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domingo, 17 de fevereiro de 2019

«Carta de Ho Chi Minh a Lyndon B. Johnson»

[De Ho Chi Minh] Vietnam se encuentra a miles de kilómetros de Estados Unidos. Los vietnamitas nunca han hecho ningún daño a EE.UU., pero EE.UU. ha intervenido de forma continuada en Vietnam
[…]
Los vietnamitas aman profundamente la independencia, la libertad y la paz. Pero se han levantado como un solo hombre ante la agresión de Estados Unidos, sin temor a los sacrificios ni a las penalidades. Están decididos a seguir resistiendo hasta conseguir la verdadera independencia, la libertad y la paz.
[…]
Los vietnamitas no se rendirán nunca ante la agresión, y no aceptarán conversaciones bajo la amenaza de las bombas. Nuestra causa es absolutamente justa. Sólo cabe esperar que el gobierno de Estados Unidos actúe de forma racional. (kaosenlared.org)

segunda-feira, 3 de setembro de 2018

«Ho Chi Minh, simiente de vida»

[De Bertha Mojena Milián] De Ho Chi Minh y de la larga historia de lucha del pueblo vietnamita habrá que hablar siempre en presente, o mejor, en futuro, como estandartes de lucha que siguen marcando la vida de millones en el mundo, siguen siendo luz y fortaleza (Granma)

terça-feira, 30 de janeiro de 2018

Nos 50 anos da ofensiva do Tet, 2 textos sobre a vitória

«A pulga venceu o elefante»
[De Anabela Fino] «Não há nada mais precioso do que a liberdade e a independência». Estas palavras, inscritas no mausoléu onde repousa o corpo do presidente Ho Chi Minh, em Hanói, simbolizam bem a saga do povo vietnamita, cuja resistência heróica aos invasores - e em particular a humilhante derrota infligida há 30 anos ao imperialismo norte-americano - continua a ser um exemplo para todos os povos do mundo. Três décadas passadas, o Vietname ainda sofre as consequências do pesado tributo pago pela liberdade e pela independência, mas é com legítimo orgulho que se vangloria de ter cumprido o vaticínio de Ho Chi Minh: «Hoje (...) são as pulgas que enfrentam os elefantes. Amanhã, será o elefante que perderá a pele». (avante.pt)

«Mujeres, fusiles y resistencias. Mujeres del Vietnam en lucha contra el Imperio americano»
Pocas veces en la Historia se nos revela de manera tan nítida el papel de las mujeres, a menudo oscurecido por la visión androcéntrica de los hechos sociales. Sin dejar de ejercer sus roles tradicionales de productoras de alimentos, madres y cuidadoras de los hijos, responsables de las tareas domésticas, cuidadoras de ancianos y enfermos..., la mujer vietnamita escribió una página mítica, legendaria, en la historia de la liberación de los pueblos al asumir también un papel como guerrillera. (blogdelviejotopo)

quinta-feira, 28 de setembro de 2017

«A morte da história»

[De John Pilger] Um dos mais louvados «eventos» da televisão americana, The Vietnam War, arrancou agora na rede PBS.

Os directores são Ken Burns e Lynn Novick. Aclamados pelos seus documentários sobre a Guerra Civil, a Grande Depressão e a história do jazz, Burns diz acerca dos seus filmes sobre o Vietname: «Eles inspirarão nosso país a começar a conversar e pensar acerca da guerra do Vietname de um modo inteiramente novo».

Numa sociedade muitas vezes destituída de memória histórica e sob o domínio da propaganda do «excepcionalismo», a guerra do Vietname «inteiramente nova» de Burns é apresentada como «trabalho histórico épico». Sua luxuosa campanha publicitária promove o seu grande apoiante, o Bank of America, o qual em 1971 foi incendiado em Santa Barbara, Califórnia, como símbolo da odiada guerra no Vietname. (resistir.info via Diário Liberdade)