Cidadãos e organizações de Arrasate (Gipuzkoa) levaram a cabo uma acção de protesto, na sexta-feira, 18, contra a «lei da mordaça» que o município quer aprovar na sessão de Câmara de amanhã, 22. Pintadas, cartazes, faixas, autocolantes, etc., tudo passa a estar sujeito a medidas restritivas. De limpeza.
Na sexta-feira, quem se juntou na Praça de Arrasate solicitou um debate em torno desta nova lei, considerando que, face a imposições, é fundamental debater. «A liberdade de expressão não pode ser apagada em nome da limpeza», acrescentaram. Apelaram ainda às pessoas para que apareçam amanhã na sessão de Câmara, para «apresentar o tema e as conclusões» por sua iniciativa.
Uma outra iniciativa contra a lei foi o mural que a Ernai de Arrasate realizou, «para homenagear todos os que até hoje usaram esta parede».
Os promotores desta nova lei dizem que o objectivo é manter limpos os locais públicos e criar um ambiente agradável. O governo municipal é composto por PNV (8 vereadores) e PSOE (3 vereadores). / Ver: argia
No sábado, 19, na associação Zubi Ondo (Altsasu, Nafarroa), no âmbito da Festa da Vitória que a organização internacionalista basca promoveu – com um agradecimento a todos os companheiros de luta, a todos os que julgaram o Estado imperialista espanhol.
Desde Elkartzen reivindicamos el derecho a que seamos las personas que vivimos y trabajamos en Euskal Herria, sea cual sea nuestra procedencia, las que podamos tomar nuestras propias decisiones, sin injerencias ni imposiciones externas. El ejercicio de este derecho, se hace aún más necesario para este pueblo en una coyuntura de crisis sistémica como la actual, donde el capitalismo global y los gobiernos de los Estados, aprovechan la existencia de personas con diferentes derechos para precarizar aún más las condiciones laborales y generar división, desconfianza y enfrentamiento entre la clase trabajadora vasca. (BorrokaGaraiaDa)
«Siria, Rusia y una decisión sorpresiva: ¿misión cumplida?» (HispanTV via lahaine.org)
[De Pablo Jofré Leal] La misión sólo será cumplida cuando el último de los terroristas de Daesh y el Frente al Nusra, como también sus patrocinadores, sean polvo en el desierto. Por ello resulta alentador que el retiro de las fuerzas rusas sea parcial, que parte valiosa de su Fuerza Aérea siga en Jmeimim y su barcos estén a tiro de cañón en el Puerto de Tartus. Sumemos a ello que Hezbolá y los asesores del Cuerpo de la Guardia Revolucionaria Islámica, junto a milicianos chiitas, siguen siendo un apoyo importante al cada día más fortalecido Ejército Árabe Sirio.
Resistindo à intensa chuva, cerca de 2000 pessoas manifestaram-se ontem, 19, em Iruñea, para exigir ao Governo foral e aos partidos que o sustentam medidas concretas que melhorem as condições de vida dos trabalhadores e das populações. Também exigiram um quadro laboral próprio, resultante de um novo estatuto político para o território navarro.
A mobilização, convocada pelo sindicato LAB, partiu da Gaztelu Plaza e a ela regressou cerca de uma hora depois, guiada por uma faixa em que se exigia mudança nos locais de trabalho e se defendia um quadro laboral próprio, num contexto de plena soberania para o herrialde, que evite que as decisões progressistas tomadas em Nafarroa sejam condicionadas por Madrid.
Na intervenção final, o responsável pelo sindicato LAB, Igor Arroyo, denunciou a «natureza do sistema capitalista», tendo-se referido aos acidentes de trabalho provocados pela precariedade e a exploração, aos despedimentos e também à situação dos refugiados e ao acordo alcançado entre a União Europeia e a Turquia, que criticou fortemente.
Arroyo recordou também que amanhã, 21, faz um ano que Miren Peña, filiada no LAB, se suicidou, depois de receber uma carta do banco no âmbito de um processo de despejo. E afirmou: «Vem-nos à cabeça aquela antiga consigna - "Socialismo ou Barbárie". Ou construímos uma alternativa ao capitalismo ou o planeta está condenado ao desastre, à barbárie».
