexta-feira, 24 de janeiro de 2020
«La ciudad que no se rindió»
[De M1 Egin] Lo que mantuvo la resistencia e impidió que los alemanes ocuparan la ciudad fue la voluntad colectiva de sus habitantes que, a costa de cerca de un millón de muertos, supieron hacer frente a la barbarie, sin dejarse abatir.El Ejército Rojo inició el 14 de enero de 1944 una ofensiva con el objetivo de levantar el sitio de Leningrado. El 26 de enero del mismo año, Iosif Stalin declaró que el cerco de Leningrado había sido levantado y que las fuerzas alemanas habían sido expulsadas de Leningrado, que celebró ese mismo día su liberación con una salva de 324 disparos.
La lucha del pueblo soviético fue decisiva en la derrota del nazismo.
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Biztanleen borondate kolektiboak mantendu zuen erresistentzia eta alemaniarrek hiria hartzea galarazi zuen. Milioi bat inguru hildako izan ziren arren, Leningradoko biztanleek basakeriari aurre egin zioten eta ez zuten etsi.
Armada Gorriak 1944ko urtarrilaren 14ean hasi zuen Leningradoko setioa hausteko ofentsiba. Urtarrilaren 26an setioa hautsita zegoela eta alemaniarrak kanporatuak izan zirela aldarrikatu zuen Iosif Stalinek. Leningradon egun horretan bertan ospatu zuten beren askapena 324 tirotako salba jaurtita.
Herri Sobietarraren borroka erabakigarria izan zen nazien kontrako garaipenean. (lahaine.org)
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quarta-feira, 15 de janeiro de 2020
Berlin: Thousands marched in honour of Rosa Luxemburg and Karl Liebknecht
Thousands of workers, members and supporters of communist and left parties marched on Sunday 12 January in Berlin, honouring the memory of the leaders of the German and international communist movement Rosa Luxemburg and Karl Liebknecht.The two revolutionaries were brutally murdered 101 years ago, in January 1919, by paramilitary forces under the orders of the German bourgeoisie and the then social democratic government of SPD. / Ver: idcommunism.com
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segunda-feira, 6 de janeiro de 2020
Líder de Crimea describió procesión de antorchas en Kiev como insulto a víctimas del nazismo
El líder de Crimea, Sergey Aksenov, describió la marcha a la luz de las antorchas para conmemorar el 111 aniversario del nacimiento del líder de la Organización de Nacionalistas Ucranianos (OUN, proscrito en Rusia) Stepan Bandera, celebrado en Kiev el 1 de enero como un insulto a los recuerdos de millones de víctimas del nazismo.[...]
Stepan Bandera, líder del movimiento nacionalista ucraniano del siglo XX, colaboró estrechamente con los nazis durante la Segunda Guerra Mundial. La Organización de extrema derecha de nacionalistas ucranianos estuvo activa principalmente en el oeste de Ucrania. Durante la Segunda Guerra Mundial, la OUN colaboró con la inteligencia nazi y libró una guerra contra las autoridades soviéticas. En 1943, estableció el Ejército Insurgente de Ucrania (UPA). (es.news-front.info)
terça-feira, 31 de dezembro de 2019
No Kosovo, só se enganou «quem quis ser enganado»
Vinte anos volvidos sobre os bombardeamentos da NATO na Jugoslávia, o AbrilAbril colocou algumas questões ao major-general Raul Cunha, que recentemente publicou o livro Kosovo, a Incoerência de Uma Independência Inédita, sem passar ao lado de «alegações fabricadas» e «pretextos humanitários», manipulação mediática, «demonização dos sérvios» ou o papel do TPIJ.Quando é analisado tudo o que se propalou nos OCS [órgãos de comunicação social] do Ocidente (houve raras, mas honrosas, excepções em Portugal), facilmente se chega à conclusão de que se tratou de uma campanha perfeitamente orquestrada para a manipulação da opinião pública. Mais ainda, no caso do Kosovo, os OCS não só acompanharam com especial parcialidade o que ia ocorrendo, como foram mesmo um dos catalisadores do conflito, pressionando os seus governos para a intervenção, facto que alguns jornalistas acabaram mesmo por reconhecer. (Abril)
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sábado, 28 de dezembro de 2019
«Herr Tomás»
