sábado, 23 de junho de 2018

Restaurado e reinaugurado o mural em homenagem a Periko Solabarria

A reinaguração do mural, realizado num dos pilares da Ponte de Rontegi em homenagem a Periko Solabarria (1930-2015), operário, ex-sacerdote, deputado pelo Herri Batasuna e militante em prol de muitas lutas, decorreu este sábado por iniciativa da Associação Periko Solabarria.

Em declarações recolhidas esta semana pela Herrikolore, um membro da Associação referiu-se à «sabotagem» de que o mural - feito nos meses subsequentes à morte de Periko - foi alvo no Outono do ano passado. O movimento popular lançou mãos à obra e refê-lo.

O local escolhido para a execução do mural não foi um acaso, pois Periko trabalhou na construção da Ponte de Rontegi. E continuou a fazê-lo mesmo depois de já ser deputado ao Parlamento espanhol, eleito pelo Herri Batasuna, recebendo o salário de operário da construção e não o de deputado. / Ver: herrikolore.org

«O mural de Periko Solabarria teve de ser restaurado» [Reportagem de Tele7Radio7]O mural de Periko Solabarria teve de ser restaurado. No domingo passam três anos sobre a sua morte. Neste período, o mural foi atacado várias vezes. Foi inaugurado este sábado, na Ponte de Rontegi, em cuja construção Periko trabalhou, já sendo deputado, pelo Herri Batasuna.

«La influencia soviética en el surgimiento del Derecho Internacional humanitario»

[De Juan Manuel Olarieta] La derrota del fascismo en la Segunda Guerra Mundial fue uno de los mayores y más trascendentales impulsos que la humanidad ha logrado a lo largo de su historia, no sólo por el fortalecimiento de un poderoso bloque de países socialistas, sino también por el desarrollo de las organizaciones revolucionarias y de clase dentro de los propios países capitalistas.
[...]
A partir de 1945, por influencia soviética, el capitalismo entró en una contradicción; sin alterar para nada su naturaleza clasista, tuvo que admitir la penetración de nuevos principios jurídico-formales que ya no eran los mismos de la Revolución Francesa. No protegían al individuo frente al Estado sino a los explotados de los explotadores, a los oprimidos de los opresores y al débil frente al fuerte.

Aquellos principios tenían un indudable carácter de clase y se extendieron por todos los ordenamientos jurídicos de los países capitalistas. Es el caso del Derecho Laboral y la prevalencia en su seno de la clúsula más beneficiosa para el trabajador, que en España determina el art. 3.1.c del Estatuto de los Trabajadores de 1979.
[...]
La lucha contra la discriminación racial no ha ido más allá de los repertorios legales, es decir, del papel y la letra muerta porque queda la otra parte de la ecuación: acabar con las raíces del racismo, que están en el capitalismo, el imperialismo, el colonialismo y el fascismo.

El movimiento obrero es el baluarte decisivo en la lucha contra todas las formas de opresión nacional, racial, religiosa y sexual. / VER: movimiento político de resistencia

«El Gobierno de Syriza sigue privatizando para cumplir con los acreedores»

El Fondo de Privatizaciones Griego (HRADF) prevé alcanzar este 2018 el objetivo de ingresos acordado entre el Gobierno y las instituciones acreedoras fijado en 2017, que se traduce en dos mil millones de euros (2.3 millones dólares). De concretarse esta meta será la primera vez, desde su creación en 2011, que el fondo logra su objetivo fiscal anual. Eso sí a costa de echar a sufrir al pueblo.
[...]
Los objetivos se logran a cambio de las ventas, recortes y privatizaciones establecidas por el HRADF, que a principios de año inició la venta del cinco por ciento del capital de la compañía de telecomunicaciones OTE, por 284 millones de euros (329 millones de dólares), así como el 67 por ciento del capital de la Autoridad Portuaria de Salónica (THPA), por 231.9 millones de euros (267.6 millones de dólares). (insurgente.org)

Ver tb.: «Germany makes €3 billion from Greece's financial crisis» (RT)

Apresentação na Bolívia de obra com textos inéditos de Marx [vídeo]

Apresentação, em La Paz (Bolívia), da obra Comunidad, nacionalismos y capital. Textos inéditos. Marx. 200 años, da Vice-presidência da Bolívia. Participam o marxista argentino Néstor Kohan e o vice-presidente boliviano, Álvaro García Linera.

