terça-feira, 19 de junho de 2018

Sauditas bombardeiam sem parar aeroporto de Hudaydah

De acordo com canal em língua árabe Al-Masirah, os sauditas têm estado a bombardear intensamente as zonas ocidental e norte do aeroporto de Hudaydah. Esta cidade iemenita, localizada junto ao Mar Vermelho, encontra-se em poder do movimento Huti Ansarullah desde 2014 e, segundo a TV referida, as suas tropas ainda se mantêm firmes na defesa das instalações aeroportuárias.

Hudaydah, com cerca de 600 mil habitantes, é considerada uma cidade estratégica, na medida em que por ela passam mais de 70% das importações do país árabe e o seu porto é a principal via de entrada de ajuda humanitária no Iémen.

Por isso, quando, há sete dias, as milícias leais ao antigo presidente Abd Rabbuh Mansur Hadi, apoiadas pela aviação saudita e, no terreno, por tropas sudanesas e dos Emirados Árabes Unidos (EAU), lançaram uma ofensiva sobre Hudaydah, as Nações Unidas deram o alerta: não só os ataques podiam provocar mais de 250 mil mortos entre os residentes na cidade, como a crise humanitária no Iémen, considerada a mais grave do mundo pela ONU, se poderia agravar.

De acordo com Al-Masdar News, os ataques incessantes dos sauditas provocaram enormes danos no aeroporto, mas as tropas hutis continuam a resistir. No entanto, refere a mesma fonte, as milícias iemenitas apoiadas pelos EAU conseguiram avançar noutros pontos do distrito de Hudaydah.

A Reuters e a agência WAM (dos EAU) informam que estas milícias conseguiram entrar, hoje, no aeroporto, após duros combates com as forças do movimento Ansarullah. No entanto, a informação é desmentida por estes últimos, que afirmam ter repelido os ataques e infligido pesadas baixas entre as tropas inimigas, segundo refere a PressTV. (Abril)

«El vuelo del fénix» [livro sobre «O Capital»]

Subtítulo: El Capital: Lecturas críticas a 150 años de su publicación

Roger Landa (coordenador), David Alvarado e Manuel Azuaje Reverón (editores)

Com artigos de: Pablo González Casanova. Miguel Ángel Contreras Natera. José G. Gandarilla Salgado. Juan José Bautista Segales. Isabel Monal. Claudio Katz. Itsván Mészáros. Enrique Dussel. Jorge Veraza Urtuzuástegui. Roger Landa. Américo Alvarado. Renán Vega Cantor. Franz Hinkelammert. Marta Harnecker. Thierno Diop. Carlos Fernández Liria. Néstor Kohan.

Buenos Aires, Red de intelectuales y artistas en defensa de la humanidad / CLACSO, Junho de 2018

«A doscientos años del nacimiento de Karl Marx, su obra y su nombre permanecen como una marca indeleble que acompaña las luchas de todos los pueblos oprimidos y explotados del mundo. Como creación heroica, dejamos en manos de los luchadores y las luchadoras por un mundo más justo una herramienta que reivindica un Marx nuestro, propio, de quienes estamos construyendo el porvenir de una nueva civilización.» [Excerto da introdução]

Aceder à obra aqui. / Mais info: lahaine.org

segunda-feira, 18 de junho de 2018

Processo 3/2009: a tortura como prova de acusação

Iñigo Gulina e Jose Javier Osés, jovens de Burlata (Nafarroa), serão julgados na Audiência Nacional espanhola, acusados de praticar acções de kale borroka em Nafarroa há mais de 11 anos. Incorrem em penas de 18 e 23 anos de prisão. A principal prova de acusação contra eles são os depoimentos incriminatórios que realizaram enquanto permaneceram incomunicáveis. Todos os jovens detidos naquela operação - seis habitantes de Burlata - afirmaram ter sido torturados.


«Sumario 3/2009: La tortura como prueba de cargo»Estes jovens foram presos em 2007 numa operação policial conjunta da Guarda Civil e da Polícia espanhola, na qual foram presas mais quatro pessoas. Todos afirmaram ter sido torturados para lhes arrancarem depoimentos incriminatórios contra si mesmos e contra terceiros. Passaram um ano na cadeia e foram libertados, ficando a aguardar julgamento.

Em 2013, realizou-se o julgamento, mas três dos arguidos (Iñigo Gulina, Jose Javier Osés e David Urdin) não compareceram. Osés foi preso algum tempo mais tarde em França e, acusado de pertencer à ETA, foi condenado a oito anos de cadeia. Depois de cumprida a pena, foi expulso para o Estado espanhol, encontrando-se na cadeia de Soria. Gulina está actualmente na prisão de Jaén. Foi preso o ano passado em Berlim, onde residia e trabalhava.

Ambos serão julgados em Julho na AN espanhola, e em Burlata está a ser preparada uma campanha de denúncia cujo ponto alto será a manifestação marcada para dia 1 de Julho. / Ver: ahotsa.info

Mikel Laboa - «Denak ala inor ez»

Poema de Bertolt Brecht musicado e cantado por Mikel Laboa. Letra e tradução para castelhano em ehu.eus.

«Denak ala inor ez, dena ala ezer ez. / Bakarka ezin da / fusilak ala kateak / denak ala inor ez, dena ala ezer ez.»

Israel prolonga detenção de Khalida Jarrar pela terceira vez consecutiva

A renovação da detenção administrativa de Jarrar, uma das figuras políticas palestinianas que mais se têm destacado na crítica à ocupação israelita e na condenação das atrocidades cometidas contra os palestinianos, ocorre duas semanas antes da data em que deveria ser libertada, informa a agência Ma'an.

Em comunicado, a FPLP declarou que a renovação da detenção de Khalida Jarrar «é uma tentativa de reprimir os líderes revolucionários que podem alterar o curso dos acontecimentos na Palestina ocupada, especialmente no que respeita aos ataques da ocupação na Margem Ocidental, ao cerco e imposição de sanções à Faixa de Gaza, e às tentativas de impor o chamado "acordo do século"».

Sublinhou, no entanto, que a «detenção continuada de Khalida Jarrar não irá vergar a sua vontade», fazendo «apenas aumentar a sua determinação e o seu compromisso com a libertação nacional da Palestina». (Abril)

Novo ataque da «coligação internacional» contra militares sírios e aliados

Tendo por base fontes militares, a agência SANA revela que o ataque da aliança militar encabeçada pelos EUA teve como alvo uma posição do Exército Árabe Sírio na localidade de Al-Hiri, a sudeste de Al-Bukamal (província de Deir ez-Zor), provocando um número incerto de mortos e de feridos.

Por seu lado, um tenente do Exército sírio disse à Prensa Latina que «drones norte-americanos bombardearam posições conjuntas do Exército sírio e dos seus aliados iraquianos ao longo da fronteira entre a Síria e o Iraque, entre Al-Bukamal e Al-Tanf».

De acordo com o oficial, na acção militar que teve lugar a sul de Al-Bukamal, cerca de 150 quilómetros a sudeste de Deir ez-Zor, morreram iraquianos membros da Brigada dos Justos e da Brigada do Imã Ali.

O militar disse à Prensa Latina que estas forças tinham como missão «proteger a fronteira entre a Síria e o Iraque», bem como «combater os focos resistentes» do Daesh – grupo terrorista também conhecido como Estado Islâmico – na região.

