domingo, 9 de dezembro de 2018

«Se manifiestan en Durango a favor de la amnistía»

[Tradução para castelhano do comunicado lido na manifestação] Durante los últimos meses hemos explicado por qué defendemos la amnistía, y el lema que hemos utilizado lo resumen de manera inmejorable: ¡Porque son gudaris! Defendemos la amnistía desde la cercanía hacia quien lucha, desde el respeto que se debe a quien ha dado lo mejor de su vida.

Pero la amnistía no es la simple liberación de lxs represaliadxs políticxs, sino un término que abarca la libertad de todo un pueblo. Del mismo modo que no podemos imaginar un pueblo libre lleno de personas oprimidas, tampoco podemos entender la libertad si no es como un derecho colectivo. La amnistía no es una apuesta que solo mira al pasado, ya que la consecución de la amnistía total, recogiendo esta en su seno las libertades nacional y social, mira sobre todo al futuro, porque es la única alternativa justa que puede asegurar que no vuelva a haber represaliadxs políticxs. / Ler texto na íntegra: amnistiAskatasuna [original em euskara]

«A Venezuela que eu vi»

[De Bruno Carvalho] Ao contrário do que espelha a maioria dos órgãos de comunicação social, o dia-a-dia na capital caribenha transcorre com normalidade. Não há qualquer sinal da crise humanitária. Nos dias anteriores à minha chegada, dizia-se que a maioria dos semáforos em Caracas estavam avariados. Passaram-se dias até encontrar um que não funcionasse. Os principais serviços públicos e o comércio estão abertos. Há jornais e canais de televisão da oposição. Nas ruas, vê-se propaganda de partidos contrários ao governo. Não há qualquer sinal de tensão como a que vivi nas repúblicas populares de Donetsk e Lugansk, assediadas pelo governo fascista da Ucrânia. Não há sinais de magreza extrema como vi entre camponeses pobres ou sinais da morte a rondar o rosto de crianças indígenas quando visitei a Colômbia no ano passado. (Abril)

Diplomata cubano no Brasil fala do bloqueio econômico dos EUA contra Cuba

[Entrevista do jornal Brasil Popular com o Primeiro Secretário da Embaixada de Cuba no Brasil, Juan Pozo Alvarez] Os danos humanos que tem ocorrido são enumerais e sua duração no tempo, fez o mesmo insustentável e inumano também. Mais uma vez o impacto das sanções e dramático para a economia e a sociedade cubanas. E com toda certeza, não existe acontecimento em nossas vidas no qual não esteja presente seu impacto.

As sanções contra Cuba são cruéis e têm consequências muito desastrosas para a economia cubana e afetam duradouramente o bem-estar da população. Ainda não foi adotada nenhuma medida de envergadura para aliviar os cubanos deste estrangulamento econômico, que perdura há mais de meio século e que a comunidade internacional condena de modo massivo. (Diário Liberdade)

Lendakaris Muertos – «Centro comercial»

Tema do álbum Lendakaris muertos (2005). A banda é de Iruñea.

sábado, 8 de dezembro de 2018

Trabalhadores da Biblioteca Ubik, em Donostia, prosseguem luta contra a precariedade

A paralisação de duas horas, levada a cabo esta sexta-feira, segue-se às realizadas nos dias 17 de Novembro e 1 de Dezembro. Os 13 trabalhadores da Biblioteca Ubik, integrada na Tabakalera de Donostia, denunciam a precariedade laboral e a falta de avanços nas negociações com a empresa.

Há um mês, estes 13 trabalhadores da Biblioteca Ubik da Tabakalera – jovens com estudos superiores e experiência na sua área, subcontratados pela empresa Sedena – anunciaram dois dias de greve parcial, para denunciar a situação de precariedade em que se encontram, o baixo salário que auferem, a falta de pagamento extra aos domingos e feriados, a dificuldade em tirar férias e os horários, que lhes afectam a conciliação familiar.

Decidiram avançar para a luta, apoiados pelo sindicato ELA, depois de meses de negociações que não deram frutos. No passado dia 4, trabalhadores e representantes do ELA voltaram a reunir com a Sedena e os administradores da Tabakalera.

No entanto, segundo revela o sindicato numa nota, a reunião não deu em nada – porque a Tabakalera deixou claro que não tinha a ver com o assunto e abandonou a mesa (os trabalhadores são subcontratados; é comfy!) e a ETT não avançou com nenhuma proposta, tendo ainda acusado os trabalhadores de agirem de «má-fé».

