quarta-feira, 11 de dezembro de 2019

Iruñerria a uma só voz contra as casas de apostas

Ontem, na Plazara!, juntaram-se todas as plataformas de Iruñerria [Comarca de Pamplona] contra as casas de apostas, para fazer frente ao aumento deste fenómeno. Nas últimas semanas e meses, associações dos bairros de Iruñerria organizaram-se para manifestar a sua oposição a este negócio e exigir o encerramento dos espaços.

Apelam à participação numa mobilização que agendaram para 8 de Fevereiro e solicitam às diversas instituições o seu envolvimento.Ver: ahotsa.info via lahaine.org

Mais info: «Iruñerriko apustu etxeen aurkako plataformen koordinadora sortu dute» (gedar.eus)

Trabalhadores da Elecnor em Araba iniciaram greve por tempo indeterminado

Depois de terem realizado cinco dias de greve, os trabalhadores alaveses da Elecnor Comunicaciones – empresa que se dedica à instalação de equipamentos da Telefónica – entraram em greve, dia 9, por tempo indetermiando, em defesa de um acordo de empresa «digno».

Na semana passada, a empresa entregou em mão a cada trabalhador um escrito tentando dissuadi-los de fazer greve. «Desde que foi lançado o aviso de greve, há umas semanas, este foi o único passo dado pela empresa», e «de novo ficaram patentes as mentiras e os enganos», denuncia numa nota o sindicato LAB.

A empresa alega «razões económicas» para não pagar horas extra, congelar salários e impor discriminações, e «não levar a cabo melhorias que dignifiquem as condições [laborais] dos trabalhadores, mas esconde que, só em 2018, distribuiu entre os seus amigos 28 milhões de euros», denuncia o sindicato.

Neste sentido, os trabalhadores vão continuar em greve e a concentrar-se de manhã e ao meio-dia até que a empresa responda às suas reivindicações. / Ver: lab.eus / Mais info: gedar.eus

«A longa história do apoio do New York Times a golpes promovidos pelos EUA»

[De Alan MacLeod] O New York Times é um exemplo emblemático do papel dos grandes media na ofensiva do imperialismo norte-americano contra os povos. Este artigo apresenta um breve historial desse contributo ao longo das últimas seis décadas. O padrão é de tal forma sistemático que os termos usados para justificar o golpe de 1953 no Irão são no essencial os mesmos para justificar o recente golpe na Bolívia. (odiario.info) [em inglês: «The New York Times’ Long History of Endorsing US-Backed Coups» (globalresearch.ca)]

«Os tubarões não são vegetarianos»

[De Manuel Augusto Araújo] Brecht afirmou-o com clareza, «o fascismo é a verdadeira face do capitalismo». Como fascista é, nos nossos dias, um termo pejorativo, não têm a coragem de se apresentarem como fascistas e os regimes fascistas são objecto de branqueamento.
[…]
O liberalismo só tem aumentado o fosso entre ricos e pobres. Vende a ideia que a liberdade do mercado seria mais igualitária quando não há nada mais desigual do que o tratamento igual entre desiguais.
[…]
Há que sempre relembrar a assertiva afirmação de um personagem do filme de João César Monteiro, Le Bassin de John Wayne: «hoje os novos fascistas se apresentam como democratas». Nos oceanos das democracias, como nos outros, todos bem sabemos que não há tubarões vegetarianos (Abril)

terça-feira, 10 de dezembro de 2019

«El grupo de sabios del derecho a decidir»

[De Borroka Garaia] El caso es que la autodeterminación de Euskal Herria no la va traer ningún parlamento autonómico, ni ningún estatuto, ni ningún partido, ni patéticos expertos encerrados y escondidos en cuatro paredes sino la organización popular vasca abiertamente a través de la ruptura con la legalidad, no por capricho sino porque derechos de la clase trabajadora vasca como la autodeterminación no son solo negados e ilegales por el estado español sino por toda la gentuza autonomista tan experta en caer siempre de pie. Empezar a dotarnos de instituciones obreras propias estructurando el poder nacional de clase será un gran paso. Pues solo la clase trabajadora vasca puede llegar a ser capaz de conseguir grandes objetivos. (BorrokaGaraiaDa)

Greve geral paralisou Hebron contra o plano israelita de um novo colonato

A paralisação foi acompanhada por protestos, sobretudo na zona de Bab al-Zawiya, que as forças israelitas reprimiram com gás lacrimogéneo. Como consequência, dezenas de pessoas sofreram os efeitos da inalação do gás.

