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sexta-feira, 1 de março de 2019

«Cuba Internacionalista»

[De Jorge Cadima] A Revolução Cubana teve um profundo impacto mundial. A solidariedade internacionalista foi, desde a primeira hora, uma marca característica da Revolução, e uma das suas mais belas expressões. São bem conhecidas as brigadas médicas em muitos cantos do planeta.
Mas essa solidariedade expressou-se também nos campos de batalha e teve um papel fulcral na derrota dos planos imperialistas para impedir a independência de Angola e da Namíbia, e para derrotar o odioso regime racista do apartheid na África do Sul. (o militante)

sexta-feira, 4 de janeiro de 2019

«Cuba foi decisiva no fim do apartheid na África do Sul e na independência da Namíbia»

Solly Mapaila, membro do Partido Comunista da África do Sul Solly Mapaila, membro do Partido Comunista da África do Sul, conversou com a jornalista da Cubainformación TV Ane Lópes, quando da realização, em Novembro, de um encontro de forças comunistas, progressistas e ecologistas, em Bilbo. / Ver: cubainformacion.tv

quarta-feira, 18 de julho de 2018

«A 100 años del nacimiento de Nelson Mandela. ¿Por qué el capitalismo también reivindica su figura?»

[De Borroka Garaia] ¿Cómo fue posible que ante la muerte de Nelson Mandela, tanto el imperialismo, las fuerzas capitalistas, la socialdemocracia como la izquierda internacional lo despidieran con honores?. ¿Por qué a 100 años de su nacimiento vuelve a ocurrir ese reconocimiento? La respuesta a estas pregunta encierra las claves políticas del proceso vivido en Sudáfrica desde el apartheid hasta el día de hoy.
[…]
Desde hace mucho tiempo hay protestas en Sudáfrica y el papel de la ANC es suprimirlas e intentar calmar a la clase trabajadora. Si no es posible de una forma, con violencia.

Parece que esa violencia política contra los pobres se ha convertido en aceptable para gran parte de de esa minoritaria clase media negra en Sudáfrica junto a la blanca. El silencio mediático es prueba de ello.

El valle de las sombras
En sudáfrica quedó una revolución pendiente y por ello el capitalismo internacional respiró tranquilo.

«No hay camino fácil para la libertad en ningún lugar y muchos de nosotros tendremos que pasar por el valle de las sombras una y otra vez antes de llegar a la cima de la montaña de nuestros sueños.» Nelson Mandela (BorrokaGaraiaDa)

sexta-feira, 11 de maio de 2018

«O Massacre de Cassinga»

[De Carlos Lopes Pereira] A 4 de Maio de 1978, tropas especiais do regime racista sul-africano, helitransportadas e com o apoio da força aérea, atacaram o campo de refugiados namibianos em Cassinga, no Sul de Angola, a cerca de 250 quilómetros da fronteira com a Namíbia. Massacraram centenas de pessoas – houve pelo menos 600 mortos e 350 feridos graves –, mulheres, crianças e velhos indefesos, antes de se retirarem, forçadas pela chegada de forças internacionalistas cubanas, que lutavam ao lado do exército angolano. (avante.pt)