2009ko Bilboko Aste Nagusian albokariak
Albokaris nas ruas. Lembrança de 2009. Bilbo, Bizkaia, EH.
2016ko Bilboko Aste Nagusia /
Semana Grande bilbaína de 2016
Kaskagorri – Bilboko Gazte Konpartsako txosna
Pavilhão da Comparsa da Juventude de Bilbo – Kaskagorri
segunda-feira, 22 de agosto de 2016
domingo, 21 de agosto de 2016
Os educadores do Museu Guggenheim continuam em luta
Os 18 educadores e orientadores de sala do Museu Guggenheim, subcontratados à empresa Manpower, realizaram na quinta-feira, 18, o quinto dos oito dias de greve que convocaram para lutar contra a precariedade e exigir estabilidade nos postos de trabalho e melhorias nas suas condições laborais.No lado de fora do museu, vários educadores cobriram-se com lençóis, como se fossem o «fantasma da precariedade». Depois, explicaram que não houve qualquer avanço na situação e que a empresa não os contactou desde o dia 3 de Agosto, quando teve lugar a última reunião.
Na quarta-feira passada, enviaram um e-mail a uma responsável dos recursos humanos do museu, que, em resposta, «não se comprometeu a nada». Assim, estes trabalhadores decidiram prosseguir a luta, mantendo agendadas novas paralisações para os próximos dias 23, 26 e 30 de Agosto e 1 de Setembro.
Mantêm a mesma disposição para dialogar e desconvocar as greves que já haviam referido noutras ocasiões, desde que existam garantias reais de que as suas reivindicações serão respeitadas, nomeadamente no que refere à estabilidade nos postos de trabalho (o contrato de serviço da Manpower, iniciado em 2014, termina a 30 de Setembro).
Também exigem melhorias nas suas condições de trabalho, uma vez que desempenham funções «com uma alta qualificação profissional» mas que não são pagas como tal. Por isso, acusam «o museu da excelência de contratar low cost». Se continuar a existir um diálogo de surdos, ponderam avançar para uma greve por tempo indeterminado. / Ver: eitb.eus
Alfon: «Carta de Alfon desde la prisión de Navalcarnero»
Retrocesos sin embargo, que pueden ser reconvertidos en avances con algunos conceptos que puestos en práctica han demostrado dar grandes beneficios en los distintos frentes del movimiento obrero y campesino, conceptos como la unidad de acción, la solidaridad, el internacionalismo o el compromiso de la militancia, todo esto, junto con la puesta en marcha de acciones y actos que parten de ideas surgidas con el análisis de situaciones adversas a las que hemos de enfrentarnos constantemente los que ocupamos los escalones inferiores en una maldita pirámide social, dará sus frutos. (lahaine.org)
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«El relato del "narcorrégimen" y la pugna transnacional por recursos venezolanos»
[De Franco Vielma] Venezuela está inmersa en una trama geopolítica como pocas veces se ha conocido por país alguno en este lado del mundo. Los intereses incalculables, inestimables, que se ciernen sobre Venezuela son expresión de una situación-contexto mucho más intrincada pero no menos visible: el mundo es un espacio con recursos cautivos en disputa por las potencias. (misionverdad.com)«Guerras e crises na África de hoje», de Carlos LOPES PEREIRA (avante.pt)
Não são boas as notícias que chegam de África. Persistem guerras em diferentes países e surgem ou prolongam-se crises políticas noutros.
As actuais guerras africanas têm um traço comum: a ingerência estrangeira. É velha a estratégia imperialista de fomentar conflitos armados e divisões étnicas e religiosas para melhor dominar os povos e explorar as suas riquezas.
«Solidariedade com a Palestina presente em Celtic Park»
A mobilização para a acção solidária com a luta do povo palestiniano, demonstrativa da exigência do reconhecimento do Estado palestiniano e do repúdio pela opressão diária, o apartheid, o colonialismo que sofrem às mãos dos israelitas, foi organizada antecipadamente nas redes sociais, sob o lema «Fly the flag for Palestine, for Celtic, for Justice» [«Mostra uma bandeira pela Palestina, pelo Celtic, pela Justiça»].[...]
