domingo, 22 de abril de 2018

«Barkatu / Perdón»

[De Ion Iurrebaso Atutxa, ex-preso político da ETA (eus./cas.)] ETA, en los tiempos en el que ya se ha entregado política, ética y estéticamente (con palomas incluidas), cuando ha entregado todo su bagaje, incluso llega a decir que todo lo acontecido (los casi 60 años de lucha político militar por la supervivencia de Euskal Herria y su Pueblo Trabajador Vasco) jamás debiera haber ocurrido. Esta última frase cuando menos refleja el rechazo a su pasado. Es decir, pide perdón, rechaza su pasado y promete en nombre de las generaciones futuras que nunca volverá a ocurrir.

Y algunos nos preguntamos si cualquier día de estos tendremos que ver, con tanto perdón y mentira, a alguno que se arrepentirá hasta de haber nacido para complacer a nuestros enemigos. Todo ello para que los partidos de orden, los partidos del sistema, los partidos de mandato burgués o reformista, junto con los Estados, todos ellos instrumentos del capital, dejen un hueco a la supuesta Resistencia vasca que acata y navega encantada por las acotadas piscinas de nuestros enemigos. (lahaine.org)

Iniciativa em Iruñea de apoio à Caravana Antifascista e ao povo do Donbass

No próximo dia 28, tem lugar na capital navarra uma iniciativa de apoio à IV Caravana Antifascista e ao povo do Donbass, no Leste da Ucrânia, promovida pelo Euskal Herria - Donbass elkartasun komitea, a Brigada Ruben Ruiz Ibarruri, o Errotxapeako Gaztetxea e o Maravillas Gaztetxea.

No gaztexte Maravillas, haverá a exibição de um documentário (11h30), seguida de uma conferência e de um debate. Às 14h30, realiza-se o almoço solidário, para o qual é necessário comprar entrada.

No gaztetxe de Errotxapea, as portas abrem-se às 19h00, havendo lugar à venda de materiais diversos. Às 20h00, tem início os concertos, com a participação das bandas Suzio 13, Obsesión Fatal, Gadafiste Brothers & Sisters e Banda Bassotti.

O dinheiro que se juntar destina-se a apoiar o povo do Donbass. / Ver: SareAntifaxista e EH-Donbass Elkartasun Komitea

«Quatro mortos e centenas de feridos na quarta sexta-feira de protestos em Gaza»

As manifestações da Grande Marcha do Retorno ficaram marcadas pela forte repressão das forças israelitas. A Palestina anunciou que vai denunciar na ONU as atrocidades cometidos por Israel em Gaza.

Estima-se que entre 5000 e 10 mil palestinianos tenham participado nas manifestações de sexta-feira junto à vedação que cerca a Faixa de Gaza. De acordo com as informações divulgadas ao final da tarde, pelo Ministério da Saúde em Gaza, a repressão das forças israelitas provocou pelo menos quatro mortos, um deles menor, e mais de 700 feridos.

A mesma fonte, citada pelo Movimento pelos Direitos do Povo Palestino e pela Paz no Médio Oriente (MPPM), revelou que 305 pessoas foram hospitalizadas, 156 das quais tinham sido atingidas por balas reais.

Entre os quatro mortos conta-se Mohammed Ayoub, de 15 anos. A equipa de socorro que evacuou o menor afirmou que este foi atingido na cabeça com munições reais, a cerca de 50 metros da vedação, sem haver quaisquer indícios de que representava uma ameaça para as forças israelitas. (Abril)

«Más vivo que nunca, Lenin sigue cumpliendo años; hoy 148»

Hace 148 años, el 22 de abril de 1870, nació Vladimir Ilich Ulianov, más conocido por Lenin. Bastantes años después, este tuvo dos grandes maestros en Carlos Marx y en Federico Engels, cuyos textos comenzó a estudiar durante el invierno de 1895. Nadie como él fue capaz de interpretar toda la esencia de la teoría marxista, llevándola a la práctica sin vacilaciones, porque, según sus propias palabras, no hay más que una sola filosofía para el proletariado: el marxismo. Lenin, además, fue capaz de desarrollarla y de enriquecerla.

Él comprendió que la creación del sistema colonial era parte del desarrollo del imperialismo moderno y que el problema nacional era una de sus consecuencias. (diario-octubre.com)

sexta-feira, 20 de abril de 2018

França extraditou a presa política basca Saioa Sanchez

O Estado francês executou ontem a extradição da presa política Saioa Sanchez Iturregi (Berango, Bizkaia), que ficou sob custódia da Polícia espanhola, na sequência de um pedido feito pela Audiência Nacional espanhola. O tribunal de excepção pretende julgá-la no âmbito de um processo judicial ali aberto.

Saioa, que está a cumprir uma pena de 28 anos no Estado francês, será devolvida ao Hexágono após o julgamento em território espanhol, onde o Ministério Público deverá pedir que seja condenada a 15 anos de cadeia, tal como os bilbotarras Bea Etxebarria e Iñigo Zapirain, também envolvidos no mesmo processo. Saioa devia passar hoje pelo tribunal.

Numa nota, o Movimento pró-Amnistia e contra a Repressão (MpA) informa que este julgamento é a repetição do que teve lugar em Setembro de 2015. Então, os três militantes foram condenados, pese embora Bea Etxebarria ter dado conta das torturas sofridas na esquadra. No entanto, o Supremo Tribunal espanhol anulou a sentença e decretou a repetição do julgamento, por entender que não tinha sido investigada a denúncia de torturas de Iñigo Zapirain.

O MpA «não atribuiu qualquer legitimidade para julgar militantes bascos a esse tribunal de excepção nem a nenhuma outra instituição do Estado espanhol» - «e menos ainda quando os julgamentos se baseiam nas torturas aplicadas a militantes bascos pelas forças de ocupação», lê-se no texto.

Ao invés, o MpA exige a «perseguição, detenção e condenação daqueles que levaram a cabo e ordenaram a tortura», sublinhando que «não vai permitir que quem veio fazer a guerra ao nosso povo continue a fazer a apologia da tortura», nestes tempos que são «de criminalização da luta e de justificação do terrorismo de Estado». / Ver: amnistiAskatasuna 1 e 2

«Ante las informaciones aparecidas en "Gara" sobre el ataque a Siria»

[De Siriaren Alde, plataforma basca de apoio à Síria] Este miércoles pasado, 11 de abril, a raíz del ruido militar y mediático que se vive en Siria, nos encontramos con la sección Gara-Mundua del diario GARA. En concreto, con el artículo «Paradojas de una guerra que hace años que mató a la verdad» firmado por Dabid Lazkanoiturburu. En relación a ello, deseamos negar y argumentar diversas afirmaciones aparecidas en dicho artículo. / Ver: lahaine.org ou @SiriarenAlde (cas. / eus.)

