sexta-feira, 22 de janeiro de 2016

«Gramsci para principiantes» [vídeo]

Documentário ilustrado pelo Canal Encuentro, da Argentina, com base no livro Gramsci para Principiantes, escrito por Néstor Kohan e ilustrado por Miguel Rep.

Biografia política do marxista revolucionário italiano e principal pensador comunista. Síntese dos seus Cadernos do Cárcere. O poder e a revolução como eixos do marxismo. A luta pela hegemonia socialista e as relações de força na luta de classes. A herança política e cultural de Lénine e os ensinamentos de Marx contra o mercado capitalista e em defesa do comunismo. Gramsci analisado a partir da América Latina e a contra-corrente da social-democracia, do pós-marxismo e do neoliberalismo.

Gramsci para Principiantes (Néstor Kohan e Miguel Rep)Série MEMORIA DEL FUTURO - INTRODUCCIÓN AL MARXISMO de BRANCALEONE FILMS. Cátedra «De la teoría social de Marx a la teoría crítica latinoamericana» (Sociología, Facultad de Ciencias Sociales, Universidad de Buenos Aires-UBA) y Cátedra Che Guevara. / Ver: cipec.nuevaradio.org

quinta-feira, 21 de janeiro de 2016

«Desmitificar la Amnistía, fortalecer sus escenarios de lucha»

[Contributo de Julen Larrinaga, ex-preso político basco e antigo porta-voz e responsável na Bizkaia das Gestoras Pró-Amnistia, para o debate sobre a amnistia lançado pelo La Haine] Independentzia, Sozialismo y Amnistia son ideas que pertenecen al imaginario colectivo de la Izquierda Abertzale. Las citamos en textos políticos y las oímos en debates, mítines y movilizaciones.
[...]
Si hablamos de amnistía, hablamos de resolución integral del conflicto político que enfrenta a Euskal Herria con los Estados Español y Francés. Hablamos de abordar consecuencias (presos, exiliados, desmilitarización, legislaciones de excepción, memoria y víctimas), pero también hablamos de solucionar causas (reconocimiento de Euskal Heria como nación). ¿Cómo se sitúa entonces la amnistía en un escenario? En primer lugar, es conveniente subrayar que la reivindicación de la amnistía no es un objetivo estratégico en sí mismo, sino una parte más del decorado. Para la Izquierda Abertzale, la lucha pro-amnistía siempre ha tenido un carácter táctico, un papel de supeditación a la estrategia del momento y a través del cual se han ido articulando diferentes tipos de luchas políticas y reivindicaciones. / LER: lahaine.org

Trabalhadores da TRW em luta pelos postos de trabalho

As organizações representativas dos trabalhadores na fábrica da TRW em Landaben (Nafarroa) revelaram que estes vão fazer paralisações diárias de quatro horas por turno entre hoje e terça-feira da semana que vem, em protesto contra o despedimento colectivo de 250 trabalhadores anunciado pela administração da empresa.

Reunidos em plenário, os trabalhadores decidiram intensificar a luta em defesa dos postos de trabalho até terça-feira, 26. Para esse dia foi marcada uma paralisação de 24 horas, uma reunião com a administração da empresa e uma marcha até ao Parlamento navarro, onde vão expor a sua situação.

Foi também agendada, para amanhã, sexta-feira, uma reunião com o presidente da Câmara Municipal de Iruñea, Joseba Asiron. No dia 30, os cerca de 620 trabalhadores da TRW de Landaben vão realizar uma manifestação, na qual esperam ser apoiados pela sociedade. / Ver: Berria

400 pessoas protestaram contra encarceramento de Xabi Agirre

A concentração, convocada pelo movimento Eleak, teve como objectivo denunciar a detenção e o encarceramento de Agirre, esta semana. O facto ocorreu sem que o Supremo Tribunal (ST) se pronunciasse sobre a pena a que a AN espanhola o condenou.

Centenas de pessoas protestaram ontem ao fim da tarde, na Praça da Virgem Branca, em Gasteiz, contra o encarceramento do seu conterrâneo Xabier Agirre – na cadeia de Soto del Real (Madrid) –, sem que o ST tenha tomado uma decisão sobre o recurso do jovem contra a pena de seis anos e meio de prisão a que a AN o condenou em Novembro do ano passado, informaram a Hala Bedi Irratia e o Gasteizko Harresia.

