terça-feira, 14 de abril de 2020

As Nicaragua confronts Covid, its US-backed opposition exploits the pandemic to create chaos

Nicaragua’s right-wing opposition is waging an information warfare campaign to undermine the elected Sandinista government, spreading fake news on coronavirus, while the state takes a balanced approach with close attention to the working class and poor.

As soon as the Covid-19 crisis hit, the Donald Trump administration took the opportunity to escalate its economic war on Nicaragua, imposing a new round of US sanctions on the Sandinista government on March 5. (thegrayzone.com)

segunda-feira, 13 de abril de 2020

«Jazarpenari bidea itxi!» dinamika sortu dute hainbat eragilek Bilbon

«Covid-19 birusaren desenkusan goi-burgesiak langileriaren kontrako ofentsiba politikoa azkartu eta gogortu» duen honetan, «ardura politikoz jokatzea» beharrezkotzat jo dute Bilboko (Bizkaia) hainbat eragilek. Ardura politikoz jardutea, hain zuzen, «burgesiak eta haren klase kolaboratzaileek ezkutatu nahi diguten osasun-krisiaren egiazko izaera agerian uztea eta gaurdanik sektore kolpatuenen babesa antolatzen hastea» dela azaldu dute.

Norabide horretan, Bizkaiko hiriburuan elkarlanari ekin eta «Jazarpenari bidea itxi!» dinamika jarri dute martxan Gazte Koordinadora Sozialistak, Boltxek, Bilbiko Gazte Asanbladak, Bultza Herri Ekimenak, Bilboko Ikasle Abertzaleakek, Bilboko Amnistiaren Aldeko Mugimenduak eta Etxarri gaztetxeak. / Ver: gedar.eus / Nota de apresentação aqui (CAS.)

«¡Patria vasca o muerte!»

[De Ibai Trebiño] Un James Connolly que hoy quiero reivindicar frente a la negación de su legado histórico por parte también de los marxistas españoles y españolistas, algunos de ellos disfrazados de «abertzales». Decía Connolly -en uno de sus muchísimos aportes teóricos al movimiento de liberación nacional irlandés-: «la causa obrera es la causa de Irlanda y la causa de Irlanda es la causa obrera», acuñando aquello de que la opresión nacional y la social eran las dos caras de la misma moneda, una ciencia de la que también hoy reniegan sectores de disidentes apátridas que dicen ser parte de nuestro movimiento popular. Y reniegan, para colmo, en nombre del marxismo.

Con este panorama político y a pesar del Aberri Eguna tan extraño que nos ha tocado vivir en este 2020, puedo decir con certeza que nos encontramos hoy ante un momento histórico que debemos aprovechar para construir y consolidar la Patria vasca; Una patria al servicio del pueblo, una patria donde los intereses populares estén por encima de los intereses de la oligarquía y el gran capital. La patria que soñó Gallastegi y la que soñó Connolly. ¡Luchemos por ella! (pakitoarriaran.org)

Bérgamo ou a mortandade que o patronato não quis evitar

A região de Itália mais atingida pela Covid-19 é um grande pólo industrial. O patronato – com interesses no sector da saúde privada – fez pressão para manter as fábricas a funcionar, e o custo humano foi catastrófico.

A jornalista pergunta então por que motivo «não se fez o mesmo em Val Seriana» e encontra resposta no facto de, neste vale do rio Serio, entre os Alpes e Bérgamo, estar localizado um dos pólos industriais mais importantes de Itália, e de a associação patronal da indústria ter pressionado todas as instituições para evitar fechar as suas fábricas e perder dinheiro. (Abril)

«Pelo fim imediato do bloqueio a Cuba»

As 28 entidades brasileiras de solidariedade a Cuba que assinam este documento vêm EXIGIR publicamente o fim do bloqueio que o governo de Estados Unidos impõe a Cuba por quase sessenta anos.
[…]
É nesse contexto atual de início do corrente ano que se evidencia mais claramente o caráter genocida e criminoso da disposição de seu governo em insistir com uma medida que um presidente de seu próprio país nomeou como inócua e inútil e esta é uma conclusão irrefutável. (PCB)

domingo, 12 de abril de 2020

Aberri Eguna – Dia da Pátria Basca: três comunicados

«Euskal Estatu sozialista gaurdanik eraiki» (Gazte Koordinadora Sozialista)
Gaurko egunean Euskal Estatu Sozialistaren eraikuntzan berresten gara eta euskal lurraldean perspektiba sozialista hegemoniko bihurtu dadin borrokatzen jarraituko dugu. / Ler comunicado aqui

«Aberri Eguna 2020 – Comunicado» (MpA)
para lograr una verdadera independencia no es suficiente con disponer de un estado propio si dicho estado está al servicio del imperialismo. No queremos un estado dominado por las decisiones dirigidas por la oligarquía mundial. No queremos un estado que oprima a otros pueblos. No queremos un estado que condena al pueblo a la miseria en favor del interés de unos pocos, sino una Euskal Herria independiente y socialista. / Ver: amnistiAskatasuna 1 e 2

«Aberri Eguna en tiempos de coronavirus» (Boltxe kolektiboa)
El pueblo trabajador vasco necesita urgentemente organizarse, si no lo hace será derrotado y aplastado por las terribles medidas tanto económicas como políticas que el Estado español tomará con la excusa de salir de la pandemia y salvar sus intereses, como hizo hace cuarenta años con los Pactos de la Moncloa.
Ya es una urgencia que lo hagamos. El tiempo juega a favor de nuestros enemigos nacionales y de clase. O nos organizamos o nos derrotarán. (lahaine.org)

