Na quinta-feira, 14, começa na Audiência Nacional espanhola, em Madrid, o julgamento de cinco jovens navarros, incriminados pela sua militância política na esquerda abertzale (processo 4/2014). O Ministério Público pede oito anos de cadeia para cada.
Jon Patxi Arratibel, Iñigo González, Gorka Mayo, Iker Moreno e Gorka Zabala foram presos pela Guarda Civil em Janeiro de 2011, por ordem do juiz Grande-Marlasca. Acusados de pertencer ao Ekin, um grupo político abertzale já desaparecido, estiveram incomunicáveis quatro e cinco dias, durante os quais foram torturados.
A tortura e a sua denúncia ficaram plasmadas no depoimento de Jon Patxi Arratibel, que o assinou com a palavra «Aztnugal» («laguntza» [ajuda] ao contrário) – um termo que passou a ser usado pelos cinco como símbolo do seu caso. Em Maio de 2015, o Tribunal Europeu dos Direitos do Homem condenou o Estado espanhol por não investigar a queixa apresentada por Arratibel. / Ver: aztnugal.org
Reuniões com diversos agentes
No dia 6, Gorka Mayo, Jon Patxi Arratibel (incriminados no processo 4/2014) e Joxe Aldasoro (incriminado no processo 8/2013) compareceram no Parlamento de Nafarroa e, em representação dos seus companheiros, entregaram aos deputados de Geroa Bai, EH Bildu, Podemos, I-E e PSN um dossiê relativo aos seus casos. UPN e PP recusaram-se a participar na comissão.
No dia seguinte, representantes destes dois grupos de pessoas presas, torturadas, presas preventivamente e incriminadas por militarem na esquerda abertzale (processos 4/2014 e 8/2013 – os deste último têm julgamento marcado para Maio) reuniram-se com o INAI (Instituto Navarro para a Igualdade) e com o Defensor do Povo – Ararteko. / Ver: naiz e lahaine.org
domingo, 10 de abril de 2016
Centenas manifestaram-se pela libertação de Esnal, Haranburu e os irmãos Parot
Cerca de 700 pessoas manifestaram-se ontem, 9, em Donibane Lohizune (Lapurdi) para exigir a libertação dos presos bascos Jakes Esnal, Frederique Haranburu Xistor, Ion Kepa Parot e Unai Parot. O deportado Ángel Aldana também foi evocado.Na mobilização, que decorreu sob o lema «26 urte, aski da! Xistor, Jakes, Ion eta Unai askatu!» [26 anos, basta! Liberdade para Xistor, Jakes, Ion e Unai!], o colectivo de apoio aos presos políticos bascos Bagoaz denunciou o facto de todos se encontrarem na cadeia há mais de um quarto de século. Três deles – Esnal, Haranburu e Ion Kepa Parot – estão encarcerados em França e, apesar de solicitarem a liberdade condicional desde 2013, até agora nenhum juiz deferiu esse pedido.
A mobilização contou com a participação de diversos eleitos em Ipar Euskal Herria [País Basco Norte], nomeadamente da coligação abertzale de esquerda EH Bai; também da deputada socialista Sylviane Allaux. Anita Lopepe, da EH Bai, afirmou que «a não concessão da liberdade condicional corresponde a uma lógica de vingança».
No final da manifestação, Yvette Debarbieux, vereadora comunista em Donibane Lohizune, e Garbiñe Eraso, do colectivo Bagoaz, leram um comunicado, em que sublinharam a necessidade de se responder afirmativamente aos pedidos de liberdade condicional e em que denunciaram o bloqueio por parte do poder político. A urgência da libertação imediata dos presos bascos com doenças graves também foi abordada.
Ángel Aldana lembrado
Referindo-se à morte recente, na Venezuela, do deportado Ángel Aldana, sublinharam as responsabilidades do Estado francês, que, ao longo de décadas e décadas, submeteu os refugiados bascos a medidas de excepção, a restrições de movimentos, a detenções, à deportação, ao exílio e à tortura. Acusaram também o Estado francês de não ter dado qualquer passo desde que, em 2013, o Colectivo de Refugiados anunciou a intenção de estes regressarem a casa, e pediram a Paris o fim imediato das medidas de excepção. / Ver: Berria e naiz
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Diosdado Cabello sobre o deportado basco Ángel Aldana
No programa «Con el Mazo Dando», da VTV, o conhecido político venezuelano chavista Diosdado Cabello dedica algumas palavras ao deportado basco Ángel Aldana Barrena, que faleceu no passado dia 3 de Abril na Venezuela.«Honor y gloria a Ángel Aldana» Ver: pakitoarriaran.org
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Askapena: «Bódalo libre, carajo!»
Compañero Andrés Bódalo, ya llevas unos cuantos días en prisión y nosotras desde aquí, desde Euskal Herria, queremos mostrar nuestra solidaridad internacionalista hacia tu persona y las luchas que representas. Hace unos meses también dimos nuestro abrazo político a Francisco Molero así como a tantas personas del movimiento sindical y popular andaluz que están sufriendo la represión del Estado español. (askapena.org)«Cuba va», de Carlo FRABETTI (redroja.net)
Como no podía ser de otra manera, la visita de Obama a Cuba ha disparado las especulaciones y los pronósticos, y algunos quieren ver en ella el fin de la revolución cubana: donde el presidente de EEUU pone el pie, pone la bala, o mejor dicho, la bomba, y la bomba de relojería que más pronto que tarde acabará estallando en la isla es la American Way of Life, o sea, el capitalismo salvaje…Pues va a ser que no. Los gusanos de Miami pueden ir deshaciendo las maletas una vez más, y los buitres de Wall Street y sus polluelos europeos se quedarán con las ganas de carnaza caribeña, porque no hay más descomposición a la vista que la de las falsas democracias occidentales (con la seudodemocracia borbónica a la cabeza, dicho sea de paso).
sábado, 9 de abril de 2016
Borroka Garaia: «Abajo la ley mordaza»
Es seguro que si la asamblea de la revista vasca Argia, ante la multa impuesta por el estado español a uno de sus periodistas en base a la ley mordaza, hubiera decidido abrir una cuenta bancaria para recibir aportaciones solidarias y pagarla, los 601 euros estarían ya cubiertos. A pesar de ello, la asamblea ha decidido no pagar la multa, desobedecer la extorsión y llamar a combatir la ley mordaza.No se cuánto dinero en concepto de fianzas, gastos judiciales y multas habrá sido obligado a pagar el pueblo trabajador vasco desde aquellas multas por llamar Jon en vez de Juan a tu hijo en la calle, de aquellos viajes al cuartelillo por poner una ikurriña en la vía pública. Incluso hoy en estos tiempos se siguen poniendo multas y hay detenciones según dónde saques la ikurriña o se han puesto por llevar la foto de tu hija encarcelada. Sea por reclamar la independencia y el socialismo o ser partícipe del movimiento popular, sea por poner carteles, sea hasta por escribir tweets. El caso es que la libertad de expresión en Euskal Herria es pura ficción. Un derecho como tantos otros aún por conquistar. (BorrokaGaraiaDa)
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Milhares repudiaram em Gasteiz a violência contra as mulheres
Milhares de pessoas – 12 mil de acordo com os organizadores – deram hoje, nas ruas de Gasteiz, uma resposta colectiva à «violência machista», recordando que não se trata de um «problema isolado» mas, sim, de uma questão estrutural, e que é necessário lutar «contra o sistema patriarcal e capitalista» que está na sua origem.
