segunda-feira, 17 de agosto de 2015

LAB mobiliza-se contra perseguição sindical no Carrefour

O LAB afirma numa nota que quer «divulgar e denunciar a atitude anti-sindical demonstrada pelo Carrefour, que puniu um delegado do sindicato na loja bilbaína de Zabalburu com a clara intenção de o tentar despedir». O delegado trabalha há mais de 25 anos na empresa.

Para o sindicato, a situação configura-se como um ataque claro aos trabalhadores, numa empresa que «fica incomodada com o facto de os/as trabalhadores/as se organizarem e reivindicarem os seus direitos».

«O LAB não vai deixar este ataque sem resposta», por entender que a situação é ofensiva para o delegado em causa, para todos os outros trabalhadores - «que a qualquer momento podem ter a mesma sorte», para o sindicato LAB e para a clientela do Carrefour - «que também são trabalhadores e trabalhadoras deste país».

O LAB, que exige ao Carrefour que «ponha fim à perseguição sindical», deu início a um conjunto de concentrações para denunciar a atitude da empresa. A primeira teve lugar hoje frente à loja da Zabalburu, em Bilbo, e as seguintes realizam-se nos dias 18, 19, 20 e 21, nas lojas de Zabalburu, Atxuri e Sestao. / Ver horas em LAB Sindikatua

Contra a «política da vingança», manifestação dia 28 pela libertação dos presos doentes

Um grupo de familiares e amigos dos presos políticos bascos anunciou hoje, em Bilbo, a realização de uma manifestação na capital biscainha para exigir a libertação dos presos políticos bascos doentes. A mobilização tem lugar no dia 28 (12h30, Praça Elíptica), nas vésperas da manifestação que, a partir das 19h00 (Praça Zabalburu), irá reivindicar a amnistia para os prisioneiros bascos.

Jone Artola, irmã de um preso, e Estibaliz Gorostiaga, filha de Pablo Gorostiaga (antigo autarca de Laudio condenado no processo 18/98 e recentemente libertado), leram um comunicado em que acusaram os estados espanhol e francês de continuarem a aplicar uma «política prisional desumana» que se baseia «na vingança» contra os presos e os seus familiares.

Artola e Gorostiaga afirmaram que manter na prisão alguém gravemente doente é um «procedimento ilegal» e vincaram a necessidade de que esses presos sejam «levados para suas casas para poderem ser tratados com dignidade, pois nada disso é possível no interior de uma prisão», referindo-se a Txus Martin, Joxemi Etxeandia, Ibon Iparragirre, Gorka Fraile e Txente Askasibar como exemplos de presos cujas doenças «graves e incuráveis» precisam de ser tratadas em «condições dignas». A manifestação realiza-se sob o lema «Gaixo dauden presoak etxean behar ditugu» [precisamos dos presos doentes em casa]. / Ver: eitb.eus e uriola.eus

NAS FESTAS DE ONDARRU: AURTEN BE...
Ver: Turrune! e Turrune!

Aparecem inscrições fascistas na sede do ELA em Iruñea

Com o ataque deste fim-de-semana, é a quarta vez em dois anos que a sede do sindicato na capital navarra é vandalizada com inscrições e simbologia de teor fascista. Desta vez, foram subscritas pela organização DNJ.

O sindicato ELA denunciou à Polícia Foral o aparecimento das inscrições «Pollo te lo merecías» e «Etarra muerto español contento» e de simbologia fascista e ameçadora na fachada da sua sede em Iruñea. Face à «gravidade das ameaças reiteradas», o ELA exige «uma investigação que persiga este tipo de acções, que não têm outro propósito que não seja intimidar, ameaçar e limitar a actividade do sindicato», diz-se numa nota de imprensa. / Ver: ahotsa.info

Borroka Garaia: «Callejón sin salida»

¿Está en Euskal Herria cada vez más legitimado el sistema?. ¿Está en Euskal Herria la gente cabreada?. Estas preguntas son importantes, porque la medida que define la distancia a los callejones sin salida dependen de esas dos variables. De la legitimidad y del malestar. Un sistema legitimado y una sociedad complaciente y satisfecha no producen cambios. Tanto la legitimidad como el malestar no son datos objetivos que caigan del cielo como la lluvia. «Se crean» en cierta manera. ¿Y quién los crea?. (BorrokaGaraiaDa)

«Iñigo Cabacas prohibido en San Mamés», de Alabinbonban (lahaine.org)
[«El Athletic, la censura y los cacheos»] Cualquiera pensaría que entre ese material podrían encontrarse bates de béisbol, navajas, escopetas, arcos, ballestas y un misil intercontinental, en el Calderón podría ocurrir. Pero no, según socios de ese sector, el material incautado consiste casi únicamente en banderas con la cara de Iñigo Cabacas y la leyenda «Justizia». Las mismas que hace una semana eran legales y que el club no ha tenido a bien justificar su súbita prohibición, más allá de un sencillo «incita a la violencia». Tócate los huevos, Mariloli.

domingo, 16 de agosto de 2015

Brigadas'15: situação no México discutida no bairro Pompeya (Buenos Aires)

A brigada que a Askapena enviou à Argentina e ao Uruguai esteve recentemente no centro social ocupado do bairro Pompeya, na capital da Argentina. Ali, os militantes da Askapena tiveram oportunidade de participar num seminário sobre territorialidade organizado pela associação Pañuelos en Rebeldía. Uma das participantes, Mónica Mejicano, falou com os activistas sobre a actual situação no México.