Neste contexto, os trabalhadores mostraram-se firmes na decisão de prosseguir a luta. O ELA classificou como «absolutamente irresponsável» a atitude da Sedena e da Tabakalera. / Ver: ela.eus e ela.eus

Faz 20 anos que os fascistas mataram Aitor Zabaleta

Faz hoje 20 anos que Aitor Zabaleta Kortazar, apoiante txuri-urdin de 28 anos, foi apunhalado em Madrid, pouco antes de um encontro entre o Atlético de Madrid e a Erreala a contar para a Taça UEFA. Para o homenagear, a iniciativa popular Aitor Bizirik 20 urte organizou um conjunto de acções.

A 8 de Dezembro de 1998, fascistas do Bastión 1903 investiram contra os apoiantes azuis e brancos nas imediações do estádio Vicente Calderón. Depois de proteger uma criança, Aitor seguia com a sua companheira quando se viu cercado e foi esfaqueado. O óbito foi declarado no dia seguinte, num hospital de Madrid.

O tempo passado não apagou Aitor Zabaleta da memória colectiva txuri-urdin e antifascista. Junto ao estádio de Anoeta, em Donostia, existe hoje um monumento em sua memória. Em 2014, na sequência de uma petição de moradores da zona de Ibaeta, a Câmara Municipal de Donostia atribuiu o nome de Aitor Zabaleta a uma praça onde os miúdos jogam à bola e onde já existia uma foto sua e uma placa em sua memória.

Para assinalar o 20.º aniversário do assassinato, a plataforma cujo nome lembra que Aitor continua vivo, apoiada por grupos de apoiantes da Erreala [Real Sociedad], organizou um programa de actividades para amanhã, em que se incluem um torneio de futsal (às 10h00, no bairro de Igara), um almoço popular (às 14h00) e uma manifestação (às 16h30) entre o Boulevard e Anoeta. Ali, junto ao monumento que evoca Aitor Zabaleta, será feita uma oferenda floral, mesmo antes do jogo com o Valhadolide. / Ver: SareAntifaxista e Berria

«E agora, os jovens liceais…»

[De Rémy Herrera] O movimento de contestação e de revolta em França não cessa de se ampliar. E um dos factores de mobilização é a própria violência policial. Jovens das universidades e dos liceus são alvo de brutalidades, a somar às «reformas» que têm vindo a ser empreendidas, gerando novos obstáculos sociais e económicos ao acesso à educação. (odiario.info) [em castelhano: redroja.net]

«Porque está de novo na ordem do dia a ascensão do fascismo»

[De John Pilger] Este importante texto foi publicado em 2015, mas não só não perdeu actualidade como está, se possível, mais actual ainda. A ameaça fascista surge em todos os continentes. E o elo que a une é a acção do imperialismo, apoiando e incentivando tudo o que existe de mais reaccionário, obscurantista e explorador à face da Terra. (odiario.info)

sexta-feira, 7 de dezembro de 2018

Nova jornada de luta nos supermercados Simply da Bizkaia

Depois da greve e da manifestação em Bilbo na passada quarta-feira, os trabalhadores da cadeia de Supermercados Simply realizaram hoje uma nova jornada de luta para denunciar a precariedade e exigir a melhoria das condições de trabalho, nomeadamente no que respeita à conciliação com a vida familiar.

A este segundo dia de greve dos trabalhadores do Simply, convocado pelos sindicatos LAB, ELA e ESK, juntaram-se os funcionários dos supermercados Alcampo em Mungia (Bizkaia).

Ao início da tarde, centenas manifestaram-se em Barakaldo (Ezkerraldea, Bizkaia), denunciando «elevados ritmos de trabalho», «falta de funcionários» e «péssimas condições de trabalho».

Em comunicado, os trabalhadores afirmam que estão fartos de «aguentar pressões, ritmos infernais e ameaças», e que se vêem forçados a fazer greve para evitar que as grandes margens de lucro sejam alcançadas à custa das suas vidas. / Mais info: ecuadoretxea.org

«Fascismo: desnudando su carácter de clase»

[De Nandu de Diego // «I- acercamiento al significado, orígenes históricos e características principales»] De todo lo expuesto anteriormente deduciremos la estrecha vinculación del fascismo y el capitalismo, por lo que he decidido no hacerme eco de ciertas tesis que lo tratan como un ente autónomo situado por encima de los intereses del capital.