Os apoiantes do Celtic tinham sido avisados pelas autoridades escocesas que, se exibissem bandeiras da Palestina dentro do estádio, podiam ser detidos. Mas a solidariedade com o povo palestiniano falou mais alto e, tal como noutras ocasiões, os adeptos deste clube escocês, fundado por imigrantes irlandeses e com uma identidade muito ligada à luta de libertação do povo irlandês, mantiveram-se firmes perante as ameaças. (Abril)
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sábado, 20 de agosto de 2016
Jon Kepa Preciado: «Sobre mi ausencia»
No voy a hablar de la larga ausencia de los montes, de las playas y de las zonas mágicas que sufrimos demasiadas personas por el conflicto, voy a hablar de mi ausencia.La primera en muchos años, de las fiestas de mi pueblo y de algún barrio también. Mi ausencia en las pancartas, en los carteles, en las txoznas… en definitiva, mi ausencia en las reivindicaciones que de la mano de la I.A. oficial de Santurtzi se han hecho y se hacen por los derechos de los presos políticos del pueblo. / Ler: lahaine.org
Borroka Garaia: «George Soros en Euskal Herria»
George Soros, entre muchas otras hazañas, jugó un papel importante en la desintegración de la URSS, en la destrucción e invasión de Yugoslavia o más recientemente en la desestabilización de Siria o en la subvención del golpe de estado en Ucrania. Algo que incluso él mismo ha reconocido. Prácticamente se podría decir que los intereses de Soros van de la mano de la CIA y EEUU en defensa de un capitalismo global controlado por la oligarquía y plutocracia yankee.[...]
En realidad el dinero de Soros ha sido utilizado para crear una basta red de confidentes, colaboradores y organizaciones tapadera. ¿Con qué objetivo? Especializarse en «Causas justas» e «izquierda alternativa» a modo de caballo de Troya del capitalismo y el imperialismo. Es decir, la creación e impulso de supuesta disidencia al sistema controlada por el sistema. La famosa »oposición controlada». En la socialdemocracia encontró su filón de oro, especialmente en la europea. (BorrokaGaraiaDa)
«A 40 anos da vitória do povo do Vietname. A Via Ho Chi Minh: epopeia e metáfora da luta revolucionária»
[De Filipe Diniz] «Quando se comemoram os 40 anos da vitória do povo vietnamita, reunificando o seu país e infligindo ao imperialismo talvez a sua maior derrota até hoje, há muito a evocar e muitas lições a retirar ainda dessa heróica e prolongada luta. Lições a retirar da natureza desse combate, conduzido por um povo inteiro. Lições a retirar do papel central do Partido Comunista, do papel dos seus quadros, da sua estrutura, da sua organização, da sua ideologia. Lições a retirar – e a aprender – da preparação e do desenvolvimento de uma luta tão árdua, tão desigual e tão prolongada, e do valor da formação de combatentes com um tal grau de persistência revolucionária.» (odiario.info)
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sexta-feira, 19 de agosto de 2016
Presos bascos em Huelva em greve de fome pela liberdade dos presos doentes
Os presos políticos bascos encarcerados na cadeia de Huelva (Andaluzia) iniciaram ontem, 18, uma greve de fome rotativa para reclamar a libertação imediata dos presos com doenças graves e incuráveis, informou hoje o Movimento pró-Amnistia e contra a Repressão (MpA) numa nota.
No texto lê-se que a greve tem um carácter rotativo, sendo que cada preso estará em greve de fome uma semana. O preso Iker Olabarrieta, Fiñu, foi o primeiro a fazer greve de fome.
Com esta acção, os presos políticos bascos no cárcere andaluz reivindicam a libertação imediata dos presos doentes e pretendem, acima de tudo, «consciencializar o povo sobre a necessidade de se mobilizar a favor da liberdade destes presos». Para os presos políticos em Huelva, «a verdadeira luta deve ser travada nas ruas e só a força e a pressão do povo tornará possível alcançar estes objectivos».
O MpA, que manifesta todo o apoio a estes presos, recorda ainda a greve de fome de seis dias que Aitzol Gogorza levou a cabo, bem como a que três ex-presos estão a realizar em Etxarri Aranatz (Nafarroa).
Lembra também que Aletxu Zobaran e Ibon Goieaskoetxea, presos políticos bascos na cadeia de Valence (França), estão em luta contra a dispersão e o afastamento. Ontem, 57 pessoas participaram numa concentração solidária com eles frente ao Consulado francês em Bilbo. / Ver: lahaine.org e amnistiAskatasuna 1 e 2
No texto lê-se que a greve tem um carácter rotativo, sendo que cada preso estará em greve de fome uma semana. O preso Iker Olabarrieta, Fiñu, foi o primeiro a fazer greve de fome.
