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quinta-feira, 20 de agosto de 2020

«Contra o imperialismo e as revolucións de cores. Non pasarán!»

[De Mar de Lumes] E neste caso, a defensa da soberanía nacional é o contrario de lexitimar a descarada inxerencia dos EUA e da UE. Somos antiimperialistas e consideramos o imperialismo como o maior inimigo que a humanidade enfronta.
[…]
Por tanto, do Comité Galego de Solidariedade Internacionalista Mar de Lumes, só podemos opornos a este Maidan reciclado que nos tratan de vender como a última epopeia pola democracia. Defendemos a soberanía da Bielorrusia e estamos contra todo fortalecemento do sistema imperialista. (mardelumes.org)

quarta-feira, 12 de agosto de 2020

Moncho Reboiras foi assassinado há 45 anos

Três anos antes da sua execuçom [12 de Agosto de 1975], a geraçom de militantes que lidera Reboiras remove da direçom da UPG as elites culturalistas, inicia a decantaçom do partido face posiçons independentistas e admite, e pratica, a legitimidade do recurso a todos os métodos de intervençom política.

A intervençom cirúrgica dos serviços de espionagem franquista pretendeu bloquear este processo. A eliminaçom física de Reboiras e a aplicaçom do terror policial àquel surto de independentismo que enraizava aceleradamente fôrom os meios empregues. / Ver: @CausaGaliza [para esta quarta-feira foram convocadas várias iniciativas em memória e homenagem a Moncho; ver aqui]

domingo, 26 de julho de 2020

Denunciam o comportamento da Polícia espanhola em Compostela na véspera do Dia da Pátria

Várias testemunhas relatam revistas, identificações e acosso por parte das forças de ocupação. Ademais, a presença de antidistúrbios impediu que decorresse a «rondalha» independentista prevista.

É habitual, há anos, um reforço da presença policial em Compostela nos dias que precedem o Dia da Pátria Galega. Uma presença que nesta ocasião foi ainda mais reforçada pela visita do rei espanhol no dia 25 de Julho na capital para participar na «Ofrenda ao Apóstolo».

Várias testemunhas contaram ao Nós Diario que na noite de 24 de Julho, véspera do Dia da Pátria, na zona velha de Compostela houve identificações e revistas a pessoas por simplesmente levar a bandeira galega ou autocolantes e camisolas com lemas e motivos independentistas. / Mais info: nosdiario.gal e galizalivre.com

sexta-feira, 24 de julho de 2020

Entrevista a Cris e Carme, integrantes da direçom da Causa Galiza

Entrevistamos integrantes da direçom de Causa Galiza às portas dum dos dias da Pátria mais estranhos das últimas décadas.Ver: galizalivre.com

sábado, 18 de julho de 2020

Causa Galiza chama os independentistas a mobilizar-nos na rua neste Dia da Pátria

Como acontece desde 2007, Causa Galiza convoca a tradicional manifestaçom independentista do Dia da Pátria. A cita enquadra-se num cenário excecional: umha crise sanitária que se transforma progressivamente em crise económica e sociolaboral e que é, também, política, pois converge com o momento crítico que vivem o Estado colonial espanhol e o regime político de 1978.

Campanha e mobilizaçom decorrerám sob a legenda Mais independentismo para fazer frente à crise, que assinala onde reside a soluçom estratégica à tentativa dos poderes fáticos de carregar as consequências da pandemia nas costas das classes populares e reconfigurar o regime surgido da Transición, bloqueando, de novo, o exercício do direito de autodeterminaçom e impondo um novo ciclo estatutário. / Ver: lahaine.org

domingo, 28 de junho de 2020

Também Sestao e Irun não querem fascistas nas suas ruas

Os fascistas espanhóis do Boks continuam a realizar acções de provocação em localidades bascas, «em defesa da unidade de Espanha». Como não gozam de apoio popular, tanto em Sestao (na sexta-feira) como em Irun (ontem) gozaram foi de ampla protecção da Ertzaintza, a Polícia Autonómica ao serviço do capital.