«Seguir o chefe, mesmo que se chame Donald Trump»

[De José Goulão] Há que distinguir, porém, entre o cidadão comum, certamente mais dependente da comunicação social que lhe chega sem fazer qualquer esforço, daqueles que têm outros níveis de responsabilidade política e social, como os deputados, os ministros, o primeiro-ministro, o Chefe de Estado.

É lamentável que a maioria dos eleitos da Assembleia da República tenham dado como confirmada a história do suposto ataque químico de Douma, apenas com base na versão dos «Capacetes Brancos», e não se informassem mais pluralmente antes de votar – assumindo como dogma as posições belicistas da NATO e da União Europeia, como seu braço civil.

É confrangedor que o primeiro-ministro António Costa tenha permitido que o Chefe de Estado envolvesse o governo na sua grotesca e submissa declaração de cumplicidade com uma agressão militar ilegal; e que, não contente com isso, tenha adoptado o mesmo tom subserviente na sua própria declaração. (Abril)

Banda Bassotti - «Un Altro Giorno d'Amore»

Tema incluído no álbum homónimo (2001) da banda romana. [Letra aqui] Euskadi! Askatasuna!

quinta-feira, 19 de abril de 2018

Solidariedade com o Donbass em Euskal Herria

Em Ezkerraldea (Bizkaia) está em curso uma recolha solidária de vários materiais para enviar para o Donbass, no Leste da Ucrânia. O material necessário está referido no cartaz, assim como os pontos de entrega. Passa das palavras aos actos e ajuda!
«Gogoratu oraindik hilabete osoan zehar Donbassera bidaltzeko bilketa solidarioa jarraitzen duela. Ez begiratu kartel hau beste bat gehiago izango balitz bezala, eraman ezazu elkartasuna hitzetatik ekintzetara eta LAGUNDU!» (@berrirohemen)

Polícia espanhola prende activista canário por criticar os monarcas espanhóis

A Polícia Nacional espanhola prendeu esta manhã, em Tenerife, o conhecido activista Roberto Mesa, por alegadas injúrias aos Bourbons divulgadas numa rede social.

Roberto Mesa, activista canário a favor do povo saarauí e ligado a outras causas, foi preso esta manhã numa cidade da ilha de Tenerife, sendo depois levado para uma esquadra Polícia espanhola em Santa Cruz de Tenerife, onde um grupo de pessoas de concentrou em seu apoio.

De acordo com a irmã, Sara Mesa, a Polícia entrou no apartamento aos pontapés, tendo levado Roberto Mesa algemado e apreendido o seu computador e telemóvel. A advogada de Mesa, Alicia Múgica, também confirmou estes dados. Na operação de detenção, a Polícia recorreu pelo menos a seis viaturas.

A detenção ocorre na sequência de um processo judicial instaurado pelo Tribunal de Santa Cruz de Tenerife, no âmbito do qual Mesa é acusado de «um crime de ódio» e de «injúrias» pelos comentários que lançou no Facebook por ocasião da visita do rei espanhol às Canárias, em Março.

Montou-se um arraial porque Roberto Mesa terá afirmado «Los borbones a los tiburones» ou «Me cago en la monarquía, en el rey y en todos sus cuerpos represivos». Um arraial como tantos outros no Estado espanhol, para intimidar e silenciar pessoas social e politicamente comprometidas, e incómodas ao capitalismo e ao fascismo em Espanha. / Mais info: aqui, aqui e aqui

«Los Borbones son unos Ladrones»Os boibões são uns ladrões!

Eustakio Mendizabal, «Txikia», 45 anos de lembrança

O mítico militante da ETA, poeta e euskaltzale Eustakio Mendizabal, Txikia, foi morto em Algorta (Getxo, Bizkaia) no dia 19 de Abril de 1973; faz hoje 45 anos. Em Getxo, há nove anos, retiraram o seu nome à praça no local onde tinha falecido. Em Leioa, mudaram o nome à Avenida Txikia. Há poucos anos atrás algumas iniciativas em sua homenagem foram proibidas com o argumento de que se tratava de um militante da ETA.

Contra os que querem apagar o seu nome e a sua memória, deixamos uma passagem escrita pelo próprio Txikia: «Ikastol eta eliz askotan / Atea didate itxi; / Atzerritarrak eta seme askok / Lapur bat antzo ezetsi / Nere izena apaldu arte / Iñoiz ezin dute etsi... / Zer egin diet etsai bezala / Ainbat nazaten gaitzetsi?»  

«Txikia, 1973»Vídeo histórico divulgado pela plataforma anti-repressiva de Uribe Kosta, etengabe (aseh)

Ver tb: «Dezenas de pessoas reivindicaram a memória de Txikia em Algorta (Out. 2016)» (aseh)

«De que se ri Lakeith»

[De António Santos] A comunicação social dominante celebrou o caso com apetites sádicos disfarçados de lição de humildade: seria preciso punir exemplarmente a arrogância de quem assalta uma casa e ainda se ri. Mas Jennifer Bolton, a advogada de Lakeith, contou-me uma versão diferente: «ao contrário do que foi dito, ele não se estava a rir do juiz.

Estava a sorrir porque já sabia o que espera um jovem negro perante um júri cem por cento branco no Alabama. No mês passado, um caso famoso de pedofilia terminou com uma pena de quatro anos. O Lakeith arrombou uma casa quando tinha quinze anos e apanhou 65 anos porque não era uma criança: era, como disse o juiz, “um animal”».

E não é só Lakeith. Nos EUA, todos os anos 250 mil crianças são «julgadas como adultos» por decisão judicial. 84 por cento destas crianças são negras e acabam encarceradas em prisões de adultos. (avante.pt)

quarta-feira, 18 de abril de 2018

Hala Bedi leva Governo de Lakua a tribunal depois de impor Lei da Mordaça a jornalista

Depois de quase um ano de processo, o Departamento de Segurança do Governo de Lakua [não existe um Governo basco; talvez no futuro] confirmou a sanção contra o jornalista da Hala Bedi Mikel Sáenz de Buruaga, a quem aplicou a Lei da Segurança dos Cidadãos por gravar uma intervenção policial no bairro gasteiztarra de Errekaleor.

A Hala Bedi anunciou que levará o caso «até ao fim», para fazer frente ao que considera «um ataque à liberdade de informação». Um ataque que, segundo denunciam, «se baseia num relatório falso elaborado pela Ertzaintza».

Também criticou duramente a atitude do governo autonómico, por aplicar «uma lei injusta que viola os direitos civis e políticos» e dar «cobertura institucional a uma montagem policial» - e mais ainda tendo em conta que o Parlamento de Gasteiz assumiu o compromisso de não aplicar a lei referida, aprovada pelos fascistas do PP espanhol.

