sexta-feira, 24 de maio de 2019

Una mujer de 90 años al juzgado por unas declaraciones sobre el exalcalde franquista de Yesa

Una mujer de 90 años del pueblo navarro de Yesa, Carmen García Pellón, tuvo que declarar en el juzgado de Zangotza [Sangüesa] en una vista de conciliación, porque el actual alcalde de Yesa, Roberto Martínez Luyando, nieto de Isidoro Martínez, exalcalde franquista del municipio, le exige que se retracte de unas declaraciones que hizo en un video de youtube que forma parte de un trabajo de investigación de Memoria Histórica sobre la represión en Navarra entre 1936 y 1945.

Carmen es hija de Mariano García Ilazorza, concejal de UGT fusilado cuando ella tenía 8 años y, según consta en la denuncia, hizo unas declaraciones en dicho vídeo donde atribuía al alcalde franquista abuelo del actual alcalde «haber robado todo lo que pudo, haber sido ladrón, apropiarse de todos los terrenos del pueblo y haberse quedado con las tierras de los fusilados», declaraciones de las que Roberto Martínez Luyando la exige que se retracte. / Mais info: lahaine.org

«Breve historia de la CIA (y sus nuevos métodos) en Venezuela»

[De Misión Verdad] Son abundantes las evidencias que exponen la infiltración de la Agencia Central de Inteligencia (CIA) en los asuntos internos de la región latinoamericana, en forma de golpes de Estado y promoción de guerras civiles.

[...] los nuevos e intensificados ataques irregulares contra el país en los últimos dos años de gobierno de Nicolás Maduro, desde el intento de magnicidio al presidente hasta el golpe fallido del 30 de abril, revelan dos aspectos diferentes en el historial de agresiones injerencistas por parte de Washington.

De manera progresiva, la agencia de inteligencia de los Estados Unidos le ha quitado vocería a la dirigencia local para poner a sus funcionarios de la Casa Blanca a mover aleatoriamente las fichas de sanciones económicas y acciones de fuerza irregular, trasladando responsabilidades operativas a países del Grupo de Lima, especialmente a Colombia. (misionverdad.com)

Governo de Bolsonaro aprova a utilização de mais 31 agrotóxicos

O número de produtos autorizados aumentou desde o golpe contra Dilma Rousseff. Só este ano foram 169. Três dos registados nesta terça-feira são compostos pelo glifosato, considerado cancerígeno.

Ao Brasil de Fato, o deputado federal Nilto Tatto (PT) disse que «a articulação entre a bancada ruralista e a cúpula que organizou o golpe contra a ex-presidente Dilma Rousseff foi fundamental» para a promoção de medidas «em benefício do agronegócio no país», nas quais se inclui a aprovação de agrotóxicos.

Com a eleição de Jair Bolsonaro para a presidência do Brasil, essa relação «estreitou-se» por via da ministra da Agricultura, Tereza Cristina, conhecida como «musa do veneno» e que presidiu à Frente Parlamentar Agropecuária – a chamada «bancada ruralista». (Abril)

Silvio Rodríguez – «Canción del elegido»

Dedicada a Abel Santamaría, herói e mártir do Moncada (Santiago de Cuba, 1953).

Supo la historia de un golpe / Sintió en su cabeza cristales molidos y comprendió que la guerra / Era la paz del futuro: / Lo más terrible se aprende enseguida y lo hermoso nos cuesta la vida

La última vez lo vi irse entre el humo y metralla / Contento y desnudo: / Iba matando canallas con su cañón de futuro / Iba matando canallas con su cañón de futuro.

quinta-feira, 23 de maio de 2019

Grande jornada de luta no sector metalomecânico da Bizkaia

O primeiro de cinco dias de greve agendados no sector Metalomecânico da Bizkaia foi um «grande êxito». Mais de 70% dos trabalhadores pararam e cerca de 10 mil manifestaram-se nas ruas de Bilbo.

