segunda-feira, 14 de outubro de 2019

Catalunha: «Protestos e repressão no aeroporto de El Prat [vídeos e fotos]»

Milhares de pessoas encheram El Prat e Espanha responde com repressão. / VER: lahaine.org
«Independentistas catalães condenados a penas de prisão» (Abril)

«El Tribunal Supremo condena a entre 9 y 13 años de prisión a los líderes independentistas» (lahaine.org)

«Pacto de censura y silencio internacional ante la represión en el norte de Irlanda»

[De Borroka Garaia] Lo que llama la atención de estos datos, a parte de lo abultada de la represión política en un territorio que es tomado por la UE y EEUU como zona pacificada y ejemplar, lo cual al mismo tiempo trae el silenciamiento internacional de los casos de represión tanto como la situación de los presos políticos, es que las declaraciones del jefe policial no parece que fueran fruto de un momento puntual de demencia al tratar a niños como moneda de cambio y presión política, sino que cada vez es más visible la represión contra los propios niños y menores de edad en el norte de Irlanda. (BorrokaGaraiaDa)

Exército sírio começou a posicionar-se em províncias fronteiriças com a Turquia

De acordo com várias fontes, este avanço das tropas de Damasco para uma região até agora sob controlo das milícias curdas das chamadas Forças Democráticas Sírias (FDS), em conjunto com os alidos norte-americanos, resulta de um acordo alcançado ontem, com mediação da Rússia, entre o governo sírio e as milícias curdas.

Entretanto, já esta tarde, Aritz Saidi Olaortua, especialista em questões do Médio Oriente e habitual comentador da TeleSur e da HispanTV, deu conta de embates entre o Exército Árabe Sírio e as tropas turcas, apoiadas pelos seus chamados «rebeldes moderados» (da Al-Qaeda), tanto na auto-estrada M4 como na cidade de Manbij (província de Alepo). Referiu ainda, na sua conta de Twitter, que tropas dos EUA estão a bloquear a entrada das forças de Damasco em Kobane/Ain al-Arab. (Abril)

Resistência popular ao neoliberalismo deu alguns frutos e equatorianos celebram

Depois de 11 dias de intensa mobilização, fortemente reprimida, e do anúncio de um acordo, este domingo, entre movimento indígena e governo, a festa soltou-se nas ruas. Mas não faltam razões para cautela.

Triunfalismo sem fundamento?
Na sua conta de Twitter, o sociólogo argentino Atilio Boron, cujas análises políticas se centram muito na América Latina, mostrou-se bastante céptico com a «desmobilização indígena e popular a troco de novas promessas de Moreno, referentes tão-só ao primeiro ponto da complexa agenda imposta pelo FMI».
 
Disse ainda opor-se ao «triunfalismo reinante», lembrando que há questões no «pacotazo» que vão muito para lá da questão da «gasolina» (ataques vários aos direitos dos trabalhadores) e que a Frente Unitária dos Trabalhadores (FUT), que teve papel central na mobilização dos trabalhadores, ficou de fora do diálogo. (Abril)

domingo, 13 de outubro de 2019

Centenas participaram num impressionante «Alarde Antifascista» em Bilbo

Numa mobilização que decorreu este sábado à tarde, Euskal Herria mostrou que conta com centenas de antifascistas. Gudaris e milicianos foram homenageados. A luta contra o fascismo de ontem e de hoje esteve bem presente.

«Alarde popular antifascista» em Bilbo (SareAntifaxista)Ver: COMUNICADO em lahaine.org

Terras ocupadas e destruição no quinto dia da agressão turca à Síria

Iniciada na passada quarta-feira, a operação a que os turcos chamaram «Fonte de Paz» entrou hoje no seu quinto dia, em que, segundo a agência SANA, se verificou a ocupação da cidade de Suluk, no Nordeste da província de Raqqa, da barragem de Mabrouka e de várias aldeias, como Dweira, Harobi e Raj'an, na região de Ras al-Ain, no Norte da província de Hasaka.