Com esta acção, os presos políticos bascos no cárcere andaluz reivindicam a libertação imediata dos presos doentes e pretendem, acima de tudo, «consciencializar o povo sobre a necessidade de se mobilizar a favor da liberdade destes presos». Para os presos políticos em Huelva, «a verdadeira luta deve ser travada nas ruas e só a força e a pressão do povo tornará possível alcançar estes objectivos».
O MpA, que manifesta todo o apoio a estes presos, recorda ainda a greve de fome de seis dias que Aitzol Gogorza levou a cabo, bem como a que três ex-presos estão a realizar em Etxarri Aranatz (Nafarroa).
Lembra também que Aletxu Zobaran e Ibon Goieaskoetxea, presos políticos bascos na cadeia de Valence (França), estão em luta contra a dispersão e o afastamento. Ontem, 57 pessoas participaram numa concentração solidária com eles frente ao Consulado francês em Bilbo. / Ver: lahaine.org e amnistiAskatasuna 1 e 2
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Dia 27 há Ospa Eguna em Altsasu: por terra, mar e ar... bazem de EH!
Como acontece há vários anos, o Ospa Eguna [Dia do Baza] é aproveitado em Altsasu (Nafarroa) para denunciar a repressão policial e militar a que Euskal Herria é submetida. Este ano, os altsasuarras vão pedir aos violentos que bazem do País Basco «por terra, mar e ar». É a 27 de Agosto, e há festa. A imprensa já faz eco da iniciativa dos «radicales». Os organizadores do Ospa Eguna afirmam que «é do conhecimento público que a Polícia Foral e a Guarda Civil defendem os interesses dos poderosos, contra aqueles que lutam por um país livre e justo e que querem mudar o sistema».
No que se refere a Altsasu, dizem que, no último trimestre, houve 128 controlos policiais (99 da Guarda Civil e 29 da Polícia Foral), e que também houve operações nas tabernas Lezea e Lurrazpi, para identificar e revistar quem lá se encontrava.
Os responsáveis do Ospa denunciam ainda que este ano, a 15 de Junho, os txakurras organizaram uma jornada de «portas abertas» dirigida às crianças das escolas, para lhes mostrarem as armas e afins, «pondo nas mãos das crianças as armas que usam contra o nosso povo».Em todas as edições se «procura o fracasso do Ospa Eguna», afirmaram os membros movimento Ospa, tendo recordado que em 2011 duas pessoas tiveram de depor na AN espanhola, em 2013 a localidade foi alvo de uma verdadeira ocupação militar e o ano passado houve cargas e detenções [vídeo acima].
E agora a Lei da Mordaça
A juntar à opressão e violência a que o povo de Altsasu e de Sakana é sujeito, recentemente «apareceu» a Lei da Mordaça, através da qual a comarca já foi punida com 6010 euros em multas. Mas não se pode esquecer que, nos últimos cinco anos, em Altsasu o valor das multas aplicadas por via da repressão ascendeu a 30 mil euros.
Para acabar com esta situação «asfixiante», os promotores do Ospa defendem a necessidade da organização e da luta: «Só com o trabalho de todos, como povo, conseguiremos acabar com a ocupação policial que sofremos.» Ver: ahotsa.info
Misión Verdad: «¿Quién filtró el video del niño sirio?»
Justamente, el objetivo de estas acciones de propaganda van en pos de detener la ofensiva del Ejército Árabe Sirio (EAS), junto a Hezbolá, milicias iraníes y bombardeos rusos, contra el Frente Al Nusra y sus aliados yihadistas en la estratégica Alepo.[...]
Y justamente la peligrosidad de estos «inocentes» «cascos blancos», como los definen los medios corporativos, es que se sabe que actúan en zonas controladas por el Frente Al-Nusra y el Estado Islámico. Incluso, es tan evidente que estos forman parte del Frente Al-Nusra y de distintos grupos yihadistas que existe una biblioteca de imágenes en las que estos «cascos blancos» festejan la conquista de ciudades y participan como facilitadores en ejecuciones de estos grupos, así como sus fotografías mostrando los cuerpos de soldados sirios en calidad de trofeos de guerra.
A tal punto es el descaro que hasta existen videos de uno de sus integrantes, Haj Abu Ahmad, agradeciendo a Al-Nusra y afirmando que «son su modelo a seguir».