Sestao é uma das localidades mais castigadas da comarca biscainha de Ezkerraldea, que apresenta elevados níveis de desemprego e precariedade. Na sexta-feira, foi ali que os fascistas do V0xx tentaram fazer a foto para os jornais espanhóis, à procura do estatuto de «vítimas» às mãos dos trabalhadores que eles sabem de sobra que não toleram o seu discurso de ódio, racista e fascista.

Em Sestao, centenas de antifascistas deixaram claro que eles não são bem-vindos a Ezkerraldea e a Euskal Herria. No dia seguinte, em Irun (Gipuzkoa), a manifestação de repúdio convocada por diversos organismos locais foi proibida pela Ertzaintza. Assim, um dirigente do P0ks pôde falar para meia-dúzia mais «à vontade».

Mesmo assim, houve tensão e muito barulho, pois, apesar das proibições, o povo de Irun conseguiu gritar e assobiar de modo a dificultar o decorrer da iniciativa dos fascistas espanhóis.

«Fascistas, fora da Galiza»
 Este fim-de-semana ficou também marcado pela forte resposta popular contra a presença dos fascistas espanhóis em várias localidades galegas, como Corunha, Vigo, Pontevedra, Ferrol, en Xinzo da Limia e Monforte.

sexta-feira, 26 de junho de 2020

A CIG reclama a Alcoa que retire o ERE e continúe na mesa multilateral

[«como marco onde esixir ao Goberno concreción e certezas nas propostas»] Traballadores e traballadoras concetráronse diante da Subdelegación do Goberno de Lugo / «Estamos na conta atrás», resumía o secretario xeral da CIG, Paulo Carril, a primeira reunión do período de consultas do expediente de extinción presentado pola multinacional que, de efectivizarse, suporá o despedimento de 534 traballadores/as do seu cadro de persoal e doutros 400 operarios/as da industria auxiliar. Neste contexto, a CIG volveu demandar da empresa que retire o expediente e recoñeza a mesa multilateral como o marco onde conseguir que o Goberno español concrete e dea certeza no tempo as súas propostas. / Ver: CIG

segunda-feira, 8 de junho de 2020

Trabalhadores das lojas da Inditex protestam contra alteração dos horários

Trabalhadores de lojas das várias marcas do grupo têxtil Inditex na Galiza deram sequência, na sexta-feira passada, à campanha de protestos lançada pela Confederação Intersindical Galega (CIG) contra a alteração de horários promovida, de forma unilateral, pela administração do grupo em meados de Maio.

Aquilo que o patronato pretende, acusa a CIG, é «poupar dinheiro», evitando contratar trabalhadores para fazer frente a situações como baixas e férias, e não respeitando os dias de descanso dos trabalhadores, durante a semana e aos sábados. (Abril)

terça-feira, 2 de junho de 2020

«O que está a fazer Patxi é mandar um aviso sobre a situaçom que se está a viver nas cadeias»

[De Ana Macinheira] O preso político vasco Patxi Ruiz leva 18 anos na cadeia, dispersado a centos de quilómetros da sua aterra, em prisons como Soto del Real, Almeria, Puerto de Santa Maria, Huelva o Valdemoro, e boa parte destes anos estivo em galerías de isolamento. Na atualidade encontra-se na cadeia de Múrcia, onde o passado 11 de maio deu inicio a umha greve de fame e sede. Para achegar-nos à sua situaçom e reivindicaçons conversamos com Iñigo Muerza, que forma parte do seu grupo de familiares e amizades. (Galiza Livre)

Sobre a situação de Patxi, dinâmicas de luta nas cadeias e fora delas, e mobilizações agendadas, ver amnistiAskatasuna [na imagem, mobilização em Legazpi (Gipuzkoa)]

segunda-feira, 18 de maio de 2020

«Se abre paso la solidaridad internacionalista con el preso político Patxi Ruiz»