Depois de aplaudir as várias mobilizações que conduziram a uma mudança política em Nafarroa, bem como as diversas conquistas alcançadas nestes nove meses, Arroyo afirmou que a mudança tem de ser sentida também nos locais de trabalho. «O LAB quer dar um impulso à mudança social em Navarra. Temos de arrancar os sectores populares à letargia em que estão. Conseguimos correr com os ladrões das instituições mas não podemos ficar a dormir sobre os louros».
Em seguida, afirmou ser hora de relançar a mobilização dos trabalhadores, com vista a alcançar três metas: a completa democratização de Nafarroa; a reforma da Administração; a melhoria das condições de trabalho e de vida das populações - âmbito no qual, disse, muito pouco foi feito. [Ler intervenção de Igor Arroyo em BorrokaGaraiaDa]
O LAB quer que a mudança se materialize nos locais de trabalhoVer: ahotsa.info
Dezenas de pessoas juntaram-se ontem de manhã, 19, em Basusarri (Lapurdi), na sessão de boas-vindas aos dois ex-presos. Gimon e Gramont passaram 13 e 18 anos na cadeia, respectivamente.
Foi uma sessão de boas-vindas calorosa, com cerca de cem pessoas, um bertsolari, um txalapartari e dantzaris reunidos em torno do regresso de dois presos recentemente libertados.
Lorentxa Gimon saiu da prisão de Rennes (Bretanha) no dia 1, em liberdade condicional. Foram 13 anos de dura luta, na cadeia, também contra os efeitos da doença de Chron, que tem desde 1991. Gimon fazia parte da lista de presos bascos com doenças graves e a sua libertação é resultado da mobilização e de uma luta tenaz.
David Gramont foi libertado na segunda-feira passada, juntamente com Juantxo Esnal. Acusados de pertencer ao Comando Andaluzia, foram ambos duramente torturados e passaram 18 anos na prisão. / Ver: Berria
«Fayed Badawi é um palestiniano marcado pela criação do Estado sionista, pela "Nakba", de 1948, pela vida nos acampamentos de refugiados do Líbano, onde teve de se instalar com a sua família, e pelo que se passou no tristemente célebre acampamento de Chatila, onde foi testemunha do terrível massacre levado a cabo pela Falange libanesa, sob os auspícios dos sionistas.
Com estes antecedentes, não é estranho que Badawi tenha decidido integrar as fileiras da Frente Popular para a Libertação da Palestina (FPLP), para aí lutar pelos direitos da sua gente e do seu país.
Com ele falámos do ontem e do hoje da Palestina e da sua luta, de memória e de actualidade, mas sobretudo de resistência.» / Ouvir: Info7 irratia
[De Silvia Ribeiro] Días antes de morir, Berta Cáceres declaró a Il Manifesto, Italia: estamos en las manos del sicariato jurídico y armado. Nuestras vidas penden de un hilo. Esta frase terrible, que se confirmó de la peor manera, resume el entretejido de la llamada legalidad y los sicarios pagados para abrir paso a minas, represas y otros proyectos de las trasnacionales, que ven a Honduras como terreno abierto para cualquier despojo y atropello, con complacencia del gobierno y protegidos por su aparato jurídico. (lahaine.org)
«Cuba-EEUU: Desfachatez, falta de respeto y omnipotencia en las nuevas medidas» (Resumen Latinoamericano) [De Néstor García Iturbe] El periódico Granma, órgano oficial del Partido Comunista de Cuba, publicó la noticia completa, en un artículo titulado, «Anuncian nuevas medidas parciales del gobierno de Obama hacia Cuba».
Del artículo, que felicito, resalto esta parte:
La nueva regulación implica que cualquier ciudadano de esa nación puede venir legalmente a la mayor de las Antillas «siempre y cuando el viajero se involucre en un programa de tiempo completo de actividades de intercambio educativo destinadas a mejorar el contacto con el pueblo cubano, apoyar la sociedad civil o promover la independencia del pueblo cubano de las autoridades del país».
Uma grande manifestação percorreu hoje as ruas de Zumarraga e da vizinha Urretxu (Gipuzkoa) para exigir que a fábrica da Arcelor Mittal não feche as portas, a continuidade da actividade industrial e a manutenção dos mais de 300 postos de trabalho. No final da manifestação, os trabalhadoresagradeceram a todos os que estiveram ao seu lado: «Não somos 300, somos todo um povo».