A Pañuelos en Rebeldía é uma associação de educação popular, que tem vindo a desenvolver o seu trabalho com diversos movimentos da Argentina e de outros países da América Latina. Entre os seus objectivos está a ajuda a movimentos sociais envolvidos no trabalho diário contra a recolonização política, social, económica e cultural imperialista, bem como a ajuda a movimentos sociais que lutam contra a criminalização da pobreza, a judicialização do protesto, a discriminação contra as mulheres. [Mais info: pañuelos en rebeldía]

Mónica Mejicano fala com um brigadista basco sobre o MéxicoPompeyako zentro kulturalean Monica Mejicanorekin Mexikoko egoeraz (Argentina). / Ver: askapena.org

Alde hemendik! Vão-se embora!

Ez ditugulako gure artean nahi, ALDE HEMENDIK!
Porque não vos queremos no meio de nós, vão-se embora!

Ver: amnistiaaskatasuna [Sobre o Amnistia Egune nas festas de Ondarroa daremos notícias em breve.]

«Assange: persecución por motivos falsos»

En tal circunstancia, es digna de encomio la firme actitud ecuatoriana en defensa de Julian Assange a lo largo de más de tres años, durante los cuales el gobierno del país sudamericano ha resistido presiones y amenazas abiertas –y cabe suponer que también encubiertas– de las potencias involucradas. Esta conducción del gobierno que encabeza Rafael Correa contrasta con la campaña occidental que se empeña en presentarlo como enemigo de la libertad de expresión, cuando han sido EEUU, Suecia y Gran Bretaña los que han protagonizado la persecución de individuos que pugnan por la verdad, como Chelsea Manning, Edward Snowden y el propio Assange. (La Jornada via lahaine.org)

«Governo do Syriza: Capitulação total», de Os Editores de odiario.info
A aprovação por ampla maioria pelo Parlamento de Atenas do III Resgate imposto à Grécia pela União Europeia era esperada. Será recordada como o ato de capitulação total e humilhante do governo do Syriza perante o grande capital. [...] O Memorando aprovado inclui cortes brutais nas pensões de reforma, no sistema de saúde, na educação. Regulamenta inclusive o numero de horas de aulas nas escolas, a quantidade de aspirinas que um cidadão pode adquirir. O Ajuste pode superar os 9000 milhões de euros. Os aeroportos regionais serão privatizados e algumas exigências envolvem as relações internacionais.

Banda Bassotti - «Stalingrado»


Já falta pouco!

sexta-feira, 14 de agosto de 2015

Goio Moreno: «Osakidetza apuesta por privatizar y precarizar»

Jon Darpón Sierra, Consejero de Sanidad: «Es responsabilidad de este Departamento velar por la salud de las personas y salvaguardar el sistema sanitario de Euskadi como público, universal y de calidad.» Qué frase tan bonita si no fuera una frase vacía, sin contenido real.
[Goio Moreno é trabalhador do Hospital de Cruces/Gurutzeta e delegado sindical do LAB] / LER: LAB Sindikatua

Ver tb: «Osakidetza hace una gestión nefasta de la OPE 2014-2015» (LAB)

Askapeña promove encontro internacionalista na Aste Nagusia

Este ano, para além da defesa intransigente de um modelo de festas populares, a comparsa Askapeña irá também trabalhar afincadamente contra as ameaças de ilegalização que enfrenta, pois é uma das várias organizações bascas ligadas ao internacionalismo que serão julgadas em Outubro. Conjuntamente com a comparsa Mekauen, agendou para dia 27 deste mês, no contexto da Semana Grande [Aste Nagusia], um Internazionalista Eguna e fez um apelo à sociedade basca para que participe, juntando a festa à reivindicação.

«Face ao processo iniciado pela AN espanhola contra cinco internacionalistas bascos» militantes da Askapena, a comparsa bilbaína Askapeña, cuja ilegalização e dissolução o Ministério Público espanhol também solicita, «denuncia mais esta tentativa do Estado espanhol de silenciar qualquer voz que, em Euskal Herria, questione o seu discurso dominante», afirma numa nota.

A Askapeña defende o seu trabalho «exclusivamente na defesa e promoção das festas populares» e considera que, judicialmente, não foi avançada nenhuma razão concreta para fundamentar a sua dissolução, «mais do que engenharia já utilizada para criminalizar outros projectos populares, como o Egin, o Egunkaria, a AEK, a Udalbiltza ou a Joxemi Zumalabe». Os únicos crimes que podem ser imputados aos membros da comparsa Askapeña é «serem internacionalistas e tentarem trazer ao povo de Bilbo as lutas e realidades de povos irmãos, através das festas», afirmam.

Este ataque «não é apenas dirigido à comparsa, mas também à Bilboko Konpartsak e a todo o modelo de festas populares de Euskal Herria», considera a Askapeña, que, afirma, nos seus 24 anos de existência trabalhou com um único propósito: «defender e promover as festas em Bilbo reivindicando um mundo mais justo e solidário.»

