[De Jorge Cadima] Após o final da II Guerra Mundial, o imperialismo empreendeu uma violentíssima ofensiva contra os processos de libertação nacional que a derrota do nazi-fascismo desencadeara. Aliás, boa parte da sua elite dirigente desejara que a guerra tivesse outros vencedores. A barbaridade da guerra da Coreia, iniciada em 1950, superou mesmo a violência das destruições e massacres dos fascistas japoneses. (odiario.info)
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domingo, 12 de julho de 2020
«70 anos: guerra da Coreia, barbárie imperialista»
[De Jorge Cadima] Após o final da II Guerra Mundial, o imperialismo empreendeu uma violentíssima ofensiva contra os processos de libertação nacional que a derrota do nazi-fascismo desencadeara. Aliás, boa parte da sua elite dirigente desejara que a guerra tivesse outros vencedores. A barbaridade da guerra da Coreia, iniciada em 1950, superou mesmo a violência das destruições e massacres dos fascistas japoneses. (odiario.info)
sábado, 28 de março de 2020
Sanções afectam «mais de um terço da humanidade» e dificultam combate à pandemia
China, Rússia, Irão, Síria, Coreia do Norte, Cuba, Venezuela e Nicarágua enviaram uma carta conjunta ao secretário-geral das Nações Unidas, exortando-o a solicitar o levantamento imediato das sanções.Em plena «pandemia global resultante da Covid-19», o «impacto negativo no bem-estar» dos povos «está-se a agravar e a multiplicar ainda mais» com a «promulgação e aplicação de medidas coercitivas unilaterais», que «afectam mais de um terço da humanidade», denunciam. (Abril)
terça-feira, 1 de outubro de 2019
Vietname defende diálogo sem ingerências na Venezuela
O dirigente do PSUV elogiou os avanços da economia e da sociedade vietnamitas, e deixou clara a vontade do seu país em reforçar os laços de amizade com o país asiático, avançando para uma nova etapa das relações bilaterais de cooperação económica e de solidariedade, quando se aproxima o 30.º aniversário das relações diplomáticas Vietname-Venezuela.A presidente da Assembleia Nacional, Kim Ngan, disse ainda: «Nós também estivemos no vosso lugar; depois da guerra, sofremos um forte bloqueio, e isso obrigou-nos a melhorar a produção, ao ponto de hoje podermos dizer que somos um dos grandes exportadores de arroz. Assim, tenho a certeza de vocês também conseguirão [vencer].» (Abril)
sábado, 16 de março de 2019
«Corea del Norte: comandos paramilitares en Madrid»
[De Higinio Polo] Como si el poder imperial norteamericano quisiera recordar los límites de la libertad en España y en la Unión Europea, resaltar la vulnerabilidad de las legaciones diplomáticas en España, y señalar ante el mundo su abierto desprecio del derecho internacional, un comando paramilitar de la CIA, compuesto por diez hombres encapuchados y armados, asaltó el 22 de febrero pasado la embajada de la República Popular Democrática de Corea en Madrid. (lahaine.org)
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terça-feira, 5 de fevereiro de 2019
Ha muerto la última esclava sexual de los colonialistas japoneses
Las clases sociales, la lucha entre ellas y la historia que resulta de su evolución muestran un aspecto muy diferente de «la mujer» que tiene poco que ver con la caricatura del «feminismo» burgués y que silencia fenómenos como la esclavitud sexual de las mujeres coreanas bajo la dominación colonial japonesa.[...]
Kim Bok-dong fue una de aquellas mujeres esclavizadas en los burdeles militares, no por «el hombre» sino por el colonialista japonés. Su servidumbre no empezó al nacer mujer sino al nacer el colonialismo en su país y, naturalmente, murió con él en 1945 gracias a una guerra que ganaron la URSS y los antifascistas de todo el mundo. (movimiento político de resistencia)
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terça-feira, 18 de setembro de 2018
Conselho Mundial da Paz solidário com Cuba e a Coreia Popular
O secretário executivo do Conselho Mundial da Paz (CMP), Iraklis Tsavdaridis, manifestou-se a favor da República Popular Democrática da Coreia e de Cuba, «porque defendem causas justas».Numa outra parte da entrevista, Iraklis Tsavdaridis solicitou «o apoio universal nas Nações Unidas e noutros espaços ao fim do bloqueio económico, comercial e financeiro imposto pelos Estados Unidos a Cuba há quase seis décadas», bem como à exigência do «desmantelamento, com a maior celeridade, da Base Naval de Guantánamo». «Essa terra pertence a Cuba e Washington está a ocupá-la ilegalmente», sublinhou. (Abril)
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sexta-feira, 8 de junho de 2018
Rodeada de incógnitas e segurança, cimeira de Singapura está a postos
Desde o fim da guerra, os EUA boicotaram as tentativas de paz e reunificação da Península da Coreia, e podem voltar a fazê-lo agora. Em todo o caso, Trump e Kim vão mesmo reunir-se esta terça-feira.Aquilo que será concretizado em Singapura e, eventualmente, em encontros futuros é naturalmente uma incógnita, mas os passos até agora trilhados num caminho positivo só poderão fazer mais caminho se a soberania da RPDC e os anseios de paz do povo coreano forem respeitados.
Não haverá acordo e paz sem cedências de ambas as partes, nomeadamente dos EUA, que arrasaram o Norte da Coreia entre 1950 e 1953, numa sangrenta guerra em que foi eliminada 20% a 30% da sua população – como hoje é reconhecido pelos próprios norte-americanos.