Mientras en Euskal Herria y al interior de las cárceles españolas y francesas se multiplican las acciones de denuncia y movilización en solidaridad con el preso político vasco Patxi Ruiz, en huelga de hambre y sed desde hace 8 días, desde fuera de Euskal Herria y rompiendo el silenciamiento estatal español empiezan a llegar las primeras muestras solidarias de aliento y exigencia al gobierno español para que cese su brutalidad criminal con Patxi Ruiz.
Na Argentina: «S.O.S. internacionalista para evitar la muerte del presos político vasco Patxi Ruiz»

No Estado espanhol (9 organizações anti-repressivas): «Patxi Ruiz, en lucha por su dignidad en prisión» / Ver conteúdo em BorrokaGaraiaDa

domingo, 17 de maio de 2020

Dia das Letras Galegas 2020

Poema «A Galiza», de Carvalho CaleroA Semente Trasancos honra a memória do ilustre polígrafo ferrolano [e pai do reitegracionismo moderno] com a difusom do primeiro poema em língua galega intitulado «A Galiza». Este texto foi publicado na revista Maruxa no dia 20 de dezembro de 1925. Carvalho Calero tinha quinze anos. Até este momento esta cantiga ficara inédita. Graças à colaboraçom de Vitor Santalha e de José Maria Dobarro podemos partilhá-la neste Dia das Letras 2020.

O vídeo «A Galiza, o primeiro poema em língua galega de Ricardo Carvalho Calero» foi realizado sob a direçom técnica de Bruno L.Teixeiro e recitado por Omar Calderón Yañez. / Mais info aqui / Ver tb: carvalho2020.gal

sábado, 9 de maio de 2020

«Palestina: ano 72»

[De Oscar Valadares] O que não é assim tão intranscendente é a realidade palestiniana. Milhares de presas e presos políticos nos cárceres —crianças incluídas—, muros da vergonha que cercam bairros e vilas inteiras atomizando-as e dissolvendo o país em ilhas desconexas e cada vez mais pequenas ou a incapacidade duma Autoridade Nacional Palestiniana refém de uns acordos que já apenas se cumprem do lado árabe dão conta da eficácia do sionismo para se impor pola força, de mãos dadas com os Estados Unidos. Não só na política do simbólico, como na realidade material concreta. (nosdiario.gal)

segunda-feira, 4 de maio de 2020

Novas palestras no YouTube do Mar de Lumes: Vietname e Cuba

Depois da Venezuela e da China, esta semana chega a vez do Vietname e de Cuba, para podermos conhecer mais de perto a realidade destes povos heróicos. O Mar de Lumes – Comité Galego de Solidariedade Internacionalista continua a promover palestras que o leitor pode seguir em directo na sua conta de YouTube.
Amanhã, terça-feira (19h00), a conversa é com Rodrigo Morante, um galego que vive em Hanói e que vai falar sobre «Vietname: 45 anos da vitória anti-imperialista».
Na quinta-feira, dia 7 (19h00), Yahima Martínez, do Consulado de Cuba na Galiza, vai falar de «Cuba e as consequências do bloqueio». / Mais info: @mardelumes

segunda-feira, 27 de abril de 2020

O Mar de Lumes traz palestras anti-imperialistas em tempos de confinamento

Esta semana, em tempos de confinamento, o Mar de Lumes – Comité Galego de Solidariedade Internacionalista promove duas palestras que o leitor pode seguir em directo na sua conta de YouTube: uma sobre a Venezuela e outra sobre a China.
Amanhã, terça-feira (18h00), a conversa é com Agustín Otxotorena, basco e chavista, e tem como título «Venezuela: contra a Covid-19 e o imperialismo».
Na quinta-feira, dia 30 (19h00), a conversa é com Maurício Castro, sobre «China: de volta ao cenário mundial». / Mais info: @mardelumes

sábado, 18 de abril de 2020

«De explotar costureras gallegas a niños en Bangladesh, el secreto de Inditex y Amancio Ortega»

