sexta-feira, 3 de julho de 2020

Marcha a la cárcel de Murcia II, el 11 de julio

[De MpA] Pero cuando hablamos de la cárcel, a menudo quedan ocultas las responsabilidades, como si con la existencia y utilización de estas y de su violencia nadie sacara provecho económico y político.

En el caso de Euskal Herria, son los Estados de España y Francia los responsables de mantener secuestrada y bajo una presión psicológica y física constante a la clase trabajadora en general, y especialmente a militantes políticos como Patxi Ruiz. Para ello el sistema necesita de periodistas que amparan y justifican la tortura, de políticos que gestionan la política penitenciaria, de jueces que garantizan la impunidad de los torturadores, de médicos como los de Murcia II y de psicópatas como su Director Jesús Hernández.

Precisamente para señalar a los responsables hemos organizado una marcha a la cárcel de Murcia II. El 11 de julio llevaremos la reivindicación de la amnistía hasta allí. La lucha no cesa, ¡amnistía total! / Ver: amnistiAskatasuna 1 e 2

Su Ta Gar – «Jo Ta Ke»

Do concerto da banda de Eibar (Gipuzkoa) gravado no Plateruena Antzokia de Durango (Bizkaia), em Dezembro de 2008. Jo ta ke!

EUA tentam impedir entrega de mais combustível iraniano à Venezuela

Procuradores federais norte-americanos apresentaram, num tribunal do Distrito de Columbia, um processo civil de confisco da gasolina que segue em quatro navios iranianos com destino ao país sul-americano. A acção visa igualmente impedir futuras entregas de combustível iraniano à Venezuela, bem como travar o fluxo de receitas que o Irão obtém com a venda de petróleo.

Este conjunto de quatro navios segue-se a outra frota iraniana de cinco, carregada com 1,53 milhões de barris de gasolina e aditivos para processar combustível, que esta semana tem estado a chegar à Venezuela. (Abril)

«A pandemia não pára a luta mas a luta pára a pandemia»

[De António Santos] Mas, enquanto para o presidente dos EUA, é preciso atingir «o ponto de equilíbrio perfeito» entre o número de mortos e os danos causados à economia, os trabalhadores prosseguem a luta em defesa da vida humana e do trabalho com direitos e segurança.

Em dezenas de fábricas por todo o país, milhares de trabalhadores têm promovido greves contra o trabalho sem condições de segurança. (avante.pt)

quinta-feira, 2 de julho de 2020

Trabalhadores em luta contra encerramento da fábrica da Siemens Gamesa em Agoitz

Os operários vão mobilizar-se contra a decisão da multinacional Siemens Gamesa de encerrar a fábrica em Aoitz (Nafarroa) e de proceder ao despedimento colectivo dos trabalhadores.

Esta semana, a administração da Siemens Gamesa anunciou que vai encerrar a fábrica de Agoitz, alegando «questões económicas», bem como o despedimento colectivo de 239 operários. Estes denunciam que a decisão não tem fundamento e que as encomendas estavam garantidas até Setembro de 2021, revela o sindicato ELA numa nota.

Os trabalhadores, que acusam a empresa de «falta de escrúpulos» e de pôr em causa o futuro de toda uma comarca, mostraram-se dispostos a reverter a decisão e a defender os seus postos de trabalho. Além de dias de greve, convocaram uma manifestação para dia 11 de Julho em Iruñea. / Ver: gedar.eus

Milhares de palestinianos assinalaram o «Dia de Raiva» contra os planos anexionistas

Milhares de manifestantes de várias facções palestinianas, alguns dos quais exibindo bandeiras nacionais e cartazes contra o presidente norte-americano, Donald Trump, juntaram-se ontem na Faixa de Gaza ocupada para dizer «não» aos planos expansionistas de Israel, que implicam a perda de cerca de um terço do território ocupado da Cisjordânia.