O jovem encontrava-se em liberdade condicional e recebeu ordem de prisão quando se dirigiu a tribunal para rever o caso. Agirre tinha sido detido em Outubro de 2011 na Bélgica, juntamente com o refugiado Ventura Tomé, e extraditado para o Estado espanhol.

Comunicados de repúdio
O Sortu repudiou esta situação, referindo que, quando Agirre se encontrava em liberdade, a AN espanhola o acusou de um «novo crime», o «de integração em organização terrorista»; de acordo com a sentença, este baseia-se «na relação que teve com o colectivo de refugiados e o convívio com outros refugiados na Bélgica».

Por seu lado, o Movimento pró-Amnistia e contra a Repressão, criticando fortemente a detenção e o encarceramento, abordou a natureza e o propósito do «tribunal fascista» que é a AN espanhola. «Não reconhecemos qualquer legitimidade ao Estado espanhol e à Audiência Nacional para condicionar a vida e a actividade política dos cidadãos bascos, e continuaremos a lutar com firmeza até que deixem Euskal Herria em paz», afirma. / Ver: eitb.eus e amnistiaaskatasuna

Bruno Carvalho: «Recuperar as 35 horas, uma luta de todos»

Logo que a questão começou a ser discutida na Assembleia da República a máquina mediática tratou de espalhar a desinformação, a manipulação e a mentira. Os porta-vozes dos grandes grupos económicos e financeiros na comunicação social trataram de usar a velha táctica de virar os trabalhadores do privado contra os do público.
[...]
Reclamar as 35 horas é cumprir com o legado histórico pelo qual gerações e gerações de trabalhadores lutaram de forma abnegada. E é justo que se diga que esta reivindicação deve ser entendida como sua por quem trabalha no privado. Na marcha da história, as conquistas dos sectores mais emancipados da classe trabalhadora acabaram por significar importantes avanços para todos. Avancemos, pois. (manifesto74)

«Venezuela: Asesinado el periodista Ricardo Durán» (Resumen Latinoamericano)
Ricardo Durán se desempeñaba como jefe de prensa del Gobierno de Distrito Capital, fue director de Comunicación e Información de la Asamblea Nacional (AN). Durán fue periodista de Venezolana de Televisión y jefe de prensa de la Asamblea Nacional. También condujo un programa en RNV, que lo hizo merecedor del Premio Nacional de Periodismo 2009, en la categoría Opinión mención Radio. Hace pocos días fue nombrado director de prensa del Gobierno del Distrito Capital.
Según un artículo publicado en el 2009 por Tribuna Popular, periódico del Partido Comunista de Venezuela, Durán había recibido en el pasado varios atentados contra su vida por diversas denuncias que había realizado.

quarta-feira, 20 de janeiro de 2016

«Nuestro objetivo es que l@s represaliad@s vuelvan a una Euskal Herria libre»

[Sendoa Jurado, ex-preso político basco e porta-voz do Movimento pró-Amnistia e contra a Repressão, responde a quatro questões no âmbito de um debate promovido pelo La Haine] Desde el momento en el que existen represaliad@s polític@s es necesario socializar el concepto de la amnistía. La reivindicación de la amnistía acarrea no reconocer como democrático al estado al que se le exige que la aplique, y eso es lo que da legitimidad a la lucha de quienes sufren la represión, y por lo tanto impide la criminalización de estos últimos. Creemos que ningún movimiento político que se denomine revolucionario puede renunciar a reivindicar la amnistía de quienes más han dado por sacar adelante dicho proyecto revolucionario.
[...]
si esa defensa de los derechos humanos se pretende instrumentalizar para otros fines que se parecen bastante a los que plantea el enemigo, con nosotr@s que no cuenten. Me estoy refiriendo a la cuestión de hablar de derechos humanos sin tener en consideración el motivo por el que son vulnerados. Está muy extendido el argumento de que los estados aplican estas y otras medidas por venganza y esto no es así, por lo menos no es solo por venganza. L@s represaliad@s polític@s y especialmente l@s pres@s son utilizados como rehenes para debilitar las posiciones políticas de quienes se enfrentan a los estados. / Ler: lahaine.org

Apurtu.org, 5 anos de ultraje à liberdade de expressão [vídeo]

Ontem, passaram cinco anos sobre a operação policial que levou ao encerramento do meio de comunicação basco apurtu.org, por ordem da Audiência Nacional espanhola.Por ordem do tribunal de excepção espanhol, há cinco anos a Polícia levou a cabo uma operação que poria fim ao apurtu.org. Foram presas quatro pessoas, acusadas de ligação à ETA, e uma delas passou um ano e meio em prisão preventiva.

