A mobilização já foi anunciada há alguns dias. Hoje, os sindicatos LAB, STEE-EILAS, ELA, a associação de pais Sortzen e o colectivo estudantil Ikasle Abertzaleak apresentaram a convocatória numa conferência de imprensa que teve lugar em Iruñea.
Em representação dos convocantes, Garikoitz Torregrosa (Sortzen) leu um comunicado em que se denuncia o facto de o relatório da Guarda Civil sobre os professores e as suas opções ideológicas ter sido utilizado «por UPN, PPN, alguns meios de comunicação e o Governo de Navarra» para «atacar a educação em euskara». Pede-se também ao conselheiro da Educação, José Iribas, que apoie de forma «pública» e «explícita» os trabalhadores do modelo D e que o departamento tome acções legais contra o Intereconomía e o El Mundo pelas imagens e «mentiras» que divulgaram sobre a matéria.
Ander Pascual, de ELA, referiu que este informe não aparece «por acaso», mas sim porque a UPN «vê como o fim do regime é iminente», e, assim, decide «agitar fantasmas» sobre o euskara.
Recordou que a campanha de matrículas começa em breve e que a UPN «apostou» «na imposição do PAI (Programa de Aprendizagem em Inglês)» em detrimento do ensino em euskara.
Para denunciar esta situação, convocaram a manifestação para dia 18 na capital navarra, que tem como lema «Hezkuntzan, kolore guztiak» [Na Educação, todas as cores] e que parte às 18h00 do Parque Antoniutti. Esperam que mais sindicatos e agentes educativos e sociais adiram.
Para além disso, amanhã vão realizar uma concentração frente ao Parlamento foral, durante a comparência do conselheiro Iribas, que esperam que «sirva para esclarecer» o conteúdo do relatório.
Na quarta-feira, 11, professores do modelo D vão apresentar-se na Delegação do Governo espanhol em Nafarroa para, a título individual, saber se foram ou não espiados pela Guarda Civil e, em caso afirmativo, requerer a informação que os militares possam ter sobre eles. / Ver: naiz.info e Diario de Noticias
segunda-feira, 9 de dezembro de 2013
Contra a destruição de 200 postos de trabalho, adesão à greve superior a 70% no Lanbide
A adesão à greve desta segunda-feira está a ser superior à da jornada de luta convocada pelos sindicatos abertzales no passado dia 11 de Novembro no Serviço Basco de Emprego, que, de acordo com os dados de ELA e LAB, teve uma adesão a rondar os 70%.Desta vez, as CCOO também se juntaram à convocatória de greve no Lanbide, uma jornada pela defesa dos postos de trabalho e das retribuições ajustadas, e contra os planos do Governo de Lakua para o organismo.
No âmbito da jornada de greve, hoje de manhã os trabalhadores realizaram uma manifestação em Gasteiz, entre a Praça Arca e a sede do Governo autonómico. Os sindicatos exigiram ao Executivo do PNV estabilidade nos postos de trabalho e vontade de negociação, algo que, em seu entender, não se verifica.
O ELA e o LAB têm vindo a convocar paralisações parciais e totais no Lanbide desde Novembro, rejeitando as propostas do Executivo de Lakua por considerarem que estas implicam mandar 200 trabalhadores para o desemprego e porque defendem que, com menos pessoal, em tempos de crise, o Serviço Basco de Emprego vai piorar. Prevê-se que as paralisações parciais prossigam nos próximos dias, às segundas e às sextas. / Ver: naiz.info
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Hator hator... O Hatortxurock 16 já aquece
A 16.ª edição do festival solidário com os presos políticos bascos decorre em Atarrabia (Nafarroa) no dia 28 de Dezembro. Mais uma vez, o Hatortxurock denuncia a política de dispersão que é aplicada aos presos bascos e pede que sejam dados passos no sentido da resolução do conflito. Para os organizadores, «é lamentável ter de organizar, um ano mais, este festival que nasceu com o propósito de desaparecer, o que significa que a situação dos presos e dos seus familiares não melhorou». Em todo o caso, a edição deste ano do festival surge com um programa excelente e entusiasmante.Já foram anunciados os horários dos concertos, bem como outros aspectos relativos ao funcionamento do festival: o Hatortxurock não tolera ataques sexistas; no recinto não serão vendidas bebidas alcoólicas a menores de 18 anos; e o euskara será sempre a língua primeira.
Até 26 de Dezembro é possível comprar as entradas antecipadamente: nos locais habituais, por 15 euros; no site do festival - hatortxu.org -, por 16 euros (1 euro é para despesas de manutenção). Também se pode comprar as entradas no dia do festival, por 20 euros. / Ver: topatu.info
Governors - «Kristal kolpatuak» Denak etxera ekarri arte!
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Um grupo de militares provocou incidentes no bairro de Loiola (Donostia)
É o terceiro ataque fascista nos últimos cinco meses na capital guipuscoana.
Ontem, passavam 15 anos sobre o assassinato do apoiante da Erreala Aitor Zabaleta.
De acordo com testemunhas, os militares estavam bêbados. Para além de insultarem vários habitantes do bairro, lhes atirarem garrafas de cerveja vazias, mostraram os órgãos genitais a algumas mulheres, enquanto gritavam vivas a Franco e a Espanha. A Ertzaintza apareceu no local e deteve um dos militares; os restantes fugiram para o quartel. / Fonte: naiz.info e SareAntifaxista
Ver também: «A Câmara Municipal de Donostia denuncia "o alarme" provocado pelos militares de Loiola» (naiz.info) [ALDE HEMENDIK!]
Ler: «Militar espainolak, mozkortuta, lurraldea markatzen» (Gara)
[Militares espanhóis, bêbados, marcam o território]
Ez da, ez, lehen aldia militarrok probokazioaren bidetik nabarmentzen direla. Ezta herritarrak kolpatzen dituzten aurrenekoa ere. Kasualitatea ala gertaera isolatua baino, mentalitate baten ondorio dira-eta jokaera hauek, ustezko indar gordin baten erakustaldia, euskaldunak kikilduta atzera egingo dutelakoan. Oker dabiltza, baina.
Ontem, passavam 15 anos sobre o assassinato do apoiante da Erreala Aitor Zabaleta.
De acordo com testemunhas, os militares estavam bêbados. Para além de insultarem vários habitantes do bairro, lhes atirarem garrafas de cerveja vazias, mostraram os órgãos genitais a algumas mulheres, enquanto gritavam vivas a Franco e a Espanha. A Ertzaintza apareceu no local e deteve um dos militares; os restantes fugiram para o quartel. / Fonte: naiz.info e SareAntifaxista
Ver também: «A Câmara Municipal de Donostia denuncia "o alarme" provocado pelos militares de Loiola» (naiz.info) [ALDE HEMENDIK!]
Ler: «Militar espainolak, mozkortuta, lurraldea markatzen» (Gara)
[Militares espanhóis, bêbados, marcam o território]
Ez da, ez, lehen aldia militarrok probokazioaren bidetik nabarmentzen direla. Ezta herritarrak kolpatzen dituzten aurrenekoa ere. Kasualitatea ala gertaera isolatua baino, mentalitate baten ondorio dira-eta jokaera hauek, ustezko indar gordin baten erakustaldia, euskaldunak kikilduta atzera egingo dutelakoan. Oker dabiltza, baina.
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Grup Yorum - «Haziran'da Ölmek Zor» [com letra em inglês]
Poema de Hasan Hüseyin Korkmazgil dedicado a Nazim Hikmet (que faleceu em Junho de 1963), numa versão cantada pelo Grup Yorum, da Turquia.
Há poucos dias, divulgámos aqui esta canção, gravada ao vivo em Istambul (Junho de 2010) no concerto dos 25 anos da banda.
Depois de nos ilustrar sobre o "sentido" do poema, uma amiga turca da ASEH prometeu traduzir a letra da canção, que - avisou-nos entretanto - é bastante mais curta do que o poema. Portanto, a tradução que se segue é da letra e não do poema na íntegra.
IT IS HARD TO DIE IN JUNE
The night smells lilac and sprout / My heart is like an injured falcon / Oh my mother, / It is hard to die in June, / It is hard to die in June. // I worked for fifteen hours / I died off for fifteen hours x2 // I am exhausted, hungry and sleepy… // The boss insulted my mother / Oh gritted my teeth / I told my hopes with whistles x2 // I miss a warm house / A hot meal / Kisses to make me forget in a warm bed / I got out of the waves, got out on road / The tanks are on street / The sound of the horns / With yellow leaves on the arms of the trees / There are skeletons of people // The night smells lilac and sprout / You said years ago there would be a plain tree on me // So after ten years / On morning time / The eyes of a cow / And a gauze //
And the face of Memed / And the straw yellow / And the red of the missing //
So the master left us / And the pain in heart is left x2 //
I carried this burden on my back for years / I left in the cheers of pain / The date of 3 June 1963. x2 // A red rose leaned on / A red rose is now far away. / Caresses the burning forehead / Of Master Nazım x2 // A red rose leaned on / A red rose is now far away. / He lies there now / In an old grave / The master sleeps / The master sleeps // The night smells lilac and sprout // Even when I pass by the shadow of the tanks x2 // A bird sings here inside my heart. x2 // It is hard to die in June.
