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terça-feira, 1 de setembro de 2020

Gutxienez langile bat eraila abuztuan, Barakaldoko Usoa lantegian

Abuztuaren 17an behargin bat zendu zen Barakaldon, «gaizki sentitu» eta «zorabiatu» ondoren. Urtea hasi zenetik, gutxienez 37 langile hil dituzte haien lanpostuetan.
Abuztuaren 21ean langile bat zauritu zen Trapagarango lantegi batean, makina batek harrapatuta.
Horretaz gain, otsailean Zaldibarko zabortegian desagertutako bi beharginetako baten gorpuzkiak topatu zituzten abuztuaren 17an. / Ver: gedar.eus

segunda-feira, 24 de agosto de 2020

Precariedade na Arquitectura exige organização do sector

[Entrevista a representantes do Movimento de Trabalhadores em Arquitectura]
[...] essa ilusão da prática liberal, onde se recebe bem e que se traduz em óptimas condições de vida, é negada pela realidade, que nos mostra exactamente o contrário, que o trabalho em arquitectura é altamente precarizado, com uma falta de vínculos brutal, com salários abaixo da média nacional. (Abril)

sexta-feira, 21 de agosto de 2020

Estafetas da Swiggy protestam na Índia contra a enorme exploração

Os estafetas da Swiggy, uma das maiores plataformas de entrega de comida ao domicílio, denunciam cortes brutais nos rendimentos. A greve desta semana teve maior impacto em Chennai, Hyderabad e Déli.

Os trabalhadores da plataforma indiana têm estado a fazer greve e a realizar protestos em várias cidades do país subcontinental, acusando a Swiggy de ter aumentado aquilo que cobra aos clientes e reduzido drasticamente aquilo que paga a cada estafeta por entrega realizada: de 35 rupias (0,39 euros) para 15 rupias (0,17 euros).

Outros incentivos e bónus pagos aos estafetas, que, segundo o portal newsclick.in, variam de cidade para cidade, também foram reduzidos de forma substancial. Quando os estafetas deduzem as despesas com combustível e a manutenção dos veículos, fica muito pouco de rendimento. (Abril)

domingo, 9 de agosto de 2020

«LAB cierra filas con la dirección de Gara/Naiz»

[De Juanjo Basterra] Si os molesta que haya visto la luz lo que ocurre en esa empresa, lo que tenéis que hacer es estar con los trabajadores no con la dirección. Llevamos desde 2007, más o menos, con procesos de salida de trabajadores y trabajadoras fijas de la empresa, en donde la temporalidad está al orden del día, pero LAB mira a otro lado. Entonces, también nos bajamos un 10% el sueldo, que se mantiene, y además llevamos bastantes años con el sueldo congelado.
[…]
Tampoco ha habido ninguna crítica a la dirección durante este tiempo que ha situado a Gara/Naiz en una situación difícil de cara a su futuro y que, como siempre, pagan las y los trabajadores, no sus directivos. Aunque de esos planes que lo diga la dirección, que los tiene. (lahaine.org)

terça-feira, 28 de julho de 2020

A dura luta dos trabalhadores indianos em tempos de pandemia

Com a entrada em vigor do confinamento (lockdown) a 25 de Março, milhões de trabalhadores, dependentes de rendimentos diários e que se viram sem trabalho, tentaram sair de grandes cidades como Déli, Mumbai, Chennai e Calcutá, entre outras, e regressar às suas terras.

No entanto, uma pequena parte decidiu ficar nas cidades, onde, mesmo já com as restrições da quarentena e a diminuição a pique na oferta de trabalho, conseguiram ir arranjando empregos precários para ganhar algumas rupias. (Abril)

sábado, 25 de julho de 2020

«A covidização do capitalismo»

[De António Santos] A digitalização que aí vem é o corolário histórico da financeirização da economia pelo capital fictício e monopolista. A digitalização que aí vem abre a porta a níveis nunca antes vistos de automação porque cria as condições técnicas e políticas para o controlo social de milhões de «inúteis» finalmente afastados dos cada vez mais complexos e frágeis circuitos globais de mercadorias por onde se espalhou o coronavírus.