«Passando por cima de todas as dificuldades, os trabalhadores do sector decidiram fazer greve e reivindicar os seus direitos», afirma numa nota o sindicato LAB, lembrando a situação de todos aqueles que, «pela situação de precariedade que vivem, jovens em estágio, eventuais, trabalhadores de ETT, migrantes, não puderam fazer greve, devido às ameaças e ao risco que correm de perder o seu posto de trabalho».

O sindicato sublinha que os trabalhadores estão em luta contra um «patronato insaciável que enche os bolsos à custa da precariedade», e defendem um acordo sectorial digno para a Bizkaia, que garanta os seus direitos. Se, no dia 3 de Junho, o patronato não der resposta às reinvindicações justas dos trabalhadores, estes voltam à greve nos dias 6, 7, 20 e 21 desse mês.

O LAB acusa também as instituições – Governo de Gasteiz e Deputação Foral – de serem responsáveis pela situação que o sector atravessa, na medida que dão cobertura às medidas do patronato. / Ver: lab. eus

Ver tb.: «Cinco dias de greve na metalomecânica da Bizkaia, em defesa de um "acordo digno"» (aseh)

«Nova Nakba?»

[De Jorge Cadima] O martírio do povo palestiniano dura há 71 anos, e está longe de ter terminado. Os falcões da guerra estão ao ataque. Os governos dos EUA e Israel rasgam ostensivamente todos os acordos, as resoluções da ONU, a legalidade internacional. No Médio Oriente, o Irão é anunciado como novo alvo de uma política assassina que ameaça arrastar todo o mundo a uma monstruosa catástrofe. (odiario.info)

«Imperialismo y rearme: los orígenes del militarismo moderno»

[De Juan Manuel Olarieta]
En Estados Unidos el militarismo no es consecuencia de la URSS, la Guerra Fría ni la paranoia atómica sino de que el rearme permanente pudo impidir -temporalmente- el hundimiento del capitalismo.

Desde 1941 la economía de Estados Unidos no ha podido dejar de matar. (insurgente.org)

«La Puta de Babilonia: Imperialismo y prostitución»

[De Carmen Parejo] Yo sin embargo me quedo con las guerreras del Ejército Árabe Sirio, con las maestras y médicas cubanas, con las luchadoras del Vietcong, con todas esas y estas sí, que son criminalizadas, denostadas, ocultadas de la historia. Para que nos creamos que el único fin de una mujer trabajadora es ser puta o madre a conveniencia del mercado capitalista. (revistalacomuna.com)

quarta-feira, 22 de maio de 2019

Jornadas pró-amnistia em Madrid, este sábado

O Centro Social Atalaya, em Vallecas (Madrid) acolhe, no próximo sábado, 25, as Jornadas pela Amnistia, organizadas pelo Movimento Anti-represivo de Madrid.

Ao almoço popular (13h30), seguem-se intervenções de várias organizações (a partir das 17h00) e concertos (a partir das 20h00).

Irão intervir Pablo Hasél e representantes do CSR Gamonal (Burgos), da Carrefour en Lucha, da PAH Parla, do CS 13 Rosas, da Adri et Volem a Casa (Catalunha), do Movimento pró-Amnistia (País Basco), do Socorro Vermelho Internacional e do Movimento Anti-represivo de Madrid.

Sauditas prosseguem campanha de bombardeamentos e massacre no Iémen

Caças sauditas levaram a cabo um ataque, na segunda-feira à tarde, contra uma viatura que seguia no distrito de Mustaba, provocando a morte a pelo menos quatro pessoas e deixando feridas 11, revela a PressTV, tendo por base os dados fornecidos por fontes locais à cadeia de TV em língua árabe al-Masirah.