«Trabajadores agrícolas: en toda Europa "puertos cerrados", pero explotación abierta»

Desde Italia hasta Gran Bretaña, desde Francia hasta Alemania, en todos los países europeos «ricos» ha habido una carrera hacia la mano de obra barata para la inminente campaña de recolección en el campo. Y así la política de «puertos cerrados» encuentra otra excepción para atraer a masas de desempleados de Europa del este: ¡la temporada de explotación está más abierta que nunca! (izquierdadiario.es)

«Alemania: comienzan a llegar miles de trabajadores como mano de obra barata para las cosechas»
Al igual que Gran Bretaña, Alemania depende de la importación estacional de mano de obra extranjera para recoger muchos de sus cultivos, lo que permite a los productores pagar salarios más bajos e imponer a los trabajadores peores condiciones de las que tolerarían los ciudadanos. (insurgente.org)

«Rapid test kits from China meant for Tamil Nadu diverted to US»

A batch of 50,000 rapid test kits that Tamil Nadu had ordered from China, has been diverted to the United States, Chief Secretary K Shanmugam revealed on Saturday.

As only a few Chinese companies are producing these test kits, there’s massive demand in the global market. The consignment that left for the US was actually supposed to reach Tamil Nadu on Thursday. (newindianexpress.com)

«Iúri Gagárin: o homem no espaço»

[Nos 59 anos da viagem de Iúri Gagárin] Foi no dia 12 de Abril de 1961 que o soviético Iúri Gagárin se tornou o primeiro homem a viajar no espaço, a bordo da Vostok I.
[...]
O voo de Gagárin evidenciou a pujança do programa espacial soviético e o seu pioneirismo na conquista espacial: em Outubro de 1957, a URSS lançou o primeiro satélite artificial, o Sputnik, e, no mesmo ano, o primeiro ser vivo entrou em órbita: a cadela Laika. Em 1959, a sonda Luna 2 alcançou a Lua, de cujo lado oculto a sonda Luna 3 enviaria as primeiras imagens, também nesse ano. Em 1960, os cães Belka e Strelka foram os primeiros seres vivos a regressar em segurança à Terra, depois de um voo espacial. Já depois do voo de Gagárin, Valentina Tereshkova tornar-se-ia a primeira mulher a conquistar o espaço, em 16 de Junho de 1963. (Abril)

sábado, 11 de abril de 2020

Pablo Hasél sobre limitação de «direitos e liberdades» no «estado de alarme» [vídeo]

O rapper comunista catalão aborda a questão da «falta de direitos e liberdades» no Estado espanhol a propósito da pandemia de Covid-19, alertando que o governo no poder vai procurar manter ou prolongar a situação depois de decretar o levantamento do actual «estado de alarme».
Chama também a atenção para os ataques aos direitos dos trabalhadores, tendo como desculpa a crise do coronavírus, uma situação que, em seu entender, urge denunciar e contra a qual é necessário lutar de forma organizada. / Mais info: Moviment ProAmnistia

«A triste sina de Guam»

[De Filipe Diniz] A ONU incluiu Guam entre os territórios cuja descolonização seria de considerar. Foi criada uma «comissão de descolonização» tutelada, como seria de prever, pela potência colonizadora. Estando os EUA a retirar pessoal da base de Okinawa, grande parte dele será transferido para Guam.

E agora a última: Guam é o território do Pacífico mais atingido pela Covid-19. Os seus serviços sanitários estão à beira da ruptura. Mas como boa parte dos 5000 homens da tripulação do porta-aviões Theodore Roosevelt está contaminada, os EUA decidiram desembarcar 3000 na ilha, o que deixou a população em justificado pânico.

A contenção da pandemia requer isolamento e até algum «cordão sanitário». Deveria considerar-se a questão em relação ao imperialismo EUA. (avante.pt)

Comunistas indianos combatem Covid-19

Aglomerações, fome, falta de água para lavar as mãos. As notícias sobre a Índia que mais repercutem no exterior durante a pandemia retratam uma nação em plena crise humanitária. Embora sejam verdadeiras, elas não refletem a realidade de todos os 29 estados do país.

O estado de Kerala, no extremo sul, por exemplo, tem o maior Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) do país: 0,790, considerado elevado pela Organização das Nações Unidas (ONU). A média indiana é 0,467 e a brasileira, 0,699. Quanto mais próximo de 1, melhores os índices de renda, educação e expectativa de vida.