Um manifestante disse à agência AFP que «é preciso reactivar a resistência» e outros pronunciaram-se em sentido semelhante, chamando a atenção para a possibilidade de uma terceira intifada, refere a Prensa Latina. Protestos semelhantes, enquadrados no «Dia de Raiva» convocado para esta quarta-feira, tiveram lugar em Ramallah e Jericó, na Margem Ocidental ocupada. (Abril)

«Anexação»

[De Jorge Cadima] Todos os estados e forças que, ao longo de décadas de crimes, massacres e guerras de Israel (a lista é enorme, mas refiram-se Sabra e Chatila, Qana, a mártir Faixa de Gaza) sempre foram tolerantes para com o agressor, ao mesmo tempo que exigiam da vítima concessões sem fim, em nome da miragem dum Estado Palestiniano, têm que fazer hoje uma opção clara. Ou cortam de vez a sua conivência com Israel e apoiam claramente os direitos inalienáveis do povo palestiniano, ou tornam-se cúmplices duma traição histórica e perdem qualquer credibilidade para criticar as formas de resistência que o povo palestiniano vier a decidir. Nem o regresso ao torpor do estado de coisas anterior é aceitável. O silêncio do Governo Português e do seu cada vez mais inqualificável MNE envergonha Portugal. (avante.pt)

«A "nova normalidade" é mais miséria e exploração»

[De Giovanni Frizzo] É preciso, cada vez mais, compreendermos que o desmonte do serviço público significa a destruição de direitos sociais do povo trabalhador. Cada privatização realizada pelos governos subordinados aos grandes ricos, representa perda de direitos e condições de vida da imensa maioria da população. […] A vida do povo trabalhador nunca é prioridade para quem está à serviço do mercado capitalista.
[…]
No máximo, talvez, nos acostumaremos a usar máscaras ao sair à ruas. De resto, a nova normalidade é mais miséria e exploração. (PCB)

quarta-feira, 1 de julho de 2020

Solidariedade internacionalista em Legutio e Santurtzi: Pablo Hasél livre!

No próximo sábado, dia 4, a localidade biscainha de Santurtzi vai acolher uma série de iniciativas em solidariedade com o rapper comunista catalão Pablo Hasél, acossado pela «justiça espanhola». Em Legutio (Araba) realiza-se uma concentração.

Em Ezkerraldea – outrora uma grande comarca industrial da Grande Bilbau/Bilbo Handia, na Margem Esquerda do Nerbioi –, o Movimento pró-Amnistia e contra a Repressão (MpA) promove a realização de um debate no Mamarigako gaztetxea (18h30); de uma concentração no Vallejo (20h00); e de um concerto no Mamarigako gaztetxea (21h00).

Em Legutio, haverá uma concentração às 19h30 na Legutioko plaza. É necessário levar máscara e as medidas sanitárias serão mantidas, informa o MpA.

Quem agride os sírios «não pode esconder o crime com uma falsa máscara humanitária»

A Conferência de Bruxelas e os posicionamentos nela assumidos confirmam a insistência de EUA, UE e «regimes subordinados» nas políticas hostis contra a Síria, denunciou a diplomacia do país árabe.

Na nota de hoje, a diplomacia do país árabe destaca que «o futuro da Síria é um direito exclusivo dos sírios» e que as «pressões políticas e económicas não conseguirão minar a livre vontade dos sírios». Indica, além disso, que «o conceito de mendicidade, que muitos praticam, não tem lugar no comportamento político e diplomático» do país árabe. (Abril)

Trabalhadores da Saúde em França nas ruas por melhores salários e condições

Com a crise sanitária associada ao severo impacto do coronavírus SARS-CoV-2 em França, aumentaram as denúncias relativas aos danos causados pela privatização do sector, à diminuição do número de camas e à falta de recursos nos hospitais públicos.

No entanto, quando o «cenário da pandemia» começou a causar estragos, em Março, os professionais da Saúde já andavam há meses a lutar por melhores condições de trabalho, contra a falta de pessoal e a estagnação salarial – que levou muitos a deixarem o sector público.