Jornada internacionalista
A Askapeña convida toda a gente a participar na jornada internacioalista que agendou para dia 27. Do programa fazem parte uma concentração, duas kalejiras, um almoço popular, um acto político e concertos com os grupos Habana 537 e Norte Apache. / Ver: askapena.org

Jorge Zabalza: «Uruguay: El rojo de la sangre»

Del millón seiscientos mil que constituyen la fuerza de trabajo, 640.000 cobran menos de 14.000 pesos [490 dólares] y 400.000 trabajan en negro, sin seguridad social y laboral alguna. El cuento del aumento del salario real y de la disminución de la pobreza se lo pueden hacer a los europeos, pero las asalariadas y los asalariados uruguayos no se pueden tragar esa pastilla. Son pobres a la hora de parar la olla o de comprar championes a las hijas. Tienen un pesito más en el bolsillo, pero son rotundamente pobres. (lahaine.org)

«Cada 28 horas la policía de Obama asesina un negro en EEUU» (BorrokaGaraiaDa)
Las y los trabajadores afroamericanos y latinos en EEUU son un objetivo continuo de la policía y el gobierno de EEUU, y eso tiene consecuencias: o la cárcel, de la que ya hemos visto algo, o la muerte a manos de las fuerzas policiales o de la vida de pobres: En Baltimore, por ejemplo, la diferencia en la esperanza de vida entre población Negra y blanca es de 20 años.

Em Ondarroa, há Andramaxak

Festas que valem a pena. Começaram no dia 13 e acabam dia 17. Em baixo, o programa das txosnas. Ontem, foi o Gazte Egune [Dia da Juventude], hoje é o Amnistia Egune [Dia da Amnistia] e segunda-feira é o Arrantzale Egune [Dia do Pescador]. / Mais info: Turrune!
Ondarrutako txosnetako 2015eko egitaraua

quinta-feira, 13 de agosto de 2015

Jaiak bai, amnistia ere bai! Festas sim, amnistia também!

No contexto da Aste Nagusia bilbaína [Semana Grande das festas], o Movimento pró-Amnistia e contra a Repressão (MpA) agendou para dia 29, na capital biscainha. uma mobilização em defesa da amnistia para os perseguidos políticos bascos. A manifestação parte às 19h00 da Praça Zabalburu e tem como lema «Jaiak bai! Amnistia ere bai!» [Festas sim! Amnistia também!].

Trata-se da primeira de várias iniciativas que o MpA pretende levar a efeito para reivindicar a amnistia antes da manifestação de 28 de Novembro, também convocada para Bilbo. Os promotores entendem que, pese embora as mudanças ocorridas «desde a morte de Franco e também nos últimos seis anos», «os motivos que levaram os perseguidos políticos à luta continuam vigentes e que os refugiados, os deportados e os presos políticos não são uma questão do passado». Por isso, fazem um forte apelo à mobilização. / Ver: amnistiaaskatasuna / Ver tb.: «Reivindicar a amnistia, condição essencial à superação do conflito» (aseh)  

Lembrança da Aste Nagusia. A deste ano já mexe!Albokariak 2009ko Bilboko Aste Nagusian.
Albokaris na Aste Nagusia bilbaína de 2009.

A ajuda necessária para que um tartalari evite a prisão

Nos últimos tempos, têm-se sucedido as iniciativas para ajudar um tartalari a pagar a multa de 14 400 euros que lhe foi imposta pelo tribunal de excepção espanhol como condição para não ir parar à prisão. Trata-se de Julio Villanueva, que foi condenado, com mais três pessoas, no processo de «entartamento» da «presidenta» Yolanda Barcina. Numa conferência de imprensa realizada há cerca de um mês, o movimento Mugitu! e o grupo de apoio aos tartalaris anti-TGV denunciaram esta situação e pediram às pessoas que ajudem Villanueva a fazer frente à multa.

E ajuda é coisa que não tem faltado: nas festas de Gares houve «caixas solidárias» e nas de Aoiz foram vendidas rifas, tal como nas de Lizarra (Nafarroa). Também nas festas da capital alavesa, na txozna [barraca] da Fracking Ez! Araba, houve recolha de fundos.

Convém recordar que o dinheiro recolhido para fazer frente ao «entartamento» mais caro da história está a ser depositado na conta corrente: ES75 3035.0068.08.0680058591 Basagure taldea (Laboral Kutxa).

Mais informação sobre a criminalização da oposição do TGV e este processo em particular: mugitu! e aseh [Lagundu!]

António Santos: «Parabéns e obrigado, companheiro»

Quem te dá os parabéns a Organização Mundial de Saúde, por dares ao mundo o país onde os pobres não estão condenados a morrer de doenças estúpidas. De acordo com a OMC, Cuba foi «o primeiro país da América Latina a erradicar doenças infecciosas como o paludismo, a pertússis, a rubéola, a difteria, o sarampo, e a meningoencefalite», entre outros títulos mundiais, como ser «o primeiro país do mundo a erradicar a transmissão da SIDA de mães para filhos». (manifesto74)

«Un roble llamado Fidel», de Dax TOSCANO (Agencia Bolivariana de Prensa)
Fue en la década de los 80 que conocí a Fidel. Lo hice gracias a mi padre. Siempre me relató cosas hermosas sobre Cuba, aunque él, en ese entonces, no había viajado todavía a la Perla del Caribe. Fue mi padre quien me inspiró ese amor profundo que siento por Cuba, su revolución y por Fidel.