Convocada pelo movimento feminista de Euskal Herria sob o lema «11 ataques, 12 respostas», a manifestação de hoje recebeu o apoio de mais de 250 organizações, e, pela sua dimensão, assumiu um carácter histórico.
A mobilização partiu da Praça de Bilbau e, depois de percorrer várias artérias da capital alavesa, chegou à Praça da Virgem Branca, onde decorreu o acto final. Ali, foi feita especial menção às mulheres que estão presas e às refugiadas, bem como a Natalie Van Put, assassinada esta semana em Bidarte (Lapurdi). Um dos aspectos sublinhados foi o carácter estrutural que a violência contra as mulheres assume na sociedade, que não se limita às agressões físicas.
Contra este cenário, contra uma sociedade que sujeita as mulheres a diversos tipos de violências, em diferentes espaços e contextos, para «acabar com o machismo e alcançar a igualdade entre homens e mulheres», o movimento feminista basco disse que irá continuar a trabalhar: «Responderemos com força, com mobilizações, interpelaremos as instituições, estabeleceremos protocolos, criaremos redes de assistência e utilizaremos a pedagogia», salientaram. / Ver: Berria e naiz
Convocada pelo movimento feminista de Euskal Herria sob o lema «11 ataques, 12 respostas», a manifestação de hoje recebeu o apoio de mais de 250 organizações, e, pela sua dimensão, assumiu um carácter histórico.
A mobilização partiu da Praça de Bilbau e, depois de percorrer várias artérias da capital alavesa, chegou à Praça da Virgem Branca, onde decorreu o acto final. Ali, foi feita especial menção às mulheres que estão presas e às refugiadas, bem como a Natalie Van Put, assassinada esta semana em Bidarte (Lapurdi). Um dos aspectos sublinhados foi o carácter estrutural que a violência contra as mulheres assume na sociedade, que não se limita às agressões físicas.
Contra este cenário, contra uma sociedade que sujeita as mulheres a diversos tipos de violências, em diferentes espaços e contextos, para «acabar com o machismo e alcançar a igualdade entre homens e mulheres», o movimento feminista basco disse que irá continuar a trabalhar: «Responderemos com força, com mobilizações, interpelaremos as instituições, estabeleceremos protocolos, criaremos redes de assistência e utilizaremos a pedagogia», salientaram. / Ver: Berria e naiz
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Emoção e raiva no quarto aniversário da morte de Iñigo Cabacas
No dia 5 de Abril de 2012, o apoiante do Athletic Club Iñigo Cabacas foi atingindo na cabeça por uma bala de borracha disparada pela Ertzaintza, quando se encontrava na Kirruli Taberna, no beco María Díaz de Haro, em Bilbo. Passados quatro dias, faleceu no hospital. Hoje, no quarto aniversário da morte, o jovem voltou a ser evocado e homenageado por familiares, amigos e muitas outras pessoas que se juntaram no local em que teve lugar a carga policial assassina.Num acto repleto de emoção e raiva, exigiu-se justiça para Iñigo e os seus familiares. Quatro anos volvidos, corre-se o risco de que o processo seja arquivado sem chegar a julgamento. No início da homenagem, ouviu-se a txalaparta e também as gravações feita pela Ertzaintza no dia 5 de Abril de 2012, para recordar o que realmente se passou. Também foram lidas mensagens de apoio de personalidades da política, do desporto e da cultura.
A Plataforma Iñigo Gogoan agradeceu a todos os que estiveram presentes e sublinhou que irá lutar até que se faça justiça. No final, o pai de Iñigo, Manu, leu um texto, em que agradeceu o apoio recebido ao longo destes quatro anos, denunciou a injustiça, os agravos e as indiferenças, e exigiu justiça, verdade, reconhecimento e reparação. / Ver: Herrikolore
António Santos: «Professores de Chicago em luta»
Na memória dos grevistas de Chicago está ainda a greve, em 2005, dos trabalhadores dos transportes públicos de Nova Iorque, declarada ilegal por um tribunal que sentenciou a prisão do presidente do sindicato e a aplicação de multas milionárias à organização, destruindo-a. Mas, mesmo cientes dos perigos, os professores aprovaram a greve, em Dezembro passado, com 86 por cento de votos a favor.A justeza e oportunidade da greve confirmou-se, esta sexta-feira, numa adesão de 100 por cento mas, apesar disso, os trabalhadores estão preparados para enfrentar uma declaração de ilegalidade. (avante.pt)
sexta-feira, 8 de abril de 2016
Dezasseis multados em Algorta por se manifestarem contra a Guarda Civil
Os visados foram multados por terem participado na manifestação da jornada «Alde Hemendik!». Denunciam que a punição está ligada à Lei da Mordaça e exigem respeito pela liberdade de expressão.
No dia 10 de Outubro de 2015, celebrou-se em Algorta (Getxo, Bizkaia) o dia «Alde Hemendik!» [Vão-se embora!], por iniciativa do movimento contra as forças de ocupação Algortatik Hanka. No âmbito da programação, realizou-se uma grande manifestação, e é por nela terem participado que as 16 pessoas são acusadas de «falta de respeito pelas forças de segurança».
Para o Algortatik Hanka, a Polícia tratou do assunto graças à Lei da Mordaça: a Guarda Civil fez a queixa e a Ertzaintza lidou com a via administrativa. «Como é possível 16 pessoas receberem multas por participarem numa manifestação legal? Como é possível que a Polícia seja a acusação e o juiz?», perguntaram a todos os que dizem que Euskal Herria vive uma «situação de paz».
Em seu entender, longe de desaparecer, a repressão contra um determinado sector da sociedade «intensificou-se e refinou-se»: «em Euskal Herria estamos habituados a estes tipos de repressão, mas com a Lei da Mordaça esta prática foi estabilizada e legalizada», afirmaram.
Por outro lado, mostraram-se preocupados sobre o sistema de identificação destas pessoas. Os 16 foram identificados através de um vídeo gravado pela Guarda Civil, sem que no próprio dia tenha havido uma identificação presencial e física. Em seu entender, «os ficheiros e recursos usados para o controlo social» são motivo para alerta. «Que tipo de ficheiros tem a Guarda Civil para poder fazer estas identificações?», perguntaram.
O Algortatik Hanka considera que a punição representa um ataque à liberdade de expressão e fez saber que gritará ainda mais alto que as forças de ocupação não têm lugar em Euskal Herria. / Ver: argia e topatu.eus
No dia 10 de Outubro de 2015, celebrou-se em Algorta (Getxo, Bizkaia) o dia «Alde Hemendik!» [Vão-se embora!], por iniciativa do movimento contra as forças de ocupação Algortatik Hanka. No âmbito da programação, realizou-se uma grande manifestação, e é por nela terem participado que as 16 pessoas são acusadas de «falta de respeito pelas forças de segurança».
Para o Algortatik Hanka, a Polícia tratou do assunto graças à Lei da Mordaça: a Guarda Civil fez a queixa e a Ertzaintza lidou com a via administrativa. «Como é possível 16 pessoas receberem multas por participarem numa manifestação legal? Como é possível que a Polícia seja a acusação e o juiz?», perguntaram a todos os que dizem que Euskal Herria vive uma «situação de paz».
Em seu entender, longe de desaparecer, a repressão contra um determinado sector da sociedade «intensificou-se e refinou-se»: «em Euskal Herria estamos habituados a estes tipos de repressão, mas com a Lei da Mordaça esta prática foi estabilizada e legalizada», afirmaram.
Por outro lado, mostraram-se preocupados sobre o sistema de identificação destas pessoas. Os 16 foram identificados através de um vídeo gravado pela Guarda Civil, sem que no próprio dia tenha havido uma identificação presencial e física. Em seu entender, «os ficheiros e recursos usados para o controlo social» são motivo para alerta. «Que tipo de ficheiros tem a Guarda Civil para poder fazer estas identificações?», perguntaram.