Apresentação no Banco Central da Bolívia, em La Paz Ver: lahaine.org

sexta-feira, 22 de junho de 2018

«Recordar y honrar la lucha y la solidaridad antifascista»

[De Martxelo Alvarez, Ahaztuak 1936-1977] Durante el mes de Junio de 1937, hace ahora 81años, en el paraje situado entre Basagune y el caserio Bolumburu, en el municipio de Larrabetzu, un contingente de milicianos asturianos defendian los alrededores de este pueblo. Tras la ruptura del frente por las tropas franquistas y realizar un ataque sobre esta zona un número indeterminado de estos milicianos fueron sorprendidos y muertos en este lugar, siendo despues enterrados utilizando para ello una o varias de las trincheras que aqui habia.
[...]
Ahora, seis despues y cuando va a cumplirse el 81 aniversario de aquellos hechos, desde Ahaztuak 1936-1977, con la colaboración de la plataforma «Larrabetzu 1937» hemos organizado una Jornada de Memoria que tendrá lugar el próximo domingo 24 de Junio y que tendrá como eje al igual que en ediciones anterirores el recordar y honrar la lucha y la solidaridad antifascista de los milicianos asturianos caidos en este lugar o en otros como Peña Lemona, Saibigain, Sollube, Artxanda, Irún…. y por extensión la de tantos milicianos de otros lugares caidos tambien en suelo vasco subrayando además la solidaridad internacionalista y antifascista como algo recíproco, de ida y vuelta, y por ello este homenaje hablará de los ideales y la solidaridad antifascista de estos hombres y mujeres que aqui murieron pero tambien de la misma solidaridad e ideales de tantos vascos como murieron combatiendo al fascismo en tierras asturianas: del comandante Saseta, de los gudaris y milicianos que murieron y están enterrados en Areces, en la batalla del Mazucu, en Lena, en Grado… o en tantos otros sitios. (BorrokaGaraiaDa)

«Nicaragua: hilos del complot»

[De Fernando Arias Fernández] En el 2016 o quizá antes, desde Miami volvieron a escucharse amenazas de guerra contra Nicaragua, cuando las calles de las ciudades de esa nación eran ejemplo regional de seguridad, paz y prosperidad, donde un pueblo muy laborioso y pacífico mostraba orgulloso los avances socioeconómicos de los últimos años de gobierno sandinista, que había logrado la concordia nacional después de los peores experimentos bélicos de EE. UU. en Centroamérica.
[...]
Nicaragua ha vuelto al epicentro de la maquinaria guerrerista de EE. UU. de la mano de los congresistas anticubanos, otros mafiosos y veteranos halcones. Washington trata de reeditar su estrategia a costa de más muertos y destrucción en las calles de Nicaragua. (CubaDebate)

Ataques dos EUA continuam a matar civis em Deir ez-Zor

Pelo menos oito civis foram mortos, esta quinta-feira, na sequência de um ataque aéreo da aliança militar liderada pelos EUA sobre a aldeia de al-Shaafa, na província síria de Deir ez-Zor.

O bombardeamento da chamada «coligação internacional» provocou pelo menos oito vítimas mortais e diversos feridos entre a população de al-Shaafa, para além de elevados danos materiais em imóveis e outras infra-estruturas, informa a agência SANA com base em fontes locais.

Alegando estar a atacar posições do Daesh, a coligação liderada pelos norte-americanos opera na Síria desde Setembro de 2014, sem autorização do governo de Damasco ou um mandato das Nações Unidas. Esta aliança militar tem sido sistematicamente acusada de atingir a população civil e de não cumprir o objectivo que sempre disse perseguir: destruir o Daesh. (Abril)

Hutis contra-atacam em Hudaydah e afirmam ter aeroporto em seu poder

De acordo com a Al-Masdar News, as tropas hutis lançaram uma grande contra-ofensiva, esta quinta-feira, na província de Hudaydah, recuperando várias áreas cujo controlo tinham perdido para as milícias apoiadas pelos Emirados Árabes Unidos (EAU) e pela Árabia Saudita, no contexto da ofensiva que estes lançaram contra Hudaydah há dez dias.