IT IS HARD TO DIE IN JUNE
The night smells lilac and sprout / My heart is like an injured falcon / Oh my mother, / It is hard to die in June, / It is hard to die in June. // I worked for fifteen hours / I died off for fifteen hours x2 // I am exhausted, hungry and sleepy… // The boss insulted my mother / Oh gritted my teeth / I told my hopes with whistles x2 // I miss a warm house / A hot meal / Kisses to make me forget in a warm bed / I got out of the waves, got out on road / The tanks are on street / The sound of the horns / With yellow leaves on the arms of the trees / There are skeletons of people // The night smells lilac and sprout / You said years ago there would be a plain tree on me // So after ten years / On morning time / The eyes of a cow / And a gauze //
And the face of Memed / And the straw yellow / And the red of the missing //
So the master left us / And the pain in heart is left x2 //
I carried this burden on my back for years / I left in the cheers of pain / The date of 3 June 1963. x2 // A red rose leaned on / A red rose is now far away. / Caresses the burning forehead / Of Master Nazım x2 // A red rose leaned on / A red rose is now far away. / He lies there now / In an old grave / The master sleeps / The master sleeps // The night smells lilac and sprout // Even when I pass by the shadow of the tanks x2 // A bird sings here inside my heart. x2 // It is hard to die in June.
domingo, 8 de dezembro de 2013
Centenas de pessoas apoiam os jovens insubmissos nas ruas de Durango
Respondendo ao apelo feito por quatro jovens que se recusaram a comparecer na AN espanhola - Irati Mujika, Idoya Iragorri, Goizane Pinedo e Unai Ruiz - e pelos restantes jovens arguidos no processo contra a Segi, uma multidão vestida e mascarada de laranja andou pelas ruas de Durango, formando a «marcha desobediente».A Ertzaintza também por lá andou, com várias furgonetas às voltas pela localidade biscainha desde bem cedo.
Uma elektrotxaranga animou a kalejira que partiu da Feira do Livro e do Disco Basco e que andou pelas ruas da terra. Depois, junto à igreja de Santa Maria de Uribarri, por baixo da enorme coberta do pórtico lateral, realizou-se um acto em que foi possível ver Goizane Pinedo e Unai Ruiz a passear-se pela Feira, num vídeo gravado hoje de manhã.
No vídeo, Pinedo e Ruiz reafirmam a decisão tomada, agradecem o apoio das pessoas e afirmam que o compromisso de todos é fundamental para a resolução do conflito. Depois da exibição do vídeo, tomaram a palavra outros jovens arguidos, que enfatizaram a necessidade de continuar a trabalhar para acabar com os julgamentos.
Hoje mesmo, tiveram de voltar para Madrid, para enfrentar mais três dias de julgamento (de segunda a quarta) no tribunal de excepção.
Máscara desobediente [topatu.info] Ver: topatu.info e naiz.info
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Militantes dos EHL insistem em tirar a máscara a Garzón, premiado na Argentina
No dia 4 deste mês, o ex-juiz Baltasar Garzón foi galardoado com o «Premio a la Libertad de Expresión» no Teatro Tango Porteño, em Buenos Aires. Mais uma vez, os membros dos Euskal Herriaren Lagunak [Amigos do País Basco] estiveram presentes, distribuindo folhetos onde se explicava quem era na verdade a figura a quem o prémio ia ser atribuído. Alguns dos convidados ficaram espantados, outros chateados, e houve muitos que, em voz baixa, disseram que era «uma vergonha» atribuir um prémio a um homem que mandou prender jornalistas e encerrar meios de comunicação.Também houve quem tentasse impedir a distribuição de folhetos chamando a segurança, mas sem sucesso, pois a distribuição prosseguiu.
Uma militante dos EHL conseguiu aproximar-se do presidente da AFSCA (*), Martín Sabbatella, e deu-lhe um folheto, de modo que ficasse ilustrado sobre a Garzonlândia (como se vê na foto). [(*) Autoridad Federal de Servicios de Comunicación Audiovisual]
Ler crónica da iniciativa em resumenlatinoamericano.org
Texto adicional: «Premio AFSCA a Baltasar Garzón: la impunidad premiada», de iniciativa Garzón en Argentina
Refira-se que Garzón teve de entrar no edifício por uma porta lateral para não ter de enfrentar os Amigos do País Basco na Argentina. Por portas laterais ou traseiras, esta situação tem-se repetido nos últimos meses. Desde 16 de Setembro, Garzón já foi alvo de quatro acções de repúdio (escraches) por parte dos membros dos EHL:
- 16 de Setembro, Buenos Aires. Era para dar uma conferência na Faculdade de Filosofia e Letras (UBA), mas acabou por não comparecer, alegando problemas com o avião [vídeo]
- 20 de Setembro, Buenos Aires. Quando ia dar uma entrevista na Radio Nacional [vídeo]
- 20 de Outubro, Mar de Plata [vídeo]
- 30 de Novembro, Buenos Aires: Quando ia dar uma conferência intitulada «Genocídio, negacionismo e impunidade» [vídeo]
Fonte: askapena.org
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Organizações juvenis independentistas do Estado espanhol lançam um só grito: «Seremos o vosso pesadelo!»
[Comunicado conjunto de Arran (Países Catalães), Azarug (Canárias), Briga (Galiza), Darréu (Astúrias), Ernai (Euskal Herria), Isca! (Galiza), Jaleo!!! (Andaluzia), Purna (Aragão), Yesca (Castela)]«Organizaciones juveniles independentistas firman manifiesto conjunto»
En rueda de prensa en Madrid, organizaciones juveniles independentistas y revolucionarias de los pueblos oprimidos por el Estado español, hemos hecho público un manifiesto conjunto que pretende enviar el mensaje unánime de que desde nuestras respectivas trincheras, y con el internacionalismo siempre por bandera, continuaremos a golpear para derribar de una vez para siempre a nuestro enemigo común. En un día de exaltación de los valores de la democracia burguesa española, en el que se celebra la imposición de una constitución que perpetúa un régimen monárquico y que supone una clara continuidad del franquismo, la juventud rebelde de los pueblos encadenadaos en esta cárcel de pueblos que es España, lanzamos un grito común: Seremos vuestra peor pesadilla! / Ler em boltxe.info
sábado, 7 de dezembro de 2013
Em Durango, a «onda» a favor dos presos derrubou os muros das prisões
A iniciativa de hoje, preparada pela plataforma Tantaz Tanta, foi uma espécie de ensaio para a grande mobilização de 11 de Janeiro em Bilbo.
Realizou-se hoje em Durango (Bizkaia) uma nova mobilização em defesa dos direitos dos presos e dos refugiados políticos bascos. A kalejira de gotas partiu às 15h30 do recinto de Landako, formando a «onda» que depois percorreu as ruas da Alde Zaharra [Parte Velha]. No cortejo popular tomaram parte zanpantzarrak de Zumaia, Urkabustaitz e Gasteiz, trikitilaris [tocadores de trikitixa] de Zamudio e cabeçudos e gigantes de Ondarroa.
O povo tomou as ruas Zeharkale e Goienkale, levando nas mãos um cartaz com a imagem de uma gota; todas juntas, formaram a onda que derrubou a parede que simbolizava os muros das prisões. Depois, o pessoal passou para o outro lado do muro. Uma mobilização deste género terá lugar no dia 11 de Janeiro em Bilbo.
Com a iniciativa de hoje, procurou-se unir forças na defesa dos direitos dos presos e dos refugiados políticos bascos, e dar um «novo impulso a essa luta», bem como à defesa de uma «solução» para o conflito, disseram os organizadores.
Todos juntos, podem «deitar abaixo «o muro da negação dos estados espanhol e francês», e o «mar popular» que se há-de ver no dia 11 de Janeiro em Bilbo terá grande importância nesse sentido. / Ver: Berria e naiz.info / Fotos e Vídeo: Gigantesca onda solidária com os presos e os refugiados
Tantaz Tanta inundará ruas de Bilbo para apoiar os presos e os refugiados [Ateak Ireki] Reportagem sobre a iniciativa «Tantaz Tanta itsasoa gara» / «Gota a gota somos mar», que defende os direitos dos/as presos/as e refugiados/as políticos/as bascos/as, e que convocou uma mobilização para dia 11 de Janeiro em Bilbo. Pretende levar a cabo a maior ocupação do espaço público em Euskal Herria.