A operação militar turca, em que se integram grupos terroristas que participaram em várias batalhas decisivas na guerra de agressão à Síria (como Alepo, Ghouta Oriental e Daraa), segundo refere um correspondente da RT, provocou grande destruição ao longo destes cinco dias no Norte e Nordeste do país árabe, nomeadamente em bairros residenciais e infra-estruturas de diverso tipo. (Abril) 

[DESENVOLVIMENTO: Army units move north to confront Turkish aggression on Syrian territory (SANA)] 
 
Ver tb.: «Quiénes son los kurdos por los que Turquía ha lanzado una ofensiva en el norte de Siria», de Alberto Rodríguez García (RT)

«Quito se convirtió en un campo de batalla constante»

[De Marco Teruggi] La crisis abierta en Ecuador es entonces doble: de un presidente que traicionó su promesa de gobierno y enfrenta niveles muy bajos de legitimidad, y de un proyecto de reconquista neoliberal con el último paso consistente en subordinarse al FMI. Eso está impugnado en las carreteras del país y las calles de Quito que se han vuelto un campo de batalla en un país donde en el pasado reciente tres presidentes han sido destituidos por la movilización indígena y popular. (Página 12 via lahaine.org)

Após denúncias de tortura, Justiça proibiu advogados de entrar nas prisões do Pará

As denúncias contra a actuação da Força de Intervenção Penitenciária (FTIP) no Pará são muitas. De acordo com os advogados da OAB, foram reunidos mais de 100 vídeos com relatos torturas. A FTIP intervém no estado desde o massacre ocorrido no Centro de Recuperação de Altamira, no Sudeste do Pará, no qual morreram 58 pessoas, no final de Julho. Então, houve presos que passaram uma semana usando apenas cuecas, sendo privados de higiene e comida, e sendo submetidos a espancamentos, refere a fonte. (Abril)

sábado, 12 de outubro de 2019

Centenas exigiram em Iruñea a saída de Euskal Herria das forças de ocupação espanholas

Em resposta à convocatória do Movimento pró-Amnistia e contra a Repressão, várias centenas de pessoas manifestaram-se ao início desta tarde nas ruas do centro de Iruñea (Pamplona), capital histórica de Euskal Herria, para exigir a saída de território basco das diversas forças repressivas de ocupação.

Marchando sob o lema «Indar okupatzaileak kanpora» (Fora com as forças de ocupação), a reivindicação «Alde hemendik, utzi bakean!» (Vão-se embora, deixem-nos em paz!) fez-se ouvir com força nas ruas da Alde Zaharra iruindarra, no contexto de uma jornada de protesto que também visou denunciar o dia de exaltação espanholista que é o 12 de Outubro.

Ao longo da mobilização, os manifestantes gritaram palavras de ordem a favor da libertação dos presos políticos e o popular «Que se vayan» [de una puta vez]. Mesmo antes do fim da manifestação, foi lida uma carta do preso basco Jon Kepa Preciado e cantou-se o «Eusko Gudariak» (hino basco). / VER: lahaine.org (com vídeos)

Lenín Moreno ofreció diálogo y a los pocos minutos su policía arremetió brutalmente

Ecuador sigue desbordado de protestas en su noveno día de levantamiento popular contra el gobierno de Lenin Moreno y el paquetazo del FMI.

Ayer por la tarde una multitud fue cercando la Asamblea Nacional exigiendo que Moreno diera marcha atrás con el paquetazo y expresando que lo desconocían como su presidente. En ese interín, los manifestantes enfrentaron numerosas cargas policiales que lanzaron gases a mansalva y balas de goma al cuerpo de los hombres y mujeres que están movilizados. / Ver: Resumen Latinoamericano

«Acordai!»

[De Jorge Cadima] A vergonhosa resolução aprovada pela maioria do Parlamento Europeu sobre a II Guerra Mundial (19.9.19) não é apenas grave pela tentativa de reescrever e falsificar a História. É grave por aquilo que representa para a actualidade e o futuro. Pelo anticomunismo se ataca a democracia e se abre a porta ao fascismo.

