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segunda-feira, 15 de abril de 2019

Forças israelitas voltaram a atacar estudantes palestinianos em Hebron

De acordo com fontes locais, este domingo as forças israelitas atacaram fisicamente vários alunos que seguiam para a escola – tendo tentado deter um deles – e dispararam bombas de gás lacrimogéneo contra pais que tentaram intervir, informa a agência Ma'an.

Esta manhã registaram-se novas agressões por parte das forças israelitas a escolas na cidade de Hebron, na área H2. Segundo a agência Ma'an, pelo menos seis escolas primárias foram atacadas com bombas de gás lacrimogéneo e dezenas de alunos e professores tiveram de receber tratamento hospitalar, por sufocação devida à inalação de gás. (Abril)

Ver tb.: «Soldados israelitas matam adolescente palestiniano em Gaza» (Abril)

domingo, 17 de março de 2019

«Las Marchas del Retorno llaman la atención hacia la realidad de los crímenes sionistas»

[Entrevista de Carlos Aznárez ao responsável da FPLP em Gaza, Jamil Mizjer] Jamil Mizjer es uno de los importantes líderes revolucionarios de la Palestina ocupada y como tal viene luchando contra el invasor desde hace años en muy difíciles condiciones. Actualmente, Mizjer se desempeña como jefe de la rama del Frente Popular para la Liberación de Palestina en la Franja de Gaza. En una entrevista con el Director de Resumen Latinoamericano, Jamil Mizjer hace un homenaje a todas y todos los luchadores palestinos que desde hace un año vienen protagonizando en Gaza las denominadas Marchas del Retorno. Además, expresa su opinión sobre la necesidad de seguir uniendo en la acción a las diferentes fuerzas de la Resistencia. (Resumen Latinoamericano)

quinta-feira, 14 de março de 2019

«Las 12 tribus -o más- de Israel: el racismo, el sionismo y el fascismo van de la mano»

[De Juan Manuel Olarieta] Israel tiene muchas más de 12 tribus. No hay un pueblo judío como no hay un pueblo cristiano ni un pueblo musulmán sino poblaciones distintas unidas sólo por los mismos ritos religiosos, como argumentó convincentemente Shlomo Sand hace unos años.
[...]
Pero el mito de la nación judía es tanto un invento del sionismo como del fascismo y conduce a las mismas conclusiones: a la limpieza étnica y a la creación de un Estado confesional. Cada cual debe ubicarse en su propio país porque todos los pueblos tienen un territorio adscrito y si no lo tienen, hay que crearlo, como en el caso de Israel. (movimiento político de resistencia)

domingo, 10 de março de 2019

«Mulheres palestinianas prosseguem luta pela liberdade»

Habitantes nos territórios ocupados de Jerusalém Oriental, da Cisjordânia e de Gaza, nos campos de refugiados e na diáspora, ou sendo cidadãs de Israel, as mulheres palestinianas «prosseguem o combate pela liberdade e independência do seu povo, pelo retorno dos refugiados, pela criação de um Estado palestiniano», destaca o MPPM. Em simultâneo, mantêm a luta «pela igualdade de género e pelos seus direitos económicos, sociais e políticos», acrescenta. (Abril)

quinta-feira, 28 de fevereiro de 2019

Israel libertou Khalida Jarrar, dirigente da FPLP quase 2 anos presa sem julgamento

Khalida Jarrar, de 56 anos, deputada ao Conselho Legislativo Palestiniano (parlamento), foi libertada junto ao posto de controlo militar israelita de Salem, no distrito de Jenin (Norte da Margem Ocidental ocupada), informou a agência Ma'an. A mesma fonte acrescentou que a libertação ocorreu às primeiras horas da manhã «para evitar que familiares e activistas organizassem uma cerimónia de boas-vindas».

Quando, em Junho do ano passado, os tribunais israelitas prolongaram pela terceira vez a detenção administrativa de Jarrar, a FPLP, sublinhou, em comunicado, que a «detenção continuada de Khalida Jarrar não irá vergar a sua vontade», fazendo «apenas aumentar a sua determinação e o seu compromisso com a libertação nacional da Palestina» (Abril)

sexta-feira, 22 de fevereiro de 2019

Colonos israelitas voltam a atacar a escola de Urif, em Nablus

Cerca de 50 colonos israelitas atacaram à pedrada a escola palestiniana de Urif, na região de Nablus. Também esta quinta-feira, colonos e forças israelitas atacaram uma escola primária em Hebron.