Se for conduzido pelos que hoje detêm o poder político, o processo de digitalização e automação em curso tornará o mundo mais desigual ainda. Se for conduzido pelos de sempre, servirá para melhor controlar e reprimir os que não têm poder, contribuirá para aprofundar a destruição dos recursos naturais do planeta e acelerar as mudanças climáticas que ameaçam a vida na terra. (vozoperario.pt)

quinta-feira, 2 de julho de 2020

«A "nova normalidade" é mais miséria e exploração»

[De Giovanni Frizzo] É preciso, cada vez mais, compreendermos que o desmonte do serviço público significa a destruição de direitos sociais do povo trabalhador. Cada privatização realizada pelos governos subordinados aos grandes ricos, representa perda de direitos e condições de vida da imensa maioria da população. […] A vida do povo trabalhador nunca é prioridade para quem está à serviço do mercado capitalista.
[…]
No máximo, talvez, nos acostumaremos a usar máscaras ao sair à ruas. De resto, a nova normalidade é mais miséria e exploração. (PCB)

terça-feira, 30 de junho de 2020

Super-explorados na pandemia, estafetas vão fazer greve no Brasil

«A alimentação é a coisa que mais dói, ter de trabalhar com fome carregando comida nas costas», afirma um dos distribuidores de comida ao domicílio. Exigem apoios, melhores condições, menos precariedade.

Um estafeta que se identifica como Mineiro e é um dos organizadores da greve esclarece que, além da interrupção imediata dos bloqueios sem justificações, os trabalhadores reivindicam ainda o aumento do pagamento das corridas, o aumento da taxa mínima de dois reais (32 cêntimos) por quilómetro percorrido, medidas de protecção contra roubos e acidentes, e apoios ao nível dos materiais e da alimentação.

«Nem todos os dias temos o que comer. […] Nem todos os dias temos dinheiro para sair de casa. Por vezes deixamos de comer para abastecer», declara ao Brasil de Fato o distribuidor da zona Sul de São Paulo, que há três anos trabalha com aplicações electrónicas de empresas. (Abril)

domingo, 28 de junho de 2020

«Não há dinheiro?» Taxem-se os paraísos fiscais, os dividendos e a especulação

No final de uma semana de luta para defender «a saúde e os direitos» dos trabalhadores, a secretária-geral da CGTP-IN, Isabel Camarinha, destacou a realização de centenas de acções, em todos os sectores e regiões. A central sindical exige o lay-off pago a 100%, a proibição dos despedimentos e o aumento geral dos salários e sugere três novas taxas sobre a riqueza, as empresas e a bolsa.

Na intervenção que rematou o desfile de quinta-feira em Lisboa, a dirigente denunciou os ataques que têm sido dirigidos contra os trabalhadores, afirmando que estes três meses e meio de surto epidémico do novo coronavírus vieram revelar «de forma mais clara a necessidade de alterações profundas» deste sistema económico. (Abril)

quinta-feira, 25 de junho de 2020

Pobreza pode atingir um quarto da população em Espanha

O relatório mais recente da ONG Oxfam Intermón, publicado na terça-feira com o título «Uma reconstrução justa é possível e necessária», prevê um aumento severo da desigualdade em Espanha e estima que, na sequência da crise associada à pandemia, haja mais 700 mil pessoas em situação de pobreza.

A Extremadura é, segundo as estimativas da Oxfam, uma das comunidades mais afectadas pelos impactos económicos e sociais da crise sanitária. Assim, o estudo situa a comunidade autónoma extremenha como a mais desigual em termos de rendimentos num cenário pós-Covid-19, com uma variação percentual de 7,43 e à frente das Canárias, da Andaluzia e de Castela-Mancha, onde se regista também um grande aumento da desigualdade. (Abril)

quarta-feira, 24 de junho de 2020

«Como se trama a uberização total»

[De Ricardo Antunes] […] começamos a desvendar, nos laboratórios do capital, os múltiplos experimentos que pretendem implantar depois da pandemia, que se pode assim resumir: exploração e espoliação acentuadas e nenhum direito do trabalho.

Se a desmedida empresarial continuar ditando o tom, teremos mais informalização com informatização, «justificada» pela necessidade de recuperação da economia pós-Covid-19. E sabemos que a existência de uma monumental força sobrante de trabalho favorece sobremaneira essa tendência destrutiva do capital pós-pandêmico. (PCB)

segunda-feira, 22 de junho de 2020

Orçamento suplementar para 2020 não promove crescimento económico e emprego nem reforça SNS

