sexta-feira, 2 de março de 2018

Sindicatos denunciaram alto nível de sinistralidade laboral no País Basco Sul

Os sindicatos ELA, LAB, ESK, STEILAS, EHNE e HIRU realizaram hoje uma concentração frente à delegação do Governo de Lakua em Bilbo para denunciar o elevado nível de sinistralidade laboral em Hego Euskal Herria. Em 2017, 53 trabalhadores morreram acidentes laborais e, este ano, já faleceram 12. O último foi um camionista de Elorrio (Bizkaia) e a maioria dos sindicatos bascos fez questão de assinalar a precariedade crescente no sector. / Ler nota em LAB ou Ecuador Etxea

«Os 120 anos do "Pobre B. B."»

[De José Carlos Faria] Passaram 10 de Fevereiro 120 anos sobre o nascimento de Bertolt Brecht. Mais uma ocasião para celebrar o grande poeta, dramaturgo, encenador, ensaísta e teórico que revolucionou a arte teatral, propondo e definindo o modelo de uma nova concepção estética, materialista e dialéctica. O autor cuja obra, como a de qualquer bom marxista, aponta mais do que a interpretar o mundo: aponta a transformá-lo. (odiario.info)

Pablo Hasél - «Muerte a los Borbones»

Viva Hasél!

quinta-feira, 1 de março de 2018

Conferência sobre «Prisão e repressão» em Santurtzi

Por iniciativa do Movimento pró-Amnistia e contra a Repressão de Ezkerraldea e Meatzaldea (Bizkaia), tem lugar no próximo dia 10 de Março, às 19h00, uma conferência sobre «Prisão e repressão» na localidade biscainha de Santurtzi.

O encontro irá decorrer no Gaztetxe La Kelo e conta com intervenções de Pablo Hasél, Andeka Jurado e Carlos Hernández, Pote. Segue-se um concerto do rapper catalão. A entrada custa três euros.

Sobre os participantes
Pablo Hasél, rapper, comunista, foi julgado recentemente na Audiência Nacional espanhola e pode apanhar 12 anos de cadeia por defender a sua opinião tanto nas suas canções como nas redes sociais. Durante o julgamento, manteve-se firme perante os juízes e reafirmou a sua ideologia. Mostrou-se sempre solidário com o Movimento pró-Amnistia.

Andeka Jurado esteve preso por kale borroka durante três anos e meio. Quando da sua detenção, esteve incomunicável e foi torturado durante quatro dias pelos «cipaios», antes de ser entregue à AN espanhola. No âmbito da Operação Aranha, foi preso pela Guarda Civil e condenado a um ano e meio de prisão por se «despedir» de Iosu Uribetxeberria no Twitter.

Carlos Hernández, Pote, é membro do colectivo Salhaketa. Especialista em casos de repressão, irá falar sobre a utilização que o sistema faz da prisão e da lei, bem como dos direitos que temos em caso de detenção. / Ver: amnistiAskatasuna 1 e 2

«La idea de que vivíamos en democracia se ha desmoronado como un castillo de naipes»

[Entrevista de Canarias-semanal a Ángeles Diez] La pasada semana, España volvía a ocupar las portadas de la prensa europea, por la concatenación de una serie de noticias muy difíciles de compatibilizar con la imagen de «Estado democrático y de derecho» que las instituciones del Régimen se esfuerzan por exportar.

La condena a tres años de cárcel impuesta al rapero Valtonyc por escribir canciones contra la monarquía, el secuestro por mandato judicial de una obra literaria sobre el narcotráfico en Galicia, la censura de una obra de arte en la Feria de Arco cuyo autor osó referirse a los «presos políticos»...

En un entrevista concedida a Canarias-semanal, la socióloga y profesora de la Universidad Complutense de Madrid Ángeles Diez analizó estos y otros casos de represión, contextualizándolos en el marco de un Estado que -según esta científica social - no puede entenderse sin remontarse a la Guerra Civil y el triunfo de los sublevados en 1936, y para el que ha acuñado el término: «Francocracia».

Ángeles Diez explica o que é a «Francocracia»(lahaine.org)

«Rússia pede à ONU que avalie situação humanitária em Raqqa»

Numa carta dirigida esta quinta-feira ao representante especial das Nações Unidas para a Síria, Staffan de Mistura, o ministro russo da Defesa, Sergei Shoigu, afirma que seria recomendável abrir corredores humanitários a partir da área de Al-Tanf e do campo de refugiados de Rukban, numa zona do território sírio junto à fronteira da Jordânia e do Iraque que é controlada por forças militares norte-americanas.

O ministro sugere ainda a constituição de uma comissão internacional destinada a verificar a situação humanitária em Raqqa, cidade que foi durante alguns anos o bastião do chamado Estado Islâmico e se encontra agora em poder de forças curdas apoiadas pelos EUA, indica a agência Tass, citada pela PressTV.