Não é possível aferir o sentido desta cimeira sem ter presente que os EUA, que fazem exigências claras à RPDC no sentido da desnuclearização unilateral, investem somas astronómicas em material militar, detêm aproximadamente 40% do total de ogivas nucleares existentes no mundo e são responsáveis pela militarização massiva da República da Coreia, de onde não parecem querer retirar contingentes e onde continuam a realizar grandes manobras militares. (Abril)
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quarta-feira, 16 de maio de 2018
Coreia do Norte quer diálogo e não «rendição ao estilo líbio»
Citado pela agência noticiosa norte-coreana KCNA, Kim Kye-gwan afirmou esta quarta-feira que o futuro da cimeira entre Pyongyang e Washington, agendada para 12 de Junho em Singapura, e o das relações bilaterais entre ambos os países «seria claro» caso Washington insista numa «desnuclearização ao estilo líbio».O vice-ministro dos Negócios Estrangeiros da República Popular Democrática da Coreia (RPDC) denunciou a «ofensiva de pressões e sanções» em curso contra o seu país e acusou Washington de interpretar mal «a generosidade e as medidas decididas [da RPDC] como um sinal de fraqueza». (Abril)
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sexta-feira, 26 de janeiro de 2018
«É um suponhamos»
[De Anabela Fino] A decisão da República Popular Democrática da Coreia, vulgo Coreia do Norte, de participar nos próximos Jogos Olímpicos de Inverno, na Coreia do Sul, tem dado azo a peculiares artigos nos órgãos de comunicação social.[...]
O mais curioso, no entanto, são as acrobacias a que certos plumitivos se têm dedicado para tentar explicar o inexplicável, a saber, o facto de Hyon Song-wol, líder do grupo pop feminino Moranbong, ter voltado do mundo dos mortos (e a avaliar pelas fotografias em muito bom estado de conservação) para dirigir a delegação norte-coreana ao Jogos. É o que se pode classificar de autêntico milagre.
[...]
O caso, diga-se em abono da verdade, nem sequer é inédito. Os morto-vivos são mais comuns do que se poderia pensar na Coreia do Norte. Que o diga o ex-chefe do Exército norte-coreano, Ri Yong Gil, executado em Fevereiro de 2016, que uns meses depois voltou do reino dos mortos para assumir novos cargos, só para citar um exemplo. (avante.pt)
quinta-feira, 14 de dezembro de 2017
«A mais mortífera campanha de bombardeamento da história»
[De Ted Nace] No momento em que o mundo observa com preocupação o crescimento de tensões e a retórica belicosa entre os Estados Unidos e a Coreia do Norte, um dos aspectos mais notáveis da situação é a ausência de qualquer reconhecimento público da razão subjacente para os temores norte-coreanos – ou, como foi chamado pela embaixadora nas Nações Unidas, Nikki Haley, o «estado de paranóia» – nomeadamente a horrenda campanha de bombardeamento incendiário efectuada pela US Air Force durante a Guerra da Coreia e a mortandade sem precedentes que dela resultou.Os fatos totais nunca serão conhecidos, mas a evidência disponível aponta para a conclusão de que o bombardeamento incendiário de cidades e aldeias da Coreia do Norte provocaram mais mortes civis do que qualquer outra campanha de bombardeamento da história.
O historiador Bruce Cumings descreve a campanha de bombardeamento como «provavelmente um dos piores episódios de desenfreada violência americana contra outro povo, mas certamente poucos americanos sabem disso». (PCB)
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terça-feira, 17 de outubro de 2017
«Península da Coreia: CPPC apela ao desarmamento e à defesa da paz»
É com grande preocupação que o CPPC observa a evolução da situação na Península da Coreia. Assim, considera urgente a busca de uma solução negociada para o conflito, que vise a reunificação pacífica da Coreia e garanta ao seu povo o direito à paz, à soberania e à independência.[...]
Dificilmente se poderá «compreender os actuais desenvolvimentos na situação da Península da Coreia se não se tiver presente que os EUA promoveram e desencadearam uma guerra brutal na Coreia entre 1950 e 1953, que provocou milhões de mortos e uma imensa destruição, e que, concluído um armistício em 1953, passaram 64 anos sem que tenham dado passos para assinar um acordo de paz», frisa o CPPC.
Lembra ainda, entre outros elementos, que os EUA dividiram a Península em duas partes, que têm promovido contra a RPDC uma política de «isolamento, sanções, ameaças e planos de ataque militar», e que consideram a Ásia-Pacífico como uma região prioritária, tendo vindo a incrementar ali a sua presença militar. (Abril)
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sexta-feira, 13 de outubro de 2017
«Pyongyang reconoce a Crimea como parte de la Federación de Rusia»
«La República Popular Democrática de Corea (RPDC) respeta los resultados del referéndum celebrado en Crimea sobre la adhesión de la península a la Federación de Rusia, considera sus resultados legítimos y en conformidad plena con las normas jurídicas internacionales», indica la embajada norcoreana en dicha red social.De esta manera, Pyongyang ha desvelado su posición en relación con Crimea ante la Organización de las Naciones Unidas (ONU). Crimea se incorporó en 2014 a la Federación de Rusia.
La península en cuestión se escindió de Ucrania y se reincorporó a Rusia tras celebrar en marzo de 2014 un referéndum en el que la aplastante mayoría de votantes, más del 96 por ciento, avaló esa opción. (diario-octubre.com)
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