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quinta-feira, 13 de agosto de 2020

«Outra Hiroshima aproxima-se – se não a travarmos desde já»

[De John Pilger] Hiroshima e Nagasaki foram actos de assassínio em massa premeditados que deram início a uma arma de criminalidade intrínseca.
Foram justificados por mentiras que constituem o fundamento da propaganda de guerra dos EUA no século XXI, lançando um novo inimigo e alvo – a China. (odiario.info)

quinta-feira, 6 de agosto de 2020

Hiroxima e Nagasáqui são «grito de alerta» para hoje

A dimensão do «crime» fica também expressa no «número de vítimas e na brutalidade dos seus efeitos: mais de 100 mil mortos no momento das explosões e outros tantos até ao final de 1945, na sequência dos ferimentos».

O CPPC sublinha que recordar Hiroxima e Nagasáqui é sobretudo um «grito de alerta» para os riscos que hoje existem: tendo em conta a dimensão e potência dos actuais arsenais nucleares, «uma guerra nuclear não se limitaria a replicar as consequências de Hiroxima e Nagasáqui, antes as ampliaria a uma escala nunca vista». (Abril)

sábado, 3 de agosto de 2019

Lembrando Hiroxima e Nagasaki, CPPC apela ao fim das armas nucleares

Quando passam 74 anos sobre os bombardeamentos nucleares norte-americanos das duas cidades japonesas, o CPPC reafirma «a necessidade e urgência de pôr fim a este tipo de armamento».

O crime que constitui o lançamento de bombas atómicas em Hiroxima e Nagasaki – perpetrado a 6 e 9 de Agosto de 1945, respectivamente – fica na história como um dos mais bárbaros actos de agressão contra populações civis. A sua dimensão fica desde logo «expressa no número de vítimas e na brutalidade dos seus efeitos: mais de 100 mil mortos no momento das explosões e outros tantos até ao final de 1945, na sequência dos ferimentos», lê-se num comunicado emitido esta quinta-feira pelo Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC). (Abril)

terça-feira, 5 de fevereiro de 2019

Ha muerto la última esclava sexual de los colonialistas japoneses

Las clases sociales, la lucha entre ellas y la historia que resulta de su evolución muestran un aspecto muy diferente de «la mujer» que tiene poco que ver con la caricatura del «feminismo» burgués y que silencia fenómenos como la esclavitud sexual de las mujeres coreanas bajo la dominación colonial japonesa.
[...]
Kim Bok-dong fue una de aquellas mujeres esclavizadas en los burdeles militares, no por «el hombre» sino por el colonialista japonés. Su servidumbre no empezó al nacer mujer sino al nacer el colonialismo en su país y, naturalmente, murió con él en 1945 gracias a una guerra que ganaron la URSS y los antifascistas de todo el mundo. (movimiento político de resistencia)

domingo, 12 de agosto de 2018

70 mil contra presença militar dos EUA em Okinawa

Mais de 70 mil japoneses protestaram este sábado contra a presença militar e a relocalização de uma base norte-americana na ilha de Okinawa.

Os manifestantes, que se juntaram num parque da capital da prefeitura de Okinawa, Naha, ontem, contestam a presença militar norte-americana e a intenção de relocalizar a base aérea Futenma, junto à cidade de Ginowan (com mais de 90 mil habitantes) para a baía de Henoko, com o apoio activo do governo central nipónico. (Abril)