A sugestão do titular da pasta da Defesa russa segue-se aos alertas feitos ontem por Igor Konashenkov, porta-voz do mesmo ministério, sobre a actual crise humanitária em Raqqa, que a «coligação liderada pelos EUA está a ignorar». (Abril)

«Ataques sauditas no Iémen provocam quase duas dezenas de vítimas»

Bombardeamentos sauditas em diversos pontos do Iémen provocaram, esta terça-feira, mais de uma dezena e meia de mortos e feridos entre a população civil.
No mesmo dia, responsáveis dos Assuntos Humanitários das Nações Unidas alertaram para as condições «catastróficas» no país. (Abril)

quarta-feira, 28 de fevereiro de 2018

«Amar a los opresores»

[De Boltxe kolektiboa] Así llegamos a entender la verdadera preocupación del departamento de interior y del gobierno vascongado. Saben que los fascistas rusos volverán a casa, ese no es su prob­le­ma, su prin­ci­pal pre­ocu­pación es la exis­ten­cia per­ma­nente de sec­tores pop­u­lares que con­tin­u­a­mente apare­cen y rea­pare­cen luchan­do con­tra el fas­cis­mo, con­tra la repre­sión, con­tra las fuerzas de ocu­pación, con­tra las medi­das económi­cas bur­gue­sas, con­tra el ter­ror patri­ar­cal… y que en caso de que estos movimien­tos lleguen a desar­rol­larse y obten­er el sufi­ciente apoyo de la población pon­gan en peli­gro el sis­tema que tan­to les ben­e­fi­cia. Este es el moti­vo por el que el PNV siem­pre pone toda sus vio­len­cias, la arma­da, la sim­bóli­ca… en con­tra del pueblo tra­ba­jador orga­ni­za­do es sus múlti­ples for­mas aunque eso le supon­ga situ­arse al lado de fascis­tas, de los Esta­dos español y francés o de quien sea. (lahaine.org)

«Sobre el anuncio de acercamiento de quienes están presxs en el Estado francés»

[De MpA] Por lo que hemos explicado, el Movimiento Pro Amnistía quiere hacer un llamamiento a dejar de lado el politiqueo. Los Estados francés y español pusieron en marcha la dispersión penitenciaria con el objetivo de condicionar la lucha de liberación nacional vasca, y precisamente para eso es para lo que la sigue utilizando. Nosotrxs seguiremos luchando por la amnistía, porque estamos convencidxs de que esa es la única manera de lograr una Euskal Herria libre y sin represaliadxs políticxs. / Ver: amnistiAskatasuna 1 e 2

«Não, Sr. Presidente, não temos nada que agradecer a Passos Coelho! Nada!»

[De Ivo Rafael Silva] Vindo do lado do PS não espanta, mas é necessário mesmo assim repudiar os circunstancialismos mentirosos. Ainda que, além de palmos de terra, os portugueses tenham o hábito de deitar elogios para cima dos esquifes, não se pode aceitar tal "rito" vindo de um presidente da AR. Enquanto foi deputado ou primeiro-ministro, Pedro Passos Coelho nunca «serviu a causa pública»! Nunca! (manifesto74)

Pablo Hasél - «Comunista»

Tema do rapper catalão acossado pela justiça espanhola.

terça-feira, 27 de fevereiro de 2018

«Euskal Herria necesita un nuevo medio de comunicación»

[De Borroka Garaia] A Euskal Herria y su clase trabajadora se le somete de mucha maneras. Una de ellas es mediante la dictadura mediática. Una dictadura que se asienta en el poder puro y duro del capital mientras el derecho a la libertad de expresión es desconocido. Hoy por hoy el derecho a informar o a contrastar es directamente proporcional a la capacidad económica que se tenga y a lo que los estados dejen pasar por sus rendijas.

Esto supone directamente que salvo los medios de los que se pueda dotar el movimiento popular, casi siempre precarios económicamente, la «Comunicación» está en manos de grandes empresas y bancos, los entes públicos son centros endogámicos partidistas del poder autonómico, y una suerte de empresas ligadas a intereses muy determinados y nunca coincidentes con la clase trabajadora sino con los diversos estratos de la burguesía desde la pequeña a la oligarquía dominan por completo el panorama. En el caso de Euskal Herria todo ello intensificado por la propaganda de guerra y el intervencionismo de cara a desnacionalizar junto a un auténtico barrido y destrucción de medios por la vía represiva a lo que se une la nueva persecución individualizada de meros usuarios y usuarias de redes sociales. (BorrokaGaraiaDa)

«2018, Ano Marx (II) / Questom de classe»

[De Maurício Castro] Nas últimas décadas, umha esquerda em descomposiçom, após sucessivas derrotas, engole e regurgita a teoria da decadência das classes sociais. Estaríamos, na atualidade, num tempo de esbatimento de contornos, em que o empreendedorismo, o conhecimento e o advento dos robôs estariam a dissolver o mundo do capitalismo e as classes que Karl Marx estudou.