Realizou-se hoje em Durango (Bizkaia) uma nova mobilização em defesa dos direitos dos presos e dos refugiados políticos bascos. A kalejira de gotas partiu às 15h30 do recinto de Landako, formando a «onda» que depois percorreu as ruas da Alde Zaharra [Parte Velha]. No cortejo popular tomaram parte zanpantzarrak de Zumaia, Urkabustaitz e Gasteiz, trikitilaris [tocadores de trikitixa] de Zamudio e cabeçudos e gigantes de Ondarroa.
O povo tomou as ruas Zeharkale e Goienkale, levando nas mãos um cartaz com a imagem de uma gota; todas juntas, formaram a onda que derrubou a parede que simbolizava os muros das prisões. Depois, o pessoal passou para o outro lado do muro. Uma mobilização deste género terá lugar no dia 11 de Janeiro em Bilbo.
Com a iniciativa de hoje, procurou-se unir forças na defesa dos direitos dos presos e dos refugiados políticos bascos, e dar um «novo impulso a essa luta», bem como à defesa de uma «solução» para o conflito, disseram os organizadores.
Todos juntos, podem «deitar abaixo «o muro da negação dos estados espanhol e francês», e o «mar popular» que se há-de ver no dia 11 de Janeiro em Bilbo terá grande importância nesse sentido. / Ver: Berria e naiz.info / Fotos e Vídeo: Gigantesca onda solidária com os presos e os refugiados
Tantaz Tanta inundará ruas de Bilbo para apoiar os presos e os refugiados [Ateak Ireki] Reportagem sobre a iniciativa «Tantaz Tanta itsasoa gara» / «Gota a gota somos mar», que defende os direitos dos/as presos/as e refugiados/as políticos/as bascos/as, e que convocou uma mobilização para dia 11 de Janeiro em Bilbo. Pretende levar a cabo a maior ocupação do espaço público em Euskal Herria.
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Reencontro emocionado do povo de Lezama com Igor Urrutikoetxea
Os restos mortais do membro de LAB Igor Urrutikoetxea, que faleceu no Brasil na sequência de um fatídico acidente, chegaram ontem à tarde a Euskal Herria. Em Lezama (Bizkaia), centenas de pessoas aguardavam o féretro do sindicalista.O corpo do secretário de Relações Internacionais do LAB Sindikatua, Igor Urrutikoetxea, chegou a Lezama por volta das 19h30, envolvido por um silêncio em que a emoção era palpável.
Depois, dançou-se um aurresku de honra e ofereçam-se ramos de flores e cravos em sua memória; a emoção tornou-se mais forte com as centenas de pessoas a cantarem a «Loreak», acompanhadas pela música de um violino.
Habitantes de Lezama intervieram para destacar as muitas qualidades do militante abertzale e revolucionário basco. Anunciaram ainda a realização de uma homenagem dia 18 de Janeiro nesta mesma praça.
O acto terminou depois de se cantar o «Eusko Gudariak» e «A Internacional».
Igor já está na memória do povo trabalhador basco como um dos seus melhores lutadores e militantes sindicais, que fizeram história na luta pela independência, o internacionalismo e o socialismo. / Ver: boltxe.info e naiz.info
Néstor Kohan: «Sólo la solidaridad nos hará libres. A nuestros compañeros presos en Paraguay»
Campesinos que llegaron a Argentina a pedir asilo político y de manera cruel fueron ilegalmente apresados durante años y luego extraditados a las cárceles paraguayas. (pakitoarriaran.org)
«Contra el juicio a Herri Batasuna», de AMPARO LASHERAS (boltxe.info)
Porque querer a tu pueblo no es delito, ni lo es estar del lado de los oprimidos, quienes firmamos, entre ellos muchos militantes de HB cuando Santi, Antton y Kepa desempeñaron sus responsabilidades, exigimos la suspensión del juicio, el sobreseimiento de la causa y el abandono de la estrategia de ilegalización por parte del Estado español.
«Sintomas de viragem», de Miguel URBANO RODRIGUES (ODiario.info)
A arrogância dos inimigos do povo, as suas medidas de cariz ditatorial, o seu desprezo pela Constituição e pelo povo encontram, dia após dia, uma resposta mais firme. [em castelhano: lahaine.org]
«Contra el juicio a Herri Batasuna», de AMPARO LASHERAS (boltxe.info)
Porque querer a tu pueblo no es delito, ni lo es estar del lado de los oprimidos, quienes firmamos, entre ellos muchos militantes de HB cuando Santi, Antton y Kepa desempeñaron sus responsabilidades, exigimos la suspensión del juicio, el sobreseimiento de la causa y el abandono de la estrategia de ilegalización por parte del Estado español.
«Sintomas de viragem», de Miguel URBANO RODRIGUES (ODiario.info)
A arrogância dos inimigos do povo, as suas medidas de cariz ditatorial, o seu desprezo pela Constituição e pelo povo encontram, dia após dia, uma resposta mais firme. [em castelhano: lahaine.org]
Grup Yorum - «Haziran'da Ölmek Zor»
[É duro morrer em Junho]. Poema de Hasan Hüseyin Korkmazgil dedicado a Nazim Hikmet (que faleceu em Junho - de 1963).
Ao vivo em Istambul (Junho de 2010), no concerto dos 25 anos da banda turca.
Versão gravada do álbum Haziran'da Ölmek Zor / Berivan (1988). [Letra em turco; foi-nos transmitida uma general idea da letra e aguardamos pela tradução integral; se alguém souber da existência de uma tradução para português, castelhano, inglês, agradecemos que no-la comuniquem.]
sexta-feira, 6 de dezembro de 2013
No dia da constituição espanhola, em Durango reclama-se a independência para «construir a democracia»
Centenas de pessoas participaram na manifestação convocada pela Rede Independentistak com o lema «Nahi dugulako/beharrezkoa dugulako, guk ere BAI independentziari» [Porque queremos/porque precisamos, nós também dizemos SIM à independência]. A mobilização partiu às 17h00 do recinto de Landako, onde decorre a 48.ª edição da Feira do Livro e do Disco Basco.Centenas de pessoas reclamaram a independência nas ruas da localidade biscainha num dia em que «nos querem impor a celebração da Constituição espanhola, que nega os nossos direitos. Para nós é claro que a independência é o melhor para Euskal Herria, pois, com ela, temos muito a ganhar e pouco a perder» e é com ela «que vamos construir a democracia», afirmou a Independentistak.
Para além da marcha, houve múltiplas actividades culturais ao longo do dia. / Ver: naiz.info e Berria
No dia da constituição espanhola, jovens respondem com insubmissão e «herri eskolas»
Em resposta às celebrações e aos feriados impostos, hoje houve muitas «herri eskolak» [escolas populares] nos bairros e nas terras de Euskal Herria. Confrontados com feriados que lhes são estranhos, os jovens fizeram um apelo à insubmissão e reivindicaram um calendário laboral próprio para o País.
Abenduak 6 de Dezembro [Ernai Gasteiz] De acordo com a organização Ikasle Abertzaleak, realizaram-se cerca de 40 «herri eskolas», em muitas das quais se debateu a LOMCE e Universidad2015. / Ver [com muitas fotos]: topatu.info
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Azkoitia vai recordar Kattu Oñaederra no 30.º aniversário da sua morte
No dia 19 passam trinta anos sobre a morte do refugiado Ramón Oñaederra, Kattu. Este jovem de Azkoitia (Gipuzkoa), que tinha então 23 anos, foi abatido a tiro por desconhecidos no bar Kayetenia, em Baiona, numa acção posteriormente reivindicada pelos GAL e que ainda hoje continua impune.Para assinalar o 30.º aniversário, foi organizada uma série de actos, apresentados ontem à tarde em Azkoitia e que começam no domingo, 15, com um torneio de xadrez. Para dia 19, às sete da tarde, foi agendada uma conferência com o título «Gerra Zikina» (guerra suja), na qual tomarão parte Mikel Aramendi e Karmen Galdeano. Dia 22, domingo, haverá um acto político, às 12h30, na Herriko Plaza. / Fonte: naiz.info
Minuto de silêncio por Mandela num julgamento em Paris a pedido dos presos bascos
A pedido dos presos políticos bascos Ainhoa Ozaeta, Peio Sánchez e Ekaitz Sirvent, que estão a ser julgados em Paris, o tribunal aceitou guardar um minuto de silêncio em memória de Nelson Mandela, ex-presidente da África do Sul falecido esta quinta-feira, também ele preso político durante muitos anos.Questionado pelo juiz, o magistrado do Ministério Público manifestou a sua oposição, argumentando que é «um grave insulto para a França» que «um terrorista» faça tal pedido, embora tenha destacado a trajectória de Mandela. O juiz acabou por aceder ao pedido.