O muito neoliberal Emmanuel Macron, sempre empenhado no ataque aos direitos dos trabalhadores, viu como estes profissionais do sector público gozaram de ampla simpatia na fase aguda da pandemia e chegou a chamar-lhes «heróis de bata branca», refere a France 24. (Abril)

Inaugurado em Rzhev o Memorial ao Soldado Soviético

Foi inaugurado a 30 de Junho, com uma cerimónia em que participaram os presidentes da Rússia, Vladimir Putin, e da Bielo-rússia, Alexandr Lukachenko, e vários veteranos da Grande Guerra Patriótica, o Memorial ao Soldado Soviético em Rzhev.

O monumento foi construído a partir de um movimento de angariação de fundos, no qual se integrou o concerto solidário, realizado pela Associação Chance+ e a Associação Iúri Gagárin em Oeiras.

Ver: Notícia na RT (em castelhano) / Notícia na agência BelTA (em castelhano)

Vídeo oficial da inauguração (em russo)Mais info: associacaogagarin.pt

terça-feira, 30 de junho de 2020

«Cómo nos ha engañado el capitalismo»

[De Urko Apaolaza Avila / trad. de «Nola engainatu gaituen kapitalismoak» por A. Bas] Este mundo redondo se nos ha puesto patas arriba y buscamos respuestas en todas partes, no podemos tomar la medida de la emergencia sanitaria, del insostenible estado ecológico y del colapso de la economía global. ¿Cómo hemos llegado hasta aquí? Mirando atrás, nos hemos dado cuenta de que la quema del sistema actual tiene su origen en un profundo engaño historiográfico: el capitalismo es incompatible con la democracia. Se basa en la desigualdad y la violencia, en la esclavitud, en definitiva.

En la forma de una serpiente, la esclavitud es un fenómeno cambiante que ha cambiado la piel a lo largo del tiempo, que ha adoptado muchas formas y colores, y no siempre con ese nombre. Olvida las imágenes clásicas; antes estaba ahí y ahora también está aquí. Es multinacional. Apenas se menciona en los libros de historia de Euskal Herria, pero estudios recientes han demostrado que hemos avanzado con la expropiación de cuerpos a través de los mares, gracias a los cuales hemos recogido los antiguos escudos y las industrias actuales. ¿Está usted dispuesto a conocer esta incómoda historia capitalista vasca? (lahaine.org)

Maduro anuncia expulsão da embaixadora da UE na Venezuela

«Nós, na Venezuela, falamos-lhes de forma clara e dura. Já basta de colonialismo europeu contra o nosso país», afirmou Nicolás Maduro, sublinhando que UE fracassou na tentativa de manter uma ingerência permanente nos assuntos internos do país sul-americano, informa a VTV.

Anunciou ainda que irá adoptar acções diplomáticas contra o embaixador espanhol em Caracas pela sua participação na incursão terrorista contra o país caribenho. «A Embaixada de Espanha na Venezuela foi cúmplice do terrorista Leopoldo López na organização do plano de uma incursão armada para me assassinar», denunciou. (Abril)

Super-explorados na pandemia, estafetas vão fazer greve no Brasil

«A alimentação é a coisa que mais dói, ter de trabalhar com fome carregando comida nas costas», afirma um dos distribuidores de comida ao domicílio. Exigem apoios, melhores condições, menos precariedade.

Um estafeta que se identifica como Mineiro e é um dos organizadores da greve esclarece que, além da interrupção imediata dos bloqueios sem justificações, os trabalhadores reivindicam ainda o aumento do pagamento das corridas, o aumento da taxa mínima de dois reais (32 cêntimos) por quilómetro percorrido, medidas de protecção contra roubos e acidentes, e apoios ao nível dos materiais e da alimentação.