Não pôs de lado a hipótese de que «um dos objectivos do ataque seja facilitar a transferência dos terroristas do Daesh da base norte-americana de Al-Tanf para determinadas áreas no deserto, de modo a abrir novas frentes de combate contra o Exército sírio». (Abril)

domingo, 17 de junho de 2018

Mais de 1600 em Baiona por Haranburu, Esnal e os irmãos Parot

Sob o lema «Egun bat gehiagorik ez» [Nem mais um dia], mais de 1600 pessoas manifestaram-se este sábado em Baiona (Lapurdi), para exigir a libertação imediata de Xistor Haranburu, Jakes Esnal, Ion Kepa e Unai Parot, que estão há 28 anos na prisão.

À frente da mobilização seguiam pancartas que figuravam os rostos dos presos políticos bascos e carros com cartazes que indicavam os quilómetros que a família de cada preso teve de percorrer nestes 28 anos para os visitar, acrescentando-se o número de voltas ao mundo que cada família já deu.

Alde hemendik! Vão-se embora!

2017ko otsailaren 17an Algortako Portu Zaharrean egindako murala.
Mural realizado a 17 de Fevereiro de 2017 no Porto Velho de Algorta (Getxo, Bizkaia).

Algortatik hanka!Indar okupatzaileak Euskal Herritik kanpora! Forças de ocupação fora de Euskal Herria!

Entrevista a um soldado sírio «caçador» dos ISIS Hunters

[Entrevista de Laura G. a um soldado do Exército sírio membro dos ISIS Hunters, unidade de elite criada pelas forças especiais russas para combater o Daesh, também conhecido como Estado Islâmico] Sin embargo, para Jamel, la guerra no es épica si no triste. En la guerra no hay superhéroes; solo se escuchan gritos y disparos, y en medio de todo eso, están los soldados.

«No te imaginas lo traumática y dura que es esta guerra, sobre todo al principio, porque tienes que matar por primera vez, ves como matan a tus seres queridos. Yo ahora me veo en el frente teniendo que vengar a mi mejor amigo. Cualquier error puede costarme la vida. No vale tener miedo hay que luchar», explica Jamel, que de la noche a la mañana tuvo que coger las armas. A pesar de la situación, no pierde la moral. «Vamos a reconstruir Siria incluso si todos los países se ponen en contra nuestra, somos jóvenes y puede que no regresemos pero no nos importa perder la vida con tal de vengar a nuestros seres queridos». / Ler: descifrandolaguerra.es

«Nicaragua: un caso de Guerra No Convencional dirigida por el imperialismo»

En este panorama político el golpe blando se ejecuta a través de una unión concatenada de poderes políticos fácticos y capitales transnacionales, laboratorios de guerra, organizaciones como la USAID y la NED, que funcionan como el brazo financiero de la CIA. Y su contraparte interna, como son los partidos de derecha, las oligarquías locales y ONG financiadas desde afuera por la USAID y la NED, grupos dirigidos tácticamente por los laboratorios de guerra y la CIA, en complicidad con los partidos de derecha, en algunos casos la jerarquía católica y las oligarquías nacionales.

El golpe suave en sí, es un catálogo de acciones políticas para generar una nueva organización del poder dentro de una lógica y un tipo de democracia a la justa medida del imperio, una democracia de las élites donde el pueblo y su autodeterminación tienen un peso nulo. Una serie de tácticas sin ética-política, de carácter manipulatorio con instrumentos económicos de desestabilización, culturales de carácter mediático, para-políticos (al margen de la política formal), paramilitares (fuera de los cauces legales del monopolio de la fuerza y la constitución). / Ver: movimiento político de resistencia

sábado, 16 de junho de 2018

Muitos milhares em Iruñea exigem justiça para os jovens de Altsasu

Foi a maior manifestação de que há memória na capital navarra, assinalam diversas fontes. Para exigir «justiça» e «liberdade» para os jovens de Altsasu condenados pela AN espanhola a penas entre os dois e os 13 anos de cadeia, muitos milhares de pessoas encheram as ruas de Iruñea [Pamplona]. Os Altsasu Gurasoak [Pais de Altsasu] afirmam que estiveram presentes 80 mil pessoas.

A manifestação começou pelas 17h00, junto ao estádio do Sadar, onde ao longo da manhã foram chegando autocarros de todo o País Basco e de vários pontos do Estado espanhol, nomeadamente da região de Madrid e da Catalunha. Juntou-se ali tanta gente que muitos se viram impossibilitados de fazer o percurso total da manifestação, a que se foram juntando onde conseguiram.

Uma faixa com a inscrição «Ez da Justizia» [Não é justiça] seguia à frente da mobilização, onde se ouviram palavras de ordem como «Altsasukoak askatu» [Liberdade para os de Altsasu] e «Utzi bakean, alde hemendik!» [Deixem-nos em paz, vão-se embora!], em alusão às forças de ocupação espanholas.

No acto final, na Av. Carlos III, houve palavras de agradecimento para tanto apoio e solidariedade, e foi lembrado o sofrimento do último ano e meio, provocado pelas detenções, a dispersão e a presença da Guarda Civil em Altsasu como força de ocupação.

Dois representantes dos Altsasu Gurasoak afirmaram que o caso evidencia «um abuso de poder» e criticaram a «falta de separação de poderes» no Estado espanhol. Em seu entender, a Audiência Nacional espanhola não agiu de forma «imparcial» e aplicou penas «desproporcionadas».

Um saco de acusações
Recorde-se que o tribunal de excepção espanhol condenou oito jovens de Altsasu a penas que vão dos dois aos 13 anos de prisão, depois de os julgar por uma zaragata num bar com dois guardas civis. O tribunal especial não considerou que se tratou de um «crime terrorista», mas lançou uma mensagem clara em defesa das forças policiais e militares de ocupação em Altasu, Sakana e Euskal Herria, juntando num saco um monte de acusações contra os jovens (desde «ameaças» a «atentado», passando por «desordem pública» e «ofensas corporais»), ao qual juntou as agravantes de «abuso de superioridade e de ódio» e de «motivos ideológicos e de hostilidade à Guarda Civil».

Recentemente, o Ministério Público recorreu das sentenças, alegando que se tratou de uma «agressão planeada e organizada», que entra na categoria de «terrorismo». / Fonte: agências
Alde hemendik! Ospa! Kanpora! Fan hemendik!

