segunda-feira, 16 de janeiro de 2017

Aitzol Gogorza foi hospitalizado depois de sofrer uma embolia pulmonar

O preso político de Aitzol Gogorza (Orereta, Gipuzkoa) encontra-se internado no Hospital de Basurto (Bilbo) desde sexta-feira, onde lhe foi diagnosticada uma tromboembolia pulmonar.

Aitzol apercebeu-se de que estava a cuspir sangue e, depois de se dirigir ao médico da cadeia, foi levado para o hospital. Não é a primeira vez que o preso de Orereta sofre uma tromboembolia pulmonar. Além disso, sofre de transtorno obsessivo-compulsivo, uma doença que o levou a ser internado diversas vezes e que é absolutamente incompatível com a cadeia. A última vez que foi transferido na sequência de uma crise foi a 20 de Dezembro último.

Recorde-se que, em Agosto, Aitzol iniciou uma greve de fome, que durou seis dias, para denunciar a sua situação. Esta luta levou a que os presos políticos de Huelva iniciassem uma greve de fome rotativa, que depois alastrou a outras cadeias e se prolongou durante 117 dias; também esteve na origem da greve de fome que dois ex-presos políticos levaram a cabo durante 20 e 25 dias, entre outras mobilizações.

O Movimento pró-Amnistia e contra a Repressão (MpA) exige, mais uma vez, a libertação de Aitzol Gogorza e dos demais presos doentes, recordando que não libertar estes presos não é apenas uma questão de vingança, mas uma medida cruel de tortura e chantagem a que os estados espanhol e francês recorrem para daí retirar dividendos políticos.

Só através da luta popular contínua e dura será possível libertar os presos políticos enfermos, como já ocorreu noutras ocasiões, defende o MpA, acrescentando que apenas uma amnistia total e integral poderá garantir que no futuro não haja mais militantes doentes na cadeia, no exílio ou deportados. / Ver: lahaine.org

«Sobre la cárcel y los grados penitenciarios»

[MpA] Cuando hablamos de aceptar la legalidad penitenciaria no nos referimos, por tanto, a acogerse a derechos, sino a las obligaciones impuestas para acceder a determinados beneficios. Es aquí donde entra el chantaje por el cual la cárcel ofrece algo al preso a cambio del que el preso entregue algo a la cárcel, que en el caso de los presos y presas políticas vascas no es otra cosa que la renuncia a su militancia política y la aceptación del sistema que les mantiene en prisión.

Por otra parte, el hecho de que algunos se acogieran a estos beneficios mientras otros se mantienen en su postura de confrontación con la cárcel, supondría que los primeros estarían fortaleciendo la opresión que los Estados mantienen contra los segundos.

En una lógica represiva tan cruda como la que viven los presos y presas políticas vascas, las salidas individuales de algunos pueden suponer el dar por buena la «vía de la reinserción», trayendo la consecuencia del éxito de estas medidas represivas y por lo tanto el agravamiento de la situación de los y las militantes políticas que opten por no aceptar este chantaje.

Es por ello que el Movimiento Pro Amnistía y Contra la Represión se compromete a seguir apoyando tanto en lo político como en lo humano a todos y todas aquellas presas políticas vascas que sigan manteniendo posturas de dignidad y lucha frente a quienes oprimen a nuestro pueblo. Seguiremos luchando hasta la consecución de la amnistía. / Ver: amnistiAskatasuna [euskaraz hemen]

«La spotización de la política»

[De Carlo Frabetti] Solo hay una palabra, en tu imprescindible artículo, que, sin parecerme inadecuada, pienso que se podría sustituir por otra más precisa: creo que el referente narrativo de la política actual no es tanto el folletín como el sketch, el clip y, sobre todo, el spot publicitario.
[...]
Creo, para terminar, que tanto tú como yo hemos sido excesivamente blandos y eufemísticos en nuestras críticas a los nuevos socialdemócratas vestidos de lagarterana. Creo que, visto lo visto, ha llegado el momento de decir alto y claro que son lo peor (puesto que son los que más engañan), como lo fue en su día el PSOE, y que a estas alturas hay que ser muy necio, muy ingenuo o muy oportunista para seguir apoyándolos. (lahaine.org)

«A confissão de John Kerry» [Síria]