Trabalhadores do Porto de Génova (Norte de Itália) fizeram uma greve, esta segunda-feira, em protesto contra a presença, nas instalações portuárias, de um navio saudita carregado com armamento. (Abril)

Militares sírios recuperam peças arqueológicas roubadas por terroristas em Hama

Qalat al-Madiq, cidade localizada na fértil Planície do Ghab, no Norte da província de Hama, foi recentemente libertada e, nas operações de limpeza de terreno que levaram a cabo, os militares sírios encontraram dezenas de peças arqueológicas que foram roubadas e ocultadas em esconderijos pelos terroristas, revelam a agência SANA e a Prensa Latina.

Apameia, fundada pelos Selêucidas (povo helénico) na margem do rio Orontes, cerca de 300 anos antes de Cristo, possui importante espólio romano e bizantino. Destino turístico crescente antes da guerra de agressão, foi proposta pela Síria à UNESCO como Património da Humanidade, mas a guerra imposta ao país pelos terroristas, pelas potências ocidentais e regionais impediu que o processo de apreciação fosse concluído.

As autoridades estimam que o local tenha sido alvo de grande predação por parte dos saqueadores de tesouros arquelógicos. Em Abril de 2017, a Al-Masdar News publicou fotografias de satélite que evidenciam os estragos feitos ao local: centenas de buracos escavados pelo que se julga serem contrabandistas de peças arqueológicas. (Abril)

«97% dos chilenos estão condenados a aposentadorias miseráveis»

[Entrevista a Luis Mesina, do movimento popular chileno NO+AFP] Nesta entrevista realizada na sede do movimento No+AFP (Não mais Administradoras de Fundos de Pensão), em Santiago, o porta-voz da organização, Luis Mesina, denuncia como o sistema de capitalização da Seguridade Social implantado «em meados dos anos 1980, sob a tirania de Augusto Pinochet», «condena 97% dos chilenos a aposentadorias miseráveis», «sendo a expressão trágica de um sistema que nega direitos fundamentais, lançando idosos a cenários desesperadores». (diarioliberdade.org)

terça-feira, 21 de maio de 2019

Dois trabalhadores morrem em acidentes de trabalho em Urola Kosta

Esta segunda-feira, dois trabalhadores morreram como consequência de acidentes laborais ocorridos na comarca guipuscoana de Urola Kosta. De manhã, foi um trabalhador do sector Florestal, em Zestoa; à tarde, um trabalhador da Construção, que caiu de uma grua em Zarautz.

Numa nota, o sindicato LAB afirma que, com estas últimas mortes, pelo menos 18 trabalhadores faleceram em Euskal Herria este ano em acidentes laborais. Em 2018, 68 trabalhadores faleceram em acidentes de trabalho no País Basco Sul.

«Os acidentes laborais têm responsáveis directos», sublinha o sindicato. Por um lado, «o patronato, que põe os seus interesses económicos e lucros à frente da saúde e da vida da classe trabalhadora». Por outro lado, «as administrações públicas, que, perante esta sangria, olham para o lado, transformando-se em cúmplices».

O LAB, que exige às várias administrações e ao Governo de Gasteiz mudanças profundas nas políticas de saúde laboral, medidas reais necessárias para evitar acidentes laborais e acções de fiscalização, afirma que irá continuar a lutar pelos direitos dos trabalhadores, pela sua segurança e saúde.

Anuncia, para além disso, a realização de uma mobilização, amanhã, às 12h30, em Azpeitia (Gipuzkoa). / Ver: lab.eus / Mais info: gedar.eus

Marcha do Silêncio em Montevideu exigiu «verdade e justiça»

A marcha, que esta segunda-feira se realizou pela 24.ª vez, é «uma expressão cálida de solidariedade com quem sofreu e ainda sofre as consequências da barbárie do terrorismo de Estado».