«Serbofobia»

[De Asier Blas Mendoza] Katalunian serbofobia modan dago unionisten eta independentisten artean. [...] Independentismo katalan hegemonikoak Serbia Espainiarekin parekatzen du, unionismoak, berriz, Herrialde Katalanak «Serbia Handia» proiektuarekin. Erkaketa horiek egitea ez da justua, baina, norbaitek asmatzen badu, horiek unionistak dira. Izan ere, Serbia ezjakintasunetik soilik erkatu daiteke Espainiarekin.
[...]
Kroaziako eta Bosniako ehunka milaka serbiar erail zituzten naziek eta beraien kolaboratzaile kroaziarrek eta musulman eslaviarrek. Hain zuzen ere, nazien kolaboratzailea eta 1970eko hamarkadan xaria gida bezala izango zuen estatu islamista proposatu zuen Alija Izetbegović izan zen Bosnia-Herzegovinako lehen presidentea. Honek hil aurretik esan zion bere semeari, egungo Bosniako hiruko presidentzian musulmanak ordezkatzen dituenari, Erdogani esateko Bosnia-Herzegovina uzten ziola ondare bezala.
Semea oraindik urrunago joan da eta 2018ko martxoan Sarajevon Erdoganekin izandako bilera ostean esan zuen jaungoikoak Erdogan bidali duela Turkiara misio berezi batekin. Ordu batzuk beranduago Bosniako hiriburuan Erdonaganek mitin batean parte hartu zuen Europatik etorritako milaka turkiarrekin eta bosniar musulmanekin. Legatu eta misioa Otomandar neoinperio bat sortzea da. Hobe luke Delgadok Tabarniako eredua musulman bosniarretan bilatzea eta ez Bosniako serbiarretan. (argia.eus)

«UPS a um passo da greve»

[De António Santos] Cerca de 280 mil trabalhadores da Union Parcel Service (UPS), a empresa que entrega as encomendas de sites como o Amazon ou o Ebay, autorizaram, na semana passada, os sindicatos a avançarem para uma greve nacional que promete paralisar os EUA.

Só nos EUA, a UPS entrega diariamente mais de 20 milhões de encomendas, uma carga que representa seis por cento do PIB estado-unidense e que, em 2017, rendeu a David Abney, presidente executivo e principal accionista, lucros superiores a cinco mil milhões de dólares, qualquer coisa como três vezes o PIB de Cabo Verde. (avante.pt)

«El socialismo y el hombre en Cuba» [Escuela de Cuadros]

A 90 anos do nascimento de Che Guevara, republicamos a edição n.º 161 do programa «Escuela de Cuadros», dedicado ao estudo de «El socialismo y el hombre en Cuba» (1965), de Ernesto Che Guevara. Sergio Guilli dá uma ajuda.

«El socialismo y el hombre en Cuba» (Che)Podes ver os conteúdos do «Escuela de Cuadros» na página www.escueladecuadros.com.ve, fazer download em www.youtube.com/escuelacuadros, visitar o Curso de Formação Marxista em http://formacionescuelacuadros.blogspot.com e seguir o «Escuela de Cuadros» em @escuela_cuadros.

Na Venezuela, o «Escuela de Cuadros» é transmitido todas as semanas na ViVe Televisión (sábados, 22h00, e domingos, 23h00) e na Alba TV (segundas-feiras, 20h30). Os programas também são transmitidos no canal argentino Barricada TV (domingos e segundas-feiras, 12h30).

sexta-feira, 15 de junho de 2018

«Marx, Txabi y la juventud roja»

[De Iñaki Gil de San Vicente] ¿Qué pueden enseñar hoy Marx y Txabi Etxebarrieta a la juventud trabajadora que se enfrenta a situaciones tan diferentes a las que vivieron ambos revolucionarios cuando eran jóvenes? ¿Qué valía y actualidad tienen para una juventud que ve cómo el mundo burgués le niega el presente y ya le ha negado el futuro? Responder a esta pregunta nos exige basarnos fundamentalmente en su praxis porque, hasta donde llegan nuestros conocimientos, no dejaron nada escrito sobre el tema.
[...]
La juventud debe aprender de la praxis de Marx y Txabi, de todo el movimiento revolucionario, para no atragantarse con ruedas de molino y no precipitarse en el abismo siguiendo los cantos de sirena del capital. (BorrokaGaraiaDa)

«Greves em todas as frentes»

[De Rémy Herrera] Mobilizam-se em França sectores acerca dos quais não há memória de realizarem uma luta colectiva. O fenómeno tem duas explicações aparentes: por um lado, o ânimo que suscita a combatividade de sectores (ferroviários, função pública) que, apesar de pressões de toda a ordem, persistem na defesa das suas reivindicações; por outro, o facto de a ofensiva do governo Macron avançar em todas as direcções e provocar um mal-estar social cada vez mais alargado. (odiario.info)

EUA destinam milhões de dólares aos Capacetes Brancos

Na quinta-feira, a porta-voz do Departamento de Estado norte-americano, Heather Nauert, disse que os «EUA apoiam fortemente os Capacetes Brancos» e que o presidente, Donald Trump, tinha dado ordens à Agência dos Estados Unidos para o Desenvolvimento Internacional (USAID, na sigla em inglês) para lhes destinar a eles e ao Mecanismo Internacional, Imparcial e Independente das Nações Unidas uma verba de 6,6 milhões de dólares, segundo refere a Al-Manar.

Por outro lado, o ministro libanês dos Negócios Estrangeiros, Gebran Bassil, acusou o Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados (ACNUR) de ter «intimidado» refugiados sírios na cidade libanesa de Arsal, procurando impedi-los de regressarem à Síria.

Esse terá sido um dos motivos que levaram o diplomata a decidir não renovar a autorização de permanência dos funcionários do ACNUR no seu país. (Abril)

Kuraia - «Luze eta iluna»

Do álbum Iluntasunari barre (2003).

quinta-feira, 14 de junho de 2018

«El derecho de autodeterminación como folclore»

[De Borroka Garaia] Para que esos parlamentos autonómicos no ejercieran la opresión nacional tendrían que auto-negarse y disolverse en su esencia, cosa que ocurriría en el mismo instante que aceptaran un proceso de autodeterminación por encima de la autoridad que el estado español les otorga lo cual daría paso a una legalidad vasca.

Es por ello que las instituciones españolas en Euskal Herria, especialmente el mal llamado gobierno vasco y el navarro son parte del problema y no la solución. Es por ello que se habla de derecho a decidir pero nunca diciendo sobre lo que hay que decidir ni cómo, ya que eso traería a la palestra el derecho de autodeterminación que se quiere mantener oculto ya que es incompatible con la legalidad y sus instituciones y no tiene nada que ver con reformas en estatutos de autonomía.

No existen métodos democráticos dentro de la legalidad española o francesa para un proceso de autodeterminación vasco. Esta consideración es importante porque una estrategia basada en la apelación a la legalidad española o francesa, en su reforma y en su acatamiento, imposibilita y bloquea tal proceso o simplemente es una excusa barata para mantener el estatus quo. De la misma forma, el terreno de la ilegalidad, por fuerza trae un proceso de ruptura con esa legalidad que impide su desarrollo. El surgimiento de una legalidad vasca supone la ruptura con la legalidad española y francesa. (BorrokaGaraiaDa)

O cunhado de Iñaki Urdangarin de visita a Iruñea

El cuñado de Iñaki Urdangarin de visita en Iruñea
Su excelencia el Jefe del Estado se ha dado un baño de masas este mediodía en Iruñea, donde miles de personas han abarrotado las calles para aclamarle.

«El Cuñao Nafarroan»Hoy hemos recibido una visita REAL, y REALmente podemos decir que ha sido todo un baño de REALidad para el cuñado de Iñaki Urdangarin... Nafarroa no es muy monárquica, a que no Felipe? / Ver: @AhotsaInfo e ahotsa.info

«Carlucci e Companhia»

[De Jorge Seabra] Vem isto a propósito do recente falecimento de Frank Carlucci, antigo embaixador americano em Portugal entre 1975 e 78, indo depois ocupar o cargo de Director-adjunto da CIA (78-81).