Así que dificilmente se le pueda dar un tono neutral e inocente a la viralización de la foto del niño Omran Daqneesh, sino que forma parte, claramente. de una campaña orquestada en el terreno por Al-Nusra, repotenciada por sus financistas, para promover la detención de los bombardeos a sus estructuras militares cuando gran parte del conflicto sirio se juega en Alepo. (misionverdad)
«Os Panteras Negras foram nos EUA a vanguarda dos anos 60», de Breno ALTMAN (odiario.info)
O jornalista brasileiro Breno Altman escreve de Nova York sobre os Panteras Negras, a organização afro-americana que desafiou o racismo e o poder nos Estados Unidos.«Eles são a maior ameaça para a segurança interna do país», sentenciou John Edgar Hoover, o lendário chefe do FBI, durante reunião na qual declarou guerra aberta ao partido de jovens afro-americanos que, no final dos anos 1960, ousava promover motins e enfrentar a polícia.
Os Panteras Negras brotavam como cogumelos nas principais cidades norte-americanas. Rapidamente viravam o símbolo e a direção de quem não aceitava mais oferecer a outra face perante a agressividade das forças racistas.
quinta-feira, 18 de agosto de 2016
Fernando Lizeaga: «Tenemos que dar una respuesta como pueblo»
[Entrevista a Fernando Lizeaga, um dos ex-presos em greve de fome em Etxarri-Aranatz (Nafarroa) pela libertação imediata dos presos políticos doentes]¿Cómo surge la iniciativa de esta huelga de hambre?
Principalmente por la situación que está atravesando much@s compañer@s enferm@s, y también por que entendíamos que tenemos que dar una respuesta como pueblo, teniendo en centa que estas personas están presas por haber luchado por nuestro pueblo, entonces veíamos que había que responder así, demostrando que aquí todavía estamos mucha gente dispuest@s a hacer lo que haga falta por ell@s. / Ler: lahaine.org
BILBAÍNO TXEMA OLABARRIETA LIBERTADO
Saiu hoje da cadeia de Cáceres (Espanha) o preso político basco Txema Olabarrieta. Em 2008, o bilbaíno foi condenado a oito anos de cadeia pela AN espanhola no âmbito do processo 33/01, contra as Gestoras pró-Amnistia.O processo contra o trabalho em defesa dos presos políticos levado a cabo pelas Gestoras e a Askatasuna foi instruído pelo juiz Baltasar Garzón.
Hoje, em Cáceres, Olabarrieta tinha familiares e amigos à espera. Muitos mais se juntaram ao fim da tarde na Alde Zaharra bilbaína para o receber. / Ver: Berria
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Ataques fascistas a murais e vários espaços em Iruñerria
Murais contra a tortura, em Berriozar, e as entradas do gaztetxe [centro juvenil ocupado], da Arrano elkartea e do bar Toki Eder, em Iruñea, foram desfigurados com tinta na madrugada de 17 para 18.Habitantes de Berriozar afirmam ter visto um jipe da Guarda Civil nas imediações dos murais atacados, mas a Delegação do Governo espanhol nega qualquer ligação dos militares espanhóis a tais malfeitorias em território abertzale.
Recorde-se que os murais contra a tortura foram intensamente perseguidos pela delegada do PP, tendo até motivado detenções. Desta vez, levaram com tinta vermelha e a inscrição «asesinos». Na mesma localidade da Comarca de Pamplona, foi ainda atacado um mural em defesa da luta das mulheres.
Na capital navarra, um ou vários indivíduos atacaram o «arrano» à entrada da conhecida sociedade da Alde Zaharra [Parte Velha], pintando-o com as cores da bandeira espanhola; a mesma bandeira foi pintada no bar Toki Eder, no bairro iruindarra de Donibane.
Já no gaztetxe pintaram a inscrição «fuera jurrus», em alusão à Jarrai, uma antiga organização juvenil independentista basca. / Ver: ahotsa.info [com várias fotos]
Fernando Correia: «Uma nova elite jornalística»
Surge assim um novo tipo de elite jornalística (tradicionalmente composta pelos profissionais que ocupam os lugares de maior responsabilidade dentro da sala de redacção – directores e outros responsáveis editoriais) que se destaca pelos seus contactos nos meandros da política (de direita) e dos negócios, e pela sua disponibilidade para adaptar a agenda jornalística aos interesses dos patrões e dos gestores. O objectivo é o da noticia que vende bem (e o lucro até pode ser, mal ou bem disfarçado, essencialmente político-ideológico…), desprezando a clássica concepção do jornalismo enquanto bem social. (Abril)«Israel haría empalidecer al propio Herodes», de Carlos AZNÁREZ (Resumen Latinoamericano)
«la mayor democracia de Medio Oriente», al decir del carnicero Netanyahu, produce de esta forma un nueva vuelta de tuerca que haría empalidecer al propio Herodes. Apuntan a quienes más temen: la niñez palestina, esos chicos y chicas que por la imposición de la ocupación han reemplazado los juegos y diversiones que son habituales en sus coleguitas del mundo y corren por las calles esgrimiendo el arma más temida: con su pequeños deditos hacen la V de la victoria«Indultados e presos das FARC exigem cumprimento de acordos»
Após seis meses do indulto concedido a 30 membros do grupo guerrilheiro, são vários os percalços que ocorreram em sua reincorporação à vida civil. Apesar de estarem estudando e se capacitando como promotores de paz, suas condições de saúde não melhoraram e as garantias de segurança estão longe de serem cumpridas. Nas prisões, a situação não parece melhorar.No dia em que concederam a liberdade a William Antonio López, um de seus desejos era transferir-se para o município de Envigado, Antioquia, para visitar sua família e dali iniciar o caminho de reinserção à vida civil, aproveitando o benefício do indulto que, por razões de saúde, o governo nacional outorgou a ele e a mais 29 guerrilheiros detidos em distintas prisões do país, em novembro do ano passado.