La música fue el instrumento para acercarme más a la Revolución cubana y sus líderes. Las canciones de Quilapayún, Intillimani, Víctor Jara, Alí Primera, Silvio Rodríguez, Carlos Puebla, fueron fundamentales en ese sentido. Todo en discos de acetato, que luego pasaba a casetes.

Oskorri - «Gora ta gora beti»

Com Niko Etxart, ao vivo em Getxo (Bizkaia). Álbum 25 kantu urte. [Letra e tradução aqui.]

quarta-feira, 12 de agosto de 2015

Joxean Urkiola: «La "moto averiada" de la recuperación económica»

Cada vez es más común escuchar a responsables políticos de casi todos los colores (PP-PSOE-PNV) que ya ha comenzado la senda de la recuperación. Antes también nos dijeron que veían «brotes verdes» y todos sabemos lo que ocurrió. La realidad, el día a día de miles de personas, parados y paradas, jóvenes, jubilados, autónomos... sin embargo, es bien distinta. Son ellos los que están sufriendo en sus propias carnes las consecuencias de la crisis que seguimos padeciendo y no ven la cacareada recuperación. / Ler: LAB Sindikatua

«Capitalismo y enfermedad mental: la epidemia dle siglo XXI», de Iratxe (Red Roja)
¿Qué podemos hacer? ¿Cómo paramos esta sangría de trabajadoras que, a la luz de los datos, es casi estructural? La única manera de acabar con una enfermedad es erradicarla, por lo tanto, sólo cabe una respuesta: Lucha de clases. A través de la solidaridad, la fuerza, la lucha, el apoyo mutuo, la creación de vínculos y la defensa de nuestra dignidad y nuestros derechos acabaremos con ese virus del capital, que nos infecta de alienación, de miseria, que nos cambia el plato de comida por el sedante y el techo por el antidepresivo para seguir despojándonos de los servicios públicos en pos de pagar esa ilegítima, odiosa y criminal Deuda.

Tantas fotos mundo afora contra a criminosa dispersão

A Etxerat, associação de familiares e amigos de presos políticos bascos, lançou uma iniciativa para que a criminosa política de dispersão continue a ser lembrada e denunciada ao longo deste Verão: está a compor um álbum fotográfico com as imagens que as pessoas têm enviado dos mais variados locais do mundo, sempre com a bandeirola que exige que os presos políticos regressem a casa.

As fotos têm de ser enviadas até 25 deste mês para a conta de Instagram que a Etxerat abriu, acompanhadas do texto #DispertsioaSTOP ou #STOPdispersion. Entre as mais votadas, a Etxerat irá sortear um candeeiro e um saco da associação.

A iniciativa tem como propósito mostrar que os familiares dos presos não são esquecidos nesta época do ano [tão dada a levezas, atontamentos, afrouxamentos de vária natureza] e denunciar a política de dispersão, cujas consequências criminosas, passadas e presentes, são bem conhecidas. «Se a dispersão não nos dá descanso, nós também não a deixamos descansar», afirma-se no portal da Etxerat. / Ver: argia

Nos 40 anos do assassinato do comunista galego Moncho Reboiras

«CIG lembra que as solucións para Galiza "nunca viñeron de forzas de fóra"»
Este 12 de agosto cúmprense 40 anos do asasinato de Xosé Ramón (Moncho) Reboiras Noia a mans da policía fascista en Ferrol. Desde a Fundación que leva o seu nome e a Confederación Intersindical Galega rendéuselle tributo mediante unha homenaxe floral no cemiterio de Imo, en Dodro, onde descansan os seus restos. Moncho, alén da súa prolífica militancia nos diferentes campos do nacionalismo popular, destacou tamén nos primeiros xermes de organización obreira que deron lugar ao actual sindicalismo nacionalista.

Na madrugada do 12 de agosto de 1975, máis de 300 axentes dos corpos represivos da ditadura franquista rodeaban o edificio no que se atopaba Moncho Reboiras, na Rúa da Terra en Ferrol. Ao pé do portal, o militante nacionalista era acribillado a tiros. 40 anos despois, a súa figura segue a ser o exemplo de compromiso coa liberación nacional e social da Galiza. Así o destacou o Secretario Xeral da CIG e Presidente do Padroado da Fundación Moncho Reboiras, Xesús Seixo, na homenaxe floral realizada no cemiterio de Imo. / LER: CIG / Mais notícias aqui

Ver também: «Começárom atos de homenagem a Reboiras, que hoje continuam em Ferrol, Vigo e Dodro» (Diário Liberdade)

«Moncho Reboiras, 40 anos de sementes de vencer», de Ceivar (ceivar.org)

«Fake Anti-ISIL War: US-Led Coalition Wants to Topple Syrian Government»

Washington is using its fight against the notorious Islamic State as a smokescreen to deal a lethal blow to Syria and its democratically elected leader President Bashar al-Assad, Western experts say.
Ignoring Bashar al-Assad's overwhelming public support in Syria, Washington and its Middle Eastern Sunni allies are doing whatever it takes to topple the country's secular leader. Now Syria is facing the risk of being dragged into further destruction: as America's President Barack Obama has recently approved US air support for Turkey's no-fly zone over Syria. (Sputnik News)

«Asesinan en México a coordinador de búsqueda de 43 normalistas» (salasexta)
Miguel Ángel Jiménez Blanco, uno de los fundadores del Sistema de Seguridad Ciudadana (SSC) de la Unión de Pueblos y Organizaciones del Estado de Guerrero (Upoeg) en México, fue asesinado en el poblado de Xaltianguis, en la zona rural de Acapulco, de donde era originario, informaron este domingo medios mexicanos de prensa. [Ver tb.: «México: Padres de normalistas desaparecidos convocaron a huelga general» (pakitoarriaran.org)]

terça-feira, 11 de agosto de 2015

Reportagem da TeleSur: «España: ¿Un estado policial de facto?»