[Os Editores de odiario.info] Sabia-se, através de fontes credíveis, que o governo de Obama tinha desempenhado um importante papel na criação e financiamento do Daesh, o auto-intitulado Estado Islâmico, e da sua intervenção na Síria e no Iraque. Somente após a divulgação dos monstruosos crimes cometidos pela organização terrorista, os EUA simularam combatê-la.
[...]
O silêncio de John Kerry a respeito da conversa secreta é compreensível. As sugestões que fez aos oposicionistas sírios aconselhando-os a uma aliança com os terroristas do chamado Estado Islâmico violam frontalmente a Carta da ONU. (odiario.info)

«US Marines land in Norway, signaling departure from post-WW2 commitment to Russia» (RT)
Almost 300 US Marines from Camp Lejeune, North Carolina, arrived in Norway on Monday. The deployment signals a departure from the NATO member’s decades-old policy of not hosting foreign troops on its soil.

The agreement for stationing the American troops will last for at least a year. The contingent that has come this week will be rotated in six months. The Marines will be hosted at the Vaernes base of the Norwegian Home Guards near Trondheim, Norway's third-largest city.

The stated goal of the mission is to train the US troops in Arctic warfare.

domingo, 15 de janeiro de 2017

«Só um povo bem organizado...»: centenas manifestaram-se em Bilbo a favor da amnistia

Centenas de pessoas [ninguém precisou um número concreto] reponderam à convocatória do Movimento pró-Amnistia e contra a Repressão (MpA), manifestando-se, ontem, ao final da tarde, em defesa da «amnistia total» pelas ruas da Zona Antiga da capital biscainha.

Depois da manifestação que a organização Sare promoveu, também ontem, em Bilbo, em defesa dos «direitos humanos» e do repatriamento dos presos políticos bascos, centenas de pessoas começaram a juntar-se, pouco depois das 20h00, na Etxebarrieta Anaien Plaza, na Alde Zaharra bilbaína, para vincarem a sua defesa da amnistia.

Enfrentando o frio intenso e a chuva forte, os manifestantes atravessaram a Alde Zaharra fazendo ouvir várias palavras de ordem [vídeo de La Haine] e, passados 40 minutos, estavam de regresso à Praça dos Irmãos Etxebarrieta, onde o MpA agradeceu a participação de todos, «apesar da chuva, do frio e dos entraves».

Antes da leitura política propriamente dita, o representante do MpA fez questão de enviar uma saudação calorosa «a todos os presos, refugiados e deportados bascos que se mantêm firmes, pela dignidade e a luta, face ao inimigo», deixando-lhes uma mensagem clara: «a luta não acabará até que todos eles e o nosso povo alcancem a liberdade».

Fez também uma menção especial aos presos políticos bascos que têm «doenças graves e que os estados não só querem pôr de joelhos e humilhar, mas também matar», sublinhando que «só o povo trabalhador basco tem capacidade para evitar tal extermínio». A única forma de o conseguir é através «da luta e da unidade popular face ao inimigo», disse.

A luta pela amnistia
Em seguida, procedeu à leitura de um comunicado, no qual se faz uma abordagem histórica à luta do povo basco pela amnistia, desde 1976 até à actualidade, bem como uma crítica à perda de conteúdo político de algumas mobilizações recentes, que se ficam pela «defesa dos direitos dos presos políticos de um ponto de vista humanitário».

A mobilização terminou com os presentes a cantarem o «Eusko Gudariak». Antes, ainda se recordou umas palavras de Argala: «Só um povo bem organizado e que luta poderá alcançar os grandes objectivos a que aspira.» / Ver: amnistiAskatasuna

A DHL Euskal Log de Agurain despediu uma trabalhadora por meter baixa

LAB, ELA e CCOO na empresa DHL Euskal Log, de Agurain (Araba), denunciaram a situação: a empresa despediu uma trabalhadora que meteu baixa por doença. No passado dia 12, os sindicatos realizaram uma concentração junto às instalações da empresa, sob o lema «DHL-Euskalog despidorik ez», e divulgaram uma nota sobre o despedimento.

«A administração da empresa voltou a despedir uma trabalhadora», revelam os sindicatos, acrescentando que, como é habitual, o despedimento foi feito através de um fax registado [burofax]. Como motivo para o despedimento, a empresa alega que a trabalhadora esteve de baixa 29 dias em 2016.