No final do processo administrativo, que classifica como «kafkiano», a Hala Bedi considera que foi gravemente violado o seu direito à defesa, na medida em que foram ignoradas e rejeitadas todas as provas apresentadas, incluindo documentos audiovisuais e depoimentos de testemunhas presenciais que contradizem a versão policial.

Além disso, diversos elementos levam a Hala Bedi a entender que, «efectivamente, se está perante uma montagem policial», construída não no dia dos factos [18 de Maio de 2017], mas posteriormente, como «castigo pelo trabalho jornalístico desenvolvido em Errekaleor» e como «vingança pela denúncia pública» realizada após a agressão sofrida naquele dia.

Governo de Lakua aplica Lei da Mordaça a jornalista da Hala BediMais info: halabedi.eus

«¿Qué es terrorismo? ¿Y tú me lo preguntas?»

[De Borroka Garaia] Ni que decir tiene que los supuestos hechos de Altsasu que se juzgan ahora en ese tribunal de Madrid que se hace llamar audiencia nacional y que no es otra cosa que el tribunal de orden público franquista con otro nombre y los mismos jueces, no tiene nada que ver con terrorismo.
Sino que la palabra terrorismo en un principio fue metida a calzador por el estado español para deslegitimar a la resistencia anti-franquista y después extendida en el tiempo para los y las que no aceptaron la reforma franquista, especialmente para la resistencia vasca.

La doble función que cumple el uso de tal término por una parte sirve para volver irracional cualquier tipo de entendimiento que pueda encauzar una guerra a un final que resuelva un conflicto político que se reniega incluso de su existencia y por otro lado poder elevar indiscriminadamente las consecuencias de las penas y la represión bajo una cobertura falsa, y que éstas puedan ser extendidas a cada vez más sectores sociales. Todo esto tiene unos objetivos políticos claros de dominación.

Así, en Euskal Herria hemos conocido durante décadas periódicos, revistas y webs terroristas, agrupaciones culturales, sociales y políticas terroristas, payasos y grupos de música terroristas, ikastolas, profesores y abogados terroristas, manifestaciones y concentraciones terroristas, sindicalismo terrorista, movimiento popular y juvenil terrorista, instituciones nacionales terroristas, artículos, tweets y textos terroristas… Así se acumulan siglos de prisión, torturas, y cierres o ilegalizaciones.

Y así en el estado español cuando lo han necesitado han aparecido los titiriteros terroristas o los raperos terroristas. Y en Catalunya las protestas terroristas o las rebeliones terroristas. (BorrokaGaraiaDa)

«Hacia dónde va el frente internacional contra Venezuela»

Aunque la VIII Cumbre de las Américas fue controvertida por los múltiples casos de corrupción que apuntan a un sector de la clase política latinoamericana y francamente disminuida en su impacto internacional dada la ausencia del presidente Donald Trump y otra decena de jefes de Estado, sirvió de plataforma para intentar moldear un conjunto de agresiones contra Venezuela en el corto plazo con el objetivo de perturbar las elecciones presidenciales del 20 de mayo. (Misión Verdad)

Eskorbuto - «Mucha policía, poca diversión»

Primeira vez que a banda punk de Santurtzi (Bizkaia) apareceu na TV, em 1983.
via @momotxorroak

terça-feira, 17 de abril de 2018

«Porque son gudaris, ¡amnistía!»

[De MpA] Hoy, 17 de abril, celebramos el Día Internacional de lxs presxs políticxs. A lo largo de todo el mundo podemos encontrar presxs políticxs de distinto carácter: quienes cayeron presxs en la lucha por la libertad nacional de su pueblo, comunistas, anarquistas... Pero por encima de las diferencias, todxs tienen en común el haberse alzado ante una o varias de las barbaridades impuestas por el sistema capitalista.

La existencia de presxs políticxs deja al descubierto la cara más mezquina y repugnante de quienes están al otro lado de la barricada. Se convierten en reflejo de la injusticia y del sufrimiento que puede generar el ser humano, y también de la crueldad, el abuso y la cobardía de quienes les mantienen presxs.

Al mismo tiempo, lxs presxs políticxs sacan a la superficie otras muchas cosas buenas, ya que se convierten en símbolo de lucha, dignidad, generosidad, coraje y compromiso, siendo el fuego que alumbrará el camino a seguir por las nuevas generaciones.

El Movimiento de Liberación Nacional Vasco nació en pleno franquismo, y con él la conciencia que unió la lucha por la independencia nacional y la lucha por el socialismo. Primero la represión del Estado español y después la represión que sumaría el Estado francés, han generado más de 30.000 presxs políticxs en Euskal Herria en los últimos 60 años, teniendo que sumar a estos datos miles de fugadxs y deportadxs que la represión originó. / Ver: amnistiAskatasuna 1 e 2

«Solidaridad con los jóvenes de Altsasu y Orereta»

[De Boltxe e Comunistas de Castilla] Desde Boltxe y Comunistas de Castilla queremos mostrar nuestra solidaridad con estos jóvenes vascos, criminalizados por el Estado español, acusados con montajes policiales que demuestran el estado de excepción que vive Euskal Herria a día de hoy.

Exigimos la inmediata puesta en libertad de los jóvenes de Altsasu y Orereta y el fin de los procesos judiciales que no buscan otra cosa que amedrentar a quienes se enfrenten al aparato policial-judicial del Estado español que oprime al Pueblo vasco y niega sus derechos nacionales. / Ver: lahaine.org

«Rússia: não houve ataque químico, mas provocação dos serviços secretos britânicos»

O representante russo na Organização para a Proibição de Armas Químicas (OPAQ), Alexander Shulgin, declarou que, se as potências ocidentais têm «um elevado grau de confiança» na sua versão sobre o suposto ataque químico governamental em Douma, a Rússia vai mais além: «tem provas irrefutáveis de que não houve qualquer incidente no dia 7 de Abril em Douma», onde terá existido antes «uma provocação planeada pelos serviços secretos britânicos, eventualmente com a participação dos seus aliados seniores de Washington, com o objectivo de enganar a opinião pública internacional e justificar a agressão contra a Síria». (Abril)

«Para May a "convicção" importa mais que resultados da OPAQ»
«Fizemos o ataque agindo de acordo com os interesses do Reino Unido e não para seguir o presidente Trump», disse a chefe do governo de coligação entre os conservadores e os colonialistas ultradireitistas da Irlanda do Norte, tentando distanciar-se da colagem ao presidente norte-americano de que toda a oposição a acusa. May deixou claro que a sua convicção é mais importante do que os resultados que venham a ser divulgados pela Organização para a Proibição de Armas Químicas (OPAQ), retomando a tese de que o local do suposto ataque químico está a ser «limpo de provas pelos russos». (Abril)