No podemos desligar el fascismo del capitalismo, ni fraccionar nuestra lucha contra este, pues como diría Bertolt Brecht «estar contra el fascismo sin estar contra el capitalismo, rebelarse contra la barbarie que nace de la barbarie, equivale a reclamar una parte del ternero y oponerse a sacrificarlo.» (cuestión de clase)

Armamento alemão continua a alimentar a Arábia Saudita

Apesar de políticos alemães se vangloriarem dos controlos rigorosos do país no que toca à exportação de armamento, a guerra no Iémen é demasiado lucrativa e a Arábia Saudita é um parceiro valioso.

Uma das restrições de que os políticos alemães se gabam é a de que não pode haver exportações de armamento para países directamente envolvidos neste «inferno». No entanto, destaca a DW, a lei alemã garante às empresas que fabricam e exportam armamento a possibilidade de continuarem a vender para esses países, desde que «provem» que o armamento fica nos países para os quais foi exportado. Na prática, trata-se de um buraco na lei, através do qual as armas continuam a cair no Iémen.

Para além disso, há a questão dos componentes. A DW lembra que, quando o Reino Unido abastece a Força Aérea saudita com caças Eurofighters, cerca de um terço dos componentes – de pequena e grande dimensão – é fabricado na Alemanha. (Abril)

«Governo de Israel é xenófobo e anti-semita»

[De José Goulão] A partir de agora, na União Europeia, o título deste artigo pode ser considerado um crime ou, pelo menos, deve alertar «as autoridades policiais nos seus esforços para identificar e investigar ataques anti-semitas de maneira mais eficiente e eficaz». Quem o diz são os ministros da Administração Interna dos Estados membros, que assim pretendem calar as críticas a Israel, apagando de uma penada, com as suas assinaturas, as chacinas em Gaza, a ocupação ilegal dos territórios palestinianos e de parte da Síria, a colonização da Cisjordânia e de Jerusalém Leste, violando as leis internacionais, a tortura, as execuções extra-judiciais e o racismo que são práticas comuns do regime sionista.

Não menos importante é o facto de a decisão pretender impedir a denúncia de um dos aspectos mais insólitos do comportamento dos governos de Israel ao aplicarem, na prática, aquilo que consideram ser a teoria sionista: o carácter xenófobo e anti-semita das políticas israelitas dominantes. (Abril)

quinta-feira, 6 de dezembro de 2018

«Los vascos, de la nación al estado»

[De José Miguel Beñarán, Argala] Por supuesto que las fuerzas políticas de la burguesía se opondrán a ella. Pero lo más triste sería que también lo hiciesen las fuerzas políticas representativas de la clase obrera española. Nosotros renunciamos a intentar determinar cómo ha de configurarse el proceso revolucionario español y muchos estaríamos dispuestos a ayudarles en su tarea. Pero a cambio exigimos que a los trabajadores vascos se nos respete el derecho a decidir ya desde hoy cómo queremos construír el futuro, nuestro futuro.

La opción que hoy ofrece el sector patriótico de la clase obrera vasca no es únicamente una opción para Euskadi, sino indirectamente también para los trabajadores españoles y franceses en cuanto que la revolución socialista vasca no puede sino potenciar las de sus respectivos países. Ella constituye la mejor aportación que la clase obrera vasca puede hacer a los trabajadores de todo el mundo. (lahaine.org)

Fayez Badawi, da FPLP, estará em Euskal Herria na próxima semana

O porta-voz para a Europa da Frente Popular para a Libertação da Palestina – partido marxista, que defende a construção de um Estado palestiniano laico – estará no País Basco nos dias 13, 14 e 15 de Dezembro, onde irá falar da Palestina e da Síria. «Um mesmo povo, uma só luta!»

Por iniciativa da plataforma Siriaren Alde, Fayez Badawi fará um giro pelas cidades mais importantes de Euskal Herria, sob o lema «Elkarrekin sionismo eta imperiaslimoari aurre» [juntos contra o sionismo e o imperialismo].

No dia 13, às 18h30, o representante da FPLP dará uma conferência em Bilbo, no Deustuko Gazte Lokala. No dia 14, estará em Donostia, às 19h30 (Easo kalea, La Cripta).