O Algortatik Hanka considera que a punição representa um ataque à liberdade de expressão e fez saber que gritará ainda mais alto que as forças de ocupação não têm lugar em Euskal Herria. / Ver: argia e topatu.eus
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Plataforma Navarra da Saúde alerta para consequências do TTIP
A Nafarroako Osasun Plataforma / Plataforma Navarra da Saúde alerta para as consequências nefastas que a assinatura do TTIP [Parceria Transatlântica de Comércio e Investimento] terá para os serviços públicos básicos como a Saúde e a Educação.Ontem, 7, uma delegação concentrou-se à tarde junto à sede do Osasunbidea [Serviço Navarro de Saúde] da Avenida do Exército, em Iruñea; na parte da manhã, houve concentrações nos locais de trabalho.
«O TTIP acabará com direitos fundamentais como a Saúde pública»Ver: ahotsa.info
Jorge Cadima: «Direitos Humanos»
É verdade que Obama se manifestou contra a prisão de Guantánamo. Até prometeu que a fecharia durante o seu primeiro ano na presidência. Mas está a terminar o seu segundo mandato e Guantánamo continua operacional. Nos seus oito anos de presidência, os direitos humanos made in USA foram exportados para a Líbia, Síria, Honduras, Ucrânia e outras paragens. E para a comunicação social de regime, é quem resiste ao imperialismo que merece condenação. (avante.pt)«A Argentina depois do golpe brando – A marcha apressada do capitalismo mafioso» (resistir.info)
[De Jorge Beinstein] Na Argentina começa formar-se um regime autoritário com aparência constitucional, uma convergência mafiosa de camarilhas empresariais, judiciais e mediáticas monitorada pelo aparelho de inteligência dos Estados Unidos. Mas o que demonstram os primeiros meses deste processo é que a tentativa tropeça com numerosas dificuldades que ameaçam convertê-la numa gigantesca crise de governabilidade. O contexto do seu desenvolvimento é uma recessão económica que se vai aprofundando rumo à depressão, ou seja, um funcionamento económico de baixa intensidade, com altas taxas de desemprego, salários reais muito reduzidos e baratos em dólares.
Parlamento da Catalunha reafirma separação de Espanha
A moção de ruptura com Espanha apresentada pelas CUP e aceite pela coligação Junts pel Sí, na qual se reafirma a declaração independentista de 9 de Novembro de 2015, bem como a atitude de desobediência para com o Tribunal Constitucional (TC), foi ontem aprovada no Parlamento da Catalunha. Com excepção dos pontos 3 e 4, o texto foi aprovado com 71 votos a favor das forças referidas. Com 52 votos, PSOE, Ciudadanos e PP opuseram-se à declaração. A coligação Catalunya Sí que es Pot (com 11 deputados) absteve-se.
Nos pontos da moção não aprovados encorajava-se os eleitos para cargos públicos «a desatender as petições das instituições não democráticas do Estado espanhol» e instava-se a Polícia catalã (Mossos d'Esquadra) a não executar as ordens da Audiência Nacional espanhola.
A 9 de Novembro de 2015, Junts pel Sí e CUP apoiaram uma resolução com vista a iniciar um processo de ruptura com Espanha e a criar uma república catalã. O governo espanhol reagiu de imediato, apresentando um recurso, e o TC, que noutras matérias demora anos a deliberar..., anulou a declaração independentista logo no dia 11, ou seja, dois dias depois.
Com a moção de ontem, reafirma-se metas contidas na declaração de 9 de Novembro e expressa-se apoio a todos os municípios investigados e perseguidos por terem apoiado a declaração de ruptura entre Catalunha e Espanha. / Ver: vilaweb.cat, hispantv.com e agências
quinta-feira, 7 de abril de 2016
Organizações camponesas e urbanas do País Basco se manifestam contra o golpe no Brasil
Entre os dias 31 de março e 3 de abril, o movimento camponês basco Etxalde e sindicato agrário Ehne-Bizkaia, em parceria com o Instituto Hegoa, da Universidade do País Basco (UPV-EHU), realizaram a segunda etapa do curso Soberania Alimentar e Agroecologia.Durante sua realização, organizações camponesas e urbanas presentes se solidarizaram com a classe trabalhadora brasileira ao entoar, em diversos momentos, o grito «NO AL GOLPE»!
A proposta do curso tem uma perspectiva territorial e, nessa primeira edição, todas as pessoas participantes eram bascas, mas era nítida a sensação de pertencimento à classe trabalhadora, o que gerou vários debates e vivências de cunho internacionalista, incluindo a preocupação com a conjuntura política brasileira, de risco de golpe de Estado e aumento de perdas de direitos. Além disso, Jornada Internacionalista reviveu o Massacre de Eldorado de Carajás, que em 2016 completa 20 anos de impunidade e lutas camponesas.
A turma, formada por 25 participantes de todas as idades, gênero e diferentes regiões do País Basco, estudou a agenda emancipadora da Soberania Alimentar, o modelo agroecológico, a educação e comunicação popular, além de dedicar tempo para trabalhar na definição de projetos coletivos de pesquisa a serem desenvolvidos nas próximas etapas do curso.
O curso é resultado de uma demanda dos movimentos e organizações camponesas do País Basco, vinculadas à Via Campesina, que, junto ao Instituto Hegoa da Universidade do País Basco, buscam formar quadros na perspectiva da educação popular para as organizações agrárias e urbanas que trabalham diferentes estratégias de transição agroeocológica.
Fortalecer e gerar alianças entre produtores e consumidores de alimentos com base na agroecologia também é um dos objetivos da formação, pois se entende que a Soberania Alimentar não é um tema que toca só a camponeses, mas, sim, a toda a sociedade, portanto é importante gerar espaços de debate, diálogo e articulação entre o campo e a cidade. / Ver: mst.org.br
Nekane Txapartegi foi detida na Suíça, revelou um ministério espanhol
Nekane Txapartegi foi ontem presa pela Polícia suíça, em Zurique, informou o Ministério espanhol do Interior, no contexto de um mandado europeu emitido contra ela em 2012. A natural de Asteasu (Gipuzkoa) foi condenada no processo 18/98. Denunciou ter sido duramente torturada pela Guarda Civil.Em 1999, Txapartegi foi presa pela Guarda Civil, na operação contra o Xaki. Afirmou ter sido duramente torturada e ter sido violada enquanto permaneceu incomunicável. Apresentou uma queixa nos tribunais, que foi arquivada em Junho de 2001.
Foi posteriormente incriminada e julgada no contexto do processo 18/98. Durante o julgamento, a asteasuarra contou na AN espanhola os tormentos padecidos. Na fase pericial, identificou o chefe dos guardas civis que depunham enquanto «peritos» como um dos seus torturadores. Em Dezembro de 2007, foi condenada pelo tribunal de excepção a seis anos e nove meses de prisão.
Na nota do ministério relativa à detenção de ontem, afirma-se que Txapartegi levava documentação falsa. A sua extradição já fora solicitada em Junho do ano passado. / Ver: naiz.eus
Ver tb: «O preso pamplonês Patxi Ruiz está hospitalizado há uma semana em Huelva» (naiz e ahotsa.info)
Patxi Ruiz, habitante do bairro pamplonês da Txantrea, tem uma pneumonia grave e encontra-se internado há uma semana. A família denuncia os obstáculos que está a ter para entrar em contacto com ele e inteirar-se do seu estado.