Trabalho jornalístico da TeleSur no qual se evidencia que o Estado espanhol é um Estado policial «de facto». Iñaki Gil de San Vicente é um dos entrevistados.

Ver: lahaine.org

Concentração de apoio a quem defendeu o Kukutza

Realiza-se dia 26, às 19h00, frente à Câmara Municipal de Bilbo, uma concentração de apoio às 19 pessoas que, acusadas de «desordens públicas», serão julgadas entre 14 e 16 de Setembro por terem defendido o Kukutza III Gaztetxea no dia da sua demolição, há quase quatro anos. A mobilização ocorre no contexto do programa que a Komantxe konpartsa leva a cabo na Aste Nagusia [Semana Grande] bilbaína e no âmbito da campanha «Kukutza defendatzeagatik zigorrik ez!», anunciada no início de Julho.

Na altura, cerca de duas dezenas de pessoas anunciaram em conferência de imprensa, na Praça de Errekalde, uma campanha de protesto contra o julgamento de pessoas que defenderam o Kukutza e para quem o Ministério Público pede penas que vão dos 18 aos 30 meses de cadeia. Designada «Kukutza defendatzeagatik zigorrik ez» [Não às punições por defender o Kukutza], a campanha visa denunciar o processo judicial contra 19 pessoas que expressaram a sua solidariedade ao emblemático projecto de autogestão juvenil bilbaíno, na sequência do despejo do edifício que ocupava. A iniciativa, desenvolvida ao longo deste Verão, termina com uma mobilização dia 12 de Setembro.

O Kukutzarekin Elkartasun Taldea [Grupo Solidário com o Kukutza] referiu que o julgamento tem lugar poucos dias antes do quarto aniversário do violento despejo e derrube do Kukutza III, e lembrou que, em Fevereiro, um tribunal bilbaíno absolveu do crime de «usurpação» 23 pessoas julgadas em Janeiro e que se encontravam no telhado do gaztetxe no momento do despejo; contudo, uma pessoa acusada de «atentado à autoridade» foi condenada a três anos de prisão. / Ver: aseh e Komantxe

PROGRAMAS DAS COMPARSAS
Entretanto, várias comparsas, como a Kaskagorri, a Txori Barrote e a Komantxe, têm vindo a apresentar os seus programas para a Aste Nagusia bilbaína, que decorre de 22 a 30 deste mês.
Como muitos amigos sabem, a Kaskagorri, a Komantxe, a Txori Barrote, a Pa Ya!, a Askapeña são konpartsas «nossas». Na Aste Nagusia vão lá.

Orreaga, 778: a batalha que os vascões venceram

No dia 15, assinala-se em Ibardin e Orreaga (Nafarroa) a Batalha de Orreaga, na qual os Vascões derrotaram o exército de Carlos Magno, em 778.
No fim-de-semana passado, realizou-se em Iruñea uma homenagem aos que, nesse mesmo ano, caíram no assalto das tropas carolíngias à cidade navarra.

Orreagako Guda (778)Ver: ahotsa.info e aseh

«Estado Islâmico: mina de ouro para empresas armamentistas dos EUA»

[tradução do PCB do original em castelhano que se encontra no Resumen Latinoamericano] Esta notícia documenta dois factos bem conhecidos. Um, que a ofensiva imperialista no Médio Oriente tem objectivos estratégicos muito amplos, correspondentes aos interesses globais do capital monopolista. Outro, que para além de tais interesses a guerra e as agressões militares, sendo uma tragédia para os povos, são um negócio imprescindível para as indústrias do armamento. (odiario.info)

«Governo do Syriza estuda privatizar recursos naturais, portos, aeroportos e empresas públicas» (Diário Liberdade)
O Governo de Alexis Tsipras e a Troika, conformada polo Banco Central Europeu (BCE), o Fundo Monetário Internacional (FMI) e a Comissom Europeia (CE), reunírom-se nesta sexta-feira para avançar num plano de privatizaçons sem precedentes no país.

segunda-feira, 10 de agosto de 2015

«Los familiares sabemos que nos utilizan para hacerles daño a los presos»

[Entrevista de Ramón Sola a Urtzi Errazkin e Mayi Ugartemendia, irmão e mãe de presos políticos bascos] La sede de Etxerat en Hernani está en ebullición pese a ser primera hora de la mañana de un caluroso miércoles de agosto. Y es que para los familiares de presos no hay vacaciones, y si las hay, suele ser cerca de allá donde en una peculiar lotería Madrid y París han decidido ubicar a sus allegados. Ugaitz Errazkin, el hermano de Urtzi, está encerrado en Fresnes, así que este año han pasado unos días a la orilla del Sena y se han acercado a Futuroscope; Beñat Aginagalde, hijo de Mayi, acaba de volver a Jaén tras un paréntesis en Madrid por trámites judiciales, de modo que la única escapada con que sueña por ahora su madre es esa visita al sur de Despeñaperros. Empezamos hablando de los viajes, ese tormento en torno al que gira toda la vida de los familiares. Luego, la conversación fluye por sí sola. / LER: Gara