Durante o minuto de silêncio, tanto os três acusados como os cerca de trinta familiares e amigos que se deslocaram de Zarautz, Andoain (Gipuzkoa) e Iruñea para assistir ao julgamento permaneceram de punho erguido e olhando para baixo. O julgamento dos três cidadãos bascos, que está a decorrer no Tribunal de Justiça de Paris, deve terminar na semana que vem. / Fonte: naiz.info
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Trabalhadores da Euskaltel convocam três dias de greve contra despedimentos
A comissão de trabalhadores da Euskaltel convocou uma greve para os dias 16, 17 e 18 de Dezembro face à intenção da empresa de externalizar a Unidade de Sistemas, o que, segundo denunciou o sindicato ELA, «implicará o despedimento de cerca de 40 trabalhadores».Para o sindicato, com esta e outras medidas a Euskaltel «pretende poupar 9 milhões de euros», pois «os accionistas da empresa querem continuar a aumentar os lucros».
«No período 2008-2012, os seus lucros ascenderam a 179 milhões de euros, mas querem mais. Para tal, têm um plano que se baseia na redução de custos laborais que implica a externalização e, por conseguinte, a subcontratação de unidades da empresa e a poupança nos serviços actualmente subcontratados», criticou.
O sindicato avisou que «não aceita a atitude da empresa» e denunciou «a ganância» e «a irresponsabilidade dos accionistas da Euskaltel, os actuais e os do passado». Por isso, fez um apelo aos trabalhadores para que adiram à greve e participem nas mobilizações convocadas para os próximos dias. / Ver: naiz.info
Acção contra o Santander na UPNA
Estudantes: «Bancos e especuladores fora das universidades!» NUP/UPNA: Nafarroako Unibertsitate Publikoa / Universidad Pública de Navarra. / Fonte: Sanduzelai_Leningrado
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A Askapena repudia a detenção de vários militantes do Quebracho, na Argentina
Num comunicado, a organização internacionalista basca manifesta o seu «mais profundo repúdio» pela detenção de Fernando Esteche e de outros militantes do Movimento Patriótico Revolucionário Quebracho, «organização com uma grande trajectória solidária com Euskal Herria».Para a Askapena, esta detenções enquadram-se na escalada repressiva dos governos Kirshner contra as organizações e sectores populares.
«Criminalização, repressão, julgamentos políticos e prisão, é esta a estratégia do Estado para tentar vergar aqueles e aquelas que lutam, é este o castigo reservado a quem pretende dar continuidade ao projecto político dos camaradas desaparecidos durante a ditadura», afirma-se no comunicado.
Perante esta situação, a Askapena incentiva os militantes do colectivo argentino a prosseguir a luta e expressa a sua solidariedade às pessoas detidas, bem como aos seus companheiros e familiares.
«Libertad a los presos por luchar! Jo ta ke irabazi arte! Hasta la victoria siempre!» / Ver: askapena.org
Notícias sobre a detenção de Fernando Esteche e Raúl Lescano em quebracho.org.ar e resumenlatinoamericano.org
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quinta-feira, 5 de dezembro de 2013
Sindicatos pedem responsabilidades pela espionagem a professores do modelo D em Nafarroa
Representantes dos sindicatos LAB, STEE-EILAS, CCOO e ELA, primeiro, e das associações de pais Sortzen e Herrikoa, depois, compareceram na comissão de Educação do Parlamento de Nafarroa, a pedido de Bildu, Aralar-NaBai e Izquierda-Ezkerra, para avaliar a investigação da Guarda Civil sobre as tendências ideológicas e políticas dos docentes do modelo D [ensino em euskara], que aparecem num relatório que vários meios de comunicação espanhóis revelaram.Todos insistiram no desconhecimento do relatório da Guarda Civil - um desconhecimento que também foi apontado pelos porta-vozes parlamentares, incluindo o da UPN.
Os sindicatos criticaram o facto de os docentes serem investigados, em seu entender, com o propósito de criminalizar o ensino em euskara, e solicitaram a elaboração de um informe jurídico sobre a investigação dos militares e outro sobre a gravação realizada por um meio de comunicação de direita no Instituto Iturrama, em Iruñea, com imagens não autorizadas de menores.
Os representantes das associações de pais afirmaram esperar que o Departamento de Educação tome as devidas acções judiciais e exigiram respeito pela «imagem dos filhos».
Gorka Bueno (LAB) afirmou que «aquilo que se passou nas últimas semanas é gravíssimo» e que «espiar pessoas pelo que pensam ou pela língua que falam só ocorre nos regimes fascistas ou no Estado espanhol». Disse ainda que, se há relatórios internacionais que destacam o seu «excelente trabalho», já a UPN e o PP «se dedicam a criminalizar e a desprestigiar» os docentes navarros, especialmente do modelo D, que foram alvo de um «cúmulo de agressões, desqualificações e intoxicações».Amaia Zubieta (STEE-EILAS) disse que «nunca ouviu falar de doutrinação», pediu apoio «explícito» para o modelo D, uma campanha «para restituir o bom nome» aos centros afectados, a elaboração de informes jurídicos sobre a legalidade das investigações e das gravações não autorizadas a alunos, e pediu ao Governo que se apresente como parte queixosa num processo judicial.
Maite Rocafort (CCOO) destacou os «resultados excelentes» dos alunos do modelo D e denunciou a «utilização interessada» do relatório dos militares para «atacar» esse modelo; por seu lado, Ander Pascual (ELA) afirmou que se assiste «à campanha mais abjecta contra o euskara» e criticou a UPN, que, «em vez de exigir responsabilidades por ela, se juntou a ela». Pediu ainda ao Governo que sejam apuradas responsabilidades pela criação de «listas negras» entre os docentes. / Ver: naiz.info e Diario de Noticias
Dia 18, manifestação em Iruñea contra a manipulação na Educação
A manifestação em defesa do modelo D e contra a manipulação na Educação parte às 18h00 do Antoniutti Parkea e terá como lema «Hezkuntzan, kolore guztiak» [Na Educação, todas as cores]. Entre os convocantes, contam-se os sindicatos ELA, STEE-EILAS e LAB, e os colectivos Sortzen-Ikasbatuaz e Ikasle Abertzaleak. (Sanduzelai_Leningrado)
Leitura:
Iñaki Egaña: «El bucle del magisterio navarro; los «maestros perturbadores» (lahaine.org)
Las maestras y maestros de Navarra han sido clasificados, en épocas recientes, por sus ideales políticos y sociales, incluso por sus gustos literarios. La ordenación de sus tendencias generó las llamadas Listas Negras, utilizadas en primera instancia por los delegados de Educación para conceder o no destinos y, en última, por la Guardia Civil y grupos paramilitares para acabar con sus vidas.
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Casa cheia na apresentação de «O Banquete», sobre a corrupção na Caixa Navarra
A apresentação da obra El banquete. Expolio y desaparición de Caja Navarra [O Banquete. Espoliação e desaparecimento da Caja Navarra] despertou grande expectativa. Tanta que a sala do Hotel Tres Reyes, em Iruñea, onde decorreu o acto foi pequena para todas as pessoas que quiseram ouvir em primeira mão os três autores deste trabalho de investigação.Cerca de 350 pessoas assistiram ontem à apresentação de El banquete, escrito pela equipa de investigação da plataforma Kontuz! e editado pela editorial Txalaparta. A resposta do público evidencia o interesse com que a sociedade navarra segue a contínua torrente de informações sobre o desaparecimento da Caixa Navarra.
Patxi Zamora, porta-voz da Kontuz! e um dos autores, referiu que a obra inclui «muitos elementos novos», e perguntou «que terá de acontecer para que a Justiça actue e haja uma comissão de investigação». O jornalista do Gara Aritz Intxusta sublinhou que «na era do Twitter, isto é o jornalismo de sempre», enquanto Alberto Gil, do Diario de Noticias, disse que «cumpriram o compromisso de contar a verdade, caia quem cair». / Fonte: naiz.info via insurgente.org
Sobre «o banquete» na CAN [Ateak Ireki] Entrevista aos jornalistas Patxi Zamora e Aritz Intxusta, dois dos membros da plataforma Kontuz!.
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Amanhã, cinema crítico na Regueira: «120 Horas, Torturas contra Euskal Herria»
O GAIA (Grupo de Acção e Intervenção Ambiental) organiza um ciclo de cinema crítico às sextas-feiras, a partir das 19h00, com debate e petiscos. É na Rua da Regueira, 40 (Alfama, Lisboa).