Ver tb: «Partidos comunistas e progressistas condenam bombardeamento contra a Síria»

DIA DA INDEPENDÊNCIA
A 17 de Abril de 1946, as tropas francesas abandonaram o território sírio. A data é celebrada pelo povo sírio como o dia da sua independência. #chupaMACRON

«El franquismo contra la cultura: la quema de libros en la España más negra (1936–1939)»

[De Francesc Tur] Cuando se habla de quema de libros en el siglo XX, la imagen que suele venir a la retina es la Beberplatz de Berlín el 10 de mayo de 1933, escenario de una gran hoguera en la que ardieron miles de ejemplares de obras consideradas «antialemanas». Ni que decir tiene que, a lo largo de la historia, ha habido muchos otros episodios de fuego purificador, desde el incendio de la biblioteca de Alejandría pasando por la quema de libros de Confucio en China durante la dinastía Qin, o el auto de fe de octubre de 1861 en Barcelona en el que fueron pasto de las llamas 300 volúmenes espiritistas, por citar solo tres de ellos. Menos conocido es el hecho de que, desde el golpe de julio de 1936 hasta el final de la guerra, numerosas piras se encendieron en las ciudades y pueblos de la España nacional en las que ardieron gran número de publicaciones tildadas de «antiespañolas» y «envenenadoras del alma popular». (Movimiento Político de Resistencia)

segunda-feira, 16 de abril de 2018

«Sobre los juicios de hoy en la Audiencia Nacional española: Boro y lxs jóvenes de Altsasu»

[De MpA] No cabe duda de que España sigue siendo un estado fascista, cárcel de pueblos y trabajadores, y por eso nos reafirmamos en la lucha por la independencia y el socialismo.
[...]
queremos decir sin complejo alguno que no consideramos que la justicia vaya a llegar de juzgar a estxs jóvenes en ningún tribunal, sino de castigar los abusos que los miembros de las fuerzas de ocupación han llevado a cabo durante décadas contra estxs jóvenes y contra todo un pueblo, justicia que también vendrá como consecuencia de la salida de Euskal Herria de dichos cuerpos armados. Fuerzas de ocupación, ¡fuera de aquí! / Ver: amnistiAskatasuna 1 e 2

Milhares de pensionistas em Bilbo pedem a demissão de Rajoy

Milhares de reformados, pensionistas e viúvos mobilizam-se há mais de três meses, todas as segundas-feiras, em inúmeras cidades do Estado espanhol para protestar contra a subida de 0,25% das pensões, para reivindicar a garantia de um sistema público de pensões e exigir que estas sejam dignas.

Na capital biscainha, as mobilizações convocadas pela Plataforma de Associações de Reformados da Bizkaia, em frente à Câmara Municipal, contam com a participação de cada vez mais gente e a desta segunda-feira foi um exemplo disso.

Milhares de pensionistas abarrotaram as ruas nas imediações do Município para se fazerem ouvir, tendo avisado que, se preciso for, «chegarão a Madrid». / Ver: Ecuador Etxea

«Mais de 300 mil em Barcelona pela liberdade dos líderes independentistas»

Durante a mobilização, que decorreu sob o lema «Pelos direitos e as liberdades, pela democracia e a coesão, queremo-los em casa!», representantes da Espai Democràcia i Convivència leram um manifesto em que expressaram a sua firme defesa dos resultados das eleições autonómicas de 21 de Dezembro na Catalunha, bem como a «defesa unitária das instituições catalãs e do direito dos catalães a decidir o seu futuro», informa a TeleSur. (Abril)

«O imperialismo, fase superior do capitalismo» [Escuela de Cuadros]

A edição n.º 175 do programa de formação marxista «Escuela de Cuadros» é dedicada à abordagem deste texto de Lénine, escrito em 1916 e publicado em 1917. Fernando Hugo Azcurra, professor e economista argentino, ajuda a analisar o texto. 

O texto está acessível em marxists.org (pt.).

«Imperialismo, fase superior del capitalismo» [Escuela de Cuadros]As várias edições do programa «Escuela de Cuadros» podem ser vistas em www.youtube.com/escuelacuadros e em www.escuelacuadros.blogspot.com. Na Venezuela, o «Escuela de Cuadros» é transmitido todas as semanas na ViVe Televisión (sábados, 22h00, e domingos, 23h00) e na Alba TV (segundas-feiras, 20h30).

domingo, 15 de abril de 2018

Milhares reclamaram «justiça» para os jovens de Altsasu

Mais de 50 mil pessoas, de acordo com a organização, manifestaram-se este sábado, na capital navarra, para apoiar os oito jovens de Altsasu acusados de um crime de «terrorismo» por causa de uma zagarata num bar com dois guardas civis fora de serviço, ocorrida em meados de Outubro de 2016.

A manifestação, que foi uma das maiores das últimas décadas em Iruñea, teve lugar a dois dias do início do julgamento dos jovens, para quem o Ministério Público pede, no total, 375 anos de prisão.

Recorde-se que, a 14 de Novembro de 2016, a Guarda Civil prendeu vários jovens de Altsasu (Sakana, Nafarroa), na sequência de uma zaragata num bar com dois agentes das forças de ocupação em Euskal Herria, ocorrida um mês antes, na madrugada de 15 para 16 de Outubro de 2016.

Por uma «confusão num bar» com dois pikolos fora de serviço, a juíza Carmen Lamela acusou-os de um «crime de terrorismo» e oito jovens foram incriminados, incorrendo em penas que vão dos 12 anos e meio aos 62 anos e meio de cadeia (para a maioria foram pedidos 50 anos).

Três deles – Oihan Arnanz, Jokin Unamuno e Adur Ramirez de Alda – estão em prisão preventiva há 517 dias.

Manifestação em Iruñea para exigir justiça para os de AltsasuVer: ahotsa.info

Grande adesão ao manifesto #BoroLIBRE

À beira do início do julgamento do jornalista navarro, o manifesto de apoio a Boro LH e ao jornalismo crítico recebeu, até sexta-feira à tarde, o apoio de 100 jornalistas, 27 órgãos de comunicação, 65 organizações políticas e 970 pessoas a título individual.

Quem quiser ainda pode subscrever o manifesto na página https://borolibre.wordpress.com. / Ver: lahaine.org

Textos e declarações sobre a agressão da NATO contra a Síria

Declaração da Siriaren Alde, plataforma basca de apoio à Síria
Declaração do Comité Central do Partido Comunista Sírio

Vários textos sobre a guerra de agressão imperialista à Síria em AbrilAbril  

Leitura: 
«Siria: concurso de tiro al plato con misiles»
El ataque relámpago de ayer es militarmente inútil. Es sólo una venganza por la derrota que no va a cambiar el equilibrio de fuerzas.