A SANGRIA ECONÓMICA DA DISPERSÃO
«Ver a los presos alejados cuesta a las familias de 900 a 1.500 euros al mes» (Gara)
El informe entregado por Etxerat en Loiola refleja en datos reales el enorme coste de la dispersión para las familias de los presos. Completar las visitas mensuales en la cárceles más alejadas del Estado español requiere casi 900 euros, y cerca de 1.500 en el caso del francés. Completar su manutención o higiene viene a suponer otros 200 euros.

Uma brigada da Askapena está na Argentina

Já está a funcionar em pleno a brigada que a Askapena enviou à Argentina e ao Uruguai. Os primeiros dias, em Buenos Aires, foram intensos, com os militantes bascos a participarem em acções de luta dos trabalhadores. Por exemplo, logo no primeiro dia, participaram numa mobilização contra a precariedade laboral promovida pela ATE (Asociación de Trabajadores del Estado).

Também já estiveram num centro de detenção, tortura e extermínio usado pela Força Aérea no tempo da ditadura, conhecido como Virrey Cevallos. Em 2003, um grupo de pessoas deu início a uma campanha pela expropriação do edifício e a sua recuperação como local de «memória histórica», o que foi decretado em 2004.

Convidados pela associação Euskaltzaleak, assistiram ao filme Lasa eta Zabala, no âmbito de um ciclo de cinema basco. Depois do filme, os brigadistas falaram sobre a situação de Euskal Herria, tendo abordado questões como a opressão dos estados francês e espanhol ou os julgamentos políticos. Em breve, os activistas bascos enviarão uma crónica sobre tudo isto; entretanto, pode-se ir acompanhado as suas actividades, de forma sucinta, em @argenturu15. / Ver: askapena.org

Ángeles Maestro: «O que ocorreu na Grécia demonstra que outro capitalismo é impossível»

[Entrevista de insurgente.org, já aqui apresentada na versão em castelhano, e cuja tradução para português agora se divulga, via odiario.info] «Há algum tempo que a Red Roja vem formulando a questão: romper com a extorsão da Dívida tem carácter de linha de demarcação. Clarifica perante o povo o eixo político principal que neste momento sustenta toda engrenagem do poder e do qual este não pode prescindir. Nesse sentido, Não pagar a Dívida equivale à exigência de Paz, Pão e Terra dos bolcheviques.»

«Ayotzinapa, a un año», de Miguel MAZZEO (boltxe.info)
[(Lo que Ayotzinapa puso en evidencia)] Hace ya mucho tiempo que el capitalismo y el neocolonialismo han desatado una guerra contra los pueblos del mundo, en particular contra los pobres, los trabajadores, los indígenas y las mujeres de la periferia. Se trata de una ofensiva que pretende arrasar con todos los espacios de cohesión comunitaria, con todos los espacios de cooperación y de solidaridad vinculados a los territorios y las subjetividades heterogéneas de los y las de abajo. Una ofensiva que quiere barrer de un plumazo las conquistas obtenidas por más de dos siglos de luchas populares.

Bizardunak - «Oreoak»

Oreos = enganadores; traidores. Pretos por fora, brancos por dentro.

Ya sabemos como son, oreoak, oreoak! / ellos saben quienes son, Euskal Herriko oreoak!

Alkate abertzaleak, oreoak, oreoak! / que no quitan la española, Euskal Herriko oreoak!
Euskal sionistak, oreoak, oreoak! / cocaina en vez de speed, Euskal Herriko oreak!
Los que pactaron con Aznar, oreoak, oreoak! / los que visten la roja, Euskal Herriko oreoak!
Antitaurinos que van, oreoak, oreoak! / a la plaza a merendar, Euskal Herriko oreoak!

domingo, 9 de agosto de 2015

Carlos Aznárez entrevista Walter, militante da Askapena

[«El gobierno español embiste contra Askapena para ilegalizar al internacionalismo vasco solidario»] A Procuradoria da Audiência Nacional espanhola, um tribunal de excepção herdado da época franquista, tornou pública a acusação e o pedido de penas relativos ao processo judicial decorrente da operação de 2010 contra a organização internacionalista basca Askapena. O julgamento do internacionalismo solidário de «ida e volta» terá lugar em meados de Outubro e nele os militantes Walter Wendelin, Gabi Basañez, David Soto, Aritz Ganboa e Unai Vázquez podem apanhar seis anos de prisão.

Na sua constante e brutal repressão contra a luta do povo basco, o Estado espanhol reclama ainda a ilegalização e dissolução da Askapena, da comparsa das festas bilbaínas Askapeña, da organização centrada num «comércio menos injusto» designada Elkar Truke e da organização solidária Herriak Aske.