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Festa e reivindicação em Baiona para travar a «opressão contra o euskara»
O Euskaraz Bizi Eguna [Dia de viver em basco] realiza-se, dia 16, em Baiona. Ontem, os promotores da iniciativa apresentaram o programa, vincando a ideia de que a festa e a reivindicação andarão de mãos dadas para fazer frente à «opressão contra a língua basca» e travar as «estratégias de assimilação».
Não faltarão a música, comes e bebes, jogos para os mais pequenos, informaram os organizadores, fazendo um convite à sociedade basca para que esteja presente, participe nas várias iniciativas do dia e «passe do estar a favor do euskara para o fazer em prol do euskara». / Ver: naiz
Não faltarão a música, comes e bebes, jogos para os mais pequenos, informaram os organizadores, fazendo um convite à sociedade basca para que esteja presente, participe nas várias iniciativas do dia e «passe do estar a favor do euskara para o fazer em prol do euskara». / Ver: naiz
quarta-feira, 6 de abril de 2016
Pela primeira vez um jornalista no País Basco é multado com base na Lei da Mordaça
Valendo-se da Lei da Mordaça, a Subdelegação do Governo espanhol em Gipuzkoa impõe a Axier López, jornalista do Argia, o pagamento de uma multa de 601 euros, argumentando que este publicou na sua conta de Twitter, «sem autorização», imagens de uma intervenção policial. O Argia sublinha que o jornalista é multado «por exercer a sua profissão».
As fotos que Axier López publicou na sua conta de Twitter dizem respeito ao momento da detenção de Naroa Ariznabarreta, em Eibar (Gipuzkoa), a 3 de Março último. A jovem, que tinha participado num corte de estrada em 2007 em protesto contra o processo judicial Jarrai-Haika-Segi, recusara-se a comparecer no tribunal para ser julgada.
Nas imagens, aparecem vários agentes, mas a única cara que se vê é a de Ariznabarreta. Apesar disso, a Subdelegação afirma que, «através das imagens referidas, é possível identificar os agentes actuantes, com o risco que para os funcionários pode resultar da sua identificação pública». Afirma ainda que o jornalista publicou as imagens «sem autorização».
Ameaças anteriores ao direito a informar
É a primeira vez que um jornalista é punido em Euskal Herria ao abrigo da Lei da Mordaça. Mas já em Novembro do ano passado o Ahotsa.info foi ameaçado, tendo recebido um documento da Polícia Nacional espanhola que sublinhava a presença de vários agentes seus numa notícia publicada nas festas de San Fermin. E a delegada do Governo espanhol em Nafarroa, Carmen Alba, enviou um aviso ao órgão digital lembrando-lhe as implicações de publicar dados ou imagens da Polícia sem a devida «autorização».
Em Março de 2015, Axier López foi um dos mais de 400 jornalistas bascos que deram a cara contra Lei da Mordaça, no contexto da campanha «O jornalismo não é crime». / Ver: argia e Berria
Leitura: «Nos quieren callados, pero nos tendrán en frente. Solidaridad con Axier López y Argia» (lahaine.org)
As fotos que Axier López publicou na sua conta de Twitter dizem respeito ao momento da detenção de Naroa Ariznabarreta, em Eibar (Gipuzkoa), a 3 de Março último. A jovem, que tinha participado num corte de estrada em 2007 em protesto contra o processo judicial Jarrai-Haika-Segi, recusara-se a comparecer no tribunal para ser julgada.
Nas imagens, aparecem vários agentes, mas a única cara que se vê é a de Ariznabarreta. Apesar disso, a Subdelegação afirma que, «através das imagens referidas, é possível identificar os agentes actuantes, com o risco que para os funcionários pode resultar da sua identificação pública». Afirma ainda que o jornalista publicou as imagens «sem autorização».
Ameaças anteriores ao direito a informar
É a primeira vez que um jornalista é punido em Euskal Herria ao abrigo da Lei da Mordaça. Mas já em Novembro do ano passado o Ahotsa.info foi ameaçado, tendo recebido um documento da Polícia Nacional espanhola que sublinhava a presença de vários agentes seus numa notícia publicada nas festas de San Fermin. E a delegada do Governo espanhol em Nafarroa, Carmen Alba, enviou um aviso ao órgão digital lembrando-lhe as implicações de publicar dados ou imagens da Polícia sem a devida «autorização».
Em Março de 2015, Axier López foi um dos mais de 400 jornalistas bascos que deram a cara contra Lei da Mordaça, no contexto da campanha «O jornalismo não é crime». / Ver: argia e Berria
Leitura: «Nos quieren callados, pero nos tendrán en frente. Solidaridad con Axier López y Argia» (lahaine.org)
«A 20 anos da sabotagem de Itoiz» [reportagem]
No dia 6 de Abril de 1996, Nafarroa acordava abalada pela notícia de uma grande acção de sabotagem contra uma das grandes infra-estruturas que estavam a ser construídas naquela altura, a barragem de Itoiz. Oito activistas cortaram os cabos que transportavam o cimento para toda a obra, provocando assim perdas materiais milionárias, bem como a paragem das obras durante mais de um ano.Agora que passam 20 anos daquela «acção directa», o Ahotsa ouviu alguns dos seus protagonistas, para analisar as consequências da acção, de todos os anos de luta contra a barragem, e também as consequências que a obra teve para os vales e terras próximos, desde que a barragem se encheu, há dez anos.
Itoiz, 20 urte: a acção que parou Itoiz [Ahotsa]Ver: lahaine.org
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Violências contra as mulheres terão resposta este sábado em Gasteiz
O movimento feminista basco agendou para este sábado, 9, na capital alavesa, uma manifestação de denúncia contra as violências contra as mulheres. Com o lema «11 eraso, 12 erantzun, Feministok prest! Vuestras violencias tendran respuesta!» [11 ataques, 12 respostas, as feministas prontas], a iniciativa foi lançada no final de Fevereiro e obteve grande apoio.A manifestação, às 13h00, é o elemento central de uma jornada de reivindicação e festa que arranca às 11h30 na Praça dos Foros e termina, já noite dentro, no Gaztetxe. De acordo com a plataforma Feministok prest!, a jornada centra-se em três objectivos: denunciar as «agressões sexistas»; denunciar a criminalização a que o movimento feminista está a ser sujeito; fomentar a reflexão e o debate social sobre a violência, as suas múltiplas expressões e a forma de as identificar.
Desde o lançamento da iniciativa, mais de 250 organizações locais, nacionais e internacionais expressaram apoio a esta jornada. / Ver: gasteizhoy.com e argia
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Município denuncia «ocupação» de Leitza pelo Exército espanhol
Ontem, dia 5, à hora em que as crianças iam para a escola, soldados do Exército espanhol tomaram o centro na localidade navarra, realizando manobras sem que a autarquia tivesse sido informada ou desse autorização.O Município de Leitza repudiou por unanimidade a «presença e as manobras» dos militares, que, a pé, de camião e noutros veículos, andaram de cá para lá, «bem armados».
O presidente da Câmara, Mikel Zabaleta, exigiu ao Exército espanhol que se vá embora de Leitza e de Euskal Herria, acrescentando que ali não há lugar para «os seus jogos de guerra». Disse ainda que, no actual contexto político de Euskal Herria, a presença das forças militares não tem qualquer justificação. / Ver: Berria e euskalerriairratia.eus
terça-feira, 5 de abril de 2016
Morreu Ángel Aldana, deportado basco na Venezuela
Ángel Aldana Barrena, refugiado e deportado basco que se encontrava há longos anos na Venezuela, faleceu no dia 3, na sequência de uma doença prolongada.Angelin nasceu em 1949 em Gorozika (Muxika, Bizkaia). No final dos anos 70, fugiu para o País Basco Norte (Iparralde). Em Fevereiro de 1981, foi detido Ziburu (Lapurdi) e em Outubro desse ano foi enviado para a Ilha de Yeu, juntamente com outros refugiados bascos, ficando impedido de sair dali.