Apesar da chuva intensa na capital uruguaia, dezenas de milhares de pessoas participaram, esta segunda-feira, na Marcha do Silêncio, voltando a reclamar «verdade» e a exigir «justiça» para os desaparecidos na ditadura (1973-1985). (Abril)

Trabalhadores da TV pública argentina denunciam «censura»

Os trabalhadores da Televisión Pública de Argentina, conhecida como Canal 7, alertaram esta segunda-feira para a prática de «censura» no canal estatal, tendo denunciado que responsáveis pediram explicações a um apresentador que, num noticiário, chamou «presidente autoproclamado» ao membro da extrema-direita venezuelana Juan Guaidó, bem como a «perseguição» aos jornalistas que não seguem um discurso alinhado com o do governo de Mauricio Macri, refere a RT. (Abril)

«A propósito do declínio dos EUA»

[De Jorge Cadima] Os mecanismos com que a classe dirigente norte-americana tem procurado enfrentar o seu declínio não apenas não o inverteram, como contribuíram para acentuar esse declínio.

Trump expressa essa crise. ‘Tornar de novo grande a América’ é uma ilusão que não reflecte a realidade mundial em mudança. Mas o perigo de que tudo termine numa aventura catastrófica é enorme. (odiario.info)

segunda-feira, 20 de maio de 2019

Entrevista a Paco Cela Seoane

[Entrevista de directa.cat] Para los presos revolucionarios, es un insulto que nos digan que debemos reinsertarnos. Nosotros siempre hemos estado reinsertados en nuestra clase y en nuestro pueblo. Aquí nacimos, aquí crecimos y aquí nos hemos desarrollado políticamente. Cuando salimos siempre volvemos al seno de nuestra clase, para asumir todos sus problemas, para vivir como viven las masas populares y la clase obrera. Por lo tanto, nosotros no necesitamos ningún tipo de reinserción, es más, yo me niego, en redondo, en absoluto, con toda mi alma, a reinsertarme en el sistema que nos están ofreciendo, un sistema que está causando, en estos momentos, las mayores cuotas de barbarie. (presos.org.es)

Cuba manda reforços para a Venezuela: estudantes por uma «educação emancipadora»

Uma sólida delegação cubana participa, em Caracas, no XVIII Congresso Latino-americano e Caribenho de Estudantes, com o lema «Pela Nossa América: unidade, luta anti-imperialista e educação emancipadora».

Por seu lado, Raúl Alejandro Palmero Fernández, da FEU, disse: «Vamos ao epicentro da luta contra o imperialismo com o propósito de contribuir para fixar posições, articular acções e consolidar a unidade indispensável para enfrentar com êxito o inimigo número um dos povos.»

Acrescentou que neste encontro «se irá ouvir alto e claro a voz da juventude cubana e a sua rejeição do bloqueio genocida, da infame Lei Helms-Burton e da escalada agressiva do império para acabar com a Revolução, reinstaurar o capitalismo e reduzir Cuba à condição de colónia ou, pior ainda, de escrava». (Abril)

«A guerra suja dos EUA em nome dos “direitos humanos”»

[De Geraldina Colotti] A queda da União Soviética aumentou certamente o peso das grandes agências do humanitarismo, de um modo diretamente proporcional à perda de hegemonia de esquerda em nível europeu, devido à mudança de tendência para a moderação, levada a cabo por partidos comunistas e socialistas. No entanto, as agências de segurança dos EUA têm trabalhado na construção de mecanismos de consenso durante muito tempo: para construir a opinião pública em favor do governo capitalista, que agora prevalece em nível mundial.

As guerras de quarta e quinta geração movidas pelo imperialismo contra os povos que, como Cuba ou Venezuela, tentam encontrar seu próprio caminho, também têm um forte caráter cultural. José Martí escreveu: «a maior guerra que eles estão fazendo contra nós está no nível do pensamento e é precisamente no nível do pensamento que devemos conquistá-la». (Resumen Latinoamericano via PCB)

Cinco programas do «Escuela de Cuadros»: análise do capitalismo

ESTUDAMOS O CAPITALISMO

Salário➜ https://youtu.be/SFEr58RNpFM
Dinheiro➜ https://youtu.be/5AfFoaLpS3k
Fetichismo➜ https://youtu.be/f9jPejS90Tk
Ideologia➜ https://youtu.be/Erlc3gHV1sI
Crise➜ https://youtu.be/LF8oTs0n48c
Não há prática revolucionária sem teoria revolucionária!