Entretanto, ontem de manhã, militares do Exército do Iémen e do Movimento Ansarullah afirmaram que ainda controlam o aeroporto de Hudaydah, uma cidade estratégica localizada à beira do Mar Vermelho, por onde passa mais de 70% das importações do Iémen e principal via de entrada da ajuda humanitária que chega a um país que há mais de três anos é alvo de uma guerra de agressão, com o apoio do Ocidente, nomeadamente dos EUA, do Reino Unido e da França. (Abril)

quinta-feira, 21 de junho de 2018

Audiência de Nafarroa decreta liberdade condicional para «La Manada»

A Audiência de Nafarroa aceitou o pedido feito pela defesa dos cinco membros de «La Manada» e decretou a sua liberdade condicional, depois de pagarem uma fiança de 6000 euros.

Em Abril deste ano, os cinco homens foram condenados a nove anos de cadeia por terem violado em grupo uma mulher em Iruñea, nos Sanferminak de 2016 – penas muito inferiores aos 20 anos pedidos pelo Ministério Público e aos 22 pedidos pela acusação particular.

Hoje, a Audiência de Nafarroa considerou «boa» a argumentação da defesa dos cinco violadores, que foram condenados por «abuso sexual» e não por «agressão» ou «violação». De acordo com o tribunal, não existe «risco de fuga», nem de «repitação do crime».

Assim, José Ángel Prenda, Ángel Boza, Jesús Escudero, Antonio Manuel Guerrero e Alfonso Jesús Cabezuelo podem ir à sua vida, com dois anos de pena cumprida e os 6000 euros de fiança pagos. Têm ainda de comparecer periodicamente em tribunal e ficam impedidos de sair do Estado espanhol.

Movimentos de defesa dos direitos das mulheres, que expressaram profunda indignação pela pena aplicada aos homens e pela consideração do crime cometido como «abuso» (recorde-se que um juiz pedia a absolvição dos membros de «La Manada»), convocam mobilizações para esta tarde na capital navarra, em Bilbo, Donostia e Gasteiz.

Espera-se que, nos próximos dias, haja mobilizações também fora do País Basco. / Ver: argia.eus e agências

UAE officers sexually torture Yemeni prisoners: Report

Hundreds of detainees have suffered torture and sexual abuse by the Emirati officers at the jails Abu Dhabi runs in war-torn Yemen, a report reveals.

Citing victims and witnesses, the Associated Press reported Wednesday that the detainees, who are held without charges, have been sodomized, raped, probed and stripped down in at least five prisons. (PressTV)

«Tudo isto é bola…»

[De Ângelo Alves] Uma das rubricas televisivas sobre o campeonato intitula-se «Ronaldo no país dos sovietes». O inefável José Milhazes e uma jornalista de origem ucraniana brindam-nos com alarvidades como a ideia de que, à partida, os russos são desconfiados e não gostam de estrangeiros, que os oficiais de polícia nas fronteiras russas são «carrancudos», e que se forem hospitaleiros é porque receberam «ordens de cima» para o fingir ser, aliás «como sempre na Rússia». Não falta a chamada de atenção para nunca, em caso algum, se discutir política com russos, «sobretudo se for para discordar da invasão da Crimeia ou da intervenção militar russa na Síria». A justificação para tais atoardas, é que na Rússia -, «país de Lenine e Putin» - «a propaganda antiocidental volta a atingir os níveis alcançados na época soviética».

Ou seja, com um ar desprendido e cândido, e sempre a «falar de futebol», coloca-se no ar, para milhões, mensagens de propaganda política e ideológica, que, alimentando a ideia do «perigo russo», replicam, décadas depois, o mesmo ódio e xenofobia que noutros momentos foi desferido contra a União Soviética. Mas lá está… os senhores estão só a falar de futebol, não de política… é como nós, com este artigo, tudo isto é bola. (avante.pt)

Tiroteios no Rio aumentam 36% após a militarização

O último relatório do Observatório da Intervenção – decretada há quatro meses pelo presidente golpista – revela que, desde 16 de Fevereiro, foram registadas 3210 trocas de tiros no estado fluminense.