[De Jacobo A. García e Roi López] Mientras en una parte del mundo explota incesantemente a todo miembro de las familias más pobres, apropiándose del fruto de su trabajo por salarios de miseria, en otras se muestra como un generoso empresario, otorgando cuantiosas donaciones a entidades públicas. Una muestra de los pocos escrúpulos y falsa honradez que caracteriza a Ortega.
Tal y como lo expresaba Friedrich Engels en referencia a la burguesía del siglo XIX: «¡Como si fuese ayudar al proletario el comenzar por explotarlo hasta sangrar para luego poder desagraviarlo con complacencia y farisaísmo con vuestro prurito de caridad y presentaros ante el mundo como grandes benefactores de la humanidad, mientras devolvéis a ese desdichado que habéis exprimido hasta la médula, la centésima parte de lo que le corresponde!» (izquierdadiario.es)

sábado, 28 de março de 2020

«Fíos Fóra. Historias de obreiras entre costuras e patróns» [documentário]

Fíos Fóra. Historias de obreiras entre costuras e patróns from Illa Bufarda on Vimeo.
«Nin aplauso nin celebración a un explotador estafador. Falan as que saben.» [Galiza. Documentário de Illa Bufarda. Mais info aqui.]

terça-feira, 10 de março de 2020

A «luta do povo palestiniano» em debate em Ponteareas

O Mar de Lumes – Comité Galego de Solidariedade Internacionalista promove a realização, este sábado, 14, de um encontro-debate sobre a «luta do povo palestiniano», em que intervirá Fayez Badawi, representante da Frente Popular para a Libertação da Palestina (FPLP) para Europa.

O encontro dedicado a «um povo em luta permanente pelo seu futuro, contra a ocupação imperialista e contra o apartheid» terá início às 19h00, no Auditório Reveriano Soutullo, em Ponteareas (na província de Ponte Vedra).

Em Compostela, a presença da Galiza no mundo

«Galiza, um relato no mundo» é uma mostra que destaca a «interacção» dos galegos com o mundo, aquilo que deram e receberam, no processo de formação da sua identidade. Está em exibição até 12 de Abril.

A exposição contém mais de 300 peças organizadas em duas partes, segundo explica o Nós Diario na sua edição digital: as «entradas», respeitantes às interacções de outras culturas com a Galiza; as «saídas», isto é, os contributos que os galegos deram ao mundo.

Algumas obras estão na Galiza pela primeira vez, numa exposição que, segundo o seu comissário, visa romper com o «mito do isolamento e da periferia», e afirmar «a formação da identidade nacional galega como algo de dinâmico». (Abril)

sábado, 7 de março de 2020

[Operação Jaro] A palavra dos processados: Borxa Mexuto Rei

Borxa, para quem a procuradoria espanhola pede oito anos de prisão, protagoniza o terceiro vídeo da campanha de sensibilização e consciencialização social que a plataforma Independentismo Galego em pé está a desenvolver, antes do julgamento político que vai ter lugar na Audiência Nacional espanhola.

A palavra dos processados IIIMais info: @12_empe

segunda-feira, 2 de março de 2020

Solidariedade basca com o independentismo galego [entrevista]

[Conversa de Andoni Baserrigorri com Iñaki Gil de San Vicente] Centrándonos en la situación de Galiza y atendiendo una petición de los compañeros y compañeras de Ceivar y Causa Galiza en el sentido de pedir alguna implicación solidaria con la situación que les toca vivir, el compañero Iñaki Gil de San Vicente y yo mismo hemos mantenido esta conversación con el fin de socializar y concienciar ante el juicio inminente en el que la fiscalía pide largas condenas de cárcel, indemnizaciones económicas y la ilegalización de ambas organizaciones

«La intencionalidad política de la represión es cristalina, inocultable. Pero además de denunciar esta realidad, también debemos reivindicar con orgullo la valía personal de las y los compañeros sometidos a juicio porque existe una unidad de praxis entre la mano y la mente que se plasma en la ética revolucionaria y en la moral personal y colectiva.» / Ver: lahaine.org