«Durante o longo tempo em que esteve em Portugal, criou, com o futuro Presidente Mário Soares, uma cumplicidade estratégica essencial» – declarou o Presidente Marcelo, também ele um amigo de Frank Carlucci. Na realidade, Carlucci esteve só três anos como embaixador em Portugal mas foi, de longe, o mais famoso de todos. E a forma como se fala dele é, agora, muito diferente.

«Cumplicidade estratégica» entre Carlucci e Mário Soares?...
Nos anos 70, se alguém o dissesse, corria o sério risco de ser apelidado de mentiroso, radical, sectário comunista! Mesmo o jovem Marcelo, ainda a adaptar-se à mudança por ter vivido sempre «encostado» à ditadura, talvez dissesse que nem conhecia o ianque…

A ligação aos USA e à CIA, então implicados no sangrento golpe de Pinochet, no Chile (1973), queimava. O presidente eleito, Salvador Allende, e a via pacífica para uma sociedade mais justa de matriz socialista, sucumbiam à violência da CIA que supervisionou a imposição de uma brutal ditadura.

Um ano depois, em Portugal, a Revolução do Cravos, punha de novo o povo a berrar «o povo unido jamais será vencido» e outras coisas acabadas de silenciar à bala no Chile. Para os USA, era mais uma intolerável chatice. Agora na Europa. Lá teria a CIA de fazer as malas e vir tratar do assunto. E foi o que fez. (Abril)

«Lo fundamental para Marx es entender los procesos reales, lo que está en el mundo»

[Entrevista de Enric Llopis al filósofo Wolfgang Fritz Haug, editor del Diccionario Histórico-Crítico del Marxismo] A los 80 años continúa intelectualmente activo, escribiendo y publicando. Antes de jubilarse, entre 1979 y 2001, Wolfgang Fritz Haug fue profesor titular de Filosofía en la Universidad de Berlín. Pero esto sólo en teoría, pues lo que hizo fue reconvertir la asignatura en «filosofía de la praxis»; así la impartía desde un punto de vista marxista y feminista (por la influencia del movimiento feminista alemán de mayo del 68, y de su mujer Frigga Haug, especialista en la obra de Rosa Luxemburgo). Hoy continúa en el empeño de sacar adelante una magna obra en 15 volúmenes, y de la que se han publicado 10: el Diccionario Histórico-Crítico del Marxismo, que cuenta con varios artículos vertidos al castellano. / Ver: redroja.net

quarta-feira, 13 de junho de 2018

Apresentada 8.ª edição do Fan Hemendik, para que «eles se vão embora»

É já o oitavo ano que Oñati (Gipuzkoa) realiza a jornada Fan Hemendik e, no fundamental, a exigência continua a ser a mesma: «não precisamos, nem gostamos das forças de ocupação». Por isso, exigem-lhes que se vão embora de Oñati (Gipuzkoa) e de Euskal Herria. Os jovens de Altsasu (Nafarroa) não foram esquecidos.

Ontem, numa Kultur Etxea cheia de gente, os organizadores desta jornada, que terá lugar no próximo dia 30, conseguiram passar uma imagem de unidade e apoio popular em torno do Fan Hemendik. A «foto gigante» não fica apenas para a posteridade, mas serve para mostrar isso mesmo. Sublinharam a importância do apoio e da participação de todos – pessoas e organizações – nesta jornada, porque a presença da Guarda Civil não tem «qualquer justificação».

Antes da foto, foi exibido um vídeo (em baixo) que resume o trajecto do movimento Fan Hemendik desde 2011. Os jovens de Altsasu não foram esquecidos, tendo sido afirmado que «o recurso a montagens judiciais e policiais em Euskal Herria» não é novo. Criticando as penas a que os jovens de Altsasu foram condenados, os organizadores do Fan Hemendik fizeram um apelo à participação na manifestação deste sábado, 16, em Iruñea.

Programa
Para exigir que as forças policiais e militares de ocupação abandonem Oñati e todo o território basco, foi preparado um programa que abrange todo o dia. Às 19h00,
realiza-se uma manifestação. Segue-se a animação musical, com os Itziarren Semeak, Gadafiste Brothers, Gorpuzkingz, Broken Legacy e DJ Elvis Caino.

As entradas para o almoço estão à venda nas Ona e Arrano herriko tabernas (custam dez euros para trabalhadores, seis para desempregados).  

Fan Hemendik 2018Resumo do trajecto do movimento Fan Hemendik. / Ver: goiena.eus

«O julgamento de Altsasu foi uma montagem com motivos políticos»

[Iñaki Gil de San Vicente entrevistado por canarias-semanal.org] El 15 de octubre del año 2016 se producía en Alsasua un altercado entre dos guardias civiles fuera de servicio y sus parejas y algunos jóvenes de esta localidad navarra. Como consecuencia de ellos uno de los guardias civiles sufría una factura de tobillo y las otras tres personas magulladuras de carácter leve.

Pero lo que no pasaba de ser una riña nocturna, fue convertida en un macroproceso en el Que se imputó a 11 jóvenes, a los que la fiscalía pretendió aplicar la legislación antiterrorista, pidiendo para ellos hasta 60 años de cárcel. Finalmente, 8 de estos jóvenes han sido condenados a penas que van desde los 2 hasta los 13 años.

Para tratar este caso, que ha generado una movilización social de apoyo a los procesados en Euskal Herria, contamos en esta ocasión con la participación del militante de la izquierda abertzale y teórico marxista Iñaki Gil de San Vicente.

Entrevista a Iñaki Gil / Altsasukoak aske!Ver: lahaine.org

«Zimbabwe prepara eleições em Julho»

[De Carlos Lopes Pereira] Pouco mais de meio ano após os militares terem afastado Robert Mugabe, haverá eleições gerais no Zimbabwe: presidência da República, deputados ao parlamento e conselheiros municipais. A «comunidade internacional» e a antiga potência colonial – a Grã-Bretanha – hostilizaram durante anos o regime, promoveram «sanções», intervieram no país através do BM e do FMI, com a receita que é conhecida. É previsível que o novo poder obtenha claro apoio eleitoral. Ver-se-á que políticas seguirá, e em que ambiente social as porá em prática. (odiario.info)

Médicos cubanos servem população guatemalteca há 20 anos

Na sequência da erupção do Vulcão do Fogo, dia 3, as autoridades cubanas colocaram à disposição do governo da Guatemala toda a sua brigada médica, presente em 16 departamentos do país centro-americano.

Um dos departamentos mais atingidos pela «fúria do colosso» foi Escuintla, no Sudoeste do país, onde há anos prestam assistência à população trabalhadores da Brigada Médica Cubana (BMC). Actualmente, são 26, que «convivem com os habitantes da região e, assim, conhecem bem os seus costumes e necessidades», refere a Prensa Latina.

Mal se deu a catástrofe, com especial incidência neste departamento, os médicos cubanos disponibilizaram-se de imediato para ajudar as equipas de socorro guatemaltecas, continuando a desempenhar as suas tarefas no hospital. (Abril)

terça-feira, 12 de junho de 2018

Reivindicaram a independência de Euskal Herria em Amaiur

No passado dia 9, além de Amaiur (Nafarroa), houve também actos em locais significativos como Maule (Zuberoa), Tolosa e Elgeta (Gipuzkoa) e Gernika (Bizkaia).