Em 1984, foi novamente detido, a norte de Baiona, ficando, mais uma vez, impedido de sair daquela região. Detido em Agosto de 1985, três meses mais tarde foi deportado para o Equador, onde permaneceu até Março de 1988 (dia e noite sob vigilância policial).
Em Janeiro de 1986, numa altura em que vivia com Alfonso Etxegarai, membros das forças de operações especiais equatorianas entraram em sua casa, raptaram-nos e deixaram-nos em poder da Polícia espanhola, que os torturou selvaticamente durante 24 horas.
Em Março de 1988, foi enviado para a República Dominicana e, um ano depois, para o Panamá. Em Dezembro desse ano, quando da invasão norte-americana, refugiou-se na sede do núncio apostólico, o pasaitarra Juan Sebastián Laboa, com os também deportados Juanjo Aristizabal, a sua mulher, Ione Idigoras, Koldo Saralegi e Juan Carlos Arriaran.
No seguimento de diligências efectuadas pelo núncio, foram todos enviados para a Venezuela em Fevereiro de 1990. Em 1996, o governo espanhol solicitou a extradição de Aldana; em 1999, foi preso e posteriormente libertado. / Ver: pakitoarriaran.org
«Comunicado del Colectivo de refugiad@s y deportad@s polític@s vasc@s en Venezuela» [eus. / cas.] (lahaine.org)
Semejante vida de lucha y de sufrimiento jamás te hizo perder la esperanza en la victoria, aquí en esta América Latina y también en Euskal Herria, y personas como tú nos dejan lo mejor de sí mismos y, al igual que Pakito Arriaran, muchos pueblos para amar.
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O LAB mobilizou-se em defesa dos serviços públicos
Ontem, dia 4, o sindicato LAB realizou concentrações em Bilbo, Donostia e Iruñea contra a privatização dos serviços públicos.As mobilizações enquadraram-se na jornada de luta mundial convocada pela União Internacional de Sindicatos de Serviços Públicos, da Federação Sindical Mundial, e na campanha que o LAB está a levar a cabo contra a precariedade no sector público, com o lema «No sector público, nem tudo o que luz é ouro».
O LAB afirma que são cada vez mais claros os objectivos subjacentes às privatizações: fazer lucro, deteriorando as condições laborais dos trabalhadores e a qualidade do serviço prestado.
Em Donostia, denunciou-se a política de subcontratação e precarização levada a cabo pela Deputação Foral de Gipuzkoa; em Bilbo, reivindicou-se o carácter «100 por cento público» do novo Hospital de Urduliz; em Iruñea, criticou-se a privatização das cozinhas do complexo hospitalar. / Ver: Herrikolore [com nota de imprensa do LAB]
Começaram as jornadas internacionalistas de Arratia
A Arratieko 1. Aste Internazionalista [I Semana Internacionalista de Arratia], organizada pela Askapena com o apoio da Câmara Municipal de Igorre (Bizkaia), começou ontem, 4, e prolonga-se até dia 10. No programa constam iniciativas sobre a América Latina, o Médio Oriente e a Europa. Ao longo da «Semana», estará patente ao público uma exposição sobre a NATO na Herriko Taberna de Igorre.No dia 6 (19h30), na Herriko Taberna, terá lugar um encontro sobre o movimento de camponeses do Brasil, tendo por base a experiência do Movimento dos Trabalhadores Rurais sem Terra.
No dia 7 (19h30), na Kultur Etxea/Casa da Cultura, Gabirel Ezkurdia irá falar sobre os conflitos na Síria e no Médio Oriente.
Dia 8 (20h00), a sala de cinema de Igorre será palco da apresentação do documentário Donbass: gerra Europaren bihotzean [Donbass: a guerra no coração da Europa], com a presença do realizador, o jornalista Ibai Trebiño.
No dia 9, a Herriko Taberna acolhe um pequeno-almoço/tertúlia (12h00). Segue-se um desfile (13h30) e, depois, o almoço, no Gaztetxe. À tarde, haverá a actuação de um solista cubano.
Bilhetes para o almoço à venda em vários locais da comarca: Axular e Errugbi Taberna (Igorre); Jentil Zubi (Dima); Sagarna Taberna (Zeanuri). / Ver: askapena.org e aseh
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«Viva a Comuna!»
[De Georges Gastaud e J.-P. Hemmen] Evocar hoje a Comuna de Paris, cujo 145º aniversário do seu início se comemorou a 26 de Março, não é apenas o relembrar de um facto histórico passado do proletariado francês.Comemorar o aniversário da Comuna é também, nos nossos dias, a reafirmação do ideal comunista e o reconhecimento de que «(…) uma luta sem tréguas das massas, mesmo por uma causa desesperada, é indispensável para a educação ulterior dessas próprias massas, para as preparar para a luta futura». (odiario.info)
«Uma guerra mundial começou – rompa o silêncio» (resistir.info)
[De John Pilger] Em 1947, uma série de directivas do National Security Council descreveu o objectivo supremo da política externa americana como «um mundo feito substancialmente sobre a própria imagem [da América]». Esta ideologia era o americanismo messiânico. Éramos todos americanos. Se não, heréticos seriam convertidos, subvertidos, subornados, enlameados ou esmagados.[…] Quando o dia da eleição presidencial estiver mais próximo, Clinton será louvada como a primeira mulher presidente, pouco importando os seus crimes e mentiras – assim como Barack foi louvado como o primeiro presidente negro e liberais engoliram suas tolices acerca da «esperança». E a verborreia prossegue. [em castelhano: redroja.net]
segunda-feira, 4 de abril de 2016
O Mugitu denuncia mais multas contra opositores ao TGV
No total, são 3200 euros para participantes em mobilizações em Iruñea e Gasteiz. Numa altura em que o questionamento social do TGV se nota mais, tenta-se silenciar os opositores «a golpe de multas e mordaça», afirma o Mugitu, que irá continuar a mobilizar-se «até parar definitivamente este absurdo comboio elitista, anti-social, ruinoso e destruidor», alheio às verdadeiras necessidades das populações.Numa nota, o Mugitu!, movimento de desobediência civil contra o TGV, revela que, nas últimas semanas, os opositores a este projecto receberam várias multas: sete sanções administrativas (3200 euros no total), que lhes foram aplicadas ao abrigo da Lei de Segurança dos Cidadãos, tanto na versão antiga («Lei Corcuera») como na moderna, aprovada pelo PP (Lei da Mordaça).
Cinco destas multas foram recebidas por participantes na marcha ciclista contra o TGV realizada no Verão passado, na sequência da carga da Polícia Municipal, apoiada pela Ertzaintza, nas ruas de Gasteiz. As outras duas multas foram recebidas por pessoas que participaram no acorrentamento à varanda da Deputação de Nafarroa, em Novembro de 2013. Ambas tinham sido julgadas e absolvidas das acusações de resistência à autoridade e desobediência.