No entanto, dias depois de sua chegada ao sítio de seus pais, membros do chamado ‘Gabinete de Envigado’ ameaçaram López em repetidas ocasiões e o intimidaram para que fosse embora da região, argumentando que era um alvo militar por ser membro das FARC, situação que o obrigou a deslocar-se e abandonar sua família. / Ler: Verdad Abierta via PCB
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quarta-feira, 17 de agosto de 2016
Educadores subcontratados do Guggenheim novamente em greve
Depois das paralisações realizadas no dia 28 de Julho e a 9, 11 e 16 de Agosto, os educadores e orientadores do Museu Guggenheim, em Bilbo, subcontratados à multinacional Manpower voltam a estar em greve amanhã - para denunciar que «o museu da excelência subcontrata low cost».Estes trabalhadores, que realizam visitas guiadas, sessões de formação para professores e programas para famílias, lutam por condições de trabalho dignas e contra a precariedade, exigindo estabilidade no local de trabalho.
Como nem o museu nem as instituições dão passos no sentido de resolver a situação - o contrato termina no dia 30 de Setembro -, os trabalhadores, que, desde o início se mostraram abertos ao diálogo, mantêm-se firmes na luta e continuam a cumprir o calendário de mobilizações agendado até 1 de Setembro (estão convocadas greves para os dias 23, 26, 30 de Agosto e 1 de Setembro).
Na nota divulgada pelo LAB, afirma-se que os «fantasmas da precariedade que vivem debaixo do titânio» vão aparecer na concentração que amanhã terá lugar, às 11h30, frente ao museu. / Ver: LAB
Andrés Roda: «La historia del internacionalista vasco Asier Guridi»
Asier Guridi Zaloña, revolucionario internacionalista vasco exiliado en Venezuela, lleva 3 años solicitando el status de Refugiado Político en la nación Bolivariana.[...]
El peligro de extradición sigue presente. Solo el derecho de asilo y el estatus de refugiado podrán evitar que los estados español y francés se lleven a Asier Guridi al infierno de la tortura y la cárcel otra vez.
Sabemos que el imperialismo español está presionando al gobierno de Venezuela para extraditar a Asier Guridi, pero confiamos en la soberanía de la nación Bolivariana.
Saludamos y solicitamos a Idelfonso Finol presidente de la Comisión Nacional para los Refugiados en Venezuela, que se pronuncie ante este caso. (FipuPress via BorrokaGaraiaDa)
Sare Antifaxista: «Para combatir a la ultraderecha hacen falta lucha, compromiso y militancia»
Hoy entrevistamos en Ikusle a Sare Antifaxista, un colectivo que, con una trayectoria de más de una década, se ha convertido en uno de los principales puntales del movimiento antifascista del País Vasco.
El movimiento social, organizaciones antifascistas y antirracistas en Europa se están organizando contra movimientos fascistas-racistas como el de Pegida y el English Defense League, la movilización de apoyo en torno a los refugiados en los últimos meses, ha sido enorme. En cada barrio, pueblo, ciudad y país. La lucha, el compromiso y la militancia, serán ahora y siempre el camino. / Ler: Ikusle via lahaine.org
El movimiento social, organizaciones antifascistas y antirracistas en Europa se están organizando contra movimientos fascistas-racistas como el de Pegida y el English Defense League, la movilización de apoyo en torno a los refugiados en los últimos meses, ha sido enorme. En cada barrio, pueblo, ciudad y país. La lucha, el compromiso y la militancia, serán ahora y siempre el camino. / Ler: Ikusle via lahaine.org
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