A greve surgiu na sequência da aprovação a 1 de Dezembro último, pelo ministro israelita da Defesa, Naftali Bennett, de um novo colonato em Hebron (Al-Khalil), com a construção de 70 apartamentos, que poderiam duplicar a população de colonos israelitas na cidade. (Abril)

Sexto dia de greves em França, com mais mobilizações contra a reforma das pensões

Numa nota, a Confederação Geral do Trabalho (CGT) reiterou a oposição ao projecto da reforma que «conduzirá à diminuição do valor das pensões», tendo afirmado que se trata de um «presente às seguradoras privadas», das quais o autor da reforma, Jean-Paul Delevoye, é «próximo».

A central sindical lembra que Delevoye foi obrigado a demitir-se do cargo de administrador de um instituto de formação de seguradores, depois de terem sido reveladas as suas ligações ao meio das seguradoras, que ele se terá «esquecido de declarar». (Abril)

«Sobre o direito das nações à autodeterminação» (Lénine)

Na edição n.º 230 do programa «Escuela de Cuadros», aborda-se o texto de Lénine, «Sobre o Direito das Nações à Autodeterminação» (1914).

O jornalista e professor Eduardo Rothe dá uma ajuda.

«El derecho de las naciones a la autodeterminanción» (Escuela de Cuadros)Texto acessível aqui: marxists.org.

segunda-feira, 9 de dezembro de 2019

«La clandestinitat és una sensació molt gran de llibertat»

[Entrevista de Directa a Marina Bernadó, ex-militante da ETA] Pel que sembla, has continuat militant tot i estar privada de llibertat.
I tant. Nosaltres teníem la força del nostre col·lectiu, les comunicacions i les visites eren reivindicacions importants per les quals hem lluitat. Ningú et reconeix el teu estatus especial en l’àmbit administratiu, malgrat que a nosaltres ens parlaven de preses polítiques perquè estàvem organitzades. Teníem una portaveu a cada centre, assemblees setmanals, batallàvem qüestions de supervivència diària i he tingut experiències de lluita molt maques dins la presó. Ens hem coordinat entorn de la fi de la dispersió i de les mesures excepcionals que se’ns aplica pel fet de ser militants basques.

Aquestes lluites no us comportaven més repressió?
Les sancions van des del parte, passant pel confinament, fins a les cel·les de càstig, a banda de tots els altres xantatges que utilitzen contra les preses socials, com per exemple la retirada de permisos de sortida i visites. Amb la nostra estratègia donàvem la volta a les eines repressives i les bloquejàvem, en un estira-i-arronsa que feia que la institució penitenciària s’ho pensés més per implantar noves mesures. El xantatge no ens afectava perquè no demanàvem ni condicionals ni permisos… I fins i tot les eines que tenen per fer més por les utilitzàvem per plantar-nos: no ens enviaven a les cel·les de càstig sinó que les ocupàvem i no podien castigar ningú més fins a atendre les nostres demandes. (directa.cat)

«En Galiza hay pres@s politic@s y quienes defienden sus derechos estan en el punto de mira de la AN»

[Entrevista de Andoni Baserrigorri a Iria, membro da Ceivar] Ceivar es una organización independentista y anti-represiva de Galiza. Trabajamos la solidaridad con las personas que son represaliadas por su militancia en el independentismo, pero también hacemos extensible esa solidaridad a otras personas que sin ser independentistas sean represaliadas por sus ideas políticas.
[...]
También hacemos trabajo de formación, tenemos un libreto explicativo sobre cuestiones de seguridad para la militancia, hacemos cursos sobre seguridad informática, cuando se aprobó la Ley Mordaza y la Reforma del Código Penal, dimos charlas con abogados para informar de esos cambios… (lahaine.org)

«A "Cruzada das crianças" de Greta aponta à privatização da natureza»

[De Nazanín Armanian] Enquanto prossegue a grande movimentação (e encenação) "ambientalista" global cujo rosto mais visível é uma criança, importa observar que entidades e interesses a impulsionam, que objectivos procura atingir, e também a razão de procurar centrar-se na mobilização de adolescentes e crianças, a «Geração Z».
Duas coisas estão claras: não há um único problema global que não tenha no capitalismo um factor fundamental de agravamento, e não é nos termos do capitalismo que algum desses problemas terá solução. (odiario.info)

Evo Morales critica governo golpista por pedir «ajuda» a Israel

Morales rejeitou este domingo a decisão do governo golpista de Áñez de pedir apoio a Israel no «combate à esquerda». Na Argentina, foi apresentada uma queixa contra Áñez e Camacho por «crimes contra a humanidade».