«Nem todos os dias temos o que comer. […] Nem todos os dias temos dinheiro para sair de casa. Por vezes deixamos de comer para abastecer», declara ao Brasil de Fato o distribuidor da zona Sul de São Paulo, que há três anos trabalha com aplicações electrónicas de empresas. (Abril)

«Colômbia. A guerrilha fundada por padres não desiste das armas»

[De Bruno Amaral de Carvalho] Em entrevista exclusiva ao Contacto, um dos principais líderes do Exército de Libertação Nacional fala sobre um dos mais antigos conflitos armados no mundo. O processo de paz com as FARC, a cobrança de impostos aos narcotraficantes e a relação com a Venezuela são alguns dos temas abordados.

A região do Chocó é uma das zonas mais pobres da Colômbia e também uma das mais violentas. É a partir daqui que o comandante Uriel fala em exclusivo ao Contacto sobre a guerra que aquele país vive há mais de meio século. Com cerca de 40 anos, dirige centenas de combatentes do Exército de Libertação Nacional (ELN), uma das mais antigas guerrilhas do mundo, que é considerada organização terrorista pela União Europeia. Apesar de ter crescido no seio de uma família católica da classe média alta, há duas décadas, decidiu trocar a certeza de uma vida confortável pela luta na selva. (wort.lu)

segunda-feira, 29 de junho de 2020

«Kontzientziaz eta unibertsaltasunaz» [Sobre la conciencia y la universalidad]

[De Alain Arruti] Gaur landuko dudan ikuspuntua langile kontrolpeko espazioen izaeraren inguruko zirriborro eskematikoa da. Eskematismoa erabiliz, egungo alienazio instantzia garrantzitsua den unibertsalismoaren aferaz ere zenbait puntu ekartzea ebatzi dut.

Lehenengo: jabetza eta haren gaineko kontrola ez da, inondik ere, pribatutasun, publikotasun eta komunizazio abstraktuetara mugatzen. Jabegoak, berez, esperientzia-harreman baten berri ematen du. Leku oro toki material bat da, eta lekukotze oro, era berean, bizipen eta konkrezioa. (gedar.eus)

[CAS: El artículo de esta vez es una presentación, una suerte de borrador esquemático que trata de la modalidad de ser de los espacios de control proletario, así como del concepto de «universalidad», noción, esta última, caudal, no solo para la clarificación de la cuestión de la edificación del espacio comunista, sino para el entendimiento de la raíz de la alienación política que todavía a tantos desvía.

Dicho sea como punto primero: la propiedad y el control sobre ella no se limitan a cualidades abstractas tales como lo público, lo privado o lo común. El concepto de «propiedad» da noticia de un acto de «apropiación experiencial». Todo lugar presupone materialidad, y todo asentamiento presupone de alguien que es vida y es concreción.]

Solidariedade internacionalista em Ondarru: Pablo Hasél livre!

Esta quinta-feira, a localidade costeira biscainha vai acolher uma série de iniciativas em solidariedade com o rapper comunista catalão Pablo Hasél, acossado pela «justiça espanhola».

O Movimento pró-Amnistia promove a realização, às 18h00, de um debate no gaztetxe; às 20h30, de uma concentração na Alameda; às 22h00, de um concerto no gaztetxe.

Elkartasun internazionalista: Pablo Hasél Ondarroan egongo da ostegunean.
-Hitzaldia -Kontzentrazioa -Kontzertua.

Contra a anexação da Cisjordânia e os crimes de Israel

Face à ameaça de anexação de um terço da Cisjordânia por Israel, o MPPM instou o Governo português a reconhecer o Estado da Palestina. Para dia 6 de Julho foi marcado um acto público solidário em Lisboa.