O Observatório da Intervenção critica as incursões pelos «efeitos negativos» que geram e pela falta de eficácia. Acrescenta que, para «desarticular redes criminosas», é necessário investir em «investigação baseada em inteligência», e defende que, para «melhorar a segurança pública», são necessárias «medidas estruturantes». «A intervenção prometeu tudo isso. Mas só está entregando operações, tiroteios e mais mortos em confrontos, inclusive policiais», critica. (Abril)

quarta-feira, 20 de junho de 2018

Mural dedicado a Periko Solabarria será reinaugurado este sábado

No próximo dia 23, pelo meio-dia, será reinagurado, em Barakaldo (Bizkaia), o mural dedicado a Periko Solabarria.

O histórico militante abertzale e operário faleceu há três anos, a 24 de Junho de 2015. Nesse ano, um grupo de pessoas realizou um mural em sua homenagem na Ponte de Rontegi, em cuja construção Periko trabalhou, que já foi vandalizado pelo menos duas vezes.

O local tornou-se um ponto de encontro para evocar a figura do ex-sacerdote, operário e activista político, para reivindicar o exemplo da sua militância, lembrando as lutas operárias da comarca da Margem Esquerda (Ezkerraldea) e da Zona Mineira (Meatzaldea).

«Cuba, 15M, movilización feminista, Catalunya, nuevo gobierno, Venezuela…. conversando con la militante comunista Nines Maestro»

[Entrevista de insurgente.org a Ángeles Maestro, electa Concejala por el PCE en Talavera de la Reina en 1979, diputada por IU de 1989 a 1996 y luego militante de la organización comunista Red Roja. Su presencia en luchas sociales y políticas a lo largo y ancho del Estado hacen importantes las opiniones sobre la actualidad política.]

Cambio de Gobierno. ¿Qué hay de nuevo bajo el sol?
Como cada vez que se ha producido un cambio de gobierno del PP al PSOE y viceversa, cada dos legislaturas desde 1996, un gran respiro para la gran mayoría. El mismo que cambió al PSOE de Felipe González achicharrado por la corrupción, las privatizaciones, las reformas laborales y el GAL, por el PP de Aznar. La misma satisfacción sentida al sustituir al Aznar de la guerra, de las privatizaciones y de las políticas antisociales por el mirlo blanco de Zapatero; un Zapatero que salió vituperado por su reformas laborales y de las pensiones, por el cambio Constitucional del 135 y el sometimiento a la UE y por los recortes sociales. Después llegó Rajoy y aunque parecía imposible, todo empeoró y, sobre todo, la represión se exacerbó. La Brunete del 155 (PSOE incluido), a pesar del impagable – o no – muro de contención de la movilización popular de solidaridad en el resto del Estado alzado por Podemos e IU y sus Comunes, junto a la corrupción del PP y de la Casa Real, empezaban a apestar, sobre todo en Europa.

Pero no es el vaivén del péndulo. La crisis actúa y la movilización popular también y la debilidad parlamentaria es cada vez mayor. / Ver: Resumen Latinoamericano

«Separating children from their families is nothing new, US has been doing it for decades»

[De Darius Shahtahmasebi] This is not a violent policy that pertains only to the Trump administration. Altogether, the United States has killed some four million Muslims since it began its overt wars in the Middle East in the early 1990s. That’s over four million Muslims who will never see their loved ones again. I hate to break it to you, but unseating Donald Trump and replacing him with someone else is not going to save the United States government from committing human-rights abuses.
[...]
But what I do know, is that this same Hillary Clinton was responsible for putting two million Libyan children out of school when she lobbied instrumentally for the overthrow of the Gaddafi leadership in Libya in 2011. If I remember correctly, she laughed hysterically after Libyan leader Muammar Gaddafi was killed in the streets of Sirte (some reports state he was raped by a bayonet). (RT)

Ver tb: «Pesadilla imperial apta para niños inmigrantes» (misionverdad.com)
[De Misión Verdad] La morbosidad económica de Gringolandia no tiene freno. Y cuando la élite imperial presiona aún más el acelerador, la tanqueta pasa por encima de los inmigrantes que saltan el charco hacia la pesadilla estadounidense. [Março de 2015]

Oliba Gorriak - «Ogi gogorrari, hagin zorrotza!»