Acção do Mugitu em Iruñea (Novembro de 2013)Ver: ahotsa.info e lahaine.org
Carmen Alba volta a proibir uma homenagem antifascista
A delegada do Governo espanhol em Nafarroa não concedeu a autorização para o acto de homenagem a Jokin Artajo e Alberto Asurmendi, membros do EGI-Batasuna mortos a 6 de Abril de 1969, quando preparavam uma acção armada contra a ditadura franquista. Desde 2009 que a Delegação do Governo em Nafarroa nega a autorização para o acto de homenagem a estes lutadores antifranquistas.Artajo e Asurmendi são considerados militantes da organização política EGI (Euzko Gaztedi Indarra), próxima ao Partido Nacionalista Basco, então ilegal. De acordo com um informe da Polícia Nacional espanhola, a homenagem poderia constituir um crime de «enaltecimento ou apologia do terrorismo».
A associação Ahaztuak 1936-1977 critica esta identificação da luta antifranquista com «comportamentos criminosos» e que se chame «terroristas» a quem se opunha ao regime ditatorial franquista. «Os guardiães do “modelo espanhol de impunidade” decidem quem pode e quem não pode ser recordado, quem é um democrata de sempre e quem não o é», afirma a associação.
Para a Ahaztuak, a proibição da concentração agendada para dia 6 constitui um ataque à liberdade de expressão por parte de quem faz a «apologia do franquismo». Insiste a associação que prestar homenagem a Artajo e Asurmendi é «um dever», um claro sinal de «enaltecimento e apologia da resistência antifascista». «O crime imperdoável seria esquecermo-nos deles», afirma. / Ver: ahotsa.info
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«Las Gestoras tras la ley de amnistía del 77»
[De Transición y ruptura] La dinámica de acción-reacción-acción sirvió a la izquierda abertzale, y en gran parte a las Gestoras pro Amnistía para llevar a cabo una movilización casi permanente. El gran número de detenciones, y atentados realizados por las fuerzas parapoliciales fue respondido por las Gestoras, y en muchas ocasiones esta respuesta también fue reprimida.El decantamiento de las Gestoras hacia el sector de la izquierda abertzale articulado en torno a KAS respondió a la táctica de este sector de rechazar la legitimidad del marco constitucional y estatutario, lo que les permitía mantener la idea de que los presos lo eran por razones políticas, ya que luchaban contra una situación injusta.
La división entre los dos sectores de la izquierda abertzale no es fruto de una casualidad o una decisión puntual, es la constatación de la elección de dos caminos distintos ante la reforma política, que irá bifurcando los caminos de ambos sectores. HB y las organizaciones de su entorno apostarán por la ruptura, negarán la legitimidad, al sistema, y despreciarán la vía institucional en contraposición a la lucha popular. Por su parte EE ira aceptando poco a poco la reforma y entrando en el sistema, primando la lucha institucional y dejando abandonadas otras luchas, esto será el detonante para que la dirección de ETA (p-m) decida el abandono de la lucha armada. / Ver: BorrokaGaraiaDa
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«Xuban Nafarrate: el preludio del asesinato de Iñigo Cabacas»
[De Igor Meltxor] El joven Xuban Nafarrate resultó herido en la cabeza como consecuencia de un pelotazo disparado por la Ertzaintza durante una carga policial en Gasteiz el 29 de marzo de 2012, jornada en la que estaba convocada una huelga general. Estuvo ingresado durante seis días en el hospital y en los primeros momentos se temió mucho por su salud.Una semana después la Ertzaintza acabaría con la vida del seguidor del Athletic, Iñigo Cabacas. (periodistacanalla.net)
«¡Esto no se graba!» (periodistacanalla.net)
En una entrevista realizada por la cadena australiana SBS EN 2008 con el secretario de Estado para la Seguridad, Antonio Camacho, el mandatario español exigió al periodista David O’Shea que apagase la cámara al ser preguntado sobre los casos de torturas contra ciudadan@s vasc@s.En abril de 2015, el aita y ama de Iñigo Cabacas le recriminaban a Joseba Egibar que no era lo mismo restringir el uso de las pelotas de goma que prohibirlas. El dirigente jeltzale exigía que no se grabara la discusión en un recinto público, ayudado por el parlamentario jeltzale, Luke Uribe-Etxeberria que trató de impedir que la cámara de ETB hiciera su trabajo.
Dos ejemplos…dos objetivos. ¡Silenciar la verdad!
domingo, 3 de abril de 2016
Cerca de 2000 pessoas manifestaram-se a favor da amnistia em Bilbo
A mobilização, convocada pelo Movimento pró-Amnistia e contra a Repressão (MpA), percorreu as ruas de Errekalde ontem ao fim da tarde. Foi o elemento principal do Amnistia Eguna, um dia repleto de iniciativas no bairro bilbaíno, sobretudo no Etxarri gaztetxea.
Seguindo uma faixa em que se lia «Amnistia», os manifestantes gritaram várias palavras de ordem a favor da amnistia e afirmaram uma e outra vez que «a luta é o único caminho» [borroka da bide bakarra]. No acto político que se seguiu à mobilização [ver conteúdo em baixo], representantes do MpA afirmaram que não aceitam «a paz falsa dos que vieram para fazer a guerra» e que «não haverá paz até que todos os perseguidos políticos estejam livres na rua e o povo basco tenha todos os direitos que lhe assiste».
O delegado do Governo espanhol, Carlos Urquijo, afirmou ter enviado um ofício à AN espanhola em que solicitava a proibição de diversas actividades programadas para o Amnistia Eguna, mas a Procuradoria disse não ter recebido tal ofício. Tendo isso em conta, bem como o facto de recentemente seis membros do MpA terem sido intimados a depor na AN espanhola, os representantes do MpA fizeram questão de sublinhar que essas medidas não «os irão calar». Três patrulhas da Ertzaintza apareceram na rotunda de Ametzola, mas não intervieram.
Apesar das proibições da Câmara Municipal de Bilbo, previa-se que as bandas Vomitando Desperdizios, Habemus Papam e Pablo Hasél actuassem ontem à noite no Etxarri gaztetxea. / Ver: Berria
Ver: «2000 pessoas a favor da Amnistia em Errekalde (comunicado e fotos)» [eus. e cas.] (amnistiaskatasuna)
Seguindo uma faixa em que se lia «Amnistia», os manifestantes gritaram várias palavras de ordem a favor da amnistia e afirmaram uma e outra vez que «a luta é o único caminho» [borroka da bide bakarra]. No acto político que se seguiu à mobilização [ver conteúdo em baixo], representantes do MpA afirmaram que não aceitam «a paz falsa dos que vieram para fazer a guerra» e que «não haverá paz até que todos os perseguidos políticos estejam livres na rua e o povo basco tenha todos os direitos que lhe assiste».
O delegado do Governo espanhol, Carlos Urquijo, afirmou ter enviado um ofício à AN espanhola em que solicitava a proibição de diversas actividades programadas para o Amnistia Eguna, mas a Procuradoria disse não ter recebido tal ofício. Tendo isso em conta, bem como o facto de recentemente seis membros do MpA terem sido intimados a depor na AN espanhola, os representantes do MpA fizeram questão de sublinhar que essas medidas não «os irão calar». Três patrulhas da Ertzaintza apareceram na rotunda de Ametzola, mas não intervieram.