Conhecida que foi a decisão inquisitorial da AN espanhola, o apoio da militância basca e de grupos solidários no exterior não se fez esperar, com inúmeras iniciativas em marcha. Uma delas é a realização de julgamentos do imperialismo espanhol em vários pontos de Euskal Herria e também na América Latina e na Europa, de forma que no dia 12 de Outubro (a uma semana do julgamento da Askapena) sejam divulgados os seus resultados - que seguramente irão condenar a acção imperialista de Espanha para com todos os povos que, durante séculos, resistiram à sua dominação.

Para falar desta nova escalada do fascismo espanhol e das campanhas solidárias, conversámos em Bilbo com Walter Wendelin, um dos militantes da Askapena que serão julgados em Outubro. / LER em castelhano: Resumen Latinoamericano

Primeira Linha: «Moncho Reboiras. 40 anos presente nas luitas e combates do teu povo»

No quarenta aniversário da morte em combate de Moncho Reboiras, Primeira Linha quer homenagear ao dirigente comunista e independentista galego, assassinado pola polícia espanhola 12 de agosto na rua da Terra de Ferrol.

Moncho é o mais destacado alicerce da esquerda independentista galega contemporánea, exemplo de militante revolucionário, guia dos princípios medulares que devem regir o Movimento de Libertaçom Nacional galego: auto-organizaçom, flexibilidade tática, internacionalismo, combatividade, coragem e determinaçom.

Nós, comunistas galeg@s seguimos com modéstia e humildade o teu exemplo que segue vivo nas entranhas do proletariado galego, porque «Que importa que nos matem se deixamos semente de vencer».

Reproduzimos integramente a biografia da agenda independentista 2015 editada pola desaparecidade NÓS-UP a fins de 2014, com a seleçom de poemas dedicados por alguns dos melhores poetas da Pátria. / LER: lahaine.org

Álvaro Cuadra: «Donald Trump na era da videopolítica»

O caso Trump demonstra que a política e os media andam a par nas chamadas democracias ocidentais. A «videopolítica» é o modo em que se constrói hoje a maioria das figuras da política em todo o mundo. Uma era em que o importante não é a racionalidade dos argumentos nem a reflexão mas, pelo contrario, a espectacularidade das intervenções. (odiario.info)

«Cuba-EE.UU.: Claves y perspectivas de un escenario inédito», de Luismi UHARTE (alba.org)
Washington continuará operando para provocar un cambio de sistema en Cuba, aunque con una nueva estrategia basada en la guerra cultural, es decir, la penetración silenciosa a través de la expansión de las telecomunicaciones, internet, los intercambios intelectuales y artísticos, y la avalancha de turismo gringo...

Festa em Donostia é com os Piratak

Egitaraua/Programa // Abuztuak 8-16/8-16 de Agosto
Mais info: donostiakopiratak.eus

«Eusko Gudariak» - Donostiako Aste Nagusia 2014Ongi pasa eta borrokatu!

sábado, 8 de agosto de 2015

Grande manifestação em Donostia contra o assalto às «herrikos»

Hoje começava a Aste Nagusia [Semana Grande das festas], mas as principais ruas de Donostia encheram-se por outra razão: uma manifestação de protesto contra a sentença das «herrikoak» [as populares, as do povo], em que o laranja da plataforma Libre foi a cor dominante. À frente, iam a faixa e as pancartas com os nomes de algumas herriko tabernas que os tribunais espanhóis querem fechar e saquear. Seguiram-nas cerca de 4000 pessoas, entre a Gipuzkoa Plaza e Zuloaga Enparantza. Aos veraneantes, a sentença foi divulgada em basco, castelhano e inglês.

Os participantes denunciaram o facto de a sentença constituir um ataque à política e à cultura e lembraram que 20 militantes independentistas foram condenados neste processo. Os manifestantes fizeram diversas paragens ao longo do percurso, nas quais houve lugar e tempo para apreciar várias expressões artísticas: do escritor Fito Rodríguez, do bertsolari Beñat Gaztelumendi, da banda Ze Esatek!, por exemplo. No final, os presentes cantaram o «Txoria txori», de Mikel Laboa.

No acto final, Joseba Álvarez, um dos militantes condenados no processo 35/02, disse que, com este ataque às herriko tabernas, se pretende verdadeiramente encerrar um «projecto político» e «um sonho» [que é em basco, independentista, feminista e já foi «socialista» mas agora é «à esquerda»] construído com milhares e milhares de horas de trabalho. Mas, notou Joseba, muito se enganam os da receita, os governantes espanhóis, que parecem nada ter aprendido, pois, lembrou, a cada ilegalização dos últimos anos, o povo respondeu com a criação de novas ikastolas, meios de comunicação [que saudades do Egin!] e organizações. O caminho passa por desobedecer, resistir, responder e construir, disse, e, neste sentido, fez um apelo à criação de novos projectos. / Ver: naiz / Ver: irutxulo.hitza.eus e topatu.info [com fotos]

Muitas dezenas no «ongi etorri» a Alberto Gómez em Barakaldo

Várias dezenas de pessoas juntaram-se, dia 6, na Praça Bide Onera, em Barakaldo (Ezkerraldea, Bizkaia) para dar as boas-vindas ao ex-preso político Alberto Gómez, libertado nesse dia depois de ter passado oito anos na prisão.