Tema do álbum homónimo. A banda é de Markina-Xemein (Bizkaia).

terça-feira, 19 de junho de 2018

Concentração em Portugalete: «Porque são gudaris, amnistia total!»

O Movimento pró-Amnistia e contra a Repressão da comarca biscainha de Ezkerraldea agendou para dia 1 de Julho, às 13h00, uma concentração frente à Câmara Municipal de Portugalete sob o lema «Gudariak direlako, amnistia osoa!».
Com este mesmo lema - ou aproximado -, nas últimas semanas têm sido afixadas faixas e realizadas concentrações em vários pontos de Euskal Herria, como Iruñea (Nafarroa), Mungia, Bilbo ou Arrigorriaga (Bizkaia).

«En el frente al oeste de Donetsk»

La situación en el frente al oeste de Donetsk fluctúa constantemente, como un péndulo. Actualmente, la situación es relativamente tranquila, pero «no durará mucho», explica Dmitry Gau, jefe de prensa del batallón Vityaz, unidad especial del Ministerio de Transporte de la República Popular de Donetsk. Pocas horas antes de nuestra llegada, la zona fue sometida a un intenso fuego de mortero. Desde diciembre del año pasado, Vityaz soporta, en este lugar, la línea de defensa de la RPD, con lo que se ha convertido en uno de los regimientos más importantes para el Ministerio de Defensa de Donetsk. (slavyangrad.es)

Sauditas bombardeiam sem parar aeroporto de Hudaydah

De acordo com canal em língua árabe Al-Masirah, os sauditas têm estado a bombardear intensamente as zonas ocidental e norte do aeroporto de Hudaydah. Esta cidade iemenita, localizada junto ao Mar Vermelho, encontra-se em poder do movimento Huti Ansarullah desde 2014 e, segundo a TV referida, as suas tropas ainda se mantêm firmes na defesa das instalações aeroportuárias.

Hudaydah, com cerca de 600 mil habitantes, é considerada uma cidade estratégica, na medida em que por ela passam mais de 70% das importações do país árabe e o seu porto é a principal via de entrada de ajuda humanitária no Iémen.

Por isso, quando, há sete dias, as milícias leais ao antigo presidente Abd Rabbuh Mansur Hadi, apoiadas pela aviação saudita e, no terreno, por tropas sudanesas e dos Emirados Árabes Unidos (EAU), lançaram uma ofensiva sobre Hudaydah, as Nações Unidas deram o alerta: não só os ataques podiam provocar mais de 250 mil mortos entre os residentes na cidade, como a crise humanitária no Iémen, considerada a mais grave do mundo pela ONU, se poderia agravar.

De acordo com Al-Masdar News, os ataques incessantes dos sauditas provocaram enormes danos no aeroporto, mas as tropas hutis continuam a resistir. No entanto, refere a mesma fonte, as milícias iemenitas apoiadas pelos EAU conseguiram avançar noutros pontos do distrito de Hudaydah.

A Reuters e a agência WAM (dos EAU) informam que estas milícias conseguiram entrar, hoje, no aeroporto, após duros combates com as forças do movimento Ansarullah. No entanto, a informação é desmentida por estes últimos, que afirmam ter repelido os ataques e infligido pesadas baixas entre as tropas inimigas, segundo refere a PressTV. (Abril)

«El vuelo del fénix» [livro sobre «O Capital»]

Subtítulo: El Capital: Lecturas críticas a 150 años de su publicación

Roger Landa (coordenador), David Alvarado e Manuel Azuaje Reverón (editores)

Com artigos de: Pablo González Casanova. Miguel Ángel Contreras Natera. José G. Gandarilla Salgado. Juan José Bautista Segales. Isabel Monal. Claudio Katz. Itsván Mészáros. Enrique Dussel. Jorge Veraza Urtuzuástegui. Roger Landa. Américo Alvarado. Renán Vega Cantor. Franz Hinkelammert. Marta Harnecker. Thierno Diop. Carlos Fernández Liria. Néstor Kohan.