Durante a pandemia, Kerala foi o primeiro estado a diagnosticar pacientes com coronavírus, e possui o melhor índice de recuperação de pacientes na Índia – 84%, considerando diagnósticos realizados entre 9 e 20 de março. O índice de recuperação em Delhi, por exemplo, é inferior a 5%. / Ver: Brasil de Fato via PCB

Saoradh denuncia aumento de acoso policial contra sus activistas con la escusa del coronavirus

Hace un par de días, dos miembros de Saoradh, el Organizador Nacional y un miembro de la familia, fueron detenidos por las fuerzas de la ocupación ilegal mientras entregaban mascarillas médicas muy necesarias a los más vulnerables de nuestra comunidad. Las fuerzas de ocupación, como siempre, citaron la antigua frase de «justicia y seguridad».
[…]
La verdad es que la naturaleza indiferente de la ocupación imperialista muestra su carácter opresivo con sus soldados de asalto que hostigan a los activistas de Saoradh mientras intentan aliviar la carga de los más vulnerables de la sociedad, aquellos que se vuelven vulnerables por la ocupación imperialista capitalista y su incapacidad para proteger a «sus ciudadanos». / Ver: El Norte de Irlanda via insurgente.org

sexta-feira, 10 de abril de 2020

GeopolitikaZ: «Ucrania y el Maidán después de seis años: nuevos datos sobre la masacre»

En este nuevo programa de GeopolitikaZ abordamos la crisis ucraniana que en febrero de este año ha cumplido seis años. Para ello primero contextualizamos las movilizaciones del Maidán y analizamos los cambios que produjeron.

A continuación, abordamos los detalles de la masacre y Pablo González, recién llegado de Ucrania, aporta los últimos datos que se han revelado sobre la masacre. Finalmente, miramos las perspectivas de futuro del conflicto que vive Ucrania y su posible evolución. Participan: Asier Blas Mendoza (Universidade do País Basco: UPV/EHU) y Pablo González (Periodista y UPV/EHU). / OUVIR AQUI

«Repugnante»

[De Agostinho Lopes] Foi muito saudado o adjectivo «repugnante» aplicado por António Costa a declarações de um ministro holandês. Acontece que o problema nem de agora nem é de ministros holandeses, é da própria União Europeia.
A história da UE é uma sucessão de actuações «repugnantes», porque é isso que está na sua natureza: a de criação e instrumento do capital monopolista. O que a UE não é, é o que o António Costa e outros costas nos andam a vender há tempo demais. (odiario.info)

«Luta pelas 8 horas – 1962-2002» [documentário]

Documentário sobre a luta dos trabalhadores rurais do Sul de Portugal – nos campos do Ribatejo e do Alentejo – pelo direito à jornada de oito horas de trabalho.Filme sobre a luta pelas oito horas de trabalho. / Fonte: PCP

«Leitura#4 – A I Guerra Mundial» [150 anos de Lénine]

Desde muito antes da Guerra que a Internacional alertava para a inevitável confrontação inter-imperialista que se avizinhava, e para o carácter dessa guerra. Com o eclodir da Guerra, a Internacional vai dividir-se, entre uma enorme maioria de Partidos que abandonam as posições de classe e se passam a várias formas de chauvinismo, e aqueles que, como Lénine, se mantém em posições Internacionalistas.
[…]
Lénine defendeu para esta Guerra a palavra de ordem do «proletariado virar as armas contra a sua própria burguesia», e defendeu-a mesmo sobre a brutal pressão propagandística que acompanha o deflagrar de qualquer guerra, com a burguesia a inflamar justos sentimentos patrióticos até ao chauvinismo. (manifesto74)

quinta-feira, 9 de abril de 2020

Intervenção de Sendoa Jurado (MpA) nas Jornadas pela Amnistia em Madrid

Resumo da intervenção de Sendoa Jurado, porta-voz do Movimento pró-Amnistia e contra a Repressão (Euskal Herria) nas Jornadas pela Amnistia celebradas em 2019 em Madrid e promovidas pelo Movimiento Antirrepresivo de Madrid.[Iazko udan gonbidatuta joan ginen Madrilen ospatu ziren Amnistiaren Aldeko Jardunaldietara. Gaur igo dute bideo hau. Amnistia eta borrokaren arteko lotura azaldu genuen. Izugarri ondo tratatu gintuzten ere. Hona hemen gure interbentzioaren laburpena.]

No Vietname, já recuperaram mais de metade dos infectados com o novo coronavírus

Com mais de metade das 255 pessoas contagiadas recuperadas e sem registar qualquer morte relacionada com a pandemia de Covid-19, o Vietname está a mostrar, tal como a sua vizinha China, que é possível vencer a batalha contra esta doença respiratória.

Ainda assim, as autoridades sanitárias vietnamitas não abrandam o ritmo, tendo determinado intensificar as medidas preventivas e preparar o país para enfrentar uma eventual segunda vaga do novo coronavírus. (Abril)

Sauditas bombardeiam Iémen depois de anunciarem um cessar-fogo

Ontem à noite, a coligação liderada pelos sauditas fez saber que iria calar as armas no Iémen, para apoiar os esforços das Nações Unidas com vista a pôr fim à guerra de agressão, que se prolonga há cinco anos, e impedir a disseminação da Covid-19.

Poucas horas depois do anúncio deste cessar-fogo com pretensos intuitos humanitários, aviões da coligação atacaram posições em várias regiões iemenitas, nomeadamente nas províncias de Sa’ada, Amran e al-Bayda, segundo divulgou a cadeia estatal de TV iemenita al-Masirah. (Abril)

«Dez razões para uma catástrofe americana»

[De António Santos] Quando Marx escreveu que «há algo podre na essência de um sistema que aumenta a riqueza sem diminuir a miséria», não poderia ter imaginado o engenho com que esse sistema conseguiria esconder tanta miséria sob a casca da riqueza.
[…]
De costa a costa, somam-se sinais de uma veloz desagregação: nunca a taxa de desemprego cresceu tanto em tão pouco tempo — em duas semanas dez milhões de pessoas perderam o trabalho; nunca os índices de criminalidade aumentaram tão rapidamente — só na última semana, o número de crimes aumentou 20 por cento e nunca se venderam tantas armas em tão pouco tempo — uma explosão de 80 por cento num só mês. (avante.pt)

quarta-feira, 8 de abril de 2020

«Pactos de la Moncloa: la gran estafa otra vez, no»