No dia seguinte, 15, dará uma conferência ao meio-dia na Landatxo Gizarte Etxea, na capital alavesa, Gasteiz. Dali, viaja para Iruñea, onde, às 18h00, irá falar Civivox de Iturrama. / Ver: @SiriarenAldeEH

Manifestação pró-amnistia em Durango

Este sábado, dia 8, realiza-se na localidade biscainha de Durango uma manifestação a favor da amnistia, convocada pelo Movimento pró-Amnistia e contra a Repressão sob o lema «Amnistia osoa!».
A mobilização tem início às 19h00 na Liburu Azoka [Feira do Livro]. / Ver: @AmnistiaGarrasi

Mão-de-obra infantil e trabalho escravo contaminam a produção cacaueira do Brasil

Cerca de 8000 crianças e adolescentes brasileiros trabalham na cadeia produtiva do chocolate, de acordo com um relatório apresentado no final do mês passado, em Brasília. O informe resulta de uma pesquisa realizada pela Papel Social, entre Julho de 2017 e Junho de 2018, por encomenda da Organização Internacional do Trabalho (OIT), em parceria com o Ministério Público do Trabalho (MPT).

O Brasil é o sétimo produtor de cacau no mundo (o primeiro é a Costa do Marfim) e o segundo da América Latina (depois do Equador). No Brasil, a produção ocorre em oito estados, com destaque para a Bahia (responsável por 45,1% do volume total) e para o Pará, que é responsável por 49,3% da produção. É também nestes dois estados que se encontram os dois maiores municípios produtores de cacau do país: Ilhéus (na Bahia) e Medicilândia (no Pará).

No estado do Pará, o sector é responsável por 255 mil empregos, sendo que o principal pólo produtor se encontra localizado ao longo da Rodovia Transamazónica, onde se concentra 62,7% da produção estadual e 25,1% da produção do Brasil. (Abril)

quarta-feira, 5 de dezembro de 2018

Trabalhadores da Simply na Bizkaia mobilizam-se por melhores condições laborais

Mais de 300 trabalhadores da cadeia de supermercados Simply manifestaram-se esta quarta-feira em Bilbo, entre a Praça Zabalburu e Errekalde, para denunciar a precariedade e exigir a melhoria das condições de trabalho, nomeadamente no que respeita à conciliação com a vida familiar. A mobilização integrou-se no primeiro de dois dias de greve convocados pelos sindicatos LAB, ELA e ESK.

Os trabalhadores, que denunciam «elevados ritmos de trabalho», «falta de funcionários» e «péssimas condições de trabalho», realizaram hoje o primeiro de dois dias de greve nas várias lojas da cadeia de supermercados. O próximo está marcado para sexta-feira, dia 7.

Em comunicado, afirmam que estão fartos de «aguentar pressões, ritmos infernais e ameaças», e que se vêem forçados a fazer greve para evitar que as grandes margens de lucro sejam alcançadas à custa das suas vidas.

No dia 7, voltam a manifestar-se, em Barakaldo (Ezkerraldea), a partir da Praça Bide Onera (12h30). / Ler comunicado: ecuadoretxea.org

«Antifascismo, sí, pero no nos lo metan también en la comedia progre»

[De Red Roja] Antifascismo, claro. Pero de verdad. Antifascismo, sí, pero hoy sería (otra) farsa progre si no va ligado a la verdad de lo que ha causado tanta tragedia social y laboral desde el estallido de la crisis sistémica que trajo el 15 M y otras movilizaciones. Antifascismo, cómo no, pero ligado entonces a hablar claro (MUY CLARO, DE FORMA DESTACADA Y PRIMERA) de que hay que DECIR NO AL PAGO DE UNA DEUDA. Una deuda que ha pasado del 30 % a, en realidad, mucho más del 100% del PIB (de la riqueza del país) para salvar a la BANCA mientras entre el pueblo se instala la miseria y el suicidio. Y que, por tanto, hay que repetir hasta la saciedad que hay que EXPROPIAR LA BANCA. Antifascismo, sí, pero diciendo claro que hay que luchar contra la construcción imperialista de la Unión Europea (¿nos olvidamos de lo que pasó en Grecia? Que son esas cuestiones las que debemos llevar en mayúsculas y como GUÍA cuando vayamos a las luchas entre nuestro pueblo. (redroja.net)

«Red Light District: as montras da satisfação dos homens»

[De Lúcia Gomes] As mulheres em montras. Os homens em excursões a avaliá-las e a comprá-las. E toda uma cidade em torno destas ruas estreitas onde vivem fantasmas, com medo de serem captadas por máquinas, com precauções de segurança para não serem mortas enquanto a economia floresce à sua custa.