Buenos Aires, Red de intelectuales y artistas en defensa de la humanidad / CLACSO, Junho de 2018

«A doscientos años del nacimiento de Karl Marx, su obra y su nombre permanecen como una marca indeleble que acompaña las luchas de todos los pueblos oprimidos y explotados del mundo. Como creación heroica, dejamos en manos de los luchadores y las luchadoras por un mundo más justo una herramienta que reivindica un Marx nuestro, propio, de quienes estamos construyendo el porvenir de una nueva civilización.» [Excerto da introdução]

Aceder à obra aqui. / Mais info: lahaine.org

segunda-feira, 18 de junho de 2018

Processo 3/2009: a tortura como prova de acusação

Iñigo Gulina e Jose Javier Osés, jovens de Burlata (Nafarroa), serão julgados na Audiência Nacional espanhola, acusados de praticar acções de kale borroka em Nafarroa há mais de 11 anos. Incorrem em penas de 18 e 23 anos de prisão. A principal prova de acusação contra eles são os depoimentos incriminatórios que realizaram enquanto permaneceram incomunicáveis. Todos os jovens detidos naquela operação - seis habitantes de Burlata - afirmaram ter sido torturados.


«Sumario 3/2009: La tortura como prueba de cargo»Estes jovens foram presos em 2007 numa operação policial conjunta da Guarda Civil e da Polícia espanhola, na qual foram presas mais quatro pessoas. Todos afirmaram ter sido torturados para lhes arrancarem depoimentos incriminatórios contra si mesmos e contra terceiros. Passaram um ano na cadeia e foram libertados, ficando a aguardar julgamento.

Em 2013, realizou-se o julgamento, mas três dos arguidos (Iñigo Gulina, Jose Javier Osés e David Urdin) não compareceram. Osés foi preso algum tempo mais tarde em França e, acusado de pertencer à ETA, foi condenado a oito anos de cadeia. Depois de cumprida a pena, foi expulso para o Estado espanhol, encontrando-se na cadeia de Soria. Gulina está actualmente na prisão de Jaén. Foi preso o ano passado em Berlim, onde residia e trabalhava.

Ambos serão julgados em Julho na AN espanhola, e em Burlata está a ser preparada uma campanha de denúncia cujo ponto alto será a manifestação marcada para dia 1 de Julho. / Ver: ahotsa.info

Mikel Laboa - «Denak ala inor ez»

Poema de Bertolt Brecht musicado e cantado por Mikel Laboa. Letra e tradução para castelhano em ehu.eus.

«Denak ala inor ez, dena ala ezer ez. / Bakarka ezin da / fusilak ala kateak / denak ala inor ez, dena ala ezer ez.»

Israel prolonga detenção de Khalida Jarrar pela terceira vez consecutiva

A renovação da detenção administrativa de Jarrar, uma das figuras políticas palestinianas que mais se têm destacado na crítica à ocupação israelita e na condenação das atrocidades cometidas contra os palestinianos, ocorre duas semanas antes da data em que deveria ser libertada, informa a agência Ma'an.

Em comunicado, a FPLP declarou que a renovação da detenção de Khalida Jarrar «é uma tentativa de reprimir os líderes revolucionários que podem alterar o curso dos acontecimentos na Palestina ocupada, especialmente no que respeita aos ataques da ocupação na Margem Ocidental, ao cerco e imposição de sanções à Faixa de Gaza, e às tentativas de impor o chamado "acordo do século"».

Sublinhou, no entanto, que a «detenção continuada de Khalida Jarrar não irá vergar a sua vontade», fazendo «apenas aumentar a sua determinação e o seu compromisso com a libertação nacional da Palestina». (Abril)

Novo ataque da «coligação internacional» contra militares sírios e aliados

Tendo por base fontes militares, a agência SANA revela que o ataque da aliança militar encabeçada pelos EUA teve como alvo uma posição do Exército Árabe Sírio na localidade de Al-Hiri, a sudeste de Al-Bukamal (província de Deir ez-Zor), provocando um número incerto de mortos e de feridos.

Por seu lado, um tenente do Exército sírio disse à Prensa Latina que «drones norte-americanos bombardearam posições conjuntas do Exército sírio e dos seus aliados iraquianos ao longo da fronteira entre a Síria e o Iraque, entre Al-Bukamal e Al-Tanf».