A escola da aldeia palestiniana de Urif, no Norte da Margem Ocidental ocupada, tem sido repeditamente atacada, nos últimos meses, por israelitas residentes no colonato ilegal de Yitzhar, muitas vezes com a «ajuda» das forças militares.

Também esta quinta-feira, soldados israelitas dispararam granadas de gás lacrimogéneo contra um grupo de crianças quando estas se encontravam no pátio de uma escola primária ou nas suas imediações, na Cidade Velha de Hebron, no Sul da Margem Ocidental ocupada. (Abril)

sábado, 16 de fevereiro de 2019

«Rapina colonial: da pesca no Saara ao ouro da Venezuela»

[De José Goulão] Da pesca subtraída aos sarauis ao petróleo e ao ouro expropriados aos venezuelanos, passando pela fruta colhida em terras palestinianas roubadas por Israel, se nutre a economia europeia chancelada por Trump.

Quer isto dizer que a maioria dos membros do único órgão da União Europeia eleito directamente pelos cidadãos não se limita apenas a aceitar como parceiro preferencial de negócios um Estado que viola grosseiramente o direito internacional; ainda admite que se tire proveito da situação, roubando riquezas alheias sem que os legítimos proprietários possam defender-se – porque lhes foram retirados os mais elementares direitos humanos e nacionais. (Abril)

sábado, 2 de fevereiro de 2019

Forte repressão das forças israelitas em Gaza e na Cisjordânia

As forças israelitas atingiram a tiro mais de 50 palestinianos, esta sexta-feira, quando participavam na Grande Marcha do Retorno, em Gaza, e num protesto contra a violência dos colonos, na Cisjordânia.

Em al-Mughayyir, no Centro da Cisjordânia, pelo menos 19 palestinianos ficaram feridos na sequência dos disparos efectuados pelas forças militares israelitas contra um grupo de manifestantes que protestavam contra os ataques violentos dos colonos judeus extremistas na Margem Ocidental Ocupada. Em Gaza, pelo menos 32 manifestantes foram feridos com balas reais disparadas pelo Exército israelita, segundo revelou Ashraf al-Qidra, porta-voz do Ministério palestiniano da Saúde. (Abril)

sexta-feira, 1 de fevereiro de 2019

«Si consideramos que la solidaridad internacionalista es innegociable, hay que ejercerla»

Nines Maestro habla de su citación para declarar como investigada por financiación del terrorismo ante la Audiencia Nacional. Pero también de la centralidad de la lucha del pueblo palestino, del desconcierto de la izquierda, y de los caminos que podría tomar la revolución.

El hecho de que la Unión Europea en un momento determinado hiciera un listado, ¿quiere decir que Leila Khaled es una terrorista y quienes nos vinculamos con ella estamos contaminados por el delito de terrorismo? Yo creo que ese es uno de los retrocesos más grandes que se han dado en la seguridad jurídica de la legislación de los países. La falta de concreción de ese delito de terrorismo que efectivamente es un arma arrojadiza en función de quién tiene el poder.

El poder considera terrorista a quien le intenta resistir, pero claro, eso es una legitimidad que en derecho es muy discutible, sobre todo en cuanto a la extensión del terrorismo a quien se solidariza con una causa justa enviando dinero para proyectos humanitarios y para situaciones límite que se están viviendo, como es una guerra. (El Salto via lahaine.org)

terça-feira, 29 de janeiro de 2019

Trabalhadores da CAF Beasain não querem que empresa construa eléctrico de Jerusalém

De forma unânime, todas as organizações que integram a comissão sindical sublinham que não têm de participar num trabalho que viola «os direitos humanos e o direito internacional».

A empresa de construção ferroviária CAF, em Beasain (Gipuzkoa), está incluída num processo de licitação para a construção de uma nova linha de eléctrico em Jerusalém. O projecto implica a expropriação de terras palestinianas, o que gerou grande polémica a nível internacional. Neste contexto, a comissão de sindicatos que representam os trabalhadores da CAF Beasain defendeu que os trabalhadores não têm de participar em trabalhos que vão contra a «legalidade internacional».

«Existe um consenso generalizado sobre o carácter ilegal do projecto, tanto pelo seu traçado como pelo facto de ser discriminatório, na medida em que é para uso exclusivo de colonos em terra palestiniana», declarou o sindicato LAB.

«Consideramos que qualquer projecto de eléctrico, de qualquer cidade do mundo, incluindo Jerusalém, deve ser realizado no respeito pelos direitos humanos e o direito internacional. Tanto o plenário como o Conselho de Segurança da ONU, bem como o Tribunal Internacional de Justiça, se manifestaram, através de diferentes resoluções, contra a ocupação dos territórios onde o eléctrico referido irá passar», acrescenta o sindicato.