Dois camiões abriram a manifestação de hoje em Zumarraga-Urretxu, em que milhares de pessoas vieram para as ruas defender os trabalhadores da Arcelor Mittal, gritando «Arcelor ez itxi» [Arcelor, não feches] e «Hemen gaude enpleguaren alde» [Aqui estamos em defesa do emprego]. A empresa afirma que o encerramento parcial desta fábrica e da de Sestao (Bizkaia) se deve à crise do aço. Mas os sindicatos dizem que isso não é verdade.
À medida que a manifestação avançava, nos passeios, as pessoas iam batendo palmas aos trabalhadores, que gritavam «jo ta ke, irabazi arte» [sem descanso, até à vitória] cheios de emoção, com os seus postos de trabalho em risco. A administração quer reduzir uma parte substancial da produção na Arcelor Zumarraga e mandar a maioria dos seus 325 trabalhadores para as Astúrias. Estes não aceitam e afirmaram na manifestação que a recolocação não é uma hipótese. «Mittal responsável, exploradora», gritaram.
As acções de protesto do pessoal de Zumarraga-Urretxu começaram hoje e prosseguem na próxima semana: na quarta-feira fazem greve e vão concentrar-se em Gasteiz, frente ao Governo de Lakua; no dia 26 vão concentrar-se em Donostia, frente à Deputação Foral. / Ver: Berria
[Nota: texto para debate no Gazte Danbada*, dia 25, às 17h30, na Kultur Etxea de Laudio] 1. ¿Qué es el poder juvenil? / 2. Poder juvenil y prensa adulta / 3. Poder juvenil y cultura burguesa / 4. Poder juvenil y relaciones interpersonales / 5. Poder juvenil y precariedad vital / 6. Poder juvenil y propriedad popular
En el texto Necesaria y urgente lucha contra el poder adulto del 31 de marzo de 2014 a libre disposición en la Red, planteábamos los puntos centrales de esta forma de poder tan dañina, antigua y adaptable. Ahora, en esta ponencia proponemos a debate otras problemáticas no tan centrales pero igualmente decisivas porque atañen a la vida cotidiana de la juventud. Vamos a debatir sobre cómo crear poder juvenil que choque con el poder adulto en problemáticas tan importantes como la comunicación; las formas de desarrollo cultural y artístico, de diversión, etc.; de relaciones interpersonales; de la lucha contra la precarización; de recuperación juvenil de locales y medios privatizados…, y en general, sobre cómo desarrollar el poder juvenil. / Ler: BorrokaGaraiaDa
*GAZTE DANBADA 2016 – festival que irá decorrer em Laudio (Araba) de 25 a 28 de Março, por iniciativa das organizações juvenis Ernai e Aitzina!. Haverá muita música, teatro, dança, workshops, conferências, debates, que se centrarão na precariedade e demais problemas que a juventude enfrenta actualmente; também na busca das respostas que esta precisa de dar para «construir o seu próprio caminho», um «caminho de soberania», e «não ficar à espera do futuro». / MAIS INFO: gaztedanbada16.info e egitaraua/programa
O movimento associativo, anti-repressivo Ospa, de Altsasu (Nafarroa), dá conta de um novo aumento da «actividade repressiva», concretamente no que diz respeito a multas e à sua aplicação discricionária.
Numa nota a que o portal hitzondo.net teve acesso, o Ospa afirma ter recebido as notificações de moradores que foram alvo de uma queixa «por participarem em mobilizações não autorizadas». No caso, trata-se de mobilizações do princípio de Fevereiro, que se enquadraram nas acções de protesto contra a operação policial em que foram detidos 18 hintxas da torcida do Osasuna Indar Gorri, dois dos quais altsasuarras.