Amanhã, 6 de Dezembro, será exibido o documentário 120 Horas, torturas contra Euskal Herria, do realizador catalão Ricard Salom. / Sobre o GAIA: gaia.org.pt
«Desobedientzia - da solidariedade ao compromisso!» [trailer]
Desobedientzia - Elkartasunetik konpromisora! é um documentário do catalão Ricard Salom, realizado no âmbito do projecto do movimento Eleak sobre a desobediência e a necessidade de aprofundar o compromisso, em defesa dos direitos civis e políticos. Na apresentação do projecto, para o qual foi lançada uma campanha de co-financiamento, o Eleak faz referência a diversos casos da repressão incessante em Euskal Herria - detenções, operações policiais, perseguição a associações de diversa natureza, partidos, meios de comunicação social ou participantes nas últimas greves gerais -, bem como aos processos judiciais subsequentes, a decorrer e pendentes. / Ver: SareAntifaxista e eleakmugimendua.info
Amanhã, 6 de Dezembro, será exibido o documentário 120 Horas, torturas contra Euskal Herria, do realizador catalão Ricard Salom. / Sobre o GAIA: gaia.org.pt
«Desobedientzia - da solidariedade ao compromisso!» [trailer]
Desobedientzia - Elkartasunetik konpromisora! é um documentário do catalão Ricard Salom, realizado no âmbito do projecto do movimento Eleak sobre a desobediência e a necessidade de aprofundar o compromisso, em defesa dos direitos civis e políticos. Na apresentação do projecto, para o qual foi lançada uma campanha de co-financiamento, o Eleak faz referência a diversos casos da repressão incessante em Euskal Herria - detenções, operações policiais, perseguição a associações de diversa natureza, partidos, meios de comunicação social ou participantes nas últimas greves gerais -, bem como aos processos judiciais subsequentes, a decorrer e pendentes. / Ver: SareAntifaxista e eleakmugimendua.info
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Jovens independentistas de Altsasu com os presos de Sevilha II
Acção a favor dos presos políticos bascos na estação de comboio de Altsasu (Nafarroa) no âmbito da iniciativa «Denak ala inor ez» [Ou todos ou ninguém]
A greve de fome acabou mas a luta não!
MOBILIZAÇÃO POPULAR PELOS PRESOS E REFUGIADOS EM DURANGO
Outra iniciativa a favor dos presos e dos refugiados políticos bascos é a onda que este sábado, 7, se irá formar nas ruas de Durango. Parte às 15h30 do recinto da feira, Landako. / Mais informação: tantaztanta.info
MOBILIZAÇÃO POPULAR PELOS PRESOS E REFUGIADOS EM DURANGO
Outra iniciativa a favor dos presos e dos refugiados políticos bascos é a onda que este sábado, 7, se irá formar nas ruas de Durango. Parte às 15h30 do recinto da feira, Landako. / Mais informação: tantaztanta.info
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quarta-feira, 4 de dezembro de 2013
Dia 8, aparece em Durango, desobedece, põe a máscara
Irati Mujika, Idoya Iragorri, Goizane Pinedo e Unai Ruiz Pou decidiram esconder-se e não comparecer no julgamento de 40 jovens independentistas que em Outubro se iniciou na Audiência Nacional espanhola. Com essa atitude, quiseram, entre outras coisas, «denunciar a falta de legitimidade da justiça espanhola, divulgar a natureza política do julgamento, apontar o dedo aos torturadores». Neste vídeo, que veio a público há alguns dias, revelam a sua intenção de aparecer em Durango no próximo domingo, 8. Mas não querem ser presos.
Por isso, fizeram um apelo às pessoas para que apareçam mascaradas na localidade biscainha; com a «máscara desobediente». Afirmam: «Se formos os únicos a aparecer mascarados, eles levam a deles avante. Mas, se formos muitos, eles não conseguirão fazer nada». [O vídeo está legendado em castelhano; também podes ler o texto aqui.]Intelectual-comentadora-residente: «Fica em casa. Nada de aventuras irresponsáveis!»
«Não apareças em Durango. Não desobedeças. Não te mascares», diz a especialista Fonte: gasteizkoharresia.com
Cordão humano gigante em Gasteiz, para «dar passos» contra os julgamentos
O movimento Gasteizko Harresia apresentou hoje, em conferência de imprensa, a dinâmica «Eman Pausoa», com a qual pretendem reunir 3000 pessoas, para formar um cordão humano de 3000 metros, no dia 25 de Janeiro.A ideia é unir diversas instituições, frente às quais vão apresentar várias reivindicações: ao Tribunal, vão exigir o fim das torturas e «das leis e dos tribunais de excepção»; ao Parlamento, vão exigir que não aplique «essas políticas de excepção»; ao Município, que apoie os gaisteiztarras; à Subdelegação do Governo espanhol, que respeite os seus direitos civis e políticos. Na Praça dos Foros, a mensagem é para eles mesmos: «a responsabilidade é nossa, de todos».
Vai ser um cordão humano colorido, que tem como objectivo apoiar todas as pessoas imputadas em Euskal Herria. Realçaram a importância da ajuda de todos. As inscrições podem ser feitas na página gasteizkoharresia.com.
48 gasteiztarras à espera de julgamento
Na conferência de imprensa, que decorreu na capital alavesa, estiveram presentes várias pessoas, algumas das quais têm estado a ser julgadas na AN espanhola. Na ocasião, recordaram também os jovens Goizane Pinedo e Unai Ruiz Pou, que decidiram não comparecer ao julgamento [o Gasteizko Harresia já fez um apelo à «desobediência mascarada», este domingo, em Durango].
Para além dos gasteiztarras envolvidos nos processos 26/11 e 35/02, outros 48 serão julgados nos próximos meses, segundo revelaram. «Queremos transformar estas injustiças em passado». / Ver: Berria e topatu.info
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Nafarren Biltzarra: centenas de pessoas celebraram o Dia de Nafarroa
Ontem era Dia do Euskara e Dia de Nafarroa. Na capital, Iruñea, a Orreaga Fundazioa organizou a 16.ª edição do Nafarren Biltzarra [ajuntamento dos navarros], celebração popular que reuniu centenas de pessoas e no decorrer da qual a presidente do Executivo foral foi agraciada, entre vaias, com o prémio «Conde de Lerín», pelo seu «nocivo» contributo para a história do Reino. Nas celebrações oficiais, Yolanda Barcina foi a anfitriã e entregou uma medalha de ouro à Fundação Once.O porta-bandeiras que levava a enorme bandeira com o Arrano Beltza sobre fundo pardo fez soar o corno para avisar os joaldunak que a marcha começava. Era meio-dia na Udaletxe plaza. Dali, partiu um cortejo (essa espécie de híbrido entre manifestação sem faixa e marcha popular [Aritz!]), que andou pelas ruas da Alde Zaharra durante uma hora, com paragens para os bailes, até chegar ao Passeio Sarasate. Era a kalejira do Nafarren Biltzarra 2013, organizado pela Orreaga Fundazioa com o lema «Nafarroa bere eskubide eta askatasunen alde» - «Navarra por sus derechos y libertades».
Ali, aos pés da estátua dos Foros, realizou-se o acto principal. Entregou-se o prémio Mariscal Pedro de Navarra ao grupo de dantza Orreaga, pelo seu trabalho em prol do folclore e da cultura navarra. Pela primera vez, foi também entregue um «anti-prémio», baptizado com o nome do nobre navarro que se alinhou com os espanhóis na conquista de 1512: o Conde de Lerín. A merecedora da distinção foi Yolanda Barcina, que, obviamente, não apareceu para o receber. No palco, cantaram-se bertsos, houve interpretação musical e o pregão foi lido pelo historiador Tomás Urzainqui. / Ver: naiz.info / Sobre o programa da Orreaga Fundazioa: Nafarroa Bizirik
Nekane Jurado: «O capitalismo impossibilita o desenvolvimento democrático de um país»
[Entrevista de El Diario Norte a Nekane Jurado, economista, psicóloga clínica e membro do movimento Elkartzen, que participou recentemente no seminário organizado pelo Gaindegia - Observatório para o desenvolvimento socioeconómico de Euskal Herria - em Gasteiz.]En su conferencia sobre los resultados de su trabajo «El reparto de la riqueza y la exclusión social en Hego Euskal Herria» exponía que las causas de la exclusión no aparecen por azar ni son coyunturales: son claramente estructurales. «Es el resultado de una determinada estructura social, política, cultural y económica. La propia organización social, directa o indirectamente, es la que genera "poblaciones sobrantes"». Por todo ello esta experta plantea que el análisis de la desigualdad debería ir más allá de análisis estadísticos de distribución de rentas y riquezas y añadir el análisis de la distribución del poder. / Ler entrevista em boltxe.info
«La verdad aflora a pesar de Lakua», editorial do Gara
Ante la actitud que sobre la muerte de Iñigo Cabacas ha mantenido Lakua, tanto con el PSE como después con el PNV, parece mentira que la consejera insista en que su deseo es que este caso «se aclare pronto».