[De Ángeles Maestro] Una vez más, cuando se oyen crujir los cimientos de la economía capitalista, sus representantes políticos invocan el conjuro de los Pactos de la Moncloa.
[…]
No conviene engañarse. En las crisis, la inversión de capital se frena, e incluso hay una huida masiva de capitales como la que ya está sucediendo —tan patriotas ellos— porque no ven posibilidades de recuperar la tasa de ganancia. Y la inversión no vuelve hasta que no se ha producido un «saneamiento», es decir la destrucción de empresas débiles, fundamentalmente la pequeña y mediana empresa y condiciones más favorables de explotación de la mano de obra. (lahaine.org)

Wuhan sem restrições a viagens de saída, após 76 dias de bloqueio

A agência Xinhua assinala que a reabertura «cautelosa» de Wuhan «está longe de ser uma vitória final sobre a ameaça sanitária», mas deixa entrever que, com «determinação, persistência e esforços concertados», uma «vitória global» acabará por ser alcançada.

O tom de esperança e optimismo que se encontra na agência chinesa é mais fácil de entender à luz de dois factos: a megacidade no Centro da China esteve encerrada quase 11 semanas (76 dias) e foi o epicentro do novo coronavírus no país asiático.

Além de todos aqueles que viajam por via rodoviária e que hoje fizeram fila nas auto-estradas para sair de Wuhan, só esta quarta-feira mais de 55 mil passageiros devem deixar a cidade usando o comboio. Por seu lado, o Aeroporto Internacional Tianhe retomou os voos nacionais de passageiros, esperando-se que, só hoje, registe um movimento de 200 voos de entrada e saída. (Abril)

Tropas sírias e civis interceptam 2 caravanas militares dos EUA

Nas últimas semanas, os incidentes entre civis, apoiados pelo EAS, e grupos de viaturas norte-americanas em aldeias da província de Hasaka têm-se repetido com frequência. Tal situação relaciona-se com a transferência de tropas que os EUA têm estado a realizar – com particular incidência de Janeiro para cá – do Iraque para a Síria, sendo que, pelo posto fronteiriço de al-Walid, as autoridades sírias registam a passagem de pelo menos uma caravana militar norte-americana por semana.

Violando as leis internacionais, os EUA estão a reforçar a presença de tropas e de material logístico no Nordeste da Síria e região a al-Jazirah (a leste do rio Eufrates), onde mantêm diversas instalações militares ilegais e continuam a saquear o petróleo, gás e outras riquezas naturais da Síria, com o apoio das chamadas Forças Democráticas Sírias (FDS), na sua maioria curdas. (Abril)

«Amanhã»

[De Anabela Fino] Primeiro condicionou-se os direitos de greve, de manifestação e de resistência; depois foi suspenso o direito das comissões de trabalhadores e associações sindicais de participação na elaboração das leis do trabalho. Mas dizem-nos que vai ficar tudo bem.
[…]
Não, não vai ficar tudo bem. Não adianta repetir os mesmos erros na esperança de um resultado diferente. Com ou sem epidemia, é a sociedade que está doente, vítima de um sistema tão desumano que não tem remédio. Amanhã, que é já hoje, o tempo será de luta. (avante.pt)

terça-feira, 7 de abril de 2020

«Imajina daitekeenaren mugak» [Los límites de lo imaginable]

[De Paul Beitia] Basakeriaren erdian eta, itxura guztien arabera, berari jarraituko dion krisi ekonomiko berri baten atarian, kosta egiten da imajinatzen nola aterako garen honetatik. Gero eta benetakoagoa da Jamesonek zioen hura: aiseago imajina dezakegula, alegia, munduaren amaiera, kapitalismoaren amaiera baino. Imajina daitekeenaren muga horiek, bistan da, kapitalismoaren erabateko nagustiasunaren ondorio dira.

Dominazio-formarik eraginkorrenetakoa da irudimen politikoa mugatzea: sinestaraztea gizarte kapitalista dela aukera politiko bakarra, perfektua ez izanda ere, imajina daitekeen eta posible den aukera bakarra dela. Hartatik kanpo ez dago beste aukerarik imajinatzerik eta gauzatzerik; beste aukera hoberik ez behintzat. «Errealismo kapitalista» deitu zion Mark Fisherrek, baina, funtsean, kosmobisio burgesa da, kapitalaren hegemonia kultural erabatekoa. (gedar.eus)

[CAS: En medio de esta barbarie y en vísperas de una nueva crisis económica que, según todos los pronósticos, le seguirá, cuesta imaginar cómo saldremos de esta. Cada vez se vuelve más real la frase de Jameson, esa que decía que es más fácil imaginar el fin del mundo que el fin del capitalismo. Los límites de lo imaginable son, evidentemente, consecuencia del dominio absoluto del capitalismo.

Limitar la imaginación política es una de las formas más efectivas de dominación: hacer creer que la sociedad capitalista, aunque no sea perfecta, es la única opción política, imaginable y posible. Más allá de ella no hay ninguna alternativa ni concebible ni realizable, al menos ninguna alternativa mejor. Mark Fisher lo llamó «realismo capitalista», pero se trata esencialmente la cosmovisión burguesa, la hegemonía cultural absoluta del capital.]