O processo contra o órgão de comunicação acabou por ser arquivado, por falta de provas, mas o apurtu.org já não voltou a funcionar. / Ver: lahaine.org

Hino da UE assobiado no início da danborrada donostiarra

Este ano, Donostia é a Capital Europeia da Cultura e, para dar início aos eventos ligados à nomeação, o hino da União Europeia foi tocado e cantado ontem à noite, na Konsti plaza, onde decorreu a tradicional danborrada do San Sebastian eguna [Dia de São Sebastião]. Muitos dos presentes na praça responderam com assobios.

À meia-noite de 19 para 20, o repúdio à UE na Konsti não se limitou à assobiadela, pois também era possível ver uma faixa com a inscrição «Troika go home». O início da danborrada donostiarra foi, de resto e como é habitual, uma ocasião privilegiada para a expressão de múltiplas reivindicações. Especial destaque teve a exigência de que os presos políticos bascos regressem a casa.

Europar Batasunari txistuak DonostianAssobios à UE em Donostia. / Ver: argia

Red Roja: «Inestabilidad e ilusiones (de divisiones va la cosa)»

Tras las elecciones del 20D se ha prolongado y complicado todavía más en el Estado español el largo período de inestabilidad política que los resultados electorales venían ya visualizando desde mediados del año 2014. Y no son los cambios en la matemática electoral entre «viejos» contendientes lo que alimenta la inestabilidad actual, sino las expectativas de cambio profundo puestas en las llamadas «fuerzas emergentes», independientemente de lo que nosotros pensemos que estas fuerzas terminarán por hacer. Por eso, lo primero es insistir en que esta inestabilidad política tiene su causa principal en los brutales recortes socio-laborales como consecuencia de la crisis capitalista y de los dictados de la UE. (redroja.net)

«Gamonal, dos años después en solidaridad con los encausados» (Diario de Vurgos via lahaine.org)
Después de dos años de que Gamonal se convirtiera en el epicentro de atención tras las protestas sociales que consiguieron que el consistorio burgalés diera marcha atrás en la construcción del bulevar, todavía quedan alrededor de 30 vecinos encausados en un proceso judicial que no tiene visos de resolverse a medio/corto plazo. El sábado 16 de enero, la Asamblea de Gamonal quiso celebrar el segundo aniversario de las protestas en el barrio recordando a las personas procesadas y mostrando su apoyo a los vecinos que han sido represaliados durante estos dos años.

terça-feira, 19 de janeiro de 2016

Os detidos de «aztnugal» organizam um ciclo de actividades contra a tortura

Faz agora cinco anos que Jon Patxi Arratibel, Gorka Mayo, Iker Moreno, Iñigo González e Gorka Zabala foram presos pela Guarda Civil. Indiciados no processo 4/2014, serão julgados em Abril. Ontem, Moreno, Arratibel, Zabala e Mayo deram uma conferência de imprensa frente ao Comando da Guarda Civil na capital navarra, tendo afirmado que «é necessário um esforço colectivo, social e institucional para acabar com a tortura».

Os navarros recordaram que, há cinco anos, estavam a ser submetidos a sessões de asfixia com o saco, a ser espancados e ameaçados enquanto os obrigavam a fazer flexões até à exaustão, a sofrer vexações sexuais, enquanto outros estavam no calabouço, sem luz, a ouvir os gritos dos seus companheiros. Afirmaram que foram torturados «com inteira impunidade, no centro da capital espanhola, por guardas civis encapuzados». As torturas ficaram plasmadas no pedido de ajuda de Arratibel, que assinou o seu depoimento com Aztnugal («ajuda» ao contrário, em basco).