[De Manuel Gouveia] O Governo português continua a manter a separação entre a exploração e a infra-estrutura ferroviária, porque a tal estará obrigado pela União Europeia (processo que o Governo de Passos Coelho só tornou mais cretino quando fundiu a REFER com a EP). Noutra UE, na Alemanha, a DB, além de operar os comboios, gere a infra-estrutura ferroviária, o transporte de mercadorias (por cá já oferecido a uma multinacional suíça) e transporte rodoviário.Daqui a uns anos, a DB, que já detém 33% da Fertagus, virá com os seus comboios fazer-nos o favor de explorar os sectores lucrativos que a CP está a ser impedida de assegurar. Tal como um frei Tomás neocolonial. (avante.pt)
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domingo, 22 de dezembro de 2019
«No Kosovo, só se enganou "quem quis ser enganado"» [entrevista]
Vinte anos volvidos sobre os bombardeamentos da NATO na Jugoslávia, o AbrilAbril colocou algumas questões ao major-general Raul Cunha, que recentemente publicou o livro Kosovo, a Incoerência de Uma Independência Inédita, sem passar ao lado de «alegações fabricadas» e «pretextos humanitários», manipulação mediática, «demonização dos sérvios» ou o papel do TPIJ.A perspectiva dominante sobre os acontecimentos é crítica. «Por isso» – afirma-se num dos prefácios da obra – «as conclusões a que [o autor] chegou são significativamente diferentes daquelas que prevaleceram no mainstream». Ao AbrilAbril, Raul Cunha disse sentir-se «imune a quaisquer pressões ou sugestões para escamotear aquilo que consider[a] corresponder à realidade». (Abril)
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sábado, 7 de dezembro de 2019
«A Alemanha que caiu com o muro»
[De Bruno Carvalho] Depois de décadas de assédio, campanhas de desinformação e promoção da divisão interna, a Alemanha não foi reunificada. A RDA foi assimilada e persistem, todavia, diferenças graves no que diz respeito aos indicadores sociais entre os dois lados da Alemanha. O desemprego, a precariedade, a especulação imobiliária passar a fazer parte da realidade do Leste da Alemanha.Quando passam três décadas do fim da barreira que ficou conhecida como Muro de Berlim, ainda não houve a oportunidade para olhar criticamente para a história das duas Alemanhas para além da narrativa panegírica produzida pelo Ocidente. (vozoperario.pt)
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domingo, 10 de novembro de 2019
«30 anos após a "queda do muro de Berlim" – A verdade é revolucionária»
[De Albano Nunes] Celebrando a «queda do muro de Berlim» o que as forças da reacção e da social-democracia fundamentalmente celebram é o fim da República Democrática Alemã (RDA), é a anexação (a que chamam de «unificação») da RDA pela República Federal Alemã (RFA) com a formação de uma «grande Alemanha» imperialista, é a derrota do socialismo no primeiro Estado alemão antifascista e nos demais países do Leste da Europa e, posteriormente, o desaparecimento da União das Repúblicas Socialistas Soviéticas.A chamada «queda do muro de Berlim» foi transformada pelos seus apologistas em símbolo de um pretenso triunfo definitivo do capitalismo sobre o socialismo. Mas a evolução da situação internacional nos últimos 30 anos não só desmente as teses delirantes sobre o «fim da luta de classes» e sobre a «morte do comunismo», como mostra que o socialismo é mais actual e necessário do que nunca e que os trabalhadores e os povos de todo o mundo resistem e lutam para se libertar das cadeias da exploração e opressão imperialista. (O Militante)
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segunda-feira, 23 de setembro de 2019
Mais de 140 presos palestinianos continuam em greve de fome nas cadeias israelitas
A greve por tempo indeterminado, iniciada há duas semanas por cerca de duas dezenas de prisioneiros palestinianos, a que se juntaram outros 120, prossegue nos cárceres israelitas, uma vez que o serviço prisional das forças ocupantes continua a não dar resposta a um conjunto de exigências colocadas pelo movimento dos presos, informou este domingo The Palestinian Information Centre.Prémio literário retirado na Alemanha a escritora que apoia «causa palestiniana»
A cidade alemã de Dortmund reverteu a decisão de atribuir um prémio literário à romancista britânico-paquistanesa Kamila Shamsie, por esta apoiar o movimento BDS (Boicote, Desinvestimento e Sanções) de apoio ao povo palestiniano, informa numa nota o Movimento pelos Direitos do Povo Palestino e pela Paz no Médio Oriente (MPPM). (Abril)
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