Está destinado para la galería, para el consumo de los medios y la propaganda de guerra. No tuvo ningún resultado operativo, ni ningún impacto sicológico. Fue lo más parecido a un concurso de tiro al plato.
Eso han sido los misiles «inteligentes y bellos» de Trump, que acabarán como piezas de chatarra en el futuro museo de la guerra de Damasco.

La defensa antiaérea siria, que ha sido la única en responder, ha disfrutado de un ejercicio de entrenamiento a escala real absolutamente exitoso: ha destruido las tres cuartas partes de los misiles lanzados.

Si el bombardeo hubiera sido una batalla real, no cabría lugar a dudas de que Siria ha vuelto a ganar. De ahí que las primeras imágenes de Damasco sean las de una población feliz que ondea con orgullo la bandera árabe y el retrato de Bashar Al-Assad. (Movimiento Político de Resistencia

«Um morto e quase mil feridos na terceira semana de protestos em Gaza»

De acordo com o Ministério da Saúde de Gaza, 419 dos 968 palestinos feridos tiveram de ser evacuados para o hospital, sendo que 233 foram vítimas de balas reais e 13 de balas de borracha disparadas pelos soldados israelitas. A maioria sofreu os efeitos da inalação de gás lacrimogéneo.
[…]
O protesto da Grande Marcha do Retorno teve início a 30 de Março, no Dia da Terra Palestina, e deve prolongar-se até dia 15 de Maio – quando se assinala o 70.º aniversário da Nakba (Catástrofe) palestiniana, que se refere à expulsão de mais de 750 mil palestinianos das suas terras, durante a limpeza étnica levada a cabo pelas forças sionistas em 1948, antes e depois da formação do Estado de Israel. (-gaza">Abril)

sexta-feira, 13 de abril de 2018

Manifestação solidária em Iruñea a 2 dias do julgamento dos jovens de Altsasu

Realiza-se amanhã, na capital navarra, entre os Cinemas Golem e a Gaztelu enparantza, uma manifestação, com início previsto para as 17h30, para exigir «justiça» para os oito jovens de Altsasu (Nafarroa) acusados de «terrorismo», na sequência de uma zaragata num bar com dois pikolos, às 5h00 da madrugada. Três dos jovens estão em prisão preventiva há 515 dias, ou seja, há 17 meses.

A 14 de Novembro de 2016, a Guarda Civil prendeu vários jovens da localidade navarra de Altsasu, na sequência de uma zaragata num bar com dois agentes da Benemérita, ocorrida um mês antes, a 15 de Outubro de 2016.

Acusados pela juíza Carmen Lamela de um «crime de terrorismo» – por causa de uma «confusão num bar» –, oito jovens foram incriminados e incorrem em penas que vão dos 12 anos e meio aos 62 anos e meio de cadeia (para a maioria foram pedidos 50 anos).

Oihan, Jokin e Adur há 515 dias na cadeia
Oihan Arnanz, Jokin Unamuno e Adur Ramirez de Alda, três dos jovens de Altsasu incriminados no «bizarro processo», denunciado por múltiplas figuras e entidades, estão em prisão preventiva há 515 dias.

No final de Novembro passado, os seus familiares informaram que o tribunal de excepção espanhol decidiu julgá-los entre 16 e 27 de Abril, depois de lhes ter recusado a liberdade. No final de Janeiro, os pais dos jovens anunciaram a convocação da manifestação de amanhã, em Iruñea, para denunciar o processo judicial e exigir justiça.

Como há muito foi denunciado, trata-se de um ataque contra um povo que, de forma activa, há muito denuncia que a Guarda Civil está a mais em Altsasu, localidade com um dos índices mais elevados de polícia por habitante na Europa. / Ver: aseh

«Impedem Lula de se candidatar porque é a voz do povo brasileiro»

Centenas de pessoas participaram esta quarta-feira, junto à Embaixada do Brasil, em Lisboa, no acto público de protesto «Solidariedade com o povo brasileiro – Pela democracia no Brasil».

A presença da comunidade brasileira na iniciativa foi grande – exibindo faixas e cartazes denunciando que «eleição sem Lula é fraude», e fazendo ouvir palavras de ordem contra o golpe, o fascismo, a Globo.
[...]
Arménio Carlos manifestou a convicção de que «este não é um problema apenas e só do povo brasileiro», mas de todos os povos que «lutam pela liberdade e pela democracia», que «acreditam que há alternativa ao capitalismo», que «lutam todos os dias para melhorar as condições de vida e de trabalho dos trabalhadores e famílias», que «todos os dias sabem que é necessário, mais do que nunca, continuar a lutar para criar condições para que todos tenham acesso à justiça, à educação, à cultura, ao ensino e, simultaneamente, ao trabalho e ao trabalho com direitos». (Abril)

«Jesús Santrich detido na Colômbia a pedido dos EUA»

Esta notícia constitui mais um dramático alerta sobre a situação do processo de paz na Colômbia. Rejeitado e sabotado pela reacção colombiana, esta não faria o que fez sem o apoio e o incentivo dos EUA, que têm na Colômbia o seu mais importante peão regional, o mais fortemente armado, e aquele cuja classe dominante não hesita perante seja que crime for. A prisão e a ameaça de extradição de Santrich para os EUA constitui mais um violento golpe contra um processo cada vez mais precário. (odiario.info via Abril)

Ver tb: «Huelga de hambre de los presos políticos de las FARC» (MPR)

Etsaiak - «Faxismoaren gerizpa»

Tema da banda de Lekeitio (Bizkaia, EH).

quinta-feira, 12 de abril de 2018

Denunciam em Bilbo os ataques imperialistas contra a Síria

Apesar do mau tempo (vento, chuva e frio), dezenas de pessoas participaram, esta quarta-feira, na concentração que a Siriaren Alde, plataforma basca de apoio à Síria, promoveu junto ao Teatro Arriaga, em Bilbo, para denunciar a «guerra de agressão provocada e mantida pelas potências ocidentais e seus aliados contra a Síria», num contexto que, nos últimos dias, «assume particular gravidade, tendo em conta as ameaças de intervenção militar».

Sublinhando que a guerra de agressão à Síria é «uma guerra brutal, que já provocou mais de 500 mil mortos, milhões de deslocados - externos e internos - e a destruição de uma boa parte das infra-estruturas e da economia do país», a Siriaren Alde denuncia ainda a «brutal intoxicação mediática para responsabilizar o Governo da Síria pelo que estão a fazer as potências ocidentais e os terroristas ao seu serviço, com o propósito de destruir o país e continuar com a guerra».