O documento – subscrito por personalidades da vida pública, cultural e académica, e para o qual o MPPM convida o leitor a dar a sua adesão – afirma que o actual governo de Israel, com o apoio da administração de Donald Trump, foi constituído com o propósito fundamental de «promover a anexação de jure de cerca de 30% dos territórios palestinianos ocupados em 1967, incluindo todo o vale do Rio Jordão e os colonatos instalados contra o direito internacional na Cisjordânia». (Abril)

«O racismo não é um papão»

[De André Solha] Recentemente tenho visto alardeada a tese de que o excesso de discussão sobre o racismo na esfera pública potencia o crescimento do racismo. Ora, o racismo não é um monstro que se auto-alimenta, e também não é um papão que desaparece se deixarmos de falar dele. Ele tem uma origem definida e serve interesses claros, os interesses da classe dominante.

ele cresce graças à crescente massa de deserdados do sistema, nossos companheiros e companheiras de classe, a quem o regime democrático burguês, não sendo capaz de responder aos seus anseios, aliena por acção da sua ideologia, fazendo-os crer que a culpa do seu baixo salário não é do patrão que os explora, mas do emigrante que aceita fazer o mesmo trabalho por menor salário. (manifesto74)

domingo, 28 de junho de 2020

Também Sestao e Irun não querem fascistas nas suas ruas

Os fascistas espanhóis do Boks continuam a realizar acções de provocação em localidades bascas, «em defesa da unidade de Espanha». Como não gozam de apoio popular, tanto em Sestao (na sexta-feira) como em Irun (ontem) gozaram foi de ampla protecção da Ertzaintza, a Polícia Autonómica ao serviço do capital.

Sestao é uma das localidades mais castigadas da comarca biscainha de Ezkerraldea, que apresenta elevados níveis de desemprego e precariedade. Na sexta-feira, foi ali que os fascistas do V0xx tentaram fazer a foto para os jornais espanhóis, à procura do estatuto de «vítimas» às mãos dos trabalhadores que eles sabem de sobra que não toleram o seu discurso de ódio, racista e fascista.

Em Sestao, centenas de antifascistas deixaram claro que eles não são bem-vindos a Ezkerraldea e a Euskal Herria. No dia seguinte, em Irun (Gipuzkoa), a manifestação de repúdio convocada por diversos organismos locais foi proibida pela Ertzaintza. Assim, um dirigente do P0ks pôde falar para meia-dúzia mais «à vontade».

Mesmo assim, houve tensão e muito barulho, pois, apesar das proibições, o povo de Irun conseguiu gritar e assobiar de modo a dificultar o decorrer da iniciativa dos fascistas espanhóis.

«Fascistas, fora da Galiza»
 Este fim-de-semana ficou também marcado pela forte resposta popular contra a presença dos fascistas espanhóis em várias localidades galegas, como Corunha, Vigo, Pontevedra, Ferrol, en Xinzo da Limia e Monforte.

«Cerdocracia: Entrevista Pablo Hasél»

[De Beeableproject] Pablo Hasél está à altura: firme e consequente, como é hábito. Hoy tenemos con nosotros a Pablo Hasel. Militante Comunista, rapero y poeta.
Su mensaje de lucha contra la monarquía, el fascismo y la oligarquía provocaron que la justicia española ordenase el registro de su domicilio y su posterior detención en 2011. Tras varios juicios por diferentes causas Pablo Hasel ha sido condenado en firme a más de 4 años de prisión en lo que la justicia ha denominado enaltecimiento del terrorismo, injurias a la corona y a las fuerzas de seguridad del Estado. A la espera de resolución de otras dos causas pendientes que se podrían sumar a la condena actual. Pablo Hasel ingresará en prisión en los próximos días. / Ver: lahaine.org

Trabalhadores organizados recuperam empresas em dificuldades na Venezuela

O Exército Produtivo Operário (EPO) é um movimento com 2270 membros a nível nacional e conta no seu currículo com a reactivação de 14 grandes empresas, num contexto marcado pelo cerco económico dos EUA.

Uma reportagem da RT, da autoria da jornalista Jessica Dos Santos, revela que o grupo, com 2270 membros em todos os estados do país, se define como «um exército não convencional para vencer uma guerra não convencional».