Convocadas pela Euskal Herriak Askatasuna, as mobilizações tiveram lugar sob o lema «Askatasunaren alde herri duin bat» [um povo digno pela liberdade] em Amaiur, Gernika, Maule, Tolosa e Elgeta.

No castelo de Amaiur, foram evocados os últimos combatentes navarros fortificados, há cinco séculos, e leu-se uma proclamação em que se reivindicou a independência. / Ver: erran.eus

Almoço e bertsos em defesa da amnistia animam Berango

O Grupo pró-Amnistia de Berango (Uribe Kosta, Bizkaia) agendou para o próximo sábado, dia 16, um «bertso-bazkaria» a favor da amnistia.

O almoço, animado com os bertsos dos bertsolaris Fredi Paia e Katxo Larrazabal, tem início às 15h00. A entrada custa 15 euros.

A iniciativa será precedida por uma concentração, às 13h00.

«'Reboquismo e dialética', o regresso do Lukács dos anos 20»

[De Maurício Castro] A consciência de classe, a teoria do partido e a dialética da natureza som os principais temas abordados neste ensaio de resposta, que reafirma a importáncia da subjetividade na dialética do andamento histórico dos processos revolucionários. Daí partirá o título, que inclui um neologismo habilitado em galego-português como derivaçom do substantivo «reboque»: reboquismo seria qualquer cousa como o seguidismo ou a dependência em relaçom à marcha objetiva da história, com total prioridade sobre umha eventual intervençom consciente do sujeito. Lukács enfrenta assi o positivismo determinista de matriz kautskiana, que terá ampla difusom em nome do marxismo ao longo do século XX, ao ponto de chegar a popularizar-se a identificaçom entre marxismo e determinismo histórico. (Diário Liberdade)

El Corazón del Sapo – «Círculos de cera»

Tema do álbum La Imaginación Contra el Poder (1993). [Ongi etorri!]

segunda-feira, 11 de junho de 2018

«Preso ez-politikoak | Presos no-políticos» [eus./cas.]

[De Sendoa Jurado, ex-preso não-político] Gogora ekarri nahi dut preso bat politiko bihurtzen duena ez dela biolentzia erabili ez izana, baizik eta askatasun kolektiboen defentsa aktiboa egiteagatik kartzelan egoteak, bere izaera politikoari uko ez egiteak eta bere ibilbidearekin gainontzeko presoen bizi baldintzei kalterik ez egiteak.

Era berean, azpimarratu nahi dut batzuentzat preso ez-politiko diren horiek, beraiekin ados egonda ala ez, biolentzia erabili bazuten izan zela Katalunian 155a aplikatu dutenei aurre egiteko, guardia zibilek Altsasuko Koxka tabernan egindako abusuaren antzekoak egiteari utz ziezaioten, Audientzia Nazionalaren jarduera errepresiboa agerian uzteko, torturatzaileen zigorgabetasunarekin amaitzeko eta herrien zein langileen eskubideak irabazteko. Gaur aldarrikatu nahi dut preso ez-politiko bihurtu dituzten horiek direla, hain zuzen ere, guztien artean politikoenak.
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Quiero recordar que lo que convierte en político a un preso no es el no haber utilizado la violencia, sino estar en la cárcel por su defensa activa de las libertades colectivas, no renegar de su carácter político y no perjudicar con su recorrido a las condiciones de vida del resto de presos.

Igualmente, quiero destacar que si esos que para algunos son presos no-políticos utilizaron la violencia, estando de acuerdo con ellos o no, fue para hacer frente a quienes han aplicado el 155 en Catalunya, para que los guardias civiles dejaran de cometer abusos como el que cometieron en el bar Koxka de Altsasu, para dejar al descubierto la actividad represiva de la Audiencia Nacional, para terminar con la impunidad de los torturadores y para ganar la libertad de los pueblos y de la clase trabajadora. Hoy quiero reivindicar que esos a los que han convertido en presos no-políticos son, precisamente, los más políticos de todos. (BorrokaGaraiaDa)

«Porqué no voy a exiliarme»

[De Pablo Hasél] Quienes sólo dan por válido el exilio hablan de la estancia en prisión como si fuera el fin de la vida y uno automáticamente pasara a no poder aportar nada desde dentro. Los presos y presas políticas antifascistas aportan muchas cosas desde la cárcel, a parte de su enorme ejemplo de resistencia, que no es poco sobre todo en estos tiempos.
[...]
En todo caso, creo que hemos de trabajar para que cualquier persona que necesite exiliarse o pasar a la clandestinidad, pueda hacerlo si así lo decide. A la vista está que cada día será más necesario y hemos de prepararnos para defendernos de los constantes ataques de estos fascistas. Porque más allá de lo que uno crea que es más oportuno, lo que debe quedar claro es que desde la calle, cárcel, clandestinidad o exilio, hay que luchar duro. (lahaine.org)

Greve na Eletrobras denuncia ofensiva privatizadora de Temer

Os trabalhadores da Eletrobras iniciaram à meia-noite deste domingo uma paralisação de 72 horas, em protesto contra os planos de privatização da empresa e em defesa da soberania nacional.

No seu portal, a Federação Nacional dos Urbanitários (FNU), organização que representa os trabalhadores do sector Eléctrico em todo o Brasil, afirma que a greve agendada para hoje, amanhã e quarta-feira visa também denunciar «a venda das distribuidoras de energia do grupo» e «o aumento na conta da luz», e exigir a saída do actual presidente da empresa, Wilson Pinto Jr., que «representa a simbologia da privatização e a política de destruição do sector Eléctrico». (Abril)

«Zapata e a Revolução Mexicana» [Escuela de Cuadros]

Na edição n.º 218 do programa «Escuela de Cuadros», estuda-se a Revolução Mexicana e o pensamento de Emiliano Zapata, com a ajuda de Fernando Bossi. A conversa centra-se na base social zapatista e nos aspectos programáticos da sua luta.

«Zapata y la Revolución Mexicana (con Fernando Bossi)»Podes ver os conteúdos do «Escuela de Cuadros» na página www.escueladecuadros.com.ve, fazer download em www.youtube.com/escuelacuadros, visitar o Curso de Formação Marxista em http://formacionescuelacuadros.blogspot.com e seguir o «Escuela de Cuadros» em @escuela_cuadros.

Na Venezuela, o «Escuela de Cuadros» é transmitido todas as semanas na ViVe Televisión (sábados, 22h00, e domingos, 23h00) e na Alba TV (segundas-feiras, 20h30). Os programas também são transmitidos no canal argentino Barricada TV (domingos e segundas-feiras, 12h30).

domingo, 10 de junho de 2018

Cordão humano junta 175 mil pelo direito a decidir na CAB

De acordo com a plataforma organizadora, Gure Esku Dago, mais de 175 mil pessoas participaram no cordão humano pelo «direito a decidir» que uniu as cidades de Bilbo, Donostia e Gasteiz, capitais de três territórios na Comunidade Autónoma Basca (CAB). Ficaram de fora Nafarroa e Ipar Euskal Herria.

Ontem, os organizadores do evento já tinham anunciado que tinham alcançado as 100 mil adesões necessárias para unir as capitais da Bizkaia, de Gipuzkoa e de Araba.