[De Eugénio Rosa] Diz o governo que este Orçamento suplementar é um orçamento de fortalecimento do SNS e de recuperação da economia, e que não é um orçamento de austeridade. A realidade desmente essa afirmação. A redução de receitas é à conta da quebra do IRC. Para os trabalhadores a austeridade fiscal continua apesar de uma quebra brutal nos rendimentos do trabalho. O acréscimo no investimento público é insignificante, e uma parcela dele será cativado (João Leão é especialista nisso). A despesa prevista para um SNS extremamente enfraquecido não permite a recuperação do enorme número de cirurgias, consultas, exames que se deixaram de se fazer porque os meios (profissionais e equipamentos) de que dispunha o SNS já eram insuficientes, tendo sido mobilizados para enfrentar a crise de saúde pública causada pela Covid-19, e parte deles ainda se encontram mobilizados para esse fim. (odiario.info)

domingo, 21 de junho de 2020

Una marcha denuncia el aumento de la precariedad y la pobreza en Ezkerraldea

Convocada por organizaciones sindicales y sociales de la comarca, la marcha ha estado encabezada por una pancarta con el lema «Ezkerraldea Martxan. No es COVID, es capitalismo» y ha contado con «cerca de medio millar» de participantes, según los organizadores.

Varios cientos de personas han participado en la vigésimo séptima edición de la Marcha por Ezkerraldea para denunciar el aumento de la precariedad y la pobreza en la comarca, que ha partido de Sestao y ha concluido en Santurtzi (Bizkaia).

Las organizaciones convocantes han reclamado «medidas urgentes, inmediatas y concretas que den respuesta a las elevadas tasas de paro, precariedad y pobreza que padece la comarca, en el actual contexto de la pandemia del COVID-19».

Han destacado que la Ezkerraldea cuenta con 20.626 personas desempleadas y otras 7.874 que están afectadas por un Expediente de Regulación Temporal de Empleo (ERTE), y han denunciado «el derroche» de recursos económicos públicos que suponen los gastos militares. / Ver: eitb.eus

quinta-feira, 4 de junho de 2020

«Ez direlako diruditena» [Porque no son lo que parece]

[De Ane Ibarzabal] Horrela gazteria sumisoago bat hezten joan da, nabari infantilizatzen. Horrela, gazteriak barne hartzen duen adin tartea gutxinaka handituz doa, trantsizio fase horretara kondenatzen da, subjektu debaluatu gisa betikotzen da baliabide ekonomikoak eta materialak ukatzen baitzaizkio urte luzeagoz, eta, horrela, burgesiak proletalgoarekiko dituen botere-kuotak handituz doaz.

Aipatutako fenomeno hori izan da tarteko Z belaunaldian kulturalki interbenitzea posibilitatu duen maniobretako bat, millennial belaunaldia, niniak, atzean utzi eta gazteria eredu berri bat ekoitzi duena. Horregatik, tentuz ibili beharra dugu, burgesiaren politikek ez dutelako proletalgoa salbatuko, ez dagoelako horien partetik azpijokoa ez den beste ezer. (gedar.eus)

[CAS: Así, se ha ido educando a una juventud más sumisa, una juventud que se ha infantilizado notablemente. Así, el intervalo de edad que abarca la juventud va aumentando poco a poco, condenándonos a esta fase de transición, perpetuándose la juventud como sujeto devaluado, negándonos los recursos económicos y materiales durante más años, y aumentando así las cuotas de poder de la burguesía con respecto al proletariado.

Este fenómeno ha sido una de las maniobras que han permitido intervenir culturalmente en la generación Z, ya que ha dejado atrás a la generación millennial, a los ninis y ha creado así un nuevo modelo de juventud. Las políticas de la burguesía, aún dadas en forma de ayuda, no salvarán al proletariado, porque no hay nada que no sea juego sucio por su parte.]

terça-feira, 2 de junho de 2020

«Datozen lan erreformak» [Las reformas laborales que vienen]

[De Adam Radomski] Zinismo hutsa da PSOEk lan-erreforma indargabetzeaz hitz egitea, gainerako erreforma guztietatik independentea balitz bezala, are gehiago aurreko erreforma berea denean. […] Beraz, Ongizate Estatua likidatzea ez da «kolore» kontua; kapitalismoaren egiturazko beharrei erantzuten die, desagerpen hori alderdi batek ala besteak kudeatu. PSOE proletalgoari eraso egiteko bide sozialdemokrata da, baina azken finean, ez dio eraso izateari uzten. (gedar.eus)

[CAS.: Que el PSOE hable de derogar la reforma laboral, como si fuera algo independiente del conjunto de reformas, es puro cinismo, más cuando la anterior es suya. […] Por tanto, liquidar el Estado de Bienestar no es cuestión de «colores» sino que responde a necesidades estructurales del capitalismo, independientemente de quién gestione su desaparición. El PSOE es la vía socialdemócrata de ataque al proletariado, pero ataque, al fin y al cabo.]

sábado, 30 de maio de 2020

«O desemprego real é muito superior ao desemprego oficial e ao desemprego registado»