A queixa «nasce de conclusões e provas contundentes» que revelam casos de assassinatos, perpetrados por agentes militares e policiais, de manifestantes que rejeitavam o golpe de Estado contra o presidente constitucional, Evo Morales, informa a mesma fonte. De acordo com os queixosos, a repressão golpista na Bolívia provocou a morte a 38 pessoas e cerca de 1200 presos. (Abril)

domingo, 8 de dezembro de 2019

Centenas manifestaram-se em Durango a favor da amnistia

[Excerto do comunicado lido pelo MpA, traduzido para castelhano] Un pueblo en lucha no muere si es que esa lucha es verdadera. También lucha esa clase trabajadora que quiere ser dueña de sus derechos. Es verdad que la lucha es dura, tanto como beneficiosa y satisfactoria.

Por luchar, nuestro pueblo a conocido a miles de presxs, deportadxs, refugiadxs, torruradxs y militantes políticxs asesinadxs. La violencia del opresor no tiene compasión con quien se rebela contra su dictadura. Pero sin lucha no hay libertad, sin lucha no hay logros, sin lucha no hay Euskal Herria, sin lucha no hay derechos. / Ler na íntegra em amnistiAskatasuna

Ver tb.: «Manifestación ayer en Durango por la Amnistia» (lahaine.org)
Convocados por el Movimiento contra la represión y por la Amnistia, varios cientos de personas recorriero el centro de Durango en el contexto de la Feria del libro y del disco vasco [Durangoko Azoka], al cual acuden cada año miles de personas.

«Entrevista a Manuel Pérez Martínez ‘Camarada Arenas’ (y 2)»

[De El Otro País] Yo no hablaría de «rebrote» del fascismo en España, porque estaría reconociendo que vivimos en un Estado democrático y esto no sucede ni por asomo. Ante todo hemos de tener en cuenta que la dictadura terrorista abierta del capitalismo financiero se ha mantenido aquí durante cuarenta años.
[…]
tengo muchas esperanzas en la nueva generación de jóvenes comunistas. Lo digo sin ninguna arrogancia. Podemos dar por seguro que los jóvenes camaradas que nos sucederán sabrán hacer su trabajo político, ideológico y de organización entre los obreros y otros muchos trabajadores, mejor que supimos hacerlo nosotros, los hoy ya viejos. (insurgente.org)

«Cimeira das Lajes, segunda temporada»

[De José Goulão] Já é degradante para o prestígio interno e internacional de um país acolher na sua capital uma reunião conspirativa de dois sociopatas mundiais como são o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, e o secretário de Estado norte-americano da Administração Trump, Michael Pompeo. O facto de o primeiro-ministro, António Costa, receber ambos os fora-de-lei transforma o caso numa situação trágica, porque expõe directamente o país às consequências do previsível agravamento da instabilidade global decorrente destes encontros. Afinal o espírito belicista da Cimeira das Lajes – que afundou o Médio Oriente na crise de guerras sucessivas em que se encontra – continua bem vivo nos governantes portugueses. Depois de Barroso, cabe aos socialistas interpretar a segunda temporada. (Abril)

Los golpistas piden ayuda a los israelíes para eliminar a la izquierda boliviana

El ministro del Interior del gobierno de facto de Bolivia, Arturo Murillo, pidió apoyo al régimen israelí para combatir el «terrorismo» en el país suramericano.

«Los hemos invitado a ayudarnos. Están acostumbrados a tratar con terroristas. Saben cómo manejarlos», declaró Murillo a la agencia de noticias británica Reuters, aludiendo a los israelíes. (almayadeen.net)

sábado, 7 de dezembro de 2019

Conferência em Iruñea sobre a guerra de agressão ao Iémen

Aritz Saidi Olaortua, especialista em temas do Médio Oriente, vai falar em Iruñea sobre o «genocídio silenciado» do Iémen.

É já na próxima quinta-feira, 12, que o espaço da Muthiko Alaiak, na Alde Zaharra iruindarra, acolhe a conferência intitulada «Yemen, el genocidio silenciado».