Apesar das proibições da Câmara Municipal de Bilbo, previa-se que as bandas Vomitando Desperdizios, Habemus Papam e Pablo Hasél actuassem ontem à noite no Etxarri gaztetxea. / Ver: Berria
Ver: «2000 pessoas a favor da Amnistia em Errekalde (comunicado e fotos)» [eus. e cas.] (amnistiaskatasuna)
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Batera pede aos eleitos que «agarrem oportunidade histórica» para o País Basco Norte
Cerca de cem pessoas participaram ontem, 2, na concentração que a plataforma Batera realizou em Ziburu (Lapurdi) para pedir aos eleitos que votem a favor da criação de uma comunidade única para Ipar Euskal Herria [País Basco Norte]. Também ontem, com o mesmo objectivo, realizaram-se concentrações em Baiona, Uztaritze (Lapurdi) e no alto de Oxkaxe (Nafarroa Beherea).Até final de Maio, os municípios do País Basco Norte vão votar a proposta de criação da Comunidade única Pays Basque. Muitos já o fizeram, tendo votado favoravelmente, como aconteceu em Hendaia, Senpere, Hiriburu, Sara, Behorlegi, Baiona, Maule, Zuraide, Gabadi, Uztaritze e Ezpeleta.
Na consulta do último Outono, em Ziburu, a maioria dos vereadores mostrou-se contrária à criação desta elkargoa [comunidade]. Daí que o porto desta última localidade tenha sido escolhido para uma das concentrações.
Sebastien Castet, membro da plataforma Batera, incentivou as pessoas a enviar postais com o «sim» aos eleitos ziburutarras, para que, na votação, se inclinem para essa opção. Castet agradeceu ainda a todos os que, nos últimos três meses, têm participado nas iniciativas de esclarecimento da Batera, organizando debates e assembleias.
A Batera é uma plataforma que engloba múltiplas associações, sindicatos, organizações e cidadãos do País Basco Norte. Surgiu em 2002, tendo como objectivos fundamentais a co-oficialização da língua basca, a criação de um departamento País Basco, de uma associação agrícola basca e de uma universidade. / Ver: naiz, kazeta.eus e batera.info
Monte acima, pelo repatriamento dos presos
Centenas de pessoas participaram, hoje, nas marchas de montanha promovidas pela organização Sare para exigir o fim da dispersão.Com as botas de montanha calçadas e as mochilas às costas, em Gipuzkoa os participantes partiram de Larraitz e caminharam até ao cimo do monte Txindoki; em Araba, foram desde Murua até ao alto do Gorbeia; na Bizkaia, subiram de Urkiola até ao Anboto; e em Nafarroa saíram de Arbizu com destino ao topo do Beriain.
Com esta iniciativa, a organização referida pretende chamar a atenção para a questão dos «direitos dos presos políticos bascos», exigindo o fim da dispersão e o seu repatriamento. / Ver: Berria e naiz
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Eduardo Corrales: «Pongamos que hablamos de Hungría»
A ustedes puede no parecerles importante. ¿A qué hablar de la Hungría de 1956 en el pleno del Ayuntamiento de Madrid? —se preguntarán—. Pero lo es.[...] En cuestiones de principio, como lo es defender la verdad, no vale más táctica que la de no callarse. El voto de apoyo y la presencia de los concejales de Ahora Madrid en el pleno del Ayuntamiento en la moción del PP sobre Hungría es infame. Pero la ausencia y el silencio de quien, no estando de acuerdo —se presupone— con lo que se iba a aprobar, no son tampoco dignos de ningún elogio. Porque quien calla otorga, y en esta ocasión lo que se otorga es un homenaje al fascismo y la reacción. En una situación así, un comunista de verdad no se calla, y dice la verdad: que la única revolución en Hungría fue la socialista, y que la defensa de las libertades y los derechos humanos vino del Este, y no del lejano Oeste del pistolero Reagan. (lahaine.org)
«Agravou-se a desigualdade na repartição do rendimento em Portugal» (odiario.info)
[De Eugénio Rosa] Seja qual o ângulo por que se analise a situação presente da classe trabalhadora em Portugal, a conclusão só pode ser a de que se agrava o risco de pobreza e exclusão, como nos demonstra Eugénio Rosa no estudo que hoje publicamos.
sábado, 2 de abril de 2016
LAB considera «escandalosos» os despedimentos anunciados pelo Santander
«O Banco Santander, que no ano passado lucrou 5966 milhões de euros, mais três por cento do que no ano anterior, anuncia que vai despedir uma parte dos seus funcionários e reduzir os seus Serviços Centrais, tudo isso para fazer frente à "crise", por causa do contexto económico e do aumento de custos», afirma o LAB numa nota. Para o sindicato abertzale, é escandaloso que aqueles que provocaram a crise - que levou milhares ao desemprego, à pobreza e aos despejos - queiram valer-se dessa crise para despedir ainda mais.O LAB sublinha que, no Banco Santander, os lucros permanecem no patamar dos milhares de milhões ano após ano e que a sua presidente, Ana Botín, «meteu ao bolso» nada menos que 9,8 milhões de euros em 2015 (mais dez por cento que em 2014). Porque «apenas pensam nos lucros», prosseguem com a política de destruição de emprego e de castigo dos clientes, afirma o sindicato, que qualifica as medidas de reestruturação anunciadas no maior grupo financeiro do Estado espanhol como uma «agressão aos trabalhadores».
O LAB exige soberania para Euskal Herria, para que ali se decidida, e considera necessário criar um quadro próprio de relações laborais que impossibilite actuações deste tipo e em que a banca, os grandes empresários e os ricos sejam obrigados a contribuir como lhes corresponde, no contexto de uma política de distribuição da riqueza mais justa. / Ver: lab.eus
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Dezenas na marcha ciclista contra a indústria militar
Várias dezenas de pessoas participaram este sábado, 2, na IX Marcha Ciclista contra a Despesa e a Indústria Militar, promovida por organizações ecologistas, antimilitaristas e internacionalistas. Na marcha, que percorreu algumas das estradas da Bilbo Handia [Grande Bilbau], denunciou-se o apoio institucional às empresas bascas de armamento.Os ciclistas partiram pouco depois das 11h00 das imediações da Deputação Foral da Bizkaia, em Bilbo, e fizeram a primeira paragem em Barakaldo (Ezkerraldea), junto à empresa Preciscast, do grupo ITP, onde se fabricam componentes de aviões de transporte militares. Dali, seguiram para Getxo (Uribe Kosta), e pararam junto à empresa Sener - de onde sai alta tecnologia para aviações de combate e projécteis.
Os participantes na iniciativa criticaram o facto de o Orçamento para 2016 contemplar «o aumento de recursos para as despesas militares», enquanto se reduzem as verbas destinadas às despesas sociais.
«Na indústria militar basca participam uma centena de empresas. O País Basco foi a terceira comunidade com maior facturação na produção militar em 2014, apenas atrás de Madrid e da Andaluzia», destacaram. De acordo com dados do Ministério espanhol da Defesa, «duas empresas bascas colocaram-se entre as dez empresas do Estado espanhol com maior facturação de material militar: ITP e Aernnova», sublinharam. / Ver: Diario Norte / Ler comunicado: Komite Internazionalistak
Câmara Municipal de Bilbo, «PNV style», cede às pressões da extrema-direita
A Câmara Municipal de Bilbo, do presidente Aburto (EAJ-PNV), cedeu às pressões da extrema-direita espanhola (o PP andava há dias a picar) e proibiu o concerto programado para hoje no contexto do Amnistia Eguna, com a participação de Vomitando Desperdizios, Habemus Papam e Pablo Hasél.Primeiro, foi o delegado do Governo espanhol, o ultra pepetarra Carlos Urquijo, a enviar um ofício à Audiência espanhola em que solicitava a proibição dos concertos, porque eram organizados pelas ilegalizadas Gestoras pró-Amnistia (despistao!) e porque neles participava Pablo Hasél, que fora «condenado por enaltecimento do terrorismo».
Já hoje a Procuradoria da AN espanhola disse não haver razão para actuar preventivamente contra Pablo Hasél ou para proibir o concerto, acrescentando - note-se - que não tinha conhecimento de qualquer ofício do Carlitos do PP de Laudio (todo por ex-paña, una, grande y libre!), informou a agência Europa Press.