[De Eugénio Rosa] Entre 15/3/2020 e 20/5/2020, o total acumulado de pedidos de emprego aumentou em 814,8%, ou seja, nove vezes mais. E isto apenas em 2 meses. É um indicador da destruição maciça de emprego que se está a verificar, lançando milhares e milhares de trabalhadores no desemprego, deixando-os sem trabalho, que é a sua única fonte de rendimentos para viver (eles e suas famílias). E nesse número não estão incluídos 1 325 635 trabalhadores inscritos para lay-off, mais de meio milhão dos quais o governo não prevê apoiar. António Costa já afirmou que «vamos ter dois anos muito duros». Se, como já se verifica agora, o peso das dificuldades é para cair em cima dos que já pouco ou nada têm, espera-se que a lição da «austeridade» tenha ficado aprendida, e que a resposta dos trabalhadores e do povo esteja à altura. (odiario.info)

sexta-feira, 29 de maio de 2020

Índia: o maior confinamento do mundo deixa um rasto de grande pobreza

Dirigentes do PCI (M) estão entre as vozes que acusam Narendra Modi de má preparação e gestão do confinamento na Índia. Estima-se que, só em Abril, 122 milhões de pessoas tenham ficado sem trabalho.

Em Abril – e este mês também – repetiram-se as caravanas de trabalhadores migrantes, a fugir da fome e do desemprego, a caminho das suas terras, e que sobreviveram, em alguns casos, com a ajuda dos militantes do PCI (M), que, nos vários estados, organizaram cozinhas comunitárias e centros de distribuição de comida junto às estradas.

No entanto, como tem sublinhado alguma imprensa, a maioria destes trabalhadores não arranja meios de subsistência no campo e, apesar da precariedade e da exploração a que são sujeitos nos centros urbanos, vão acabar por regressar às cidades. (Abril)

quarta-feira, 27 de maio de 2020

«Esta epidemia llegó cuando ya estaban sufriendo los efectos de otra epidemia: el neoliberalismo»

[Entrevista de Ornelio Borroto a ABEL PRIETO, político, escritor e presidente da Casa das Américas] «Yo no creo que a nadie se le debería ocurrir hoy defender la privatización del sistema de salud de un país, que a nadie se le ocurra que un hospital sea una especie de empresa, que los pacientes sean vistos como clientes, que la industria farmacéutica esté en función del lucro, todos esos dogmas neoliberales se han resquebrajado, con este golpe tan duro que ha sufrido nuestro planeta y sobre todo las personas más vulnerables, porque a millones de personas en el mundo esta epidemia les llegó cuando ya estaban sufriendo los efectos otra epidemia: el neoliberalismo.

«¿Cómo va a ser la cuarentena para los sin techo? ¿Cómo va a ser la cuarentena para esos que viven bajo los puentes? ¿Cómo se lavan las manos? ¿Cómo mantienen una distancia prudencial cuando están hacinados en unas casas de cartón o de lata? Los pobres de la Tierra, como decía Martí, en esos pobres se ha ensañado esta terrible enfermedad.» (lahaine.org)

sábado, 16 de maio de 2020

«Covid-19: dois países nos EUA»

[De Jorge Cadima] Tal como no rescaldo do furacão Katrina em 2005, a epidemia Covid-19 põe a nu, de forma brutal, a realidade social da superpotência imperialista e o total desprezo das classes dominantes para com os trabalhadores e o povo dos EUA. Nem a comunicação social de regime consegue esconder essa realidade dramática.

«Em muitos países, e nomeadamente nos centros imperialistas que são hoje o epicentro da epidemia, uma crise de saúde pública está a transformar-se numa catástrofe social. Mas as classes dominantes ao serviço do grande capital estão já a procurar usar a crise provocada pelo coronavi írus SARS-CoV-2 como pretexto para justificar mais prebendas para o grande capital e mais sacrifícios para quem trabalha. Tal facto, que marca todo o mundo capitalista, é particularmente evidente nos Estados Unidos da América.» (odiario.info)

quinta-feira, 14 de maio de 2020

«Normaltasun berria | La nueva normalidad»

[De KapitalaEtaBirusa] En los medios de comunicación anuncian ya que «lo peor ha pasado». Se ha logrado doblar la curva y ahora es tiempo de pensar en cómo será la «nueva normalidad». Por suerte, aún no hemos olvidado que la vieja normalidad era ya un problema para la mayoría de nosotras; de hecho, aún recordamos que esa normalidad (el normal funcionamiento de la sociedad capitalista) era el problema. (BorrokaGaraiaDa)