«El precio de la independencia», de Borroka Garaia (lahaine.org)
Inestabilidad, subversión, aumento de masa crítica, aumento electoral, intensificación de dinámicas del movimiento popular… son algunos de los elementos necesarios de cara a la ruptura. Y es que en resumen se podría decir que no hay ninguna vía factible que no pase por esa ruptura, y por consiguiente por una revolución. Ese es el precio que han puesto los estados por la liberación.
Oliba Gorriak - «Eutsi gogor»
terça-feira, 3 de dezembro de 2013
A Polícia francesa prendeu em Hendaia o refugiado Jon Iurrebaso
A Polícia francesa prendeu Jon Iurrebaso em Hendaia (Lapurdi) ontem à noite, por volta das 20h30. O refugiado dirigia-se para casa de carro acompanhado pelo também refugiado Manu Azkarate. Este último contou ao naiz.info que uma viatura policial os interceptou e os obrigou a parar. Três agentes à paisana fizeram-nos sair do carro e porem-se virados para ele, de braços no ar. Depois de revistarem o veículo, de os interrogarem e os algemarem, levaram-nos para a esquadra de Donibane Lohizune (Lapurdi). Azkarate disse que a atitude dos agentes foi sempre violenta.De Donibane foram levados para a esquadra de Baiona. Dali, o bilbaíno Iurrebaso foi levado para prisão de Seysses, enquanto Azkarate, natural de Tolosa (Gipuzkoa), foi novamente levado para a esquadra de Donibane, sendo libertado por volta da uma da madrugada.
Hoje de manhã, Iurrebaso ainda pôde telefonar para o euskaltegi onde trabalha para dizer que estava preso e que não podia comparecer no local de trabalho. Ao que parece, a sua detenção foi decretada por um tribunal de Paris.
Jon Iurrebaso foi detido em 2007 em Périgueux (Dordonha) e foi posto em liberdade condicional em 2010. Em 2011, o Tribunal Correccional de Paris condenou-o a cinco anos de prisão, mas o bilbaíno não chegou a ser encarcerado, em virtude de sofrer de uma doença grave.Durante o julgamento, o bilbotarra, que fez parte da equipa de negociação da ETA durante o processo de diálogo anterior com o Executivo espanhol (2005-2007), leu um extenso documento, em que destacou o facto de naquele processo «a ETA e o Governo espanhol» terem alcançado «importantes acordos», com o objectivo de «desenvolver uma dinâmica de diálogo e negociação que deveria conduzir à resolução integral do conflito político».
Ao fim da tarde, realizou-se uma concentração de protesto contra a detenção em Pausu (Lapurdi).
Colectivo de Refugiados Políticos Bascos
Numa nota, o Euskal Iheslari Politikoen Kolektiboa [EIPK] denunciou a detenção de Jon Iurrebaso, destacando o facto de o refugiado viver publicamente em Ipar Euskal Herria há anos e ali ter a vida estabelecida, bem como a doença grave que o afecta e o acompanhamento médico de que necessita. O Colectivo considera a detenção «incompreensível» e «inaceitável», tendo em conta o actual contexto e a situação pessoal do refugiado.
Recordou também a situação de Jokin Aranalde, porta-voz do EIPK que decidiu esconder-se «para fazer frente à repressão».
O Colectivo pede «apoio e ajuda» à sociedade, no sentido de denunciar este novo ataque repressivo e de «pôr fim à perseguição aos refugiados políticos», e reivindica o direito a participar no processo de resolução do conflito. Ver: naiz.info e kazeta.info
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Doutrina Parot: a AN espanhola decretou a libertação de Joxe Mari Beristain
A Audiência Nacional espanhola decretou a libertação do preso político basco Joxe Mari Beristain Urbieta (Itziar, Gipuzkoa), dando cumprimento à sentença do Tribunal dos Direitos Humanos de Estrasburgo. Beristain já se encontra em liberdade.Tal como aconteceu a tantos outros presos bascos, também o itziartarra viu ser-lhe aplicada a doutrina 197/206. Encontrava-se actualmente na cadeia de Puerto III. Passou 24 anos na prisão.
Juntamente com a de Beristain, a AN espanhola decretou também a libertação de Josefa Rodríguez Porca, presa do Exército Guerrilheiro do Povo Galego. / Fonte: naiz.info
GARIKOITZ ASPIAZU JÁ NÃO ESTÁ SOZINHO E PRESOS BASCOS TERMINAM PROTESTO EM ESTREMERA
Os presos políticos bascos na cadeia de Estremera puseram fim ao protesto que iniciaram na sexta-feira contra a situação de Garikoitz Aspiazu, no módulo de isolamento e impossibilitado há meses de ter contacto com os seus camaradas, revelou a Etxerat.
Hoje, Ruben Gelbentzu e Jon González foram levados para o módulo de isolamento, pelo que Garikoitz já está em contacto com os seus kides. Ver: etxerat (eus / cas)
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3 de Dezembro: Dia Internacional da Língua Basca / Euskararen Nazioarteko Eguna
Euskaraz bizi nahi dut! Quero viver em euskara!
Egun bat ospatzeko, 365 egun erabiltzeko. Um dia para festejar, 365 dias para usar.
(Sanduzelai_Leningrado)
A Festa dos alunos da Gau Eskola de Baiona
A festa dos estudantes de euskara do ensino nocturno, num vídeo bem divertido. A 29 de Novembro último decorreu o Baionako Gau Eskolako Ikasleen Eguna [Dia dos Alunos de Euskara do Ensino Nocturno de Baiona]. A festa começou às seis da tarde no bar Kalostrape, da AEK, animada por flautas e acordeões, bem como pelos belos bertsos de Odei Barroso e de Aitor Renteria. Seguiu-se um trikipoteo animado [giro de bar em bar, animado com música], e depois a festa prosseguiu no Kalostrape até de madrugada.
«Jarrai dezagun Baiona euskalduntzen!» [Continuemos a euskaldunizar Baiona!] (Askatasun Taupadak)
A Festa dos alunos da Gau Eskola de Baiona
A festa dos estudantes de euskara do ensino nocturno, num vídeo bem divertido. A 29 de Novembro último decorreu o Baionako Gau Eskolako Ikasleen Eguna [Dia dos Alunos de Euskara do Ensino Nocturno de Baiona]. A festa começou às seis da tarde no bar Kalostrape, da AEK, animada por flautas e acordeões, bem como pelos belos bertsos de Odei Barroso e de Aitor Renteria. Seguiu-se um trikipoteo animado [giro de bar em bar, animado com música], e depois a festa prosseguiu no Kalostrape até de madrugada.
«Jarrai dezagun Baiona euskalduntzen!» [Continuemos a euskaldunizar Baiona!] (Askatasun Taupadak)
A Boltxeliburuak apresenta três novidades editoriais na Feira de Durango
A 48.ª Feira do Livro e do Disco Basco realiza-se em Durango (Bizkaia) de 5 a 8 de Dezembro. A Boltxe também ali estará presente, não propriamente no recinto da feira, mas em frente à Herriko durangotarra.
Este ano, para além dos títulos já conhecidos, publicados nos últimos dois anos, a Boltxe apresenta três novidades:
Guerra mediática de baja intensidad de la oligarquía colombiana y el imperialismo yanqui contra las FARC-EP, de Dax Toscano (13 euros)
Armar a las masas revolucionarias, construir el ejército popular, de Vo Nguyen Giap (8 euros)
Cooperativismo obrero, consejismo y autogestión socialista, de Iñaki Gil de San Vicente (12 euros)
Ler pequena apresentação das obras em boltxe.info
Guerra mediática de baja intensidad de la oligarquía colombiana y el imperialismo yanqui contra las FARC-EP, de Dax Toscano (13 euros)
Armar a las masas revolucionarias, construir el ejército popular, de Vo Nguyen Giap (8 euros)
Cooperativismo obrero, consejismo y autogestión socialista, de Iñaki Gil de San Vicente (12 euros)
Ler pequena apresentação das obras em boltxe.info
Três comunicados sobre a «caça às bruxas» em Madrid
Red Roja: «Red Roja ante las últimas detenciones políticas»
Las treinta detenciones de ayer en Madrid o las siete de los últimos días en Sevilla, así como la Ley de Seguridad Ciudadana, son factores que van alertando de la cada vez más importante necesidad de reflexión y análisis sobre la agudización de esta crisis y sus resultados objetivos en el pueblo trabajador
Izquierda Castellana: «Ni estado democrático, ni Estado de Derecho»
Ni por sus orígenes, ni por su conformación, ni por sus prácticas, podemos calificar al actual Régimen de democrático y menos aún de Estado de Derecho.