De acordo com o oficial, na acção militar que teve lugar a sul de Al-Bukamal, cerca de 150 quilómetros a sudeste de Deir ez-Zor, morreram iraquianos membros da Brigada dos Justos e da Brigada do Imã Ali.

O militar disse à Prensa Latina que estas forças tinham como missão «proteger a fronteira entre a Síria e o Iraque», bem como «combater os focos resistentes» do Daesh – grupo terrorista também conhecido como Estado Islâmico – na região.

Não pôs de lado a hipótese de que «um dos objectivos do ataque seja facilitar a transferência dos terroristas do Daesh da base norte-americana de Al-Tanf para determinadas áreas no deserto, de modo a abrir novas frentes de combate contra o Exército sírio». (Abril)

domingo, 17 de junho de 2018

Mais de 1600 em Baiona por Haranburu, Esnal e os irmãos Parot

Sob o lema «Egun bat gehiagorik ez» [Nem mais um dia], mais de 1600 pessoas manifestaram-se este sábado em Baiona (Lapurdi), para exigir a libertação imediata de Xistor Haranburu, Jakes Esnal, Ion Kepa e Unai Parot, que estão há 28 anos na prisão.

À frente da mobilização seguiam pancartas que figuravam os rostos dos presos políticos bascos e carros com cartazes que indicavam os quilómetros que a família de cada preso teve de percorrer nestes 28 anos para os visitar, acrescentando-se o número de voltas ao mundo que cada família já deu.

Alde hemendik! Vão-se embora!

2017ko otsailaren 17an Algortako Portu Zaharrean egindako murala.
Mural realizado a 17 de Fevereiro de 2017 no Porto Velho de Algorta (Getxo, Bizkaia).

Algortatik hanka!Indar okupatzaileak Euskal Herritik kanpora! Forças de ocupação fora de Euskal Herria!

Entrevista a um soldado sírio «caçador» dos ISIS Hunters

[Entrevista de Laura G. a um soldado do Exército sírio membro dos ISIS Hunters, unidade de elite criada pelas forças especiais russas para combater o Daesh, também conhecido como Estado Islâmico] Sin embargo, para Jamel, la guerra no es épica si no triste. En la guerra no hay superhéroes; solo se escuchan gritos y disparos, y en medio de todo eso, están los soldados.

«No te imaginas lo traumática y dura que es esta guerra, sobre todo al principio, porque tienes que matar por primera vez, ves como matan a tus seres queridos. Yo ahora me veo en el frente teniendo que vengar a mi mejor amigo. Cualquier error puede costarme la vida. No vale tener miedo hay que luchar», explica Jamel, que de la noche a la mañana tuvo que coger las armas. A pesar de la situación, no pierde la moral. «Vamos a reconstruir Siria incluso si todos los países se ponen en contra nuestra, somos jóvenes y puede que no regresemos pero no nos importa perder la vida con tal de vengar a nuestros seres queridos». / Ler: descifrandolaguerra.es

«Nicaragua: un caso de Guerra No Convencional dirigida por el imperialismo»

En este panorama político el golpe blando se ejecuta a través de una unión concatenada de poderes políticos fácticos y capitales transnacionales, laboratorios de guerra, organizaciones como la USAID y la NED, que funcionan como el brazo financiero de la CIA. Y su contraparte interna, como son los partidos de derecha, las oligarquías locales y ONG financiadas desde afuera por la USAID y la NED, grupos dirigidos tácticamente por los laboratorios de guerra y la CIA, en complicidad con los partidos de derecha, en algunos casos la jerarquía católica y las oligarquías nacionales.

El golpe suave en sí, es un catálogo de acciones políticas para generar una nueva organización del poder dentro de una lógica y un tipo de democracia a la justa medida del imperio, una democracia de las élites donde el pueblo y su autodeterminación tienen un peso nulo. Una serie de tácticas sin ética-política, de carácter manipulatorio con instrumentos económicos de desestabilización, culturales de carácter mediático, para-políticos (al margen de la política formal), paramilitares (fuera de los cauces legales del monopolio de la fuerza y la constitución). / Ver: movimiento político de resistencia