Para além de repudiarem a actuação da empresa neste caso, os sindicatos afirmam que «estão contra qualquer despedimento que viole os direitos dos trabalhadores». Acrescentam que a administração terá de «enfrentar» os trabalhadores e que «é tempo de estes se unirem» face às atitudes do patronato.

Na quinta-feira passada, dia 12, LAB, ELA e CCOO realizaram uma concentração de protesto frente às instalações da DHL Euskal Log, em Agurain (Araba); não descartam a possibilidade de avançarem para novas formas de luta. / Ver: halabedi.eus e LAB

«El vuelo del almirante Carrero Blanco y el revuelo judicial»

[De Carlos Tena] El Parlamento, donde los pijiprogres del Club de Fans de Pablito y sus padrinos del PSOE juegan al debate, interpretando un papel tan falso como populista y «primaveral», sigue manchado con la sangre de miles de luchadores por la libertad.

Los líderes del franquismo, sus torturadores y criminales, no solo gozan hoy de libertad y protección, sino que se les considera héroes.

Ahora resulta que la justicia borbónica quiere encarcelar a quienes osen bromear con la muerte, del almirante. Una joven estudiante podría ser una nueva víctima de la justicia neofranquista. (lahaine.org)

Ver tb: Entrevista a Alfredo Remírez, @erreharria – este basco é um dos MUITOS IMPUTADOS pelo tribunal de excepção espanhol, na sequência das operações Aranha contra a liberdade de expressão nas redes sociais no Estado espanhol (lahaine.org)

«A catástrofe que nos ameaça e como combatê-la» [Escuela de Cuadros]

A edição 189 do programa de formação marxista Escuela de Cuadros centra-se no estudo de um texto com grande actualidade, escrito por Lénine em Setembro de 1917. Amílcar Figueroa dá uma ajuda.

Naquele momento, um governo reformista tinha afastado o governo reaccionário do Czar. No entanto, apesar da terminologia revolucionária de Kerensky, o seu governo manifestou uma descarada passividade face à conspiração capitalista e à catástrofe eminente. Como sempre, Lénine propôs o que fazer…

«La catástrofe que nos amenaza y cómo combatirla» [Escuela de Cuadros]O programa Escuela de Cuadros é transmitido todas as semanas na Alba TV (segundas e terças-feiras, às 20h30) e na ViVe Televisión (sábados e domingos, 22h00). Os programas podem ser vistos também em www.youtube.com/escuelacuadros.

sábado, 14 de janeiro de 2017

Milhares inundaram Bilbo em defesa dos direitos humanos e contra a dispersão dos presos

Num dia frio e chuvoso, 78 mil pessoas (segundo se divulga no Twitter) mobilizaram-se, nas ruas da capital biscainha, em defesa dos direitos humanos dos presos políticos bascos e contra a política de dispersão que lhes é aplicada pelos estados.

A manifestação, convocada pela organização Sare sob o lema «Giza Eskubideen, konponbidearen eta bakearen alde. Euskal presoak Euskal Herrira» [Pelos direitos humanos, a resolução e a paz. Os presos bascos para o País Basco], partiu de La Casilla por volta das 17h45, com as carrinhas da Mirentxin e os familiares dos presos à frente.

Também se viam muitas bandeirolas a reclamar o repatriamento e um cartaz com a forma de uma mão com o indicador esticado, a denunciar as violações dos direitos, símbolo da mobilização deste ano.

Seguindo pela Rua Autonomia e pela Praça Zabalburu, a manifestação voltou a proporcionar imagens impressionantes, com as vias cheias de gente, até chegar à Câmara Municipal, onde teve lugar o acto final.

Acto final
Depois de uma breve actuação de Kepa Junkera e Sorginak, tomaram a palavra Nerea Alias e Andoni Aizpuru, que se mostraram confiantes que este seja um «ano decisivo» para «avançar nessa tripla reivindicação, que não pode dissociar-se: direitos humanos, resolução e paz».

Em nome da Sare, afirmaram que a sociedade basca «exige respeito pelos direitos dos presos e das presas bascos, exige que sejam dados passos em direcção à resolução do conflito e que, de uma vez por todas, se alcance uma paz justa e definitiva».

Dirigindo-se a Madrid e a Paris, abordaram a questão dos presos doentes, da dispersão e da política de vingança, sublinhando que não vão parar até ter todos os presos bascos no País Basco. E pediram a todos que levantassem, todos juntos, os cartazes com a forma de mão e o dedo indicador esticado, para mostrar que «eu denuncio, nós denunciamos, Euskal Herria denuncia».