O exemplo mais recente disso é a culpabilização - «como sempre, sem provas» - do Governo sírio pela utilização de armas químicas, apesar de «o ataque já vir a ser cantado há tempos pelos terroristas» e de «os serviços secretos sírios e seus aliados terem alertado para a situação», que «foi corroborada pela descoberta de fábricas de armas químicas em Ghouta Oriental e pela detenção de grupos terroristas com armas químicas prontas a ser utilizadas».

«E os Capacetes Brancos já tinham participado nas suas habituais encenações, distribuindo máscaras à população face ao "risco" de um ataque químico, programado pelos seus aliados ocidentais».

A Siriaren Alde explica ainda que esta nova «grande mentira para justificar uma intervenção militar» ocorre num contexto de «avanços formidáveis» do Exército sírio e dos seus aliados, evidenciando que «as potências imperialistas não se conformam com a derrota» e com o fim das «suas ambições na região». / Ver: Ecuador Etxea

Condenados três antifascistas por evitarem um acto fascista em Erronkari

Um tribunal de Iruñea [Pamplona] condenou três navarros a penas entre dois anos e meio e dois anos de prisão, acusando-os de um crime «contra o direito à manifestação» por terem evitado uma mobilização fascista em Erronkari (Nafarroa) em 2014. Outros três réus foram absolvidos. A sentença é passível de recurso.

A 11 de Maio de 2014, o colectivo Hispania Verde, ligado ao grupo fascista Movimento Social Republicano (MSR), tentou realizar uma concentração em Erronkari, com o pretexto de reivindicar a reintrodução do urso pardo nos Pirinéus. No entanto, o carácter «pretensamente ecologista» da mobilização não convenceu os habitantes desta região montanhosa navarra.

Indivíduos de estética neonazi, escoltados pelos GAR da Guarda Civil, apareceram em Erronkari com paus, tendo sido recebidos por dezenas de habitantes desta localidade e de outras próximas, que responderam com uma concentração com o lema «Contra el fascismo, Erronkari tinko» [Contra o fascismo, Erronkari firme] e evitaram que os fascistas se mobilizassem.

Agora, três dos manifestantes antifascistas foram condenado a dois anos de prisão, ao serem considerados «responsáveis por um crime contra o direito de manifestação». Um deles foi condenado a mais seis meses de cadeia pelo crime de «atentado», de que foi acusado por alegadamente ter atirado objectos aos fascistas e à Guarda Civil - que, naquele dia, andou pelos Pirinéus navarros a proteger «a malta».

Protesto antifascista em Erronkari [ahotsa]Ver: lahaine.org e aseh

«À beira do desastre»

[De Jorge Cadima] A propaganda nunca precisou de ser racional, nem basear-se em factos. Não tem de explicar por que haveria o governo sírio de usar armas químicas às portas de Damasco, quando já libertou mais de 90% desse território e negociava a rendição do último reduto. Nem por que haveria Putin de querer assassinar um espião inglês que o governo russo libertou em 2010, usando uma arma química que poderia ser ligada à Rússia, em vez duma banal arma de fogo (que, além de menos identificável, seria mais eficaz: o espião e a filha estão afinal vivos). Ou por que, sem razão aparente, escolheria fazê-lo uns dias antes das eleições presidenciais russas nas quais era candidato, e três meses antes do Campeonato do Mundo de Futebol que o seu país irá acolher. Tudo cheira a provocação, montada por quem quer inventar pretextos para a guerra.
[...]
O verdadeiro ‘crime’ do povo e governo sírios foi terem resistido com êxito, e com a ajuda dos seus aliados da Rússia, Irão e Líbano, a mais uma guerra de agressão imperialista. É estarem a libertar a Síria e a derrotar os tenebrosos bandos de terroristas fundamentalistas que há muitos anos o imperialismo arma e financia, com a ajuda das mais bárbaras ditaduras do Médio Oriente (sempre sustentadas pelas ‘democracias ocidentais’) e do Estado sionista que massacra com impunidade o povo mártir da Palestina. Perante a derrota dos serventuários, os mandantes assanham os dentes. (avante.pt)

«A dimensão de Chávez ainda está por calcular»

Sala cheia, a abarrotar, esta terça-feira, na sede da CGTP-IN em Lisboa, para ouvir os oradores anunciados na sessão de solidariedade com a Venezuela promovida pelo Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC). Se um dos objectivos enunciados era a oportunidade de conhecer melhor a situação que se vive no país caribenho, pode-se afirmar que o tempo não foi perdido.

O início da intervenção de Arreaza ficou amplamente marcado pela evocação da figura de Hugo Chávez, «representante do povo», e de vários episódios que sinalizaram uma mudança de rumo na Venezuela e na América Latina, a partir de 2 de Fevereiro de 1999.
[...]
Apesar dos retrocessos que se verificam, hoje, no Brasil, na Argentina, no Equador, Jorge Arreaza mostrou confiança no papel da América Latina, afirmando que «será a referência dos processos progressistas para o mundo». Sobre Chávez, disse que é «uma esperança que está viva», um «gigante cujo impacto no mundo ainda está por calcular, por definir», sublinhando que um dos «erros de cálculo do imperialismo» foi ter concebido que «a revolução e os processos progressistas no continente se iriam desmoronar com a morte de Chávez». (Abril)

segunda-feira, 9 de abril de 2018

«ETA. La historia no se rinde: Prólogo, la historia como lucha»

[Prólogo de Iñaki Gil de San Vicente à obra ETA. La historia no se rinde, de Josemari Lorenzo Espinosa] Es un tópico decir que un libro es necesario, pero en este caso es verdad: hay que leer el nuevo libro de Lorenzo Espinosa titulado ETA. La historia no se rinde, publicado por Boltxe Liburuak, ese colectivo pequeño pero inmenso en su tarea. Son seis las razones fundamentales que explican esa necesidad: una y muy importante, porque rescata del olvido interesado opiniones, acciones, realidades sepultadas por la «normalización». Dos, porque plantea y responde unas dudas centrales para saber por qué cambió de bando la casta político-intelectual. Tres, porque lo hace desde un método crítico que descubre la historia real, la ocultada. Cuatro, porque, como efecto de lo anterior, vemos la profundidad y alcance de la filosofía de la praxis que desarrolló ETA. Cinco, porque a partir de ella redescubrimos el concepto de pueblo trabajador y su táctica de alianzas. Y seis, porque al editarlo Boltxe permite que se generalice un debate urgente sobre el futuro.