Nesse novo quadro, todos nós faríamos parte de umha massa social multiforme, sem perfis claros e formada por infinitas microidentidades. Por isso nom daria para adaptar a nossa realidade ao grande relato tradicional da esquerda, aquele que propunha a superaçom do capitalismo e a construçom de um mundo qualitativamente novo, justo e igualitário. Lembram?

Para a nova esquerda hipster, faltaria inclusive o sujeito que, na conceçom «clássica», deveria liderar o processo revolucionário. Agora seriam todo pobres, minorias, classes médias, ricos e elites, com o nível de renda, os hábitos culturais ou mesmo a autoconsideraçom a situar cada qual num ou outro estrato social, de maneira «líquida». Já nom haveria lugar para aquela luita polo poder, só para as campanhas contra a pobreza —através de ONGs—, pola redistribuiçom dos rendimentos —através da oposiçom parlamentar «responsável»—, e os apelos digitais contra todo o tipo de micropoderes impostos às minorias oprimidas, cuja fragmentaçom chega ao infinito (sexuais, especistas, ambientais, raciais, de consumo, religiosas, educativas, de saúde…). Todavia, qualquer ofensiva comum polo socialismo, como a que algum dia liderou a classe operária, seria inviável. Além do mais, porque iria «merecer» a classe operária qualquer prioridade ou protagonismo sobre outro coletivo ou movimento social?

Só que nom. / (Sermos Galiza)

«Ácido sulfúrico não pára a História»

[De M. Costa] Numa altura em que recrudesce a ofensiva neocolonizadora em África, conduzida tanto por velhas potências coloniais como pelos EUA – a grande potência imperialista que nasceu de uma colónia – é útil recordar alguns factos históricos e alguns dos bárbaros crimes anteriormente cometidos pelas potências colonizadoras.

E quem foram e são os aliados dos povos africanos na sua luta de libertação. (odiario.info)

«Hezbollah: cumplicidade árabe dá alento a Washington»

Num comunicado emitido esta segunda-feira, o Hezbollah condenou a decisão dos EUA de abrirem a sua embaixada em Jerusalém no próximo dia 14 de Maio, para coincidir com o 70.º aniversário da independência de Israel.

No dia seguinte, 15 de Maio, assinalam-se os 70 anos da Nakba – a «catástrofe» que se abateu sobre o povo palestiniano desde a criação do Estado de Israel, com a expulsão de centenas de milhares de palestinianos das suas terras em 1948 e a limpeza étnica que, iniciada nesse ano, se prolongou até aos dias de hoje.

A medida anunciada pelo Departamento de Estado norte-americano no dia 23 deste mês enquadra-se na agressão da administração norte-americana iniciada em 6 de Dezembro último, quando Donald Trump afirmou reconhecer Jerusalém como capital de Israel, visando aprofundar a judaização da futura capital da Palestina e liquidar a justa causa do seu povo, refere a nota.

Para o movimento de resistência libanês, o anúncio representa «mais uma tentativa de humilhar árabes e muçulmanos», e constitui uma «demonstração do desprezo da administração norte-americana pelos países muçulmanos e pela comunidade internacional».

A decisão, a que não é alheia a «cumplicidade de vários países árabes» com Washington, merece a condenação do Hezbollah, que exorta os povos «a entenderem a necessidade da resistência e da Intifada (rebelião)» na Palestina, bem como «a denunciarem a agressão e a apoiarem o povo palestiniano», para que recupere a terra ocupada por Israel e concretize o sonho de Jerusalém [Al Quds, em árabe] como capital do seu Estado. (Abril)

segunda-feira, 26 de fevereiro de 2018

«Me gustas cuando callas…»

[De Mikel Arizaleta] ¿Por qué cuando hace ahora seis años, en el 2012, fue abatido, también con motivo de un partido de fútbol en San Mamés, un forofo del Athletic, Iñigo Cabacas, se fabricó otro mondongo mendaz por parte de autoridades y ertzaina atribuyendo el desenlace a bandas rivales con sabor Herri Norte, tratando de ennieblar con afirmaciones falsas siendo un caso claro, un joven, Iñigo Cabacas, que tomaba una cerveza, fue abatido por la ertzaina de un pelotazo? Entonces el hecho fue claro, lo que no fue clara y sí irresponsable la postura de los que ayer se manifestaron ante las puertas del Ayuntamiento. Y, por cierto, ni autoridades, ni policía, ni mandamases del Athletic han colaborado lo más mínimo hasta el día de hoy al esclarecimiento del caso.