Quando encerrámos esta notícia, centenas de pessoas juntavam-se na Praça Irmãos Etxebarrieta, em Bilbo, para participar na manifestação em defesa da amnistia. / Mais info: lahaine.org, Berria e argia / Fotos: argia

«Altsasuko gazteria aurria! | ¡Viva la juventud de Altsasu!»

[De Altsasuko Gazte Asanblada / Asamblea de Jóvenes de Altsasu] Goardia Zibila zein beste indar polizialak egoera guzti honetan biktima bezala jartzea Altsasuko egoera guztiz desitxuratzea da. Nor da kontzentrazio batean egoteagatik isunak jasotzen dituena? Nor zen kontrol batean biluzarazia eta armekin mehatxatua izan zena? Sarekada baten ondorioz inkomunikatu eta torturatua? Nor manifestazio batean borrazo edo pilotakada bat jaso duena? Ez dugu uste gakoa indar polizialak herriarekiko harremanean nola sentitzen diren denik, herria indar polizialekiko nola sentitzen den baizik.

Altsasuko gertakariak egin duten eran gaindimentsionatzea aurretik erabakia zegoen. Izan ere arazoaren muina ez da iskanbila bera. Euskal Herria gertatu izan ez balitz, herri borrokalari batean gertatu izan ez balitz, iskanbilak ez luke beste edozein iskanbila baino garrantzi handiagorik edukiko. Baina gure zoritxarrerako, Altsasun gertatu zen, desmilitarizazioaren borroka modu aktiboan mantendu duen herri batean.
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Colocar a la Guardia Civil como víctima en toda esta situación es desfigurar la situación de Altsasu. ¿Quién es la/el que recibe la multa por participar en una concentración? ¿Quién fue la/el que en un control fue obligada/o a desnudarse y fue amenazada/o con las armas? ¿Incomunicada/o y torturada/o tras una redada? ¿Quién la/el que recibe un pelotazo o un porrazo por participar en una manifestación? No creemos que el debate haya de estar en cómo se siente la Guardia Civil en su relación con el pueblo, sino cómo se siente el pueblo respecto a la Guardia Civil.

Que los sucesos de Altsasu se hayan sobredimensionado como se ha hecho estaba pensado de antes. Ya que el núcleo del problema no son los propios sucesos, si no hubieran acontecido en Euskal Herria, si no hubieran acontecido en un pueblo combativo, no se le hubiera dado más importancia que a cualquier otro. Pero para nuestra desgracia se dieron en Altsasu, en un pueblo que ha mantenido activa la lucha por la desmilitarización. / Ler: BorrokaGaraiaDa

«O Ocidente reescreve o passado»

[De Manlio Dinucci] «O "Ministério da Verdade" de Orwell não se referia à URSS. Vaticinava a cobertura que dão os media burgueses ao atentado de Berlim e às guerras contra a Líbia e a Síria. Nestes, a actualidade divide-se em sequências curtas completamente desconectadas entre si, para que os factos resultem incompreensíveis, dando assim aos governantes a mais ampla margem para esconder os seus crimes.» (odiario.info)

The Wolfe Tones - «James Connolly»

Ao vivo.

sexta-feira, 13 de janeiro de 2017

Gasteiz e Iruñea acolhem jornada solidária com o Donbass

Por iniciativa da Hala Bedi irratia (Gasteiz), da Brigada Rubén Ruiz Ibárrurri (Madrid) e do Gaztetxe de Errotxapea (Iruñea), tem lugar, nos dias 26 e 27 de Janeiro, uma jornada solidária com o Donbass em Euskal Herria, com acções repartidas por Gasteiz e Iruñea.

De acordo com a informação divulgada pela Sare Antifaxista, no dia 26, a Taberna da Hala Bedi, em Gasteiz, acolherá a exibição do documentário «A Caravana das ideias», às 19h00, seguindo-se a conferência-debate «Internacionalismo no conflito do Donbass», que contará com a participação de elementos de brigadas.

No dia seguinte, no Gaztetxe de Errotxapea (Iruñea) será exibido o documentário «Donbass: a guerra no coração da Europa», estando prevista uma intervenção de um dos seus autores, Ibai Trebiño, que actualmente se encontra em Damasco [carrega, Ibai!].