Tendo em conta que o projecto foi totalmente rejeitado pelos palestinanos, os trabalhadores não entendem o que pode trazer de bom para a CAF, pelo que instaram a administração a renunciar à licitação. / Ver: eitb.eus

quarta-feira, 23 de janeiro de 2019

Soberania da Síria sobre Montes Golã é um «direito inegociável»

O representante da Síria junto das Nações Unidas instou o seu Conselho de Segurança a tomar medidas para travar «as agressões repetidas de Israel» e reafirmou a soberania do seu país sobre os Montes Golã.
[…]
«Não chegou a hora de o CSNU parar as agressões repetidas de Israel contra os territórios da República Árabe da Síria?», perguntou. «Ou será que temos de chamar a atenção dos senhores da guerra neste organismo exercendo o nosso legítimo direito à autodefesa e responder à agressão israelita ao Aeroporto Internacional de Damasco da mesma forma, atacando o aeroporto de Telavive?», prosseguiu. (Abril)

domingo, 20 de janeiro de 2019

Pelo menos 30 palestinianos feridos por soldados israelitas em Gaza

Milhares de palestinianos aderiram à 43.ª sexta-feira consecutiva de manifestações da Grande Marcha do Retorno, junto à vedação com que Israel isola a Faixa de Gaza. De acordo com Ministério palestiniano da Saúde em Gaza, pelo menos 30 manifestantes foram feridos a tiro pelo Exército israelita.

Só a leste da Cidade de Gaza 14 civis foram atingidos com fogo real, disse Ashraf al-Qidra, porta-voz do Ministério, acrescentando que as forças israelitas atingiram directamente três ambulâncias, duas das quais pertencem ao Crescente Vermelho palestiniano.

Al-Qidra disse ainda que também ficaram feridos dois jornalistas e três paramédicos, que foram atingidos por bombas de gás lacrimogéneo. (Abril)

quarta-feira, 16 de janeiro de 2019

Pela libertação de Ahmad Sa'adat e demais presos políticos palestinianos

A «International Week of Action to Free Ahmad Sa'adat», que se insere numa campanha internacional mais ampla pela libertação do secretário-geral da Frente Popular para a Libertação da Palestina (FPLP), é organizada, tal como em anos anteriores, pela Samidoun – Rede de Solidariedade com os Prisioneiros Palestinianos.

A data de início desta «Semana Internacional» – que se prolonga até ao próximo dia 22, com iniciativas já programadas em vários pontos do globo – não é um acaso: foi a 15 de Janeiro de 2002 que a Autoridade Palestiniana, num contexto de «cooperação de segurança» com o inimigo sionista, prendeu o dirigente histórico da FPLP. (Abril)

domingo, 13 de janeiro de 2019

«Manifestaram-se em Bilbo a favor da amnistia (texto e fotos)» [eus. e cas.]

[De MpA] Errepresaliatuak zapalkuntzaren aurrean burututako borrokaren ondorio dira, inolaz ere ez borrokaren zergatia. Etsaiek nahastuta nahi gaituzte. Xantaia baten bidez ondorioak konpontzeko eskaintza pozoitu eta iruzurtia egiten digute, gatazkaren arrazoiak bere horretan mantentzearen truke.
Centrarse en resolver las consecuencias del conflicto desligándolas de las causas que las originan es la mejor forma de perpetuar el actual estado de las cosas y, por lo tanto, la opresión que sufrimos como pueblo y como clase. Es la mejor forma de engañarnos ofreciéndonos como victoria la paz de los sumisos.
Por hacer frente a eso y a mucho más están sufriendo la represión los y las militantes políticas que están en la cárcel, en el exilio o en la deportación. Y es por eso que la defensa de la amnistía es también la defensa del derecho a rebelarse contra todo tipo de opresión. La reivindicación de la amnistía es un llamamiento a la lucha. Es la apología del derecho a no dejarse pisotear ni humillar, y es por tanto un planteamiento actual y de futuro. / Ver: amnistiAskatasuna

sábado, 12 de janeiro de 2019

Israel abre a «Estrada do Apartheid» em Jerusalém

A Estrada 4370, que tem sido chamada «Estrada do Apartheid», é dividida ao meio por um muro alto, com cerca de oito metros de altura; o lado ocidental da rodovia serve os palestinianos, que não podem entrar em Jerusalém, e o lado oriental serve os colonos israelitas, informa a agência Ma'an, reportando-se à informação divulgada pelo jornal israelita Haaretz na sua edição de ontem.