Coordinación Antifascista: «Stop Represión, basta de montajes al movimiento antifascista»
Nuestra respuesta debe ser la unidad y la solidaridad. Debemos demostrarles que vamos a continuar luchando por mucho que intenten frenarnos con sus mentiras y montajes.
Las treinta detenciones de ayer en Madrid o las siete de los últimos días en Sevilla, así como la Ley de Seguridad Ciudadana, son factores que van alertando de la cada vez más importante necesidad de reflexión y análisis sobre la agudización de esta crisis y sus resultados objetivos en el pueblo trabajador
Izquierda Castellana: «Ni estado democrático, ni Estado de Derecho»
Ni por sus orígenes, ni por su conformación, ni por sus prácticas, podemos calificar al actual Régimen de democrático y menos aún de Estado de Derecho.
Coordinación Antifascista: «Stop Represión, basta de montajes al movimiento antifascista»
Nuestra respuesta debe ser la unidad y la solidaridad. Debemos demostrarles que vamos a continuar luchando por mucho que intenten frenarnos con sus mentiras y montajes.
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segunda-feira, 2 de dezembro de 2013
Novo protesto contra Garzón em Buenos Aires
Cada vez que participa num acto público na Argentina, o antigo juiz da Audiência Nacional espanhola enfrenta acções de protesto contra a sua presença no país sul-americano. O mais recente ocorreu este sábado, quando ia participar na conferência «Genocídios, negacionismo e impunidade». Vários activistas dos Euskal Herriaren Lagunak colocaram-se à entrada da entidade organizadora do evento e o antigo juiz do tribunal especial acabou por entrar no recinto pelas traseiras com a ajuda da Polícia.De acordo com a crónica dos EHL-Argentina divulgada pela Askapena, Garzón foi convidado pelo Conselho Nacional Arménio a falar sobre «genocídios, negacionismo e impunidade». Então, vários militantes dos Euskal Herriaren Lagunak deslocaram-se até à Associação Cultural Arménia, no bairro de Palermo (Buenos Aires), para protestarem contra a sua presença na Argentina.
Exibindo ikurriñas, bandeirolas a favor do repatriamento dos presos políticos bascos e faixas em que acusavam Garzón de ser um «terrorista de Estado», os activistas receberam o ex-juiz do tribunal de excepção espanhol gritando «Garzón fascista, tu és o terrorista» e «Garzón repressor, fora da Argentina».
Através das palavras de ordem ou de folhetos informativos, que distribuíram no local, recordaram a quem chegava a ligação do juiz à Audiência Nacional espanhola, onde deu ordem de prisão a tantos militantes bascos, depois de torturados nas masmorras da Polícia. As pessoas mostravam-se espantadas e perguntavam como é possível que esta informação seja escondida e que a comunicação social transforme o juiz numa «celebridade».
[Tasio, Gara]
Com tudo isto, o antigo juiz-estrela chegou com meia hora de atraso à conferência - depois de entrar por uma porta das traseiras e num carro-patrulha.
«Não é digno de pisar solo argentino»
Cá fora, um dos manifestantes dirigiu-se aos presentes para afirmar que «sempre estiveram solidários com os Arménios e com o holocausto que sofreram» e que estavam ali para repudiar «a personagem sinistra que é Garzón, por toda a dor que causou». Referiu-se ao seu vasto currículo, dizendo que deu o aval a torturas e mandou encerrar diários e rádios.
Afirmou que este «amigo da oposição venezuelana e que foi assessor do genocida Uribe Vélez na Colômbia» «não é digno de pisar solo argentino, onde sofremos o terrorismo de Estado», acrescentando que Garzón «foi artífice desse terrorismo em Espanha», onde «evitou investigar os militares espanhóis» que colaboraram com os militares argentinos «nas suas malfeitorias».
Protesto contra Garzón [Resumen Latinoamericano] A notícia baseia-se na do naiz.info e na extensa crónica dos EHL-Argentina que se pode ler em askapena.org
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Comunicado solidário dos Euskal Herriaren Lagunak com os presos políticos bascos em Sevilha II
[Comunicado da rede Euskal Herriaren Lagunak/Amigos do País Basco com os presos políticos bascos que estiveram em greve de fome na cadeia de Sevilha II. (cas.)]En los 32 día que los presos políticos vascos han permanecido en huelga de hambre las autoridades de la cárcel de Sevilla II lejos de intentar encontrar una solución a este problema, se han negado a hablar con los presos y han agravado la situación que padecen, por ejemplo, quitando durante días la calefacción a los presos en huelga de hambre y a algunos de ellos incluso las mantas. / Ver: askapena.org
Os presos bascos de Estremera em luta contra o isolamento de Garikoitz Aspiazu
A Etxerat divulgou numa nota que as presas e os presos políticos bascos que se encontram na cadeia de Estremera estão encerrados nas celas desde sexta-feira, em protesto contra a situação de isolamento de Garikoitz Aspiazu nesta prisão (não tem qualquer contacto com os outros presos políticos bascos).De acordo com a associação de amigos e familiares dos presos, Garikoitz, que também está a participar na acção de protesto, encontra-se sozinho, em isolamento, desde que foi transferido para esta prisão, há alguns meses. Os outros presos tentaram resolver o problema falando com o director do estabelecimento, ao qual apresentaram várias propostas: passarem todos pelo isolamento por turnos ou serem todos transferidos para o isolamento (para que Garikoitz não esteja sozinho). Mas o director não deu qualquer passo para que a situação de Garikoitz se alterasse.
Na nota, a Etxerat diz ainda que, neste momento, há 15 presos bascos sozinhos, ou seja, sem contacto com qualquer outro preso político basco. / Ver: etxerat.info (eus / cas)
«Mikel Zarrabe foi libertado, depois de 24 anos na cadeia» (naiz.info)
Mikel Zarrabe (Eibar, Gipuzkoa) foi hoje libertado, depois de ter passado 24 anos na cadeia, cumprindo na íntegra a pena a que foi condenado. À saída da prisão de Teruel, esperavam-no a mulher e o filho.
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Justiça para Iñigo Cabacas!
«Pitu, eles mataram-te»
Ez ahaztu ezta barkatu ere. / Não esquecemos nem perdoamos.
Pitu, faxismoaren biktima. / Pitu, vítima do fascismo.
Fonte: SareAntifaxista
Ver também: «Humillación sin límite» (BorrokaGaraiaDa) [Hemeroteca à disposição]
Pitu, faxismoaren biktima. / Pitu, vítima do fascismo.
Fonte: SareAntifaxista
Ver também: «Humillación sin límite» (BorrokaGaraiaDa) [Hemeroteca à disposição]
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Homenagem em Zalduondo a três professores fuzilados em 1936
Miguel Gil, Bernardino Perez e Mauricio Rodríguez, mortos na guerra de 1936 pelos fascistas, foram homenageados ontem.Realizou-se ontem em Zalduondo (Araba) uma homenagem a três professores fuzilados na guerra de 1936. Foram presos em Agosto daquele ano; depois de mortos, os seus corpos foram atirados para a cova de Otsoportillo, em Urbasa (Nafarroa).
Os descendentes destes professores estiveram ontem na localidade alavesa, onde plantaram um carvalho em sua homenagem e colocaram flores no monumento que os evoca. O antigo vocalista dos Barricada, Enrique Villarreal, El Drogas, cantou no local [vídeo]. / Fonte: Berria
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domingo, 1 de dezembro de 2013
Milhares de pessoas manifestam-se em Donostia para apoiar os presos bascos em Sevilha II
Na sequência da greve de fome levada a cabo na cadeia de Sevilha II, milhares de pessoas manifestaram-se hoje pelas principais ruas da capital guipuscoana para exigir que se respeitem os direitos dos presos políticos bascos, numa mobilização que teve como lema «Sevilla II SOS! Euskal Presoen eskubideen alde borrokan» [Sevilha II SOS! Em luta pelos direitos dos presos bascos].
Os presos bascos de Sevilha II estiveram um mês em luta pelos seus direitos, tendo abandonado o protesto há alguns dias. Na mobilização, os manifestantes denunciaram o facto de a situação não ter melhorado e exigiram condições de vida dignas para os presos políticos bascos.
Antes de a manifestação começar, o responsável pelo Sortu em Gipuzkoa, Joxean Agirre, afirmou que a situação que os presos bascos enfrentam constitui uma «grave» violação de direitos e realçou a necessidade da resolução. Com ele e com outros representantes políticos, estiveram também na mobilização Rufi Etxeberria e Hasier Arraiz, membros da direcção do Sortu, e o autarca de Donostia, Juan Karlos Izagirre.