«O crescente branqueamento do nazi-fascismo vai de braço dado com a perseguição e proibição dos comunistas, as primeiras e maiores vítimas dessa forma extrema de violência terrorista do capitalismo que é o fascismo. A resolução do PE (no seu considerando F e pontos 17 e 18) não só ‘legitima’ a proibição e perseguição dos comunistas e dos seus símbolos que há muitos anos ocorre em numerosos países da UE, como sugere alargá-la a toda a UE, juntamente com a endoutrinação escolar dos jovens. Só quem não quer é que não vê o que se está a passar.» (odiario.info)

«A disputa intraburguesa nos EUA»

[De Richard Becker] Para o movimento popular, o impeachment oferece um caminho para lugar nenhum

O aprofundamento do conflito sobre o impeachment do presidente Donald Trump é uma luta entre facções da classe dominante capitalista e seu aparato governamental. A luta é fundamentalmente sobre qual lado exercerá controle sobre o Estado e o governo com todo o poder e riqueza que confere. (Diário Liberdade)

sexta-feira, 11 de outubro de 2019

«Del enemigo el consejo»

[De Borroka Garaia] De la misma manera que un estado es el monopolio de la violencia por una clase concreta en un territorio determinado, las leyes y el sistema judicial son una de las expresiones por las que se vehiculiza ese monopolio que solo sirve para precisamente salvaguardar los intereses de esa clase que domina cierto territorio.
[…]
Si metieron y aun siguen en la cárcel los jóvenes de Altsasu mediante un montaje no fue por lo que supuestamente pasaría en aquel bar sino porque querían mandar el mensaje del miedo frente a las dinámicas contra las fuerzas de ocupación y policiales para que cesen, que tenía que parar el movimiento juvenil de Nafarroa que de un tiempo a esta parte se estaba revigorizando frente a todo pronóstico, y que había que mantener el estatus quo de normalización y asimilación ya alcanzado. (BorrokaGaraiaDa)

Ver: «Espetxean preso jarraitu beharko dute Altsasuko gazteek» (gedar.eus)

Prisioneiros palestinianos correm risco de vida devido a negligência médica

Um relatório publicado esta quarta-feira acusa as autoridades israelitas de terem impedido os presos de aceder a cuidados médicos, potenciando o agravamento das suas doenças e colocando alguns à beira da morte.

Segundo o documento, publicado esta quarta-feira, alguns presos estão em condições físicas tão frágeis que necessitam do apoio de outros presos para tomar duche, mudar de roupa, comer, beber e realizar outras rotinas diárias.

A Comissão referiu no informe os nomes de três prisioneiros palestinianos cujo estado de saúde se agravou bastante devido a «negligência médica deliberada» por parte dos serviços prisionais israelitas. (Abril)

Milhares de soldados dos EUA em grandes exercícios militares na Europa

O Comando Europeu dos Estados Unidos (EUCOM) declarou esta segunda-feira que Washington irá enviar 20 mil soldados para a Europa na próxima Primavera, para participarem nos maiores exercícios militares dos últimos 25 anos em território europeu, informa o diário Stars and Stripes.

De acordo com o periódico centrado em questões das Forças Armadas norte-americanas, as manobras, lideradas pelos EUA, irão envolver, no total, 37 mil tropas, incluindo 20 mil provenientes dos Estados Unidos. (Abril)

Su Ta Gar – «Jo Ta Ke»

Ao vivo em Durango (Bizkaia), em Dezembro de 2008. A banda é de Eibar (Gipuzkoa).

quinta-feira, 10 de outubro de 2019

«El revisionismo y el reformismo en la actualidad. Doce apuntes sobre marxismo (VII de XII)»

[De Iñaki Gil de San Vicente] Hacemos la entrega VII de la serie de XII escrita para el colectivo internacionalista Pakito Arriaran. Como dijimos, estudiará el reformismo en todas sus expresiones: política, sociología, economía, relaciones internacionales, sindicalismo, etc., pero con una característica que explicaremos: analizar el reformismo actual. La VIII entrega desarrollará el período que va de la revolución bolchevique de 1917 al final de la II GM, 1945.
[…]
El revisionismo y el reformismo tranquilizan al capital también en estas tres grandes áreas que hemos expuestos de manera muy general. A resultas de ello, la humanidad explotada tiene muchas dificultades para desarrollar su estrategia revolucionaria, es muy crédula para con las mentiras del poder, cree que el capitalismo es el menos malo de los sistemas posibles, y por tanto asume ese refrán ultraconservador e individualista de que es mejor lo malo conocido que lo bueno por conocer, en un momento en el que se agrava hasta lo insospechado la crisis sistémica que golpea con especial dureza a las y los oprimidos desde 2007. (lahaine.org)

Protestos populares no Equador não abrandam, apesar da intensa repressão

Esta quarta-feira, sétimo dia consecutivo de mobilizações no país andino, milhares de manifestantes – indígenas, agricultores, estudantes, trabalhadores de diversos sectores – aderiram à greve geral e protestaram nas ruas de várias cidades equatorianas contra o Decreto 883 imposto por Lenín Moreno, que inclui o fim dos subsídios estatais à gasolina especial e ao gasóleo (provocando a subida dos preços dos transportes públicos e de bens de primeira necessidade), e o ataque aos direitos dos trabalhadores (sobretudo do sector público).