A mesma fonte revela que a Margem Ocidental ocupada tem muitas estradas segregadas, mas esta é a primeira dividida por um muro em toda a sua extensão. (Abril)

segunda-feira, 7 de janeiro de 2019

Ataques de colonos israelitas contra palestinianos triplicaram em 2018

A violência de colonos e militantes de direita israelitas contra palestinianos na Cisjordânia triplicou o ano passado. Até meados de Dezembro, registaram-se 482 ataques, quando em 2017 ocorreram 140.

Cerca de 600 mil israelitas vivem em colonatos – considerados ilegais à luz do direito internacional – na Cisjordânia e em Jerusalém Oriental ocupadas. Os chamados «postos avançados», de onde provêm muitos dos atacantes, são também «ilegais» à luz do direito israelita, mas, sublinha o MPPM, «nem por isso deixam de gozar de financiamentos, directos e indirectos, do Estado sionista e da protecção do exército de ocupação». (Abril)

quinta-feira, 27 de dezembro de 2018

A 10 anos da operação «Chumbo Fundido», ofensiva contra o povo palestiniano agrava-se

A chamada operação «Chumbo Fundido», lançada por Israel contra a Faixa de Gaza a 27 de Dezembro de 2008, só terminou a 18 de Janeiro do ano seguinte, deixando um rasto de enorme destruição e provocando a morte a mais de 1400 palestinianos. «Um saldo sangrento que não pode ser classificado senão como prática de crimes de guerra e crimes contra a humanidade», denuncia numa nota o Movimento pelos Direitos do Povo Palestino e pela Paz no Médio Oriente (MPPM). (Abril)

sábado, 22 de dezembro de 2018

Fuerzas represivas atacan a manifestantes independentistas en Cataluña

Los represores de la unidad de antidisturbios de los Mossos d'Escuadra [policía autonómica catalana] han realizado este viernes violentas cargas en Barcelona para impedir concentraciones de manifestantes que respondieron con piedras, adoquines, petardos y pintura. Al menos cuatro activistas han sido detenidos.

Las manifestaciones se han originado en protesta por la visita del Consejo de
Ministros del régimen de España, que celebra su reunión en Barcelona en la fecha en la que se cumple el aniversario de las últimas elecciones autonómicas, convocadas por el entonces presidente Mariano Rajoy tras aplicar el represivo artículo 155 de la Constitución Española, que suspendía la autonomía de Cataluña. / VER: lahaine.org

quarta-feira, 19 de dezembro de 2018

«Hablando con Fayez Badawi y el Frente Popular para la Liberación de Palestina»

[Entrevista de Aritz Saidi Olaortua a Fayez Bawadi (FPLP)] Hemos tenido el gran honor y posibilidad de compartir algunos días con Fayez Badawi, representante para Europa del FPLP palestino. El FPLP o Frente Popular para la Liberación de Palestina es uno de los grupos más importantes de la lucha palestina además de ser el grupo palestino progresista, revolucionario y anti-colonial por antonomasia. El grupo de la resistencia que aglutina y se presenta como vanguardia de la clase obrera palestina. Además la visita Badawi se dio en unas fechas especiales para el FPLP, ya que se cumplían 51 años desde su creación.

Fayez estuvo en los 4 territorios de hego Euskal Herria y nos habló de lo que está sucediendo en Palestina pero también en el entorno. Sin orientalismos, de forma clara y sin ambigüedades ni maquillajes para agradar a nadie. De una forma internacionalista y solidaria con los diferentes pueblos del mundo y los intereses de países o las elites político-militares de algunos grupos. Así, hablamos de sionismo, la Resistencia, la guerra siria, Hezbollah, la ocupación de Turquía, Francia o EEUU, el affaire kurdo, los rebeldes, la solidaridad internacionalista, la propaganda y demás. Veamos que nos cuenta el gran luchador y revolucionario palestino… (revistalacomuna.com)

Desde as eleições de 2006, 40% dos deputados palestinianos foram presos por Israel

Actualmente, há seis parlamentares em situação de detenção administrativa, incluindo Khalida Jarrar (FPLP), que passou 14 meses em cadeias israelitas, foi libertada em 2016 e novamente presa em Julho de 2017. Um outro deputado, Nasser Abdu Jawwad, foi preso em Janeiro último e aguarda na cadeia pelo julgamento.

Sublinhando que a detenção de deputados constitui uma violação do direito internacional, as três organizações palestinianas revelam no relatório ontem apresentado que, no mês de Novembro, as forças israelitas prenderam 486 palestinianos, incluindo 65 crianças e nove mulheres. (Abril)