A mobilização terminou frente ao Parlamento de Gasteiz, onde foi apoiada pela presidente da instituição, Bakartxo Tejeria, e vários deputados do seu partido, PNV, e da coligação EH Bildu.

No percurso de 201,9 quilómetros houve pontos dedicados ao apoio à Catalunha, outros aos jovens de Altsasu (Sakana, Nafarroa). Há quatro anos, um outro cordão humano ligou Durango a Iruñea, em Nafarroa. / Ver: eitb.eus

«Solidarnosc: el gran montaje sindical de la CIA contra Polonia»

[De Grover C. Furr] Desde su llegada a la Casa Blanca en 1980, Reagan apoyó al sindicato polaco Solidaridad, apoyandose en la CIA, la Iglesia católica y el sindicato AFL-CIO. Fue una de tantas acciones encubiertas del imperialismo durante la Guerra Fría en Europa oriental.
[…]
Por lo tanto, verosímilmente Solidarnosc está ligada a la CIA, que es una organización antiobrera. Como muestra Langguth, el “anticomunismo” se utiliza como una razón conveniente para que los regímenes pro-estadounidenses de todo el mundo, ayudados por la CIA, repriman todos y cada uno de los movimientos que apuntan a mejorar el nivel de vida de los trabajadores. (movimiento político de resistencia)

Assad: «Quanto mais avançamos, mais o Ocidente apoia os terroristas»

Numa entrevista hoje publicada pelo Daily Mail, o presidente sírio afirmou que «não houve ataque» químico em Douma. Foi uma encenação preparada pelos EUA e seus «satélites»: França e Reino Unido.

O chefe de Estado sírio sublinhou que irá libertar todo o território do seu país, por mais ameaças que sejam proferidas pelos inimigos da Síria. Questionado sobre o tempo de tal empreendimento, respondeu que sempre disse que o «conflito poderia estar resolvido num ano».

O que complica a questão é «ingerência externa»: «Quanto mais avançamos, mais o Ocidente apoia os terroristas», denunciou, salientando que os EUA, o Reino Unido e a França «irão tentar prolongar» a guerra e tornar «mais distante a solução dos sírios». (Abril)

«Jogos»

[De Anabela Fino] O objectivo do PEPP, segundo estudos da Comissão Europeia, é atingir 240 milhões de cidadãos europeus (metade da população da UE), o que segundo as estimativas faria o mercado interno dos fundos de pensões triplicar de valor, até 2030, dos actuais 700 mil milhões de euros para 2,1 biliões de euros. E quem irá gerir isso? A BlackRock, pois claro, que já hoje tem no activo, dos seis biliões de dólares que gere, um bilião de fundos privados de reformas dos trabalhadores americanos.
[…]
Os recorrentes discursos sobre a necessidade de reformar a Segurança Social, e em particular as pensões, não são obviamente alheios ao apetitoso negócio. (avante.pt)

sábado, 9 de junho de 2018

«La "travesia" del denominado caso Altsasu» [eus. / cas.]

[De Altsasu Memoria] Lo denominan Caso Altsasu; un caso político, jurídico y mediático que pone el foco en los jóvenes de Altsasu, una vez más, con unas sentencias preestablecidas, que forman parte del sistema actual donde su aparato judicial, evidencia su sed de venganza a golpe de sentencias ejemplares.
[…]
Justicia, mánida palabra que tantas veces la utilizamos pero que jamás se ha hecho efectiva en Altsasu. (lahaine.org)

«Una organización»

[De Andoni Baserrigorri] Vemos como este pueblo sigue organizado, que hay voluntad de seguir luchando por nuestra vía al socialismo… pero necesitamos como el comer una organización que organice a tanta gente «que va por libre» o trabajando en pequeños colectivos locales o sectoriales. Esa es la tarea. (boltxe.eus)

Recursos petrolíferos brasileiros continuam a ser entregues ao capital estrangeiro

Com o leilão de mais três campos petrolíferos, o governo de Temer deu sequência à entrega de reservas às multinacionais. A FUP garante que os trabalhadores se vão mobilizar pela soberania nacional.

«A entrega dessas reservas está condenando gerações futuras a não poder desfrutar da riqueza desse recurso natural que foi descoberto pela Petrobras e está sendo apropriado pelas multinacionais.» Para Simão Zanardi, coordenador da FUP, o Brasil está a vender «petróleo para depois importar derivados», o que significa acabar com a «produção nacional». «Voltamos ao colonialismo dos tempos de Fernando Henrique Cardoso», denunciou. (Abril)

La represión del reférendum catalán fue un experimento para comprobar la capacidad de aguante de una sociedad

Ayer la Coordinadora para la Prevención de la Tortura, que aglutina a 40 entidades, presentó su informe de 2017 en el que presta especial atención al dispositivo policial del 1-O y que considera que algunas actuaciones policiales «encajan absolutamente con la definición de tortura y maltrato».

En rueda de prensa, Serra, abogada de la Comisión de Defensa del Colegio de la Abogacía de Barcelona (Icab), ha expresado que el concepto de tortura engloba el sufrimiento físico y mental, la incertidumbre y la violencia simbólica y que el 1-O tuvo como finalidad el castigo: «Fue una operación de escarmiento colectivo». (movimiento político de resistencia)

sexta-feira, 8 de junho de 2018

«Guerra sucia: nuevos datos»

[De Xabier Makazaga] Tras condenar el Supremo, en 1998, a varias personalidades del PSOE por su implicación en la guerra sucia de los GAL, dicho partido filtró a la Cadena Ser y al diario El País un informe elaborado en 1979 por la Guardia Civil. Sin duda, para mostrar que tenía muchas pruebas sobre la guerra sucia practicada antes de su llegada al Gobierno, en 1982, y avisar así al PP de que más le valía no remover más el tema de los GAL.
[...]
Hace cuatro años, preguntó al Gobierno quién era el comisario-jefe de Chamberí en septiembre de 1979 y éste pretendió desconocer dicho dato. Algo a todas luces imposible. Ahora, ha vuelto a repetir la pregunta de manera más imprecisa, ocultando el motivo de la misma, y así hemos podido saber, por fin, que se trataba de Francisco Sánchez Campanero, un antiguo miembro de la tristemente célebre Brigada Político-Social franquista, fallecido en 2009 y que todo indica fue otra pieza clave en la organización de la guerra sucia. (boltxe.eus)

Pais dos jovens de Altsasu apelam à participação na manifestação de dia 16

Os Altsasu Gurasoak, pais dos jovens presos por causa de uma zaragata com pikolos, concentraram-se hoje frente ao Parlamento de Nafarroa apoiados por cerca de 200 pessoas. Deputados de todas as forças progressistas também os apoiaram.
Altsasu Gurasoak llama a la manifestación del sábado 16 a las puertas del ParlamentoVer: ahotsa.info

Rodeada de incógnitas e segurança, cimeira de Singapura está a postos

Desde o fim da guerra, os EUA boicotaram as tentativas de paz e reunificação da Península da Coreia, e podem voltar a fazê-lo agora. Em todo o caso, Trump e Kim vão mesmo reunir-se esta terça-feira.

Aquilo que será concretizado em Singapura e, eventualmente, em encontros futuros é naturalmente uma incógnita, mas os passos até agora trilhados num caminho positivo só poderão fazer mais caminho se a soberania da RPDC e os anseios de paz do povo coreano forem respeitados.