Também sublinharam o facto de o tribunal de excepção e as instituições do Estado espanhol não terem ligado às sentenças e requerimentos internacionais, incluindo a sentença de Maio de 2015 do TEDH de Estrasburgo que condenou o Estado espanhol por não ter investigado a queixa de Arratibel. Assim, exigiram a Madrid que elimine tudo o que permite «a impunidade das forças do Estado», especialmente o regime de incomunicação, e que cumpra a Convenção contra a tortura da ONU.
13 de Fevereiro, conferência e festival
No Dia Contra a Tortura em Euskal Herria, o Palácio Condestável, em Iruñea, será palco de uma conferência sobre a tortura (11h00). Participam Paco Etxeberria (antropólogo e forense), Jorge del Cura (Coordenadora para a Prevenção e Denúncia da Tortura) e Lorea Bilbao (Torturaren Aurkako Taldea). A partir das 19h30, tem lugar no frontão Askatasuna, em Burlata, a segunda edição do Aztnugal Rock, com os Kop, Kaotiko, Mc Onak, Tximeleta e DJ Bull. Por outro lado, de 8 a 26 de Feveiro, haverá diversas actividades culturais no Katakrak, em Iruñea. / Ver: ahotsa.info

TRW prepara despedimento colectivo de 250 trabalhadores em Landaben

Na reunião realizada hoje entre a administração da TRW (empresa do ramo automóvel) e os sindicatos, a empresa revelou ter dado início ao processo de extinção de 250 contratos (183 agora e 67 no ano que vem). Os sindicatos afirmam que a TRW obteve mais de 100 milhões de euros de lucro nos últimos quatro anos.

O despedimento de 250 trabalhadores, hoje confirmado pela TRW, ocorre numa empresa que, segundo denunciaram os sindicatos numa conferência de imprensa na sexta-feira, obteve mais de 100 milhões de euros de lucros e distribuiu 59 milhões de dividendos nos últimos quatro anos.

Os trabalhadores – que hoje realizaram uma greve de 24 horas, com adesão total – agendaram também para hoje um plenário em que iam decidir novas acções de luta, tendo por fito reverter o despedimento colectivo. Por outro lado, os sindicatos pediram ao Governo de Nafarroa que inclua nas suas prioridades a defesa dos trabalhadores e dos seus postos de trabalho, e denunciaram o facto de a TRW ter recebido subvenções de todos/as os/as navarros/as, verbas que, acusam, estão a ser indirectamente desviadas para outras fábricas da multinacional. / Ver: ahotsa.info

«La Memoria»: «A Fuga de Peniche, memória da Liberdade»

Na luta democrática e antifascista dos povos figuram muitas histórias e momentos de perseguição e presídio. Por isso – não podia ser de outro modo, pois é de rebeldia e de resistência que falamos – essa luta está também repleta de fugas protagonizadas pelos que pagaram com o cárcere o compromisso com a Liberdade. No caso português, assinala-se nestes dias mais um aniversário da que foi, porventura, a mais famosa – mas não a única –, protagonizada por presos políticos encarcerados sob o regime fascista de Salazar: trata-se da fuga do forte-prisão de Peniche, a 3 de Janeiro de 1960. / Ouvir: Info7 irratia

Naquele dia, dez militantes comunistas escaparam do presídio, considerado «de alta segurança». Entre eles, estavam seis membros do CC do PCP, sendo um deles Álvaro Cunhal, que viria a ser Secretário-Geral e a figura mais conhecida. Sobre Peniche, «memória da liberdade», e sobre outras fugas da resistência portuguesa, o «La Memoria» fala com o jornalista e militante comunista BRUNO CARVALHO.

Este resume a entrevista desta forma: «Uma entrevista sobre várias fugas prisionais durante o fascismo. Com destaque para a importância da Fuga de Peniche, dos dirigentes comunistas que, entretanto, foram determinantes para a correcção do desvio de direita no PCP entre 1956 e 1959 e do relatório de Álvaro Cunhal ao Comité Central e do regresso à centralidade da insurreição como elemento decisivo para derrubar o fascismo.»

Como é habitual, no «La Memoria» haverá muita música e não faltarão referências a múltiplas questões. Esta semana, não podia faltar a do militante basco David Alvarez Peña, morto a 14 de Janeiro de 1978, na sequência do confronto armado com as forças que defendiam as obras da central nuclear de Lemoiz (Bizkaia), impopular e socialmente contestada. [Mila esker, Martxelo!]