O Ospa destaca o facto de «em nenhuma dessas mobilizações ter havido identificações, nem existir qualquer prova de que [os visados] sequer tenham participado nelas». O movimento anti-repressivo entende que, «a golpe de multa e mordaça», «as forças de ocupação continuam a submeter [Altsasu] a um regime repressivo», limitando a liberdade de expressão. «Ocupam as nossas ruas e estradas para impor as suas leis e o seu projecto à força, sob a ameaça das suas armas», afirma. / Ver: hitzondo.net
«As causas de fundo das duas guerras mundiais no século XX estão de novo presentes, neste planeta hegemonizado pelo grande capital financeiro. Não é inevitável uma nova guerra mundial, que seria catastrófica na era nuclear. Nem é inevitável o desenlace do fascismo – sob velhas ou novas formas. Mas a tragédia só pode ser evitada se as grandes massas ganharem consciência da gravidade da situação e das suas causas. Essa é condição necessária para que a luta pela paz e contra os fautores da guerra imperialista e do fascismo possa atingir a força e a dimensão que os perigos do momento reclamam.» (odiario.info)
«Brasil se debate entre el golpismo y el ajuste» (Resumen Latinoamericano) [De Carlos Aznárez] Lo que está ocurriendo en estos días en Brasil es de manual. Del Manual de Golpes Blandos, Suaves y otras variedades, que el Imperio, con la ayuda de cómplices locales ejecuta reiteradamente en el continente latinoamericano y en otros rincones del planeta.
[...] Detrás de estas algaradas «populares» (como dicen los periodistas más canallas de la Red O Globo), está el protagonismo del terrorismo mediático que, en este caso, embiste contra Dilma y a Lula aprovechando algunos datos de la realidad (entre ellos, los continuos actos de corrupción de algunos funcionarios y dirigentes del PT) para generar campañas de desprestigio en los que se mezclan certezas con infamias.
Considerando que as empresas de trabalho temporário (ETT) são o «expoente máximo da exploração» e que a precariedade tem como alvo preferencial a juventude, o sindicato LAB e a organização juvenil Ernai levaram a cabo uma representação em Iruñea, com a qual quiseram chamar a atenção para o problema e fazer um apelo aos jovens para que lutem, «ajudando a construir a mudança».
«As ETT escravizam-nos»
Numa nota, o LAB afirma que este sistema proporciona «exploração, desemprego e emigração»; quem consegue entrar no mercado de trabalho enfrenta a «precariedade, salários de miséria e condições de escravidão». Por isso, o sindicato, em conjunto com a Ernai, fez questão de realizar esta acção especialmente destinada à juventude, pedindo-lhe que lute e seja parte activa da mudança no mundo do trabalho.
A acção enquadra-se também no contexto das mobilizações que precedem a grande manifestação convocada pelo LAB para amanhã em Iruñea, para exigir que a mudança alcançada a nível institucional em Nafarroa (em que os trabalhadores assumiram um papel de destaque) tenha reflexos também nas empresas e nos locais de trabalho. A manifestação parte às 17h30 da Gaztelu Plaza. / Ver: LAB e ahotsa.info
Os cinco participaram numa acção de protesto, em Janeiro de 2007, contra a declaração da organização juvenil, abertzale e revolucionária Segi como «terrorista» pelo Supremo Tribunal espanhol. O Ministério Público, que pedia dois anos e meio de prisão para cada um, reduziu o pedido de pena para 21 meses.
O julgamento teve lugar hoje, quase uma década depois do corte da A-8 junto às portagens de Zarautz. Com a redução do pedido de pena, Asier Alberdi, Naroa Ariznabarreta, Aritz Azkona, Ainara Ladron e Saioa Zerain não devem ter de cumprir tempo de prisão.
A data do julgamento foi alterada quatro vezes, na AN espanhola e no Tribunal de Donostia. Recentemente, esteve marcado para 2 de Março, mas Ainara Ladron, Naroa Ariznabarreta e Aritz Azkona não compareceram.
Na sequência disto, um juiz decretou ordem de detenção e prisão para os três, que se veio a concretizar – não sem que os jovens, que inicialmente foram encarcerados na cadeia de Martutene, fossem enviados para cadeias espanholas: Valhadolide e Logroño. Hoje, o juiz mandou-os seguir em liberdade, enquanto esperam pela sentença. / Ver: topatu.eus e argia
Amanhã, 19, a Askapena celebra em Altsasu (Sakana, Nafarroa) a «Garaipen festa / festa da Vitória». Os festejos começam com o «brinde da vitória» na associação Zubi Ondo, às 17h00, e prosseguem com uma marcha internacionalista pelas ruas de Altsasu, com a fanfarra «Jo Ta Fa». Às 22h30 têm início as actuações musicais, no gaztetxe, com os contributos dos Ze Esatek!, dos Mexikortxos e do DJ Majaris.