domingo, 19 de maio de 2019

Conflito laboral na Bilblioteca Ubik de Donostia arrasta-se há 5 meses

Os trabalhadores da Biblioteca Ubik, integrada na Tabakalera de Donostia, denunciam a precariedade laboral e a falta de avanços nas negociações com a empresa. Na quarta-feira passada, concentraram-se junto às instalações da Tabakalera, apoiados pelo sindicato ELA.

O dirigente sindical Mitxel Lakuntza denunciou a atitude do Governo de Lakua, da Deputação de Gipuzkoa, da Câmara Municipal de Donostia e do Conselho de Administração da Tabakalera, na medida em que se recusam a negociar um acordo com estes trabalhadores, e lembrou a situação de precariedade laboral que prevalece no sector da Cultura «à margem dos grandes eventos».

A Biblioteca Ubik da Tabakalera, em Donostia, está fechada há cinco meses. Em Novembro e Dezembro, os seus 13 trabalhadores – jovens com estudos superiores e experiência na sua área, subcontratados pela empresa Sedena – realizaram greves parciais para denunciar a precariedade, o baixo salário que auferem, o não pagamento de domingos e feriados como trabalho suplementar, a dificuldade em tirar férias e os horários, que lhes afectam a conciliação familiar.

Depois, face à ausência de avanços nas negociações, decidiram iniciar uma greve por tempo indeterminado. Numa nota, o ELA explica que, neste período, só houve sete reuniões entre trabalhadores e ETT (nas quais a Tabakalera não participou) e, «mais grave ainda, não houve qualquer proposta que se aproximasse das reivindicações» dos trabalhadores.

Para o sindicato, isto deixa bem à vista a vontade que a Tabakalera e a ETT têm de resolver o conflito. / Ver: ela.eus e aseh

«13 oreretarren auzipetzearen aurrean»

[De MpA] Apirilak 14ean Ciudadanos alderdi faxista espainiarrak Oreretan emandako mitinaren aurka protesta egin zuten ehunka herritarrek, eta haietatik gutxienez 13ren aurka ekinbide judizialak abiatu ditu epaileak.

Beste behin ere ozen salatu beharra dago, herri honetan adierazpen askatasunak etsairik badu, hori ertzaintza dela, protesta eta bilera eskubideak beti bezeaa biolentziaz zapalduz, okupatzailearen kolaboratzaile izanik, herri honek jasaten duen okupazio militarra eta ukazioaren ezinbesteko zati da. / Ver: amnistiAskatasuna

Cuba: 60 anos de Reforma Agrária

«Uma Reforma que iluminou a terra» (Granma)
Sofrimento e privação, vidas perdidas, injustiça... os horrores do latifúndio eram incentivos suficientes para que uma força camponesa poderosa fosse decisiva para mudar os destinos de então, e se juntasse com esmagadora força à guerra de libertação  
«Reforma agrária que acabou com latifúndios em Cuba completa 60 anos» (Brasil de Fato)
Em 17 de maio de 1959, pouco mais de 4 meses após a Revolução Cubana retirar o ditador Fulgencio Batista do poder e instalar um governo revolucionário, o país caribenho assinava uma das mais importantes medidas do novo Estado: a Lei da Reforma Agrária, responsável por colocar fim aos grandes latifúndios que operavam no país.

«Cuba socialista: 60 años de Reforma Agraria» (insurgente.org)
Aprobada diez días antes, fue firmada el 17 de mayo de 1959, tres meses y medio después del triunfo, en La Plata, Sierra Maestra. Y supuso la eliminación de la cruel y enajenante explotación del campesinado cubano por parte de los terratenientes.