Galiza: X Marcha às cadeias [vídeo e fotos]

Com o apoio de múltiplas associações e organizada pela plataforma Que Voltem para a Casa, realizou-se no sábado, 16, a 10.ª edição da Marcha às Cadeias, em solidariedade com os presos independentistas galegos.

X Marcha às cadeias [galiza contrainfo]Ver: lahaine.org
 
 

segunda-feira, 18 de janeiro de 2016

«La reivindicación de Amnistía es más necesaria que nunca»

[Iñaki Gil de San Vicente responde a quatro questões no âmbito de um debate promovido pelo La Haine] Desde mediados de la década de 1990 la reivindicación pública de Amnistía fue, primero, acompañada de otras para lograr traerlos a casa, a Euskal Herria, a la vez que se intentaban abrir dinámicas de participación masiva, buscando atraer más y más sectores obreros, populares y sociales. Mientras tanto se mantenían muy activas otras reivindicaciones estratégicas e históricas como la de socialismo, independencia, reuskaldunización, antiimperialismo e internacialismo, radical antipatriarcalismo, etc.

Pero desde hace tres o cuatro años, la reivindicación de Amnistía desapareció rápidamente tragada por el mismo agujero negro que engullía a las demás, la del socialismo sustituida por la «justicia social» interclasista; la de independencia socialista sustituida por una «independencia» abstracta y por un supuesto derecho a decidir incapaz de decidir algo; la de internacionalismo antiimperialista sustituida por un atlantismo descarado; la del contrapoder y el poder popular sustituida por el parlamentarismo legal español, etc. / LER: lahaine.org

Forte repressão policial contra a juventude em Tolosa

Na sequência do despejo recente do centro juvenil autogerido [gaztetxe] Ezpala, em Tolosa (Gipuzkoa), a juventude da localidade não ficou de braços cruzados e no sábado, depois de uma manifestação pelas ruas da antiga capital guipuscoana, voltou a tentar ocupar um novo edifício. A tentativa foi sabotada com grande violência por parte da Polícia ao serviço da burguesia basca.

No sábado, cerca de 200 pessoas aderiram à manifestação convocada pela Tolosako Gazte Asanblada [Assembleia Juvenil de Tolosa] em defesa do Ezpala Gaztetxea. A meio da acção de protesto, um grupo de jovens tentou ocupar um novo edifício, pertencente ao Município. Cerca de 30/40 ficaram sentados à entrada.

Ficaram ali sentados um bom bocado, sob o olhar de agentes da Ertzaintza, que seriam reforçados por diversas unidades móveis enviadas pelo Departamento de Segurança de Lakua. Por volta das 19h00, os jovens que estavam sentados à entrada do edifício, muito apoiados por outros nas imediações, começaram a ser retirados e identificados pelos polícias. A Assembleia denuncia uma intervenção policial violenta, em que, afirmam, os jovens foram insultados e levaram bastonadas, estalos, pontapés.

TGA okupazioa eta eraikinaren hustea [Tolosaldeko ataria]Ver: BorrokaGaraiaDa, tolosaldeko ataria, topatu.eus e topatu.eus

Carlos Lopes Pereira: «Patrice Lumumba, um herói africano»

[Texto publicado em 2011.] Faz agora meio século. Foi a 17 de Janeiro de 1961 que agentes do colonialismo belga e do imperialismo norte-americano, com a conivência de traidores congoleses, assassinaram de forma bárbara Patrice Lumumba, combatente da independência da sua terra e primeiro chefe do governo da República do Congo. Apesar de ter desaparecido há 50 anos, ainda muito jovem, a sua figura emerge hoje como a de um patriota íntegro e corajoso, de um lutador anticolonialista e anti-imperialista. Em África, na Ásia e na América Latina, diferentes gerações de revolucionários admiram-no, a par de Kwame Nkrumah, Amílcar Cabral, Agostinho Neto ou Samora Machel, como um herói da libertação africana cujo legado se mantém actual e inspira novas lutas pela emancipação social dos povos do continente e de todo Mundo. (avante.pt)

«Fuerzas israelíes matan a tiros a otros dos palestinos en Gaza» (Resumen Medio Oriente)
Los jóvenes muertos en la jornada de hoy se suman a dos palestinos más que perdieron la vida el jueves a manos de los soldados de las fuerzas de guerra del régimen israelí; uno en la ciudad cisjordana de Al-Jalil (Hebrón) y otro en una zona cerca de Nablús, también en Cisjordania.