Segue-se a conferência-debate «Internacionalismo no conflito do Donbass» e, às 22h00, um jantar solidário. Serão dadas informações sobre a próxima caravana antifascista ao Donbass. Porque a guerra continua...

«Donbass: a guerra no coração da Europa» [trailer]Ver: SareAntifaxista / Mais info sobre o Donbass: EH-Donbass elkartasun komitea

«Sobre la cárcel y los grados penitenciarios»

[MpA] Cuando hablamos de aceptar la legalidad penitenciaria no nos referimos, por tanto, a acogerse a derechos, sino a las obligaciones impuestas para acceder a determinados beneficios. Es aquí donde entra el chantaje por el cual la cárcel ofrece algo al preso a cambio del que el preso entregue algo a la cárcel, que en el caso de los presos y presas políticas vascas no es otra cosa que la renuncia a su militancia política y la aceptación del sistema que les mantiene en prisión.

Por otra parte, el hecho de que algunos se acogieran a estos beneficios mientras otros se mantienen en su postura de confrontación con la cárcel, supondría que los primeros estarían fortaleciendo la opresión que los Estados mantienen contra los segundos.

En una lógica represiva tan cruda como la que viven los presos y presas políticas vascas, las salidas individuales de algunos pueden suponer el dar por buena la «vía de la reinserción», trayendo la consecuencia del éxito de estas medidas represivas y por lo tanto el agravamiento de la situación de los y las militantes políticas que opten por no aceptar este chantaje.

Es por ello que el Movimiento Pro Amnistía y Contra la Represión se compromete a seguir apoyando tanto en lo político como en lo humano a todos y todas aquellas presas políticas vascas que sigan manteniendo posturas de dignidad y lucha frente a quienes oprimen a nuestro pueblo. Seguiremos luchando hasta la consecución de la amnistía. / Ver: amnistiAskatasuna [euskaraz hemen]

«Quem são os pós-modernos e por quais motivos lutam contra eles os marxistas»

[De Diego Grossi] Com forte caráter anticomunista, latente ou declarado, estes segmentos pós-modernos vêm disputando espaço com militantes marxistas. Todavia, é frequente por parte de pessoas influenciadas pelo pós-modernismo a fuga das críticas, alegando uma suposta banalização do conceito de «pós-modernismo» ou se ancorando num alegado dogmatismo por parte dos críticos que, dizem, chamariam de «pós-modernismo» qualquer coisa que fugisse da sua «ortodoxia sobre luta de classes» (sic). Então é necessário não só desmontar esse espantalho como ainda apontar, resumidamente, as principais críticas do marxismo ao pós-modernismo hoje. (Diário Liberdade)

«Repudio y reclamo al Gobierno de Macri por la represión a los mapuches»

[Página12] «No es novedad para nosotros que las fuerzas manejadas por el gobierno de Chubut nos amenacen. Suelen circular patrulleros y camionetas a diario», advierte Jaquelin Marin. La joven integra la comunidad mapuche Pu Lof en el Departamento de Cushamen, en Chubut, que hace más de dos años reclama la restitución de territorios ancestrales. Desde entonces, cuenta Marin, «pasan y disparan tiros al aire, nos insultan a lo lejos». Sin embargo, la represión que vivió junto a algunos de sus lamienes –hermanos y hermanas– «ha atravesado un límite»
[...]
La comunidad Pu Lof, que reclama en el noroeste chubutense tierras en manos del grupo empresario italiano Benetton, recibió el primer ataque el martes a las 7 de la mañana. (tatuytv.org) [mais info: Resumen Latinoamericano]

«A culpa é do sistema» (manifesto74)
[De Ricardo M Santos] Na foto, ali em cima, está o retrato do que é a UE em 2017 e que nunca poderia ser diferente. Porque foram sempre a economia e as finanças que estiveram na sua mira. A UE que vende refugiados à Turquia – também cheia de liberdades, humanismo e democracia – para que os arrume e os tire das nossas vistas, que a nossa liberdade também é isso.

quinta-feira, 12 de janeiro de 2017

A Polícia prendeu 3 jovens em Iruñea, por protestos contra a LOMCE

A Polícia espanhola prendeu três jovens, esta manhã, na capital navarra, segundo divulgou o sindicato Ikasle Abertzaleak. A operação está ligada aos protestos ocorridos na greve geral estudantil de 17 de Março do ano passado. Os três jovens já foram postos em liberdade.