Com este dia, a Askapena quer agradecer «a todos os companheiros de luta nos últimos anos, a todos os que julgaram o Estado imperialista espanhol, a todos os que expressaram a sua solidariedade».
Ontem, hoje e sempre... gora Euskal Herria internazionalista!Ver: askapena.org e aseh
[De Ana Saldanha] Escrito aquando da nomeação de Lula para o cargo de ministro da Casa Civil de Dilma e antes da sua suspensão por um tribunal, este texto de Ana Saldanha não só mantém plena actualidade, como nos diz o quê e porquê da crise política brasileira, e o como da ascensão e da queda do PT e do chamado «neodesenvolvimentismo» brasileiro.
«Chamemos ou não à política posta em prática pelos governos PT de neodesenvolvimentismo, o facto é que se verificou um poder absoluto dos trusts e das corporações monopolistas, dos bancos e da oligarquia financeira. O modo de produção capitalista e suas consequentes relações sociais, a par do travão à contestação que os governos do PT conseguiram alcançar, prosseguiu a largos passos. Lula havia servido o grande capital transnacionalizado, e Dilma prosseguira o empenho lulista». (odiario.info)
«Brasileños se movilizan este viernes en rechazo a operación golpista» (Portal Alba) Se estima que más de 60 organizaciones populares, sindicales y sectores políticos de izquierda se manifiesten por los derechos sociales, de los trabajadores y en contra de las acciones que apuntan al golpe de Estado en Brasil, reseña Telesur en su sitio web.
[…] El intento de Golpe de Estado en Brasil ha sido condenado por diversos países del mundo, entre ellos, Venezuela y Argentina.
En Buenos Aires se tiene previsto que este viernes se realice una jornada de debate para analizar la situación de Brasil y las consecuencias de un Golpe de Estado.
Convocados pelo sindicato Ikasle Abertzaleak, milhares de estudantes bascos (o Berria refere 15 mil) aderiram à greve e às mobilizações em defesa de um sistema educativo próprio e contra as reformas que o deterioram, privatizam, elitizam. Realizaram-se diversas actividades ao longo do dia, em que assumiram destaque as grandes manifestações de Baiona, Bilbo, Donostia, Gasteiz e Iruñea. Nos últimos dois casos, houve incidentes, violentas cargas policiais e 12 detenções.
Sob o lema m17Altxa, os promotores da greve apelaram à luta contra «as reformas levadas a cabo na Educação» e a visão capitalista do sistema educativo. Para o Ikasle Abertzaleak as reformas da Lei Wert, o 3+2 e o projecto Heziberri 2020 (adaptação em Euskadi do projecto educativo) continuam a pôr a Educação ao serviço dos interesses capitalistas.
Reivindicando a participação dos estudantes na construção da estratégia educativa, defendem que «a luta é o único caminho» para acabar com a actual situação e dar início à construção de um novo projecto político.
Houve confrontos em Gasteiz, onde a Ertzaintza carregou e efectuou oito detenções; uma pessoa foi hospitalizada, com um traumatismo craniano. Em Iruñea, foi a Polícia espanhola que carregou sobre os jovens; quatro foram detidos. Em Bilbo, a Ertzaintza identificou quatro estudantes. / Ver: topatu.eus, lahaine.org, argia e Berria
Esta manhã, cerca de uma centena de pessoas juntaram-se frente à Câmara Municipal de Bilbo para denunciar, em conferência de imprensa, a aplicação da Lei da Segurança dos Cidadãos, conhecida como «Lei da Mordaça», na Bizkaia.
Pessoas multadas e representantes da plataforma criticaram a hipocrisia de determinados agentes políticos que há alguns meses se posicionaram contra esta lei e pediram a sua derrogação e não aplicação, mas que, entretanto, recuaram.
Também se referiram aos partidos que em Madrid dizem uma coisa e que em Euskal Herria aplicam a lei com gosto, resolvendo os casos com multas avultadas.