Quando a manifestação estava a sair do Boulevard, apareceram os mimoak [mimos], que ali mesmo encenaram a abertura das portas da cadeia de Sevilha. / Ver: naiz.info / Fotos: irutxulo.hitza
Donostia: apoio aos presos de Sevilha II [Ateak Ireki] Imagens da mobilização em que milhares de pessoas reclamaram o respeito pelos direitos dos presos políticos bascos em Sevilha II. Entrevista a uma familiar do preso Txus Goikoetxea e a outras duas pessoas.
Excerto do acto final [Ion Telleria] Euskal presoak etxera!
Os presos bascos de Sevilha II estiveram um mês em luta pelos seus direitos, tendo abandonado o protesto há alguns dias. Na mobilização, os manifestantes denunciaram o facto de a situação não ter melhorado e exigiram condições de vida dignas para os presos políticos bascos.
Antes de a manifestação começar, o responsável pelo Sortu em Gipuzkoa, Joxean Agirre, afirmou que a situação que os presos bascos enfrentam constitui uma «grave» violação de direitos e realçou a necessidade da resolução. Com ele e com outros representantes políticos, estiveram também na mobilização Rufi Etxeberria e Hasier Arraiz, membros da direcção do Sortu, e o autarca de Donostia, Juan Karlos Izagirre.
Quando a manifestação estava a sair do Boulevard, apareceram os mimoak [mimos], que ali mesmo encenaram a abertura das portas da cadeia de Sevilha. / Ver: naiz.info / Fotos: irutxulo.hitza
Donostia: apoio aos presos de Sevilha II [Ateak Ireki] Imagens da mobilização em que milhares de pessoas reclamaram o respeito pelos direitos dos presos políticos bascos em Sevilha II. Entrevista a uma familiar do preso Txus Goikoetxea e a outras duas pessoas.
Excerto do acto final [Ion Telleria] Euskal presoak etxera!
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Em Iruñea, o dia da «santa constituição espanhola» é Independentzia Eguna
A Ernai da Alde Zaharra de Iruñea [Parte Velha de Pamplona] organizou um programa «de luta e reivindicação» para todo o dia 6 de Dezembro, dia da «santa constituição espanhola», no qual irá denunciar a imposição desse documento ao povo basco e irá afirmar que «não há nada celebrar».Aquilo que irão celebrar é um Independentzia Eguna, no qual querem deixar claro «ao Estado que, 36 depois, aqui existe um povo vivo e lutador, que não está disposto a desaparecer, e que tomou a decisão firme de se libertar da opressão a que há muito é submetido pela oligarquia espanhola, um povo que, juntamente com a sua luta [de libertação], busca uma transformação revolucionária da sociedade, convertendo-as nas duas faces da mesma moeda: independentzia eta sozialismoa!», afirma a organização juvenil abertzale da Parte Velha de Iruñea.
Estão programadas diversas actividades para todo o dia. Às 11h00, a organização juvenil catalã Arran vai dar uma conferência sobre o processo soberanista naquele país. Às 14h00 é o almoço popular, na Arrano Elkartea, seguido da actuação de bertsolaris. Às 18h00, há uma kalejira a partir da Udaletxe plaza. A partir das 20h00, actuam as bandas Goienetxe Anaiak, Kasu e Bobatu. / Ver: ateakireki.com
EM DURANGO, DIA 6 HÁ MARCHA VERDE PELA INDEPENDÊNCIA
A plataforma Independentistak apresentou na terça-feira o programa para 6 de Dezembro [dia da constituição espanhola] em Durango, que terá como lema «Nahi dugulako/beharrezkoa dugulako, guk ere BAI independentziari» [Porque queremos/porque precisamos, nós também dizemos SIM à independência].Numa conferência de imprensa em Bilbo, os membros da Independentistak defenderam que a independência é a melhor opção para Euskal Herria e sublinharam que o dia 6 de Dezembro corresponde à «imposição insultuosa» da celebração da Constituição espanhola, que nega os direitos do povo basco.
Para além da marcha prevista para as 17h00, o programa deste Dia pela Independência inclui diversas actividades culturais, muita animação musical, dança e a apresentação de um livro da Independentistak sobre a questão da independência na Escócia.
Para colaborar com a Independentistak nesta 48.ª Feira de Durango, pode-se usar o e-mail info@independentistak.net ou o telefone 943561853. / Mais informações (também sobre o programa de festa) em naiz.info e lahaine.org
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Edurne Oliver [LAB]: «Enquanto classe trabalhadora e enquanto povo, este modelo económico conduz-nos ao desastre»
O sindicato LAB concentrou-se este sábado frente ao Lanbide [Serviço Basco de Emprego] de Santurtzi (Bizkaia), no âmbito da jornada nacional de luta contra o desemprego, a precariedade e a pobreza «a que os vários governos» têm estado a sujeitar os cidadãos bascos.
De acordo com o sindicato abertzale, actualmente 4 em cada 10 trabalhadores encontram-se abaixo do limiar da pobreza, apesar de estarem empregados. Em relação ao desemprego nas comarcas biscainhas de Ezkerraldea e Meatzaldea, o número ascende a 26 657 desempregados, e não se perspectivam melhoras neste panorama.
O LAB denuncia a contínua destruição de emprego público (menos pessoal para a saúde, a educação, a assistência social), bem como os cortes nas prestações sociais, e dá inúmeros exemplos: «Baixa-se as pensões de reforma e dificulta-se o acesso a elas, reduz-se o subsídio de desemprego e as ajudas para o RSI, dá-se todo o poder ao patronato para despedir, aumentar as jornadas laborais, diminuir os salários...».
A sindicalista Edurne Oliver (LAB) afirma que «este modelo económico nos conduz ao desastre enquanto classe trabalhadora e enquanto povo; por isso temos de continuar a lutar contra os despedimentos, os cortes, a discriminação laboral das mulheres, a exploração, a pobreza. Com a mobilização, a luta, a solidariedade, que são as nossas armas, podemos mudar estas políticas despóticas e terroristas». / Fonte: Herrikolore via lahaine.org
De acordo com o sindicato abertzale, actualmente 4 em cada 10 trabalhadores encontram-se abaixo do limiar da pobreza, apesar de estarem empregados. Em relação ao desemprego nas comarcas biscainhas de Ezkerraldea e Meatzaldea, o número ascende a 26 657 desempregados, e não se perspectivam melhoras neste panorama.
O LAB denuncia a contínua destruição de emprego público (menos pessoal para a saúde, a educação, a assistência social), bem como os cortes nas prestações sociais, e dá inúmeros exemplos: «Baixa-se as pensões de reforma e dificulta-se o acesso a elas, reduz-se o subsídio de desemprego e as ajudas para o RSI, dá-se todo o poder ao patronato para despedir, aumentar as jornadas laborais, diminuir os salários...».
A sindicalista Edurne Oliver (LAB) afirma que «este modelo económico nos conduz ao desastre enquanto classe trabalhadora e enquanto povo; por isso temos de continuar a lutar contra os despedimentos, os cortes, a discriminação laboral das mulheres, a exploração, a pobreza. Com a mobilização, a luta, a solidariedade, que são as nossas armas, podemos mudar estas políticas despóticas e terroristas». / Fonte: Herrikolore via lahaine.org
Juanjo Basterra: «Luchador incansable en defensa de la clase trabajadora»
Igor Urrutikoetxea Bilbao, secretario de relaciones internacionales de LAB, falleció la noche del jueves en Brasil a consecuencia de un accidente sufrido hace un mes en Río de Janeiro. Acudió a esa ciudad para participar en el Congreso de la Federación Sindical Mundial (FSM) del Metal (UIS-MM). [...]Socialista y luchador incansable, llevó la voz de la clase obrera vasca y del conflicto de Euskal Herria por todo el planeta. [...]
Recuerdo una pequeña anécdota, la emoción que transmitió hace un par de años cuando acudió al Primero de Mayo en Cuba. Estuvo cerca de los hermanos Castro. No reprimió su emoción, y nos llamó.
¡Hasta la victoria, siempre! (boltxe.info)
Desconhecidos retiram a bandeira espanhola da Câmara Municipal de Ondarroa
Desconhecidos retiraram a bandeira espanhola colocada este fim-de-semana na fachada da Câmara Municipal de Ondarroa (Bizkaia).Hoje, a minúscula bandeira não estava onde tinha sido posta. De acordo com certas fontes, a bandeira não chegou a «descansar» nem umas horas no local. Ondarroa - a gloriosa - tinha sido obrigada a exibir o símbolo espanhol por ordem judicial. / Fonte: SareAntifaxista
Em baixo, apontamento delicioso do Turrune! [Handiak zarete!]
¡La bandera española vuelve a ondear majestuosa en Ondarroa!
La bandera patria vuelve a ondear majestuosa en la españolísima villa de Ondarroa, por orden del excelentísimo gobernador civil de las vascongadas.
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