O Ikasle Abertzaleak fez saber que os três estudantes, dois dos quais menores, foram presos em Iruñea, à saída de casa e a caminho da escola, por envolvimento nos protestos contra a LOMCE, a 17 de Março de 2016.

Nalguns estabelecimentos de ensino, a presença policial foi grande durante esta manhã. Os estudantes já foram postos em liberdade, acusados de «atentado à autoridade» e «desordem pública».

Em protesto contra a operação policial e «o ataque contra os estudantes», foi agendada para hoje, às 20h30, uma concentração na Praça Nabarreria, em Iruñea. / Ver: Argia

Borroka Garaia: «¿Hasta cuándo la cárcel?»

Una de las características comunes de los conflictos políticos y armados son los prisioneros y no se conoce un conflicto político solucionado con presos encarcelados. En Euskal Herria no está el conflicto solucionado ni en vías de solución. Ni las consecuencias de este conflicto son elementos del pasado a solucionar, sino que todas las semanas se apilan nuevas, y seguirán apilándose a no ser que un día olvidemos las razones por lo que todo esto empezó y al estado no le haga falta ya.
[...]
No hace falta ser un filósofo griego para saber que los presos políticos en cualquier conflicto del planeta solo han podido salir a la calle de una forma: mediante acuerdos de resolución y amnistías y que eso solo significa que la lucha del pueblo lo ha podido forzar, pues precisamente conflicto significa que no hay acuerdo, pues nadie hace las leyes en beneficio del que persigue sino con la intención de acabar con su persona, proyecto y lucha. Tampoco lo hace por venganza. La venganza nunca ha sido moneda de cambio del usurpador. Su accionar en todo momento es fruto de un diseño político estratégico que no es la venganza sino unos objetivos que se encuadran en líneas de actuación más amplias. Someter a pueblos, apuntalar a una minoría rica en el control del poder, amenazar y machacar a la disidencia y mantener la injusticia. En este tablero de juego no se hace nada sin ningún motivo, o por mera venganza, todo es parte de algo. Siglos de dominio no se construyen con venganzas sino con un uso sofisticado de la ciencia fría de la opresión. (BorrokaGaraiaDa)

«O adeus de Obama, o presidente da guerra e da mentira»

[Os editores de odiario.info] Uma documentação impressionante, irrefutável, prova que o governo de Obama financiou e continua a apoiar o auto-intitulado Estado Islâmico, simulando combatê-lo.

Os governos e os media europeus já começaram a entoar o cântico de elogios a Barack Obama. Mas a apologia farisaica do homem e do estadista serão desmentidas pela História. Ele foi responsável como presidente dos EUA por uma política de ameaça à Humanidade. (odiario.info) [em castelhano: lahaine.org]

«"El arte de la guerra"» (lahaine.org)
[De Manlio Dinucci] Estuvo excluido de ese encuentro EEUU, donde la administración Obama está utilizando sus últimas semanas para crear la mayor tensión posible entre ese país y Rusia, acusando a esta último incluso de haber subvertido –con sus «malignos» hackers y agentes secretos– el resultado de la elección presidencial, que tendría que haber ganado Hillary Clinton para garantizar la continuación de la estrategia neoconservadora de la cual la misma señora Clinton fue artífice, bajo el mandato de Obama.

La administración Obama se termina ensombrecida por el fracaso de los principales objetivos estratégicos estadounidenses.

Programa «La Memoria»: Palestina, o grito que não cessa

O primeiro programa do novo ano traz-nos ecos antigos de um conflito prolongado, de um grito que não cessa: o grito da Palestina e da sua gente.