Não haverá acordo e paz sem cedências de ambas as partes, nomeadamente dos EUA, que arrasaram o Norte da Coreia entre 1950 e 1953, numa sangrenta guerra em que foi eliminada 20% a 30% da sua população – como hoje é reconhecido pelos próprios norte-americanos.

Não é possível aferir o sentido desta cimeira sem ter presente que os EUA, que fazem exigências claras à RPDC no sentido da desnuclearização unilateral, investem somas astronómicas em material militar, detêm aproximadamente 40% do total de ogivas nucleares existentes no mundo e são responsáveis pela militarização massiva da República da Coreia, de onde não parecem querer retirar contingentes e onde continuam a realizar grandes manobras militares. (Abril)

Ihesbide - «Ez etsi, eutsi!»

De Elorrio (Bizkaia).

quinta-feira, 7 de junho de 2018

«60 urte geroago. 60 años después»

[De Jon Iurrebaso Atutxa] 60 años después, es evidente que si deseamos un futuro independiente y socialista, solo el pueblo trabajador vasco podrá ser sujeto y protagonista de su propio futuro. No podemos dejarlo en manos de nadie más. Y no podemos dejar para mañana lo que es tarea de hoy. Y ese quehacer diario nos exige implementar un reflejo constante de lo que será nuestro futuro.

No hay otro modo de conducir una dinámica de liberación hacia nuestros objetivos principales. Con esas claves tan difíciles de llevar a cabo habrá que revisar o construir las estructuras acordes y las dinámicas permanentes y de futuro. (BorrokaGaraiaDa)

Dia 9, de leste a oeste, «um povo digno em defesa da liberdade»

No próximo sábado, dia 9, a plataforma Euskal Herriak Askatasuna (EHA) organiza diversos actos e concentrações de leste a oeste do País Basco [Euskal Herria ekialdetik mendebaldera]. Com a iniciativa, a EHA quer afirmar «a necessidade de responder com dignidade à opressão», sublinhando que «são um só povo», «para lá das divisões administrativas e dos limites impostos pelos estados ocupantes espanhol e francês».

Neste sentido - afirmam no texto de divulgação da iniciativa -, querem «proclamar a reivindicação a favor da libertação nacional, em oposição à opção baskongadista e autonomista». E defendem: «Euskal Herria não precisa de um novo ciclo estatutário. Euskal Herria precisa de liberdade!» [Euskal Herriak ez du ziklo estatutista berririk behar. Euskal Herriak askatasuna behar du!]

As mobilizações do próximo sábado terão lugar em Maule (Zuberoa; castelo, 10h00), Amaiur (Nafarroa; monumento, 12h30), Tolosa (Gipuzkoa; Triangulo plaza, 15h00), Elgeta (Gipuzkoa; Herriko plaza, 17h30) e Gernika (Bizkaia; frente às Juntas; 20h00).

[Era berean puntu batetik bestera mugitzeko aukera emanez, auto-karabanaz lotuko ditugu aipaturiko hitzorduak.] / Ver: ahotsa.info

Nines Maestro: «Con el Gobierno de Pedro Sánchez no cambiará nada esencial para las clases trabajadoras»

En esta entrevista concedida a Canarias-semanal, la dirigente de Red Roja, Ángeles Maestro, analiza las implicaciones de la moción de censura al gobierno de Mariano Rajoy y la asunción como nuevo presidente del Gobierno de Pedro Sánchez.

Canarias-semanal: Contra la mayoría de los pronósticos, la pasada semana triunfaba la moción de censura a Mariano Rajoy y el líder del PSOE, Pedro Sánchez, se convertía en el nuevo presidente del Gobierno. Ante este cambio hay muchas personas que se han ilusionado y algunos incluso lo presentan como el comienzo de un nuevo tiempo. En tu opinión, ¿qué se puede esperar del cambio de gobierno?

Ángeles Maestro: En lo fundamental, y desde el punto de vista de los intereses de las clases trabajadoras, nada. Desde este punto de vista el Gobierno de Pedro Sánchez se va a parecer al gobierno de Mariano Rajoy como una gota de agua se parece a otra. Por si no había quedado claro en Grecia, ahora se ha vuelto a poner en evidencia, con el caso de Italia, que en el marco de la Unión Europea el margen de maniobra en materia de política económica, social o laboral es prácticamente nulo. Es decir, que se engañan quienes piensen que temas claves como la situación de precariedad masiva, de la conculcación del derecho a la vivienda o el problema de fondo de las pensiones van a mejorar con un gobierno del PSOE. / Ver: redroja.net

«O fetichismo da mercadoria e o seu segredo» [Escuela de Cuadros]

Na edição n.º 166 do programa «Escuela de Cuadros», estuda-se «O fetichismo da mercadoria e o seu segredo» (secção 4 do cap. I de O Capital, de Karl Marx). O filósofo marxista Néstor Kohan dá uma ajuda.

«El fetichismo de la mercancía y su secreto» (Néstor Kohan)As várias edições do programa «Escuela de Cuadros» podem ser vistas em www.youtube.com/escuelacuadros e em www.escuelacuadros.blogspot.com.
Na Venezuela, o «Escuela de Cuadros» é transmitido todas as semanas na ViVe Televisión (sábados, 22h00, e domingos, 23h00) e na Alba TV (segundas-feiras, 20h30). Os programas também são transmitidos no canal argentino Barricada TV (aos domingos e segundas-feiras, 12h30).

quarta-feira, 6 de junho de 2018

Ander Maeztu: «Tras 8 años de espera, ahora me reconoce un médico por mi denuncia de torturas»

Ander Maeztu, un joven de la Txantrea (Iruñea) detenido por la policía en 2010, acusado de ser de Segi, denunció haber sido torturado. 8 años depués de su denuncia, ahora le van a hacer un reconocimiento médico.

Ander Maeztu: «Tras 8 años de espera, ahora me reconoce un médico por mi denuncia de torturas»Maeztu estuvo incomunicado 4 días en Madrid, con la policía. Los policías lograron que firmara una declaración autoinculpatoria. Según el joven, le provocaron asfixia con una bolsa repetidas veces, le golpearon y amenazaron constantemente.

Al pasar ante el juez Grande Marlaska en la Audiencia Nacional española, denunció que lo declarado en comisaría era fruto de las torturas sufridas, pero el juez no le hizo caso y le envió a prisión, donde estuvo casi dos años.

Ander Maeztu fue juzgado junto a otros 27 jóvenes y resultó absuelto. Su denuncia de torturas fue archivada repetidamente, pero la acción de sus abogadas logró la reapertura de las investigaciones, aunque con dilaciones muy importantes.

Han pasado 8 años desde la detención de Ander Maeztu y es ahora cuando le van a hacer un reconocimiento médico forense para tratar de saber si su denuncia tiene credibilidad. Maeztu no tiene confianza en la justicia española. / Ver: @AhotsaInfo

«Nota de OSPA! ante las detenciones y ocupación de Altsasu»

[De OSPA! herri mugimendua] Desde la asamblea antirrepresiva no tenemos dudas de que, a través del caso, se ha buscado la criminalización de los movimientos antirrepresivos, intentando poner a tela de juicio la propia legitimidad del mensaje, de su lucha y su propia existencia. Como se ha visto a través de todo el proceso, el objetivo del Estado ha sido hacer incuestionable la presencia y funciones de las fuerzas represivas, intentando imponer por la fuerza una falsa convivencia.