Em Quito, capital do país, os manifestantes dirigiram-se bem cedo para as imediações do Palácio de Carondelet (sede do governo, provisoriamente transferido para Guayaquil) e bem cedo começaram a enfrentar a repressão das forças policiais e militares, tendo sido agredidos a cacetete, a pontapé e com chuvas de gás lacrimogéneo por indivíduos fardados que, de motorizada, a cavalo ou em viaturas blindadas, montaram verdadeiras operações de caça ao manifestante. (Abril)

Agressão turca à Síria provoca grande destruição

Iniciada esta quarta-feira, a ofensiva aérea e terrestre da Turquia no Norte da Síria provocou dezena e meia de mortos civis e grande destruição ao nível das infra-estruturas.

Numa declaração emitida pelo Ministério dos Negócios Estrangeiros, o governo sírio condenou energicamente o «comportamento agressivo do regime de Erdogan», que «mostra claramente as suas ambições expansionistas no território da República Árabe da Síria».

Responsabilizou ainda pela actual situação algumas «organizações curdas», «devido à sua dependência do projecto norte-americano», e pediu-lhes que «deixem de ser instrumentos ao serviço da política hostil dos Estados Unidos na agressão contra a Síria». (Abril)

«El experimento de Honduras, la distopía autoritaria neoliberal» (vídeo)

Esta tertulia de TV es, a su vez, un fragmento del programa semanal de Cubainformación Radio: «Cuba y Venezuela: el derecho a la cooperación y a la defensa».[Com José Manzaneda, Ivana Belén Ruiz e Luismi Uharte.] / Ver: cubainformacion.tv

quarta-feira, 9 de outubro de 2019

«La traición a Jarrai (KAS)»

[De Borroka Garaia] Y esa traición queda certificada con el viejo sello socialdemócrata de llamar para-policial o español a todo lo que no se puede contrarrestar desde el sectarismo inútil. La mentira o la sopa boba como único recurso para luego hacerse los suecos. Eso no lo cambian ni mil memes.

Este robo se ha producido por una única razón. Es una consecuencia directa del abandono de la forma de movimiento donde la estrategia institucionalista ocupa el centro. Al fin y al cabo, el mayor logro de la represión no es la represión en sí misma, sino que tras largos años de sufrirla, ésta sea considerada como imbatible, certera y exitosa. Tanto como para integrarla y reproducirla en tu propio accionar. (BorrokaGaraiaDa)

«Lenin contra Lenin»

[De Carlos Aznárez] En términos de la práctica política, significa también que la lucha de clases pasa a ocupar un lugar preponderante y por más que se la quiera ocultar, estalla con toda su fuerza y conmueve los cimientos de los «palacios de invierno». Eso es precisamente lo que hoy está ocurriendo en Ecuador. Se acabaron los paños fríos, las excusas y las mentiras con que el gobierno de Lenin Moreno intentó «hacer tiempo», mientras preparaba el paquete de medidas que le impuso el Fondo Monetario Internacional. (Resumen Latnoamericano)

«Assim é o Che»

[Texto publicado a 9 de Outubro de 2017] Passam hoje 50 anos sobre o assassinato de Che Guevara, na selva da Bolívia. Poucos dias depois de divulgada a execução, a 18 de Outubro teve lugar em Havana, na Praça da Revolução, uma velada solene, na qual Fidel Castro evocou e louvou a figura multifacetada do seu companheiro de luta, guerrilheiro, escritor, médico, estadista, diplomata, internacionalista. «Sejam como o Che», pediu Fidel à multidão. (Abril)

Meia centena de personalidades acusadas de sedição por alertarem Modi

Agentes da cultura indiana escreveram, em Julho, uma carta a Narendra Modi a alertar para o discurso de ódio crescente no país e exigindo o fim imediato dos linchamentos de muçulmanos e dalits [oprimidos, trabalhadores braçais, «impuros»]. De acordo com a acusação, os signatários «mancharam a imagem do país e minaram o desempenho impressionante do primeiro-ministro», além de terem «apoiado tendências secessionistas», refere o indiatoday.in.