Da «memória» da Palestina, das múltiplas formas de luta do seu povo, ao longo de décadas, contra a dominação e a opressão sionistas, de diferentes instrumentos de resistência, como as greves de fome, a luta armada, as várias intifadas e o movimento BDS, de tudo isto e muito mais se fala neste programa, que conta com a colaboração preciosa da activista María Landi. / Ouvir: Info7 irratia

quarta-feira, 11 de janeiro de 2017

Dia 14, manif pela amnistia desde a Praça Irmãos Etxebarrieta

[«14 de enero, manifestación por la amnistía desde la plaza de los Hnos. Etxebarrieta» / Contextualização histórica e posicionamento do MpA] Si la cuestión de los represaliados y represaliadas políticas se queda en el terreno de los derechos humanos de manera aséptica y fuera del contexto del conflicto, lo que nos encontraremos en un futuro cercano será que una mayoría del pueblo defenderá el «acercamiento» de presos o la libertad de los gravemente enfermos (mayoría que hace tiempo que está formada), pero al mismo tiempo defenderá que los presos paguen «los delitos» que cometieron, aunque en el marco de una política penitenciaria «más flexible y humana». / Ver: amnistiAskatasuna [euskaraz hemen]

MANIF. PELO REPATRIAMENTO, DIA 14, EM BILBO
No mesmo dia, também em Bilbo, a organização Sare promove a habitual manifestação de Janeiro pelo repatriamento dos presos bascos.
Parte às 17h30 de La Casilla, sob o lema «Yo Denuncio. Euskal presoak Euskal Herrira. Derechos humanos, resolución, paz».

«Que la clase obrera sepa e interiorice que la lucha es el único camino»

[Juanjo Basterra / El Periodista Canalla] Los extrabajadores de Talleres Mecánicos Arakistain (TMA) han realizado una valoración de la sentencia contra Alexis Rodríguez y David González. Se mostraron orgullosos de la lucha que mantuvieron y del resultado de la misma. Entienden que la lucha obrera da resultados positivos y es solo de esa manera cuando se consiguen los objetivos que se persiguen frente a una patronal avariciosa.

Es lo que el Pueblo Trabajador siempre ha hecho: conseguir sus objetivos mediante la lucha. Y, según los extrabajadores de TMA, ese es el único camino para lograr las aspiraciones obreras. Ellos han marcado un camino, camino de fortaleza, convicción y de clase, clase trabajadora. (BorrokaGaraiaDa)

«Kabila e oposição chegaram a acordo»

[De Carlos Lopes Pereira] A República Democrática do Congo tem uma história conturbada. Assassínios de dirigentes – a começar por Patrice Lumumba, o herói africano e da independência, em 1960 –, intervenções militares estrangeiras, secessões, guerras civis, golpes de estado, governos ditatoriais apoiados pelo imperialismo norte-americano, conflitos fronteiriços, ingerências em países vizinhos. No presente, a aprovação de um acordo entre o presidente cessante e a oposição é um raro passo de atenuação de tensões. Logo se verá se é concretizado. (odiario.info)

«Carta abierta a los sedicentes "defensores de los derechos humanos" en Alepo» (lahaine.org)
[De Jean Bricmont] Que no haya malentendidos: lo que sigue no es en modo alguno una crítica de los derechos humanos como ideal por el que trabajar. El título completo de esta carta debería ser: «Carta abierta a quienes invocan selectivamente los derechos humanos para justificar la política de intervención de las potencias occidentales en los asuntos internos de otros países».

En realidad, el único asunto a discutir sobre Siria no es la situación sobre el terreno (que puede ser complicada), sino la legitimidad de las políticas intervencionistas en ese país por parte de los EEUU y sus «aliados», los europeos, los turcos y los estados del Golfo.

Capacetes Brancos: a máscara do terror [vídeo]

Cascos blancos: la máscara del terror [Anna News]Ver: Euskal Herriko antinperialistak

terça-feira, 10 de janeiro de 2017

Colectivos sociais exigem, em Bilbo, fim dos cortes nas prestações sociais

Colectivos sociais da Bizkaia promoveram, ontem, uma marcha de «gente despida» entre a delegação do Governo de Gasteiz em Bilbo e a sede do Lanbide [Serviço Basco de Emprego] na capital biscainha, em protesto contra os cortes nas prestações sociais contemplados pelo Governo de Lakua.
Os colectivos biscainhos denunciam que o Executivo, não cumprindo a Lei, pretende cortar 15% no Rendimento Mínimo, bem como o facto de o aumento deste apoio deixar de estar indexado ao do salário mínimo interprofissional (SMI).

Este novo «ajuste» vem juntar-se ao corte orçamental de 7% em todas as prestações sociais que o Governo de Gasteiz mantém desde 2012 e que representa um duro golpe para as famílias mais desfavorecidas, afirmaram.