A primeira sessão de boas-vindas teve lugar logo à porta da cadeia de Daroca (Saragoça), onde o jovem barakaldarra era esperado por amigos e familiares. À tarde, em Euskal Herria, foram muitos mais os que participaram no ongi etorri, em que se viram muitas pancartas a exigir o regresso a casa dos presos e dos refugiados políticos bascos a casa e em que os presentes se congratularam com o facto de haver menos um [bat gutxiago] atrás das grades.
Gómez, que foi acusado de participação em acções de kale borroka e esteve na cadeia entre 2007 e 2012 e de Fevereiro de 2013 até agora, foi brindado com um aurresku e agradeceu o apoio da família e do militante abertzale Periko Solabarria, recentemente falecido.
O acto, em que não foram esquecidos os que ainda continuam na cadeia, terminou com um «gora gu eta gutarrak» [Vivam nós e os nossos]. / Ver: BarakaldoDigital [com fotos] e aseh / Mais fotos em herrikolore

Programa de rádio do Resumen Latinoamericano

Edição de 7 de Agosto, das entranhas rebeldes da América Latina e do Terceiro Mundo. Ouvir aqui.

IRÃO: Obama volta às ameaças contra o Irão // VENEZUELA: acosso do Governo norte-americano à Venezuela // CATALUNHA: aproxima-se o dia do independentismo catalão, a Diada // PAÍS BASCO: entrevista ao militante da Askapena Gabi Basañez sobre a ilegalização do internacionalismo e o julgamento que irá enfrentar no Estado espanhol, juntamente com outros militantes, por ser internacionalista.

VIETNAME: a 40 anos da vitória contra os EUA e a 125 anos do nascimento de Ho Chi Minh, entrevista ao cônsul deste país na Argentina, Ricardo Le Thanh Xuan // REPÚBLICA ÁRABE SAARAUÍ DEMOCRÁTICA: entrevista ao embaixador do Povo Saarauí na Argentina, Salem Bachir.

PAÍS BASCO: Sabino Cuadra Lasarte, deputado da coligação independentista basca Amaiur, fala sobre o antigo juiz Baltasar Garzón; a engenharia jurídica deste juiz levou à consideração de toda a dissidência como terrorismo // GUATEMALA: breve resumo do que foi a Revolução de 1945, levada a cabo por Jacobo Arbenz, e do golpe de Estado patrocinado pelos EUA, que a derrubou; fragmento do último discurso do presidente Arbenz antes de partir para o exílio.

Isabel Vallet: independencia y socialismo en los Països Catalans [vídeo]

[Entrevista da Escuela de Cuadros, programa de formação marxista venezuelano]La Candidatura d'Unitad Popular (CUP) es una organización política asamblearia que aspira a la independencia de los Països Catalans. En esta entrevista con Isabel Vallet, la diputada por la CUP al Parlamento Catalán explica que los Països Catalans son un sujeto político, lingüístico y cultural, una nación sin estado repartida entre dos estados, el español y el francés, e incluye tres comunidades autónomas bajo dominación española: Catalunya, País Valencià e Illes Balears.
La diputada resalta que la construcción de un proyecto de liberación nacional catalana debe mantener un estrecho engranaje entre la emancipación social y la nacional en el que no se subordina una dimensión a la otra. También aborda los planes de la CUP frente al escenario electoral del próximo 27 de septiembre, la perspectiva internacionalista de la organización y la emancipación de género como eje transversal en el proyecto. / Ver: escuelacuadros

sexta-feira, 7 de agosto de 2015

Manifestação contra roubo das «herrikos» é amanhã

Um grupo de cidadãos anunciou recentemente uma mobilização de protesto, na capital guipuscoana, contra a sentença do processo 35/02, que decretou o assalto a 101 associações e herriko tabernas. Sob o lema «Kulturari eta politikari aterik ez itxi, herriko tabernak libre eta zabalik» [Não fechem as portas à política e à cultura, as herriko tabernas livres e abertas], a iniciativa terá lugar amanhã em Donostia (Gipuzkoa Plaza, às 17h30) a poucas horas do tiro de canhão da Aste Nagusia.

Ontem, numa conferência de imprensa na herriko taberna Marruma, em Donostia, Joseba Álvarez e Agus Rodríguez, acompanhados por representantes de algumas das tabernas afectadas, afirmaram que a sentença relativa ao processo 35/02, iniciado há 13 anos, vai deixar sem trabalho cerca de 200 pessoas que trabalham nas tabernas que serão encerradas – ainda não se sabe quando.

Na ocasião, os presentes lembraram que quatro donostiarras foram condenados – Joseba Álvarez, Agus Rodríguez, Juani Lizaso e Joseba Permach – e que, a confirmar-se a sentença, cinco espaços serão roubados na capital guipuscoana – Hontza, Marruma, Herria, Haritza e Txalaka –, o que, em seu entender, constitui «o maior saque no Estado espanhol» desde o franquismo.

Rodríguez referiu que a plataforma Libre recolheu em Donostia mais de mil assinaturas de apoio à manifestação deste sábado, da parte de agentes sociais, políticos, sindicais e culturais. Álvarez disse que, na mobilização, se irá procurar «articular a reivindicação política com a festa». Ao longo da acção de protesto, que irá percorrer o centro da cidade e termina na Praça Zuloaga, serão feitas várias paragens, nas quais haverá actuações musicais, teatrais e outras expressões artísticas, bem como uma leitura política. / Ver: naiz e aseh