Nosotr@s lo tenemos claro, es imposible cualquier convivencia con los que vinieron a oprimir a Euskal Herria. En cuanto que la función de las fuerzas represivas es reprimir, la lucha contra la represión será necesaria. No hay más que ver el nivel de libertad que está dejando el Estado a través de sus ataques (contra l@s cantantes, twitter@s, militantes…), lo que solo nos da a pensar que, hoy más que nunca, tenemos que cuidar colectivamente de nuestras espaldas.

Para acabar, desde el Movimiento Popular OSPA!, queremos reafirmarnos en nuestra lucha por la desmilitarización y contra la represión, y llamamos a Euskal Herria a seguir y dar un paso adelante en esta lucha. (BorrokaGaraiaDa)

Onda de violência na Nicarágua, apesar dos apelos do governo ao diálogo

A cidade de Masaya, localizada cerca de 25 quilómetros a sul de Manágua, conhece a violência dos «grupos de delinquentes» ao serviço dos partidos da direita – como o governo nicaraguense os qualifica – há mais de 40 dias.

De acordo com o vice-ministro da Saúde, Enrique Bateta, essa violência atingiu níveis inauditos quando indivíduos encapuzados, armados com morteiros e armas brancas, invadiram o Hospital Humberto Alvarado, ameaçando e intimidando os pacientes e os trabalhadores, com a desculpa de que andavam à procura de polícias de intervenção.

«Numa clara violação dos direitos do povo e com uma atitude agressiva, inspeccionaram as salas e pediram a identificação a pacientes e familiares, o que gerou terror, angústia e alterações na condição clínica dos internados», disse Bateta à Prensa Latina, acrescentando que tanto médicos como enfermeiros receberam ameaças de que «lhes iam queimar as casas» e foram informados de que «andavam a ser vigiados». (Abril)

«Coligação liderada pelos EUA ataca civis por não apoiarem as FDS»

Em cartas enviadas esta terça-feira ao secretário-geral das Nações Unidas e ao Conselho de Segurança da organização, o Ministério sírio dos Negócios Estrangeiros condena os «ataques incessantes» perpetrados pela coligação liderada pelos EUA contra a população civil síria, bem como as «agressões à soberania, à segurança e à integridade territorial» da Síria.

Sublinhando a «falta de legitimidade» da dita coligação internacional, o governo sírio acusa esta organização de levar a cabo bombardeamentos contra a população que, nas províncias de Raqqa, Hasaka e Deir ez-Zor, se tem recusado a apoiar as FDS – «militantes que os Estados Unidos estruturaram com o propósito de atacar as posições do Exército sírio e recuperar as áreas libertadas da ameaça do terrorismo pelos soldados do Exército sírio e seus aliados», lê-se nas cartas citadas pela SANA e a PressTV. (Abril)

terça-feira, 5 de junho de 2018

«Ante las detenciones de los de Altsasu»

[De MpA] El 1 de junio, día en el que se hizo pública la sentencia, denunciamos que lo que había tras el caso Altsasu era la política del miedo que el Estado español mantiene vigente en Euskal Herria. Llevan décadas practicando el terrorismo de estado contra nuestro pueblo, y las detenciones de hoy son reflejo de ello.

Creemos que todo lo que podíamos decir sobre este caso ya lo hemos dicho, empezando por la actitud de los guardias civiles y terminando por la de esos jueces que rompen todas esas normas jurídicas que ya de por sí son suficientemente mezquinas, sin olvidarnos de los distintos políticos y medios de comunicación.

Nosotrxs, entre todas las ideas, queremos destacar la de la lucha. A Euskal Herria la mantienen bajo una represión constante por hacer frente al fascismo y a la opresión, mediante lo que buscan que dejemos en suspenso la lucha por la libertad social y nacional. Nos quieren dóciles y desorganizadxs. Por ello, nuestro movimiento quiere hacer un nuevo llamamiento al pueblo para que se organice y luche, hasta que consigamos la independencia y el socialismo, hasta que expulsemos de Euskal Herria a las fuerzas de ocupación. / Ver: amnistiAskatasuna 1 e 2

Mais info: «La Guardia Civil detiene a 4 de los jóvenes de Altsasu por supuesto "riesgo de fuga" y les envía a Madrid» (Diario de Noticias)

«Txabi Etxebarrieta, la antítesis del falso "nuevo tiempo" que no llegó»

[De Borroka Garaia] Esta semana se va a cumplir el 50 aniversario de la caída en combate de Txabi Etxebarrieta. Hoy en día Txabi Etxebarrieta sigue siendo en parte un gran desconocido. No tanto porque no sea recordado por sus enemigos (considerado por ellos el «primer asesino») ni por muchos de sus amigos (el primer asesinado de ETA), sino porque por encima de hechos coyunturales o casualidades, la obra política, ideológica y también vivencial de Txabi Etxebarrieta es la gran olvidada. Lo cual es muy significativo, ya que Txabi Etxebarrieta y su hermano Jose Antonio son los mayores teóricos marxistas que ha dado el nacionalismo vasco. Posiblemente junto a Argala, pero cabe señalar que Txabi murió con solo 23 años. Ni que decir tiene que Txabi Etxebarrieta no fue el primer asesinado por el estado español, pues muchos lo fueron antes que él incluso en días anteriores a su muerte, ni tampoco fue Txabi el primero que empuñara las armas. (BorrokaGaraiaDa)

«Resistência antifascista em Donbass»

[De Bruno Carvalho] Antes de chegarmos a uma das mais importantes minas de carvão da Europa, erguia-se um muro escrito recentemente com spray: «Somos cidadãos da União Soviética». Em 2013, antes do golpe, a Ucrânia produzia 84,8 milhões de toneladas. Três anos depois, esses números baixaram para menos de metade: 41,8.

O objectivo do imperialismo, quando interveio na Ucrânia, não foi apenas levar mais longe as fronteiras da NATO, violando uma vez mais os compromissos assumidos com os últimos dirigentes soviéticos. Foi também controlar um país com importantes recursos, sobretudo na região que agora resiste ao avanço das forças apoiadas pelos Estados Unidos e União Europeia. (Abril)

Tropas israelitas matam jovem palestiniano na vedação de Gaza

Militares israelitas dispararam sobre dois palestinianos que tentaram atravessar a vedação na Faixa de Gaza, matando um deles. MP deixou cair processo a soldados que assassinaram Samir Awad, em 2013.

Samir Awad, de 16 anos, foi atingido com oito tiros nas costas, em 2013, disparados por dois soldados israelitas, junto à aldeia de Budrus, na região de Ramallah da Margem Ocidental ocupada.

Com a ajuda do grupo israelita de defesa dos direitos humanos B’Tselem, o pai de Samir, Ahmad Awad, conseguiu abrir um processo contra os soldados, mas só ao cabo de dois anos, em 2015, a Justiça israelita os indiciou. Ontem, o Ministério Público (MP) anunciou que abandonava o caso, retirando as queixas contra os ex-soldados acusados de matar o jovem palestiniano. (Abril)