«KKE: "A degradação do governo Syriza não tem fim"»

Em 9 de Maio de 2019, chefes de Estado da UE, incluindo Alexis Tsipras, assinaram em Sibiu, Roménia, numa cimeira informal, a chamada declaração do Conselho Europeu.

«Isso é o que vocês são, a vossa degradação não tem fundo», declarou o deputado KKE Ioannis Giokas na tribuna do Parlamento, denunciando a declaração anticomunista da UE e o facto de o primeiro-ministro tê-la assinado «adoptando toda a propaganda do imperialismo após a Segunda Guerra Mundial, a propaganda do macartismo contra a luta dos povos e contra o movimento e o sistema socialista mundial. Toda a propaganda que se desenrolou tendo a extrema-direita como ponta de lança». (diarioliberdade.org)

sábado, 18 de maio de 2019

Trabalhadores da DHL em Agurain em luta contra a precariedade e a discriminação

O sindicato ELA revela, numa nota, que os trabalhadores da DHL em Agurain (Araba) vão realizar paralisações parciais de quatro horas nos dias 20, 21 e 22 de Maio, e uma greve por tempo indeterminado a partir de dia 23, para assim denunciar o «esvaziamento de conteúdo» do acordo colectivo de trabalho, por parte da administração, e defender os seus direitos.

A organização sindical basca informa ainda que a decisão foi aprovada em plenário por 70% dos 100 trabalhadores que laboram no centro logístico, 80 dos quais estão abrangidos pelo acordo que a multinacional de logística e distribuição não quer «renovar» nos moldes do que caducou a 31 de Dezembro de 2017.

Os trabalhadores partem para a greve ao cabo de oito meses de negociações e de uma dezena de reuniões com vista à negociação das «novas condições laborais», que, no entender dos sindicais, a empresa pretende agravar, explica-se na nota. Os sindicatos acusam ainda administração de pretender impor a discriminação salarial e a precariedade, levando a que trabalhadores a exercer as mesmas funções possam auferir salários com diferenças substanciais.

Afirmam também que o centro de Agurain da multinacional de logística e distribuição recorre de modo «fraudulento» à precariedade e às empresas de trabalho temporário, situação que mereceu uma intervenção e uma multa da Inspecção do Trabalho. Os sindicatos fizeram uma nova queixa por este motivo.

As reivindicações fundamentais expressas pelos sindicatos passam pela redução do horário de trabalho, o aumento dos salários ligado ao índice de preço ao consumidor, a eliminação da discriminação salarial e a realização de contratos de trabalho efectivos. / Mais info: Abril e Diario de Noticias

Fuga interna põe em causa conclusões da OPAQ sobre Douma, Síria

Um documento divulgado por engenheiros da OPAQ contradiz o relatório oficial sobre Douma e levanta questões sobre pressões políticas a que o organismo da ONU é submetido por EUA, Reino Unido e França.

«O relatório da missão de investigação da OPAQ não foi assinado. Não foi lá posto o nome de ninguém. É um procedimento muito pouco comum para relatórios finais da OPAQ», disse Robinson à RT, sublinhando que, em vez de incluir o documento interno dos engenheiros, inclui conhecimentos de «organizações obscuras, não designadas, anónimas» – o que levanta suspeitas sobre quem de facto está por trás das conclusões do organismo. (Abril)

Israelitas arrasam aldeia beduína de al-Araqib pela 143.ª vez

As aldeias com o estatuto de «não reconhecidas» «desaparecem» dos mapas oficiais, sendo que os seus habitantes não têm morada e vivem sob a ameaça constante de expulsação e de verem as suas casas demolidas. As autoridades israelitas, que não lhes reconhecem os seus direitos sobre a terra e os consideram «ocupantes» em «terras estatais», não lhes fornecem serviços básicos como água e electricidade, e excluem-nos do acesso a serviços de saúde e educação. (Abril)

Txapelpunk – «Palestina»

Tema da banda de Lekeitio (Bizkaia).