Al menos 159 palestinos han muerto y miles más han resultado heridos desde el 1 de octubre de 2015 por armas de fuego israelíes, de acuerdo con las estadísticas del Ministerio palestino de Salud.

The Wolfe Tones – «The Foggy Dew»

Irlanda. Um clássico sobre a Revolta da Páscoa [Easter Rising], de 1916.

domingo, 17 de janeiro de 2016

A Askapena apresentou as Brigadas de 2016

Na sequência do julgamento político de que foi alvo em 2015, a Askapena aguarda a sentença do tribunal de excepção espanhol sobre a sua actividade e sobre cinco dos seus militantes, para quem o Estado espanhol pediu seis anos de cadeia. Mas isso não faz com que a organização internacionalista basca fique de braços cruzados e renuncie ao seu projecto. Ontem, apresentou as brigadas que está a preparar para 2016, sublinhado que terão um «sentido político acrescido».

Em conferência de imprensa, militantes da Askapena afirmaram que estas «brigadas encarnam o ideário político, internacionalista, abertzale e popular que tanto incomoda o Reino de Espanha», acrescentando que, com elas, pretendem reafirmar o seu «trabalho político internacionalista, tão legítimo quanto necessário». Serão brigadas em que os militantes se irão reafirmar «como revolucionários internacionalistas bascos», disseram.

Na apresentação, destacou-se o facto de milhares de pessoas terem participado nas brigadas internacionalistas que a Askapena organiza há 28 anos e que «foram, são e serão um instrumento-chave na construção de pontes solidárias entre povos em luta pela libertação nacional e social, um instrumento imprescindível para a construção de uma Euskal Herria internacionalista e anti-imperialista».

2016ko Brigaden aurkezpena [eus]Apresentação das Brigadas de 2016. / Ver: askapena.org

Iñaki Gil de San Vicente: «Situación actual en Euskal Herria»

[Nota: texto escrito para a revista Espineta amb Caragolins, n.º 21] Se pueden sintetizar en cuatro los puntos críticos que ahora mismo determinan el contexto vasco: uno, el ya sabido de la crisis sistémica y de muy larga duración que se ha instaurado en el capitalismo mundial, con sus formas específicas en Euskal Herria y en los Estados español y francés. Dos, el proyecto austericida de la patronal vasca, que es el núcleo que dirige desde arriba las decisiones socioeconómicas y políticas fundamentales de los partidos que le representan y defienden. Tres, el fracaso de la «estrategia» oficial de la izquierda abertzale iniciada hace un lustro. Y cuatro, como resultado de todo lo anterior el debate Abian! iniciado en el conjunto del independentismo socialista buscando reintegrar a los sectores críticos, desilusionados y marginados.
[...]
Aunque en el debate [Abian!] es posible que no salgan a la luz todas las contradicciones, vamos a enumerar las decisivas porque tarde o temprano se harán visibles de una u otra forma: liberación nacional de clase, o «independencia» a secas; lucha obrera y popular, o institucionalismo; estrategia común y tácticas adecuadas, o diversidad generalizada; programa máximo y mínimo común, o reivindicaciones democráticas generales; atraer a la pequeña burguesía, o a la mediana burguesía; forma-movimiento, o forma-partido; solidaridad internacionalista, o diplomacia institucional… / LER: lahaine.org

Restos mortais de miliciano antifascista recuperados 78 anos depois

No Monte Urkulu, em Larrabetzu (Bizkaia), técnicos da Sociedade de Ciências Aranzadi procederam à exumação dos restos de um combatente contra o levantamento fascista de 1936, que atribuem ao miliciano Ramón Portilla, do Batalhão Celta da CNT.

A exumação contou com a presença de familiares do miliciano, de representantes do Governo de Lakua, do presidente da Câmara de Larrabetzu, de membros da associação local Karraderan, da CNT e da Plataforma Basca para a Querela contra os Crimes do Franquismo.

A exumação de ontem é a segunda que se realiza este mês no monte Urkulu, localizado entre os municípios biscainhos de Gamiz-Fika, Morga e Larrabetzu, um local onde houve combates em Junho de 1937, durante a ofensiva das tropas franquistas contra o chamado Cinturão de Ferro que protegia Bilbo. / Ver: SareAntifaxista e naiz