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quarta-feira, 5 de dezembro de 2018

«Red Light District: as montras da satisfação dos homens»

[De Lúcia Gomes] As mulheres em montras. Os homens em excursões a avaliá-las e a comprá-las. E toda uma cidade em torno destas ruas estreitas onde vivem fantasmas, com medo de serem captadas por máquinas, com precauções de segurança para não serem mortas enquanto a economia floresce à sua custa.

Todas as setas vão dar ao Red Light District. E até hoje não sei se deveria ter estado num local onde mulheres são exibidas para escolha das hordas masculinas para satisfação única dos seus desejos.

Ali vi predadores, desumanidade, despersonalização, negócio e vidas em perigo. […] E não quero ver uma única pessoa a ser vendida como mercadoria. (manifesto74)

segunda-feira, 17 de setembro de 2018

Míssil que derrubou avião malaio pertencia à Ucrânia, garante a Rússia

De acordo com os documentos mostrados pelos militares russos – alguns dos quais foram desclassificados para esta ocasião –, o míssil foi fabricado na região de Moscovo em 1986, tendo seguido a 29 de Dezembro desse ano para a unidade militar 20152, localizada na então República Soviética da Ucrânia. E nunca foi transportado de volta para a Rússia, indica a RT.

A unidade é hoje o 223.º regimento de defesa anti-área das Forças Armadas Ucranianas e participou na ofensiva contra as forças antifascistas da região do Donbass, no Leste do país, em Junho de 2014, disse o general Parshin.
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Também na conferência de imprensa desta segunda-feira, os militares russos apresentaram uma gravação em áudio de comunicações entre militares ucranianos e que, em seu entender, prova o envolvimento da Ucrânia no abate do MH17.

Uma das vozes que a gravação, obtida em 2016 na região de Odessa, permite ouvir é, de acordo com os militares russos, a do coronel Ruslan Grinchak, integrado numa brigada responsável pelo controlo de radar do espaço aéreo ucraniano, na zona do Donbass, onde ocorreu o abate do avião.

Grinchak discute o risco de voar sobre o espaço aéreo da Ucrânia e, no meio de várias queixas, afirma que, se as restrições não forem respeitadas, «nós fodemos outro Boeing malaio». (Abril)

quinta-feira, 15 de fevereiro de 2018

«Un millón de razones: Indonesia 1965»

[De Chema Sánchez] En plena Guerra Fría, EEUU se percata del «peligro» y teme por este crecimiento excesivo (para sus intereses) del movimiento comunista internacional en otra región tan habitada del globo terráqueo. El secretario de Estado norteamericano, John Foster Dulles, declaró que «el PKI se había convertido en el principal problema en Indonesia» y el embajador norteamericano explicaba que no era posible vencerles «recurriendo a los medios democráticos ordinarios». La intervención estaba asegurada.
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Cuando el PKI se convirtió en una seria amenaza para los intereses de los poderosos, se produjo «inesperadamente» el asesinato de 6 generales nacionales por mandos intermedios del ejército (Movimiento 30 de septiembre). Fue la excusa perfecta para achacárselo sin pruebas al partido comunista como único culpable y, de paso, acusarlo de golpista. A partir de aquí, da comienzo el periodo denominado: «La masacre de 1965», llevado a cabo por una confluencia despiadada entre fuerzas armadas nacionales, los privilegiados líderes religiosos, las mafias callejeras y, cómo no, el «Tío Sam». (redroja.net)