A dissolução da NATO é uma urgência

O «carácter belicista e agressivo da NATO» e a «urgência da sua dissolução» não são questões que se coloquem agora pela primeira vez, quando a Organização do Tratado do Atlântico Norte cumpre 71 anos. «Pelo contrário, são há muito evidentes», afirma o Conselho Português para a Paz e Cooperação numa nota emitida.

A sua natureza fica patente nas «guerras e agressões que promove», nas «fabulosas despesas com armamento que assume» ou na «doutrina nuclear que preconiza», arrogando-se o «direito» de utilização de armamento nuclear «num primeiro ataque contra outro Estado», lê-se no texto. (Abril)

Para que alimentos não faltem em Minas, trabalhadores rurais precisam de apoios

Em Janeiro, centenas de trabalhadores viram afectadas as suas colheitas pelas chuvas fortes que devastaram algumas cidades no estado de Minas Gerais (Sudeste do Brasil). Agora, com a pandemia do novo coronavírus, cerca de 350 mil trabalhadores rurais lutam para conseguir manter e escoar a produção.

Para fazer frente este período de crise, os trabalhadores rurais exigem ao governo estadual medidas de apoio às famílias e à produção, informa o Brasil de Fato. Na semana passada, dezenas de organismos do sector assinaram a «Plataforma Estadual de Emergência», um documento em que exigem ao governador do estado de Minas Gerais, Romeu Zema, acções como a compra directa de alimentos aos agricultores familiares e em áreas da reforma agrária. (Abril)

«Ataúdes llenan calles de Guayaquil porque familiares no pueden pagar elevados gastos funerarios»

Las imágenes de los féretros en las calles de Guayaquil, en Ecuador, en medio de la pandemia mundial, han impactado al mundo entero que, por asociación de ideas, supone que habrán muerto de lo único que se mueren hoy las personas: por culpa del coronavirus.

Los medios van de un engaño a otro. Hace ya un año, al menos, que los vecinos decidieron abandonar los ataúdes de sus difuntos en las calles porque la muerte es otro negocio privado y la población no puede pagar los exorbitantes gastos funerarios. / Mais info: MPR

segunda-feira, 6 de abril de 2020

«Ofentsiba gelditu! Parar a ofensiva!»

[De Gazte Koordinadora Sozialista] Es el momento de hacer política desde una óptica proletaria. Como dijimos el pasado día 20, hemos optado por organizar recursos para la defensa de las condiciones de vida y libertades políticas de los colectivos más golpeados durante estas semanas.

- El estado de alarma ha generado que gran parte de la clase trabajadora pierda el empleo y tenga dificultades para mantener la vivienda.
- Con el estado de alarma se limitó la circulación de la población y se estableció el confinamiento, y desde entonces los derechos fundamentales de la población han sido suprimidos.
- En el ámbito laboral, trataremos de dar respuesta a cuatro situaciones estructurales que vive el proletariado.

En los próximos días se comunicará en diferentes provincias que medios pondremos a disposición para hacer frente a las problemáticas. Además, las personas afectadas en dichas problemáticas podrán ponerse en contacto mediante un correo que facilitaremos. / Mais info: @Gazte_KS

Covid-19: milhões de trabalhadores migrantes passam por «dificuldades» na Índia

Desde que o lockdown (fechamento, quarentena) entrou em vigor, a 25 de Março, muitos trabalhadores migrantes nas cidades, pobres e subitamente sem rendimentos (e apoios), decidiram regressar a casa, às aldeias. Alguns enfrentam a desconfiança, outros nem chegam a isso, porque morrem pelo caminho, havendo a estimativa de que mais de 40 já faleceram, revela o periódico.
[...]
Sitaram Yechury, secretário-geral do Partido Comunista da Índia (Marxista), denunciou então – e tem continuado a fazê-lo, na sua conta de Twitter, a «total falta de preparação e planeamento», a «falta de apoios» e o facto de a quarentena não ter sido concebida a pensar nos pobres e nos trabalhadores migrantes. Se o governo queria impor o «isolamento social», em Anand Vihar ficou espelhado o «caos». (Abril)

Israel mantém 200 crianças palestinianas na cadeia

Cerca de 200 crianças palestinianas estão em cadeias israelitas, em «condições desumanas», sendo sujeitas a «interrogatórios duros» e a «tortura». Os dados foram revelados pela Comissão dos Assuntos dos Presos e ex-Presos Palestinianos na véspera do Dia da Criança Palestiniana, que se assinala a 5 de Abril.

O director do organismo de defesa dos presos referiu que as forças israelitas prenderam mais de 17 mil menores palestinianos desde 2000, havendo registo de detenções de crianças com idades inferiores a dez anos. (Abril)

CGTP-IN condena a nova escalada de ingerência e agressão dos EUA contra a Venezuela

[De CGTP-IN] Depois das acusações caluniosas contra Nicolás Maduro e outras figuras do Estado venezuelano, os EUA apresentaram nos últimos dias o auto-denominado «Plano de transição democrática para a Venezuela», logo secundado pela União Europeia.