El peligro real que representaba para el poder capitalista lo que ya se define como V Biltzar largo, que luego aclararemos, radicaba en que con altibajos y escisiones iba creando un proyecto realmente comunista a pesar de sus lagunas y vacíos. A partir de un momento se llegó a hablar de la creación de un «marxismo nacional vasco», lo que requiere de muchos años, de mucha autocrítica e imaginación asentada en las lecciones de la lucha de clases. Todas las revoluciones victoriosas se han basado en que, mientras avanzaban, iban «nacionalizando», adaptando las lecciones esenciales universalmente válidas de la praxis comunista a los contextos particulares y sobre todo a las coyunturas singulares de y en sus pueblos, muy en especial si eran naciones oprimidas por Estados ocupantes. Todas ellas fueron –serán– luchas revolucionarias de liberación nacional que requirieron años y a la vez necesitaron generar su propia teoría. El V Biltzar se insertaba en esa dinámica objetiva a nivel mundial que no ha desaparecido porque responde a las contradicciones esenciales del modo de producción capitalista.

La formación de un marxismo vasco que se veía como necesidad imperiosa por algunos sectores según veremos más adelante, requería también el desarrollo de una independencia de pensamiento con respecto a la versión nacionalista española del socialismo y del marxismo que dominaba y domina aplastantemente. Las dificultades de las primeras asambleas de ETA para pensar un socialismo vasco indican la penosa travesía del desierto intelectual que debían realizar hasta comienzos de los años sesenta. Además, este proyecto atacaba el corazón material y simbólico de España como marco de acumulación de capital, por lo que era objeto de una implacable persecución debido, muy en síntesis, a cinco razones:

Una, con su lucha plural y activa contra todas las injusticias y opresiones, pero sobre todo a favor de la (re)construcción de la lengua y cultura vasca, y con una fuerte incidencia de la mujer trabajadora, desarrollaba una racionalidad y un potencial heurístico inasimilable por la lógica burguesa. Dos, iba directamente contra la oligarquía vasca que era y es lo mismo que decir contra el capital español. Tres, era la punta de lanza del innegable ascenso de las luchas de liberación nacional de los pueblos oprimidos por el Estado español. Cuatro, representaba la alternativa revolucionaria al reformismo descarado del Partido Comunista de España y encubierto de las izquierdas que terminarían aceptando la Monarquía. Y cinco, en Europa representaba uno de los focos revolucionarios más peligrosos en aquellos años, sino el que más, lo que desnudaba la mentira oficial de la llamada «transición democrática».

En las extremas condiciones de clandestinidad al final de los años cincuenta; con una herencia teórica muy pobre e influenciada por una caótica mezcla de catolicismo social, nacionalismo vasco demo-cristiano de derechas, ilusiones ideológicas nacionalistas pequeño burgués; toscas nociones de estalinismo y más tarde lecturas librescas de maoísmo, trotskismo, consejismo…; con detenciones continuadas, cárcel y exilio que imposibilitaban la necesaria estabilidad organizativa básica para efectivos cursillos de formación, etcétera, en estas duras condiciones que duraron como mínimo hasta mediados de los años setenta y a pesar de todo ello se sentaron las bases para que la izquierda abertzale desarrollara una impresionante fuerza de masas trabajadoras que también tenían su reflejo en las instituciones burguesas. / LER: lahaine.org

«EUA aliciaram Hezbollah para renunciar à resistência»

«Na sequência da vitória de 2000 sobre o inimigo israelita, este percebeu, tal como os Estados Unidos, que o verdadeiro poder do Líbano reside na sua resistência, que conseguiu forçar o termo da ocupação israelita – que durava desde meados dos anos 80 – sem quaisquer condições», afirmou Nasrallah, citado pela Press TV.

De acordo com Nasrallah, o então vice-presidente norte-americano, Dick Cheney, terá atribuído ao jornalista americano-libanês George Nader a missão de apresentar uma oferta ao Hezbollah que levasse este movimento a renunciar à resistência e a cooperar com Israel.

A oferta de milhares de milhões de dólares foi repetida pelos norte-americanos e realizada também por algumas potências ocidentais após a retirada das tropas sírias do Líbano, em 2005, numa tentativa de desarmar o Hezbollah. Gorada a tentativa de aliciamento, no ano seguinte os israelitas voltaram a invadir o Líbano – e voltaram a ser derrotados pela resistência libanesa. (Abril)

«Mais de 20 mortos no Iémen em novos ataques da aviação saudita»

De acordo com a cadeia de TV iemenita Al-Masirah, citada pela Press TV, os ataques perpetrados hoje pela aviação militar saudita deixaram sete vítimas mortais na província de Sa'ada, no Norte do país. Antes, a Associated Press já havia noticiado a existência de pelo menos 15 vítimas mortais na província de Ta'izz, no Sudoeste do Iémen, também na sequência de bombardeamentos sauditas realizados hoje.
[...]
A Arábia Saudita lidera uma intensa campanha militar contra o seu vizinho do sul na Península Arábica desde Março de 2015, com o intuito declarado de esmagar a resistência do movimento popular Ansarullah e de recolocar no poder o antigo presidente Abd Rabbuh Mansur Hadi, aliado de Riade. (Abril)

AA.VV. - «Los Borbones son unos ladrones»

Os Boibões são uns ladrõesVários rappers e grupos musicais do Estado espanhol tomam uma posição solidária com os músicos condenados Valtónyc, Pablo Hasél e de La Insurgencia. Em defesa da liberdade de expressão, num país que é Espanha.

domingo, 8 de abril de 2018

Centenas de pessoas voltaram a exigir justiça para Iñigo Cabacas

Iñigo Cabacas, jovem de Basauri (Bizkaia) apoiante do Athletic Club, foi atingindo na cabeça por uma bala de borracha disparada pela Ertzaintza a 5 de Abril de 2012, quando festejava, nas imediações do Estádio de San Mamés, a vitória da sua equipa sobre o Schalke 04, na Liga Europa. Viria a falecer quatro dias depois, a 9 de Abril, no hospital. Para evocar a sua figura e voltar a exigir justiça, ontem, centenas de pessoas voltaram a encher o Beco María Díaz de Haro, o local onde há seis anos foi atingido pela bala de borracha que o viria a matar.

Seis anos depois da morte Iñigo Cabacas, Pitu, centenas de pessoas fizeram questão de participar num acto enm sua homenagem. A lembrança da intervenção da Ertzaintza e a exigência de que os factos «não fiquem impunes» marcaram uma iniciativa que contou com a presença dos pais do jovem, Fina e Manu.

Estes sublinharam que, «seis anos depois de uma bala de borracha disparada pela Ertzaintza ter ferido mortalmente Iñigo naquele beco, ainda ninguém assumiu as responsabilidades».