Ontem, o município bilbaíno - PNV style - fez-se maior que a AN espanhola, tendo comunicado aos responsáveis do Etxarri gaztetxea, no bairro de Errekalde, que o espaço não tinha condições para este tipo de eventos. (sin desperdicio)
Dois dos protagonistas nos concertos de hoje anunciaram que iam estar presentes em Bilbo, apesar da censura municipal e do discurso fascista do beija-rojigualdas, adorador de pikoletos. / Ver: SareAntifaxista
Pablo Hasél - «Amnistía total» Borrokak ez du etenik! Presoak kalera, amnistia osoa!
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«Guerra no Iémen: Milhares contra agressão»
A capital do Iémen foi palco de uma gigantesca manifestação contra a intervenção militar saudita quando se cumpre um ano sobre a agressão.O protesto em defesa da paz realizado em Sanaa, dia 26, foi convocado pelo partido do ex-presidente Ali Saleh, que aproveitou a ocasião para fazer uma rara aparição pública nos últimos meses. Ao seu lado estiveram altos responsáveis das milícias hutí, entre as quais o seu líder, que acusam a coligação liderada pela Arábia Saudita de promover um genocídio no país. / Ler: avante.pt
«Rolling Stones y Cuba: ese extraño país donde para censurar el rock organizan 13 festivales cada año» (cubainformacion.tv)
[De José Manzaneda] En Cuba hay bandas de rock en todos sus géneros: desde el heavy metal al hardcore, pasando por el death metal, el rock alternativo o el punk. Agrupaciones locales e internacionales participan en 13 festivales, como el Caimán Rock, el Brutal Fest o el Festival Metal HG. Como experiencia única en el mundo, existe una Agencia Cubana del Rock, propiedad del Estado, que favorece la distribución y contratación de bandas.Por eso, escuchar esto en el canal español La Sexta, en su cobertura sobre el reciente concierto de The Rolling Stones en La Habana, es casi alucinante: «Cuba ha vibrado al son de sus "satánicas majestades" (...) enseñando su característica lengua por esos 40 años de censura del rock en la Isla». [Aqui, não se refere nenhum canal português, mas mais que um «la cagó».]
sexta-feira, 1 de abril de 2016
Sindicatos acusam concessionárias da Bizkaibus de não cumprirem acordos
Na quarta-feira, 30, cerca de 200 trabalhadores concentraram-se frente à Deputação Foral da Bizkaia, em Bilbo. Entre outras coisas, denunciam o incumprimento dos acordos por parte das empresas concessionárias da Bizkaibus e a precarização das condições laborais.Na ocasião, os trabalhadores pediram ao Governo Foral que se envolva no processo, de forma que as empresas a quem foi concessionado o serviço de transporte cumpram os acordos alcançados.
Delegados dos vários sindicatos com representação na Bizkaibus recordaram que já passou mais de um ano desde que a Deputação Foral renovou a concessão das linhas da Bizkaibus às empresas privadas, com a condição de que os postos de trabalho não fossem postos em causa. Contudo, as concessionárias têm estado a tomar decisões unilaterais à margem desses acordos, degradando as condições de trabalho, tornando-o mais precário, diminuindo a qualidade do serviço e procurando aumentar as margens de lucro.
Paralisações a partir de Maio
Os representantes sindicais afirmaram que a concentração de quarta-feira foi a primeira de várias acções para denunciar a «grave situação» que os trabalhadores enfrentam, sublinhando que vão continuar a «lutar pelas condições de trabalho». Se não tiverem resposta, em Maio darão início a um conjunto de paralisações. / Ver: argia
Solidariedade com Andrés Bódalo, sindicalista do SAT
«LAB exige la libertad del compañero del SAT Andrés Bódalo» (lab.eus)
LAB exige al Gobierno Español la liberación del compañero sindicalista del SAT Andrés Bódalo que fue encarcelado el pasado 29 de marzo por defender los derechos laborales de los trabajadores y trabajadoras del pueblo andaluz.
«Manifiesto en apoyo a la solicitud de indulto del sindicalista Andrés Bódalo» (SAT via lahaine.org)
Borroka Garaia: «A casi una semana desde el Aberri eguna»
En cualquier caso, el bajón del PP y el PSOE en Euskal Herria tiene la misma base del bajón del PP y el PSOE en el estado español y por mucho que se repita también no tiene ni ha tenido relación con ningún tipo de iniciativa del proceso de liberación sino con la crisis y factores internos del estado español. De ahí que tanto en Euskal Herria como en el estado español el que haya capitalizado esa crisis partidaria de los partidos clásicos españoles lo haya sido el reformismo español como forma de intentar ordenar la estabilidad española y abortar procesos de ruptura e indignación social , hoy ya descendente en el estado español.La oportunidad de producir cambios profundos en Euskal Herria hoy está lejos con lo que tenemos encima de la mesa y con las metodologías que se están empleando asiduamente (ningún proceso de paz ni de solución, ningún proceso soberanista, ninguna agenda clara nacional ni social). La importancia de la situación actual reside en que la situación es gravísima tanto para Euskal Herria como para su clase trabajadora y para el proceso de liberación nacional y social. Este diagnóstico puede parecer negativo y pesimista. Ciertamente es negativo. Estamos mal. Y muchas veces de mal en peor.
En cualquier caso, si verdaderamente podemos cerrar este ciclo negativo, es decir, que no va a llegar la paz y las soluciones, y luego la libertad, sino que se debe abrir un ciclo de lucha que si es exitoso traiga consecuencias podremos enfrentarnos a la realidad por muy dura que sea. Por tanto, invirtiendo gran parte los baremos que se han llevado por ahora del famoso nuevo tiempo que nunca llegó y pisar tierra definitivamente. / Ler: BorrokaGaraiaDa
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«Designar una "quinta columna" sirve para ocultar los intereses económicos»
[Entrevista de Alex Anfruns a Saïd Bouamama] De la Islamofobia a la unidad nacional, pasando por la vigilancia masiva y el cuestionamiento de las leyes laborales.-¿Cómo analiza, en una perspectiva de largo plazo, las medidas que el gobierno francés viene aplicando en la «prevención del radicalismo» en las escuelas desde hace más de un año?
-Estas medidas están esencialmente centradas en la idea de un aprendizaje de los «valores de la república» y de la «laicidad» en el seno de la escuela. Por lo tanto son, antes que nada, de naturaleza ideológica. Limitarse a este aspecto es a la vez social y políticamente ineficaz y peligroso en relación a los alumnos. Intenta no ocuparse de las realidades concretas desigualitarias que la producen. ¿Cómo puede uno creer en la afirmación de que la república es «la Libertad, la Igualdad y la Fraternidad», mientras que la experiencia cotidiana de esos jóvenes les demuestra que la libertad les es denegada, que la igualdad es un mito y que la fraternidad es solo un discurso? Recordemos la petición de la ministra de educación nacional: queria que se señalase a los alumnos que se negaban a «ser Charlie». / Ler: lahaine.org
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«A Comuna de Paris» [Escuela de Cuadros]
[«La Comuna de París»] A edição n.º 165 do programa de formação marxista Escuela de Cuadros centra-se no texto «A Guerra Civil em França» (1871), de Karl Marx. Para tal, conta com a ajuda do professor Vladimir Acosta.
Escuela de Cuadros, 165: A Comuna de ParisConsultar o texto aqui [port].
Escuela de Cuadros, 165: A Comuna de ParisConsultar o texto aqui [port].
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