Ao invés da solidariedade e da união de esforços para proteger a saúde e salvar a vida do maior número possível de venezuelanos, os EUA e a UE juntam factores de chantagem e verdadeira agressão ao bloqueio económico e financeiro que mantém contra este país, golpeando ainda mais fundo os direitos do seu povo. (cgtp.pt)

domingo, 5 de abril de 2020

«Gazteria krisian» [«La juventud en la crisis»]

[De Ane Ibarzabal] Testu honen izateko arrazoia zera da: krisiaren fase gordinago baten atarian gaudela soma daitekeela, COVID-19aren desenkusak kapitalismoak beharrezko zuen egokitzapen oldarkorraren prozesua arindu duela: goi-burgesiaren ofentsiba berri baterako prestatzeko unea da berriz. Kapitalismoari berezko zaizkion kontraesanak gordindu dira, ekonomia desorekan dago eta ekonomiaren atzerakada egongo dela aurreikus daiteke. (gedar.eus)

[CAS: La razón de ser de este texto es que se puede intuir que estamos en el umbral de una fase más cruda de crisis, la excusa de COVID-19 ha aligerado el proceso de adaptación violenta que el capitalismo necesitaba, es el momento de prepararse de nuevo para una nueva ofensiva de la alta burguesía. Se han brutalizado las contradicciones propias del capitalismo, se ha dado un desequilibrio económico y se puede prever un retroceso de la economía. Tenemos qué aprender.]

«A pandemia e o fim da era neoliberal»

[De Atilio Boron] Falta ainda saber quase tudo da actual crise. Instalou-se a ideia de que «nada poderá voltar a ser como dantes». Alguns pensadores avançam uma perspectiva talvez demasiado optimista, porque nenhuma pandemia pode constituir um factor de transformação radical da sociedade. Que o capitalismo pode sofrer um forte abalo, é previsível. O que virá depois não depende de nenhuma especulação filosófica, depende – como afirmou Lénine – da existência, ou não, «de forças sociais e políticas que o façam cair». (odiario.info)

As comunas também combatem a Covid-19 na Venezuela

Na Comuna Socialista El Panal 2021, em Caracas, «a resposta ao vírus foi imediata», com a produção de milhares de máscaras. O acesso à alimentação está a ser acautelado através do projecto «Pueblo a Pueblo».

Além da confecção de máscaras, na El Panal 2021 há várias outras iniciativas relacionadas com a quarentena decretada pelo governo de Nicolás Maduro. Por exemplo, grupos de professores estão a criar actividades escolares e de recreação para manter as crianças a estudar nesta fase – e levam as tarefas porta a porta.

As escolas da comuna têm um programa de alimentação para os jovens. No entanto, com a suspensão das aulas, os alimentos têm sido usados em refeições para toda a comunidade. Cerca de 200 famílias recebem marmitas diárias, distribuídas de casa em casa por membros da comuna. (Abril)

«A culpa é da China»

[De Oscar Valadares] a sensação cada vez mais geral de que a China e os seus sócios estão a enfrentar esta crise melhor do que a Europa e a América do Norte está a fazer saltar os alarmes do grande capital e dos seus ideólogos diante dum grande basculamento de poder de Ocidente para Oriente. Este basculamento não é um fenômeno inédito, nem aparece como consequência da pandemia. Mas não por isso resulta menos problemático para umas grandes burguesias que até agora se beneficiaram largamente de ocuparem o centro de um sistema-mundo criado à medida, e que vem a emergência da China e da Rússia, a resistência da América Latina aos ataques imperialistas ou os movimentos do mundo árabe e persa em direção a Pequim e Moscovo como um signo de mudança dos tempos. (nosdiario.gal)

sábado, 4 de abril de 2020

«Ejército Español en Iruñea. ¡Fuera de aquí!»

[De MpA / EUS: «Espainiar Armada Iruñean. Alde hemendik!»] Desde el comienzo del confinamiento obligatorio, tanto el nuestro como otros agentes políticos hemos denunciado que lo que en realidad nos han aplicado es un Estado de Excepción. Las operaciones llevadas a cabo en Iruñea y en los últimos días en distintos rincones de Euskal Herria, poco tienen que ver con la salud, y todo que ver con el control de lxs trabajadorxs y la difusión del miedo.
[…]
Los imperios, la oligarquía y la burguesía están intentando resituarse ante lo que viene, para aplacar por las armas cualquier intento de revuelta de los pueblos oprimidos o la explotada clase trabajadora. No reconocemos ninguna legitimidad a las fuerzas de ocupación para actuar en Euskal Herria, y menos aún contra la clase trabajadora. (amnistiAskatasuna)

Protesto sonoro na Alde Zaharra de Iruñea contra a presença do Exército espanholVer tb.: insurgente.org

Partidos comunistas da América do Sul solidarizam-se com a Venezuela

Partidos comunistas de Brasil, Argentina, Colômbia, Uruguai, Paraguai, Bolívia, Chile, Peru e Venezuela uniram-se para repudiar «o novo plano de guerra» da administração de Trump contra o povo venezuelano.
Clica na imagem para aumentares o seu tamanho. / Irudia handitzeko klik egin bere gainean.