De acordo com os seus membros, o EPO opõe-se a qualquer política económica que procure atribuir um papel preponderante ao sector privado ou estrangeiro, e defende que os trabalhadores «são capazes de resgatar a produção para manter o horizonte socialista na Venezuela». (Abril)

«Não há dinheiro?» Taxem-se os paraísos fiscais, os dividendos e a especulação

No final de uma semana de luta para defender «a saúde e os direitos» dos trabalhadores, a secretária-geral da CGTP-IN, Isabel Camarinha, destacou a realização de centenas de acções, em todos os sectores e regiões. A central sindical exige o lay-off pago a 100%, a proibição dos despedimentos e o aumento geral dos salários e sugere três novas taxas sobre a riqueza, as empresas e a bolsa.

Na intervenção que rematou o desfile de quinta-feira em Lisboa, a dirigente denunciou os ataques que têm sido dirigidos contra os trabalhadores, afirmando que estes três meses e meio de surto epidémico do novo coronavírus vieram revelar «de forma mais clara a necessidade de alterações profundas» deste sistema económico. (Abril)

sábado, 27 de junho de 2020

«Por encima de las prohibiciones, se manifiestan en Iruñea a favor de la amnistía»

[De MpA] A pesar de que la Delegación del Gobierno Español la había prohibido y de que los alrededores del lugar donde iba a dar comienzo la manifestación estaban repletos de policías, hemos efectuado una importante acción de desobediencia.
[…]
En ese sentido tenemos que destacar que también esta vez, como siempre que la situación lo ha requerido, el Movimiento Pro Amnistía y Contra la Represión ha hecho un esfuerzo por mantener la sintonía entre lo que dice y lo que hace, tratando de conciliar teoría y práctica. Esa ha sido hasta ahora nuestra praxis y lo será de aquí en adelante también, y en esa línea política se encuadra la manifestación llevada a cabo hoy. La legitimidad que nos otorga el Pueblo es nuestro permiso para manifestarnos.

Debekuen gainetik amnistiaren aldeko manifestazioa egin dute IruñeanVer: amnistiAskatasuna 1 e 2

«La colonización según Marx. Más allá de algunos malentanedidos…»

[De Rémy Herrera] La destrucción de la sociedad colonizada opera en realidad en lo más profundo de su razón de ser. En esto, la crítica del colonialismo por parte de Marx, va in crescendo, constituye una transición entre las primeras actitudes, ambivalentes, que terminan por desvanecerse, y las acusaciones más radicales que vendrán con Lenin y otros.
La actualidad de esta reflexión – a comprender en toda su amplitud y en todas sus evoluciones – es pues clamorosa: nos viene a decir en suma que el sistema capitalista, a pesar de los avances de que pudo ser por un tiempo portador, no es humanizable, que está en guerra contra toda la humanidad, y que será superado. (redroja.net)

«Contra a anexação da Cisjordânia. Pelo reconhecimento do Estado da Palestina»

Ante a ameaça anunciada pelo Governo de Israel de avançar para a anexação de territórios palestinos na Margem Ocidental do rio Jordão, o MPPM tomou a iniciativa de promover uma carta-aberta dirigida ao Governo português e subscrita por personalidades da vida pública, cultural e académica reclamando o reconhecimento por Portugal do Estado da Palestina e uma posição firme face à ameaça de anexação por parte de Israel.

O MPPM convida-o/-a a dar a sua adesão a esta carta aberta. / Ver: mppm-palestina.org

«Colômbia: a farsa da guerra contra o narcotráfico»

[De Iván Márquez] A vinculação dos negociadores de paz das FARC-EP, Iván Márquez e Jesús Santrich, a uma organização nebulosa, utilizada para justificar a injusta agressão dos Estados Unidos à Venezuela, deve ser classificada como infame. Rememora a injustiça contra Simón Trinidad.
[…]
A guerra contra as drogas é um fracasso e uma fraude. Jesse Ventura, ex-governador de Minnesota, denunciou há anos que a DEA e a CIA financiam a desestabilização de governos democráticos e soberanos com dinheiros do narcotráfico. (PCB)