Tampoco en este caso, como en el anterior, la ertzaintza ha sido clara, ni imparcial, ni trigo limpio; y lo saben muchos jóvenes reivindicativos de nuestro pueblo. No sé si Inocencio Alonso pudo haber muerto cogiendo margaritas, en la cama o en el trabajo. Sin duda que el estrés no favorece a un corazón débil. Pero cuando un agente muere antes de entrar en acción de un infarto hay que ser claro desde el principio y no verter acusaciones contra otros. Que la ertzaintza tiene entre ceja y ceja a Herri Norte es claro, lo hemos visto en repetidas ocasiones. / Ver: kaosenlared.net

«Valtonyc, un antes y un después»

[De Pablo Hasél] Si nuestra respuesta también marca un antes y un después, se lo pensarán dos veces antes de seguir encarcelando tan a la ligera por delitos de opinión. De la respuesta que demos ante el encarcelamiento de Valtonyc, dependerán las futuras condenas. Para eso, es necesaria la autocrítica para salir de la comodidad de no llevar la denuncia más allá de las redes. Hay que asumir que los lamentos sin lucha, no cambian nada. Que la indignación y la rabia que mueren en el twitter, no podrán conquistar la libertad de expresión ni ningún otro derecho. Una gran parte de las personas que viven en nuestros barrios, no andan pendientes de internet, de ahí la importancia de hacer campañas y organizar manifestaciones o charlas para dar a conocer estos casos en cada rincón. Eso, irá generando la conciencia que permita fortalecer la organización de la solidaridad y sobre todo la organización revolucionaria que un día ponga fin al régimen que mientras exista, seguirá ejerciendo la represión constantemente.

El enemigo es constante en la represión y en la manipulación, si nosotros no lo somos en la lucha, no podremos avanzar y derrotarlo. / Ver: lahaine.org

«Terroristas mantêm civis retidos em Ghouta Oriental»

Fontes militares confirmaram à imprensa que prosseguem, em larga escala, as operações iniciadas há mais de uma semana para libertar a região damascena de Ghouta Oriental de grupos terroristas.

As várias facções extremistas ali localizadas, ligadas à Al-Qaeda e à Al-Nusra, anunciaram recentemente que passariam a responder a um comando único, para tentarem travar a investida do Exército Árabe Sírio (EAS).

Há anos que estes grupos aterrorizam a população local e, nas últimas semanas, têm intensificado os ataques com obuses e morteiros contra vários bairros de Damasco, provocando centenas de vítimas mortais e feridos entre a população civil, segundo revelam as autoridades sírias.
[...]
Nos panfletos, o Exército garante segurança, paz, alojamento, alimentação, assistência médica gratuita e o regresso da população às suas casas após a libertação de Ghouta Oriental, informa a Prensa Latina. No entanto, os grupos terroristas ali localizados estão a bloquear tanto a entrada de ajuda humanitária como a saída da população civil.

A acusação, realizada este domingo pelo Ministério russo da Defesa, corrobora as declarações do ministro russo dos Negócios Estrangeiros, Sergei Lavrov, efectuadas há uma semana, quando acusou estes grupos de quererem «manter [a população civil] como escudos humanos», recusando acordos que permitissem a sua evacuação em larga escala. (Abril)

HNT - Herri Norte Taldea!

Zu zara nagusia.

domingo, 25 de fevereiro de 2018

Um sindicato da Ertzaintza pede o regresso das balas de borracha

[Título original: «Un sindicato de la Ertzaintza pide que vuelva a ser legal lanzar pelotas de goma; de momento no han pedido el uso de misiles»] Durante os confrontos ocorridos na passada quinta-feira, em Bilbo, entre apoiantes antifascistas do Athletic Club e apoiantes neonazis do Spartak de Moscovo, um agente da Ertzaintza morreu de enfarte. Agora, o «sindicato» policial ErNE pede «responsabilidades» e o ESAN solicitou mesmo o «regresso à legalidade» das balas de borracha.

Atitude bem diferente tiveram estes «sindicatos» ou os responsáveis políticos da Segurança do Governo de Lakua quando houve mortos na sequência de intervenções da Ertzaintza, por enfarte, como no caso de Imanol Lertxundi (Ondarroa, 1995), Kontxi Sanchez (Hernani, 2004) e Remi Aiestaran (Villabona, 2009), ou pelo impacto de balas de borracha, como no caso de Rosa Zarra (Donostia, 1995) e Iñigo Cabacas (Bilbo, 2012). / Ver notícia do insurgente.org / Mais info aqui e aqui