«Não, não há tréguas»

[De Albano Nunes] Ao contrário do que pretendem certas linhas da ideologia dominante, o combate ao surto de Covid-19 não se faz abdicando de direitos e liberdades fundamentais, nem põe entre parênteses a luta de classes.
[…]
Não, no combate ao surto de Covid-19 não estamos todos com as mesmas posições. A luta de classes pode assumir novas formas mas não desapareceu. A natureza exploradora, desumana e parasitária do capitalismo tornou-se ainda mais evidente e a luta em defesa dos que menos podem e menos têm não conhece tréguas. (avante.pt)

«On the death of Grup Yorum member Helin Bölek after 288 days of hunger strike»

[De KKE] Helin Bölek passed away yesterday after a long struggle. In a message on Twitter, the «Free Grup Yorum» solidarity committee wrote: «All Helin wanted to do was to sing her songs freely. AKP fascism is responsible for her death. The demands were very simple to meet.»

Bölek and İbrahim Gökçek, also a member of the band, were on hunger strike (death fasting) for 288 days demanding the termination of persecutions by Erdogan's regime. Last month, in a demonstration of authoritarianism, police forces raided their house in Istanbul, violently detained their comrades ans transported Gökçek and Bölek to hospital for enforced medical treatment. (idcommunism.com)

sexta-feira, 3 de abril de 2020

«Honor y gloria, Txetxu»

[De Fundación Pakito Arriaran e Coordinadora Simón Bolívar] Txetxu, como tantos otros, superó injusticias y dificultades y se integró en la sociedad venezolana como mejor sabía, luchando por un mundo mejor. Así como hicieron millones de venezolanos, nuestro hermano de la vida participó desde su llegada en la construcción de una sociedad más justa. Piedra a piedra, consejo comunal a consejo comunal, comuna a comuna, Txetxu trabajó codo a codo con sus vecinas y vecinos, participando así en la construcción del sueño del Comandante Chávez (pakitoarriaran.org)

«Jesus Ricardo Urteaga deportatu politikoaren heriotzaren aurrean» (amnistiAskatasuna)
Deportazioa zigor ezezagunetarikoa da. Kartzelan egon ez arren, deportatuak linbo legal batean bizi dira, izan ere eta pasatako urteak pasata ere, zigorra ez baita inoiz bukatzen. Deportatuek bizi modu berri bat eraiki behar izan dute etxetik milaka kilometrotara, guztiz ezberdinak ziren kulturetara moldatuz.

Rússia acusa Ocidente de «egoísmo político» face à pandemia de Covid-19

EUA, Reino Unido, UE, Ucrânia e Geórgia chumbaram o projecto de resolução que a Rússia apresentou nas Nações Unidas com vista ao levantamento de sanções unilaterais, no contexto da luta contra a pandemia.

No comunicado, a que agência TASS teve acesso, a missão diplomática russa explica que o projecto de resolução rejeitado na Assembleia Geral das Nações Unidas solicitava o «reconhecimento» da liderança da Organização Mundial da Saúde (OMS) no combate à pandemia, pedia uma mais ampla cooperação internacional na luta contra a propagação do coronavírus SARS CoV-2, que causa a Covid-19, bem como «a rejeição de guerras económicas e de sanções unilaterais impostas sem o mandato do Conselho de Segurança das Nações Unidas, de modo a garantir um acesso imediato a alimentação e medicamentos».

O texto da moção também pedia aos estados-membros que rejeitassem «a estigmatização de estados, povos e indivíduos no que respeita à pandemia» e destacava a «necessidade de veicular apenas informação de confiança e com base científica sobre ela». (Abril)

Líbano apresenta queixa na ONU pela violação israelita do seu espaço aéreo

As forças militares israelitas violam reiteradamente o espaço aéreo, marítimo e territorial do Líbano, realizando acções de reconhecimento e espionagem, numa clara infracção da resolução 1701 do Conselho de Segurança da ONU, que pôs fim à guerra entre Israel e o Líbano em 2006. Telavive também usa frequentemente o espaço aéreo libanês para perpetrar ataques contra a Síria, em especial contra alegadas posições iranianas em território sírio. (Abril)

US pushes conspiracy theory on China’s coronavirus death toll to deflect from Trump administration failures

[De Ajit Singh] Having zealously demonized China while it battled the worst of the coronavirus crisis, corporate US media is seizing on the effort to redirect American outrage onto a foreign bogeyman. Even as it alleges that the US coronavirus response is being «undermined» by Chinese and Russian «disinformation», the US press is in fact, promoting obscene conspiracy theories claiming that China’s coronavirus death toll is higher than the official count by an order of tens of thousands. (thegrayzone.com)

quinta-feira, 2 de abril de 2020

«Frente a la ofensiva burguesa, vivienda gratuita, universal y de calidad»

[De Gasteizko Etxebizitza Sindikatua] Sin embargo, la conciencia de clase no se adquiere a través del momento teórico, sino a través de un proceso dialéctico que conecta constantemente la experiencia de lucha con la necesidad de comprender y superar los límites de la misma. El proletariado, ahora mas que nunca, necesita de experiencia de lucha que lo guíe a conocer per se los límites de la organización. Ha de darse de bruces con el idealismo reformista, ha de errar, comprender lo fallido y sobre todo, ha de organizarse de forma independiente para acometer su gran empresa.
[…]
Desde el Sindicato de Vivienda de Gasteiz, seguiremos trabajando en este interminable proceso acumulativo de desarrollo de capacidades por y para la clase trabajadora. Queremos lo imposible para la burguesía – vivienda gratuita, universal y de calidad – y lo único posible para la organización comunista de la vida. ¡Nada es imposible, todo se organiza! / Ver: etxebizitzasindikatua [Euskaraz hemen]

«Mentira e desinformação: a passadeira vermelha para o fascismo que espreita»

[De André Solha] E se esta narrativa ganha fôlego, deve-o à tradicional sinofobia ocidental e a um anti-comunismo primário que é também useiro e vezeiro no Ocidente.