Todas as setas vão dar ao Red Light District. E até hoje não sei se deveria ter estado num local onde mulheres são exibidas para escolha das hordas masculinas para satisfação única dos seus desejos.

Ali vi predadores, desumanidade, despersonalização, negócio e vidas em perigo. […] E não quero ver uma única pessoa a ser vendida como mercadoria. (manifesto74)

«Congo: eleições e mais ingerências»

[De Carlos Lopes Pereira] Os EUA e a UE veem a África com os olhos do colonialismo. As declarações da Comissária Federica Mogherini são um grosseiro exemplo de menosprezo e de tentativa de ingerência nas próximas eleições no Congo.
Enquanto não derrotarem o colonialismo na sua forma actual, não haverá futuro para os povos africanos. (Diário Liberdade)

terça-feira, 4 de dezembro de 2018

«Argala hoy»

[De Iñaki Gil de San Vicente] Como marxista sabía que eran muy improbable, casi imposible, que se dieran en un momento preciso todas las circunstancias que forzasen a la burguesía a tolerar de forma pasiva y pacífica ser expropiada de sus inmensas riquezas privadas sin provocar antes una represión salvaje y, en caso extremo, una contrarrevolución inhumana, por lo que veía la violencia defensiva como una táctica de mal menor necesaria para evitar un mal mayor innecesario.
[...]
Las diversas formas posibles y deseables, efectivas política y éticamente, de practicar el derecho a la Rebelión deben decidirse mediante estrategias conscientes. Lo que nunca debe hacerse es silenciar ese derecho elemental, ocultarlo al conocimiento de quienes padecen opresión y la aceptan creyendo que es voluntad divina. Nunca debe hacer propaganda «democrática» para que los y las oprimidas renuncien definitivamente al derecho a la resistencia y acepten sólo las vías institucionales toleradas por la opresión: eso es inhumano. (BorrokaGaraiaDa)

A Ucrânia e a guerra no Donbass não passam ao lado da Eguzki irratia

O programa «El Gallico de San Cernin», da Rádio Eguzki, de Iruñea [Pamplona], tem vindo a dedicar espaço à situação actual na Ucrânia e à guerra nas repúblicas populares de Donetsk e Lugansk. Para tal, contou com a ajuda de vários especialistas. Às cinco edições temáticas realizadas, seguir-se-ão outras tantas.

 «El Gallico de San Cernin»: Ucrânia, 1.ª parte
Conta com uma entrevista a Jon Kortazar, doutor História Contemporânea, em que se aborda a formação do conceito de Ucrânia.

«El Gallico de San Cernin»: Ucrânia, 2.ª parte
Continuação da entrevista a Jon Kortazar. Abordagem do conflito bélico e da limpeza étnica no Leste da Ucrânia/RP de Donetsk e Lugansk.

«El Gallico de San Cernin»: Ucrânia, 3.ª parte
Fragmentos da entrevista a Jon Kortazar sobre o nacionalismo ucraniano; o período analisado vai do final do séc. XIX até aos antecedentes da Segunda Guerra Mundial.

«El Gallico de San Cernin»: Ucrânia, 4.ª parte
Conversa com Jon Kortazar sobre o nacionalismo ucraniano durante a Segunda Guerra Mundial. Posteriormente, Asier Blas Mendoza, professor de Ciências Políticas da UPV/EHU, aborda a Ucrânia soviética, a sua transição para o capitalismo e o demoliberalismo.

«El Gallico de San Cernin»: Ucrânia, 5.ª parte
Abordagem das eleições nas repúblicas populares de Donetsk e Lugansk, e dos incidentes no Mar de Azov. Asier Blas Mendoza começa a explicar o que foi o «Maidan».

Kortatu – «Makurtu gabe»

Gravado ao vivo em Iruñea, há 30 anos, e integrado no álbum Azken guda dantza (1988). [Letra / tradução]

Israel lança operação contra «túneis do Hezbollah»

O movimento de resistência libanês, que ajudou o Líbano a pôr fim às agressões israelitas de 2000 e 2006, é visto como a força militar de facto do país.