Referindo-se ao julgamento relacionado com este caso previsto para Outubro deste ano, Manu lamentou que só alguns responsáveis pela morte de Pitu estejam no banco dos réus, ficando pelo caminho «vários agentes que reconheceram ter disparado, os responsáveis máximos da Ertzaintza naquele dia, quem comandou a operação, quem deu as ordens, quem as permitiu, bem como todos aqueles que, ao longo do tempo, contribuíram» para a impunidade.

As pessoas responderam com pedidos de «justizia Iñigorentzat» [justiça para Iñigo]. / Ver: eitb.eus, SareAntifaxista e agências

«Ulacia y cía (Grupo Tubos Reunidos): prepotencia y chulería»

[De Juanjo Basterra] El Grupo Tubos Reunidos ha ganado 214 millones entre 2007 y 2014 y los accionistas se han repartido 244 millones y, por otro lado, la actividad del Grupo Tubos Reunidos arrojó un beneficio de 11,8 millones (EBITDA).

Ulacia metió miedo, no solo en la planta de Trapagaran, sino en Amurrio. Pero empezó por Ezkerraldea, aunque es la continuación de esa reconversión industrial que se prolonga desde la década de los años ochenta y noventa del pasado siglo. Sin embargo, los trabajadores han plantado cara a vendeobreros y saneaempresas a costa de su futuro, del pan de sus hijos, porque Guillermo Ulacia cobra en un año lo que un trabajador tarda en diez años conseguir. (BorrokaGaraiaDa via elperiodistacanalla.net)

«Nueva masacre del ejército terrorista de Israel en Gaza»

Los temores a un nuevo viernes negro en Gaza, debido a las amenazas y al despliegue militar del régimen israelí, se vieron correspondidos por la respuesta armada del Ejército terrorista. Al menos diez palestinos —uno de ellos de 16 años, y a los largo del día la cifra irá creciendo, como ocurrió el viernes pasado— murieron ayer por disparos de los matones.

Según fuentes del Ministerio de Salud de Gaza se contabilizaron 1.100 heridos, de los que 293 presentaban impactos de bala de plomo. Unos 30 heridos se hallaba anoche en situación crítica. El 30 de marzo, en la primera jornada de seis semanas de protestas, fallecieron 21 palestinos y 2.000 resultaron heridos, de ellos 800 de bala. (lahaine.org)

«Teses de Abril» [Escuela de Cuadros]

Na edição 153 do programa «Escuela de Cuadros», estuda-se «Teses de Abril», de Lénine, um texto de Abril de 1917 também conhecido como «Sobre as Tarefas do Proletariado na Presente Revolução».

Para esta tarefa, o «Escuela de Cuadros» conta com a colaboração do professor Amílcar Figueroa. Pode-se aceder ao texto em www.marxists.org (pt.).

«Tesis de Abril» (Lenin)As várias edições do programa «Escuela de Cuadros» podem ser vistas em www.youtube.com/escuelacuadros e em www.escuelacuadros.blogspot.com. Na Venezuela, o «Escuela de Cuadros» é transmitido todas as semanas na ViVe Televisión (sábados, 22h00, e domingos, 23h00) e na Alba TV (segundas-feiras, 20h30).

sábado, 7 de abril de 2018

Entrevista a Boro LH, jornalista que pode apanhar 8 anos de cadeia

[De Semando escontra la represión] -El 29 de marzo de 2014, se encontraba cubriendo la movilización ‘Jaque al Rey’, después de realizar la cobertura informativa de las ‘Marchas de la Dignidad’. Tras ser detenido con violencia por la Policía cuando ejercía su trabajo, se vio envuelto en un montaje acusado de delito de lesiones y atentado a la autoridad. Varios periodistas denunciaron a varios policías por agresiones ese mismo día, pero han sido absueltos. Por ello, le piden 6 años de cárcel y 6.200 € en indemnizaciones a dos policías. -El 6 de noviembre de 2014, fue detenido dentro de la ‘Operación Araña’, por enaltecimiento del terrorismo en redes sociales. Por este caso, se enfrenta a 1 año y ocho meses de cárcel, así como a doce años de inhabilitación absoluta y dos años de libertad vigilada.

Entrevista a Boro LH, jornalista do La Haine e do Kaos en la RedVer: lahaine.org

Concentração em Bilbo pelo fim da guerra de agressão imperialista à Síria

A Siriaren Alde, plataforma basca de apoio à Síria, promove a realização, dia 11 de Abril, de uma concentração, em Bilbo, em solidariedade com o povo sírio, exigindo o fim da guerra de agressão imperialista que é promovida, entre outros, pelos EUA, a NATO, Israel e a Turquia.

A mobilização, que tem lugar na próxima quarta-feira junto ao Teatro Arriaga, na capital biscainha, irá decorrer sob o lema «Imperialismoari stop. USA, Israel, NATO, Turkia Siriatik kanpora!» [Stop ao imperialismo. EUA, Israel, NATO, Turquia fora da Síria!].

Na informação associada à convocação da concentração, sublinha-se que, «ao cabo de sete anos de guerra sangrenta imperialista», é tempo de as forças invasoras imperialistas - que operam de modo ilegal no território, sem autorização do Governo de Damasco - «deixarem de uma vez o povo sírio em liberdade e em paz».

«Greves de professores alastram nos EUA»

[De António Santos] Todos os quatro Estados onde a luta dos professores está mais acesa, Virgínia Ocidental, Arizona, Oklahoma e Kentucky, são Estados onde Trump e o Partido Republicano arrancaram vitórias fáceis a Hillary Clinton e ao Partido Democrata. Estranhamente, a postura dos democratas, que têm insistido em menorizar e caricaturar os povos destes Estados como estúpidos, racistas e machistas sem salvação, contribuiu para soltar a luta dos trabalhadores dos freios do partido do burro, criando o espaço para o que é actualmente o maior e mais progressista movimento laboral dos EUA. (avante.pt)

«Europa abre-se à livre circulação da máquina de guerra»

[De José Goulão] Talvez porque seja de uma gravidade ultrajante para os cidadãos nestes tempos de austeridade persistente e degradação galopante dos direitos cívicos e sociais de cada um, o escabroso assunto anda como que envergonhado, meio-escondido, ausente mesmo de telejornais e observadores de referência. Isso não invalida a sua existência e a danosa ameaça que traz nas linhas e entrelinhas, apenas denuncia a má consciência de quem finge que nada se passa. E o que se passa é que vamos ser obrigados a cumprir, custe o que custar, as ordens dadas pelo Pentágono, lá longe, em Washington, para financiar as obras públicas que permitam aos exércitos da NATO circularem livremente, sem quaisquer estorvos, através do continente europeu. (Abril)