Já todos percebemos que vêm aí tempos difíceis. Que, depois de lutarmos contra a Covid-19, vamos ter de lutar contra a austeridade, contra a repressão. Alguns direitos que até agora nos pareciam impossíveis estão agora em vigor a título provisório, provando que afinal sempre foram possíveis, e quando tudo isto terminar não vamos querer abrir mão deles. E, para nos forçar a abdicar deles, cá temos o Estado burguês a muscular-se, para no-los tirar à força e a sangue se necessário.

Haja greve. Haja manifestação. Haja resistência. Porque, mesmo sendo ilegal, será sempre justa. (manifesto74)

Tropas israelitas realizam incursões na Cisjordânia, em pleno surto de Covid-19

Soldados israelitas lançaram gás lacrimogéneo e granadas atordoantes contra grupos de jovens, invadiram casas e efectuaram detenções na cidade de Ramallah, no que pareceu ser uma operação de «busca e captura», esta terça-feira, segundo revelaram fontes locais ao portal Palestine Chronicle.

Por outro lado, colonos israelitas do colonato ilegal de Ramot causaram grande preocupação entre a população palestiniana da aldeia de Beit Iksa, a noroeste de Jerusalém ocupada, ao cuspirem nos carros que entravam ou saíam da aldeia, esta quarta-feira, segundo noticia a WAFA, citada pela HispanTV. (Abril)

HRW supports US-backed far-right coup in Bolivia, whitewashes massacre of indigenous protesters

However, far from standing up for the oppressed, Human Rights Watch (HRW) has effectively endorsed the events. In its official communiqué, HRW refrained from using the word coup, insisting Morales «resigned.»

HRW Americas director José Miguel Vivanco claimed President Morales stepped down «after weeks of civil unrest and violent clashes,» and did not even mention opposition violence against his party or the role of the military in demanding, at gunpoint, that he resign. (thegrayzone.com)

quarta-feira, 1 de abril de 2020

Campaña política de GKS para parar la ofensiva de la burguesía y su estado de excepción

Ante la evidente apatía de eso que se puede llamar izquierda sin entrecomillar, de su dejar hacer al poder establecido todo lo que le de la gana en cuanto a las medidas que está tomando, éste, en relación a la pandemia de coronavirus (tanto sanitarias como económicas), afortunadamente todavía existen gente y grupos políticos que no aceptan lo que estamos sufriendo todos estos días: un estado de excepción en toda regla cuidadosamente diseñado para beneficio de la burguesía, no para que la clase trabajadora (siempre la más perjudicada en estos casos) salga beneficiada.

La organización vasca GKS (Gazte Koordinadora Sozialista, Coordinadora de la Juventud Socialista) ha puesto en marcha la campaña: «Burgesiaren ofentsiba gelditu, GKSren kanpaina politikoa salbuespen egoeraren aurrean» (Parar la ofensiva de la burguesía, la campaña política de GKS ante el estado de excepción).

Este es el vídeo (con subtítulos en castellano) que han difundido las compañeras y compañeros de GKS, una coordinadora de clase:Ver: insurgente.org / Ver tb.: «"Ezkutuko salbuespen egoeraren" aurkako salaketa kanpaina politikoa abiatu du GKSk» (gedar.eus)

Não cessa a agressão e a chantagem política dos EUA contra a Venezuela

«A Venezuela é um país livre, soberano, independente e democrático, que não aceita nem aceitará jamais ser tutelado por nenhum governo estrangeiro», afirmou o Ministério venezuelano dos Negócios Estrangeiros num comunicado em que repudia a proposta dos EUA.

Entretanto, o Ministério português dos Negócios Estrangeiros, liderado por Augusto Santos Silva, já se congratulou com a solução política avançada por Washington. A este propósito, o chefe da diplomacia venezuelana, Jorge Arreaza, escreveu no Twitter que «o digno povo português não merece um governo submisso, que se ajoelhe de maneira tão humilhante perante Donald Trump». (Abril)

Movimentos populares brasileiros unidos em defesa da saúde e do emprego

A Frente Brasil Popular e a Frente Povo Sem Medo, abrangendo mais de 40 organizações sociais, lançaram juntas, esta terça-feira, a Plataforma Emergencial para Enfrentamento da Pandemia do Coronavírus e da Crise Brasileira, com mais de 60 propostas «para proteger a saúde, os rendimentos e o emprego».

A denúncia de que o governo de Jair Bolsonaro não assumiu «medidas eficazes» contra a propagação do novo coronavírus no Brasil e se tornou a «principal ameaça» para a segurança e o bem-estar da população brasileira atravessa o manifesto que estrutura a plataforma. (Abril)

Cassete Pirata EP#2 – «A Banca, o Sistema Financeiro e a Dívida Pública»

Segundo episódio do podcast do Manifesto74, no qual se aborda a questão da Banca, do Sistema Financeiro e da Dívida Pública. Com a participação de: Ricardo Noronha, Ricardo Paes Mamede e Miguel Tiago (Manifesto74). / Ver: Manifesto74