Organizações participantes: Asociación de Trabajadoras del Hogar, Bizkaiko SOS Arrazakeria, Berri-Otxoak, ELEAK, Ernai, Fundación Paz y Solidaridad, Greenpeace Euskadi, KEM-MOC, Komite Internazionalistak, m15m, Mugitu!, Mujeres del mundo – Babel, Tosu Betirako, Plataforma de sin papeles Mbolo Moy Doole, Sagarrak, SalHaketa Bizkaia, Sare Antifaxista. / Ver: SareAntifaxista
Qualificando como «vergonhoso» o pré-acordo entre a União Europeia e a Turquia que visa devolver os refugiados que chegam a solo europeu, mais de duas mil pessoas manifestaram-se ontem, 16, nas quatro capitais do País Basco Sul, convocadas por sindicatos, associações e diversos partidos políticos. Ouviram-se palavras de ordem como «Ontem emigrámos, hoje discriminamos», «Europa canalha, abre a muralha», «Emigrar é um direito, não um crime» ou «Sejam bem-vindos, refugiados».
[De Pablo Jofré Leal] El conflicto palestino-Israelí tiene un componente fundamental, a la hora de entender la negativa de la entidad sionista de avanzar en un proceso que permita la autodeterminación del pueblo palestino: El Poder de los Colonos Judíos asentados en suelo palestino.
Estos, con su presencia en los territorios ocupados, su peso en materia de votos, su conducta belicista y racista juegan un papel primordial en el conflicto. Colonos que el activista israelí Uri Avnery ha calificado como los Perros de Guerra. Colonos que impiden, con un fanatismo extremo, cualquier acuerdo de paz o tan siquiera negociaciones de paz significativas, que permitan poner punto final a un conflicto que se extiende ya por 69 años. Son estos grupos los que demandan más y más tierras, en una política oficial de despojo y rapiña. Grupos imbuidos de una ideología que desprecia a la población autóctona.
Colonos protegidos por un Ejército de ocupación y exterminio al estilo de las SS hitlerianas, que violan la legislación internacional, ocupan cada pulgada de las más ricas y fértiles tierras palestinas, en asentamientos que no respetan ni siquiera las fronteras establecidas a golpe de complicidad de los organismos internacionales y los aliados de Israel. Colonos que se confunden con el ejército sin existir una distinción precisa pues muchos colonos son oficiales o miembros del Ejército Sionista y son miles los oficiales que viven en los asentamientos en los territorios palestinos. (HispanTV via lahaine.org)
No dia 17 de Maio começa na Audiência Nacional espanhola o julgamento de nove bascos acusados de integrar a direcção do Ekin e para quem o Ministério Público pede penas entre os nove e os 15 anos de cadeia.
Tendo em conta que o julgamento se aproxima, estas nove pessoas e membros do Eleak-Libre deram uma conferência de imprensa ontem, 15, em Donostia, na qual revelaram detalhes do processo e apresentaram a campanha social de denúncia e solidariedade que terá lugar nos próximos meses.
Na ocasião, sublinharam que este julgamento «se baseia numa estratégia de perseguição política» e que os arguidos foram torturados durante o período de detenção. Para denunciar este processo, vão pôr em marcha uma dinâmica a que chamaram «Basque Lives Matter», uma adaptação da iniciativa «Black Lives Matter» (as vidas dos negros importam), levada a cabo pela comunidade negra dos EUA contra a repressão policial e em defesa dos seus direitos fundamentais e liberdades básicas.
Além de divulgarem um vídeo, vão solicitar a diversas instituições e organizações que se posicionem, vão apresentar moções em municípios, promover a realização de mobilizações e apresentar um manifesto em defesa dos direitos civis e políticos. Na Faculdade de Direito da Universidade do País Basco, haverá mesas-redondas sobre os macro processos e a tortura, em que participarão Paco Etxeberria, Lorea Bilbao, Jon Mirena Landa e Iñigo Iruin, entre outros.
Os arguidos no processo são Egoitz Garmendia, Erika Bilbao, Sandra Barrenetxea, Ugaitz Elizaran, Urko Aierbe Sarasola, Rosa Iriarte, Joxe Aldasoro, Aniaitz Ariznabarreta e Eneko Compains, que foram presos e torturados em Setembro de 2010. / Ver: naiz e argia
Bem-vindo ao blogue da Associação de Solidariedade com Euskal Herria (ASEH), um blogue informativo da luta que se trava no País Basco porque a voz dos oprimidos não tem eco nos meios de comunicação dos que oprimem. Cabe a todos nós denunciar a verdade, cabe a todos nós encetar a luta solidária e internacionalista.