A iniciativa, co-organizada pela peña referida e pela Siriaren Aldeko Nafarroako Elkartea [associação navarra a favor da Síria], tem início às 19h00, sendo espaço para abordar «o enorme sacrifício que o povo iemenita está a sofrer contra a coligação assassina aliada da NATO», segundo refere a plataforma anti-imperialista Siriaren Alde. / Mais info: @SiriarenAldeEH

«Mais protestos no Mali contra tropas francesas»

[De Carlos Lopes Pereira] Organizada para apoiar as forças armadas malianas, atacadas no Norte e centro do país por grupos jihadistas, a manifestação de milhares de pessoas transformou-se, como uma na semana anterior, em protesto anti-francês. Outros semelhantes ocorreram nos últimos meses em capitais como Ouagadougou (Burkina Faso) e Niamey (Níger), com os manifestantes a pedir a retirada das tropas francesas dos seus países.

Este sentimento é forte no Mali e no Burkina Faso, onde dezenas de pessoas, militares e civis, morrem todos os meses em resultado da longa guerra, onde cresce o número de deslocados e onde grandes territórios escapam ao controlo do Estado. (avante.pt)

«A Alemanha que caiu com o muro»

[De Bruno Carvalho] Depois de décadas de assédio, campanhas de desinformação e promoção da divisão interna, a Alemanha não foi reunificada. A RDA foi assimilada e persistem, todavia, diferenças graves no que diz respeito aos indicadores sociais entre os dois lados da Alemanha. O desemprego, a precariedade, a especulação imobiliária passar a fazer parte da realidade do Leste da Alemanha.

Quando passam três décadas do fim da barreira que ficou conhecida como Muro de Berlim, ainda não houve a oportunidade para olhar criticamente para a história das duas Alemanhas para além da narrativa panegírica produzida pelo Ocidente. (vozoperario.pt)

Su Ta Gar – «Jo Ta Ke»

Ao vivo em Durango (Bizkaia), em Dezembro de 2008. A banda é de Eibar (Gipuzkoa).

sexta-feira, 6 de dezembro de 2019

«Ante el ataque sufrido por Etxerat» (cas./eus.)

[De MpA] Ante el ataque nazi sufrido por la asociación Etxerat en su sede de Gasteiz, el Movimiento Pro Amnistía y Contra la Represión quiere mostrarle su solidaridad.

Las claras diferencias ideológicas que a día de hoy mantenemos con Etxerat quedan a un lado a la hora de denunciar este tipo de ataques. No solo por el compromiso que tenemos en relación a la lucha para acabar con el nazismo y el fascismo, sino también por lo que se esconde tras este ataque. Los fascistas atacarían a todo lo que tenga relación con lxs presxs políticxs, y en eso no hacen diferencias entre ningunx de nosotrxs.

En estos tiempos en los que tanto se habla de convivencia, debemos subrayar nuevamente que no hay convivencia posible con quienes no respetan nuestros derechos, y que luchar contra la opresión es legítimo. Precisamente por eso están en la cárcel lxs presxs políticxs, por hacer frente al fascismo, y en la medida en que esa lucha es legítima, seguiremos reivindicando la amnistía total. / Ver: amnistiAskatasuna 1 e 2

«Nossa América diante da investida do imperialismo e das oligarquias»

[De Ministério dos Negócios Estrangeiros de Cuba] O secretário de Estado, Mike Pompeo, nesta segunda-feira, 2 de dezembro, acusou ameaçadoramente a Cuba e Venezuela de tirar proveito e ajudar a aumentar a agitação nos países da região. Distorce e manipula a realidade, e oculta, como elemento central da instabilidade regional, a permanente intervenção dos Estados Unidos na América Latina e no Caribe.

Os legítimos protestos e as massivas mobilizações populares que ocorrem no continente, particularmente no Estado Plurinacional da Bolívia, no Chile, Colômbia, Equador e Brasil, são causadas pela pobreza e a crescente desigualdade na distribuição da riqueza; a certeza de que as fórmulas neoliberais agravam a excludente e insustentável situação de vulnerabilidade social; a ausência ou precariedade dos serviços de saúde, educação e previdência social; os abusos contra a dignidade humana; o desemprego e a restrição aos direitos trabalhistas; a privatização, encarecimento e cancelamento de serviços públicos e o incremento da insegurança cidadã. (Brasil de Fato)

Um milhão nas ruas contra a reforma das pensões de Macron

As manifestações contra a reforma das pensões do governo de Macron realizaram-se em cerca de 250 localidades do território francês, o que «evidencia o repúdio da grande maioria dos trabalhadores, mas também dos reformados e dos jovens, por ver o sistema de protecção social sacrificado no altar do liberalismo económico», indica a CGT no seu portal.