Os colectivos biscainhos exigem, por um lado, que este corte deixe se ser aplicado e, por outro, que o Rendimento Mínimo na Comunidade Autónoma Basca seja aumentado em 8%, de acordo com o aumento verificado no SMI. / Ver: Berri-Otxoak e Herrikolore [com reportagem]

Já é conhecido o percurso da 20.ª Korrika

A Korrika é uma corrida a favor do euskara que percorre todo o País Basco, organizada pela Coordenadora de Alfabetização e Euskaldunização (AEK, na sigla basca). A corrida tem por objectivo promover a consciencialização relativamente ao euskara e juntar fundos para que seja possível levar a cabo o trabalho diário nos centros de aprendizagem de euskara da coordenadora.

Desde a primeira edição, que se realizou em 1980 entre Oñati (Gipuzkoa) e Bilbo, a Korrika tornou-se um dos eventos mais importantes em prol do euskara, pelo número de pessoas que consegue reunir. Já se realizaram 19 edições nos últimos 37 anos, e, no dia 30 de Março de 2017, uma nova edição partirá de Otxandio, percorrendo mais de 2500 quilómetros ao longo de 11 dias, sem nunca parar e com a participação de centenas de milhares de pessoas de todas as idades e condições, antes de chegar a Iruñea, no dia 9 de Abril.

Durante a corrida, os participantes levam um testemunho que passam de mão em mão a cada quilómetro. Dentro do testemunho vai uma mensagem, que será lida no final da corrida, e que, como tal, só se torna pública no último momento. O lema desta edição é «Batzuk». Ontem, a organização deu a conhecer o percurso da corrida. / Ver: korrika.org [com localidade, dia e hora] e Berria

«El régimen de Felipe González sobornó a policías uruguayos para perseguir a miembros de ETA»

[De Danilo Albin] Un periodista de Uruguay revela documentos sobre las «donaciones» en armas y en dólares que realizó el exsecretario de Estado de Seguridad, Rafael Vera. También hubo acuerdos millonarios en materia de cooperación. El objetivo: controlar, espiar y detener a la comunidad vasca en el país sudamericano, entre los que figuraban amenazados por el GAL. Lo que ocurría en el entorno de las instituciones y colectivos vascos de Uruguay.

Desde finales de los años ochenta, una larga lista de individuos «curiosos» desfilaron por sus instalaciones, se hicieron amigos de sus directivos… y obtuvieron datos que acababan en Madrid. Así funcionaba una nutrida red de «colaboradores» de la Policía española que se dedicaba a «monitorear» las actividades de la diáspora vasca. / Ler: lahaine.org

«Mário Soares: Los elogios fúnebres no pueden reescribir la historia» (lahaine.org)
[Os editores de odiario.info / tradução para castelhano do La Haine] Debe ser recordardo como alguien que, desde el primer día, apuesta por que la revolución de abril no superase los límites de una revolución burguesa. Por que la conquista de la libertad política no trajera consigo los cambios económicos, sociales y culturales que garantizaran que, con la caída del régimen fascista, los trabajadores y el pueblo portugués encontraran abierto el camino a una sociedad no sólo liberada de la opresión, sino también liberada de la explotación, la desigualdad, la dependencia y el atraso, y que los pueblos de las colonias portuguesas conquistaran una efectiva independencia nacional.

Governo israelita quer «punição colectiva» severa após ataque em colonato ilegal

O Governo israelita quer punir severamente a família do palestiniano que, no domingo, matou quatro soldados num colonato em Jerusalém Oriental ocupada. A resistência sublinha que o ataque é consequência da violência diária que o povo palestiniano sofre nos territórios ocupados.

No domingo, o ministro da Segurança Pública israelita, Gilad Erdan, veio a público comunicar que o corpo de Fadi al-Qunbar não seria entregue à família e que as autoridades israelitas o iam enterrar num local a que a sua família não tivesse acesso.

Al-Qunbar, de 28 anos, foi morto a tiro por militares israelitas e civis armados, ontem à tarde, pouco depois de ter abalroado, com um camião, um grupo de soldados israelitas, matando quatro e ferindo 13, no colonato ilegal de Talpiyyot, em Jerusalém Oriental ocupada, informa a agência Ma'an.

As declarações do ministro Erdan enquadram-se na habitual política de vingança e punição colectiva israelita para com os palestinianos, e é reforçada com veemência nos períodos subsequentes a ataques perpetrados contra os ocupantes em território palestiniano, como ocorreu este domingo. (Abril)