Os comunistas indianos, que recordam o seu posicionamento contra a figura jurídica da sedição (usada com abundância nos tempos da Índia submetida à coroa britânica), sublinham que «escrever uma carta ao primeiro-ministro a expressar opiniões […] não pode ser definido como um crime ou designado como anti-nacional».

«Isto é o equivalente a castigar todos aqueles que têm uma opinião divergente sobre as políticas do actual governo», lê-se na nota, que sublinha que o caso constitui «a negação completa dos direitos democráticos e reflecte o autoritarismo crescente no país». (Abril)

terça-feira, 8 de outubro de 2019

«Movimiento feminista postmoderno: el modelo de militancia y la política del espectáculo»

[De Nahia Santander / eus: Mugimendu feminista postmodernoa: militantzia eredua eta ikuskizunaren politika] Al mismo tiempo, busca ser compatible con el resto de los aspectos de la forma de vida capitalista: el trabajo asalariado, las distintas instancias de socialización burguesas… Por eso, lejos de ser una militancia integral, que aspira a abarcar todos los ámbitos de nuestra vida y a subvertir el régimen social imperante, se convierte en una institución más que regula nuestra reproducción social: que nos socializa para que interioricemos una serie de preocupaciones, para que neguemos la voluntad colectiva… / Ver: lahaine.org

Mantêm-se os protestos no Equador e Moreno muda-se para Guayaquil

Em várias cidades do Equador – e com particular incidência na capital, Quito – vivem-se momentos de grande tensão, com os manifestantes a exigirem nas ruas o fim do chamado «paquetazo» neoliberal imposto pelo governo de Lenín Moreno, um conjunto de reformas tributárias e laborais que estão de acordo com as habituais «medidas austeritárias» receitadas pelo Fundo Monetário Internacional (FMI).

Com as ruas de Quito num estado de caos – os manifestantes têm recorrido a pedras, garrafas, paus e pneus queimados –, as autoridades divulgaram, esta segunda-feira, que tinham efectuado 477 detenções, mas não publicaram dados sobre o número de feridos e falecidos nos protestos, nem dados concretos sobre a brutalidade policial – que tem sido possível constatar em vídeos publicados nas redes sociais. (Abril)

EUA largam «amigos» curdos e reabrem caminho à agressão turca no Norte da Síria

A agência estatal síria SANA lembra que a preparação da agressão militar turca ao Nordeste do país é feita em conluio com os EUA – que deixam de lado as promessas feitas às milícias das FDS, que instrumentalizaram na «guerra terrorista contra a Síria e o seu povo».

A agência síria afirma igualmente que Ancara e Washington são «patrocinadores do terrorismo» e «inimigos do povo sírio desde o início» da guerra de agressão, lembrando, a este propósito, que a Turquia é «um dos principais patrocinadores de organizações terroristas na Síria, tendo aberto as suas fronteiras à passagem de dezenas de milhares de mercenários de diversos pontos do mundo e permitido a sua entrada em território sírio para cometer massacres». (Abril)

«OIT, o antes e o depois – A esperança reside nas nossas lutas»

[De George Mavrikos, secretário-geral da Federação Sindical Mundial] Desde 1960, o bloqueio contra Cuba continua. O que fizeram as organizações internacionais?
Em Soma, na Turquia, em 13 de maio de 2014, 301 trabalhadores foram mortos. O que fizeram as organizações internacionais?
Na fábrica de Rana Plaza, no Bangladesh, em 24 de abril de 2013, 1132 meninas e mulheres foram assassinadas. O que fez a OIT?

Na Colômbia, nos últimos três anos, 600 militantes sindicais foram assassinados. Quem foi punido por esses crimes?
No Chile, o governo mina, com métodos antidemocráticos, o funcionamento independente do CAT. O que fez o gabinete responsável da OIT?
O que fizeram as organizações internacionais para proteger os trabalhadores da Palestina, da Síria, do Iraque e do Iémen dos imperialistas? Só palavras. É este o quadro. (resistir.info)