Para a central sindical, Macron pretende alterar as regras que definem os cálculos das pensões de reforma e isso, por mais que o governo diga o contrário, irá conduzir à «redução das pensões para todos». (Abril)

«Ukrainian neo-Nazis flock to the Hong Kong protest movement»

Neo-Nazis from Ukraine have flown to Hong Kong to participate in the anti-Chinese insurgency, which has been widely praised by Western corporate media and portrayed as a peaceful pro-democracy movement.

The Azov Battalion is an explicitly fascist paramilitary group that organizes around neo-Nazi ideology. After a Western-backed 2014 coup against Ukraine’s democratically elected government, Azov was incorporated into the Ukrainian national guard. It has received support from the US government, which has armed and advised the neo-Nazis in their fight against Moscow. (thegrayzone.com)

quinta-feira, 5 de dezembro de 2019

Michelin Lasarte quer baixar salários e aumentar duração da jornada laboral

Os trabalhadores da Michelin Lasarte voltaram a concentrar-se, esta quinta-feita, junto à fábrica da multinacional na localidade guipuscoana para denunciar a «atitude miserável» da administração.

O sindicato LAB afirma, numa nota, que hoje teve lugar a 11.ª ronda negocial do acordo colectivo e que, apesar da excelente situação económica que a multinacional atravessa, pretende baixar salários e aumentar a jornada laboral.

Os trabalhadores vão continuar a mobilizar-se e, se a atitude da empresa não se alterar, irão realizar um plenário, para decidir «um calendário de mobilizações mais amplo». / Ver: lab.eus

«A mocidade independentista galega nom se vende» (gal./cas.)

A MpI (Mocidade pola Independência) denuncia a tentativa de infiltraçom policial acontecida em Lugo semanas atrás, da qual informou há uns dias o Galiza Livre. O jovem é membro do nosso espaço.

Na MpI nom podemos senom denunciar este tipo de práticas, habituais na Galiza contra a mocidade comprometida coa luita pola libertaçom nacional e social. As forças de ocupaçom espanholas devem saber que a mocidade independentista galega nom se vende, que os nossos valores nom se compram, que o nosso compromisso supera as suas ameaças e repressom. / Ver: lahaine.org

Mais info: «Novo caso de intimidaçom policial contra moço independentista» (Galiza Livre via lahaine.org)

França declara que anti-sionismo é uma forma de anti-semitismo

Esta semana, 129 académicos judeus e israelitas assinaram uma petição criticando o conteúdo da resolução agora aprovada, nomeadamente por obliterar os cidadãos palestinianos que vivem em Israel e os judeus que se opõem ao sionismo, bem como por «diminuir a experiência palestiniana».

Num documento divulgado em Julho, o Movimento pelos Direitos do Povo Palestino e pela Paz no Médio Oriente (MPPM) denunciava que personalidades, movimentos e partidos políticos solidários com «os legítimos direitos do povo palestiniano são alvo dessa linha de ataque», que é activamente promovida pelo Estado de Israel, nomeadamente através do seu Ministério dos Assuntos Estratégicos, lembra o MPPM, frisando que se assiste a «uma cada vez maior aproximação entre o regime sionista de Israel e governos e forças políticas de extrema-direita, racistas e mesmo, esses sim, anti-semitas». (Abril)

Mais de um milhão de peças arqueológicas roubadas do Iémen

Alexander Nagel, professor e arqueólogo norte-americano, afirmou que mais de um milhão de peças arqueológicas foram roubadas do Iémen, tendo acrescentado que muitas delas foram contrabandeadas para os Estados Unidos através de países como os Emirados Árabes Unidos e Israel, informa o portal Yemen Extra.

Muitos estrangeiros que entraram no Iémen sob a aparência de arqueólogos e investigadores eram de facto «comerciantes» que fizeram entrar antiguidades iemenitas nos EUA no valor de muitos milhões de dólares, explicou o investigador, que confirmou o envolvimento de «muitos exploradores, académicos e diplomatas» neste «esquema de roubo e saque», indica a mesma fonte. (Abril)