Ao longo da guerra de agressão a Síria, assumiu um papel fundamental como aliado do Exército Árabe Sírio no combate aos grupos terroristas, como o Daesh e a Frente al-Nusra, promovidos pelas ditaduras do Golfo, Israel, a Turquia e as potências ocidentais.

Numa mensagem divulgada por vídeo, o secretário-geral do Hezbollah, Sayyed Hassan Nasrallah, avisa Israel – como o tem feito em várias ocasiões – que se arrependerá se lançar uma nova guerra contra o Líbano. «Se se atreverem a atacar, vão lamentar-se», adverte. (Abril)

segunda-feira, 3 de dezembro de 2018

Grande apoio em Bilbo aos trabalhadores dos estaleiros de La Naval

Centenas de pessoas, entre as quais se encontravam pensionistas, jovens, representantes de partidos políticos, sindicatos e organizações sociais, manifestaram-se este sábado entre o Sagrado Coração e o Arriaga, em Bilbo, contra os planos de encerramento dos estaleiros de La Naval em Sestao (Bizkaia), em defesa dos postos de trabalho ali existentes, dos direitos dos trabalhadores, de um futuro para a comarca de Ezkerraldea que passe pela indústria e não pela sua transformação num centro comercial.
Ler comunicado dos trabalhadores em ecuadoretxea.org

«NATO, inoiz baino hurbilago» / «NATO, nunca tão perto»

[De Askapena] Dokumentu honen helburua NATOk eta mendebaldeko inperialismoak gaur egun duten rolari buruzko analisi bat egitea da. Horretarako, egitura politiko-militarraren historia errepasatu eta Euskal Herriarekin dituen loturak aztertuko ditugu. Izan ere, maiz, mugimendu antiinperialistatik NATOri buruz hitz egiten dugunean, ez dugu gure gertuko errealitatean dituen eraginen berri ematen, eraso egiten dien herrialdeetako egoerak salatu besterik ez dugu egiten. Baina, kontziente izan behar gara NATOk Euskal Herrian ere eragiten dituela on-dorioak eta kalteak. (BorrokaGaraiaDa)

Relatório: «NATO, nunca tão perto» (eus. / cas. / fra.)

«Casi todos los ‘bobos’ votan a Podemos (a diferencia de los ‘bonobos’)»

[De Juan Manuel Olarieta] El «bobo» es el «pequeño burgués bohemio» cuyo hábitat natural es siempre la capital (Nueva York, París, Madrid). Más aún: es el viejo «burgués gentilhombre» de Molière, aquel que hablaba en prosa sin saberlo.

Quizá el «bobo» de hoy tenga un poco más de cultura; quizá sea precisamente un «cultureta», ese tipo de esponja que absorbe y exuda la ideología dominante a través de los nuevos medios digitales, desde los videojuegos hasta YouTube. Es un gilipollas que ha pasado por la universidad y casi seguro que tiene un máster de esos que se venden y se compran a precio de oro.

«Económicamente está a la derecha e ideológicamente a la izquierda», dice un experto, en referencia a «la izquierda caviar», exquisita, ese conglomerado de intelectuales que resumen lo que la contracultura ha impuesto como menú políticamente correcto y saludable: feminista, ecologista, «gay friendly», animalista, vegano...
[…]
Una subespecie del «bobo» es el «lili» (liberal libertario) en donde la «nueva izquierda» que arrastra los pies desde mayo del 68 converge con «la ultraderecha». (Movimiento Político de Resistencia)

A Justiça continua em dívida com Berta e todo o povo hondurenho

Um tribunal determinou a culpabilidade de 7 dos 8 réus julgados como autores materiais do assassinato de Berta Cáceres. Para a família e o Copinh, os verdadeiros responsáveis continuam impunes.

O comunicado sublinha que «a impunidade de que gozam até hoje os autores intelectuais deste crime faz parte da rede de corrupção e violência alimentado pelo modelo extractivista, que saqueia as nossas terras».

Face a um cenário marcado pela intensificação dos ataques aos territórios indígenas – sobretudo após o golpe de 2009, apoiado pelos EUA –, com a multiplicação das concessões às empresas privadas para a exploração, o Copinh afirma que as vítimas da violência, juntamente com organizações e comunidades, se comprometem a continuar a enfrentar estes mandantes, «tal como o fez Berta Cáceres, até que a dignidade, a verdade e a justiça prevaleçam». (Abril)